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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Zelaya llega a El Salvador


http://www.telesurtv.net/


 Zelaya llega a El Salvador
Una gran multitud esperaba en Tegucigalpa a Zelaya, quien tuvo que desviarse a El Salvador, pues se le impidió aterrizar (Foto:teleSUR)
El presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya, aterrizó este domingo en El Salvador, luego de que las autoridades de facto le impidieran arribar al aeropuerto de Toncontín, en Tegucigalpa, donde planeaba llegar en horas de la tarde para recuperar sus funciones constitucionales, interrumpidas abruptamente por el golpe de Estado del pasado 28 de junio.

Ortega negó que su país haya movilizado tropas hacia la frontera con Honduras.(Foto: Archivo) El presidente de Nicaragua, Daniel Ortega, negó este domingo que se estén movilizando tropas nicargüaneses a territorio hondureño reiteró, que su Gobierno sólo desdea el retorno por la vía pacífica del presidente constitucional Manuel Zelaya, quien viaja en este momento rumbo a su país.
Vista del aeropuerto Toncontín, en Tegucigalpa, donde este domingo aterrizará el presidente Zelaya. (Foto: teleSUR) Las miles de personas que rodean el aeropuerto de Toncontín en Tegucigalpa para recibir al presidente constitucional, Manuel Zelaya, fueron atacadas brutalmente por los militares y policías apostados en la zona que responden a las órdenes del gobierno de facto y reprimen con bombas lacrímogenas a los manifestantes desarmados. Hasta el momento se reportan dos muertos, uno de ellos un menor de edad.
El avión que transportaba a Zelaya dio varias vueltas sobre la pista pero no le permitieron aterrizar. (Foto: teleSUR) El presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya, denunció que el avión donde se trasladaba tuvo que abandonar el aeropuerto de Tegucigalpa porque no pudo aterrizar ante los obstáculos colocados en la pista y por las amenazas de interceptar la aeronave emitida por las Fuerzas Armadas desplegadas en el lugar por orden del gobierno de facto. Zelaya viaja en este momento a El Salvador.

Zelaya llega a El Salvador

 Zelaya llega a El Salvador
Una gran multitud esperaba en Tegucigalpa a Zelaya, quien tuvo que desviarse a El Salvador, pues se le impidió aterrizar (Foto:teleSUR)
El presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya, aterrizó este domingo en El Salvador, luego de que las autoridades de facto le impidieran arribar al aeropuerto de Toncontín, en Tegucigalpa, donde planeaba llegar en horas de la tarde para recuperar sus funciones constitucionales, interrumpidas abruptamente por el golpe de Estado del pasado 28 de junio.

Ortega negó que su país haya movilizado tropas hacia la frontera con Honduras.(Foto: Archivo) El presidente de Nicaragua, Daniel Ortega, negó este domingo que se estén movilizando tropas nicargüaneses a territorio hondureño reiteró, que su Gobierno sólo desdea el retorno por la vía pacífica del presidente constitucional Manuel Zelaya, quien viaja en este momento rumbo a su país.
Vista del aeropuerto Toncontín, en Tegucigalpa, donde este domingo aterrizará el presidente Zelaya. (Foto: teleSUR) Las miles de personas que rodean el aeropuerto de Toncontín en Tegucigalpa para recibir al presidente constitucional, Manuel Zelaya, fueron atacadas brutalmente por los militares y policías apostados en la zona que responden a las órdenes del gobierno de facto y reprimen con bombas lacrímogenas a los manifestantes desarmados. Hasta el momento se reportan dos muertos, uno de ellos un menor de edad.
El avión que transportaba a Zelaya dio varias vueltas sobre la pista pero no le permitieron aterrizar. (Foto: teleSUR) El presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya, denunció que el avión donde se trasladaba tuvo que abandonar el aeropuerto de Tegucigalpa porque no pudo aterrizar ante los obstáculos colocados en la pista y por las amenazas de interceptar la aeronave emitida por las Fuerzas Armadas desplegadas en el lugar por orden del gobierno de facto. Zelaya viaja en este momento a El Salvador.

