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quinta-feira, 1 de junho de 2023

9º Encontro Sindical Nacional do PCdoB – documento para debate e Convocatória

Leia a íntegra do texto em debate durante o 9º Encontro Sindical Nacional do PCdoB, que acontece nos dias 16 e 17 de junho de 2023 em Salvador.

Bárbara Luz
Data: 21/04/2023
Luciana durante abertura do 8º Encontro Sindical Nacional do PCdoB, realizado em Recife, em 2019 | Foto: reprodução/PCdoB


O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) realiza nos dias 16 e 17 de junho de 2023 o 9º Encontro Nacional de sindicalistas da legenda, no Fiesta Bahia Hotel, em Salvador-BA. O evento terá dois pontos na pauta, que serão debatidos em cada dia: “O Governo Lula e o papel dos comunistas no movimento sindical” e “Construção partidária entre os trabalhadores, com ênfase no trabalho de base”. A taxa de inscrição, no valor de R$ 400,00, dá direito a duas reservas no hotel e refeições (café da manhã, almoço e jantar), e deverá ser paga até o dia 28 de maio devido às obrigações contratuais com o hotel.

Os secretários sindicais são orientados a organizar Encontros Estaduais durante o mês de maio, e a Comissão de Redação deve apresentar o documento-base para instruir os debates a partir dos Estados. A quantidade de delegados e delegadas de cada Estado será definida com base na delegação presente no encontro anterior, realizado em Recife.

Para a organização da atividade, é essencial que cada Estado confirme o tamanho de sua delegação antecipadamente. Todas as atividades, incluindo plenárias, alimentação e hospedagem, serão realizadas no Fiesta Bahia Hotel, e quem desejar prolongar a estadia deverá acertar diretamente com o hotel. 

Para acessar a íntegra do documento, clique aqui.

Leia a íntegra da convocatória abaixo.

9º ENCONTRO SINDICAL NACIONAL DO PCDOB

Camaradas, em aditamento à convocação do 9º Encontro Sindical Nacional do PCdoB, passamos as seguintes informações:

1) Está confirmada a realização do 9º Encontro Sindical nos dias 16 de junho (sexta-feira) e 17 de junho (sábado), das 09h às 18h.


2) A pauta do Encontro terá dois pontos: dia 16/6 – “O Governo Lula e o papel dos comunistas no movimento sindical”; 17/6 – “Construção partidária entre os trabalhadores, com ênfase no trabalho de base”.


3) Orientamos aos secretários Sindicais organizarem Encontros Estaduais durante o mês de maio. A Comissão de Redação deve apresentar em tempo hábil o documento-base para instruir os debates a partir dos Estados.


4) O 9º Encontro será realizado no Fiesta Bahia Hotel, localizado na Av. Antônio Carlos Magalhães, 741 – Itaigara, Salvador – BA. Todas as atividades serão realizadas neste hotel – plenárias, alimentação e hospedagem.


5) A taxa de inscrição, subsidiada, será de R$ 400,00 (quatrocentos reais) para cada delegado ou delegada. A taxa dará direito a duas diárias no hotel (do dia 15/6 até o dia 17/6 e refeições (café da manhã, almoço e jantar). Quem desejar prolongar a estadia deverá acertar diretamente com o hotel.


6) Devido às obrigações contratuais com o hotel, que incluem, além das diárias, a locação do auditório, equipamento de som e restaurante para cerca de quatrocentos participantes, a taxa de inscrição deverá ser paga até o dia 28 de maio :


Banco do Brasil – Agência 303-4
– Conta Corrente 112153-7
– CNPJ 08.742.211/0001-01 –
chave PIX 119593101125 (Centro de Estudos Sindicais).


7) Cópia do depósito bancário e o nome completo do delegado ou delegada e respectiva entidade sindical ou seção partidária devem ser enviados para Márcia Viotto – cel/whatsApp 11 98497-5295. A partir do pagamento, definiremos com o hotel o alojamento em quartos triplos e, excepcionalmente, duplos para casais.


8) A quantidade de delegados e delegadas de cada Estado terá como parâmetro a delegação presente ao Encontro anterior, realizado em Recife. Para a boa organização da atividade, cada Estado precisa confirmar com a maior brevidade o tamanho de sua delegação. Essa informação é essencial para os ajustes finais com o hotel e deverá ser feita com antecedência.


