quarta-feira, 28 de maio de 2014

ADUNB - Chapa 1 vence eleição da ADUnB

CHAPA 1 VENCE ELEIÇÃO DA ADUNB


Chapa 1 vence eleição da ADUnB


23Mai















Nos dias 21 e 22/05 foi eleita a nova diretoria da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) para a gestão 2014/2016. A posse será realizada no dia 27 de junho.
A Chapa 1 – ADUnB para os Professores - venceu a eleição com 625 votos. Já a Chapa 2- ADUnB, me representa ! -  recebeu 543 votos. Mais de cinquenta por  cento dos filiados compareceram às seções eleitorais.
Para o professor Rafael Morgado, atual presidente da instituição, a diretoria da ADUnB está muito satisfeita com o processo eleitoral. “ Tudo transcorreu dentro da normalidade, o processo foi totalmente transparente e democrático. Os professores da UnB estão de parabéns pelo espetáculo de democracia que foi esse processo eleitoral da ADUnB”, afirma  o presidente.
 Segundo o professor Vadim da Costa Arsky Filho, novo presidente da ADUnB, a eleição, em todas as etapas foi marcada pelo diálogo, por uma lisura muito grande e muito respeito entre os candidatos. “Aliás, meu respeito ao Rafael que é um rapaz brilhante e que  organizou uma competição de alto nível.   A chapa 1 acabou e agora a ADUnB é de todos os professores”, ressalta o novo presidente que ainda  pondera: ” é extremamente importante que todos saibam que as portas da nossa associação vão estar abertas e que todos venham e dialoguem.”
Notou-se durante a apuração dos votos, que ocorreu dia 23, que o clima foi de cordialidade entre os componentes e simpatizantes das chapas concorrentes.
 O professor Rafael Villas Bôas, candidato à presidência na Chapa 2, afirma que sua  chapa  se orgulha da campanha que fez. “ Pelo nível da campanha, nós estabelecemos um debate profundo e franco de ideias, com o uso intenso de novas tecnologias de comunicação.   Conseguimos também, visitar  mais de 50 colegiados e, fomos muito bem recebidos. Também ficamos muito satisfeitos pelo nível de diálogo cordial e harmônico que se manteve nos debates entre as duas chapas, na apuração. Esperamos que esse nível  se mantenha  entre os filiados no próximo biênio”, salienta o candidato.
Veja o resultado homologado da apuração da eleição para a diretoria da ADUnB – Biênio 2014-2016.

terça-feira, 27 de maio de 2014

17º Congresso da UJS - Carta de Brasilia – Amar e Mudar as Coisas

Eu sou artista e operário(a), sou estudante, esportista, eu sou de luta, sou Brasil, sou União da Juventude Socialista! Nos quatro cantos do Brasil, em cada luta dessa gente a Juventude do Araguaia sempre estará presente. (Hino da UJS)

Três mil jovens viemos nos encontrar na cidade sonho que integrou o Brasil, com o gênio de Lúcio Costa e de Niemeyer, o entusiasmo de Juscelino e o heroísmo dos candangos/as que a construíram. Vivemos o abraço, a amizade, o reencontro, para comemorar 30 anos da União da Juventude Socialista, reafirmando seus compromissos de fundação: lutar pela juventude, o Brasil, e o socialismo com a nossa cara.

É hora de dar um passo adiante, depois de 12 anos de governos com Lula e Dilma. Como previmos em 2012, ao lançar a Jornada de Lutas da Juventude Brasileira, o ano de 2013 foi disputado nas ruas. Começamos as marchas no primeiro semestre, com protestos estudantis e pacíficos apoiados por organizações estudantis, dos trabalhadores/as, feministas, pastorais, ecumênicas, o movimento negro, LGBTT, hip hop, mais de 30 organizações.

Quando explodiram as mobilizações a partir de junho, continuamos nas ruas, e nossas bandeiras justas foram incorporadas pela multidão na defesa da Educação. Daí veio o apoio de Dilma à luta pelo Pré-Sal para a Educação, enfim aprovada. É uma lição, a base orçamentária para a Reforma da Educação veio da articulação entre luta de massas e tradução em vitórias institucionais, apesar do conservadorismo desse congresso das elites. Esse é o caminho mais efetivo da luta pelas reformas. Mas, para isso é imprescindível derrotar a direita, o neoliberalismo e o passado nas eleições de 2014. Viveremos meses decisivos para o Brasil, agora.

É clara a disputa da consciência da juventude. Precisamos reforçar e politizar o protagonismo POLÍTICO da juventude, uma necessidade objetiva de nossa geração, pois sem uma direção consequente o movimento fracassa. O Brasil precisa de uma nova geração de líderes, tem muita múmia da Arena e pouco jovem no Congresso Nacional. Somos a escola da luta pelo socialismo no Brasil, pela democracia e pelos direitos da juventude. Devemos nos apresentar à nossa geração.

Por isso a UJS é alvo dos ataques da revista líder em relações espúrias e no pensamento raivoso de direita. A imprensa da Ditadura disputa a consciência da juventude brasileira. É um escândalo. O PIG quis sequestrar o protagonismo de uma geração de milhões de jovens, mas não conseguiu. As mudanças tem de acelerar para atender aos direitos negados a jovens sem escola ou trabalho, encarcerados(as), vítimas da dependência química, mal pagos, precarizados em seu trabalho, com famílias constituídas e sem perspectiva de saída da pobreza.

As razões das manifestações são um problema objetivo da realidade brasileira, incorporar a juventude ao projeto nacional de desenvolvimento, continuar a ascensão de dezenas de milhões de pessoas que ingressam na classe trabalhadora. É decisivo retomar a indústria, avançar na educação e na qualificação com uma forte política de investimento no país. Isso não pode ser feito pelo esquema da banca financeira instituído por FHC, 44% do orçamento de 2014 pago à política de taxa SELIC, câmbio e superávit primário. São operações dos títulos da dívida pública que também aumentam todos os juros no crédito! Essa herança maldita de FHC impede o Brasil de crescer. A sangria arrisca a nossa juventude ficar de fora. É preciso investir no povo, e não no cassino.

Mesmo com taxas muito mais baixas (4,9%), o desemprego atinge com mais dureza os jovens, e a baixa remuneração é tão comum quanto a exploração e a negação de direitos. A pobreza, o tratamento do Estado com a juventude é marcado por negar oportunidades, pela exclusão e a violência que nega os direitos básicos à Vida, à Democracia e ao Desenvolvimento da Juventude Brasileira. Milhões de jovens precisam ter assegurados seus direitos sociais e condições para o exercício da autonomia e emancipação.

Nos últimos doze anos começamos a reverter esse quadro, criando oportunidades educacionais para os mais pobres, com importantes vitórias: baixa dos juros do FIES, PROUNI, REUNI, novas escolas técnicas, PRONATEC, ampliação do número e da quantidade de bolsas de pós-graduação, Ciências Sem Fronteiras e o Bolsa Família, que garantiu a dezenas de milhões de crianças e adolescentes o apoio fundamental para seguir na escola e serem vacinadas.

Mesmo assim, os dados demonstram a urgência de salvar a juventude da pobreza, da escravidão da dependência e da morte. Desde a escravidão, jamais deixou de ter pena de morte para os negros e negras pobres de nosso país. Se contarmos os assassinatos das polícias por auto de resistência, eles superam todas as execuções por pena de morte no mundo!