Honduras resiste: três mortos com tiros na cabeça

www.vermelho.org.br

Pelo menos três pessoas foram mortas com tiros na cabeça, informou na noite de domingo (5) a Agência Bolivariana de Notícias. Isso aconteceu logo que aumentou a repressão aos manifestantes que se concentram no aeroporto internacional de Toncontin, em Tegucigalpa, à espera do presidente constitucional Manuel Zelaya.

Com bombas de gás lacrimogêneo e disparos de armas de fogo, as forças de repressão, que apóiam o golpista Roberto Michelleti, tentam expulsar os manifestantes que se mantêm nas imediações do aeroporto. Milhares de hondurenhos encontram-se na área.

Retorno a a Honduras

A Organização dos Estados Americanos (OEA) suspendeu Honduras do exercício de seu direito de participação na instituição, baseada no Artigo 21 da Carta Democrática Interamericana. O dispositivo pune os membros que desrespeitam a ordem democrática, após todas as tentativas de diálogo com a organização A decisão foi publicada neste domingo no site da OEA.

Esta tarde, duas comissões decolaram de Washington para Honduras, após uma sessão extraordinária da Organização de Estados Americano (OEA): uma, formada por Manuel Zelaya e o presidente da Assembleia das Nações Unidas (ONU, Miguel D`Escoto) e outra, integrada pelo secretario-geral da OEA, José Miguel Insulza, e os presidentes Cristina Fernández Kirchner (Argentina), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai).

''Estamos agindo de acordo com o Tratado de Direito Internacional e com as ações a tomar para a restituição da democracia em Honduras, agregou Manuel Zelaya.

No entanto, nenhum avião no qual o presidente José Manuel Zelaya Rosales esteja viajando terá permissão para aterrissar em Honduras, informa a agência de notícias argentina Telam. O aviso foi dado por Roberto Micheletti, que ocupa a Presidência do país desde domingo passado (28), quando um golpe de Estado tirou Zelaya do poder.

Ainda segundo a Telam, as operações no aeroporto foram canceladas por três dias. As mesmas fontes disseram que o governo de Micheletti negou ainda o pedido de voo e aterrissagem em Tegucigalpa, capital de Honduras, do avião da presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Ela pretendia viajar àquele país para apoiar a recondução de Zelaya à Presidência.

Pouso não permitido

O avião que carrega o presidente Manuel Zelaya não conseguiu pousar no aeroporto internacional de Toncontin, informa a rede venezuelana Telesur. Segundo a rede de TV, Zelaya pediu ''em nome de Deus'' que o deixassem pousar, mas não recebeu permissão.

A pista de pouso estaria com obstáculos que impediriam o pouso da aeronave venezuelana que carrega o presidente.

Após a tentativa fracassada de retornar a Honduras, o avião de Zelaya pousou na Nicarágua, segundo a agência de notícias France Presse. Ele diz que continuará buscando o apoio da comunidade internacional para retomar seu posto no governo hondurenho. "Não vão impedir que façamos tudo o que tenhamos que fazer", disse Zelaya à rede de TV venezuelana Telesur, que acompanhou sua tentativa de retorno.

Com informações do Blog Vi o Mundo; artigo atualizado às 21h38

ABAIXO O GOLPE EM HONDURAS!

Fonte: www.ctb.org.br

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domingo, 5 de julho de 2009

Em Busca do Tempo Perdido

Eduardo Navarro*


“Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça,

dando milho aos pombos.

Entra ano, sai ano, cada vez fica mais difícil

o pão, o arroz, o feijão, o aluguel...”

(Zé Geraldo)


Este é o sentimento que tenho enquanto se aproxima a campanha salarial 2009. Um sentimento de completo alheiamento da realidade que nos ronda. O mundo está se desintegrando lá fora e nós, aqui dentro, só pensando em questões menores.


Pois bem, vamos aos fatos. Estamos vivendo uma quadratura histórica com uma profunda crise do capitalismo que questiona, inclusive, sua forma e seu modo de gestão(1) ao transformar a economia mundial em uma grande “Ciranda Financeira” (quando o capital especulativo domina o cenário se sobrepondo ao capital produtivo) – crise esta patrocinada e tutelada pelos grandes bancos privados nacionais e internacionais – e nós, nos limitando a discutir reposição salarial e PLR maior.


