sábado, 31 de julho de 2010

Julio se convierte en el peor mes para las tropas de EE UU en Afganistán (+ Fotos)

Julio se convierte en el peor mes para las tropas de EE UU en Afganistán (+ Fotos)

Israel lanza nuevamente ataque aéreo contra Gaza (+ Fotos)






Israel lanza nuevamente ataque aéreo contra Gaza (+ Fotos)







Cifra récord de suicidios de soldados de EEUU








Cifra récord de suicidios de soldados de EEUU
El índice de suicidios de soldados en el Ejército estadounidense superó por primera vez la tasa de civiles desde la Guerra en Vietnam, publicó hoy el periódico The New York Times.

A intempestiva lógica de Uribe

http://altamiroborges.blogspot.com

Reproduzo artigo de Gilberto Maringoni, publicado no sítio Carta Maior:

A ruidosa ofensiva desencadeada pelo presidente colombiano Álvaro Uribe contra a Venezuela, a poucos dias do final de seu mandato, pode ser debitada a pelo menos dois fatores que se completam.

O primeiro e mais evidente diz respeito ao papel crescente que a Colômbia vem desempenhando na geopolítica regional como o de fiel representante dos interesses dos Estados Unidos. Para isso, o país tem de se contrapor de maneira firme aos governos progressistas na região.

Como não seria produtivo estabelecer uma oposição em bloco a Argentina, Brasil, Bolívia, Equador, Paraguai e Uruguai, Uribe elegeu seu alvo: Venezuela. O vizinho seria responsável por apoiar e abrigar em seu território destacamentos das Farc. As provas para sustentar tal acusação, apresentadas em reunião da OEA, são no mínimo discutíveis. Fotos de pessoas uniformizadas no meio do mato não dizem muita coisa.

Acordo militar

As relações entre os dois países conheceram altos e baixos nos últimos anos, mas se deterioraram acentuadamente a partir de julho de 2009, quando o presidente colombiano anunciou publicamente o fechamento do acordo de cooperação militar com os Estados Unidos. O ponto principal do entendimento, como se sabe, prevê a instalação de sete bases militares no país, sob a justificativa de que elas possibilitarão “uma oportunidade única para operações de espectro completo em uma sub região crítica de nosso hemisfério, onde segurança e estabilidade estão permanentemente ameaçadas pelo narcotráfico, patrocinando insurgências terroristas, governos anti-Estados Unidos, pobreza endêmica e desastres naturais recorrentes”. A frase foi tirada do Programa de construção militar , divulgado em outubro do ano passado.

O líder venezuelano Hugo Chávez percebeu que a ameaça se dirigia especialmente contra seu país e bateu duro no tratado. O presidente Lula, ainda em agosto, contatou Barak Obama, pedindo explicações sobre o acordo. Uribe se isolou entre os países da Unasul, apesar da reunião de chanceleres, realizada nesta quinta, 29 de julho, em Quito, não ter deliberado sobre a questão das disputas entre Colômbia e Venezuela.

Por isso, é vital para a Colômbia levar suas pendências internacionais para outro fórum, a OEA, onde o peso dos Estados Unidos é determinante.

Disputas domésticas

Mas houve também motivações internas para a investida de Uribe, justamente nos dias em que o presidente eleito Juan Manuel dos Santos, em um giro pela Europa, anunciava a vontade de distensionar as relações com o país vizinho.

Quais as razões de Uribe para torpedear qualquer tentativa de aproximação? Santos representaria, de fato, outra linha a ser seguida pela política externa da Colômbia?

Parece pouco provável. O novo mandatário não apenas segue a mesma linha de aproximação com os EUA e de militarização crescente das disputas políticas, como era um dos membros do núcleo duro do governo Uribe, no qual desempenhou a função de Ministro da Defesa.

Onde estariam as diferenças entre ambos, se é que existem?

Apesar de toda a proximidade entre ambos, Santos não era o candidato preferido de Álvaro Uribe na disputa presidencial. O candidato dos sonhos de Uribe era Uribe, que não pode entrar na disputa porque a Suprema Corte vetou seu projeto de tentar uma segunda reeleição. Sem um nome viável, Uribe teve de aceitar a postulação de seu Ministro da Defesa, que não teve dificuldades em obter uma vitória eleitoral relativamente tranqüila, nas águas da popularidade do presidente da República. Uribe desfruta de altos índices de aceitação no fim de seu mandato, especialmente entre uma população cansada por décadas de violência institucionalizada.

