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sábado, 25 de outubro de 2014

Brasil - Dos trevosos anos 90 ao futuro (com #Dilma13 #MaisAmorMaisBrasil) - Paulo Vinícius Silva

Tristes lembranças dos anos 1990.
 Uma cliente me contava que o marido, do BANERJ, foi vitimado pela política de privatizações de FHC. Demitido num PDV, pequeno empresário nos anos FHC, faliu com os juros e a falta de apoio, e se tornou um camelô, e com seu trabalho digno e de sua esposa sobreviveram. Hoje, ela é uma microempreendedora, legalizada, com CNPJ, crédito a juro negativos e eles prosperam, com luta e otimismo, recuperando o que o neoliberalismo lhes tirara. Naquele tempo, gringos do FMI monitoravam a economia brasileira de um andar no Banco Central.

E a maioria de FHC na Câmara e no Senado, nos governos Estaduais e na imprensa e  mercado financeiro era descomunal. Na hegemonia do neoliberalismo, barbaridades eram ditas com tom de notável sabedoria, como ocorre hoje com esses imbecis que se orgulham de vomitar preconceitos.


O discurso da direita é odioso e reacionário.
Muito bonito o levante popular contra os preconceitos e a intolerância. É mais que necessário.  Afinal, vemos as ameaças quando um "líder religioso" aponta para um deputado de esquerda, que milita na causa LGBT, dos direitos humanos e para uma Mãe de Santo, e assim escreve no Twitter:
"Nesta quinta-feira pgm eleitoral d Dilma c/dep ativ gay, Jean Wyllys, e mãe de santo na 1ª fila. N precisa falar nada." Silas Malafaia

A liberdade religiosa foi garantida na Constituição de 1946, graças ao deputado comunista Jorge Amado. Diante desse direito à liberdade de crer ou não, que religião é essa, que Cristo é esse que aponta para uma pessoa e põe em debate sua sexualidade com esse tom de ataque?! Só me lembra a atitude de outros, no passado com a pedra nas mãos dos "puros" a apedrejar Madalena linchada e no chão. Na verdade, deve-se destacar a condição clara da discriminação, da reprovação moral, verdadeiro anátema, contra as pessoas que estão simplesmente viver as SUAS vidas. Coisa muito mal resolvida essa tal homofobia.

Tamanho desrespeito é anticristão. Cristo esteve lado a lado com prostitutas, publicanos, cegos, ladrões, pobres e leprosos. Ele não gostava era dos ricos, dos fariseus e dos saduceus, assim aprendi.Jesus enfrentava os fariseus. Teve a coragem de opor-se ao apedrejamento de uma mulher porque se lhe acusava de adultério há 2000 anos e dizer à multidão dilapidadora: "Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra". Que diferença do gesto do Cristo para o gesto do pastor.

Cristo foi uma via divergente do judaísmo, com o fim da crença de que os judeus seriam "o" povo eleito. Foi perseguido e por fim, o MATARAM por isso. Então, o Cristo crucificado foi morto desse modo horrível porque foi acusado de um "crime" religioso. Não sei com que autoridade um pastor pentecostal poderia se dirigir a quem divirja da sua fé, de modo tão jocoso e mau. Não acho que ele nem ninguém tenha esse direito. Fiquei muito chocado como um povo amigo, está vendo o plantar de sementes de ódio em nosso país miscigenado, sincrético, brasileiro. Só um estado laico é democrático para todas as religiões.

O retrocesso ao neoliberalismo seria o suicídio econômico do Brasil
Os "mercados", as bolsas de valores, tem um candidato nessa eleição. Se ele sobe, elas sobem, se ele cai, elas caem. Há, portanto uma candidatura do sistema financeiro, dos rentistas, daqueles que são os maiores privilegiados na distribuição da riqueza brasileira.  Para que se tenha uma ideia, 42% do Orçamento da União em 2013 foi para as despesas da Dívida Pública, cuja lucratividade é definida pela SELIC, que é decidida no Comitê de Política Monetária. E o juro dos lucros dos títulos da dívida pública diz qual vai ser o juro que pagaremos no cartão de crédito, na casa própria, no carro, no crédito para pessoas físícas e empresas. E é verdade: o governo FHC teve juros de 45% (hoje são 11,5%).

Dilma não é a candidata dos banqueiros, ela baixou o juro o quanto pôde, usando os bancos públicos para isso. Está sendo brutalmente chantageada há meses por sabotagem midiática e econômica porque se exige um "ajuste", e Dilma resiste, escolheu outro caminho.

Ela apoiou o pequeno produtor rural, o microempreendedor e empresário, os consumidores, podemos olhar para as nossas casas e veremos em nós ou ao redor alguma das vitórias alcançadas pelas políticas anticíclicas de Lula e Dilma. Dilma quer juro baixo, emprego alto e salário aumentando,quer outra via de superação da crise, diferente do "ajuste", o "arrocho", que significa aumentar juros, comprometer o crédito, quebra famílias e empresas, desempregar milhões de pessoas. A agenda econômica neoliberal é incompatível com o Brasil.

O Brasil iniciará um novo ciclo de parcerias políticas e comerciais com o mundo que cresce e investe, o Brasil será um imenso produtor de todos os derivados de petróleo, e o povo é trabalhador, empreendedor, podemos seguir evitando que a crise se imponha ao Brasil. E devemos denunciar essa manobra antidemocrática. O povo é o soberano, não os mercados. No Brasil quem manda é o povo. E o Brasil juntamente aos BRICS e a América Latina tem grandes perspectivas de crescimento. Voltar à agenda dos juros altos, da recessão, do desemprego, das privatizações e da babação ao capital externo só quebraria o Brasil, seria um suicídio econômico. Somos todos responsáveis por essa decisão.

A mudança apenas começou
Um retrocesso ameaçaria a democracia, à soberania, à vida do povo. Mas a Nação vive uma extraordinária experiência, em que o povo é o senhor da mudança e uma mulher está nos guiando com grande capacidade e coragem.

Dilma enfrentou a mídia golpista, o capital financeiro, o machismo, a violência, a homofobia, Dilma enfrentou a hipocrisia dos neoliberais que fingem combater a corrupção, mas são os privilegiados, seja pelo poder judiciário, pela mídia e o poder econômico. Seus crimes são engavetados e eles saem a posar de vestais, como se fosse crível.

Dilma lidera uma maioria qualificada por um programa claro de aprofundamento das mudanças iniciadas com a primeira vitória de Lula em 2002. É o programa mais de esquerda desde 1989. O povo está lindamente mobilizado, e as energias positivas dessa onda estão por aí, a criatividade e a capacidade daqueles que se unem pelo Brasil. Dilma liderará esse movimento nas eleições no dia seguinte a elas, porque os inimigos da democracia conspiram incessantemente contra a vontade popular, do mesmo modo que fizeram com Getúlio Vargas, levando-o ao suicídio. Como fizeram contra João Goulart para dar um golpe de estado.