São Paulo, 19 de abril de 2023


Nivaldo Santana
Secretário Sindical Nacional

sexta-feira, 4 de junho de 2021

PLENÁRIA DAS ESTATAIS ATIVIDADE PRÉ-CONGRESSO DA CTB DF


PLENÁRIA DOS NÚCLEOS DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB


Querido(a) trabalhador(a) de Estatal


Faremos uma plenária com os núcleos dos Urbanitários (as) e dos Bancários(as) da CTB e da CGTB do DF e Entorno. Essa plenária é para esclarecer e organizar a luta em defesa das estatais, na semana decisiva para a manutenção da ELETROBRAS pública. Participe, ajude-nos nessa luta e do V Congresso da CTB-DF e Entorno, ajude-nos a salvar o Brasil, a democracia e as estatais do Genocídio de Bolsonaro.
 

PLENÁRIA DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB

 Reunião do(a) Zoom.

Segunda - 7 jun. 2021 19h00


Inscreva-se antecipadamente para esta reunião:
https://zoom.us/meeting/register/tJ0tcO6qpjwjG9CK5GgExbcHmFNJYohGCQWU

Após a inscrição, você receberá um e-mail de confirmação contendo informações sobre como entrar na reunião.
 
Defender as estatais é defender o Brasil!
Parem a privatização da ELETROBRAS!
 
 
 Saudações classistas
 
Victor Frota da Silva e Rosângela Rosa
Núcleo dos Urbanitários CTB-DF/CGTB/DF
 
Paulo Vinícius da Silva e Rafael Guimarães
Núcleo da CTB Bancári@s DF

terça-feira, 1 de junho de 2021

PLENÁRIA DA EDUCAÇÃO DO V CONGRESSO DA CTB - UNIÃO COM A CGTB - Sábado - 05/06, 9H INSCREVA-SE

Sábado, 05/06/2021 às 9h00 PLENÁRIA DO RAMO DA EDUCAÇÃO DA CTB - UNIÃO COM A CGTB

Atividade de mobilização ao V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO (19/06) - CONGRESSO DA UNIÃO CTB-CGTB: UNIDADE NA LUTA  PELA VIDA, A DEMOCRACIA E PELO EMPREGO NO DF.

 #FORABOLSONARO - Sábado, 05/06/2021 às 9h00 PLENÁRIA DO RAMO DA EDUCAÇÃO -

Faça sua inscrição:   

https://docs.google.com/formS/d/1XWI4EJAKAtPwqAnykY860GhpJ9X_YEz6ttdBQQaYnUQ/edit

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Concepções Sindicais e Sindicalismo Classista



O que é sindicalismo classista?

Augusto César Petta - « CES Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho

PRINCÍPIOS DA CTB




UNIDADE

A busca da mais ampla unidade da classe trabalhadora é um princípio basilar da CTB. Nossa classe se compõe de trabalhadoras e trabalhadores de diferentes categorias, ramos e setores da economia, jovens e idosos, ativos e aposentados,negros, brancos e índios, empregados e desempregados, formais e informais, rurais e urbanos, públicos e privados. A união das diferentes categorias contra a exploração capitalista quea todos aflige, no campo e nas cidades – independente da diversidade de profissões, qualificações, situação social, vínculo laboral, gênero, raça, etnia ou orientação sexual –, é fundamental para o êxito das lutas e conquista dos objetivos táticos e estratégicos do movimento sindical. Historicamente,a unicidade sindical, instituída em 1939 e consagrada no Artigo 8º da nossa Constituição, tem se revelado uma norma preciosa para garantir a unidade no âmbito dos sindicatos. A CTB defende com firmeza a unicidade, proclama a necessidade de união das centrais e combate, com vigor, todas as concepções e iniciativas que promovem a divisão das categorias e o desmembramento das bases.

DEMOCRACIA

A democracia, representativa e participativa, é essencial para a unidade e a luta da classe trabalhadora e do movimento sindical. A vida democrática que a CTB defende é fundamentada na participação ativa dos trabalhadores e trabalhadoras nos embates políticos e na vida das entidades sindicais,definição de suas reivindicações, mobilização para a luta, eleição dos órgãos dirigentes, revogação de mandatos, liberdade de expressão e debate, bem como o respeito às decisões da maioria. Uma democracia efetiva vem desde a base e busca transformar a todos e todas em sujeitos efetivos da história. Nossa central buscará ser exemplo e escola de democracia. Concebemos a democracia como um valor intrínseco à emancipação dos explorados, uma postura e uma forma de vida cotidiana, garantia do mais amplo processo de participação e diálogo. Entendemos, ao mesmo tempo, que democracia também pressupõe respeito e obediência às decisões e deliberações coletivas.

