segunda-feira, 18 de maio de 2015

Premiê chinês inicia visita ao Brasil para reforçar parceria econômica - Portal Vermelho



Premiê chinês inicia visita ao Brasil para reforçar parceria econômica - Portal Vermelho
O premiê chinês, Li Keqiang, partiu neste domingo (17) de Pequim para sua visita oficial ao Brasil, Colômbia, Peru e Chile. Trata-se da primeira visita de Li Keqiang à América Latina desde que assumiu o cargo.



ReproduçãoO premiê chinês, Li Keqiang.

De acordo com o Ministério do Comércio, Li Keqiang vai discutir com os líderes dos quatro países latino-americanos sobre o aprofundamento da cooperação nas áreas industrial e tecnológica, desenvolvimento de infraestruturas, construção das zonas de livre comércio, formação de recursos humanos, e ajuda financeira.

A China e o Brasil estão empenhados no estabelecimento de novas relações comerciais. Com a redução do crescimento econômico da China e a queda dos preços das commodities no mercado internacional, o comércio sino-brasileiro em 2014 diminuiu em 7%. Foi a segunda redução do comércio bilateral desde 1999 (a primeira ocorreu 2012, de 3%).

Nos primeiros quatro meses de 2015, o comércio bilateral caiu 19% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Portanto, o comércio bilateral, focalizado nos produtos primários na última década, está enfrentando grandes desafios.

Durante a visita de Li Keqiang ao Brasil, os dois países vão assinar acordos para levantar a proibição da exportação da carne bovina brasileira à China. Mesmo assim, o comércio bilateral não deverá se recuperar em curto prazo. Quanto à expansão dos tipos de produtos exportados à China, o Brasil propôs aumentar a exportação de café, produtos agrícolas processados e serviços comerciais.

Por outro lado, a cooperação sino-brasileira no setor de investimento está evoluindo. Nas áreas de construção de infraestruturas e manufatura, a China e o Brasil têm condições de realizar o acoplamento financeiro e tecnológico.

As infraestruturas foram enfatizadas, particularmente os projetos de construção do Corredor Ferroviário Transoceânico. Além disso, a presidenta brasileira Dilma Rousseff expressou a vontade brasileira de convidar a China a participar da construção da ferrovia de alta velocidade no Brasil. Por isso, prevê-se que os investimentos da China no país terão um crescimento significativo. Segundo a imprensa brasileira, durante a visita de Li Keqiang, a China e o Brasil podem assinar 60 acordos de investimentos, no valor de cerca de 53 bilhões de dólares.

A posição e dedicação do Brasil na cooperação entre a China e a América Latina vai influenciar o ritmo do processo de colaboração. A visita de Li ainda oferecerá uma oportunidade de consulta para os dois países abordarem as questões de várias áreas para acolher a Cúpula do Brics a ser realizada em junho. Na questão do Banco Asiático de Investimentos , o Brasil não só quer ser um dos membros fundadores da instituição, mas também pretende promover a extensão da estratégia chinesa de “Um Cinturão e Uma Rota” para a América do Sul, a fim de realizar a atualização das infraestruturas do seu país e da região sul-americana.

Atualmente, as relações sino-brasileiras estão na fase de transformação e atualização. A transformação se focaliza nas áreas econômica e comercial, enquanto a atualização tem por foco cooperação multilateral dos dois países.

A visita do premiê Li Keqiang será importante para o futuro desenvolvimento das relações bilaterais. Por um lado, será estabelecido o “novo motor” das relações econômicas e comerciais sino-brasileiras para promover a sustentabilidade da cooperação comercial, e por outro lado, será reforçada a colaboração financeira nos setores multilaterais entre os dois países e enriquecida a cooperação na governança global das relações bilaterais.

Com Diário do Povo on line

Cartilha orientará chineses sobre direitos trabalhistas para prevenir trabalho escravo no Brasil - Portal Vermelho



Cartilha orientará chineses sobre direitos trabalhistas no Brasil - Portal Vermelho
Com o aumento do resgate de chineses trabalhando em situação análoga à escravidão no estado do Rio de Janeiro nos últimos anos, a superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego vai lançar uma cartilha sobre direitos trabalhistas em mandarim. O material está sendo feito em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.



Imigrantes chineses

De acordo com a auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Márcia Albernaz de Miranda, coordenadora de Combate ao Trabalho Escravo Urbano no Rio de Janeiro, a ideia é distribuir o material durante as operações de fiscalização.

“Para eles entenderem que as vítimas de trabalho escravo têm direito à conquista de um patamar de cidadania, ou seja, receber carteira de trabalho, seguro-desemprego, verbas rescisórias. Na prática, eles são catequizados com a ideia de que, se constatada que a mão de obra deles está sendo explorada no país sem documentos, eles serão deportados. É uma informação errada”.

Ainda não há previsão de quando o material ficará pronto. Segundo Márcia, está sendo feita uma revisão da cartilha disponível em português para depois ser traduzida para o mandarim. Ela lembra que os chineses são o maior número de migrantes no mundo e que eles se estabeleceram no Brasil há bastante tempo, mas só agora a fiscalização observou que há irregularidades. “Quando a gente vai e constata condições análogas à de escravo, a gente expede uma carteira de trabalho e regulariza”.

A exploração do trabalho de chineses no país começou a chamar a atenção em 2013, quando foi encontrado um rapaz que sofria agressões físicas e psicológicas em Parada de Lucas, na zona norte do Rio. Em agosto do ano passado, um adolescente chinês foi encontrado depois de fugir de uma pastelaria em Mangaratiba, na região metropolitana, onde trabalhava 14 horas por dia, sem folga semanal e sem receber salário. Ele andou 22 quilômetros até pedir socorro a policiais militares. Foi constatado que os outros funcionários chineses da pastelaria também tinham jornadas acima do permitido, mas recebiam salário. Já os empregados brasileiros tinham todos os direitos trabalhistas respeitados.

Este ano, três chineses foram resgatados de uma pastelaria em Copacabana em março, e, em abril, outra operação em seis locais na baixada fluminense e no Rio de Janeiro encontrou seis chineses e três brasileiros em situação precária de trabalho e alojamento. Na ocasião, foram encontrados dois chineses em estabelecimentos no centro e quatro em Nova Iguaçu, além de dois casos suspeitos em Belford Roxo, que fugiram.

Márcia diz que o fluxo migratório irregular de chineses é um problema mundial, mas, no Brasil, o problema está sendo enfrentado. “O Rio de Janeiro foi o estado que despontou nesse tipo de fiscalização, que é difícil, requer o uso de tradutor em mandarim, que não é muito fácil de contratar. No Brasil só é possível [verificar as irregularidades] porque o Estado brasileiro assumiu a postura do combate internacional, outros não assumiram, então o problema não aparece”.

Segundo dados do Registro Nacional de Estrangeiros, do Ministério da Justiça, existem atualmente 35.444 chineses com registro ativo permanente no Brasil e 1.867 temporários. Nos dados do Conselho Nacional de Imigração, a China não está entre os dez países que tem mais pedidos de autorizações para concessão de visto ou residência permanente no Brasil, nem entre os dez com mais pedidos por questões humanitárias.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que o número de autorizações para trabalho temporário no país feito para chineses diminuiu. Foram 2.362 em 2011, 2.891 em 2012, 2.115 em 2013 e 1.348 em 2014, sendo que o Rio de Janeiro é o principal destino dos trabalhadores temporários estrangeiros.

Para autorizações de trabalho permanente, a China aparece em quarto lugar, atrás de Itália, Japão e Portugal. Em 2014, foram 276 autorizações para chineses. O pedido para trabalhar no Brasil deve ser feito pela internet, antes da viagem, e deve ser acompanhado também de um pedido de visto no consulado brasileiro no país de origem.

Fonte: Agência Brasil

Blogueiro britânico reflete sobre o complexo de vira lata brasileiro - Portal Vermelho



Blogueiro britânico diz que brasileiros exageram na rejeição ao Brasil - Portal Vermelho
Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi "de Londres", veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’.



BBC

Fiquei surpreso. Eu - como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil - adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas? O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)?

Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.
E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais 'sofrido' deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira.

Conheça o blogueiro Adam Smith e descubra por que ele ganhou o nome do pai da doutrina liberal!
Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos 'malls' dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira 'sale'. Pode ser sentido na comida. Neste "país tropical" tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova.

Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.

Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar...

Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte. Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor.

O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente. Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?

Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de 'pinga' na caipirinha, ele respondeu: "Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!" Viva a alma brasileira!




Fonte: BBC

PSOL expulsa deputado que violou programa e estatutos partidários - Portal Vermelho



PSOL expulsa deputado que violou programa e estatutos partidários - Portal Vermelho
O PSOL expulsou dos seus quadros o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) pelas atitudes que o parlamentar vinha tomando no exercício do seu mandato. A expulsão ocorreu na noite de sábado (16), pelo Diretório Nacional do partido, que se reuniu em Brasília durante este fim de semana. Votaram pela expulsão do deputado Cabo Daciolo 54 integrantes do diretório. Apenas um integrante votou a favor da permanência dele nos quadros do partido.



ReproduçãoCabo Daciolo

A decisão do Diretório Nacional foi baseada em parecer da Comissão de Ética do partido, acionada pelo diretório do Rio de Janeiro, que propôs a expulsão do deputado argumentando que ele tinha tomado atitudes em desacordo com o estatuto e o programa partidário. De acordo com o PSOL, a notificação oficial ao deputado será feita ainda nesta semana.