Exatamente por isso, a liderança de Dilma deve ser profundamente política, além da necessidade de um grande desempenho econômico. Essa corrente tem de seguir em luta, num monumental trabalho de base para aprofundar as mudanças, levar adiante as Reformas de Base do Brasil de hoje, Reformas que Dilma anuncia: democratização da educação, defesa do emprego e do salário, soberania, mais democracia, respeito à diversidade, desenvolvimento.

Imaginem que dia bonito veremos quando todas as crianças tiverem direito à creche. Que mudanças na Educação e na Saúde faremos com o Pré Sal!!!! Há muitas e belas esperanças para o nosso povo, se mantiver a mudança no rumo correto! Com 10% do PIB será a década do florescimento da educação para o Brasil!

Há um novo ânimo na esquerda, mais propício à unidade. Dá emoção ver tanta gente boa lado a lado na defesa do Brasil. Por isso importa realizar a Reforma Política e por fim ao financiamento empresarial da campanhas. Dar voz ao povo nos plebiscitos e referendos. "A luta continua, companheiros(as)".  O segundo turno precisa ser vencido pendindo voto a voto, porque o terceiro turno já começou e o povo brasileiro está unido para defender e aprofundar a mudança.

O povo unido jamais será vencido! Vamos todos e todas com Dilma 13, Coração Valente!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Emoção e clima de vitória na Zona Leste de São Paulo - TV Vermelho



Confira a reportagem exclusiva da TV Vermelho no ato Periferia com Dilma que aconteceu na Zona Leste da capital paulista na segunda-feira (20).

Agenda neoliberal é suicida e merece ser derrotada - Paulo Vinícius Silva

IMAGENS DOS RESULTADOS DAS POLÍTICAS NEOLIBERAIS: PERDA DE DIREITOS E FARRA DOS ESPECULADORES
AS 12 BARBEIRAGENS ECONÔMICAS DOS GOVERNOS DO PSDB

Essa eleição reviveu uma página tenebrosa de nosso passado, o tempo em que os especuladores das bolsas de valores chantageavam e dobravam o nosso país, graças ao apoio da imprensa sabuja da Ditadura e das oligarquias. Era assim, antes de Lula. Um verdadeiro complô dos playboys contra o Brasil. E, em parte, vivemos ainda esse tempo.

Mas dentre as peculiaridades dessa campanha eleitoral está o fato de as bolsas oscilarem ao sabor da subida ou da descida de Dilma nas pesquisas - antes de sua divulgação. Assim, os especuladores, a imprensa golpista e os entreguistas de sempre tem ainda um inacreditável potencial eleitoral que ameaça a mudança.

Dilma é notável por sua coragem e história, e tem grande capacidade técnica, liderando um projeto nacional de desenvolvimento brasileiro. Retroceder para a ortodoxia neoliberal destruiria a economia, ampliaria o desemprego, diminuiria a atividade econômica... mas seria um mar de oportunidades para aqueles que lucram com os juros e que influenciam o governo a aumentar as taxas, com consequências nefastas para o país. Essa agenda leva ao desmantelamento do estado de bem estar  europeu e até de direitos básicos. 48 Milhões de desempregados na OCDE. 11,1% na zona do Euro, em Portugal, 13.90%, Grécia, 26.40%, Espanha, 23.67%*, estas são as taxas de desemprego de países que addotaram esse receituário. O Brasil era assim.

São conquistas do povo as políticas anticíclicas, o que se demonstra na ampliação do emprego (4,9%), aumento de salários e direitos, com o fim da fome e a perspectiva da universalização da educação a partir do novo marco regulatório da exploração do Pré Sal, proposta pela Presidenta Dilma, atendendo ao clamor da sociedade.

Mudar não é andar para trás, para os tempos de desespero, desemprego, falências,crises, "inempregáveis". O Brasil já viu aonde isso dá. Mas a presidenta dá mostras de republicanismo ede respeito pela autonomia dos poderes. Mais que isso, a Presidenta  propõe uma agenda concreta de combate a corrupção. Propõe ademais uma Reforma Política com plebiscito e referendo, com conselhos da sociedade civil, com o fim do financiamento empresarial das campanhas eleitorais. Dilma levará adiante uma Reforma Educacional que criará uma nova geração de brasileirinhos(as) com direito às creches e que crescerão em meio a uma Reforma do Ensino Básico e o crescimento das verbas para a Educação e a Saúde.

São notáveis esperanças de futuro, mesmo cercados por crises e perigos. E uma mulher nos lidera na luta pela construção de um novo Brasil. Apoiemos seu coração valente! Viva a Dilma! É 13!

 * http://pt.tradingeconomics.com/spain/indicators

O depoimento de um tucano que bateu as asas e deixou o ninho - Viomundo*

Por que eu mudei – O depoimento de um tucano nato que bateu asas e deixou seu ninho - Viomundo

Por Rafael Cardone, no Facebook, editado pelo primo dele, PB, especialmente para o Viomundo*

Como quase todo mundo da minha geração que cresceu em Alphaville, subúrbio nobre de São Paulo, eu sempre fui tucano. Na infância, tive uma vida mais que confortável e desde cedo soube, por meus pais, que era um privilegiado.

Em 2002, Lula foi eleito a contragosto meu e de todos à minha volta. Eu tinha 15 anos e ouvi o anúncio de catástrofes que nunca vieram.

Quando surgiu o escândalo do “mensalão”, em 2005, torci por um impeachment, que, para a minha frustração, não veio. Na época, cheguei a sentir raiva do PSDB por não fazer a oposição que eu achava necessária.

Achava que os tucanos eram fracos por também terem o rabo preso, mas só queria criticar o partido adversário. Eu não tinha esquecido dos escândalos da era FHC, que, como aquele, não tinham sido comprovados.

Lembro-me das zoeiras semanais do Casseta & Planeta, que me faziam crer que a corrupção era um mal endêmico da política brasileira.

Na faculdade, lá por 2006, queixava-me do PT por não fazer “as mudanças estruturais necessárias” – fossem lá quais mudanças estruturais o editorialista do Estadão julgasse necessárias.

O bom desempenho econômico e social, eu repetia, era resultado do boom das commodities e da estabilização conquistada com o Plano Real.

Em 2007, entrei no mercado financeiro, onde o Lula era demonizado, e em 2008 veio a crise econômica mundial. Os que se lembravam das crises pregressas trombeteavam o caos – aquela era a maior desde 1929!

Mas, de fato, a tempestade não veio, e eu comecei a desconfiar que aquele governo estava fazendo algo bem feito e contrário ao que propunham a mídia e meus colegas de trabalho.

Hoje entendo que, com o ingresso de milhões de brasileiros no mercado consumidor, o país já tinha estofo para adotar uma política anticíclica e suportar a crise mundial. Na época, porém, parecia-me que era sorte ou mera coincidência.

Cercado pelo discurso antipetista, eu duvidava dos números e desqualificava os avanços sociais. Na minha vida, afinal, nada mudara.

Na verdade, com Lula ou FHC eu teria estudado em colégio particular, entrado em uma boa universidade, arrumado estágio no banco e emprego em uma multinacional, independentemente de qualquer grande esforço pessoal.

Claro que eu gostava da ideia de que os pobres pudessem estudar, arrumar emprego e ganhar mais. Mas não sabia isso estava acontecendo, pois as notícias que chegavam para mim eram somente as negativas.