INDEPENDÊNCIA CLASSISTA

Defendemos a liberdade e autonomia sindical. Queremos nossas entidades livres e independentes dos patrões, governos, credos religiosos e partidos políticos na definição dos seus objetivos e campanhas e na luta pela transformação social. É fundamental que o reconhecimento de nossas entidades venha da representatividade efetiva e da confiança nelas depositadas pela base e pelo conjunto da classe trabalhadora.Não abriremos mão de direitos ou conquistas sociais arrancadas com muitas lutas ao longo da história. Lutaremos sempre para ampliar nossos direitos e melhorar a qualidade devida de todo o povo brasileiro.

SOLIDARIEDADE E INTERNACIONALISMO

A CTB deve promover os valores da solidariedade de classe, em âmbito local, nacional e internacional, em contraposição ao individualismo predatório propagado como suprema virtude pela concorrência capitalista e pelo neoliberalismo; deve contribuir para o fortalecimento e êxito das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras, onde quer que se encontrem, contra todas as formas de injustiça, exploração e opressão social, política, econômica, religiosa ou cultural; deve fortalecer a idéia e a prática de que nossa força está na união e que somente unidos e organizados podemos enfrentar e vencer as forças neoliberais do capitalismo globalizado, imperialista, e seu neocolonialismo planetário.

A luta da classe trabalhadora é internacional. O capitalismo avança, constrói e destrói coisas belas em todos os continentes, mas revela-se insuportável e insustentável, pois promove um desenvolvimento desequilibrado, que em sua evolução histórica tem gerado guerra, morte, miséria, destruição, exclusão e injustiça econômica e social. Precisamos superar o corporativismo e unificar as lutas. Hoje mais que nunca é necessário fortalecer internacionalmente a luta daqueles que dependem única e exclusivamente de seu trabalho para sobreviver. É indispensável promover o internacionalismo proletário e defender projetos alternativos ao capitalismo e com orientação socialista.

ÉTICA NA POLÍTICA

A ação política deve ser guiada por princípios éticos,idéias e objetivos elevados. Nossa ética está embasada nos princípios do humanismo, do respeito e solidariedade entre os seres humanos e os povos, do compromisso com os interesses coletivos da classe trabalhadora, com a vida e o meio-ambiente, com a justiça social e com a paz e a fraternidade humana.

COMBATE À DISCRIMINAÇÃO

Não aceitamos os preconceitos, as discriminações e as intolerâncias, seja de cor, raça, etnia credo, origem, geração, classe social, gênero ou orientação sexual. Lutaremos com vigor por uma sociedade totalmente livre do machismo, da dominação de classe, do racismo e da homofobia, males estimulados pelo capitalismo que maculam e enfraquecem os ideais de igualdade e justiça social na sociedade brasileira.

EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES E DOS NEGROS

Compartilhamos a convicção de que sem a emancipaçãodas mulheres, dos negros e outros segmentos oprimidos e discriminados da nossa sociedade não se poderá falar em libertação da classe trabalhadora e tampouco será aberto o caminho para uma nação justa, fraterna e igualitária.

SOCIALISMO

A razão de ser do movimento sindical é a luta já secular contra a exploração do trabalho pelo capital. A vitória completa do sindicalismo pressupõe, por conseqüência, o fim da exploração e de todo tipo de discriminação, a prevalência daigualdade, da justiça social, da fraternidade e da paz entre asnações. Isto só virá com a derrocada do capitalismo e a construção de um novo sistema social, o socialismo, caminho obrigatório para a superação da divisão da sociedade em classes sociais e o fim das desigualdades sociais e da exploração dohomem pelo homem. É preciso reconhecer de forma crítica e autocrítica os erros cometidos nas diferentes experiências socialistas do século XX para não repeti-los no século XXI, ainda que seja também necessário frisar a grandiosa contribuiçã oda revolução soviética para o avanço dos direitos sociais em todo o mundo. Defendemos um socialismo fundado na soberania e na valorização da classe trabalhadora, com as cores e a cara do Brasil. Entendemos que a idéia e o projeto de uma sociedade justa, fraterna, sustentável e equilibrada, fazem parte do espírito humano e é o coroamento da luta contra todas as formas de opressão e exploração. A CTB defende outro modo de produção, uma forma de produção solidária, não predatória, não consumista e não centrada nos valores do individualismo, concorrência, anarquia e destruição característicos da sociedade capitalista. Lutamos por uma sociedade ética, fraterna e a caminho de um mundo mais justo e sóbrio para todo o planeta e a humanidade. O socialismo é o ideal maior da classe trabalhadora.