Desse modo percebemos que o dinheiro que falta para atender as marchas de 2013 é o que sobra no bolso dos banqueiros. Por isso, temos de desenvolver o Brasil: incorporar quase 70 milhões de pessoas entre 15 e 35 anos na economia.

Para enfrentar o déficit de investimento na juventude temos de desenvolver o Brasil, integrar nosso território, valorizar nosso país latino-americano. Vivemos num mundo entre perigos e esperanças. Muda o mapa mundi, avança a China, Cuba e Venezuela seguem firmes, existe o BRICS, somos a sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas. O Brasil pode avançar ainda mais, é possível. Para fechar, queremos sim, o Hexa.

Quem torce contra o Brasil não tem o nosso apoio, nunca. Muito menos se é contra a mobilidade urbana, a construção de estádios para que os brasileiros se reúnam para celebrar o esporte e a cultura. Quem é contra a construção de metrôs, VLT, obras de infraestrutura urbana pensa o Brasil pequeno, e esconde seu interesse em querer que o país pare. Isso é coisa de banqueiro. Queremos investimentos nas cidades, em especial nas periferias.

Muitos de nós já temos filhos, emprego, casa, responsabilidades de gente adulta. Somos a juventude adolescente e a descobrir a maioridade, somos estudantes universitários e trabalhadores, somos a juventude que já tem suas próprias famílias, e famílias com as características da nossa juventude, a convicção de que "qualquer maneira de AMOR vale a pena", como diria Milton Nascimento. Para que a maternidade não seja um obstáculo ao pleno desenvolvimento das jovens mulheres, precisamos universalizar as creches em todo Brasil.

É preciso respeitar a juventude, deixá-la viva, dar-lhe o estudo e o trabalho e a cultura que a incorpore como sujeito de plenos direitos para construir um país ainda melhor. Nós cresceremos com o Brasil, queremos que o país dê certo, como Renato Russo nos perguntamos: “o que você vai ser quando você crescer?” É a pergunta de uma geração, de mais de 50 milhões de pessoas.

A luta é árdua. Além da imprensa golpista, a agiotagem nas finanças chantageia o Brasil. E para blindar o esquema tem uma maioria política claramente baseada na força da grana. Monopólios da comunicação. Sistema financeiro. Maioria eleitoral conservadora fruto do financiamento empresarial nas eleições. Essas são as maiores ameaças ao Brasil. É essa turma que temos de derrotar nas eleições de 2014!

Vivemos o período de maior inclusão social desde Getúlio Vargas, quem em 1954 deu-se um tiro no peito, deixando em sua Carta Testamento, a denúncia do imperialismo articulado com a imprensa golpista e de setores conservadores que tem medo dos poderes do povo. Tem medo da democracia. Retomar as Reformas de Base de João Goulart com o ímpeto de desenvolvimento e com a solidariedade e a inclusão são o caminho para aprofundar as mudanças e resgatar a juventude.

Só há um caminho que ajude nesses grandiosos objetivos, e é com Dilma, jovem secundarista, que lutou contra a Ditadura, presa política, torturada, mãe, que na nossa opinião deve terminar o seu ciclo, pelas grandes realizações e pelo compromisso com a maioria da Nação que saberá reconhecer.
Precisamos eleger representantes comprometidos(as), identificados(as), defensores das bandeiras do Brasil e da Juventude. A UJS tem a grande chance de se dirigir para os protagonistas das marchas de junho na eleição de 2014, falar à juventude. Nossa geração está em plena idade de estudar e trabalhar e isso é avançar para o Brasil socialista.

A juventude quer levar a alfabetização, a educação básica, seus conhecimentos, o seu trabalho, quer a dignidade de ser reconhecida como profissional, construir um Brasil melhor. Defendemos um novo e massivo programa que una as ideias do Mais Médicos e do Projeto Rondon, que conte com a parceria das prefeituras, do SUS, do MEC, mas também do MTE, da Caixa Econômica e do Banco do Brasil e as Forças Armadas numa inciativa comum que permita aos universitários e universitárias das universidades públicas, bolsistas do PROUNI e do FIES, iniciar um trabalho generoso, fixar por todo o país profissionais jovens para ajudar a nossa Nação a se desenvolver. Queremos ser chamados às grandes missões para fazer avançar a Nação Brasileira. Prestes na Coluna, Dinah e Osvaldão no Araguaia, podemos construir os sonhos que a ditadura calou e também os nossos sonhos de hoje. Somos ponte da geração de 1968 e a luta pelo desenvolvimento do Brasil.

Os(As) adolescentes e jovens infratores nas FEBEM e no sistema carcerário, precisam de uma chance, que a maioria jamais teve. Toda uma geração sofre os impactos devastadores da dependência química, em especial pelo crack vinculada à exclusão pela política de guerra às drogas. Não podemos encher prisões de usuários, de dependentes químicos, destruir a vida de uma pessoa porque consumiu maconha… A guerra às drogas provou sua inutilidade, seu gravíssimo erro de não apostar na recuperação das pessoas, estimular o mercado do tráfico e o crime organizado, abandonar a juventude quando ela precisa de mais apoio, por promover o extermínio pela estrutura judiciária e de repressão do Estado. É preciso um outro modo para enfrentar o tráfico e a dependência química das drogas legais e ilegais, e não pode ser na porrada. PAREM O EXTERMÍNIO DA JUVENTUDE NEGRA E POBRE. Queremos vida, oportunidade, uma ousada política de inclusão da juventude mais vulnerável.

Precisamos impedir a homofobia de seguir a negar não só o direito de se amar livremente, mas empurrar gays, lésbicas, transsexuais, transgêneros e travestis para a miséria, para o achincalhe público, para fora de suas famílias, para a discriminação, a perseguição e mesmo a morte violenta, e cruel. É preciso defender uma geração que sofre imensamente por ter negado o seu direito de amar e de ser quem são. AMAR E MUDAR AS COISAS NOS INTERESSA MAIS, já dizia Belchior.

É preciso fazer a Reforma Agrária com assistência técnica, serviços básicos e apoio do estado para evitar o esvaziamento do campo, impulsionando a complementariedade de distintas formas de propriedade, apoiar a fixação em todo o território nacional e a continuidade do Minha Casa Minha Vida para atingir a juventude. E os povos amazônidas tem direito ao desenvolvimento e o desafio de defender nossa Amazônia e o próprio bioma.

Lutamos, direito por direito, para construir um Brasil melhor. Unir democracia, soberania plena, desenvolvimento econômico e social, o fim da miséria, o fim do analfabetismo, a efetivação plena dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, à cultura e ao esporte. Valorizar o trabalho, que constrói a riqueza desse país, junto com o conhecimento. E precisamos estar prontos a defender-nos de qualquer poder usurpador e imperialista, defender o Pré-Sal e a Amazônia.

Por tudo isso precisamos derrotar a força da grana, a maioria conservadora e a imprensa golpista. A UJS toma para si o desafio de ser força determinante para o diálogo com a juventude para dobrar a aposta no Brasil. Dobrar com Dilma e as Novas Reformas de Base e integrar a juventude no novo projeto de desenvolvimento.