Penso que deveríamos aproveitar o momento de ebulição e efervescência da campanha salarial para debater com a sociedade sobre qual o papel que os bancos devem ter na economia nacional. Indutor do desenvolvimento nacional ou mero especulador? A resposta a este questionamento determina o grau de comprometimento com as mudanças que nosso país necessita, e a seriedade do debate e dos debatedores.


Repor inflação é justo e válido, colocar R$ 1.000,00 a mais no bolso também é salutar. Porém, não podemos rebaixar a capacidade de organização e mobilização de uma categoria de rabalhadores e trabalhadoras – que já demonstrou sua disposição de luta - apenas pela barganha de um percentual de reajuste ínfimo, que após um período de greve soa até como derrota.


Devemos ousar mais, colocar como questão fundamental a reconstituição de nosso contrato coletivo de trabalho que envolve o respeito pela jornada de trabalho de 6 horas; a constituição de um plano de cargos e salários (PCS) que permita vislumbrar a progressão da carreira, e uma remuneração condigna para as atividades desenvolvidas. Com esta tríade – jornada justa, progressão na carreira e remuneração digna – daremos passos largos rumo à reconstrução da identidade bancária.


Outra agenda dos trabalhadores e trabalhadoras que não pode ser relegada a uma decisão burocrática – tipo mesa permanente – é a relacionada à saúde. Saúde está relacionada com as condições de trabalho no que tange à prevenção de doenças ocupacionais, bem como das formas e tratamentos para sua remediação. Outra faceta do problema relacionado à saúde, esta mental, que precisa ser erradicada do local de trabalho pelo movimento sindical é o Assédio Moral(3).


O assédio moral é um instrumento de gestão para obtenção ou superação de metas e resultados que leva ao adoecimento físico e mental daqueles que estão na base da pirâmide funcional. É a retirada da mais valia relativa e absoluta. É o esmagamento do trabalhador pela extensão da atividade, pelo controles da tecnologia aliada à pressão pela produção. Como no filme “o homem que virou suco”, o trabalhador é jogado na cesta de lixo após retirar todo seu suco produtivo.


Nem tudo está perdido, ainda temos tempo de dar uma virada nesta campanha salarial e, como no romance de Marcel Proust, ir “Em Busca Do Tempo Perdido”.


* Eduardo Navarro é bancário do Bradesco, vice presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, coordenador do Ramo Financeiro e diretor Financeiro Adjunto da CTB.


(1)Esta forma de gestão – conhecida como Neoliberalismo – teve como função retirar a presença do Estado da economia para ampliar a margem de lucro do capital. Porém o que se viu foi uma sanha privatista que liquidou com o patrimônio nacional e abalou os alicerces da economia brasileira e internacional.


(2) Com indutor cabe discutir política creditícia para indústria, agricultura, habitação e consumo; regulação da taxa de juros; enraizamento da rede de agencias em todo território nacional; caixa do erário público, dentre outras questões.


(3) O que por si só não encerra a gama de sofrimentos mentais oriundos do modelo de gestão como depressão, psicoses, alcoolismo, alterações comportamentais, e mais uma infinidade de acometimentos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Campanha salarial 2009: Convenções e Acordos 2008

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

Acordos 2008/2009

Banco do Brasil

Acordo Aditivo - Banco do Brasil

Acordo de PLR - Banco do Brasil

Banco do Nordeste

Termo de Ajuste Preliminar ao Acordo Coletivo de Trabalho - BNB

Acordo Coletivo 2008-2009

ACT 2008-2009

Acordo Coletivo para compensação dos dias parados

Caixa Econômica Federal

Acordo Aditivo - Caixa

Santander e Real

Acordo Aditivo - Santander

Acordo PPR - Santander

Acordo Aditivo - Real

Convenções nacionais

Convenção coletiva de trabalho

Convenção coletiva de trabalho dos Bancários 2008/2009

Convenção coletiva de trabalho dos Bancários 2008/2009 – PLR

Convenção coletiva de trabalho dos Financiários 2008/2009

Convenção coletiva de trabalho dos Financiários 2008/2009 – PLR

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO ADITIVA 2006 2007

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO ADITIVA 2004/2005

Porque me ufano de meu país: Lula, Direitos Humanos e BRIC

Paulo Vinícius

A estupidez e a má fé da grande mídia são espetaculares, assim como sua certeza da nossa suposta imbecilidade. Inacreditável o alarde ante a opinião negativa da Humans Rights Watch sobre o discurso do presidente Lula em Genebra na Comssão de Direitos Humanos da ONU em 15 de junho.


