quinta-feira, 17 de março de 2016

Resisitir ao Golpe, com Dilma e Lula, Fora Rede Globo! Paulo Vinícius Silva

Não foi a oposição e a Globo que ganharam a eleição, mas não se conformam. Querem mandar na Dilma e até escolher ministros... Querem tomar o governo no murro. Estão tão enrolados parlamentares da oposição em ilícitos escandalosos que nunca são investigados. A grita e a sabotagem da Economia ocorrem porque precisam tomar o poder para escapar. Não votei no mercado, votei na Dilma e o mercado financeiro, as concessões públicas de comunicação, os fundamentalistas religiosos, a FIESP, os inimigos dos direitos das mulheres, dos negros e da luta LGBTT querem a todo custo levar o país à bancarrota porque não ganham, com o voto popular. E passam agora perseguir nossos líderes, a caluniá-los, linchá-los e querem banir pela Globo as pessoas da vida pública.

Quem se diz de esquerda e não denuncia o golpismo, mostra sua miopia e traição aos mais altos interesses do país e de seu povo. A história cobrará.

A  parcialidade de Moro e sua associação com a Rede Globo e a oposição são inegáveis e vergonhosas.
O gesto absurdo de espionagem e exposição da Presidenta, as acusações mentirosas, o circo montado pela Globo, criando um clima de confronto, o nome disso é GOLPE DE ESTADO. Querem a qualquer preço impedir Dilma de Governar e criar comoção nacional para depô-la. O juiz, ao se envolver na disputa partidária e ser cortejado pela imprensa que o sagrou herói, fez o que não se esperava: comprometeu em definitivo a isenção da operação Lava Jato. Procedimentos tão arbitrários que podem livrar a cara da multidão de tucanos que se verificou.

Por isso a oposição não pode deixar Lula assumir como ministro. A agenda dele é clara: repactuação, crédito, desenvolvimento. A direita quer sangue e ainda há quem atenda aos chamados de mobilizações "espontâneas" e assuma o ódio da Globo, sem ser sócio do triplex de Paraty nem da sonegação de mais de um bilhão de reais.

Mas a Lava Jato não pode ser corrompida pelo aparelhamento da oposição de instâncias do estado. Não pode acabar em pizza, mas para isso não pode ser o circo de um golpe de Estado. O juiz Moro está claramente vinculado a uma estratégia política.  É preciso impedir o Golpe e tomar para as mãos das forças progressistas a responsabilidade de defender todas as instituições, preservando-as desse aparelhamento e dessas escalada golpista que, como se verifica claramente, tem epicentro num pretenso novo salvador da pátria, Moro, que literalmente viu a mosca azul e anseia pelo palco. A luta contra a corrupção, permanente, não deve servir a alpinismos sociais. Nem a luta contra a corrupção poderia ter esse impacto devastador na economia, ainda mais se há motivações políticas por trás. Na ponta, são centenas de milhares de desempregados, a quebradeira das maiores empreiteiras do Brasil, a paralisação do Pré-Sal, um prejuízo fruto da maneira midiática e golpista com que se quer destruir, em vez de limpar a Petrobras. O prejuízo da campanha midiática e do dano de imagem é imensamente maior que o montante desviado, o que aponta para a apropriação da luta da corrupção para propósitos de facção e para sabotar a exploração do Pré-Sal, o que indica o favorecimento de empreiteiras estrangeiras e de interesses estadunidenses. Não é assim que acabaremos com a corrupção, assim, querem um golpe de Estado, uma aliança com os EUA, uma caçada aos direitos e a manutenção da corrupção e das oligarquias e dos barões da mídia e das finanças.

A classe média já fez essa besteira na História do Brasil. Em momentos decisivos, mobilizada pelas oligarquias, a mídia, corrompendo parte do aparelho repressivo do Estado (no passado os militares, hoje, setores do judiciário e da polícia)  açulou-se a classe média para viradas políticas demagógicas de suposta luta contra corrupção. A resultante SEMPRE foi a manutenção do poder das oligarquias, a perda da democracia, imensos prejuízos aos interesses nacionais e dos trabalhadores(as). Foi assim quando a classe média se uniu contra Getúlio Vargas, chamado de ladrão e assassino, o que levou o Presidente à imolação pelo suicídio, ele seu sangue para defender um legado que ainda está de pé, mas sob ataque dos golpistas, que querem a terceirização e o fim da CLT. A classe média também apoiou Jânio Quadros e a vassoura que varreria a corrupção, terminando em renúncia. A classe média do serviço público e mesmo a mídia defenestraram JK, no governo, chamando-o de ladrão e cassando-o e, talvez, até mesmo matando-o.  João Goulart foi também demonizado e acusado de corrupto (república sindicalista, CPI contra a UNE) por esse conluio de forças e que foi dirigido e financiado pelos EUA, que promoveram a espionagem  Presidenta Dilma e à Petrobras.

Todos os presidente que se apoiaram no povo foram acusados de corruptos e se tentou depô-los e bani-los da vida pública. Lula não é exceção. Sua coragem de vir para o centro do tabuleiro apoiar a Presidenta Dilma é a prova de que não deve, nem teme. E só com a violência típica de regimes de exceção, com espionagem, violação da Segurança Nacional, aparelhamento de instâncias do Estado, violação ao direito de defesa, linchamento midiático e incitação ao golpe por uma concessão pública, só desse modo monstruoso é que a direita pode responder. O povo não se engana como os globonautas teleguiados do neofascismo. O povo, unido, jamais será vencido, e enfrentará o Golpe em defesa da Democracia, do Brasil e dos direitos e vitórias conquistados pelos trabalhadores com Lula e Dilma.

Deixem a Dilma trabalhar! Menos Juros! Mais crédito! Emprego! Desenvolvimento!


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