Há poucos dias chegaremos a junho novamente. Toda uma geração que foi às ruas no ano passado espera ter suas esperanças renovadas. Setores conservadores, vocalizados principalmente pelos meios de comunicação, querem instrumentalizar os anseios de avanços da juventude. Entretanto, estes representam apenas o retrocesso. É nosso dever estarmos mobilizados para apresentar um caminho de pautas avançadas que sejam capazes de contribuir para a construção do Brasil que sonhamos. Nos organizaremos em Comitês, Ocupações, Brigadas e passeatas, com a marca aguerrida da militância da UJS, em conjunto com os setores avançados, recolhendo meio milhão de assinaturas para os projetos de lei de inciativa popular da Democratização dos Meios de Comunicação e da Reforma Política Democrática. Pois somente a partir dessas reformas, novas perspectivas irão se apresentar para o povo brasileiro.

Toda Noite tem aurora, raios, toda a escuridão. Moços(as), creiamos, Não tarda a aurora da redenção. (Castro Alves)



17º Congresso da UJS - Resolução de Apoio à Reeleição da Presidenta Dilma


A UJS tá com Dilma: Para renovar a esperança, para avançar nas mudanças!
Em 2002 com a eleição do Presidente Lula se iniciou um novo ciclo na politica brasileira. Pela primeira vez na história chegou ao poder central de nosso país um operário apoiado por forças populares e democráticas. Este ciclo se consolidou com a reeleição de Lula e a eleição de Dilma trazendo significativos avanços econômicos e sociais para nosso país.
Em meio a maior crise do sistema capitalista mundial o governo da presidenta Dilma continuou gerando empregos, valorizando o salário e manteve os investimentos massivos nas politicas sociais. Com grande protagonismo da luta da UJS foi sancionado o Estatuto da Juventude e aprovada a lei que destinou os royalties e o Fundo Social do Pré-Sal para educação do petróleo para educação. Foi nesse período, também, que foi lançando o maior programa de educação profissionalizante da história do país , o PRONATEC, e o maior programa de bolsas de ensino superior no exterior além de destravar importantes investimentos nas áreas e infraestrutura urbana e energética e manter todas politicas exitosas dos governos Lula.

Este ano é um ano crucial para a história do país. O povo vai as urnas decidir entre o avanço ou retrocesso, entre o projeto que desenvolveu o Brasil e ascendeu socialmente os mais pobres ou o projeto que aprofundou as desigualdades socais e privatizou estratégicos setores da economia Brasileira. A UJS está com Dilma para impedir o retrocesso que esta elite entreguista quer voltar a impor ao país e, principalmente, iniciar um novo ciclo de crescimento econômico e social. Queremos que esse novo Brasil se desvencilhe de vez das velhas oligarquias que tentam impedir os avanços. No Maranhão e no Amapá seremos a juventude que irá derrotar o Sarney, que há meio século coloca o povo maranhense em um profundo atraso. Queremos um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento com transformações estruturais na política, na economia, na educação, na saúde, de delimitar o poder da ação da mídia e do capital financeiro. Acreditamos que só com Dilma isso será possível
Os setores conservadores vão “jogar pesado” para voltar ao poder central deste país. A UJS, durante essa batalha eleitoral, será peça fundamental na mobilização dos jovens para pautar mais transformações com Dilma. Por isso, cada Núcleo da UJS deve ser também um Comitê de campanha para que toda a nossa militância esteja envolvida nesse processo também importante no nosso país.


 Vamos todos/as com Dilma avançar nas transformações do país!

Dilma e a Juventude, a renovação da esperança - Portal Vermelho

Dilma e a Juventude, a renovação da esperança - Portal Vermelho

O grande fato político da semana passada, marcada por greves, manifestações, novas arbitrariedades contra os condenados na Ação Penal 470 e a intensificação das articulações de apoios partidários para o pleito presidencial, foi, sem sombra de dúvida, a presença da presidenta Dilma Rousseff no 17º Congresso Nacional da União da Juventude Socialista, no último sábado (24). 

Dilma teve uma acolhida calorosa e correspondeu com uma participação vibrante no ato político sugestivamente denominado “Amar e Mudar as Coisas para o Brasil Avançar”, durante o qual a principal organização juvenil de massas do país proclamou apoio à sua candidatura à reeleição, com uma plataforma de reivindicações e lutas correspondentes às aspirações mais sentidas da juventude brasileira. 

O apoio da UJS a Dilma foi uma decisão do 17º Congresso da entidade coerente com a trajetória que percorre desde o governo Lula, que abriu nova etapa política, compreendida pelos jovens socialistas como a superação de um ciclo histórico de desigualdade e injustiça. O congresso “Amar e Mudar as Coisas” concluiu que nos últimos 12 anos o Brasil tem vivido grandes avanços, especialmente para a juventude, com a implementação de políticas educacionais inovadoras e inclusivas, que propiciaram o ingresso de milhões de brasileiros à universidade. Destacam-se entre essas políticas o Prouni, o Reuni, a reserva de vagas, a ampliação dos IFETS, o Pronatec e a aprovação da lei que destina os royalties do petróleo para o ensino público. A UJS comemorou também a aprovação do Estatuto da Juventude e as políticas de cultura, de esporte e de direitos humanos.

“A UJS estará ao seu lado nos 27 estados do país. Aqui temos uma militância guerreira, incansável, que defenderá o nosso projeto nas ruas. Sempre que houver uma bandeira da UJS, ali estará um jovem abnegado, dedicado à luta por esse Brasil que estamos construindo juntos. Por isso, para enfrentar os poderosos, os interesses das elites financeiras, o oligopólio da mídia, as forças que impedem o avanço do Brasil, eu quero dizer: Conte conosco, presidenta! A nossa juventude está presente! A nossa juventude não falha!”, acentuou o presidente da entidade, André Tokarski, cujo mandato se encerrava naquele congresso. 

Mais do que a emoção do momento, as palavras do líder da UJS introduziam um fator novo na luta política e eleitoral – a mobilização de setores organizados, politizados, representativos de contingentes numerosos, portadores de uma mensagem clara, intérpretes de densas reivindicações. Um evidente desmentido de que a partir das manifestações de junho do ano passado, as organizações de massas politizadas perderam espaço e razão de ser. 

O congresso “Amar e Mudar as Coisas” teve significado político e incide no cenário eleitoral na medida em que foi mais um momento em que a presidenta Dilma Rousseff mantém a ofensiva que retomou a partir da celebração do 1º de Maio. Dilma sinalizou para os jovens socialistas uma das prioridades da sua campanha à reeleição – a Reforma Política. A mandatária mostrou-se convicta de que para isso é indispensável a participação popular. 

Numa demonstração de que está preparada para o embate político, Dilma não poupou seus adversários, ao dizer que “mesmo aqueles que já nasceram velhos”, vão se dizer empenhados de corpo e alma na luta dos jovens por um espaço no presente e um lugar no futuro. “Mas é sempre bom perguntar onde esses se encontravam todos esses anos, quando nós começamos a mudar o Brasil, trabalhando ao lado daqueles que vinham sendo abandonados há tanto tempo?”, questionou Dilma Rousseff, para demonstrar que o seu governo e o do ex-presidente Lula priorizaram a educação no processo de desenvolvimento do país, com todos os programas sociais e políticas públicas ligados ao setor. 

Desenvolta num ambiente de luta e espírito patriótico, Dilma defendeu a realização da Copa do Mundo no Brasil, respondendo àqueles que usam a fama adquirida nos campos de futebol para fazer propaganda negativa contra o país: “Não temos do que nos envergonhar e não temos complexo de vira-lata. Sei que vocês estão engajados na defesa da nossa Copa. Vamos mostrar a melhor Copa de todos os tempos".