Opinião é assim, cada qual com a sua e segundo seus interesses. Mas, porque esse espanto sobre a opinião de uma ONG com nome em inglês e opinião também, super isenta (ave Maria!), com vínculos sei lá quais com os EUA e Europa, como se isto fosse reprimenda ante o Brasil?! ONG há para tudo, umas ao lado do povo e outras a servir ao imperialismo.
Ó colonizada mídia a soldo do estrangeiro, foi-se o tempo em que nos guiávamo por seus dictats. O Brasil move-se sabiamente em prol de seus intereses nacionais e regionais e embusca de construir um mundo onde o multilateralismo e o diálogo prevaleçam, e não a força.


É também com base neste tipo de opinião de algumas 'renomadas' ongs que se fez o genocídio ao povo iraquiano... é com este lastro ideológico às expensas do Departamento de Estado que se invadiu o Afeganistão. É com base nestas opiniões que se prepara o terreno da opinião pública para mais à frente virem as propostas de "internacionalização" da Amazônia. Daí advém o virulento e irracional pavor que visa a travar nosso desenvolvimento em matéria atômica. Como se um país como o nosso devesse deixar isto aos cuidados de quem disparou as bombas de Hiroshima e Nagazaki e ainda posam de mocinhos.

Quero ver a Humans Rights Watch promovendo uma campanha mundial pelo imediato fechamento de Guantánamo, a desoupação de Iraque e Afeganistão pelos EUA e pelo estabelecimento de um Estado palestino! Quero ver o Greenpeace mais agressivo na defesa do desarmamento nuclear estadunidense!

Ao contrário desta cobertura "espetacular" e do muxoxo com que o Jornal Nacional relata o descolamento do Brasil das posições das grandes potências em direitos humanos, o mesmo não ocorre quando reúnem-se os BRIC para avançar na institucionalidade de uma articulação inédita e poderosa. Ao contrário, as referências são ridículas, pessimistas, chegando ao cúmulo de se dizer que é primera vez que um artigo vira um bloco - porque o termo foi citado pela primeira vez num artigo -, como se isto fosse importante. É demais!

Lula e o Brasil fizeram dois gols de placa ao rejeitar corajosamente o intervencionismo sob a pecha de defesa de direitos humanos. Por isso a grita desta ONG, não é á toa. Para mim, as críticas do JN e da HRW são as melhores referências para o acerto do Brasil.

Ademais, a posição do Brasil é plenamente coerente com nossa histórica defesa da autodeterminação dos povos. Quando dizemos que a comissão não deve assumir postura de tribunal, mas fazer a necessária interlocução, buscar o diálogo como via central, só desagradamos aos que buscam manipular tais espaços da ONU para justificar uma agressividade belicosa e sedenta de sangue. Depois, quando há centenas de milhares de mortos, a tortura e a intervenção, quando grassa a fome o desespero, onde vão parar os direitos humanos? Aí, o silêncio impera... e os lucros avultam.

Por isso mesmo foi um no cravo e outro na ferradura. Rejeitar por um lado a manipulação e defender o diálogo e, em seguida, reunir Brasil, Rússia, Índia e China, buscando caminhos para unir esta parcela tão importante da humanidade, e discutindo inclusive alternativas ao combalido dólar estadunidense!!!!

São gestos contundentes no sentido do multilateralismo. São expressões da nossa nova condição no mundo. São afirmações dos talento, brilho e papel do Brasil no século XXI. Não é a toa que esta mídia sabuja e lambe botas se doa. E não é à toa que devemos continuar este rumo em 2010, para nunca mais nosso chanceler tirar sapatos para uma humilhante revista em uma alfândega estadunidense.