Sim, ouvia falar dos milhões beneficiados pelo Bolsa Família, o Luz Para Todos, o ProUni, o Minha Casa Minha Vida.

Porém, só me dei conta da mudança quando notei, pela primeira vez, que o que o governo tinha feito impactara a minha vida.

De repente, meu pai não conseguia contratar outra empregada. Elas não queriam mais dormir em casa, exigiam carteira assinada e salário de pelo menos mil reais.

Então, mesmo sem que me mostrassem, eu entendi que o governo, longe de ser perfeito, era melhor do que diziam no banco ou do que eu lia no jornal.

Tenho certeza que vivo atualmente num país muito melhor do que vivia no passado. E não preciso de estatística para saber disso, porque basta olhar para o lado.

Meus amigos e eu estamos empregados, algo que, na minha adolescência, não era uma ideia assim tão certa, mesmo para os privilegiados.

Lembro-me de um país em que o pobre não faria faculdade nem seria meu colega de trabalho. Óbvio que ainda tenho as vantagens de ter nascido na família em que eu nasci, porém mais gente tem oportunidades parecidas com as minhas.

O curioso é que toda essa mudança aconteceu sem que piorasse a minha vida ou de gente como eu. É estarrecedor ver meus amigos dizerem que o Brasil vai virar Cuba como se as suas vantagens tivessem sido suprimidas.

Eles ainda viajam para Europa, têm casa em Angra e Campos do Jordão, inclusive com empregados. Anunciam o apocalipse, mas são incapazes de apontar o menor presságio do fim do mundo em suas vidas.

A diferença é que agora o país não é só de Alphaville, mas de muito mais gente. Impossível não achar que isso é egoísmo; o desespero por manter os privilégios, ainda que a perspectiva de perdê-los sequer esteja no horizonte.

Ou isso ou falta de vontade de pensar por conta própria. Não, amigos, eu não estou louco. O país melhorou.

Se não deixou de ser corrupto, os escândalos são investigados e existe ao menos a perspectiva de políticos e banqueiros serem condenados – coisa que, nos anos 90, o Casseta me ensinou ser impossível.

Sim, ainda há muito a melhorar. Da minha parte, pelo menos, já sei o que quero. Quero um partido que não acene para a Bolsa, para Moody’s ou para o FMI.

Quero um governo que não privatize o patrimônio público e enfraqueça os bancos estatais. Que, quando a economia entra em crise, não eleva os juros, não corta o gasto público e não espera a recessão.

Pois quem sempre chamou o Bolsa Família de compra de votos não sabe o que é assistência social. Quem sempre criticou as cotas não sabe o que é ação afirmativa.

E quem agora vem apresentar seu candidato como bom pai de família não sabe o que é respeitar as mulheres nem as minorias.

Sei que se o Aécio for eleito eu vou continuar tendo uma vida tão boa quanto a que tenho hoje. Mas eu não quero uma vida melhor para mim; quero uma vida melhor para todo mundo.

No fim das contas, acho que nesses 12 anos, enquanto eu cresci, aprendi duas coisas importantes: a não acreditar em tudo sai na Folha ou que diz o Estadão e a não esperar da Dilma ou do Aécio que governem para mim.

Faço um apelo para esses dias que antecedem a eleição. Olhe ao redor e veja se piorou a sua vida ou a das pessoas que você mais gosta; procure saber se melhorou a vida dos mais pobres, de quem mais precisa do Estado.

Então, decida seu voto com a cabeça e o coração – e, se possível, sem a ajuda do oligopólio de famílias que controlam a mídia e têm pavor de qualquer abalo na estrutura que as sustentam.

Amo minha família e meus amigos, mesmo os muitos que talvez para sempre vão votar no PSDB.

*O texto acima difere do que foi publicado originalmente por Rafael Cardone em seu Facebook e foi aprovado pessoalmente pelo autor

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Sepultamento de Souza será amanhã, dia 23, às 16h, na Colina da Saudade - Sindicato dos Bancários de Sergipe

Souza 2
A direção do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) informa que o sepultamento do presidente da entidade, José Souza, será amanhã, dia 23, às 16h, no Cemitério Colina da Saudade. A previsão de chegada do corpo é por volta das 20h, no Aeroporto de Aracaju, de onde sairá no carro do Corpo de Bombeiros para a sede do Sindicato. 

José Souza morreu na manhã dessa terça-feira, dia 21, em Fortaleza, vítima de infarto fulminante. 

Natural de Carira/SE, Souza tinha 56 anos e era casado com a jornalista Niúra Belfort, com quem tinha dois filhos.

Bancário do Banco do Brasil desde 1979, Souza entrou no movimento sindical na década de 80. Dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em Sergipe e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Atualmente, também era conselheiro da Previ.

CTB perde o querido camarada Souza, Presidente do Sindicato dos Bancários de Sergipe - Portal CTB



CTB lamenta a morte prematura do seu dirigente José Souza, de Sergipe





Lamentavelmente e com pesar, a direção do Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb-SE) informa a sociedade sergipana a morte prematura do presidente do Seeb-SE, José de Souza. Souza foi encontrado desacordado em um apartamento do Hotel Ministral em Fortaleza, Ceará. Ele foi participar da assinatura do aditivo do acordo coletivo do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). "É com muita tristeza que a direção da CTB toma conhecimento da perda inesperada do companheiro Souza. Ele era uma daquelas pessoas imprescindíveis para a classe trabalhadora, sobretudo pela condução das lutas no estado de Sergipe. Além de sua fundamental participação sempre vibrante na luta dos bancários e o seu papel preponderante na construção da CTB", evoca Adilson Araújo, presidente da CTB.

Seguiram neste instante para Fortaleza os dirigentes da CTB-SE e do Seeb-SE, respectivamente Edval Goes, Ivânia Pereira e Adilson Azevedo. A diretoria do sindicato informa que todas as atividades marcadas para esta semana estão suspensas, inclusive a edição do jornal Resistência.
Pela segunda vez consecutiva, José Souza de Jesus estava no cargo de presidente do Seeb-SE. Ele fez Filosofia na Universidade Federal de Sergipe (UFS), era membro dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em Sergipe da CTB-SE, da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e membro do Conselho Deliberativo da Previ.

Souza atua no movimento sindical desde a década de 80. Das atividades sindicais e de representação de funcionários, foi delegado sindical e membro da Executiva Nacional dos Funcionários do BB. Filho de Laudelina de Jesus, ele nasceu na cidade de Carira, em 31 de março de 1958. Casado com a jornalista Niúra Belfort é o pai de Wladimir Belfort Souza e Letícia Belfort Souza.

Velório e enterro

A sede do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) já está pronta para receber o corpo do saudoso presidente da entidade, José Souza de Jesus, 56. O sindicato fica na Avenida Gonçalo Prado Rolemberg, nº 794/804, no centro de Aracaju.