As atitudes tomadas pelo deputado que levaram a expulsão dele, segundo o PSOL foram: a apresentação de proposta de emenda à Constituição (PEC 12/15) que propõe alterar o trecho da Constituição que afirma que “todo poder emana do povo” por “todo poder emana de Deus”, ferindo a concepção do PSOL na defesa do Estado laico, além da cobrança feita pelo deputado para que o partido se engajasse na defesa de policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, acusados pelo assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo, morto em junho de 2013.

De acordo com o parecer da comissão de ética, a posição do deputado Cabo Daciolo de defender os policiais da UPP "vai na contramão do engajamento de militância do partido na campanha Cadê Amarildo? e na luta contra a criminalização dos moradores das periferias". Com a expulsão do Cabo Daciolo, a bancada do PSOL na Câmara passa dos atuais cinco para quatro deputados federais. O diretório decidiu que não irá à justiça reivindicar o mandato parlamentar de Daciolo.

Com Agência Brasilia

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Redução da maioridade amplia desigualdades sobre população negra - Portal Vermelho



Redução da maioridade amplia desigualdades sobre população negra - Portal Vermelho
Na data em que se celebra os 127 anos da abolição da escravatura no Brasil, dia 13 de maio, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino, disse que a redução da maioridade penal ampliaria a desigualdade enfrentada pelos jovens negros na sociedade brasileira.



Reprodução

A redução da maioridade penal iria se somar a uma situação de desigualdade que já incide sobre a população negra, principalmente sobre os jovens negros, e, com isso, ao invés de construir e propagar mais justiça, na realidade vamos cometer injustiças sérias e não cuidar dos nossos jovens”, disse nesta quarta-feira (13) ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Em 2013, os jovens negros foram 18,4% mais encarcerados e 30,5% mais vítimas de homicídios dos que os jovens brancos, segundo dados da 8ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo a ministra, há uma representação negativa dos jovens negros na sociedade e eles enfrentam situações de desigualdade de acesso a cultura e ao lazer. “Temos uma representação negativa que recai sobre homens e mulheres negras e, principalmente, os jovens negros, que muitas vezes são considerados como sujeitos suspeitos até mesmo pela ação policial e isso é fruto do racismo que ainda temos na nossa sociedade. Superar isso é uma ação importante para que avancemos”, disse.

Nilma Lino defendeu que a discussão sobre a redução da maioridade penal não deve ser analisada levando em conta questões econômicas e sociais. “Essa não é uma questão exclusiva de segurança pública, mas temos que lidar com questões de ordem sócio-econômica, educacionais, sociais. Penso que não é boa a redução da maioridade penal e ela iria somar e acirrar ainda mais as desigualdades no nosso país”, avaliou.

A Caravana Pátria Educadora pela Igualdade Racial e Superação do Racismotambém foi tema do Bom Dia, Ministro. A iniciativa prevê uma série de debates e encontros com autoridades estaduais, municipais e representantes da sociedade civil para estabelecer parcerias para a promoção da igualdade racial. A caravana já passou pelo Pará e Maranhão. “Converso com governadores, prefeitos, movimentos sociais, núcleos de estudos afro-brasileiros e temos alguns avanços. No início do programa, tivemos adesões no Maranhão e no Pará.



Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Inácio Arruda representa PCdoB em ato do Partido Comunista da Ucrânia - Portal Vermelho

Inácio Arruda representa PCdoB em ato do Partido Comunista da Ucrânia - Portal Vermelho

Representando o Partido Comunista do Brasil, Inácio Arruda, membro da Comissão Política Nacional, esteve em Kiev, capital da Ucrância, no último dia 1º de Maio, em manifestação pela defesa do Partido Comunista Ucraniano.


O ex-senador e atual secretário estadual de Ciência e Tecnologia participou do ato político em que o Partido Comunista é uma das mais destacadas forças na defesa da democracia, do progresso social e econômico. “Mesmo assim, este partido está sendo ameaçado pelas forças mais conservadoras e retrógradas, que estão atualmente no governo da Ucrânia. Essas forças, a pretexto de derrubar o governo que supostamente traiu os compromissos com o povo ucraniano, se envolveram em várias denúncias. Após esse movimento, os fascistas e nazistas assumiram a direção do governo e isso tem sido uma ameaça muito grande, ameaça que se estende para toda aquela região”.

Segundo Inácio, o 1º de Maio foi transformado em ato político. “Praticamente o único ato realizado no país naquele dia foi o protagonizado pelo Partido Comunista, com a participação de vários partidos. Estive lá em nome do PCdoB, ação importante de solidariedade internacional, e essa movimentação se deu no momento em que o mundo comemora os 70 anos da derrota do nazifascismo. A 2ª Guerra Mundial se estabeleceu a partir da ação dos fascistas e nazistas, que colocaram a tese de que deveria dominar o mundo e para isso deflagraram uma guerra que ceifou milhões e milhões de vidas exatamente naquela região do mundo, onde as forças mais avançadas, dirigidas pelo Partido Comunista da União Soviética, junto com os comunistas da Ucrânia, abriram uma nova rede de progresso social, cientifico e tecnológico para o mundo”, afirma.

O membro do Comitê Central do PCdoB reforça que “foi exatamente aquela região que mais sofreu, quem mais perdeu vidas por todos os meios, com prisioneiros que foram para a câmara de gás, assassinatos massivos, terríveis crimes de guerra”. “Mesmo assim aquele povo resistiu e foi a bandeira vermelha a primeira a tremular no parlamento alemão, dando conta da vitória das forças aliadas durante a 2ª Guerra Mundial”.

Para Inácio, neste momento em quem o mundo comemora os 70 anos da derrota do nazifascismo, “as forças mais atrasadas e conservadoras chegam ao governo na Ucrânia colocando em risco a democracia e sobretudo a existência de um partido com tanta tradição e luta que é o Partido Comunista da Ucrânia”. “Se nós tivemos força de derrotá-los, eles que tinham um poderio bélico, militar e recursos gigantescos naquela época, nós também temos condições de resistir a essa nova investida que se materializa circunstancialmente na Ucrânia mas que avança em vários países, com uma onda que se movimenta no mundo inteiro, inclusive na America do Sul. No Brasil, acompanhamos reações odientas contra as forças progressistas no nosso país. Devemos ter um movimento em conjunto, coletivo com os camaradas ucranianos. A luta dos comunistas da Ucrânia tem tudo a ver com a que travamos no Brasil”, salientou.

De Fortaleza,
Carolina Campos

sábado, 9 de maio de 2015

Dilma Rousseff: Jandira engrandece luta das mulheres

Por: Ana Luiza Bitencourt | Edição: Marciele Brum



Depois de ser agredida e ameaçada verbalmente em sessão na Câmara dos Deputados, a Líder da Bancada recebe apoio da presidenta da República, de ministros e de deputados.
Lula Marques/Divulgação

Líder do PCdoB foi agredida por Roberto Freire (foto) e Alberto Fraga

A quarta-feira (6) foi um dia de vergonha na Câmara dos Deputados. Alberto Fraga, deputado e presidente do DEM do Distrito Federal, atacou a trajetória de luta e de conquistas femininas durante votação das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665, ao afirmar à deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que “a mulher que participa da política como homem e fala como homem, também tem de apanhar como homem”.

A presidenta Dilma Rousseff manifestou apoio à líder do PCdoB na Câmara. "A política fica menor – com p minúsculo – quando é praticada com base no sexismo e no machismo. Minha solidariedade à deputada Jandira Feghali, ameaçada no plenário da Câmara, na noite de quarta-feira, por expor suas ideias. Jandira, você só engrandece a luta das mulheres na política brasileira. Avante, com força e fé".

Ministros, como a titular da Secretaria de Política para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, também criticaram a violência. "Solidariedade total à Jandira. A violência contra a mulher não pode mais ter espaço em nossa sociedade", afirma Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação.

Representantes de diferentes legendas condenaram as agressões e manifestaram solidariedade à Jandira. A violência sofrida pela parlamentar é a mesma que atinge diariamente muitas brasileiras. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), que também foi agredida na Câmara e, por isso, está movendo processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Jair Bolsonaro (PP-RJ), avalia o comportamento de Fraga. “Bate como machista, deve ser punido como machista. Não é possível que se incentive a violência de gênero em um país como Brasil, em que uma mulher morre a cada uma hora e meia, mais de 40% pelos próprios companheiros. Não é possível essa agressão de um deputado contra uma deputada, como não pode existir contra nenhuma outra mulher!”.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) gritou “machista!” no momento em que as palavras foram proferidas. Glauber Braga (PSB-RJ) também criticou o discurso de Fraga. “A ameaça de qualquer parlamentar não vai me intimidar em ações contra esse tipo de medida machista, violenta e retrógada. A fama dele no Distrito Federal de matador ou qualquer coisa não vai me intimidar”.

Além dos diversos deputados que deram apoio à Jandira, entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), lançaram nota de repúdio. “É inadmissível que a violência contra a mulher e o machismo sejam reproduzidos no espaço que deveria combatê-los. Isso só reafirma a necessidade imediata de uma Reforma Política Democrática que crie condições e amplie a participação política das mulheres”, dizem.

ABC de Ditadura - Por Jandira Feghali* - Líder do PCdoB na Câmara

ABC de Ditadura


Por Jandira Feghali*

As 25 mil vozes que entoaram em uníssono o coro “Fora, Beto Richa”, no domingo (3), não eram professores ou servidores da Educação paranaense. Tão pouco pessoas "infiltradas" com o objetivo de tumultuar a ordem pública. Numa mistura vultuosa de cores dos times Coritiba e Operário, o estádio Couto Pereira reverberou toda a insatisfação que domina atualmente a população do estado.