A participação da presidenta Dilma no Congresso da UJS é uma indicação importante sobre como encarar o sentimento de mudança detectado nas sondagens de opinião pública, mal interpretado por analistas que consideram esse sentimento como algo contrário à reeleição, quando o justo enfoque é considerar que o que se quer é uma continuidade com mudança ou uma mudança com continuidade, como assinalou João Santana, coordenador de comunicação da campanha de Dilma, durante encontro nacional de comunicação do PCdoB, realizado no sábado (24). 

O encontro de Dilma Rousseff com a juventude é carregado do simbolismo e da emoção característicos de uma campanha eleitoral e da luta política das forças progressistas, cujas armas são o futuro e a esperança, com foco em bandeiras caras para a sociedade como a realização das reformas estruturais democráticas, destacadamente a reforma política.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Dilma e a Juventude, a renovação da esperança - Portal Vermelho

Dilma e a Juventude, a renovação da esperança - Portal Vermelho

O grande fato político da semana passada, marcada por greves, manifestações, novas arbitrariedades contra os condenados na Ação Penal 470 e a intensificação das articulações de apoios partidários para o pleito presidencial, foi, sem sombra de dúvida, a presença da presidenta Dilma Rousseff no 17º Congresso Nacional da União da Juventude Socialista, no último sábado (24). 

Dilma teve uma acolhida calorosa e correspondeu com uma participação vibrante no ato político sugestivamente denominado “Amar e Mudar as Coisas para o Brasil Avançar”, durante o qual a principal organização juvenil de massas do país proclamou apoio à sua candidatura à reeleição, com uma plataforma de reivindicações e lutas correspondentes às aspirações mais sentidas da juventude brasileira. 

O apoio da UJS a Dilma foi uma decisão do 17º Congresso da entidade coerente com a trajetória que percorre desde o governo Lula, que abriu nova etapa política, compreendida pelos jovens socialistas como a superação de um ciclo histórico de desigualdade e injustiça. O congresso “Amar e Mudar as Coisas” concluiu que nos últimos 12 anos o Brasil tem vivido grandes avanços, especialmente para a juventude, com a implementação de políticas educacionais inovadoras e inclusivas, que propiciaram o ingresso de milhões de brasileiros à universidade. Destacam-se entre essas políticas o Prouni, o Reuni, a reserva de vagas, a ampliação dos IFETS, o Pronatec e a aprovação da lei que destina os royalties do petróleo para o ensino público. A UJS comemorou também a aprovação do Estatuto da Juventude e as políticas de cultura, de esporte e de direitos humanos.

“A UJS estará ao seu lado nos 27 estados do país. Aqui temos uma militância guerreira, incansável, que defenderá o nosso projeto nas ruas. Sempre que houver uma bandeira da UJS, ali estará um jovem abnegado, dedicado à luta por esse Brasil que estamos construindo juntos. Por isso, para enfrentar os poderosos, os interesses das elites financeiras, o oligopólio da mídia, as forças que impedem o avanço do Brasil, eu quero dizer: Conte conosco, presidenta! A nossa juventude está presente! A nossa juventude não falha!”, acentuou o presidente da entidade, André Tokarski, cujo mandato se encerrava naquele congresso. 

Mais do que a emoção do momento, as palavras do líder da UJS introduziam um fator novo na luta política e eleitoral – a mobilização de setores organizados, politizados, representativos de contingentes numerosos, portadores de uma mensagem clara, intérpretes de densas reivindicações. Um evidente desmentido de que a partir das manifestações de junho do ano passado, as organizações de massas politizadas perderam espaço e razão de ser. 

O congresso “Amar e Mudar as Coisas” teve significado político e incide no cenário eleitoral na medida em que foi mais um momento em que a presidenta Dilma Rousseff mantém a ofensiva que retomou a partir da celebração do 1º de Maio. Dilma sinalizou para os jovens socialistas uma das prioridades da sua campanha à reeleição – a Reforma Política. A mandatária mostrou-se convicta de que para isso é indispensável a participação popular. 

Numa demonstração de que está preparada para o embate político, Dilma não poupou seus adversários, ao dizer que “mesmo aqueles que já nasceram velhos”, vão se dizer empenhados de corpo e alma na luta dos jovens por um espaço no presente e um lugar no futuro. “Mas é sempre bom perguntar onde esses se encontravam todos esses anos, quando nós começamos a mudar o Brasil, trabalhando ao lado daqueles que vinham sendo abandonados há tanto tempo?”, questionou Dilma Rousseff, para demonstrar que o seu governo e o do ex-presidente Lula priorizaram a educação no processo de desenvolvimento do país, com todos os programas sociais e políticas públicas ligados ao setor. 

Desenvolta num ambiente de luta e espírito patriótico, Dilma defendeu a realização da Copa do Mundo no Brasil, respondendo àqueles que usam a fama adquirida nos campos de futebol para fazer propaganda negativa contra o país: “Não temos do que nos envergonhar e não temos complexo de vira-lata. Sei que vocês estão engajados na defesa da nossa Copa. Vamos mostrar a melhor Copa de todos os tempos".

A participação da presidenta Dilma no Congresso da UJS é uma indicação importante sobre como encarar o sentimento de mudança detectado nas sondagens de opinião pública, mal interpretado por analistas que consideram esse sentimento como algo contrário à reeleição, quando o justo enfoque é considerar que o que se quer é uma continuidade com mudança ou uma mudança com continuidade, como assinalou João Santana, coordenador de comunicação da campanha de Dilma, durante encontro nacional de comunicação do PCdoB, realizado no sábado (24). 

O encontro de Dilma Rousseff com a juventude é carregado do simbolismo e da emoção característicos de uma campanha eleitoral e da luta política das forças progressistas, cujas armas são o futuro e a esperança, com foco em bandeiras caras para a sociedade como a realização das reformas estruturais democráticas, destacadamente a reforma política.

Nota da CNBB repudia ações de Joaquim Barbosa na Ação Penal 470 - Portal Vermelho



Nota da CNBB repudia ações de Joaquim Barbosa na Ação Penal 470 - Portal Vermelho

A Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), vinculada à CNBB, divulgou nota na última semana em que critica a execução da Ação Penal 470. O texto manifesta apoio integral à nota da Pastoral Carcerária da CNBB, divulgada quinta-feira (15), que repudia a recente decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, de cassar a autorização de saída para trabalho dos apenados da AP 470, entre eles o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares.


Já a nota da CBJP, divulgada na quinta-feira seguinte (22), também manifesta apoio irrestrito a Pastoral Carcerária que considerou a interpretação de Barbosa sobre o artigo 37 da Lei de Execução Penal, que impediu o direito ao trabalho aos apenados da AP 470, uma decisão “descontextualizada e equivocada”, além de “constitucionalmente duvidosa”.

A CBJP também criticou a política de encarceramento em massa existente no País que, na avaliação da entidade, “penaliza especialmente negros e pobres, com inúmeras práticas cruéis, estendidas aos familiares e amigos dos presos, como a revista vexatória, atentado direto à dignidade humana”.