A previsão da chegada do corpo no voo Fortaleza/Aracaju está por volta das 18h. "Souza será velado inicialmente aqui no nosso sindicato, até às 21h. Depois desse horário, seguiremos em cortejo para o Cemitério Colina da Saudade. Segundo Castro, a família e a direção do sindicato prorrogaram o horário do sepultamento para às 16h, atendendo apelos de bancários e bancárias que manifestaram desejo de participar da cerimônia. O sepultamento ocorre na quinta-feira (23) ás 16h, no Cemitério Colina da Saudade, Conjunto Santa Lúcia, bairro Jabotiana em Aracaju.

Portal CTB com Déa Jacobina , do Seeb-SE

Sindicalismo Socialista Brassileiro (SSB) está com Dilma 13 - Portal CTB


SSB soma forças para a reeleição de Dilma Rousseff




Sindicalistas da corrente do Sindicalismo Socialista Brasileiro (SSB), braço sindical do PSB (Partido Socialista Brasileiro), declararam majoritariamente, na última segunda-feira (13), apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff com a divulgação do manifesto Conclamação aos Socialistas.

Os sindicalistas seguiram o posicionamento do ex-presidente do PSB, Roberto Amaral, que declarou seu apoio a Dilma, e afirmou que seu partido ignorou lições de seus fundadores ao apoiar formalmente a candidatura de Aécio Neves, do PSDB. "O apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática", afirmou em nota Roberto Amaral.

Cabe destacar que 14 dos 18 estados onde a SSB está organizada apoiaram a decisão do líder socialista. Assinam o manifesto os sindicalistas Joílson Cardoso, a senadora Lídice da Mata, Roberto Amaral, Luiza Erundina, Glauber Braga, Edwilson Lino, Vivaldo Barbosa, Domingos Leonelli, James Lewis, Sandra Marrocos, Júlio Cesar Oliveira, Fabio Maia e Antônio Marlos.

“Estamos assistindo a disputa de dois projetos distintos. O projeto do PSDB, que nós já conhecemos, inclui o arrocho salarial, a precarização das condições de trabalho e a reforma trabalhista que o Fernando Henrique tentou implantar com o fator previdenciário e uma politica econômica nacional de joelhos para o capital estrangeiro. São medidas que irão tirar o país do protagonismo em que ele se encontra que, inclusive, contribuiu para vitórias importantes na América Latina. Tirar o Brasil da posição que ele se encontro seria um retrocesso político imensurável”, destaca Joílson Cardoso, que também é vice-presidente da CTB.

Para Joílson Cardoso, apoiar um projeto neoliberal seria colocar em risco avanços obtidos pela classe trabalhadora. “Esse projeto coloca em jogo questões estruturais do mundo do trabalho, a exemplo da política nacional de salário mínimo. O economista Armínio Fraga, que está cotado para ser ministro da Fazenda de Aécio Neves, já afirmou que o salário mínimo cresceu demais nos últimos anos. Ou seja, seria a volta do arrocho salarial, do Estado Mínimo e o retrocesso das politicas sociais. Tudo isso faz com que a SSB seja contra essa proposta. Nós lamentamos a posição do PSB”, defendeu o socialista.

Durante a reunião, dos 18 estados, 8 se manifestaram a favor da reeleição da presidenta, enquanto três decidiram apoiar a candidatura do tucano Aécio Neves e 4 se mantiveram neutros.

Confira abaixo o Manifesto assinado pelos sindicalistas:

MANIFESTO DA SSB AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL

A SSB (Sindicalismo Socialista Brasileiro) decide, por maioria absoluta de suas lideranças, apoiar e recomendar o voto de seus militantes na reeleição da presidente Dilma Rousseff. Essa decisão expressa nossa coerência com o programa socialista. Os socialistas têm e sempre tiveram lado – o da esquerda progressista. Somos uma corrente do movimento sindical nascida há 20 anos atrás na base do movimento sindical brasileiro, liderada pelos sindicalistas socialistas do PSB e ligada à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que ajudamos a fundar com outras forças políticas. Neste segundo turno da eleição presidencial não podemos contribuir para o atraso que seria o retorno do neoliberalismo, inimigo ideológica dos interesses dos assalariados. Nosso compromisso, ao contrário, é o de ajudar a constituição de um governo democrático-popular, com efetiva participação dos trabalhadores e da sociedade civil.

Estivemos com a candidatura de Eduardo Campos, um projeto que procurava se sustentar no campo da esquerda. Nós, líderes sindicais dos trabalhadores e trabalhadoras da SSB nos comprometemos, depois de sua morte, com a candidatura de Marina Silva à Presidência da República, por entendermos que a 'Coligação Unidos pelo Braslil’, apesar das contradições, podia representar a preservação de nossas conquistas. Identificamos nessa candidatura a possibilidade de fazer o País trilhar o desenvolvimento sustentável, a garantia de mais e melhores empregos e a continuidade da distribuição de renda iniciada pelo governo do Presidente Lula, buscando eliminar as iniquidades sociais. Essa não é a visão de Aécio.

Com esse manifesto, dizemos NÃO ao atraso representado pela candidatura da direita. O roteiro do ajuste fiscal que resulta em arrocho salarial contra os trabalhadores é nosso velho conhecido. Vem junto com a quebra dos direitos trabalhistas, o fim da política de valorização do salário mínimo e o aumento da concentração de renda. Denunciamos, principalmente, a entrega dos serviços públicos e setores estratégicos à sanha do capital e a quebra da soberania nacional como ocorreu nos anos de governo tucano. Conhecemos esse receituário, pois fomos oposição ferrenha aos governos neoliberais do PSDB.

O País avançou nos dois governos Lula e deve agora, com Dilma no comando, fazer as correções que precisa para voltar a crescer. A classe trabalhadora vai continuar a lutar pelo crescimento com justiça social. Essa é a nossa razão de ser. Sermos dignos ao nosso Programa, no PSB honrarmos nossa história e a história de nossos fundadores, João Mangabeira, Antônio Hoauiss e Jamil Haddad, no movimento sindical sermos fieis aos interesse dos trabalhadores e coerentes ao campo político de esquerda que compomos. A Nação trabalhadora nos cobra compromisso e não vamos virar as costas aos que clamam por desenvolvimento com justiça social. O Brasil é viável e voltará a crescer. Chega de desesperança! Vamos votar em Dilma no dia 26!

Viva o Brasil. Viva a Classe Trabalhadora.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

PCdoB-DF prioriza campanha de Dilma e não apoia candidato ao GDF  - Portal Vermelho



PCdoB-DF prioriza campanha de Dilma e não apoia candidato ao GDF - Portal Vermelho
A campanha de reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República toma impulso no segundo turno no Distrito Federal. Os partidos que a apoiam decidiram reverter o quadro do primeiro turno. As atividades realizadas até agora demonstram que é possível avançar muito com a campanha na capital.



A disposição da militância é apontada como o grande trunfo que a campanha pretende usar para reverter o quadro desfavorável. No primeiro turno, Dilma recebeu cerca de 23% dos votos. Os partidos que integram a coligação tomaram uma série de medidas para reverter esta situação. Foi ampliada a coordenação, com a participação efetiva de representantes de todas as legendas.

Um primeiro sinal da mudança foi a realização da plenária dos militantes, na semana passada. Convocada para o Teatro Dulcina, com cerca de 500 lugares. O evento foi realizado na rua, com carro de som, pois compareceram mais de duas mil pessoas, entre dirigentes partidários, os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), Ideli Salvati (Secretaria de Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres) e militantes.