DEFESA DOS DIREITOS SOCIAIS

Frente à feroz ofensiva do capitalismo neoliberal contraos direitos conquistados pela classe trabalhadora durante os últimos séculos, é indispensável defender com energia a manutenção e ampliação dos direitos sociais; o efetivo direito ao trabalho, à saúde, à segurança, à livre escolha da profissão; o livre, inalienável e irrestrito direito de greve; a redução progressiva da jornada de trabalho; a universalização dos direitos sociais e dos serviços públicos; o aumento da participação dos salários na renda nacional; a remuneração digna e igualitária.A CBT não aceita nenhum direito a menos, só direitos a mais.

TRANSPARÊNCIA

Os sindicatos e entidades sociais e populares não são empresas. Seu objetivo central não é o lucro e sim a luta por igualdade e justiça econômica, política e social. Nossos sindicatos precisam estimular a reeducação dos corpos, almas e mentalidades, contribuindo para a preparação dos novos homens e das novas mulheres para uma nova sociedade. Temos que desenvolver em nossa central, confederações, federações e sindicatos espaços de participação e de prestação de contas. Devemos zelar pela transparência, ética, seriedade, competência e profissionalismo. Nossas organizações devem ser exemplos de dignidade, fraternidade e solidariedade, individual e de classe.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Vivemos hoje uma séria e profunda crise ambiental, que coloca em risco a sobrevivência do planeta e da civilização humana. Defendemos uma sociedade que valorize o ser humano, a natureza e a vida. Mais que nunca, hoje é fundamental construir um amplo movimento ambientalista de cunho socialista e anticapitalista. Um movimento de defesa da vida e contra a forma de desenvolvimento degradante e excludente resultante da livre expansão do capital. A CTB, enquanto Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil, luta poruma nação livre, soberana, próspera, justa, solidária, sustentável, democrática e progressista.

EDUCAÇÃO

A CTB concederá especial atenção à educação e formação da classe trabalhadora, indispensável à elevação da consciência social e consolidação de uma identidade classista, essencial à luta por uma sociedade sem explorados e/ou exploradores.


 

O Anarquismo - Concepções Sindicais - Centro de Estudos Sindicais

Concepções Sindicais - O Tradeunismo

ALTAMIRO BORGES

O trotskismo, corrente política contra-revolucionária (1984)

 João Amazonas

 

 

 

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Estarei no Pré-congresso de Sindicatos de bancários(as) e do setor financeiro da Federação Sindical Mundial





Comunicado da TUI-BIFU às entidades filiadas à Federação Sindical Mundial

 
Convite: Reunião pré-congressal da União Internacional dos Sindicatos de Bancários(a) e Trabalhadores(as) do Ramo Financeiro e da Seguridade - TUI BIFU

Caros colegas, 

Após a reunião virtual da FSM TUI BIFU, realizada em 20 de outubro de 2020 com grande  sucesso, estamos organizando uma reunião virtual pré-congresso da TUI BIFU, com sindicatos de bancários(as) e do setor financeiro. A reunião será realizada em 5 de maio de 2021 às 16h00, hora da Grécia (10h00, hora de Brasília). 

O objetivo desta reunião é formar um Comitê Adhoc operativo para continuar as atividades da TUI BIFU
até a realização de sua Conferência. O encontro será realizado por meio da plataforma ZOOM. Por favor, confirme sua participação para o seguinte e-mail: contact@wftucentral.org 

Saudações militantes, 

 


CH Venkatachalam - TUI-BIFU- WFTU

DELIBERAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO RAMO FINANCEIRO DA CTB

Reunião pré-congressal da União Internacional dos Sindicatos de Bancários(a) e Trabalhadores(as) do Ramo Financeiro e da Seguridade - TUI BIFU  -  29/04/2021


A UIS Bancária da FSM enviou convite à CTB, e esta nos repassou. A reunião será no dia 05 de junho, quarta-feira, as 10h. Para participar do fórum ficou definido que Paulo Vinícius Santos deve representar a CTB Bancários. A reunião será por Zoom.