O desgoverno tucano no Paraná é um símbolo que espelha bem a incapacidade de seus líderes em auscultar os movimentos sociais. Na falta de diálogo com os sindicatos, Beto Richa e seu secretário de Segurança implementaram a “política do cassetete”, reprimindo com violência extrema a manifestação dos professores contra uma imoralidade: o confisco de suas previdências.

O Governo de Richa murou covardemente a Assembleia Legislativa do Paraná para que os parlamentares aprovassem, a qualquer custo, uma política que permitisse movimentar o fundo previdenciário superavitário de professores públicos, nublando o futuro destes profissionais por conta de dívidas bilionárias de sua gestão. Indignação mais que justa dos professores!

Bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta, uso de cães ferozes e pancadaria foi a resposta de Richa aos manifestantes na Praça Cívica. A truculência da política militar com os professores, que gerou mais de 200 feridos, foi repudiada por toda a sociedade brasileira, junto da Anistia Internacional, entidade que é referência mundial em questão de Direitos Humanos.

É vergonhoso que o governador tucano se isole das demandas sociais e, em plena crise, tente usar da premissa que os professores fazem uso político ao tentarem resguardar seus direitos previdenciários. É travestir a realidade numa tentativa de justificar o injustificável.

A estratégia de Beto Richa não é única. Também tem sido a escolhida por diversos governos que são inábeis quanto às demandas de trabalhadores e movimentos sociais, como já ocorrido em São Paulo, no Governo Alckmin e no Rio de Janeiro, no Governo Sérgio Cabral. Ambos usaram da força policial para imprimir suas vontades políticas e reprimir as manifestações numa clara incapacidade de dialogar com o povo. Esse panorama só reforça a tese de que a relação Estado e sociedade precisa ser revista, principalmente acabando com a militarização das polícias, fruto de regimes autoritários. É preciso aprovar no Parlamento propostas que mudem esse conceito tão atrasado.

Nossa solidariedade aos milhões de professores que lutam por suas pautas em todo o país. Pautas que passam pela sua valorização enquanto profissional fundamental para qualquer país que almeje o desenvolvimento e cidadania plena. O Brasil percebeu novamente que o mantra entoado pelos líderes da oposição sobre “escutar as ruas” só se aplica aos outros. Na teoria, defendem as manifestações e pedem o diálogo. Na prática, seguem o ABC da violência de Estado, consolidada na Ditadura Militar.

* Médica, deputada federal (RJ) e líder do PCdoB na Câmara

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Jandira acionará Justiça por apologia à violência de gênero - Portal Vermelho

Jandira acionará Justiça por apologia à violência de gênero - Portal Vermelho
“A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer.” Com este refrão, parlamentares, encabeçados pela Bancada Feminina da Câmara, se solidarizaram com a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), após agressão do deputado Roberto Freire (PPS-PE) e ameaça do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) – que defendeu a violência contra a mulher.

“Parece que as noites na Câmara não têm como piorar nesta Legislatura. Fui agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire durante discussão das medidas provisórias 664 e 665. Pegou meu braço com força e o jogou para trás. O deputado Alberto Fraga, não satisfeito com a violência flagrada, disse que ‘quem fala como homem deve apanhar como homem’ na minha direção. Fazia menção a mim. É assustador o que está acontecendo nesta Casa. Em trinta anos de vida pública jamais passei por tal situação. Parece irônico a mulher que escreveu o texto em vigor da Lei Maria da Penha seja vítima de um crime como este”, afirma a parlamentar.

De acordo com Jandira, a atitude de Fraga terá repercussão judicial. “Meus advogados vão acionar judicialmente o senhor Fraga pela apologia inaceitável. Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão.”

Os ataques começaram depois que o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) exigiu punição aos manifestantes contrários à Medida Provisória 665/14, que jogaram cópias de notas de dólar sobre o Plenário durante a votação da matéria, nesta quarta-feira (6).

Fonte: Assessoria da Liderança do PCdoB na Câmara

Jandira Fegalli, líder do PCdoB, é agredida física e verbalmente durante votação na Câmara e acionará Justiça

Por: Christiane Peres

Em sessão tumultuada, parlamentar é agredida física e verbalmente
“A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer.” Com este refrão, parlamentares, encabeçados pela Bancada Feminina da Câmara, se solidarizaram com a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), após agressão do deputado Roberto Freire (PPS-PE) e ameaça do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) – que defendeu a violência contra a mulher.

“Parece que as noites na Câmara não têm como piorar nesta Legislatura. Fui agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire durante discussão das medidas provisórias 664 e 665. Pegou meu braço com força e o jogou para trás. O deputado Alberto Fraga, não satisfeito com a violência flagrada, disse que ‘quem fala como homem deve apanhar como homem’ na minha direção. Fazia menção a mim. É assustador o que está acontecendo nesta Casa. Em trinta anos de vida pública jamais passei por tal situação. Parece irônico a mulher que escreveu o texto em vigor da Lei Maria da Penha seja vítima de um crime como este”, afirma a parlamentar.

De acordo com Jandira, a atitude de Fraga terá repercussão judicial. “Meus advogados vão acionar judicialmente o senhor Fraga pela apologia inaceitável. Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão.”

Os ataques começaram depois que o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) exigiu punição aos manifestantes contrários à Medida Provisória 665/14, que jogaram cópias de notas de dólar sobre o Plenário durante a votação da matéria, nesta quarta-feira (6).



Roberto Freire agride fisicamente Jandira Feghali - Blog o Cafezinho - Miguel do Rosário

Por Miguel do Rosário, postado em maio 6th, 2015 | 78 comentários






As fotos de Lula Marques (acima) não mentem.

Inacreditável o nível a que chegou a oposição política no Congresso.

O presidente do PPS, Roberto Freire, acreditem se quiser, agrediu fisicamente a nossa querida Jandira!

Socorro, Brasil!

*

No Facebook de Jandira Feghali, deputada federal pelo PCdoB RJ.

SOBRE AS AGRESSÕES EM PLENÁRIO

Parece que as noites na Câmara não tem como piorar nesta Legislatura. Sim, fui agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire durante discussão da medida provisória 665 agora pouco. Pegou meu braço com força e o jogou para trás. O deputado Alberto Fraga, NÃO SATISFEITO com a violência flagrada, disse que “quem bate como homem deve apanhar como homem” na minha direção. Fazia menção a mim.

É assustador o que está acontecendo nesta Casa. Em trinta anos de vida pública jamais passei por tal situação. Em seis mandatos como deputada federal, onde liderei a bancada do PCdoB por duas vezes e enfrentei diversos embates, jamais fui sujeitada à violência física ou incitação à violência contra mulher. Muitas foram as frentes de debate político aqui dentro. Parece irônico a mulher que escreveu o texto em vigor da Lei Maria da Penha seja vítima de um crime como este.

Vou acionar judicialmente o senhor Fraga pela apologia inaceitável. Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão.

‪#‎DeputadoAgressor‬
‪#‎ViolênciaNÃO‬

FHC espuma, mira em Lula, eles tem medo da volta do Lula - Olê Olê Olê Olá! Lulaaa! Lulaaa!

Com o PSDB e demais aliados da oposição divididos sobre a estratégia de golpe, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicou artigo neste domingo (3), no Estadão, para tentar tirar a oposição da encruzilhada que eles próprios criaram. O tucano mantém a defesa da judicialização da política e num tom marcado pelo ódio afirma que o alvo não deve ser a presidenta Dilma Rousseff, como quer o inconformado senador Aécio Neves e outros, mas o ex-presidente Lula.

Por Dayane Santos

Liderança de Lula incomoda, e muito, os tucanos


Assumindo de vez o posto de arauto da direita golpista, FHC prega que o discurso da oposição deve ser o de desconstrução da imagem da principal liderança das forças progressistas para, assim, conseguir levar adiante o golpe.

“Embora os diretores da Petrobras diretamente envolvidos na roubalheira devam ser penalizados, não foram eles os responsáveis maiores. Quem enganou o Brasil foi o lulopetismo”, disse ele. “E agora, José? Não há culpabilidade política? Vai-se apelar aos ‘exércitos do MST’ para encobrir a verdade?”, disse ele.

Como já havia afirmando anteriormente, a tese é focar-se na Operação Lava Jato, mesmo que não exista sequer uma prova ou indício capaz de fundamentar sua acusação.

Apesar das investigações apontarem que o esquema de corrupção na Petrobras funcionava desde 1997, portanto durante o seu governo, e de os delatores afirmarem que lideranças do PSDB receberam propina, FHC constrói em seu artigo uma narrativa de criminalização do PT e do ex-presidente Lula, como responsáveis pelos desmandos na estatal.

Liderança de Lula incomoda

Apontado pelos brasileiros em recente pesquisa Datafolha como o melhor presidente de todos os tempos, Lula tem sido o principal alvo da direita conservadora liderada por Fernando Henrique.

O motivo do inconformismo vem das derrotas sucessivas dos tucanos nas urnas. Mas não é só. Apoiado pelas forças progressistas e pelos movimentos sociais, Lula mudou a realidade socioeconômica do Brasil, promovendo o desenvolvimento com avanços sociais e melhoria da renda. Essa herança também levou à eleição e reeleição da presidenta Dilma, que deu continuidade a essa agenda de inclusão.

A feroz campanha de mentiras da grande mídia não conseguiu tirar de Lula o seu legado, que já entrou para a história.