A disposição da militância é apontada como o grande trunfo que a campanha pretende usar para reverter o quadro desfavorável. O corpo-a-corpo é a estratégia principal para ganhar o voto de indecisos e dos eleitores de Marina Silva (PSB).

Em todas as atividades nas cidades do Distrito Federal - visitas casa a casa, às feiras e lugares de concentração popular, como a rodoviária de Brasília, os eleitores são convidados a comparar os dois projetos em disputa - os mandatos de FHC, que o candidato adversário Aécio neves representa, e os de Lula/Dilma.

Para governador do DF

No dia 13, o Diretório Regional do PCdoB do Distrito Federal discutiu a disputa nacional quando aprovou posição em relação ao segundo turno ao governo do DF, consonante com a orientação da comissão política nacional.

A principal tarefa das forças democráticas, populares e de esquerda é derrotar o retrocesso expresso na candidatura Aécio, que representa um programa antissocial, antinacional e antidemocrático.

No Distrito Federal, os dois candidatos que disputam o segundo turno apoiam Aécio. Assim sendo, o PCdoB não se sente representado por estas candidaturas e indica o voto em branco para governador.

Da Redação em Brasília
Com informações do PCdoB-DF

domingo, 19 de outubro de 2014

SAÚDE EM MINAS: OS DOCUMENTOS QUE DESMENTEM AÉCIO - Dilma Muda Mais

Durante o debate da TV Bandeirantes, a presidenta Dilma Rousseff citou o desvio de bilhões que os governos tucanos de Minas deveriam ter aplicado em saúde e não o fizeram. Ele negou. Mas o que os documentos mostram é justamente o contrário do que diz Aécio.  Leia nesta página os documentos do TCE que dão razão a Minas: Aécio e o seu sucessor, Antonio Anastasia, não cumpriam o gasto mínimo de 12% na Saúde e com isso retiraram dos mineiros bilhões de reais que deveriam ter melhorado a saúde em Minas. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, esses documentos que desmentem Aécio chegaram a sumir do site do TCE, evitando assim que os eleitores interessados conferissem os dados. Mas você pode vê-los aqui.

Quando Aécio foi governador de Minas Gerais, quase metade das despesas com saúde foi executada com outros recursos. Por conta disso, o estado apresenta um déficit nominal de aplicações em saúde acumulado entre 2003 e 2011 de cerca de R$ 7,8 bilhões. O caso vem desde seu primeiro mandato, como você pode ver nesta reportagem da Folha de S. Paulo, e se arrasta em recursos e acordos desde então.



O governo tucano de Minas Gerais recorre à contabilidade criativa para disfarçar esses dados negativos. Para alcançar os 12% determinados pela Constituição, o governo de Minas nas gestões de Aécio Neves e Antonio Anastasia incluiu no cálculo do percentual mínimo aplicado em saúde despesas não relacionadas diretamente à área, como construção de praças e até locação de serviços de limpeza para o Hotel Araxá.

CLIQUE AQUI PARA VER UM DOS DOCUMENTOS NA ÍNTEGRA



O Ministério Público do Estado, como você pode ver nesses documentos, não aceitou a manobra. O descumprimento, aliado às manobras para simular aplicações de recursos, chegou a render ao ex-governador Aécio Neves um processo por improbidade administrativa na Justiça de Minas, em ação ajuizada pelo Ministério Público do Estado em 2010.

Os documentos do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado de Minas provam que seu governo sistematicamente deixou de cumprir o investimento mínimo e arrastou a questão em acordos e recursos, que seguiram também ao longo do mandato de seu sucessor. A resolução ficará a cargo do próximo governador de Minas.

Candidato a presidente pode chamar adversária de LEVIANA? Dilma Muda Mais

Dilma Muda Mais

JORNALISTAS MINEIROS LANÇAM ALERTA AO POVO BRASILEIRO - Dilma Muda Mais




 Dilma Muda Mais

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Votar em Dilma para o Brasil avançar e barrar o retrocesso - PCdoB. O Partido do socialismo.

Votar em Dilma para o Brasil avançar e barrar o retrocesso - PCdoB. O Partido do socialismo.

Em
reunião nesta sexta-feira (10), na sede do Comitê Central, em São
Paulo-SP, a Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil
(PCdoB) aprovou a resolução política que se segue abaixo:

 
PCdoB com Dilma (Convenção Eleitoral Nacional, 27 de junho de 2014)


 Votar em Dilma para o Brasil avançar e barrar o retrocesso



Dentro exatamente de 16 dias se realizará o segundo turno das eleições
presidenciais. Mais do que nunca, o que está em jogo é o destino do
país. É hora de tomada de posição, de mobilização intensa, entusiástica,
de amplas camadas do povo e dos trabalhadores, de todas as forças
democráticas, populares, patrióticas em especial da militância de
esquerda e dos movimentos sociais, pois o futuro do Brasil dependerá do
resultado do confronto entre duas alternativas totalmente opostas: o
avanço contra o retrocesso. Tenhamos consciência, estamos a viver dias
que irão valer por anos ou décadas!



A candidatura da presidenta Dilma Rousseff, respaldada pelo povo, pelos
trabalhadores, pelos pobres, lidera o campo político democrático,
popular, patriótico e de esquerda, e representa o projeto da mudança, do
avanço, com um novo ciclo de transformações para o país e mais
conquistas para o povo. Do lado oposto está o candidato da direita, dos
ricos, das chamadas “classes altas”, Aécio Neves, embandeirado com o
receituário neoliberal que no passado levou o Brasil ao fracasso e no
presente afundou o mundo numa grande crise. O tucano é apoiado pelo
consórcio oposicionista constituído pela oligarquia financeira, a grande
mídia e os partidos conservadores.



Dilma Rousseff, ao liderar o primeiro turno, construiu o caminho que
poderá levá-la à vitória em 26 de outubro próximo. Mas, não nos
iludamos, a vitória, da qual estamos convictos, virá no curso de um dos
mais acirrados combates da história política do país.



As forças alinhadas em torno da candidatura de Aécio Neves e a grande
mídia fabricam escândalos, manipulando criminosamente processos que
correm sob segredo de justiça e dando status de verdade a denúncias
seletivas e “premiadas” de corruptos confessos. Ao mesmo tempo, escondem
o fato de que a prisão de tais ladrões resulta do ferrenho combate que a
presidenta Dilma realiza contra a corrupção. Ademais movem uma
campanha de descrédito do país em todos os aspectos, inclusive com a
interferência execrável do imperialismo, por meios não declarados e
escancarados, como é o caso das previsões deturpadas do Fundo Monetário
Internacional (FMI) sobre o desempenho da economia brasileira.



