quinta-feira, 28 de setembro de 2023
Klevisson Viana lança livros na Livraria Lamarca no dia 29 de setembro, em Fortaleza. TV Atitude Popular - Café com Democracia
terça-feira, 29 de agosto de 2023
Em 29 de agosto de 1968, a polícia na UnB - Antônio Carlos Carpintero
Em 29 de agosto de 1968, perto das 9:30, cheguei ao DACAU - Diretório Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UnB. As 10h, no Auditório da Música, seria aberto um ENEA Encontro Nacional de Estudantes de Arquitetura, com alunos de algumas das dez ou doze escolas de arquitetura então existentes no Brasil. Da delegação de Curitiba, fazia parte uma aluna, Angela Vasconcelos, que havia sido Miss Brasil num dos anos anteriores. É por isso que eu cheguei cedo, banho tomado e camisa limpa e nova.
Mal havia sentado (poucos colegas já estavam ali) quando o Roberto Castelo irrompeu esbaforido, dizendo: 'Gente, a polícia está entrando!!!' E saímos todos correndo para ver o que estava acontecendo.
Corri, com os outros colegas para ver. Cheguei a frente da reitoria (na época o FE 1) a tempo de ver uma viatura policial sendo virada e incendiada. Não consegui identificar quem estava atuando no fato.
Voltamos para a área central do campus e eu fiquei próximo ao ICA - Instituto Central de Artes, que neste momento estava pouco movimentado. Dali percebi que da ala Sul do ICC, onde já funcionavam precariamente algumas unidades, saiam fumaça, e uma longa fila de estudantes, subia para a quadra de basquete.
A FAU-UnB estava fechada, em processo de reabertura. O diretor provisório era o prof. Paulo Magalhães. Rapidamente decidimos retirar do campus as pessoas mais vulneráveis. A profa. Gisela Magalhães, esposa do diretor, com uma Vemaget, recolheu um grupo, 5 ou 6, eu entre eles, para levar para a Colina ou asa norte. Neste grupo me lembro do Cacau, presidente do DACAU, e do Chico, liderança no ICA. Logo constatamos que todo o Campus estava cercado por forças policiais e inclusive do exército. Até tanques de guerra, do Regimento de Cavalaria Mecanizada estavam no dispositivo. A vista disso deixamos os colegas maís visados no cerrado, próximo da Colina, onde ele saberiam como se esconder.
Apareceu uma outra viatura. Corri de volta ao DACAU, avisar os colegas e para tomar as providências para proteger os colegas de fora que estavam no ENEA, e retirar as lideranças estudantis usualmente procuradas pela polícia.
Entrei no ICA, não vi ninguém, e sai. Um policial me empurrou para a fila com as mãos na cabeça. Ao lado da Oca, fui fotografado e a foto, publicada na Folha de S Paulo, no dia seguinte. Levaram esta foto para minha mãe.
Fomos reunidos na quadra de basquete e depois liberados. Fizeram poucas prisões nesse dia. Mas foi a maior invasão da UnB.
Prof. Aposentado da Universidade de Brasília
Membro do Comitê do PCdoB DF
quarta-feira, 23 de agosto de 2023
Como foi o Dia da Unidade Humana e o Diálogo Inter-religioso no Sindicato dos Bancários? Pra começar
O Sindicato dos Bancários celebrou o dia 14/8, Dia da Unidade Humana. A atividade reuniu religiosos e participantes de diversas religiões, militantes do movimento social e sindical para um Diálogo Inter-religioso de altíssimo nível de civilidade e respeito com variada representação religiosa e social, além do Ministério da Igualdade racial, do PT e do PCdoB, CUT e CTB. Liderada pelo Presidente do Sindicato dos Bancários, Eduardo Araújo, o encontro se posicionou unanimemente contra a violência, o ódio e a ganância, defendendo fortalecer o respeito, a inclusão, a solidariedade e a paz como caminho a ser seguido. Veja alguns dos melhores momentos da atividade que terá desdobramentos e ainda possui um acervo a ser divulgado:
https://bancariosdf.com.br/portal/dia-da-unidade-humana-lideres-religiosos-criticam-fundamentalismo-e-defendem-diversidade-de-crencas/
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
Antônio Carlos Queiroz (ACQ), Jornalista, militante da luta, instigante e divertido, lança hoje, sexta, 18/8, Poemas & Prósias no Sebinho em Brasília às 17h30 *
Peia por peia, ludopeia!