Vejam na rádio da ONU o discurso de Lula na comisão de Dreitos Humanos para não estarmos reféns ante a estupidez de rasas análises de jornalistas a soldo. Só a íntegra pode nos salvar. O endereço é http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/165500.html

terça-feira, 16 de junho de 2009

Toque de recolher: crime contra a juventude

Leia nota da UJS/ Fortaleza
contra toque de recolher







Em nota divulgada nesta terça-feira (2), a UJS (União da Juventude Socialista) de Fortaleza repudia campanha orquestrada por membros do Conselho Tutelar da Secretaria Executiva Regional I que defendem o toque de recolher para jovens menores de 18 anos na capital do Ceará. A medida, que já é adotada em quatro cidades do interior de São Paulo, é considerada inconstitucional para a entidade.

A União da Juventude Socialista (UJS), no seu compromisso com os direitos da juventude, repudia veementemente a campanha que propõe a instituição do toque de recolher, após as 23 horas, para menores de 18 anos na cidade de Fortaleza. Com essa medida, os autores da campanha, membros do Conselho Tutelar da Secretaria Executiva Regional I (SER I), punem o jovem por uma situação da qual ele é a principal vítima.

Restringir a liberdade de um indivíduo, partindo do pressuposto de que ele pode cometer uma infração, é uma arbitrariedade e atenta contra a Constituição que prevê a liberdade de ir e vir a todos os cidadãos. Além do mais, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece no seu artigo 106 a privação de liberdade somente ao adolescente que for flagrado no ato da infração. Portanto, essa medida é inconstitucional.

É um imenso equívoco responsabilizar o adolescente pela incompetência do Estado brasileiro na garantia dos seus direitos fundamentais. Não existe uma propensão natural da juventude ao crime. A questão está na situação degradante a qual a maior parte dos infratores é submetida ao longo de sua vida: miséria material e espiritual, ambientes insalubres, acesso aos serviços básicos de baixa qualidade como educação e saúde e presença constante da criminalidade. Nessas condições, a surpresa são aqueles que escapam da vida do crime.

Portanto, a sociedade e especialmente a juventude não podem aceitar esse mecanismo autoritário. No que depender da UJS, essa proposta não vai passar de mera intenção, pois, do contrário, sairemos às ruas para mobilizar e conscientizar a população sobre o perigo que representa tal medida para os direitos das crianças e dos adolescentes da nossa cidade.

União da Juventude Socialista – UJS Fortaleza


É imperdível, assista:

Funk do Toque de recolher - A Resposta -Mc Danilo

http://www.youtube.com/watch?v=fz0IPMasp80

Israel condena jornalistas por noticiar invasão em Gaza

Uma corte israelense condenou dois jornalistas a dois meses de prisão por noticiar as movimentações de tropas em Israel uma hora antes do início da incursão israelense na Faixa de Gaza em janeiro, informou a Reuters nesta segunda-feira.

Os dois homens, ambos palestinos moradores da região árabe de Jerusalém, ocupada por Israel, foram condenados no domingo por violar regulações de censura militar em suas reportagens sobre a movimentação de tropas para a mídia iraniana do lado israelense da fronteira com Gaza no dia 3 de janeiro.

Jornalistas que trabalham em Israel são, a princípio, proibidos legalmente de noticiar qualquer evento militar ou de segurança antes de submeter suas reportagens a um censor militar. Khader Shahine e Mohammed Sarhan foram acusados de noticiar as movimentações de tropas dentro de Israel que, segundo eles, indicavam a iminência de uma invasão terrestre, antes das tropas israelenses cruzarem a fronteira.

As primeiras informações na imprensa internacional confirmando a invasão foram dadas por testemunhas palestinas dentro da Faixa de Gaza, que avistaram tanques e infantaria dentro do território. Um advogado dos dois jornalistas descreveu a sentença como "severa". A corte civil em Jerusalém disse em nota que tem intenção de condenar outros jornalistas.