Nos últimos dias, no afã de passar a imagem de que a candidatura de
Aécio surfa numa torrente reacionária capaz de levar de roldão a todos,
passaram a alardear o que seriam reforços “novos” a Aécio Neves. Nada
mais falso. Marina Silva, o apoio mais aguardado, revezou com o tucano
no primeiro turno a condição de “predileta” dos banqueiros e já havia
feito duro combate à candidatura de Dilma. Mesmo assim, setores
importantes da Rede Sustentabilidade, legenda criada por Marina, se
rebelaram contra o enquadramento de apoio a Aécio. E a adesão do PSB ao
candidato da direita, capitulando ao neoliberalismo e ao conservadorismo
que antes condenava, se dá com resistências e dissidências.



PCdoB: empenho redobrado pela vitória de Dilma



O PCdoB revigorado pelos votos e apoio do povo que recebeu, pelos
parlamentares federais e estaduais que elegeu, se empenhará mais ainda
pela vitória da presidenta Dilma Rousseff.



Ressaltamos
como um grande feito do povo e do PCdoB do Maranhão a eleição de Flávio
Dino para governador. Pela primeira vez na história do país, a legenda
comunista, em aliança com amplas forças políticas locais, elegeu um
governador de estado. Esta conquista se eleva, pelo fato de a vitória de
Flávio Dino significar a derrota do mais antigo ciclo político
oligárquico reinante no país. Flávio Dino, apoiado no povo e nas forças
políticas e sociais que o elegeram, tem condições de tornar realidade as
esperanças de democracia e de progresso social e econômico que há
décadas os maranhenses aspiram.



Já no primeiro turno, mesmo com a heterogeneidade da coligação que foi
constituída, o PCdoB do Maranhão fez entusiástica campanha para Dilma
Rousseff. Agora, neste segundo turno, apoiado no ambiente favorável da
vitória, nosso Partido se movimentará para alargar a base de apoio à
nossa candidata e, com os aliados, empreenderá esforços buscando uma
frente ainda maior de votos para Dilma.



Considerando necessário proceder no momento oportuno, posterior ao
segundo turno, ao balanço do desempenho da nossa legenda nas urnas,
assinalamos desde já que as forças conservadoras realizaram pesado
ataque aos partidos da base de sustentação do governo e da campanha da
presidenta Dilma. Esse ataque se concentrou, em especial, contra as
legendas de esquerda e, em consequência, PT, PDT, e também o PCdoB –
comparativamente a 2010 –, tiveram suas bancadas na Câmara Federal
diminuídas.



Dilma Rousseff, a caminho da vitória!



Estamos convictos de que essa inaudita investida das forças
conservadoras será barrada pela mobilização do povo e pela frente ampla
que se alarga. Os comunistas estarão na linha de frente dessa jornada,
com um engajamento ainda mais vigoroso.



Com a firmeza e as qualidades já demonstradas pela nossa candidata
Dilma, com o incisivo debate programático de nossa campanha, com
corajosa luta de ideias que desmascare o candidato tucano, com o
engajamento entusiástico de todos aqueles que sejam partidários do
Brasil e de seu progresso democrático, econômico e social, da afirmação
de sua soberania, temos todas as condições de assegurar um outro mandato
para Dilma, a quarta vitória do povo, sob o compromisso de um “governo
novo e novas ideias” que proporcionem para o Brasil um novo ciclo de
reformas e transformações.



São Paulo, 10 de outubro de 2014



A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil -PCdoB

Chico Buarque declara apoio à Dilma e explica

O DIGNO CAMARADA ROBERTO AMARAL: APOIO A AÉCIO JOGA A HISTÓRIA NO LIXO

Dilma na TV - Programa 9 (2º turno) - Dilma defende emprego e salário va...

Os batuques da senzala e o medo na casa grande - Portal Vermelho



Os batuques da senzala e o medo na casa grande - Portal Vermelho

Paulo Fonteles Filho *

Um odioso cerco se abate contra as mudanças no Brasil. Tal assédio, sempre estimulado pelos latifundiários da mídia hegemônica, procura, como em 1964, criar um ambiente de medo como base numa provável ‘cubanização’ do país; além, é claro, do mofado discurso de que somos governados por gangsteres comunistas, corruptos e malfeitores da pior espécie.
Editorialistas da estirpe mais reacionária se reúnem, ao redor de fantasmagóricas figuras como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Silas Malafaia, Lobão, Ronaldo Caiado e Marcos Feliciano, para que, como numa esquizofrênica cruzada salvacionista, pavimentar a eleição de seu candidato, Aécio Neves.

Os instrumentos, para tal intento, se baseiam na lavagem cerebral do noticiário dos jornalões e em seu subproduto mais perigoso: o ódio contra tudo que for popular, progressista e, em última instância, brasileiro.

Nessa conjuntura, a principal organização política da direita brasileira, a Rede Globo, porta-voz e apoiadora de tudo aquilo que é antinacional, truculento e reacionário no país tupiniquim nos últimos 50 anos, precisa ser duramente combatida.

Se assim não o fizermos, poderemos ver um importante ciclo político e democrático – iniciado por Lula e continuado por Dilma - ser derrotado pelas mesmas penas e baionetas que apearam João Goulart do poder presidencial e instalaram, por mais de vinte anos, um regime medularmente corrupto, de terror, com censura, demissões em massa, torturas, mortes e desaparecimentos forçados.

O que essa gente quer senão decretar o fim de toda uma experiência histórica?

O diapasão do tempo, nossos últimos 30 anos, ensejaram lutas memoráveis que uniram o país, desde as “Diretas Já!” - memorável contenda pela redemocratização do Brasil - até os dias atuais, onde o país está mais independente e têm opinião própria, sempre de acordo com seus interesses, onde a fome e o desemprego são duramente enfrentados porque, dentre outras medidas, deixamos de ser lacaios dos interesses dos grandes impérios mundiais, em especial o estadunidense.

E esse tempo foi um tempo, sobretudo, de acumulação de forças. Soma-se a esse esforço o fato de que essa gente, hoje aecista, quebrou o país e nos deixou o legado da insolvência.

Acumulamos força porque conseguimos, depois de muitas derrotas, ganhar o imaginário dos brasileiros para um projeto mudancista, distante da premissa ultraliberal, de privatizações, desemprego e arrocho contra os trabalhadores, que marcaram os anos regressivos de Fernando Henrique Cardoso.

Não se mata uma ideia. A grande fixação dos direitistas é sempre matar uma ideia. Toda ideia é subversiva para um recalcitrante. Tudo que é diferente dá trabalho. Tudo que é mestiço é anticolonial. Tudo que é popular é ignorante, aliás, não foi esse o recado do mais emplumado dos tucanos, Fernando Henrique Cardoso?

Definitivamente não se mata uma ideia, mas a velhacaria um dia desaparece, aliás, apodrece.

E o latifúndio da mídia é a estrutura da sociedade brasileira que mais nos remete ao obscurantismo, porque, dentre outras, destila na consciência social o barbarismo onde tudo se resolve com linchamentos públicos e a redução da maioridade penal. Porque, sabemos, é melhor construir presídios a escolas.

O enfrentamento a esses barões, principalmente os da Vênus Platinada, é uma tarefa que se impõe nesta e nas futuras batalhas pela consciência e pelo poder político no Brasil.

A questão central, para eles, é que o povo não pode ter direito e futuro. Tolstói sempre haverá de nos ensinar com sua célebre passagem que “os ricos fazem tudo pelos pobres, menos descer de suas costas”.