ATENÇÃO

Em função do curto tempo, sugestões de pautas, problemas e contribuições à minha fala, por favor enviar por escrito aqui como Comentário no Blog Coletivizando ou no e-mail do núcleo dos Bancários(as) do DF ctbbancariosdf@gmail.com

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Bloco de oposição (PSB-PCdoB-PDT) na Câmara se reúne sindicalistas para barrar reforma da Previdência - Hora do Povo e Facebook Dep. André Figueiredo



Por Hora do Povo Publicado em 13 de fevereiro de 2019

Ato aconteceu na Câmara do Deputados

O governo Bolsonaro ainda não apresentou sua proposta de reforma da Previdência na Câmara, mas os trabalhadores, servidores públicos, aposentados, sindicalistas e diversas entidades da sociedade civil reuniram-se nesta quarta-feira (13) com parlamentares que integram o bloco de oposição liderado pelo PSB, PDT e PCdoB, na Câmara dos Deputados, para organizar ações contra a reforma da Previdência.

A reunião contou com a participação de entidades como a Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Cobap), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), o Fórum Sindical dos Trabalhadores, a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Confederação da Mulheres do Brasil (CMB), entre outras.

Durante o ato, os parlamentares e lideranças das entidades debateram e deliberam estratégias de enfrentamento à reforma da Previdência, que deverá ser apresentada ao Congresso nos próximos dias pelo governo.

O deputado André Figueiredo, líder do PDT na Câmara, que dirigiu a reunião, afirmou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), garantiu que não haverá atropelo do regimento.

“A reforma da Previdência que será enviada ao Congresso possivelmente irá incluir uma alteração profunda no modelo trabalhista. As mudanças teriam como alvo os mais jovens, que devem ser enquadrados no modelo de capitalização, onde cada trabalhador contribui para sua própria aposentadoria. Não admitiremos nenhum tipo de precarização. A reforma é importante, mas não a proposta que está colocada pelo governo,” afirmou Figueiredo.

O líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP), destacou que “nosso desafio será ter capacidade de atrair novos partidos para se somar nesse movimento em defesa do Brasil e dos direitos dos trabalhadores”. O parlamentar lembrou que PT e PSOL devem se somar ao movimento, mesmo ausentes na reunião desta quarta-feira.

“Precisamos estabelecer parâmetros básicos que agreguem. Previdência é direito ou negócio? Essa é a estratégia do setor financeiro. Transformar direitos em negócios. Esse é um exemplo das unidades que devemos buscar, de modo que tenhamos um discurso consistente, capaz de influenciar a sociedade, o parlamento e alcançar os melhores resultados”, afirmou Orlando Silva.

O líder do PSB na Câmara, deputado Tadeu Alencar (PSB-PE), destacando que o PSB quer aprofundar o debate sobre a Previdência Social, disse: “Nós queremos fazer um debate profundo, largo e honesto. Sem atropelo, que não se admita o rolo compressor que muitas vezes se quer imprimir nesta Casa”, disse Alencar.

Também falaram no evento a deputadas Jandira Feghalli (PCdoB/RJ) e Alice Portugal (PCdoB – BA), e os deputados Mauro Benevides Filho (PDT/CE), Paulo Ramos (PDT – RJ) e Daniel Almeida (PCdoB-BA).

Durante o debate, a deputada Jandira Feghali (RJ) lembrou que “hoje temos um regime de repartição seguro, onde há o patronato, a União, a contribuição da sociedade e do empregado. [Com a capitalização] partiremos para um regime inseguro. Nosso problema é a economia. Estamos num regime econômico onde os trabalhadores estão em altíssima rotatividade, e um alto índice de desemprego. O problema da Previdência não é o que diz a Constituição, mas a economia. Vamos precisar fazer uma ampla resistência para evitar que essa proposta avance”, disse.

Paulo Vinicius da Silva, da CTB, destacou a necessidade de ampliação do grupo de parlamentares contrários à reforma. “Precisamos falar com todos os deputados para ampliar o número de votos. Vamos vencer essa luta com povo nas ruas”, disse.

O presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira destacou que deve ser desmascarada por completo a fabricação do déficit da Previdência e denunciou que a previdência está sendo roubada, através da Desvinculação de Receitas da União (DRU), desonerações e sonegação por parte da empresas. “Não tem déficit na Previdência, ela é superavitária. Eles querem dar dinheiro aos bancos, querem privatizar a Previdência”, destacou Bira.