Jornalista da Velha Guarda na luta contra a ditadura militar, o Antônio Carlos Queiroz (ACQ) resolveu finalmente mostrar o dedo em poesia.
No próximo dia 18 de agosto, sexta-feira, a partir das 17h30, vai lançar a primeira coletânea de poesias & prósias na Livraria Sebinho, na 406 Norte.
ACQ é leitor e feitor de poemas desde a adolescência em Anápolis, Goiás, mas, “autocrítico em excesso” (tirada assumida de efeito publicitário!), rasgou toda a produção anterior a 2015, por aí. “Ecoei o conselho do Umberto Eco, de jogar no lixo os poemas ruins. Não quer dizer que sejam bons os que agora publico!”, adverte.
– Com qual escola você se identifica?
– Com nenhuma! Mas gosto de dizer que prefiro a companhia do Lucrécio, do Ovídio, do Horácio, da Emily Dickinson, do Drummond – esse tipo de gente. É que também sigo a lição de outro guru, o Millôr Fernandes, que está completando agora o Centenário: em Ciência, leio sempre os livros mais novos. Em Literatura, os mais velhos.
– Melopeia, fanopeia ou logopeia?
– Nada de peia! Hum, talvez a ludopeia... O que importa é a gozação, a ironia, o sarcasmo, pra tornar mais leve a vida e evitar a depressão!
poemas & prósias
Lançamento dia 18 de agosto, às 17h30
Livraria Sebinho, 406 Norte
Hegel na Cozinha
sábado, 12 de agosto de 2023
Em 14/8, no dia da Unidade Humana. O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza às 19h o Diálogo Inter-Religioso
Em 14/8 celebra-se o dia da Unidade Humana.
O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza segunda (14/8) às 19h o Diálogo Inter-Religioso com foco em Solidariedade, Respeito, Inclusão, Democracia, Direitos Humanos e na Paz!
Veja as confirmações iniciais!
Monge Sato - ex-regente Templo Shin Budista da Terra Pura Brasília
Pastora Wall Moraes de Ruah - Professora, Mestranda, Teóloga, Coordenadora da Pastoral de Direitos Humanos da Igreja Cristã de Brasília (PDH-ICB) e Presidenta de Honra da Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (ANNEB).
Pai Dodô – Ilê Asé Omo Orisá Ògún Onirê
Pai Adalto de Oxum – Ìlé Àláketú Àsé Omí Nìwá
Marcos Said Tenório – Centro Cultural Beneficente Islâmico de Brasília
Elianildo Nascimento - Iniciativa das religiões Unidas
Natalia Gedanken – Associação Israelita de Brasília
Sônia Cigana Lovara – Cigana
Ira Mariana Rosa – Espiritismo
Silvana – Santo Daime
https://bancariosdf.com.br/portal/sindicato-recebe-liderancas-religiosas-no-dia-da-unidade-humana-nesta-segunda-14/
quarta-feira, 2 de agosto de 2023
Sérvulo Esmeraldo - O Espaço do Infinito - Paulo Vinícius da SIlva
Femme Bateau - Obra na Ponte Metálica Crédito: Laart. Foto de Joca Meirelles
Domingo de manhã, fui pego de surpresa pelo documentário sobre o artista cearense universal: Sérvulo Esmeraldo - O Espaço do Infinito, que me levou às lágrimas...
Está disponível no Youtube do SESI, assista!
Revi sua obra na paisagem alencarina, do alto de minha ignorância, e chorei de saudade de Fortaleza.
Comoveu-me seu exemplo do dever encarnado, de traços tão diáfanos e elegantes, comprometidos e firmados na terra como concreta mudança da própria realidade, até mesclar-se com a paisagem, com a vida do povo, e só depois ser reconhecido - que mérito, que elegância!
Tocou-me, ele primeiro ter conquistado Paris para só depois regozijar-se com a conquista do Crato, sua cunha. A frase, "Eu estou trabalhando em algo lindo" é glorioso epitáfio, pretensão, utopia, que a Arte traz: querer superar a alienação do trabalho. E Les Feuilles Mortes...