Acontece que essa gente, mais tucana é impossível, não estava acostumada a ver pessoas do povo vivendo com o mínimo de dignidade, porque, afinal, só são dignos os nascidos nas meritocratas famílias tradicionais, não é verdade?

Dinheiro público apenas para as pançudas barrigas acostumadas a Miami, nunca para quem nasceu nas ribeiras amazônicas ou no sertão piauiense, não é verdade?

Universidades para o povo? Nunca. Para que, se eles têm Harvard para aprender a sociologia branca estadunidense e jamais para compreender as grandes deformações da sociedade brasileira e, com isso, engendrar políticas públicas capazes de emancipar milhões da pobreza no sentido de assegurar a prosperidade material e espiritual do conjunto do povo brasileiro e, assim, alimentar nossas vidas de humanidade e felicidades.

O problema dessa turma é o povo e, concomitantemente, quem representa e organiza o povo para enfrentar os desafios do futuro. Por isso é que o Lula e a Dilma são tão odiados pelos ricaços e os nortistas e nordestinos ganharam o nefasto “posto” – na verborragia de FHC – de ignorantes ou desinformados.

Para eles as massas devem estar em silêncio, desorganizadas, desunidas, dependentes de políticos desonestos.

O próprio jornal que eles escrevem pode ser perigoso porque, por eles, só a casta deveria ler como na Idade Média. E, como tal, preparam enormes fogueiras.

O perigo da façanha deste clubinho seleto é o de estar pavimentando a liquidação do Estado Democrático de Direito.

Conheço há muito esta ladainha e não posso calar-me.

Aliás, onde estavam os redatores dos editoriais da Rede Globo quando a tortura era oficializada no gabinete da Presidência da Republica? Decerto comungavam, como inimigos das liberdades públicas, da mercurial frase que condenou uma geração aos porões na edição do AI-5: “Às favas os escrúpulos da consciência”.

Falo isso porque nasci na prisão, sei bem da história.

Quem dá guarida ao ódio ceva infames ideólogos das quarteladas, das noites de medo e do pau-de-arara. Para levar a cabo o que pensam eles dizem ter pavor e devem mesmo ver ou escutar fantasmas, talvez pelos gritos daqueles que foram torturados e desapareceram, seja nas matas do Araguaia ou na Barão de Mesquita.

Limito-me a dizer que estes editorialistas são os sanguinários da palavra, espécimes de pensadores muito em voga em tempos onde assistimos, na vida nacional, a ascensão daqueles que sempre foram humilhados, seja pelo abandono, seja pela fome ou o preconceito.

Poderiam, pelo menos, ter uma pena mais elegante e mirar-se em Paulo Francis. Poderiam, pelo menos, utilizarem-se da linguagem subliminar e apetrecharem-se da discrição. Mas não, são afoitos.

Às vezes percebo que é por puro desespero, afinal, o governo atual, da Presidenta Dilma, pode avançar para finalmente não lhes servir mais. Assim se coloca na ordem do dia a democratização dos meios de comunicação e o fim do reinado dos Marinhos e Civitas.

O que eles querem é a inquisição. Para isso se apetrecham do lacerdismo como fonte inspiradora e repetindo o passado anseiam sugerir o futuro. Perigoso, não?

O problema dos sanguinários da palavra é que eles infundem de convicção outros sanguinários. Falo isto porque certa vez, meu pai, num pronunciamento na Assembleia Legislativa do Pará, nos longínquos anos oitenta, afirmou que “preferia perder a própria vida que a identidade”.

Depreendi desta lição que há dois tipos de morte, a moral e a física. O que os editorialistas pretendem é, certamente, encorajar um desastre que pode ensejar isso sim, um sério dano para a nossa vida democrática.

Essa contenda têm dimensões históricas e se projeta no leito caudaloso na brutal, porém extraordinária formação social do povo brasileiro, como nos ensinou Darcy Ribeiro. Alguns, mesmo na esquerda, creem que tudo é tragédia e não é. O povo brasileiro venceu a preagem indígena, os navios negreiros, até os brancos aqui, os iniciais, eram degredados.

E tudo foi se gestando de tal forma que somos diferentes de tudo que há no mundo, um povo novo, uno, e nossa unidade foi fazer com que esse imenso território, essas florestas pulmonares, estes rios que se perdem na paisagem, os litorais do sem-fim, as multitudinárias esperanças, nossos bichos, enfim, tudo desta civilização brasileira é obra da nossa capacidade criativa de resistir através dos séculos.

Para os convivas da casa grande nada mais ameaçador que os batuques da senzala.

O povo brasileiro é obra de um milagre que a elite jamais entenderá, por isso que devemos travar o bom combate, quem não entende, quem não desvenda, domina por certo tempo, mas não domina por todo o sempre.

Aqui termino com a convicção de que vivemos numa batalha de dimensões históricas e a eleição de Dilma, passa, sobretudo, pela capacidade e ousadia de enfrentar aqueles que ainda se julgam donos das mentalidades e das almas do povo brasileiro.

Vencer a Rede Globo, elegendo Dilma, será nosso passaporte para manhãs ensolaradas e colocará, em definitivo, o Brasil no rumo do progresso e da prosperidade social.



* Pesquisador da Guerrilha do Araguaia

Kerisson Lopes, Presidente do Sindicato os Jornalistas de MG fala sobre os ataques à liberdade na profissão em MG

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O Bolsa Censura pro Aécio, o papel de Dilma e do povo - Paulo Vinícius Silva

É um atentado à democracia o TSE decidir que não pode haver "ataques" na campanha eleitoral. Uma coisa é os abusos serem punidos, como em toda eleição. Outra, é o Tribunal vir em socorro de Aécio exatamente quando contra ele se levantam legítimas acusações contra claros desvios de toda natureza. Na verdade, diante da unanimidade da imprensa burguesa em favor de Aécio, o destino é certo, calar a coligação que apoia Dilma quando assume a ofensiva decisiva para a vitória. Quando o TSE se posicionou pelo claro partidarismo da imprensa  golpista? Uma censura prévia do debate político é imoral, e mostra os gravíssimos riscos que sofre a democracia brasileira, assim como a constituição de corporações de privilegiados que querem decidir sem o respaldo da maioria do voto popular, mas por cima e contra o voto popular.

A Presidenta Dilma Rousseff, essa mulher corajosa, indômita, que não teme cara feia nem chantagem, mais do que nunca assume um papel incomparável para as mulheres na História de nosso país. Dilma é a esperança de uma Reforma Política que cumprirá duplo papel: combater a corrupção e impedir o monopólio do poder econômico nas eleições. Mas não apenas: a Presidenta aposta no papel do povo na democracia: ao fortalecer os conselhos das políticas públicas em que a sociedade civil organizada pode influir republicanamente no processo político, e os plebiscitos e referendos que avançam para aquilo que temem os neoliberais: a força do voto igual de todos os cidadãos e cidadãs.