Segundo o presidente da ANFIP, Floriano Martins de Sá Neto, “a reforma da Previdência não é para melhorá-la, para melhor geri-la, pois se fosse isto, era só usar a CPI da Previdência – que foi aprovada por unanimidade no Senado”.

ANTÔNIO ROSA

ACOMPANHE ALGUNS VÍDEOS DA AUDIÊNCIA - Facebook do Deputado André Figueiredo (PDT-CE)

Minha fala em nome da Secretaria de Relações do Trabalho da CTB Nacional

1a. parte  Abertura e Instalação - Fala dos Deputados(as) e Líderes



2a. parte - Deputados e Movimentos Sociais

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Plenária PCdoB-PPL reúne 50 sindicalistas em Brasília e fortalece união em defesa da Classe Trabalhadora

Na noite desta segunda-feira, 28 de janeiro, as secretarias sindicais dos Partidos Comunista do Brasil e Pátria Livre realizaram no auditório do Sindicato dos Urbanitários de Brasília uma Plenária Sindical conjunta como parte do processo de debate que envolve a incorporação do PPL ao PCdoB. A reunião dos sindicalistas segue uma já consolidada relação de trabalho e unidade entre CTB e CGTB no Distrito Federal.

A plenária reuniu 50 dirigentes sindicais e militantes da luta classista no Distrito Federal, superando as expectativas dos organizadores. A atividade iniciou pela fala do Membro da Direção nacional do PPL e ex-candidato à Presidência da República, o filósofo João Vicente Goulart, também membro da Comissão de Enlace PPL e PCdoB. João Goulart Filho, que chamou a atenção para a importância de uma postura generosa no seio da esquerda para a defesa da Nação Brasileira, pelo momento que o país e a classe trabalhadora enfrentam. Para Goulart, o gesto do PCdoB e do PPL  pela união é um exemplo para o caminho de saída que se busca na situação política atual.

O Presidente do PCdoB-DF, membro do Comitê Central do PCdoB-DF, Augusto Madeira fez uma análise de conjuntura sobre a situação nacional e a importância de reunir amplas forças numa frente ampla a partir da consciência das graves ameaças sobre a democracia, a soberania nacional e os direitos dos trabalhadores(as)






A mesa, composta, além dos Presidentes Madeira e Goulart, por Santa Alves, Presidenta da UNEGRO e dirigente da CTB-DF e por seu Presidente, Aldemir Domínio, a Presidenta da Federação de Mulheres do DF, Jane Ferreira e o Presidente da CGTB-DF, o economista Flausino Antunes, intervieram a seguir, abrindo depois a palavra para os participantes. O evento contou com a representação da Secretaria do Trabalho do DF e de diversos sindicatos e categorias no DF, como o Presidente do Sindicato da Construção Civil, Raimundo Salvador,  dos Agentes de Saúde, Aldemir Domício, dos Auxiliares de Educação Privada, Suellen Silva, dos trabalhadores de Cooperativas, Waldir Ferreira, além de dirigentes sindicais de diversas categorias, como no caso de Victor Frota, dos urbanitários de Brasília, anfitrião do evento.

A unidade política em defesa dos direitos dos trabalhadores(as) e a denúncia do fim do Ministério do Trabalho, da Deforma Trabalhista e da Terceirização foram os temas centrais, assim, como o debate sobre a história recente do país, as vicissitudes da luta pela democracia e as múltiplas convergências históricas que envolveram o PPL (e antes o MR8) e o PCdoB, como a luta comum pelo fim da Ditadura, a saída para a derrota das Diretas Já a partir da eleição indireta de Tancredo Neves, a defesa da Constituição de 1988 e a luta de massas que teve como grandes momentos de unidade a luta do Fora Collor e em defesa da unidade das centrais sindicais. O ambiente vibrante, unitário, combativo marcou a atividade, reforçando a importância da decisão das duas direções nacionais em promover essa união patriótica, em defesa da democracia e dos direitos da Classe Trabalhadora.