O texto critica ainda o comportamento do Poder Judiciário brasileiro ao afirmar que só há segurança jurídica com plenitude quando é viabilizado, sem obstáculos, “o amplo direito de defesa e a completa isenção na análise objetiva das provas”. A CBJP ainda faz uma crítica velada ao comportamento de Joaquim Barbosa ao ressaltar que as instituições “não podem ser dependentes de virtudes ou temperamentos individuais”.

Por fim, a CBJP observa que atos políticos, administrativos e jurídicos de autoridades podem “insuflar na sociedade o espírito de vingança e de justiçamento”. A nota termina com uma avaliação: os fatos relativos à execução da Ação Penal 470 revelam “a urgência de um diálogo
transparente sobre a necessária reforma do Judiciário e o saneamento de todo o sistema prisional brasileiro”.

A nota repercutiu junto a deputados do PT na Câmara. O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) parabenizou a entidade ao lembrar o passado da igreja na luta contra a ditadura militar. Segundo ele, existe hoje uma clara perseguição aos condenados na Ação Penal 470, “reconhecido inclusive por grandes juristas brasileiros”.

Em discurso no plenário da Câmara, o deputado Renato Simões (PT-SP) também destacou a nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz. “Na verdade, essa situação vivida hoje pelos nossos companheiros é useira e vezeira nos cárceres brasileiros”, disse o deputado.

Confira a nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz sobre a execução da Ação Penal 470

As decisões proferidas pela Presidência do Supremo Tribunal Federal sobre a execução da Ação Penal 470 que têm suscitado críticas e preocupações na sociedade civil em geral e na comunidade jurídica em particular, exigem o inadiável debate acerca das situações precárias, desumanas e profundamente injustas do sistema prisional brasileiro.

A Pastoral Carcerária, em recente nota, referiu-se à Justiça Criminal como um “moinho de gastar gente” por causa de decisões judiciais que levam a “condenações sem provas” e “negam a letra da lei” com “interpretações jurídicas absurdas”. Inseriu, neste contexto, a situação dos presos da Ação Penal 470 ao denunciar o conjunto do sistema penitenciário, violento e perverso, que priva os apenados “dos cuidados de saúde e de higiene mais básicos” e carece de políticas públicas para sua inserção no mercado de trabalho.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo vinculado à CNBB, soma-se à Pastoral Carcerária e “repudia” o conteúdo destas decisões, bem como a política de encarceramento em massa, que penaliza especialmente negros e pobres, com inúmeras práticas cruéis, estendidas aos familiares e amigos dos presos, como a “revista vexatória”, atentado direto à dignidade humana.

A independência do Poder Judiciário somente realiza a necessária segurança jurídica em sua plenitude, quando viabiliza sem obstáculos o amplo direito de defesa e a completa isenção na análise objetiva das provas. Ela é imprescindível na relação do Judiciário com os meios de
comunicação, não se podendo confundir transparência nos julgamentos com exposição e execração pública dos réus.

A CBJP tem a firme convicção de que as instituições não podem ser dependentes de virtudes ou temperamentos individuais. Não é lícito que atos políticos, administrativos e jurídicos levem a insuflar na sociedade o espírito de vingança e de “justiçamento”. Os fatos aqui examinados revelam a urgência de um diálogo transparente sobre a necessária reforma do Judiciário e o saneamento de todo o sistema prisional brasileiro.

Brasília, 22 de maio de 2014.

Da Redação em Brasília
Com PT na Câmara

Confira a Carta do 4º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais - Portal Vermelho



Confira a Carta do 4º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais - Portal Vermelho
A quarta edição do Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais, que ocorreu entre 16 e 18 de maio, em São Paulo, reuniu 400 participantes de 24 estados do país para discutir temas como a democratização da mídia, novas formas e tecnologias da comunicação, além das experiências da blogosfera no Brasil.


O evento contou com a participação de Lula e de diversos debatedores nacionais e internacionais. Em sua fala, o ex-presidente declarou-se militante da democratização dos meios de comunicação do país, comprometendo-se a tratar a pauta como prioridade em todas as suas entrevistas e aparições deste período em diante.

O #4BlogProg teve transmissão online feita pela TVT e reproduzida por diversos blogs e portais. De acordo com a equipe técnica, foram mais de 10 mil acessos logo no primeiro dia do Encontro.

Confira a íntegra do documento oficial do evento, a Carta de São Paulo:

Carta de São Paulo do IV Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais


Quando o poder da grande mídia,
Transforma verdades em mentiras
Aliena do campo às cidades,
Na espreita, covarde, ela insidia.
Desleal, desinformada e é perfídia,
Que massacra nosso País inteiro.
Mas esquecem que somos um celeiro.
Combatentes nas redes sociais,
Não tememos a mordida dos chacais,
Me apresento com orgulho, sou Blogueiro!
(Zé do Legnas, blog Notícias de Pentecostes/CE)


“Intensificar a luta pela regulação democrática da mídia e pela liberdade de expressão.”

Com a participação de 399 ativistas digitais de 24 estados da federação, além de milhares de pessoas que assistiram à transmissão do evento online (e ao vivo) pela TVT, realizou-se nos dias 16, 17 e 18 de maio, em São Paulo, o IV Encontro Nacional de Blogueir@s e Ativistas Digitais. O evento confirmou que a blogosfera e as redes sociais ganham musculatura e maior legitimidade no Brasil, apesar de todos os obstáculos à ação desta nova forma de militância digital.

No embate de ideias na sociedade, a blogosfera faz hoje o contraponto ao pensamento único da mídia monopolizada, e abre, assim, espaço para os movimentos sociais. As eleições de 2010 consolidaram essa importante trincheira na disputa pela hegemonia nas comunicações. Não é para menos que os barões da mídia e os setores conservadores, com o seu autoritarismo e seu histórico desrespeito ao contraditório, atacam de forma tão virulenta a blogosfera. O ativismo nas redes sociais também revela sua capacidade de mobilização, como ficou patente – apesar das inúmeras contradições e disputas – nas chamadas “manifestações de junho de 2013”.

Também é preciso denunciar as intenções de usar o ativismo digital como pretexto, em muitas partes do mundo, para operações de ingerência e de intervenções estrangeiras. Não permitiremos que um movimento legítimo, que luta por direitos digitais e de comunicação, seja manipulado por interesses imperialistas que visam desestabilizar governos legítimos.

Além dessa militância, que se realiza em rede, de forma horizontal, a blogosfera brasileira busca caminhos para uma ação mais coesa. Sempre respeitando as diferenças próprias deste universo amplo e plural, o esforço é para construir a unidade na diversidade, encontrando pontos de ação conjunta. Isto explica o fato sui generis de o Brasil já ter organizado quatro encontros nacionais de blogueiros e ativistas, e de ter realizado um evento internacional, em 2011, em Foz do Iguaçu (PR).

Graças a essa ação, e unindo-se a outros setores organizados da sociedade, os ativistas digitais deram sua contribuição para a importante vitória da aprovação do Marco Civil da Internet, que garante os princípios da neutralidade da rede, da privacidade e da liberdade de expressão. A blogosfera também somou forças às entidades que compõem o Fórum Nacional pela Democratização da
Comunicação (FNDC) em defesa do Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) da Mídia Democrática.