Não é à toa o ódio dos privilegiados contra Dilma. Sua coragem redesenha um programa avançado, republicano, democrático e popular baseado no desenvolvimento nacional. Esse projeto tem face definida:

- Os Bancos Públicos e o Estado tem papel central para alavancar o investimento privado;

- Não à soberania do sistema financeiro que tem amealhado quase metade do orçamento da União. Dilma é a candidata dos juros baixos, do crédito produtivo e popular, da ampliação do consumo. Dilma é a candidata contra a crise que os adversários propagam com sua permanente sabotagem do Brasil;

- Dilma é a candidata da democracia, da diversidade, da participação popular, e fez gestos concretos para a sociedade civil, em especial para a juventude e os trabalhadores;

- Dilma é a candidata das mulheres, do seu empoderamento, da luta contra a violência e a opressão. Os debates entre ela e Luciana Genro e Aécio mostram como essa luta é imprescindível. Ao chamá-las de "levianas", ao gritar e tratar as mulheres que o questionam do modo como o Brasil inteiro viu, o candidato Aécio dá um recado sobre o lugar que crê devem ocupar as mulheres.São elas que precisam responder a essa indignidade e desrespeito;

- Dilma é a candidata da defesa da Petrobrás dos interesses do imperialismo estadunidense sobre o Pré-Sal. Mais que isso, Dilma assumiu para seu projeto uma REVOLUÇÃO EDUCACIONAL NO BRASIL. Dedicar os recursos do Pré-Sal para a Educação e a Saúde e defender o Pré Sal, só Dilma pode fazer - e tem feito;

- Dilma é republicana, digna e séria. Jamais pôs as amizades, a família ou o Partido à frente dos interesses da República. Não protege quem está errado. Fortalece os órgãos fiscalizadores, não extrapola de suas prerrogativas, não invade a alçada dos poderes outros - ao contrário do TSE. Suas propostas concretas de combate à corrupção ampliam esse legado. O desequilíbrio, os abundantes dados existentes, a gritante falta de imparcialidade da justiça quanto aos malfeitos do PSDB de ontem e de hoje dizem muito bem quem tem compromisso com a coisa pública;

- Dilma defende o estado laico e é a garantia que o fundamentalismo, a intolerância, os crimes de ódio não terão a cumplicidade da maior mandatária do país. É assustadora a proliferação da agenda do ódio e da violência, da intolerância fascista. Dilma é a nossa bandeira de esperança no que é ser profundamente brasileiro, misturado, mestiço, sincrético, popular, respeitador do outro e da diversidade.

- Dilma é a candidata do emprego, do desenvolvimento, das obras estruturantes do futuro do Brasil e que estão a pleno vapor. Seu segundo mandato impulsionará a economia brasileira na retomada da indústria, no fim da miséria, em novas alianças internacionais que protejam nossas Amazônia e o Pré-Sal.

Por tudo isso, por essa nitidez programática e esse mar de possibilidades para o nosso país, é que as forças mais tenebrosas da vida nacional se unem para derrotar o Brasil que é representado por essa mulher de luta e coragem, que é Dilma. E é quando o debate vira que o TSE vem e quer tutelar a disputa eleitoral. Censura de conteúdo absurda, o Bolsa Pergunta Incômoda pro Aécio é grotesca expressão do desespero das elites que criam conquistada sua vitória e a veem escapar por entre os dedos. Ora, por que não responde Aécio as incômodas perguntas de Dilma? Por que xinga, esperneia e grita. Por que vêm ao seu socorro para que siga sem responder o que não pode ser respondido?

A realidade que vai se afirmar é a da unidade de todos os patriotas, democratas, da esquerda, dos movimentos sociais e do povo para darmos um salto adiante nas grande mudanças que temos feito no Brasil.Sejamos todos e todas a voz dessa digna lutadora que é a Presidenta Dilma. Podem censurar a TV e o rádio, mas jamais calarão a voz da MILITÂNCIA e do povo organizado, a maior trincheira da defesa da democracia, a garantia do voto libertador em Dilma 13 para impedir o retrocesso e abrir novos horizontes para o Brasil.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Carta do Embaixador SAMUEL PINHEIRO GUIMARAES, em apoio a Dilma- brasilia 15 out 14

SAMUEL PINHEIRO GUIMARAES, em apoio a Dilma- brasilia 15 out 14


ESTIMADOS AMIGOS E AMIGAS...
Estamos em um momento decisivo da vida brasileira.

Teremos de optar entre propostas distintas.

De minha parte, e depois de muito refletir, cheguei à conclusão de que devemos  prosseguir no esforço de construção de uma sociedade mais justa, mais próspera, mais democrática e soberana.

Por isto, e por muitas razões além daquelas que enumero a seguir, votarei dia 26  em Dilma Rousseff.

Votar em Dilma, para:
01. aumentar o emprego, que é a maior preocupação de cada brasileiro, com carteira assinada;
02. controlar a inflação sem prejuízo do desenvolvimento;
03. aumentar o salário mínimo de que depende a enorme maioria dos brasileiros;
04. garantir as conquistas dos trabalhadores em termos de horário, férias, licença maternidade, previdência social, aposentadoria;
05. expandir o programa Minha Casa, Minha Vida que atende a aspiração fundamental da casa própria;
06. eliminar a pobreza e a indigência no Brasil;
07. reduzir cada vez mais a mortalidade infantil;
08. aumentar a expectativa de vida de todos os brasileiros;
09. eliminar o analfabetismo inclusive funcional;
10. ampliar cada vez mais o número de vagas nas escolas técnicas e nas universidades;
11. fortalecer a cultura brasileira em todos os seus aspectos;
12. dobrar o investimento público em ciência e tecnologia;
13. reduzir a violência e o número de homicídios;
14. fazer a reforma política, com ampla participação popular, eliminar a influência do poder econômico e criar uma verdadeira democracia;
15. lutar de forma legal contra a corrupção, punindo tanto os corruptos como os corruptores;
16. democratizar os meios de comunicação e garantir a possibilidade e a liberdade de expressão para todos os brasileiros;
17. ampliar radicalmente as oportunidades de mulheres, negros e pobres em todas as esferas da sociedade e do Estado;
18. defender os direitos humanos de todos os brasileiros e combater toda a discriminação, preconceito e violência que tenha como origem a raça, a orientação sexual, o gênero, o nível de renda, a crença religiosa e a origem regional;
19. demarcar as terras indígenas e eliminar o desmatamento ilegal;
20. reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil;
21. forrtalecer a soberania do Brasil;
22. promover a integração e a cooperação com os vizinhos da América do Sul e da África;
23. defender a paz, a auto determinação, a não intervenção, e a solução pacífica de controvérsias como os princípios fundamentais da ação internacional do Brasil;
24. construir mais ferrovias, mais rodovias, mais portos e aeroportos;
25. expandir o transporte urbano público e gratuito;
26. fazer a reforma agrária, fortalecer a agricultura familiar e expandir a produção e a exportação agrícola;
27. alcançar a autonomia energética;
28. reconstruir a indústria brasileira;
29. tornar o sistema tributário mais justo e menos concentrador de riqueza;
30. reduzir as taxas de juros e democratizar o credito;
31. realizar uma Olimpíada ainda melhor do que a Copa.
Afetuoso abraço

Samuel Pinheiro Guimarães
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