Além disso, Lula é uma liderança que une diversos setores. Na atual crise política, ele tem cumprido um papel importante na articulação política e na relação com os movimentos sociais. Tem atuado fortemente na batalha da comunicação por meio das redes sociais e participado ativamente das mobilizações, o que arrefeceu os intentos da direita golpista, haja vista os atos pró-golpe do último dia 12 de abril. Verdadeiros fiascos.

Essa liderança de Lula incomoda, e muito. Com o resultado do arrefecer das ruas em torno da bandeira do impeachment, o discurso de FHC, José Serra e outros, busca manobrar as forças conservadoras para – por meio da mentira e do apoio da mídia –, desqualificar Lula.

FHC e a corrupção

Não é à toa que no artigo FHC avisa: “Não estou insinuando que sem impeachment não há solução. Nem dizendo o contrário, que impeachment é golpe. Estou apenas alertando que as lideranças brasileiras (e escrevo assim no plural) precisam se dar conta de que desta vez os desarranjos (não só no plano econômico, mas no político também) foram longe demais”.

“A raiz dos desmandos foi plantada antes da eleição da atual presidente. Vem do governo de seu antecessor e padrinho político”, completa o tucano se referindo a Lula.

Para ele, tudo que se sabe até agora é “suficientemente grave para que a sociedade repudie as forças e lideranças políticas que teceram a trama da qual o escândalo faz parte”.

A cara de pau do tucano beira à psicopatia. FHC subestima e despreza a consciência política do povo brasileiro refletida nas urnas. Aliás, essa é uma prática recorrente do tucano que chegou a dizer que aposentados eram “vagabundos” ou, mais recentemente, que os eleitores da presidenta Dilma votaram nela porque “são menos informados”.

FHC fala de corrupção como se isso não lhe pertencesse. Pensa que o Brasil esqueceu, entre outros desmandos, de que ele só manteve-se por oito anos no governo por ter garantido no Congresso a reeleição, num esquema de compra de votos de parlamentares.

Resposta de Lula

A resposta de Lula a FHC veio antes da publicação de artigo. Durante ato do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, em São Paulo, Lula afirmou que parte da elite tem medo de que ele volte a ser candidato à Presidência da República. “Eu ‘tô’ notando, todo santo dia, insinuações. Ah, lá na Operação Lava Jato estão esperando que alguém cite o nome do Lula. Ah, estão tentando fazer com que os empresários citem o nome de Lula”, pontuou.

Para o desespero da elite, Lula disse que vai continuar a mobilizar pela defesa do governo da presidenta Dilma contra os golpistas de plantão. “Eles têm que saber que, se tentarem mexer com a Dilma, eles não estão mexendo com uma pessoa, eles estão mexendo com milhões e milhões de brasileiros”, disse.

E aos desavisados, como FHC, advertiu: “Eu estou quietinho no meu lugar. Não me chame para a briga porque eu sou bom de briga e eu gosto dessa briga. Eu não tenho intenção de ser candidato a nada, mas está aceita a convocação. Eu agora vou começar a andar o país outra vez”.

Do Portal Vermelho

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Coalizão prepara ato nacional dia 20 por reforma política democrática - Portal Vermelho



Coalizão prepara ato nacional dia 20 por reforma política democrática - Portal Vermelho
Diante da ameaça autoritária do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que agendou para o fim de maio a votação de proposta de reforma”antidemocrática”, a Coalização agendou para o dia 20 de maio, a realização de atos em todo o país, o chamado Dia Nacional de Mobilização pela Reforma Política Democrática.




Mariana SerafiniManifestação pela reforma política.

Em nota à imprensa, a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas – que reúne mais de 100 entidades e organizações da sociedade civil como a OAB, CNBB, UNE, CUT, Contag e CTB –, informa que irá se reunir, em sessão ampliada, na manhã do próximo sábado (9), no auditório do Centro Cultural da OAB, em Brasília, para a preparação destas atividades.

O movimento defende propostas que garantam a constituição de mecanismos que fortaleçam a participação democrática direta. Enfatizando o combate à corrupção, a luta pelo fim do financiamento de campanha por empresas, contra as propostas de “distritão” e em defesa do sistema proporcional e da paridade de gênero na lista eleitoral.

A Coalizão explica que os atos do dia 20 são em resposta à demonstração autoritária do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que agendou pautas de contrarreforma para o final de maio. "Estamos diante do risco de ver aprovadas as emendas constitucionais da contrarreforma política (PECs 352/13 e 344/13) que constitucionalizam o financiamento de campanha por empresas, na contramão das aspirações do povo e do voto de seis dos onze ministros do STF (Supremo Tribunal Federal)”.

Para as entidades “a influência do poder econômico nas eleições é dos mais graves fatores de degradação do atual sistema político brasileiro, sendo responsável pela eleição de um parlamento distante do povo e canal da corrupção eleitoral”.

A Coalizão continua com a campanha de coleta de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores para que seja entregue o projeto de lei à Câmara dos Deputados para que a proposta de lei seja de iniciativa popular. Assine e colabore.

Do Portal Vermelho

Leci contra repressão tucana: #AceiteERespeiteOMeuProfessor

A deputada estadual Leci Brandão (PCdoB/SP) fala sobre o andamento das greves de professores pelo Brasil. Pede diálogo e entendimento por parte dos governos estaduais e finaliza apoiando os professores.

Acompanhe a cobertura do Vermelho



Adílson Araújo: Total solidariedade à greve dos professores paulistas - Portal Vermelho

Adílson Araújo: Total solidariedade à greve dos professores paulistas - Portal Vermelho
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) manifesta total e irrestrita solidariedade à greve dos professores de São Paulo. Ao mesmo tempo repudia energicamente a conduta truculenta e intransigente do governo de Geraldo Alckmin diante do movimento. A proposta de reajuste zero é um acinte, uma provocação a uma categoria mal paga e sofrida cujo trabalho é essencial para o desenvolvimento do nosso estado e do país.

Por Adílson Araújo*



Reprodução

O odioso descaso da administração tucana frente às justas reivindicações vem despertando a indignação dos trabalhadores e trabalhadoras e reflete na verdade o desprezo pela educação pública e, por extensão, pelo povo e a nação que tanto dela dependem. Parece que os líderes do PSDB só têm olhos e sensibilidade para as camadas mais ricas da população, a burguesia, os grandes capitalistas, os rentistas, os endinheirados.

É assim também com a crise hídrica, que atinge de forma mais brutal e impiedosa as famílias mais pobres da periferia. Os fatos revelam o caráter elitista e antipopular dos governos tucanos, que também se manifestou com brutalidade recentemente no Paraná, onde o governador Beto Richa armou uma operação de guerra contra professores e professoras que deixaram por saldo centenas de pessoas feridas.

A educação pública de qualidade é fundamental ao desenvolvimento nacional e a pré-condição para uma educação de qualidade é a valorização profissional e salarial dos educadores. Sem valorização do professor não teremos nunca um ensino de qualidade. A intransigência tucana não afronta apenas a classe trabalhadora, é também nociva aos interesses maiores da nação, cujo desenvolvimento demanda a elevação do nível de escolaridade e educação do povo.

A truculência e intransigência tucana contra a greve dos professores não é um fato isolado, faz parte de uma ofensiva mais ampla das forças conservadoras contra a democracia e os direitos sociais. Prova disto foi a aprovação do PL 4330, que escancara a terceirização, na Câmara Federal. A CTB defende a mais ampla unidade dos assalariados, envolvendo todas as categorias, bem como a aliança com os movimentos sociais e as forças democráticas e progressistas para resistir à onda reacionária desencadeada pela direita neoliberal e abrir caminho para a retomada da agenda da Conclat por um novo projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho, soberania e democracia.

São Paulo, 7 de Maio de 2015

*Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Procuradora desmascara factóide da Época contra Lula: “Não há prova” - Blog do Renato Rabelo

As revistas semanais da grande mídia golpista, especializadas em criar factoides para atender aos seus interesses, sofreram mais um revés. Desta vez foi a revista Época, que seguindo a trilha da Veja e as recomendações do tucano Fernando Henrique, lançou matéria de capa para dizer que Lula seria o “operador” de um esquema para favorecer grupos empresariais brasileiros junto ao BNDES.

A matéria dizia com todas as letras que o Ministério Público Federal teria aberto investigação sobre a questão com foco em negócios da Odebrecht na África e na América Latina.

Mas a verdade veio à tona. Como afirmou o ex-presidente Lula, por meio de nota divulgada nesta segunda (4), não existe nenhuma investigação em andamento. O que existe é um procedimento preliminar, aberto por um procurador, chamado Anselmo Henrique Cordeiro, a partir – vejam só – de uma reportagem do jornal O Globo que, assim como a revista Época, pertence à família Marinho.

A procuradora escolhida para dar andamento a este procedimento é Mirella Aguiar. Ela foi contundente: não foi apresentada “prova nenhuma” contra o ex-presidente Lula. A procuradora também descartou a possibilidade de pedir quebra de sigilo do ex-presidente Lula.

“A quebra de sigilo é algo que a Justiça não costuma dar com base em notícias anônimas e equiparo um pouco a reportagem jornalística a uma notícia dessas porque não temos prova nenhuma. Qualquer tipo de invasão da esfera da intimidade, da privacidade do investigado tem que ser fartamente fundamentada. Quando se faz a pergunta se isso daqui poderia gerar uma quebra de sigilo, a inexistência de provas neste momento não autorizaria”, afirmou a procuradora Mirella Aguiar ao jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo ela, a quebra de sigilo nesta fase preliminar poderia acarretar, inclusive, anulação da investigação. “Se por acaso eu tiver esse deslize ou outro colega qualquer, de com base somente numa reportagem pedir uma quebra de sigilo e por acaso um juiz der, isso certamente será anulado no futuro. É preciso ter mais elementos. É preciso ter indícios veementes. A Constituição está certa em garantir a intimidade, senão bastava qualquer um vir aqui dizer qualquer coisa para as pessoas terem os seus sigilos afastados”, completou.