A aliança militar com os EUA foi alicerçada numa forte propaganda, baseada em duas premissas. A primeira era de que as Farc não seriam um grupo guerrilheiro, mas uma organização terrorista, nos moldes da Al Qaeda. A segunda, decorrente da anterior, era a de que numa situação dessas não haveria negociação possível. A solução seria um enfrentamento militar. Com isso, não apenas as forças de segurança do Estado se viram com mãos livres para agir, como os grupos paramilitares de direita contaram com a vista grossa oficial para cometerem qualquer tipo de crime.

Santos foi um dos formuladores dessa política. Sua diferença com Uribe é de outra ordem.

Duas oligarquias

Figura secundária da cena política colombiana até oito anos atrás, o atual presidente era um líder regional, governador de Antioquia, um dos 32 Departamentos do país, e membro da oligarquia local. Foi um firme opositor da política de negociação com a guerrilha, levada a cabo pelo ex-presidente Andrés Pastrana (1996-2002). Com este mote construiu a campanha que o levaria a vitória em 2002.

Juan Manuel dos Santos, por sua vez, é originário de uma linhagem tradicional da burguesia. Seu tio-avô, Eduardo Santos, presidiu o país entre 1938 e 1942. A família é dona do mais importante jornal colombiano, El Tiempo, fundado em 1911 e recentemente vendido ao grupo espanhol Planeta. Por fim, seu primo, Francisco Santos é vicepresidente de Álvaro Uribe. Ou seja, o novo presidente não é uma sombra de seu antecessor, mas membro destacado das classes dominantes locais. Para estas, Uribe cumpriu um bom papel, mas seria apenas um novo rico emergente.

Sabendo do jogo e com receio de sair definitivamente de cena num momento em que a elite tradicional reassume o centro do palco, Uribe resolveu imprimir sua marca para continuar presente na disputa política local. Com todo o beneplácito do Império e da grande imprensa do continente.

Uma nota final

Todo o espalhafatoso jogo de cena relatado acima vem bem a calhar a outra figura da direita continental. Pode não haver articulação direta, mas José Serra e seu folclórico candidato a vice pegaram no ar a pauta lançada por Álvaro Uribe. Agora tentam envenenar a campanha presidencial brasileira com a risível acusação de que o Partido dos Trabalhadores estaria “envolvido com as Farc e com o narcotráfico”. Por sorte, o terrorismo eleitoral não pega mais por aqui, apesar de toda a insistência da imprensa brasileira.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

II Festival da Juventude Rural da CONTAG

, conta

Marcha do II Festival da Juventude Rural toma a Esplanada dos Ministérios


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29/07/2010
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A Esplanada dos Ministérios foi tomada na manhã desta quarta, 28 de julho por mais de 4000 participantes do II Festival Nacional da Juventude Rural da Contag. A concentração da manifestação começou às 08 horas da manhã em frente à Catedral de Brasília e seguiu percorrendo os principais Ministérios relacionados à pauta de reivindicações da juventude da Contag, expressas na Carta do Festival apresentada na Abertura do evento.

A juventude rural amplia seu protagonismo ao marcar presença entre as manifestações massivas promovidas pela Contag, em Brasília, como a Marcha das Margaridas e o Grito da Terra. Chamou a atenção a organização da manifestação, organizada em três filas, parando em frente aos Ministérios da Agricultura, do Trabalho e da Educação. Em cada um deles, as lideranças camponesas expuseram as reivindicações da juventude rural, dentre as quais:

- a ampliação do direito de acesso da juventude à terra e às políticas de reforma agrária;
- a aprovação da PEC que estabelece o limite máximo da propriedade da terra em 35 módulos fiscais;
- o cadastramento para fins de reforma agrária pelo INCRA de jovens solteiros (as);
- políticas públicas diferenciadas para os (as) jovens assentados(as) a fim de lhes assegurar o direito de permanecerem no campo, sobretudo uma Política Nacional de Educação para o Campo, ampliação do acesso ao PROUNI, à Licenciatura em Educação do Campo e às escolas técnicas e agrotécnicas;
- a aprovação do PL que termina com as restrições à venda de terra fruto de herança entre irmãos, adquiridas por meio do crédito fundiário, que levam à venda a terceiros e dificultam a sucessão rural;
- a aprovação do Plano Nacional da Juventude.