Conheçamos e celebremos o exemplo e a obra de Sérvulo Esmeraldo!
sábado, 29 de julho de 2023
domingo, 23 de julho de 2023
Leandro Demori escancara a falta de vergonha do sistema tributário brasileiro para 2,5 mil super ricos! Twitter
Sabe quantas pessoas serão taxadas como “super ricos” no Brasil? Só 2,5 mil pessoas. Sabe quanta grana elas têm juntas? Quase 850 BILHÕES de reais. Não é com você, é contra você. Não gaste tempo defendendo essa galera. 😉 pic.twitter.com/hrvoT599We
— Leandro Demori (@demori) July 21, 2023
sexta-feira, 30 de junho de 2023
Bancários do DF e Entorno realizam 12º Congresso Distrital neste sábado 1º de julho
Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília
Os bancários e bancárias de Brasília e do Entorno se reúnem no próximo dia 1º de julho no 12º Congresso da categoria para debater e aprovar o plano de lutas para o próximo período, além de eleger os delegados da região para os fóruns nacionais de deliberação.
Com o tema “Construindo o Brasil que Queremos”, o encontro será realizado de forma presencial, no Sindicato (EQS 314/315 – Asa Sul), a partir das 9h.
Estarão em debate temas da conjuntura econômica nacional de interesses dos trabalhadores, com foco na reforma tributária e na democratização dos meios de comunicação, conforme orientação do Comando Nacional dos Bancários.
Clique aqui para se inscrever
segunda-feira, 26 de junho de 2023
Solidariedade ao povo Palestino - A voz de uma criança em meio a escombros
Em nome de Deus, Israel mata crianças, idosos, pessoas palestinas e o mundo finge que não vê, aliás...PASMEM...muitos aplaudem!!!! pic.twitter.com/fYPYpOtx2U
— Rejane ®️ Teóloga/Desigrejada (@Rejaneaandreia) June 26, 2023
sábado, 24 de junho de 2023
Plenária Distrital do Plano Plurianual Participativo - - Sindicato dos Bancários, 3a. Feira, das 18 às 21h
Sindicato dos Bancários, 3a. Feira, das 18 às 21h - EQS 314/315 Bl A
sexta-feira, 23 de junho de 2023
Plenária do Movimento Nacional Saúde pela Democracia - 26/6 19h Zoom
PLENÁRIA 26/6 - 19h - Zoom
Entidades, Delegado, Delegada, convidado, convidada, interessados na 17ª CNS venham debater conosco, dia 26 de junho as 19h pela plataforma Zoom, coloque na sua agenda, e inscreva-se.
+ SUS é + Brasil
17ª Conferência Nacional de Saúde - de 2 a 5 de julho:
o SUS irá produzir um momento histórico, de repercussão para as próximas décadas, momento que irá fortalecer a Democracia no Brasil, como instrumento de união e reconstrução nacional.
Na 17ª Conferência Nacional de Saúde, milhares de brasileiros e brasileiras irão concentrar seus esforços para produzir os caminhos para o povo viver mais e melhor.
O Movimento Nacional Saúde pela Democracia + SUS é + Brasil quer contribuir com a construção de força política e social para consolidar uma expressiva maioria social na defesa da Vida, do Trabalho, dos Direitos e da Nação, que só pode ganhar materialidade em torno de propostas concretas que devem estar a serviço do atendimento das necessidades do povo.
INSCREVA-SE E MOBILIZE SEU MOVIMENTO
https://forms.gle/b6A69WP2GzHJSgtf6
segunda-feira, 19 de junho de 2023
Os Artigos - Avançar o Sindicalismo Classista e Salvar o Brasil na Atual Encruzilhada Histórica
Sobre a gravidade da atual encruzilhada histórica - Paulo Vinícius da Silva
quinta-feira, 15 de junho de 2023
sábado, 17 de junho de 2023
sábado, 17 de junho de 2023
Ser Comunista: Organizar e crescer na Classe Trabalhadora, Salvar o Brasil e construir o Socialismo - Paulo Vinicius da Silva
Se a consciência e convicção revolucionárias e a ligação com a Classe Trabalhadora são essenciais, precisamos perguntar que instrumento faz valer e organiza a consciência comunista no movimento sindical nas centrais, se ele assegura a qualidade, se traduz em crescimento, vitórias, se nos torna força impulsionadora da defesa do Brasil e da perspectiva Socialista.