Essas e outras iniciativas, porém, ainda não garantiram avanços mais significativos na democratização da comunicação. O Brasil ocupa o posto de “vanguarda do atraso” nesse setor. Em todo o mundo, o debate estratégico sobre o tema avança. Aqui, porém, ainda patina. Diante dessa realidade, o IV Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais aponta os principais desafios do próximo período:

1 – Intensificar a pressão pela regulação democrática da mídia no Brasil, que proíba os monopólios e a propriedade cruzada, garanta a complementariedade dos sistemas privado, estatal e público, estimule a diversidade e a pluralidade informativa, entre outros pontos já inscritos na Constituição Federal. Aproveitar a campanha eleitoral deste ano para multiplicar os debates sobre esse tema, com a realização de um ato nacional, e para exigir o posicionamento dos candidatos. Ampliar a divulgação da campanha Para expressar a liberdade, liderada pelo FNDC, para aprovação do PLIP (Projeto de Lei de Iniciativa Popular) da Mídia Democrática. Promover, nos principais centros das grandes cidades, diversos tipos de ações culturais para conscientizar a população sobre a necessidade da aprovação da nova lei.

2 – Acompanhar o andamento e manter a pressão permanente sobre o Congresso Nacional e o Governo Federal pela imediata regulamentação do Marco Civil da Internet, denunciando as operadoras de telefonia e outros setores empresariais que já tentam anular a conquista da neutralidade da rede. Pressionar, principalmente, pela retirada do artigo 15 do Marco Civil da Internet, com o objetivo de proteger a privacidade dos usuários.

3 – Exigir que o Governo Federal faça a convocação da 2ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), ainda no ano de 2015, sendo a etapa nacional precedida de etapas regionais e estaduais, nas quais serão eleitos delegados representantes da sociedade civil e delegados representantes do poder público.

4 – Criar mecanismos para dar mais visibilidade à participação feminina na blogosfera e no ativismo digital, estimulando o compartilhamento dos conteúdos produzidos pelas mulheres. Incentivar os blogueiros e ativistas digitais a também abordarem temas da pauta feminista, fortalecendo a luta pela emancipação delas na sociedade.

5 – Reforçar as denúncias contra a perseguição à blogosfera e aos ativistas digitais, que cresce no país através de agressões físicas, ameaças e, principalmente, por meio da censura pela via judicial. São incontáveis os processos que visam asfixiar a liberdade de expressão na rede. Estudar mecanismos para amplificar as denúncias, inclusive em fóruns internacionais, e para garantir auxílio jurídico às vítimas dessa violência, contando para isso com o apoio de entidades como a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil.

6 – Com base na premissa da unidade na diversidade, e sempre atuando em rede, de forma horizontal, promover esforços para aumentar a organicidade da blogosfera. Inclusive com a realização de cursos de formação do movimento de blogueiros e midialivrista, e compartilhamento de informações sobre o uso de novas tecnologias. Estabelecer 2015 como o ano dos encontros regionais e estaduais de blogueiros e ativistas digitais.

7 – Reforçar as articulações com blogueiros e ativistas digitais da América Latina e Caribe, visando a realização de um seminário regional. A região tem sido vítima de violenta ofensiva dos barões da mídia, que tentam desestabilizar governos democraticamente eleitos e impor projetos de neocolonização dos EUA. A troca de experiências e coordenação entre os ativistas digitais da região é fundamental para fazer o contraponto a essa ofensiva.

8 – Defender a soberania tecnológica, o desenvolvimento e a utilização de plataformas livres e colaborativas, fundamentais para o exercício da liberdade de expressão e a democratização do acesso, produção e distribuição de informação. Numa sociedade onde grandes corporações e potências imperialistas, principalmente EUA e Inglaterra, espionam, vigiam e cerceiam a circulação das informações, isso é fundamental. Estabelecer a defesa da privacidade e da neutralidade da rede, nos moldes do Marco Civil da Internet recentemente aprovado pelo Congresso Nacional - referência mundial de legislação avançada para o setor.

9 – Defender a aprovação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei 4.653/2012, que anistia blogueiros e ativistas virtuais em função de multas eleitorais. Defesa esta que deverá ocorrer por meio de ações como campanhas, audiências públicas, entre outras formas de intervenção da sociedade civil.

10 – Criar um grupo de estudos para avaliar a viabilidade de um portal progressista de notícias, alternativo aos grandes portais, com serviço de e-mail, onde seriam hospedados todos os blogs da blogosfera progressista.

11 – Defender a universalização da banda larga de alta qualidade e baixo custo. Para isso é importante que a blogosfera participe e reforce a divulgação da campanha Banda Larga é um Direito Seu, cujo material está disponível no site www.campanhabandalarga.com.br.

12 – Incorporar à pauta do movimento BlogProg a campanha Mostra o DARF, Rede Globo, através das redes e nas ruas. O objetivo é pressionar a TV Globo a provar que pagou os mais de R$ 600 milhões que a empresa é acusada de sonegar à Receita Federal. Trata-se de fato grave, revelado pela blogosfera e com ampla repercussão nas redes sociais, mas praticamente ignorado pela imprensa conservadora. Um exemplo do moralismo seletivo que domina a velha mídia e o Poder Judiciário brasileiros. É preciso exigir que todos os corruptos e sonegadores sejam punidos pela Justiça.

13 – Realizar coleta de assinaturas em favor da Constituinte Exclusiva da Reforma Política, e apoiar o projeto elaborado pela sociedade civil para uma Lei de Reforma Política - que estão sendo propostos nacionalmente pelos movimentos sociais. Além disso, impulsionar debates nas comunidades, universidades e sindicatos, para ressaltar a importância dessa campanha.

14 – Estudar a criação de um observatório sobre tecnologia para aperfeiçoar técnicas e recursos que melhorem a ação nas redes sociais.

15 – Reivindicar, junto ao Conselho da EBC, que a Empresa Brasileira de Comunicação passe a agregar informações produzidas pelos blogs progressistas, e também pelos sindicatos e movimentos sociais, no seu clipping diário. Sugerir que esse material seja disponibilizado para todos os órgãos públicos da administração federal.

16 – Condenar o julgamento político-midiático em que se transformou a AP 470. Apoiar todas as iniciativas (inclusive a produção de material informativo e guia de orientação sobre a referida ação) que ajudem a desmontar a farsa - imposta ao país com ajuda da velha mídia e de setores inescrupulosos do poder Judiciário.

Fonte: Barão de Itararé

UJS realiza seu maior congresso e escolhe Renan Macaxeira novo presidente - www.ujs.org.br