Coube ao dirigente do PPL, Waldir Ferreira dar o toque cultural da atividade ao declamar seu cordel "A Frente do Povo", refletindo sobre a situação nacional e sobre a necessidade unir o povo brasileiro, com a crítica, a poesia e um toque de humor que levantou o auditório:






A atividade se encerrou com o encaminhamento de uma maior articulação entre as secretarias sindicais dos partidos para a ação conjunta no âmbito das centrais sindicais. O informe dos entendimentos entre PCdoB e PPL sindical foi dado por Paulo Vinícius,  Secretário Sindical do PCdoB-DF, sendo as prioridades o fortalecimento do Fórum das Centrais no DF, as ações unitárias contra a Reforma da Previdência e a luta por um Primeiro de Maio massivo e unificado o mais amplo possível.

Um minuto de silêncio foi dedicado às vítimas do maior acidente ambiental e do trabalho já ocorrido no Brasil, a tragédia do crime ambiental da Vale privatizada em Brumadinho-MG e com a execução solene do Hino Nacional Brasileiro entre os presentes, afirmando a unidade entre as causas do Brasil, da democracia e dos direitos da classe trabalhadora.

A plenária tirou a linha de defesa dos trabalhadores,  da previdência contra os ataques das aves de rapina do Governo, da criação de empregos com qualidade sem perda de direitos, contra o desmonte do Estado e e as privatizações.

Unidos, PPL e PCdoB, seremos fortes, em prol de um Brasil livre e soberano, contra o fascismo do Bolsonaro.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Grande marcha a Brasília: centrais sindicais se reúnem em São Paulo e aprovam agenda de lutas - Portal CTB

Grande marcha a Brasília: centrais sindicais se reúnem em São Paulo e aprovam agenda de lutas 
O Fórum das Centrais Sindicais se reuniu nesta quinta-feira (4), na sede da CUT, em São Paulo, para realizar um balanço da greve geral, no dia 28 de abril, e dos atos do 1º de maio, na última segunda-feira. Além disso, o encontro irá aprovar uma nova agenda de manifestações.
#OcupaBrasília: Mobilizar a classe trabalhadora e barrar os ataques aos direitos
O presidente da CTB, Adilson Araújo, defendeu força total na mobilização dos trabalhadores, com visitas às bases, e sugeriu que seja realizada uma nova plenária nacional da classe trabalhadora, já que o momento e a conjuntura têm criado uma demanda muito grande por mais diálogo e informações.
A CTB estava representada também pelo vice-presidente Nivaldo Santana, o secretário-geral Wagner Gomes, o presidente da CTB-SP, Onofre Gonçalves, e pelo secretário-geral da CTB-SP, Paulinho Nobre.
A agenda proposta pelo fórum das centrais sindicais prevê atos em Brasília e no país nas próximas duas semanas e uma grande marcha rumo ao Congresso Nacional. Confira:

Semana de 8 a 12 de maio: coletivo de dirigentes preparado e qualificado (presidentes de sindicatos e centrais) para estar em Brasília conversando com os senadores e os deputados, ações nos aeroportos e nas bases eleitorais dos parlamentares nos estados.

Semana de 15 a 19 de maio: realização de uma grande marcha das centrais, em Brasília (data a ser definida). Uma nova greve geral poderá ser convocada.
Portal CTB com informações de Joanne Mota

sábado, 1 de outubro de 2011

Convocatória para o 3 de Outubro: um dia de luta em todo o mundo



Convocatória para o 3 de Outubro: um dia de luta em todo o mundo

fsm_poster_0310A crise mundial do capitalismo ameaça o emprego e os direitos da classe trabalhadora em todo o mundo. Em resposta a isto, a Federação Sindical Mundial (FSM) está mobilizando a classe trabalhadora e o povo em geral para manifestações em diferentes países do mundo no dia 3 de outubro, mesma data de sua fundação, em 1945.

É indispensável lutar pela manutenção e ampliação dos direitos sociais, contra as demissões e para que os banqueiros e grandes capitalistas paguem pela crise que criaram.

No Brasil, o ato está sendo convocado pela CTB, CGTB e Nova Central e será realizado em diversas cidades. É importante que sua entidade se mobilize e faça parte deste dia de luta.

Seja consciente, lute pelos seus direitos. PARTICIPE!