Do Portal Vermelho, com informações de agências

Matérias que saem e NÃO SAEM no Partido da Imprensa Golpista


segunda-feira, 4 de maio de 2015

O “confronto” de Curitiba - Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa e Revista Forum

Revista Forum



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“Os jornais de circulação nacional parecem ter combinado suas manchetes e amanhecem nesta quinta-feira (30/4) falando em ‘confronto’. Não, senhores editores. Não houve “confronto” entre manifestantes e policiais em Curitiba. O que houve foi uma carga militar, planejada pelo comando da PM, com autorização do governador, contra professores e outros funcionários públicos, transeuntes, curiosos e até contra pais e mães que haviam sido chamados a recolher seus filhos numa escola infantil”


Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa

A imprensa brasileira descobriu, da pior maneira possível, que existe um estado de tensão entre o governo do Paraná e os servidores públicos do Estado, e que o principal foco dessa situação é o descontentamento dos professores da rede oficial de ensino. A pior maneira de a mídia se relacionar com um fato que tenta inutilmente esconder acontece quando a realidade se manifesta de forma tão intensa que não pode mais ser mantida fora do noticiário.

O evento que obrigou a mídia tradicional a expor aquilo que as redes sociais já vinham denunciando há muito tempo foi a extrema violência com que a polícia paranaense dispersou uma manifestação liderada por professores, contra a proposta de mudança no sistema de financiamento da previdência dos servidores públicos do Estado. Até mesmo o contido apresentador do Jornal Nacional, o telejornal de maior audiência do País, ainda ensaiando o novo estilo coloquial do programa, teve que se render à evidência das imagens.

Ainda assim, os jornais de circulação nacional parecem ter combinado suas manchetes e amanhecem nesta quinta-feira (30/4) falando em “confronto”. Não, senhores editores. Não houve “confronto” entre manifestantes e policiais em Curitiba. O que houve foi uma carga militar, planejada pelo comando da PM, com autorização do governador, contra professores e outros funcionários públicos, transeuntes, curiosos e até contra pais e mães que haviam sido chamados a recolher seus filhos numa escola infantil.

O número de feridos passa das duas centenas, e o total apresentado pelos jornais é subestimado, pelo simples fato de que muitos dos atingidos por balas de borracha, golpes de cassetete e fragmentos de bombas de efeito moral preferiram ir para suas casas ou se reunir na sede de entidades sindicais após o ataque. Apesar da evidente tentativa de relativizar a violência policial nos títulos e destaques das reportagens, as narrativas dos jornais não podem esconder que a responsabilidade pela ação violenta é do governador, e as últimas notícias dão conta de que o risco político de uma desaprovação geral pode causar a demissão do secretário da Segurança Pública ou do comandante da Polícia Militar.

O “curitibaço” e a Cracolândia

Também houve um distúrbio em São Paulo na mesma data, durante ação de cadastramento de usuários de drogas que se reúnem no local conhecido como Cracolândia.

Os dois principais jornais paulistas destacam os dois eventos na primeira página, sendo que a Folha de S. Paulo usa imagens de Curitiba e de São Paulo para ilustrar sua fachada. No entanto, são dois contextos absolutamente distintos, e a única ligação entre eles – uma operação policial – nem de longe pode ser considerada como uma circunstância comum.

Em São Paulo, uma atividade corriqueira que tenta resgatar viciados das ruas oferecendo-lhes treinamento e trabalhos remunerados de zeladoria, descambou para o descontrole quando, durante uma ação para retirar barracas e limpar as calçadas, um estrondo de origem não identificada provocou uma correria. Policiais que patrulham a região foram atacados por um grupo de drogados e um deles disparou para o chão. Fragmentos do projétil feriram dois moradores de rua. A tropa de choque foi chamada a intervir para conter o tumulto que se seguiu.

A operação “De Braços Abertos”, realizada pela prefeitura de São Paulo com apoio da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana, enfrenta a resistência de traficantes, que ameaçam os servidores públicos, e, eventualmente, sofre a oposição de autoridades policiais que não acreditam na eficiência do programa. O estado de tensão na região é permanente, como foi relatado por este observador no dia 30 de março (ver aqui), após uma visita à Cracolândia e conversas com funcionários que atuam na área de saúde pública.

Os incidentes de Curitiba são de outra natureza, e refletem a incapacidade do governo do Paraná de lidar com o direito dos professores e outros servidores públicos de levar às ruas seu descontentamento com o salário e outras questões de seu contrato com o Estado. Por trás desse desentendimento ruge o radicalismo político insuflado pela mídia diariamente.

Também os professores da rede estadual de ensino de São Paulo realizam uma greve parcial há 45 dias. No caso paulista, a versão oficial, que desconhece o movimento (ver aqui), é desmentida por uma sucessão de atos públicos na região metropolitana da capital e em cidades do interior. O leitor de jornais só conhece essa versão oficial.

domingo, 3 de maio de 2015

Íntegra - Discurso da Presidenta Dilma no 3° Festival da Juventude Rural da CONTAG

Dilma reúne Ministros e Centrais Sindicais - Veja a fala da Presidenta no Encontro

Pronunciamento da presidenta Dilma no 1º de Maio: Diálogo, Terceirização e Defesa da Política de Valorzação do Salário Mínimo - Blog do Planalto




O 1º de Maio e a brutal repressão da polícia contra os professores - Portal Vermelho

O 1º de Maio e a brutal repressão da polícia contra os professores - Portal Vermelho

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"As notícias deste primeiro de maio se traduzem agora nas greves dos professores. Do Paraná, vem a brutal repressão da polícia contra os professores. Ali, a pedagogia que está vencendo são bombas, espancamentos e balas de borracha. 213 feridos e gritos de hurra no palácio em Curitiba", esse foi o tom da coluna Prosa, Poedia e Política, tocada pelo jornalista e escritor Urariano Mota.

Da Rádio Vermelho


Durante sua reflexão ele lembrou que em outros estados a situação é a mesma. "Em Pernambuco, não é diferente. O governador, durante a campanha, prometeu um aumento de 100% para os professores. Isso mesmo: 100%. Mas agora, no governo, diante da greve dos mestres pernambucanos, fala que tudo mudou. Os professores querem, pelo menos, a aplicação do reajuste de 13,01% referente ao Piso Nacional dos Professores para todos mestres. Projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, no dia 31 de março, prevê o reajuste para menos de 10% da categoria. Eu não sei como as pessoas prometem mundos e fundos na campanha, depois retiram o prometido, e saem com a cara mais limpa ao sol do meio-dia".




Íntegra da coluna na Rádio Vermelho

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Primeiro de Maio com Victor Jara, que vive e luta - Paulo Vinícius Silva

Às vésperas do Primeiro de Maio lutamos contra a ganância dos capitalistas que desejam destruir a CLT, retirar os direitos básicos dos trabalhadores, favorecer os patrões que dão calote e desproteger os trabalhadores que mais duro trabalham, mais sofrem acidentes, os que mais morrem.  E mais, pois também o sistema ataca a vida dos filhos dos trabalhadores, em especial se jovens negros, que são vítimas da violência do crime e do Estado, e são os que mais morrem. É a pena de morte não declarada, que agora eles querem ampliar, para colocar nas penitenciárias jovens de 16 e 17 anos. Querem por essa juventude nas penitenciárias com os maiores bandidos, e esperam que isso não tenha volta. Há motivos suficientes para lutar contra o que Eduardo Cunha representa como a liderança de uma Câmara dos Deputados que tem uma agenda de retrocesso social, antipopular, dominada pelo capital, e com uma agenda moral conservadora e antidemocrática. Nessa hora, precisamos de convicção e esperança para lutar ainda mais em defesa das conquistas do povo e do Brasil. A poesia é uma arma fundamental nessa luta.

Por isso, tão perto do Primeiro de Maio, fortaleçamo-nos conhecendo um músico que deu sua voz e sua vida pelos mais humildes. Lembremo-nos de Victor Jara, um artista comunista chileno admirável. Victor, poeta, professor, músico, compositor, homem do teatro, produtor cultural, pesquisador, militante das Juventudes Comunistas do Chile, de seu Partido.

Victor que cantava à alma e à consciência com uma doçura e verdade que impactavam profundamente. Nesse concerto gravado para uma  televisão Peruana, podemos vê-lo e ouvi-lo, ver o sorriso, ouvir o violão, a prosa e as palavras que Victor tão doce e real pronuncia.

Victor que foi perseguido pelo que compunha e cantava e tocava. Victor que foi preso no Estádio Nacional com milhares de outras pessoas que apoiavam o governo de Allende, deposto pelo General Pinochet à custa de guerra econômica, conspiração e até bombardeio do Palácio de la Moneda, e a morte de Allende, tudo a mando dos EUA. Muitos milhares de mortos e torturados.
Mas antes do bombardeio aéreo ao palácio de la Moneda, outro o precedeu, o bombardeio midiático, a campanha incessante de desestabilização que o povo resistia com as canções de Victor que, de tão bonitas, atraíram o ódio criminoso e cruel da ditadura.