CTB amplia seu diálogo com a juventude rural

Graças ao apoio da CTB do Distrito Federal e de Goiás, asseguraram-se boas condições para o funcionamento do espaço da central classista no festival. E com a presença própria entre a juventude rural, a CTB tem uma boa participação nesta segunda edição do Evento.

A extensa rede de Sindicatos de Trabalhadores Rurais cetebistas em Fetags, como a de Minas Gerais (maior bancada do Festival e liderada por Maria Souza, do coletivo nacional de juventude da CTB), da Bahia, de Sergipe, a Fetag-RS, entre outras, se reflete na grande visitação ao stand da entidade, que lançou um boletim específico para todos os participantes. O resultado desse trabalho foi impactante, pois na marcha foi visível a grande quantidade de bandeiras da CTB a tremular pela Esplanada durante todo o ato.

A expectativa da Secretaria e do Coletivo Nacional da Juventude Trabalhadora é fortalecer a rede de contatos entre as jovens lideranças camponesas por todo o Brasil, ampliando a organização da juventude da CTB entre juventude rural.

Por: Paulo Vinícius - secretário nacional da juventude da CTB

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Aberto em grande ato o II Festival da Juventude Rural da Contag


O pavilhão de exposições do Parque da Cidade, em Brasília DF, recebeu na manhã de terça (27), uma multidão de jovens rurais de todo o país no ato de abertura do II Festival da Juventude Rural da Contag.Cerca de 4500 jovens organizados nos Estados a partir das Fetags e da Comissão Nacional de Jovens tiveram a dimensão da importância política do evento pela composição da mesa o presidente da Contag, Alberto Broch e da Secretária Nacional de Juventude, Elenice Anastácio, estiveram presentes o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel; ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luis Dulci, secretário Nacional da Juventude, Beto Cury; vice-presidente da tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal, Clarice Copetti; secretária de Meio Ambiente da CUT, Carmen Foro; o secretário nacional da juventude da CTB, Paulo Vinícius; a secretária geral da Coprofam e vice-presidente da Contag, Alessandra Lunas.
Essa representatividade foi respondida com uma programação emocionante. A abertura da atividade contou com uma mística que, segundo o portal da Contag “envolveu todas as federações e foi dividida em cinco atos. No primeiro momento, um casal entrou com sementes e mudas que representam o início da organização sindical da juventude. No segundo ato, a água e a terra representaram o fortalecimento da luta da juventude por um futuro melhor, e no terceiro ato os jovens entraram com camisetas do ‘Jovem Saber’ que representou o compromisso com a formação de profissionais que auxiliam na elaboração de processos produtivos para geração de emprego e renda.
No quarto ato, os jovens entraram com objetos que remeteram ao 1º festival, que mobilizou milhares de jovens trabalhadores rurais de todo Brasil. Nesse evento, em 2007, a juventude construiu e debateu propostas de políticas publicas que respondessem pelas demandas da juventude. No quinto ato, o fogo representou o 2º FNJR, que traduz a esperança e os compromissos de continuar lutando pela vida, pela terra, alimento e pela dignidade da vida no campo”.

A abertura valorizou a história da organização da juventude sindicalista entre os trabalhadores rurais, contando a história do movimento com vídeo e música e a execução do Hino Nacional Brasileiro pela companhia Sons e Cidadania, de São Sebastião – região do entorno do DF e do violinista Ted Falco, agitando o plenário.

A presença no palco da Direção Executiva Nacional e de toda a Comissão Nacional de Juventude, assim como a de presidentes de Fetags de todo o Brasil no Plenário dão a dimensão da importância conferida pela Contag à organização de sua juventude, fato reafirmado pelas intervenções vibrantes de Alberto Broch, ao declarar aberto o Festival, e de Elenice Anastácio, ao apresentar aos membros do governo Federal a Carta da Juventude Rural que apresenta as reivindicações de luta do Festival, em especial o apoio à sucessão rural e políticas públicas voltadas à juventude rural.