Fonte: Reuters

Que realmente aconteceu nas eleições libanesas?

www.vermelho.org.br

A pergunta real agora é se o novo governo, ao ter a maioria no parlamento, pressionará para desarmar o Hezbolá, dando assim satisfação a seus patronos. Desde que foram celebradas as eleições parlamentares no Líbano, em 7 de junho, as mídias dominantes têm declarado que os resultados dessas eleições mostram claramente que o Hezbolá e seus aliados de coalizão sofreram "uma derrota acachapante".
Por Esam Al-Amin, para o site Counter Punch

Alguns, encabeçados pelo The New York Times e algumas agências , foram ainda mais longe, sugerindo que o discurso de Barack Obama na cidade do Cairo foi o que marcou a diferença, inclinando as eleições a favor da coalizão pró-Ocidntal governante.


Isso é pura fantasia e revela uma total incompreensão da natureza da política libanesa e uma ignorancia das realidades da política local.


Para começar, vamos esclarecer algumas coisas. No parlamento anterior, o Hezbolá e seus aliados tinham 58 deputados, diante de 70 da coalizão governista, em um parlamento de 128 vagas. A coalizão governista dirigida por Saad Hariri, filho de Rafiq Hariri, o bilinário ex-primeiro ministro assassinado, se nutre fundamentalmente de uma série de partidos e grupos que considera bem dispostos em relação ao ocidente e a governos árabes pró-ocidentais, como o da Arábia Saudita.


Esta coalizão inclui também os tradicionais partidos maronitas cristãos, apoiados pela igreja maronita, tais como as Falanges e as Forças Libanesas. Por outro lado, a coalizão da oposição está dirigida por partidos islâmicos, principalmente xiitas, Hezbolá e Amal, em aliança com um importante partido maronita, o Movimento Patriótico Livre, que é dirigido pelo ex-general Michel Aoun. Na rivalidade regional entre EUA, Israel e outros governos árabes "moderados", por uma parte, e Irã, Síria e os movimentos pró-resistência, por outra, esta coalizão da oposição claramente apoia os segundos.


Uma das principais disputas do parlamento anterior foi a insistência da coalizão ocidental em exigir que o movimento de resistência — Hezbolá — se desarmasse, a partir do momento que Israel fracassou ao tentar desmantelar a infraestrutura do grupo na guerra do verão de 2006.


Portanto, os grupos pró-ocidentais trataram de tentar conseguir politicamente o que Israel não conseguiu pela via militar. As pressões aplicadas pelos Estados Unidos durante a administração Bush para conseguir esse mesmo objetivo foram incessantes, provocando um confronto que durou cerca de um ano e que culminou nas recentes eleições.


A política eleitoral no Líbano está em desacordo com os princípios democráticos porque se baseia em políticas sectárias. Cada um dos grupos religiosos importantes tem garantido um certo número de vagas no parlamento, baseando-se não na população, mas sim em um acordo anterior acertado em 1989, para colocar fim a uma guerra civil de 15 anos.


Por exemplo, na recente eleição, os xiitas e os sunitas obtiveram os votos de cerca de 873 mil e 842 mil eleitores registrados, respectivamente, mas a cada grupo couberam 27 assentos. Por outro lado, os cristãos maronitas e os drusos tiveram 697 mil e 186 mil votos cada um, obtendo com esses votos 34 e 8 deputados respectivamente, muito mais do que as cifras de votos em si lhes dariam direito. Além disso, o clã Hariri pagou a mais de 120 mil expatriados libaneses para que voassem de regresso ao Líbano e votassem. Se estima que mais de 75% deles votou pela coalizão governante.


Nestas circunstâncias, em quem votaram agora os libaneses?


Com uma porcentagem de eleitores de cerca de 52% dos três milhões de eleitores registrados, a oposição dirigida pela coalizão do Hezbolá recebeu 55% dos votos (840 mil), mas só elegeu 45% dos deputados (57). O próprio Hezbolá apresentou somente 11 candidatos, em deferência a seus aliados de coalizão, o mesmo número que tinha no parlamento anterior.


Todos os onze candidatos foram eleitos de forma avassaladora. Por outro lado, a coalizão governista recebeu 45% dos votos (692 mil) e 55% das vagas no parlamento. Em resumo, a coalizão governante obteve 68 vagas, enquanto que os independentes obtiveram 3 assentos, unindo-se posteriormente à coalizão governista, totalizando assim os 71 deputados pró-Hariri.