Pinochet e a direita não perdoaram jamais as verdades que Victos dizia cantando, com toda aquela doçura, com aquela luz que descortina ante nosso olhar a dura realidade de vida, e o herói e a heroína
cotidiano, o trabalhador, a trabalhadora. Eles transparecem em sua beleza e sofrimento, ouvindo-o
é possível sentir a identidade desse artista com a gente mais simples e seus padeceres e a contribuição
gigantesca que dão, pois são os trabalhadores e as trabalhadoras  que fazem a roda da vida girar, porque produzem tudo o que existe ao nosso redor. É a classe trabalhadora a classe produtiva. E esse olhar próximo do artista e de seu povo, dá a voz a páginas incríveis do cancioneiro popular e da
canção latinoamericana.

Victor era "apenas" uma pessoa, mas não estava sozinho, e essa é uma razão fundamental de sua grandeza artística. Seu canto e músicas tinham a a humanidade como alicerce, a justiça, a beleza e o olhar com os olhos do povo, de seu interesse, de sua verdade, de seu projeto. E isso, essas multidões que tinha atrás de si amedrontavam, porque diferente da bala, o canto de Victor não tinha fim, reproduzia-se como chama no mato seco, abrindo até hoje os olhos das pessoas. Victor cantava a vida, a luta, os padeceres e a beleza da classe trabalhadora.

O camponês, o operário, a luta, o acidente de trabalho, a dureza do trabalho, o amor. Sobretudo o amor, como ele mesmo declara durante o concerto, o amor de um homem por uma mulher, de um homem por um homem, do amor à humanidade. Assim ele explica como fez Te recuerdo Amanda. Trata do amor entre dois operários, Manuel e Amanda, dois simples trabalhadores, que ele retrata nos cinco minutos em que eles se encontravam, quando ele ia receber a marmita, apenas em cinco minutos vemos o carinho e a ternura do amor entre esses dois personagens que simbolizam todas as pessoas que lutam a vida dura e que amam.

Por isso o prenderam, torturaram e mataram com 33 tiros, tamanho era o ódio que o regime de Pinochet teve contra Victor e a Unidade Popular.  Ouçamo-lo, aproveitemos a oportunidade da beleza e da verdade dessas canções da luta do povo. Por mais de uma hora estejamos com ele, para entender seu enorme talento, e para perceber o papel transcendente que tem a consciência para tocar o coração e a mente das pessoas, unindo-as num poder transformador irrefreável, o poder do povo unido, invencível. Por isso, longe de tristeza, lembremo-nos de que o povo unido jamais será vencido!

Nesses minutos do programa na Panamericana Televisión de Lima, Perú, el 17 de julio de 1973, Victor  e sua arte mostram-nos porque ele segue tão vivo no coração das pessoas. Victor vive.




Vitória do Vietnã contra os EUA completa 40 anos - Portal Vermelho

Homenagem: Victor Jara canta El Derecho de Vivir en Paz, em homenagem a Ho Chi Mihn,

tratado tanto tempo como "bandido" pelos imperialistas, e que ele ironiza.






Vitória do Vietnã contra os EUA completa 40 anos - Portal Vermelho

Há exatos 40 anos chegava ao fim uma das principais guerras imperialistas do século passado. Em 30 de abril de 1975, os vietnamitas finalmente colocavam um ponto final na guerra de ocupação contra seu país e impunham aos EUA uma derrota histórica marcante e que abriu caminho para outros enfrentamentos anti-imperialistas.











Com a reputação arranhada, - não apenas por perderem uma guerra pela primeira vez, mas também pelas técnicas desumanas que utilizaram, em vão, para conseguir dominar a nação asiática – os estadunidenses foram derrotados e saíram às pressas de Saigon.



A maior potência bélica do mundo gastou mais de 200 bilhões de dólares e chegou a enviar 550 mil soldados para a Guerra do Vietnã.



Com boa parte da opinião pública internacional contrária ao conflito e com grande parte dos norte-americanos considerando a morte de seus compatriotas totalmente sem sentido, o então presidente do país, Richard Nixon, foi obrigado a bater em retirada e seus planos de combate ao comunismo na região, foram derrotados. A agressão, que foi o método utilizado para viabilizar estes planos, provocou a morte de mais de 1 milhão de vietnamitas e de 60 mil estadunidenses.



Com a vitória, o Vietnã encerrou um longo período de ingerência belicista em seu território. Embora os combates tenham se iniciado por volta de 1957, os vietnamitas já vinham sofrendo, há décadas, com os desmandos de potências ocidentais. Em 1883 a região, na época conhecida como Indochina (Vietnã, Laos e Camboja), caiu sob domínio do colonialismo francês. Esta exploração foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, quando, entre 1941 e 1945, o Japão assumiu o papel de subjugar a população local em prol de interesses próprios. O fim da beligerância global deu a falsa impressão aos franceses de que poderiam seguir com seu domínio. Esse ledo engano deu origem à Guerra da Indochina, embrião da Guerra do Vietnã.



Quando em 1954, influenciados pela busca por soberania e liberdade, os vietnamitas conseguiram se livrar da França, viram o país ser dividido na Conferência de Genebra. O Norte, liderado pelo histórico líder comunista Ho Chi Minh e o Sul sob a influência capitalista dos EUA, mais um dos muitos efeitos da Guerra Fria.



A proposta inicial previa que dois anos depois, em 1956, eleições fossem realizadas e o país fosse reunificado. No entanto, influenciado pelos estadunidenses, o governo da região Sul descumpriu o acordo, dando origem a uma série de combates.



A ideia norte-americana, em especial de Robert McNamara, secretário de Defesa dos Estados Unidos durante os governos de John Kennedy (1961 – 1963) e Lyndon Johnson (1963 – 1969), era de que se os comunistas vencessem as eleições no Vietnã, logo o comunismo tomaria forma em toda a Ásia, o que era inadmissível na estratégia estadunidense e justificava, para eles, uma guerra destas proporções.



No início da década de 1960, percebendo que apenas dinheiro e armamento não seriam suficientes para que a região Sul vencesse os conflitos internos, os EUA intensificaram o envio de soldados, os bombardeios ao lado Norte e até passaram a utilizar armas químicas, cujo efeito devastador é sentido até hoje no Vietnã.



Nada disso foi suficiente. Os bravos vietcongs, como ficaram conhecidos os combatentes vietnamitas, conseguiram libertar o país, mesmo com menor poderio bélico, utilizando técnicas de guerrilha. Depois de encurralar as forças estadunidenses e da fuga de seus aliados do Vietnã do Sul, organizaram uma grande ofensiva, marcharam em Saigon e rebatizaram a cidade para Ho Chi Minh. Um ano depois, finalmente, a nação foi reunificada, transformando-se (e mantendo até hoje) em um país socialista.



Da redação do Portal Vermelho

No Dia do Trabalhador, UJS intensifica a luta em defesa da Juventude - Portal Vermelho

No Dia do Trabalhador, UJS intensifica a luta em defesa da Juventude - Portal Vermelho

A UJS vem mobilizando toda sua militância para os grandes atos que acontecerão em todo o Brasil em função do Dia do Trabalhador, na próxima sexta-feira (1º/5). Este ano a entidade aproveita a data para intensificar a luta em defesa da juventude trabalhadora que será diretamente atingida pelo Projeto de Lei que permite a terceirização irrestrita do trabalho. 



De acordo com o secretário de Comunicação da UJS, Anderson Bahia, o objetivo da entidade este ano é fortalecer a bandeira contra o PL da terceirização. “Essa é uma medida que afeta diretamente a juventude por se tratar de uma parcela da população que ainda não está consolidada no mercado de trabalho e facilmente serve para este método de rotatividade”, afirma.

Além de se somar à luta das centrais sindicais para garantir os direitos trabalhistas já conquistados, a UJS também vai fortalecer a luta em defesa de uma Reforma Política democrática que contemple o fim do financiamento privado de campanha.

“Nossa militância vai colher assinaturas para o projeto da Reforma Política, vamos aproveitar os grandes atos para conversar com a população e esclarecer o assunto”, explicou Anderson.

Fala Juventude 

Recentemente a UJS lançou um novo mecanismo para movimentar as redes sociais, trata-se da série “Fala Juventude”. Consiste na elaboração de vídeos curtos, enviados pela militância, para o fortalecimento da luta de ideias.

O primeiro vídeo traz o diretor de Jovens Trabalhadores da UJS, conhecido com Professor Carlão. Além de jovem e militante socialista, Carlos Eduardo é professor da rede estadual de ensino de São Paulo, que está em greve.

No vídeo, o Professor Carlão convoca os jovens trabalhadores a participarem dos atos em suas cidades em todo o Brasil para fortalecer a luta em defesa dos direitos trabalhistas. “Procure na sua cidade um evento do ‘1º de maio’ e vamos à luta pelos direitos dos trabalhadores, por um Brasil melhor, mais justo e soberano”, diz.

Assista ao vídeo Fala Juventude: 




Do Portal Vermelho,
Mariana Serafini

Conferência Nacional do PCdoB será realizada de 29 a 31 de maio em SP - Portal Vermelho

Conferência Nacional do PCdoB será realizada de 29 a 31 de maio em SP - Portal Vermelho

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) está vivenciando um momento de rico debate em torno da situação política nacional com o coletivo partidário em todo o país. Este processo culminará na 10ª Conferência, que será realizada entre os dias 29 a 31 de maio, no auditório da Unip, na capital paulista.