No desenho atual, são quatro os instrumentos que deveriam organizar-nos:
1) a combinação Presidente CTB/Secretário Sindical/ Presidente e Tesoureiro de sindicatos âncoras;
2) as coordenações por ramo - que se fecham entre representantes das frações nacionais, no meio do caminho entre CTB e PCdoB, porque restritas aos dirigentes liberados do Partido e porque voltados à agenda sindical, mas não ampliam a organização partidária, não estruturam o crescimento em sua qualidade (mulheres, jovens, negros), obstruem a renovação e são expressão da incompreensão do papel das frações, que nem podem substituir nem dirigir a organização partidária, por definição.
Expressa um desvio cupulista e o tamanho do buraco que ficou após criarmos a CTB , sem bases e sem CSC;
3) a flagrante inexistência da Fração Nacional da CTB, substituída pelo núcleo dos dirigentes da executiva em São Paulo;
4) a organização de bases e os encontros partidários, marcados pela sazonalidade, pelo desprestígio junto ao dia-a-dia do Partido no atual cenário, e pela falta de poder para dirigir a nossa própria estrutura sindical;
Vendo o que temos, é fácil entender porque não se aplicam decisões centrais dos encontros nacionais e nem há organização permanente, unificadora e formadora do Partido, comprometendo seu papel dirigente. Perde o processo de crítica, autocrítica, o caráter impositivo, corretivo para a ação espontânea, ampliam-se os grupos de interesse, os desvios, e o beco sem saída da mescla de continuísmo, aparelhismo e falta de renovação, tornando impossível consertar a pirâmide invertida e o promovendo a perda de laços com a classe trabalhadora real.
A destruição da estrutura sindical, a mudança no perfil do Trabalho e da Classe agravam esses problemas, deixando um vácuo. Nosso lugar, do Partido e da Classe, é ser o contraponto ao inimigo de classe, a burguesia lambe botas do imperialismo e o capital financeiro que ameaça a vida humana na Terra.
A primazia da consciência avançada, o Partido, a partir da Classe Trabalhadora, é que é a Escola do Socialismo, não é o sindicato ou qualquer movimento por melhor ou mais legítimo que seja. Tal é a tarefa do Partido como consciência avançada. Afirmar o Partido de modo profundo é o único modo de disputar a Hegemonia, libertar o Brasil e construir o Socialismo.
Os interesses particulares, a distância da Classe e a incapacidade de direção do todo torna impossível a realização do que importa. Também perdemos a chance de cravar um nicho social próprio junto à sociedade, o avanço eleitoral é inviabilizado, por não ser sustentado numa mobilização dirigida pelo Partido, voltada a toda a Classe, e não só a uma pequena parcela da População Ocupada, os trabalhadores formais.
Na Bahia, pela escala, direção e caráter de classe do Partido, ainda dá para vencer. Mas Brasil afora, vê-se o agravar-se a dificuldade de falar ao povo vencer eleições. Esse foi o esteio de nossas recentes e graves derrotas.
Na prática, "ganha" o sindicalismo, perde o comunismo. Ganham os que detém os recursos, a constância, as liberações. Perdendo o comunismo, perdemos todos, não prevalece o interesse geral, partidário sobre o corporativismo, o cupulismo e os desvios naturais do movimento sindical.
Ora, é exatamente a questão da consciência que Lênin desnuda como decisiva e que vem "de fora" do sindicalismo. Esse "de fora", na verdade é o interesse maior e verdadeiro da Classe, o papel de vanguarda, que só pode ser feito pelos comunistas na luta sindical.
Por isso, a convicção revolucionária não se realiza, sem força para superar a tendência geral de dispersão, desarmada diante da luta de ideias no atual momento do capitalismo, incapaz de coordenar o sentido comum e uma política de quadros trabalhadores(as) que vá desde os "sem partido" até os "capas". Também por isso, fracassa a promoção de mulheres, jovens, negros, e o próprio caráter classista dos movimentos sociais face ao identitarismo. A teoria, na prática, passa a ser outra.