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Uma das principais entidades da juventude brasileira reuniu três mil jovens em Brasília; a UJS recebeu a presidenta Dilma, decretando apoio, e firmou compromisso com uma nova agenda de desenvolvimento para a juventude
O 17° Congresso da União da Juventude Socialista (UJS) terminou neste domingo (25) em Brasília com a eleição da nova diretoria da entidade e a definição dos seus posicionamentos para o ano de 2014. Foi também o congresso de comemoração dos 30 anos da organização e o maior já realizado. Com a participação de três mil jovens de diversos estados brasileiros, o encontro elegeu o amazonense Renan Macaxeira como seu novo presidente. Além disso, foram aprovadas resoluções e diretrizes para a a mobilização da entidade nos próximos meses, que envolvem a realização da Copa do Mundo e as eleições.
O presidente eleito da UJS afirmou que o congresso mostrou uma militância “vibrante”, sintonizada com o tema “Amar e Mudar as Coisas”, para fazer um balanço dos últimos 12 anos de governo popular no Brasil, assim como consolidar as reivindicações para o próximo período: “Estamos nos atualizando com as demandas das novas gerações, a juventude está sempre em movimento e essa reflexão é muito importante. O nosso encontro fez bem em olhar além do processo somente conjuntural e apontar, na verdade, as grandes contradições e entraves para o desenvolvimento e a democracia”, destacou.
Natural de Manaus, com 27 anos e estudante de tecnologia mecânica na FATEC de São Paulo, Renan Macaxeira acredita que o momento do país nunca foi tão fértil para organizar e politizar a juventude:
“Primeiramente temos uma situação de bônus demográfico, com grande número de jovens na população brasileira, depois temos o episódio das manifestações de junho, que foi realizado pela juventude e foi muito positivo. Aqueles jovens que foram às ruas venceram, conseguiram a redução nas passagens do transporte público, conseguiram os royalties do petróleo para a educação, conseguiram que a reforma política entrasse na pauta do poder público. Ou seja, esses jovens estão constatando que vale a pena lutar, vale a pena ir para a rua”, declarou.
Um dos pontos altos do Congresso da UJS foi a presença da presidenta Dilma Rousseff, no último sábado. Ela recebeu o apoio da entidade para o processo eleitoral de 2014 e reforçou seu compromisso com as políticas públicas de juventude. A UJS acredita que as eleições serão um novo momento de enfrentamento de ideias, com a disputa dos votos de 40 milhões de jovens, sendo 11 desses eleitores pela primeira vez.
A luta pela educação continua sendo prioridade para a organização, que enxerga os avanços do último período, mas está ansiosa pela conquista de algumas vitórias como a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) com 10% do PIB investidos em educação pública. “Precisamos denunciar a contradição existente quando o país não aprova os 10% para a educação, mas cerca de 40% do orçamento nacional são destinados somente ao pagamento da dívida pública e de seus juros”, criticou Macaxeira.
Com a proximidade da Copa do Mundo, a UJS também reforçou a defesa ao evento e seu legado, combatendo o discurso de pessimismo promovido por alguns setores da sociedade. “Não tem contradição, eu quero Copa, Saúde e Educação”, foi o grito de ordem ouvido em divesos momentos do congresso. Outros assuntos que ganharam ainda mais força na pauta da entidade foram o combate ao racismo e ao genocídio da população negra, a reforma política, a democratização da mídia, o combate ao machismo e à homofobia. A luta contra os preconceitos foi reforçada por debates e também por diversos “beijaços” da diversidade sexual, promovidos ao longo do congresso como forma de protesto ao conservadorismo e à violência.
Entre os convidados presentes no encontro esteve também a deputada federal chilena Camila Vallejo, líder dos recentes movimentos de juventude de seu país, além de diversas delegações de jovens de muitos países da América Latina. O Congresso teve homenagens marcantes, como o ato em memória à Guerrilha do Araguaia e o ato que reuniu diversos ex-presidentes da entidade.
PERFIL
Renan Macaxeira começou sua militância no ensino médio, durante as eleições do ano de 2002, quando começou a se interessar pelas ideias do marxismo e da igualdade social. Já na faculdade, conheceu a UJS durante o processo de fundação do Centro Acadêmico de sua universidade, participando também da viagem promovida pela entidade ao Festival Mundial da Juventude na Venezuela, no ano de 2005. Foi diretor da UNE e reponsável pelas relações internacionais do movimento estudantil brasileiro. Dessa forma, morou quatro anos em Cuba e conheceu 28 países do mundo como representante da Organização Latino Americana e Caribenha dos Estudantes (OCLAE).

domingo, 18 de maio de 2014

Colega Bancário(a) do BB, peço o voto como candidato da Chapa 4 - Unidade e Segurança na PREVI - Vídeos



Paulo Vinícius Silva

Sou candidato junto com os colegas na Chapa 4, para assumir a reflexão sobre a PREVI, o que é coerente com a minha vida, funcionário do BB, de volta à agência.  Não podia negar a confiança do chamado de camaradas como Eduardo Navarro, Emanoel Souza de Jesus, Carlos Lima Caco e Augusto Vasconcelos pelo ramo financeiro da CTB para essa missão num momento tão importante em que os bancos públicos podem ajudar o país.  É o que faço no dia-a-dia atendendo, como um simples escriturário, mas que percebe e atua em missões dadas pela Presidenta Dilma ao BB, como bater as metas de apoio à pequena empresa, a recepção e o apoio à inclusão bancária dos brasileiros(as) e de milhares de médicos de diversos países que vem atender à nossa gente no Mais Médicos, também um período de legalização de inúmeras empresas.

Aceitar - com menos de seis meses de volta à base - compor a chapa 4, Unidade e Segurança na Previ é um desafio, numa composição que conta com companheiros de larga experiência no movimento bancário, ligados à CUT e a outras entidades do movimento bancário. Nesse  time, somos os Bancários Classistas da CTB, que passam a refletir e elaborar sobre esse tema tão complexo, o futuro dos pós-98 e a economia do país. Já temos eleito o Sousa, do Sindicato dos Bancários de Sergipe, o veterano sobre o tema. Temos também na chapa outro cetebista Nei Rios. Tenho certeza que bancários e bancárias poderão nos ajudar, que é possível aproveitar tantas opiniões qualificadas que pude encontrar, por exemplo na tecnologia, como representantes do funcionalismo do BB.

Pessoalmente, minhas participações em conselhos, seja em universidades (UFC ou UNB) seja em espaços como o CONJUVE sempre foram marcados pelo comprometimento com os(as) representados(as) e pela preocupação de somar, de dar opiniões qualificadas, o que levarei para a PREVI.

Por essas razões peço o voto dos(as) colegas bancários(as) na Chapa 4 Unidade e Segurança na Previ!! Vote na chapa 4!

Eleições Previ - 16 a 28 de Maio

http://www.chapa4unidadeeseguranca.com.br/

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Eleições PREVI - Vote chapa 4 - Unidade e Segurança na Previ - 16 a 28 de maio


http://www.chapa4unidadeeseguranca.com.br/

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DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO

Wagner de Sousa Nascimento

Wagner de Souza NascimentoAssociado do Previ Futuro. Ingressou no BB e na Previ em 2002. Tem experiência profissional em contabilidade e administração e foi gerente de serviços no Banco do Brasil. Graduado em Administração e pós-graduado em Gestão Previdenciária. Tem cursos de previdência complementar e gestão pública nas áreas de Contabilidade, Administração e Recursos Humanos. É diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte (MG). Integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, como representante da Fetraf MG. Membro do Conselho Consultivo do Plano Previ Futuro desde 2010, onde foi coordenador.

DIRETORA DE PLANEJAMENTO

Célia Maria Xavier Larichia

Célia Maria Xavier LarichiaAposentada. Foi gerente de várias agências no Rio de Janeiro e gerente executiva na Superintendência RJ, onde atuou nas áreas de crédito, análise de risco, planejamento, orçamento e controladoria. Contabilista, graduada em Ciências Biológicas, com MBA em Administração pela FGV e Gestão de Negócios pela USP. Cursou Auditoria e Controladoria pela FGV e Governança Corporativa pelo IBGC. É presidente da AAFBB, onde foi vice-presidente de Finanças, de Administração e diretora administrativa. Conselheira deliberativa da Previ desde 2010. Foi conselheira deliberativa da AABB Rio, FAABB e AnabbPrev.