A CTB, representada pelo Secretário Nacional de Juventude, agradeceu o convite feito pela Contag à central classista, convidando os presentes a visitarem o stand da Central, informando da recente participação no III Encontro Sindical Nossa América, em Caracas Venezuela e da celebração dos 65 anos da Federação Sindical Mundial. Afirmou a necessidade de valorizar a organização juvenil no movimento sindical e seu protagonismo para aprofundar as mudanças no país.

Por: Paulo Vinícius - secretário nacional da juventude da CTB - com informações da Contag

Diante da crise, FSM busca propor saídas e coordenar a luta dos trabalhadores

Exclusiva entrevista de George Mavrikos, Presidente da Federação Sindical Mundial ao Portal CTB.

Diante da crise, FSM busca propor saídas e coordenar a luta dos trabalhadores

domingo, 11 de julho de 2010

Porque foram condenados os presos que Cuba vai libertar

vermelho.org.br >> Editorial

A igreja católica de Cuba anunciou, dia 7, um acordo com o governo de Raúl Castro e o cardeal Jaime Ortega, arcebispo de Havana, com a assistência do ministro de Relações Exteriores da Espanha, Miguel Ángel Moratinos, para libertar 52 presos remanescentes do desmantelamento da conspiração de 2002/2003 pelo fim do socialismo na ilha. Além dos questões humanitárias, o tema envolve aspectos políticos referentes à resistência antiimperialista na ilha que não podem ser postas de lado.

O acordo beneficia 52 presos; cinco presos terão libertação imediata (Antonio Villarreal Acosta, Lester González Pentón, Luis Milán Fernández, José Luis García Paneque e Pablo Pacheco Ávila), e os demais 47 sairão num prazo entre três e quatro meses e poderão viajar para a Espanha, "se assim o desejarem", como declarou o chanceler espanhol. Em maio, quando as negociações entre o governo de Havana e a Igreja começaram, já havia sido libertado o preso Ariel Sigler.

Os presos fazem parte de um grupo detido, julgado e condenado em 2003 por fazerem parte de uma ampla conspiração antissocialista articulada em torno do chamado Projeto Varela, que, com apoio ativo do governo dos EUA, reuniu 48 organizações antirrevolucionárias (cinco delas com sede nos EUA) para investir contra o governo socialista e iniciar o que chamavam de "transição" para o capitalismo.

O plano previa a formação de uma grande aliança opositora com o objetivo de restabelecer a Constituição de 1940 e, segundo Angel Polanco (presidente do Comitê Pró-Mudança), obter adesões a um abaixo-assinado pela renúncia do governo socialista, pela mudança no sistema político e pela convocação de um Congresso da República, levando ao poder um governo provisório para promover o desmonte do estado socialista.

Apresentada pela imprensa conservadora como um movimento pacifista de oposição ao regime instaurado em 1959, o Projeto Varela fez parte da tentativa norte-americana de desestabilizar o regime e surgiu num ambiente onde as ameaças contra a soberania e a independência de Cuba se multiplicavam.

Declarações de autoridades norte-americanas deixavam claro que ele fazia parte dos preparativos da invasão da ilha. Em 2002 o governador da Flórida, Jeb Bush (irmão de George Bush), pedira ao irmão presidente para providenciar aquela invasão; o embaixador dos EUA na República Dominicana, Hans Hertell disse que o ataque ao Iraque era um "sinal muito positivo e exemplo muito bom para Cuba", sendo o começo de "cruzada libertadora que abarcará todos os países do mundo, Cuba incluída"; o secretário da Defesa Donald Rumsfeld disse, por sua vez, que, se fossem encontrados sinais de armas de destruição em massa em Cuba, "teríamos de agir".