Conferência Nacional do PCdoB será realizada de 29 a 31 de maio em SPConferência Nacional do PCdoB será realizada de 29 a 31 de maio em SP
Examinando a crise política nacional em curso, os comunistas estão propondo noProjeto de Resolução, a construção de uma “frente ampla em defesa do Brasil, do desenvolvimento e da democracia” e ainda o rechaçamento do golpismo da direita, “desmascarando a pregação de um impeachment” contra a presidenta da República, reeleita democraticamente nas eleições de 2014.

Para impulsionar essa contraofensiva, o documento em debate propõe ainda “a retomada da iniciativa política a ser empreendida pelas forças democráticas e progressistas em torno de bandeiras unificadoras”, com a tarefa central de “rechaçar o golpismo, de defender o mandato da presidenta e de conquistar a estabilidade do governo”.

Com este intuito, as principais bandeiras defendidas pelos comunistas são: a defesa da Petrobras e da engenharia nacional, a retomada do crescimento da economia, a garantia dos direitos trabalhistas e sociais; o combate à corrupção com o fim do financiamento empresarial das campanhas, entre outras.

No debate orgânico do partido, a resolução política trata da efetivação das linhas de construção partidária e da sucessão da presidência nacional do partido, abalizada no 13º Congresso Nacional do PCdoB, realizado no fim de 2013.

Detalhamento
A secretaria nacional de Organização do PCdoB divulgou nesta segunda-feira (27) informações para os comitês estaduais agilizarem a eleição dos delegados que irão participar da conferência e ressaltou que as emendas e os nomes dos participantes deverão ser enviados até dia 20 de maio para o endereço eletrônico comitecentral@pcdob.org.br.

A conferência terá inicio às 15 horas da sexta-feira (29), no auditório da Unip - Campus Bacelar - , localizada à Rua Doutor Bacelar, 1212, Vila Clementino, São Paulo-SP. O credenciamento será realizado a partir das 13 horas do dia 29, na Unip.

Do Portal Vermelho



Download Projeto de Resolução da 10ª Conferência Nacional do PCdoB

Adalberto Cardoso: Impeachment hoje serve a corruptores e corruptos - Portal Vermelho

Adalberto Cardoso: Impeachment hoje serve a corruptores e corruptos - Portal Vermelho

A campanha pelo impeachment contra a Dilma Rousseff é encabeçada por aqueles que temem a ampliação de investigações de atos de corrupção no últimos anos, em especial a Operação Lava Jato. A afirmação do do sociólogo Adalberto Cardoso.



Adalberto Cardoso é diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UFRJAdalberto Cardoso é diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UFRJ
Segundo ele, o impeachment encampado pelo PSDB e outras siglas da oposição, interessa somente às grandes companhias de petroleo, aos agentes nacionais que têm a ganhar com a saída da Petrobras da exploração de petroleo.

“A Lava Jato está mexendo com profundos interesses empresariais e políticos. Aqueles que estão clamando pelo impeachment estão querendo impedir que essa limpeza continue. O impeachment hoje serve aos corruptores e aos corruptos”, avalia Adalberto Cardoso, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada neste domingo (26).

Para ele, um possível impeachment atenderia aos interesses de grandes empresários interessados na Petrobras. “O impeachment interessa às forças que querem mudanças na Petrobras: grandes companhias de petróleo, agentes nacionais que têm a ganhar com a saída da Petrobras da exploração de petróleo”, alerta.

O sociólogo, autor de dez livros, critica a atuação do juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro. "Só petista ou próximo ao PT vai para cadeia. Há uma profunda revisão do que é o nosso capitalismo e o agente desse processo é o governo. Nenhum outro governo jamais fez isso. Está agindo sobre o coração do capitalismo brasileiro, que é inteiramente corrupto. É essa imbricação entre o público e o privado que está sendo desvendada hoje. Infelizmente, pelo viés antigovernista dos agentes da PF, não se investigou nada da época do FHC. Sergio Moro é um juiz ligado de muitas maneiras ao PSDB. Sua esposa é assessora do PSDB. Por um viés da radicalização política, está se colocando na cadeia membros do PT. Esse processo vai ter um impacto de longo prazo no partido", afirmou.

Terceirização

Sobre a aprovação pela Câmara do projeto que amplia a terceirização de trabalhadores, Alberto Cardoso diz que metade da Câmara é composta por empresários, que apoiam o projeto e têm muito a ganhar com ele, sem exceção. "Ele precariza as relações de trabalho e gera redução de custos. Vai haver uma pressão muito grande por parte do lobby empresarial e financeiro. Mas haverá também povo na rua fazendo barulho. Político preocupado com sua sobrevivência ouve a rua. Político preocupado com sua reeleição ouve quem paga a campanha. Isso vai criar uma tensão séria no Congresso", afirmou.

Cardoso classificou como um "suicídio político" para qualquer partido apoiar o projeto. "No caso do PMDB é mais grave porque ele foi o patrono da Constituição de 1988. O projeto da terceirização é um tiro no peito da Constituição de 88, pois destrói direitos sociais e do trabalho no Brasil. O custo para os partidos será muito alto se isso passar e isso foi percebido. Paulo Pereira da Silva deu um tiro na cabeça com esse projeto", afirmou.

Fonte: Brasil 247



Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) reprime e massacra professores - Portal Vermelho

Richa faz de Curitiba uma praça de guerra: vários professores feridos - Portal Vermelho

Houve novamente confronto e violência policial contra manifestantes em frente à Assembleia Legislativa do Paraná nesta quarta-feira (29). A batalha começou por volta das 15 horas, no Centro Cívico, em Curitiba, quando os deputados estaduais começaram a sessão para votar, em regime de urgência, o projeto do governador Beto Richa (PSDB) que confisca a poupança previdenciária dos servidores públicos estaduais.



Fotos: Everson Bressan/SMCS e Maurilio Cheli/ SMCSFotos: Everson Bressan/SMCS e Maurilio Cheli/ SMCS
Como ocorreu no dia anterior, durante a manifestação desta quarta-feira (29), os professores da rede de ensino estadual foram reprimidos com um forte aparato policial que usou bombas de efeito moral, spray de pimenta, balas de borracha e gás lacrimogêneo para conter a manifestação. O Centro Cívico se tornou uma praça de guerra, cercado pela tropa de choque da Polícia Militar e com vários feridos.



Os gases produzidos pelas bombas jogadas pela PM, em frente à Assembleia, prejudicaram o andamento dos trabalhos da Casa, que teve de paralisar o debate do projeto. Poucos minutos depois, mesmo com o barulho de bombas e gritos do lado de fora, a sessão foi retomada.



Segundo a guarda municipal, pelo menos 100 pessoas ficaram feridas, entre elas, 42 precisaram de atendimento médico. Ainda não há informações sobre o quadro de saúde dos feridos. Nas redes sociais há muita troca de informações desencontradas, inclusive sobre uma possível morte de um manifestante, mas nada ainda confirmado por autoridades.



Na segunda-feira (27) foi aprovada, em primeiro turno, as mudanças previdenciárias dos servidores, em uma sessão que teve 31 votos favoráveis e 20 contrários.

O projeto de lei muda a fonte de pagamento de mais de 30 mil beneficiários para o Fundo Previdenciário e divide com os servidores o pagamento das aposentadorias, já que o fundo é composto por recursos do Executivo e do funcionalismo.

Mais imagens do confronto estão disponíveis em Fotos Públicas.

Do Portal Vermelho, com agências

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Hoje 29/04, às 19h00 - Sarau do Trabalhador na CTB-DF - A oficina de canções da luta - Paulo Vinícius

Hoje, 4ª. feira (29/04) às 19h00
Sarau do Trabalhador(a), música e poesia na CTB 
(SRTVS 701, BL I, LT 19, SL 7 Ed. Palácio da Imprensa - Brasilia-DF.)

Eu estou organizando essa atividade pela Secretaria de Formação da CTB DF.
Será um sarau, mas também oportunidade de conhecer músicas fundamentais dos trabalhadores,
compostas por artistas do povo e cantadas por multidões, e que é dever de todo sindicalista
classista conhecer. Mais que um dever, é um prazer, são lindas.

Chamei alguns amigos, também estudantes e sindicalistas, parte das comemorações do Dia Internacional dos Trabalhadores, o Primeiro de Maio.

Como minha parte, na parte da oficina, debaterei as seguintes canções que homenageiam os trabalhadores:
- A Internacional;
- El pueblo unido jamás sera vencido;
- Construção;
- Quando tenga la tierra.

A história, o contexto e a canção no original e sua letra.

Haverá amigos queridos, gente que gosta de um violão e uma música, e quer dizer ou ouvir un verso. Apareça (um vinho cai bem


A Internacional

Letra Eugène Pottier, 1871
Composição Pierre De Geyter, 1888


C                  F
De pé, ó vítimas da fome
G               C
De pé, famélicos da Terra

C                 F
Da ideia a chama já consome
     G            C
A crosta bruta que a soterra

G
Cortai o mal bem pelo fundo
     A              B
De pé, de pé! Não mais senhores!
G                 C

Se nada somos em tal mundo
   D           G
Sejamos tudo ó produtores!

III. Coro.

   C         F
Bem unidos façamos
     G       C
 Nessa luta final,
    C        G
Uma terra sem amos

F      D     G
A Internacional!
    C        F
Bem unidos façamos
     G       C
Nessa luta final,
    C         G
Uma terra sem amos
C      G     C
A Internacional!


C                         F
Senhores patrões chefes supremos
G                   C
Nada esperamos de nenhum
C                      F
Sejamos nós que conquistemos
G                   C
A terra mãe livre comum

G
Para não ter protestos vãos
  A                B
Para sair deste antro estreito
G                     C
Façamos com nossas mãos
   D                  G
Tudo o que a nós nos diz respeito.


