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domingo, 7 de junho de 2020

Um dia de duelo, e a luta em defes do isolamento social - Paulo Vinícius Santos da Silva


Eu acho que tem espaço sim para uma manifestação. Mas não é assim como a disputa de quem é mais radical, combativo....
Publicado por Paulo Vinícius em Domingo, 7 de junho de 2020

Eu acho que tem espaço sim para uma manifestação.
Mas não é assim como a disputa de quem é mais radical, combativo. Exatamente o contrário.
Ninguém deve se expor a qualquer atividade de rua que não respeita o distanciamento social.
Tudo, apenas se Respeita o Isolamento Social. Parte-se dessa base, senão não vá. Sobreviver é resistir.
Outro critério de qualidade é Permitir a participação democrática de todos e todas. É preciso ser ampla na forma, na composição e no conteúdo.
Não é a ação política que nos expõe à infiltração, nossa ação é pacífica.
Acredito que é preciso unificar um grande Luto Nacional pelas vítimas do desgoverno Bolsonaro.
Fora Bolsonaro! Tarefa inadiável!
Um dia, todos de luto, pelas vítimas, contra o desgoverno, pelo Brasil, cada um no seu quadrado.
Uma coisa que as pessoas possam participar e mostrem efetivamente os 70%.
Não precisamos de um ato vanguardista, mas do povo tomando conta da história do Brasil, podendo participar.
E que seja um dia de Luto, Prevenção e Solidariedade.
E Fora Bolsonaro!
Com 35 mil mortos eu não pinto o rosto de verde-amarelo.
Eu pinto meu verde amarelo coração pelo luto da perda dos meus irmãos e irmãs brasileiros sendo assassinados num genocídio inaceitável e que precisa acabar com a queda desse assassino.
Devemos fazer um dia de duelo, da nossa dor,
de luto,
todos de preto pelas vítimas desse monstro,
um dia de defesa do isolamento social!
de ensinar a prevenção!
de falar da covid!
de doar máscara e álcool em gel, comida e produtos de limpeza, um dia de luta, prevenção e solidariedade.
de organizar a resistência,
que todos possam,
na pior das hipóteses, usar preto
Cada um fazendo seria gigantesca a participação.
Dizia o Diógenes Arruda Câmara:
"Ampliar, radicalizando. E radicalizar, ampliando."
Então, se existe a energia popular, pode-se, sim, dirigi-la como um forte movimento de solidariedade, opinião, protesto e luto, para acabar com esse desgoverno.
Sem hegemonismos, nem riscos à saúde.
Um dia de dolor, de dor, de luto, de solidariedade, de educação, de prevenção, a frente ampla com condição de engajamento e participação política popular.
É muito dolorida a perda de uma pessoa amada.
Às vezes eu vou poder só usar uma discreta peça preta ma lapela, ou na janela, mas ainda assim poderei me somar e prantear as pessoas que perdemos, afora estarmos todos ameaçados por essa monstruosidade dupla que atinge o Brasil.

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