Isto é, a composição do atual parlamento mudou somente em um deputado em relação à anterior, e isso só aconteceu depois de levarem para seu campo os três independentes. Além disso, a surpresa autêntica foi que o partido do general Aoun, o aliado da coalizão do Hezbolá recebeu, segundo os resultados anunciados pelo ministro do interior libanês, 52% do voto cristão, embora tenha obtido menos deputados que seus rivais cristãos.


Só em um mundo de ficção científica poderia se declarar que esses números são "um claro repúdio ao programa da coalizão do Hezbolá", maneira as mídias dominantes determinam claramente como os leitores devem ler, como fez Thomas Friedman no The New York Times.


Por isso, a história autêntica das eleições é que não se conseguiu fazer triunfar a vontade do povo libanês e que tão pouco se respeitou o princípio do governo da maioria. A coalizão dirigida pelo Hezbolá havia, de fato, obtido mais votos que a coalizão pró-ocidental, pela considerável margem de 10%. Quando o presidente americano Obama recebeu 53% dos votos populares, diante dos 47% de John McCain em novembro passado, as mídias e os analistas declararam que era uma derrota acachapante para os republicanos e um mandato de mudança real.


A política libanesa é imprevisível. O aliado de hoje pode ser o antagonista de amanhã. Por exemplo, o líder druso Walid Jumblatt foi durante muitos anos aliado da Síria no Líbano, mas se voltou contra ela há poucos anos, devido à mudança política registrada no país. Entretanto, recentemente começou a fazer movimentos de aproximação à oposição. Como tem o mandato de 8 deputados, se mudar de lado, coisa muito improvável na cena política atual, a composição do parlamento passaria então a ser de 65 a 63 deputados a favor da atual oposição.


A pergunta real agora é se o novo governo, ao ter a maioria no parlamento, pressionará no sentido de desarmar o Hezbolá, para satisfazer seus patrões. Se essa perspectiva se concretizar, de imediato se desencadeiria uma crise e a maioria dos libaneses, como mostrado no dia das eleições, sairão às ruas para protestar e exigir que a vontade real do povo seja respeitada, refletida nas urnas no dia das eleições;


Original publicado em http://www.counterpunch.org/amin06122009.html


Rebelión (em espanhol): www.rebelion.org

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Na blogosfera: De quem é o Lobo que atacou a USP?

A guerra de informação (infowar) deflagrada pela Secretaria de Educação de São Paulo está tropeçando na guerra em rede (netwar) dos movimentos sociais. A gritaria dos 4 irmãos - mesquitinha, friazinho, civitinha e marinho - destinadas a nos convencer que “essa gente do PSOL autoritária e violenta provocou a pancadaria na USP” - esbarrou na inteligência coletiva da blogosfera. A internet aditivada com a Web 2.0 está virando de cabeça para baixo as versões oficiais dos fatos.


Enquanto a máfia do noticiário se esgoela para assentar a versão oficial, o material que eles produziram é revirado pelas vozes independentes do ativismo interneteiro que revelam toda a armação por trás do barulho. Desde o dia 9 eles venderam o peixe da “minoria-intolerante-e-violenta-que-confrontou-a-polícia.” Mas a blogosfera não arrefeceu e flagrou afala do comandante Lobo esquecida no vídeo da Globo dizendo ter “uma ordem pra prender alguns líderes” por estarem “incitando esta greve.” Epa! Ah, ié? Como nos lembra o Túlio “a ordem de reintegração de posse tem natureza civil e, portanto, jamais ordenaria a prisão de quem quer que seja.” Tulio prossegue: “a juíza cível, aliás, é incompetente para ordenar prisões, salvo no caso de pensão alimentícia.” Cabe portanto perguntar como o Arles: de quem é essa ordem? E eu acrescentaria: quem comanda esse Lobo e seu bando truculento?

Se eles tinham ordem de prender grevistas por exercerem seus direitos de greve, de fato eles tinham sido ordenados a provocar o conflito para poder seqüestrar a liderança da greve. O que, aliás, se coaduna com o farto material produzido pelos quatro irmãos quando examinados com objetividade. Em nenhum momento se vê estudante atirando pedra ou policiais cercados de estudantes e ameaçados de seqüestro - como o Lobo repetiu o tempo todo como uma vitrola enguiçada. A tropa já chegou jogando bombas e atirando nos manifestantes como esse vídeomostra claramente.Por essas e outras os brucutus do tucanato se escondem por trás do Azeredo e seu AI 5 digital. A tucanaria quer o monopólio do barulho. Quer liberdade para comprar a peso de ouro os serviços dos 4 irmãos e calar o chilrear da passarada que canta livremente na blogosfera.