Representamos cerca de 11% da população ocupada, mas sequer esses cabem nos sindicatos. A constatação da pirâmide invertida não basta, e ela é a mãe das derrotas da Classe e do Partido. Se não resistirmos à pressão comum e conhecida do sindicalismo, como venceremos a pressão da cooptação do Estado? Que tipo de Partido e para quem?
Como aqui se faz e aqui se paga, perdemos a condição de concentrar esforços para as batalhas gerais (luta na sociedade, representação político eleitoral). O rabo não pode jamais balançar o cachorro. Daí o sentimento comum de imensa solidão e abandono que marca o trabalho partidário e as candidaturas sindicais fora da Bahia, assim como as ilusões de que pragmatismo salva eleição. Mas o pragmatismo só promete, e não entrega.
Num Partido a serviço da institucionalidade, não é possível dar qualquer prioridade à Classe, à sua organização, à sua representação política ou à defesa do seu caráter geral/universal como principal interessado na defesa da Nação.
Por isso o fascismo ganhou, por isso perdemos 2013. Mudar isso é assumir plenamente a condição de vanguarda e uní-la às organizações e frações mais avançadas da classe, na Cidade e no Campo, como coluna da Frente Popular, única garantia para o sentido avançado da Frente Ampla e para evitar qualquer retrocesso.
Acredito que essa questão não será suficientemente resolvida meramente com os instrumentos partidarios nos moldes atuais, nem com medidas repetidamente afirmadas, mas não cumpridas. Tampouco a "volta à CSC" poderá resolver. É preciso, uma nova formulação, um conjunto de medidas partidárias para moldar um instrumento que reúna o melhor de ambas as experiências, para organizar dos quadros do partido até os simpatizantes, ultrapassar os interesses particulares naturais e o movimentismo, que também predominam no movimento sindical.
São temas para uma Conferência que:
a) afirme o sentido estratégico da direção revolucionária e da recomposição da classe como desafio para a unidade nacional e a libertação do domínio do imperialismo estadunidense;
b) mobilize a sinergia partidária para dar espaço real de poder à classe no seu Partido;
c) estruture o trabalho partidário, fazendo fluir os ganhos obtidos no espaço sindical para o êxito do projeto partidário;
d) dê real capacidade de direção para forjar uma unidade classista que dê combate ao fascismo, ao imperialismo e ao capital financeiro, e projete a partir dessa referência a nossa força Política e Eleitoral.
Acredito que o 9° Encontro pode reconhecer o problema e definir a centralidade desse instrumento, mas exigirá um processo mais amplo de debate, maior convicção partidária para que encontremos nosso lugar próprio no eleitorado, mas não tenho dúvida que esse nicho está na classe trabalhadora e na juventude que dela é filha.
É esse o lugar que precisamos tornar nosso para aspirar à disputa da hegemonia, superando a "crise de realização" e ampliando o sentido de formulação, representação da classe e de comando para as grandes tarefas da classe trabalhadora, maior interessada na defesa da Nação Brasileira, sob gravíssimo risco.
Fortalecer o Brasil é o Caminho, o Socialismo é o Rumo. E a defesa do Brasil e o Socialismo dependem da Classe Trabalhadora!
sexta-feira, 16 de junho de 2023
LIVRO Sindicalismo docente da Educação Básica no Maranhão (R$50) do Prof. Dr. Robson Câmara
O LIVRO Sindicalismo docente da Educação Básica no Maranhão (R$50) do Prof. Dr. Robson Câmara, aborda os avanços no associativo e na organização sindical no magistério no Maranhão.
O livro traz dados sobre a formação social e econômica,o desenvolvimento demográfico e a influência da classe trabalhadora na organização do professorado em uma região entre o nordeste e norte brasileiro.
A obra analisa as condições objetivas e subjetivas para o surgimento e a História das entidades associativas e sindicais docentes no Maranhão, aspectos do desenvolvimento educacional, o adensamento do professorado, como categoria sociológica, e sua relação com as lutas sindicais. O livro resgata o histórico dessa personagem fundamental no processo educativo: a categoria do magistério.
Um tema pouco explorado no Brasil, é abordado sob perspectiva sociológica, voltado a estudantes de licenciatura, cientistas sociais, historiadores, sindicalistas, docentes e profissionais da Educação.
Preço: R$ 50 - PIX E CONTATO 61992328846
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A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...


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