Em abril de 2003 o governo Bush colocou Cuba no "eixo do mal", países que estavam na mira dos EUA por resistirem a suas ameaças de agressão. Um dos pretextos para isso era a acusação falsa feita por John Bolton, subsecretário de Estado, de que Cuba mantinha um programa de armas biológicas. Em outubro de 2003, o próprio Bush disse que "Cuba deve mudar" e que, evidentemente, "o regime de Castro não mudará por decisão própria". E em dezembro circulavam notícias de que vários órgãos do governo dos EUA trabalhavam em planos para a intervenção em Cuba.

No interior da ilha, sob a coordenação de James Cason, chefe do Escritório de Interesses dos EUA em Cuba, os preparativos para a ação contra o governo socialista foram acelerados. A distribuição de dólares foi farta, envolvendo desde o apoio à implantação de emissoras de rádio até o pagamento de cerca de 100 dólares mensais para aqueles que compareciam àquele departamento que é uma espécie de embaixada não formal dos EUA.

Foi uma enxurrada de pelo menos 45 milhões de dólares para financiar a conspiração. Em 2000 a Agência Internacional para o Desenvolvimento dos EUA (Usaid) deu 670 mil dólares para a publicação de panfletos anticomunistas. Outro 1,6 milhão de dólares foi destinado para ONGs contrarrevolucionárias; mais 2,4 milhões foram para o planejamento da "transição" e avaliação do programa.

O Centro para uma Cuba Livre recebeu 2,3 milhões em 2002 para aliciar grupos de oposição; o Grupo de Trabalho da Dissidência Interna ficou com 250 mil; Freedom House e seu Programa para a Transição de Cuba teve 1,3 milhão; o Grupo de Apoio à Dissidência, 1,2 milhão; a agência Cubanet, 1,1 milhão entre 2001 e 2002; o Centro Americano para o Trabalho Internacional de Solidariedade, 168 mil; a Ação Democrática Cubana, 400 mil em 2002.

Enquanto isso, o secretário de Estado assistente para Assuntos do Hemisfério Ocidental, Curtis Struble, disse que a Usaid investiria mais 7 milhões na conspiração anticastrista, e o general Colin Powell, secretário da Estado de Bush, anunciou o investimento de 26,9 milhões na Rádio e na Televisão Martí, mantidas pela CIA para transmitir programação contrarrevolucionária e articular a ação dos conspiradores.

Foi a participação ativa nesta conspiração estrangeira contra o governo de seu país que levou à prisão daqueles que, agora, são beneficiados pelo acordo entre o governo de Raúl Castro e o cardeal Jaime Mendonça. Eles foram condenados sob a acusação de crimes contra a independência e a integridade territorial de Cuba. Foram condenados por trair a pátria socialista a serviço da principal potência imperialista de nosso tempo, os EUA.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Entrevista ao Portal CTB

www.portalctb.org.br

Entrevista da semana

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A CTB definiu no último dia 30 de junho seu apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Para o secretário da Juventude Trabalhadora da Central, Paulo Vinicius Santos da Silva, essa decisão pode impulsionar a unidade da classe trabalhadora do país em torno de um só nome, com vistas a garantir que as conquistas do governo Lula não corram qualquer risco de retro...

sábado, 3 de julho de 2010

Altamiro Borges: Natureza do caos na campanha de Serra

Altamiro Borges: Natureza do caos na campanha de Serra

http://altamiroborges.blogspot.com/

Reproduzo editorial do sítio Carta Maior:

Do jeito que a coisa vai, a candidatura de José Serra (PSDB) à presidência da República não precisa de adversários. O fogo amigo, as indecisões e trapalhadas que se avolumaram nos últimos dias estão atingindo a fronteira do surreal. O episódio da escolha do vice na chapa de Serra já ingressou nas páginas do anedotário da política nacional. Quem achava que já tinha visto tudo com as reações iradas de aliados de Serra contra a escolha de Álvaro Dias (PSDB-PR) deve ter ficado sem ar nesta quarta-feira com o anúncio de que o deputado paranaense não seria mais o candidato a vice, mas sim o deputado Índio da Costa (DEM-RJ). Quem? – foi uma pergunta muito repetida logo após o anúncio do nome. Logo começaram a surgir informações sobre o vice de Serra.

E, nova surpresa, as mais duras críticas vieram da vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB-RJ), que detonou a indicação do deputado do DEM para a chapa presidencial de Serra.(Leia mais)