Refrão

C                         F
O crime do rico a lei o cobre
G                     C
O Estado esmaga o oprimido
C                      F
Não há direito para o pobre
G                   C
Ao rico tudo é permitido.

G
À opressão não mais sujeitos
   A             B
Somos iguais todos os seres
G                      C
Não mais deveres sem direitos
      D             G
Não mais direitos sem deveres

Refrão


C                  F
Abomináveis na grandeza
G                       C
Os reis da mina e da fornalha
C            F
Edificaram a riqueza
    G              C
Sobre o suor de quem trabalha.
G

Todo o produto de quem sua
   A          B
A corja rica o recolheu
G                   C
Querendo que ela o restitua
  D              G
O povo só quer o que é seu.

Refrão

C                       F

Nós fomos de fumo embriagados
G                      C
Paz entre nós guerra aos senhores
C                 F
Façamos greve de soldados
    G           C
Somos irmãos trabalhadores.
 G
Se a corja vil cheia de galas

   A            B
Nos quer à força canibais
G                   C
Logo verá que nossas balas
    D            G
São para os nossos generais

Refrão

C                       F
Pois somos do povo os ativos

G                      C
Trabalhador forte e fecundo
C                       F
Pertence a terra aos produtivos
  G           C
Ó parasita deixa o mundo!
G
Ó parasita que te nutres
   A            B

Do nosso sangue a gotejar
G                   C
Se nos faltarem os abutres
    D            G
Não deixa o sol de fulgurar










El pueblo unido jamas sera vencido! - La Cuerda Net
ÁlbumEl pueblo unido jamás será vencido
Publicación1973 (en vivo) 1974 (en estudio)
Grabación1973
GéneroCanción protesta Nueva Canción Chilena
Escritor(es)Sergio OrtegaQuilapayún



LAm       DO      REm      MI7
El pueblo unido jamas sera vencido!
  LAm      DO       REm     MI7
De pie cantar que vamos a triunfar
  LAm     DO      REm     MI7
avanzan ya banderas de unidad
  REm  SOL7       DO        LAm    REm  MI7
y tu vendras marchando junto a mi y asi veras
    LAm           LA7     REm
tu canto y tu bandera florecer
  SOL7        DO         LAm
la luz de un rojo amanacer
    REm    MI7     LAm    MI7
annuncia ya la vida que vendra

 LAm        DO         REm             MI7
De pie marciar que el pueblo va a triunfar
 LAm  DO      REm        MI7
sera mejor la vida que vendra,
    REm  SOL7  DO         LAm
a conquistar nuestra felicidad
    REm      MI7      LAm  LA7           REm
y en un clamor mil voces de combate se alzaran
SOL7  DO             LAm
diran cancion de libertad,
   REm  MI7           MI7 LAm
con decision la Patria vencera

REm                            SI7
Y ahora el pueblo que se alza en la lucha
     LAm         MI-7       MI7
con voz de gigante gritando: adelante!

El pueblo unido jamas sera vencido!
El pueblo unido jamas sera vencido!
La Patria sta forjandola unidad,
de norte a sur se movilizarà
desde el salar ardiente y mineral
al bosque austral, unidos en la luche y el trabajo iran
la Patria cubriran, su paso ya anuncia el porvenir

De pie cantar que el pueblo va a triunfar
miliones ya imponen la verdad,
de acero son, ardiente batallon
sus manos van llevando la justicia y la razon mujer
con fuego y con valor ya estas aqui junto al trabajador


Cuando tenga la tierra
AUTOR: A. Petrocelli, Daniel Toro
ALBUM: Recital (1972)

       Bm
Cuando tenga la tierra sembraré las palabras

que mi padre Martín Fierro puso al viento,

cuando tenga la tierra la tendrán los que luchan
E   Bm         E   Bm        E   Bm
los maestros, los hacheros, los obreros.


                 D
Cuando tenga la tierra
              E            D
te lo juro semilla que la vida
                                        E
será un dulce racimo y en el mar de las uvas
        F#         Bm   A   Bm
nuestro vino, cantaré, cantaré.


Bm
Cuando tenga la tierra le daré a las estrellas

astronautas de trigales, luna nueva,

cuando tenga la tierra formaré con los grillos
E     Bm      E     Bm     E       Bm
una orquesta donde canten los que piensan.


                 D
Cuando tenga la tierra
              E            D
te lo juro semilla que la vida
                                        E
será un dulce racimo y en el mar de las uvas
        F#         Bm   A   Bm
nuestro vino, cantaré, cantaré.

HABLADO:

'Campesino, cuando tenga la tierra

sucederá en el mundo el corazón de mi mundo

desde atrás de todo el olvido secaré con mis lágrimas

todo el horror de la lástima y por fin te veré,

campesino, campesino, campesino, campesino,

dueño de mirar la noche en que nos acostamos para hacer los hijos,

campesino, cuando tenga la tierra

le pondré la luna en el bolsillo y saldré a pasear

con los árboles y el silencio

y los hombres y las mujeres conmigo'.


     Bm    A   D       Bm   A   D
Cantaré, cantaré, cantaré, cantaré.


Chico Buarque

Construção

Tom: G
    B9-/F#

E|-----7-----|
B|-----4-----|
G|-----5-----|
D|-----4-----|
A|-----0-----|
E|-----0-----|


(intro) F#m7(b5/11)

B|9-/F#                                     Em6    Em6/B
        Amou daquela vez como se fosse a úl___tima
Em6             Em6/B                  Em6    Em6/B
   Beijou sua mulher como se fosse a úl___tima
Em6             Em6/B
   E cada filho seu  como se fosse o único
   Bb°         Am7         Am/G    F#m7(b5/11)
E atravessou a rua com seu passo tí___________mido

B|9-/F#                                     Em6     Em6/B
        Subiu a construção como se fosse má___quina
Em6              Em6/B                 Em6     Em6/B
   Ergueu no patamar  quatro paredes só___lidas
Em6             Em6/B
   Tijolo com tijolo num desenho mágico
     Bb°       Am7        Am/G      F#m7(b5/11)
Seus olhos embotados de cimento e lá___________grima

B|9-/F#                                       Am6    Am6/E
        Sentou pra descansar como se fosse sá___bado
Am6                  Am6/E                     Am6    Am6/E
   Comeu feijão com arroz como se fosse um prín___cipe
Am6            Am6/E                    F#m6
   Bebeu e soluçou  como se fosse um náu____frago
                                     F#m7(b5/11)
Dançou e gargalhou como se ouvisse mú___________sica

B|9-/F#                                       Em6    Em6/B
        E tropeçou no céu como se fosse um bê___bado
Em6             Em6/B                   Em6     Em6/B
   E flutuou no ar   como se fosse um pá___ssaro
Em6               Em6/B
   E se acabou no chão feito um pacote flácido
 Bb°        Am7       Am/G    F#m7(b5/11)
Agonizou no meio do passeio pú___________blico

B|9-/F#                                        Em6    Em6/B
        Morreu na contramão atrapalhando o trá___fego

( Em6 Em6/B Em6 Em6/B )

Em6             Em6/B                  Em6    Em6/B
   Amou daquela vez  como se fosse o úl___timo
Em6             Em6/B                 Em6    Em6/B
   Beijou sua mulher como se fosse a ú___nica
Em6             Em6/B
   E cada filho seu  como se fosse o pródigo
   Bb°         Am7         Am/G    F#m7(b5/11)
E atravessou a rua com seu passo bê___________bado

B|9-/F#                                     Em6    Em6/B
        Subiu a construção como se fosse só___lido
Em6              Em6/B                 Em6     Em6/B
   Ergueu no patamar  quatro paredes má___gicas
Em6             Em6/B
   Tijolo com tijolo  num desenho lógico
     Bb°       Am7        Am/G       F#m7(b5/11)
Seus olhos embotados de cimento e trá___________fego

B|9-/F#                                            Am6    Am6/E
        Sentou pra descansar como se fosse um prín___cipe

Am6                  Am6/E                  Am6    Am6/E
   Comeu feijão com arroz como se fosse o má___ximo
Am6            Am6/E                F#m6
   Bebeu e soluçou  como se fosse má____quina
                                      F#m7(b5/11)
Dançou e gargalhou como se fosse o pró___________ximo

B|9-/F#                                      Em6    Em6/B
        E tropeçou no céu como se ouvisse mú___sica
Em6             Em6/B                Em6    Em6/B
   E flutuou no ar   como se fosse sá___bado
Em6               Em6/B
   E se acabou no chão feito um pacote tímido
 Bb°        Am7       Am/G     F#m7(b5/11)
Agonizou no meio do passeio nau___________frago

B|9-/F#                                       Em6     Em6/B
        Morreu na contramão atrapalhando o pú___blico

( Em6 Em6/B Em6 Em6/B )

Em6             Em6/B                Em
   Amou daquela vez  como se fosse má__quina
             Em(7M)                Em7
Beijou sua mulher  como se fosse ló___gico
              Em6*                  Em(b6)
Ergueu no patamar quatro paredes flá______cidas
                 Em*                     E°
Sentou pra descansar como se fosse um pás__saro
             Am7/E                     Em6/B
E flutuou no ar   como se fosse um prín_____cipe
     Bb°       Am7             Am/G   F#m7(b5/11)
E se acabou no chão feito um pacote bê___________bado
B|9-/F#                                       Em6    Em6/B Em6 Em6/B Em6
        Morreu na contramão atrapalhando o Sá___bado

Com a wikipedia, alguns canais no youtube, o Cifra Club e o Lacuerda.net