CONSELHO DELIBERATIVO
José Ricardo Sasseron - Titular

José Ricardo SasseronAposentado desde 2012, após 32 anos de banco. Técnico em contabilidade, bacharel em História pela USP. Foi eleito para o Conselho Fiscal (96/98), Conselho Deliberativo (2004/06) e Diretoria de Seguridade (2006/12) da Previ. Coordenou as negociações com o BB para melhorar benefícios, reduzir e suspender contribuições e criar o BET em 2006, 2007 e 2010. Foi diretor jurídico do Sindicato dos Bancários de São Paulo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. É vice-presidente da Anapar e representante dos participantes no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC).


Gilberto Matos Santiago - Suplente

Gilberto Matos SantiagoAposentado. Nasceu em Recife (PE). Tomou posse no BB em 1965. Trabalhou na Cacex, foi chefe de divisão no Desed Brasília e assessor do vice-presidente da Área Internacional do BB. Foi auditor na Eurobraz, em Londres. Bacharel em Direito pela Faculdade Cândido Mendes. Foi presidente da AAFBB por três mandatos, onde atualmente é presidente do Conselho Deliberativo. Foi conselheiro deliberativo da Previ de 1998 a 2006. Integrante do Comitê da OAB-RJ para assuntos de previdência complementar. É conselheiro deliberativo da Anabb desde 2002. É conselheiro certificado pelo IBGC.


CONSELHO FISCAL
Reinaldo Fujimoto (Fuji) - Titular

Reinaldo FujimotoAposentado. Ingressou no BB em 1973. Foi menor aprendiz e trabalhou em agências, no Cesec e na Direção Geral, onde foi o responsável pela apuração do fluxo de caixa. Graduado em Ciências Contábeis, com especializações em Finanças e Governança Corporativa. Vice-presidente administrativo e financeiro da Anabb. Foi presidente da Fenabb e atualmente é presidente do seu Conselho Deliberativo. Foi conselheiro fiscal do Sindicato dos Bancários de Brasília, Cooperforte e Fenabb. Atuou como conselheiro fiscal de várias empresas por indicação da Previ.




Sandra Regina de Miranda - Suplente

Sandra Regina de MirandaNascida em Jacareí (SP), mora em São Paulo. Participante do Previ Futuro, tem 15 anos de BB. É presidente da Apabb, gestão 2013/2014. Trabalhou na agência Centro SP, Gepes SP e na antiga Dires, atual UDS. Graduada em Comunicação Social. É educadora corporativa da Oficina de Educadores Sociais, diretora voluntária do Comitê de Cidadania Betinho (SP), que atua na construção de cisternas no Nordeste. Foi funcionária do Banespa durante 18 anos e diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, de 1988 a 1991.



CONSELHO CONSULTIVO DO PLANO 1
Fernanda Duclós Carisio - Titular

Fernanda Duclós CarisioAposentada desde 1998. Ingressou no BB em 1973. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Pós-graduada em Gestão e Planejamento e Docência no Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes. Foi gerente de expediente na Agência Bandeira (RJ). Foi presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, de 1994 a 2000, e da CNB-CUT, de 2000 a 2003. Foi conselheira fiscal da Previ em 2000 e em 2006. É presidente do Conselho Deliberativo da Cassi desde 2010. Atualmente é assessora da Ouvidoria da Petros.




Jurandi Pereira do Nascimento Filho - Titular

Jurandi Pereira do Nascimento FilhoIngressou no BB em 1980, em Aroeiras (PB). Trabalho em Mossoró (RN), Campina Grande e João Pessoa (PB). Graduado em Engenharia Civil e Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Pós-graduado em Geotecnia e em Direito Processual Civil. Tem MBA em Gestão Empresarial pela Estratego/Universidade da Amazônia. É diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários da Paraíba. Integrou o Conselho de Usuários da Cassi da Paraíba por dois mandatos.
José Luiz Barbosa - Suplente

José Luiz BarbosaIngressou no Banco do Brasil em 1976. Trabalhou em várias agências em Minas Gerais e São Paulo. Bacharel em Direito. Técnico em Contabilidade. É diretor do Sindicato dos Bancários de São José do Rio Preto e Região (SP). Representante da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Compõe o Conselho de Usuários da Cassi de São José do Rio Preto. Foi presidente da AABB de Frutal (MG). Vice-presidente administrativo e financeiro da Apae de São José do Rio Preto.

Antonio Carlos Lima Rios (Nei Rios) - Suplente

Antonio Carlos Lima Rios (Nei Rios)Aposentado. Ingressou no BB em 1982. Economista. Tem especialização em Finanças e Análise de Investimentos pela Universidade Estadual de Feira de Santana (BA) e em Gestão de Previdência Complementar pela PUC RS. Foi conselheiro fiscal e conselheiro deliberativo da Previ. Integrou a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, como representante da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe. Foi dirigente da Federação de Bancários BA/SE e presidente do Sindicato de Feira de Santana. Foi conselheiro fiscal e representante estadual da Anabb na Bahia. É conselheiro deliberativo da AABB de Feira de Santana.

CONSELHO CONSULTIVO DO PREVI FUTURO
Rosalina Amorim - Titular

Rosalina AmorimFuncionária do BB desde 2001. Trabalhou em agências do interior e da capital do Pará. Graduada em Economia pela Universidade Federal do Pará. Tem a vida marcada pela militância nas lutas populares, sindicais e políticas. Foi eleita delegada sindical em 2004 e desde 2007 é diretora do Sindicato dos Bancários do Pará. Em 2010 foi eleita presidente do Sindicato dos Bancários do Pará e foi reeleita em 2013, com apoio dos bancários e de várias entidades sindicais de abrangência local e nacional. É diretora executiva da Contraf-CUT desde 2009.




Pablo Sérgio Meireles Ruiz Diaz - Titular

Pablo Sérgio Meireles Ruiz DiazFuncionário do BB desde 2000. Paranaense, trabalhou em agências de Curitiba, como gerente de expediente. Economista, com extensão em Didática do Ensino Superior, especialização em Controladoria e mestrado em Tecnologia e Trabalho pela UTFPR. Diretor de Estudos Socioeconômicos do Sindicato dos Bancários de Curitiba. Coordenador estadual do Dieese do Paraná. Tem curso de previdência complementar pela Anapar. Professor universitário de Economia, Estatística e Matemática. Palestrante sobre conjuntura econômica e Sistema Financeiro Nacional.

Kleytton Guimarães Morais - Suplente

Kleytton Guimarães MoraisIngressou no Banco do Brasil em 2009, em Brasília. Foi funcionário do Banco de Brasília durante oito anos. Participante do Previ Futuro, filho de funcionária do BB. Está concluindo a graduação em Ciência Política pela Universidade de Brasília. Diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília. Luta pela melhoria das condições de trabalho dos funcionários do BB e pelo fortalecimento do BB como banco público. Trabalha na Fundação Banco do Brasil, na área de articulação e assessoramento a empreendimentos sociais coletivos.

Paulo Vinícius Santos da Silva - Suplente

Paulo Vinícius Santos da SilvaCearense, 36 anos, funcionário do BB desde 2007. Escriturário da agência SIA Trecho 2, em Brasília. É sociólogo. Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília. Diretor Nacional da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Foi Conselheiro Nacional de Juventude e representante sindical juvenil junto à Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul (CCSCS) e à Federação Sindical Mundial (FSM-WFTU).