Por Redação Consciência.Net
Texto de Henrique Antoun, no blog Trezentos

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Blog Bancários Classistas


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Quem Somos

Sindicalistas e militantes bancários, de todas as regiões do país, com firme posição de classe, que se organizam em torno da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e tem como objetivo organizar, mobilizar e conscientizar os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro politizando as questões imediatas (salários, jornada, saúde, etc.) no sentido de construir alternativas para as questões futuras (uma sociedade mais justa e igualitária).

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Comando Nacional dos bancários discute novo modelo de PLR no Rio



Emanoel Souza de Jesus*


A reunião do Comando Nacional dos Bancários será realizada amanhã (29.05), às 10 horas, na sede do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, tendo como ponto principal de pauta a elaboração de uma proposta de novo modelo de PLR a ser apresentado para discussão nas Conferências Regionais da categoria. A experiência do último ano mostrou que o modelo atual é bastante confuso e deixa brechas para uma série de manobras contabéis por parte dos bancos de forma a reduzir a parcela suplementar distribuída com os bancários.


Assim, entendemos que a clareza e a transparência dos critérios deva a ser o ponto de partida para o debate do novo modelo, que precisa contemplar uma maior abrangência dos beneficiados (em especial aqueles afastados por problemas de saúde), o pagamento proporcional para quem saiu do banco antes do acordo, a distribuição o mais homogênea possível, o afastamento total da possibilidade de utilização de metas individuais ou por unidade para a distribuição, dentre outros aspectos que já se tornaram consenso em reuniões anteriores. (Continua)


Sábado, 16 de Maio de 2009

Construir um comando forte



No último dia 12 de maio, terça-feira, o Comando Nacional (que envolve sindicalistas ligados a CUT, CTB e Intersindical) se reuniu para definir o calendário para a campanha salarial 2009 (CS/09), marcando para os dias 17 a 19 de julho, em São Paulo, a Conferência Nacional. Por seu turno a Contec (que envolve sindicalistas vinculados a UGT) convocou seu Encontro Nacional para os dias 7 e 8 de agosto, em Recife, Pernambuco. Cabe ainda saber onde e quando o MNOB, vinculado a Conlutas, vai realizar seu planejamento para a campanha salarial deste ano.

Como esta reunião foi o passo inaugural desta nova jornada, cabe destacar que, geralmente, uma campanha se inicia ao passo que outra se encerra. Portanto, fazer um balanço da jornada passada; tirar lições da luta realizada; destacar os pontos positivos para dar continuidade a eles; apontar os erros cometidos para superá-los; é o que nos ensina a longa trajetória de luta da classe trabalhadora, dentre estes os bancários. (Continua)

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Pós-98, quem somos nós?



Paula Goto*


No Brasil, a ofensiva neoliberal dirigida aos trabalhadores na década de 1990 impingiu duras derrotas à categoria bancária. Enquanto a reestruturação produtiva intensificava a exploração e diminuía os postos de trabalho, a flexibilização das leis trabalhistas se encarregava da retirada de direitos em favor do capital.


Os bancários foram particularmente atingidos e sofreram toda sorte de insegurança e humilhações. A importação do modelo toyotista de organização do chão das fábricas japonesas para o caso brasileiro foi abraçado pelos banqueiros e se deu sob a égide da maximização da exploração de seus trabalhadores. Desta forma é que, ao tempo em que os bancos desrespeitavam as jornadas de trabalho, promoviam o assédio moral aos seus funcionários e efetivavam demissões arbitrárias, se esforçavam, igualmente, por capturar a subjetividade de seus trabalhadores na tentativa de desmobilização de suas lutas. (Continua)

Ato de Filiação ao PC do B














Às 19h00, na próxima terça-feira, dia 02 de junho no CONIC, Ed. Venâncio Jr. 2º andar sala 201, próximo ao restaurante Fortaleza Grill.



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