O candidato derrotado e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, e outros líderes da oposição foram nesta terça-feira (16) até o Tribunal de Contas da União (TCU) para pressionar pela reprovação das contas do governo da presidenta Dilma Rousseff.

Bravateiro, Aécio disse que, independentemente do resultado do julgamento do TCU, previsto para esta quarta-feira (17), o Congresso vai analisar o documento. Claro que vai. Todo parecer do TCU sobre as contas do governo federal é apreciado pelo Congresso. Aécio, num tom de que estava dizendo uma grande novidade e impondo pressão sobre o governo, disse que os parlamentares têm o poder de manter a recomendação do TCU ou modificá-la. “O relatório será discutido independente da votação”, disse ele reproduzindo o que está previsto na Constituição.
O governo federal já desmontou a tese dos tucanos ressaltando que não houve crime de responsabilidade. O que os tucanos e a grande mídia chamam de “pedaladas fiscais” – ao dizer que o governo fez empréstimos junto aos bancos oficiais por conta de atrasos no repasse de pagamentos de programas sociais aos bancos Caixa Econômica e Banco do Brasil – acontece desde 2001, portanto durante o governo FHC. Se desde de 2001 as contas do governo foram aprovadas, quais seriam os motivos para reprova-las agora?
Aécio esteve com o relator da matéria, ministro Augusto Nardes, e também com o presidente do TCU, ministro Augusto Cedraz. O relator poderá aprovar com ressalvas ou suspender a análise dos temas específicos até que o TCU decida sobre eles.
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Do Portal Vermelho, com informações de agências
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