• Seguridade Social Pública para todos.
• Contrato Coletivo Nacional.
• Defesa das liberdades sindicais e democráticas.
• Redução da jornada de trabalho. Pela aprovação da PEC que estabelece a semana de 40 horas num primeiro momento e depois institui as 35 horas.
• Defesa do emprego, contra a demissão sem justa causa e pela ratificação da Convenção 158 da OIT.
• Solidariedade com o povo palestino.
• Regularização da Convenção 151 da OIT, que garante a organização sindical dos trabalhadores do serviço público.
• Pela liberdade dos cinco heróis cubanos, injustamente presos pelo império por lutar contra o terrorismo.
ctb_cgtb

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Jovens sindicalistas do Cone-Sul debatem na UGT Educação e Trabalho em Seminário Internacional em São Paulo nos dias 30 e 31




A Comissão de Juventude da  Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone-Sul (CCSCS) realizará nos dias 30 e 31 de agosto em São Paulo o Seminário Internacional  “Educação e Trabalho – desafios para a Juventude”,  com a presença de representantes da juventude sindicalista de várias centrais sindicais da nossa região e das Centrais Sindicais brasileiras.

“Educação e Trabalho – desafios para a Juventude”, que ocorrerá nos próximos dias 30 e 31 de agosto promovido pela Comissão de Jovens da Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul (CCSCS).


Reunião da Comissão de Jovens em Assunção, Paraguai, agosto de 2010

O Seminário debaterá à luz do Trabalho Decente as dificuldades e possibilidades de jovens trabalhadores da região. "É fundamental os sindicatos da CTB São Paulo contribuírem com esse debate importante para a região e o país, em especial porque o evento acontece numa das maiores cidades do mundo, com importante peso da juventude trabalhadora e forte presença de imigrantes dos países irmãos. Em São Paulo a integração se faz na prática, mas é preciso lutar pelo trabalho decente, posto que recentemente tivemos claros indícios de trabalho, atingindo em especial bolivianos. Assim, cabe-nos debater uma integração solidária, o trânsito não só de bens, mas de pessoas e a plena garantia de direitos a todos os trabalhadores, entre outros temas, destaca o Secretário de Juventude da CTB, Paulo Vinícius, que acompanhará a atividade.
Delegação Brasileira na reunião da CCSCS em Assunção, Paraguai, em agosto de 2010.



Este Seminário será realizado em São Paulo, na União Geral dos Trabalhadores – UGT. R. Aguiar de Barros 144 – Bela Vista.

Programação:

Terça-feira - 30/08
14:30 – 15:00  - Abertura do Seminário
Rafael Freire – Secretário de Política Econômica e Desenvolvimento Sustentável da CSA
Rosana Sousa – Coordenadora da Comissão de Juventude da CCSCS
Moderador: Jefferson Tiego – Secretário de Juventude da Força Sindical

15:00- 17:00 -Mesa “Juventude Trabalhadora do Cone Sul e suas perspectivas sobre educação”
Mesa: José Renato Martins (Secretário Geral UNILA)
          Gonzalo Berrón (Secretaria de Integração Regional CSA)
          Roberto Leão (Setor Educação CCSCS)
          Maria Carla Carrochano (Ação Educativa)
          Moderador: João Vidal – Secretário de Juventude da UGT

17:00 – 18:00 Debate em Plenário
18:00 – 18:30 Fechamento do dia


Quarta-feira - 31/08
09:00 – 11:00 - Mesa sobre “Educação e Trabalho Decente: Prioridades da Juventude Trabalhadora”
Mesa: 1 representante por Central de cada país
Moderador: CGTB
Participação da CTB

11:00 – 12:30 Debate em Plenário
12:30 – 13h

Encerramento da atividade

Este Seminário será realizado em São Paulo, na União Geral dos Trabalhadores – UGT. R. Aguiar de Barros 144 – Bela Vista.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Agosto Verde-Amarelo: o povo sai às ruas em defesa do Brasil - Paulo Vinícius



"A praça é do povo!
                                                           como o céu é do condor".
É o antro onde a liberdade
cria águias em seu calor.
Castro Alves

No dia 03 de agosto, em São Paulo, no estádio do Pacaembu, - o mesmo da II CONCLAT havida em 2010 -  reúnem-se dezenas de milhares de pessoas mobilizadas por uma ampla coalizão de forças vivas da sociedade brasileira.  Lá estão cinco centrais sindicais (CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB), e não apenas, pois as centrais convidaram os movimentos sociais, e souberam incorporar à pauta  com um carinho especial as bandeiras dos estudantes, o que permitiu integrar a UNE, a UBES e a ANPG, mas também UBM, CONAM, UNEGRO e o MST.


Inicia-se, assim, o AGOSTO VERDE-AMARELO. Esse mês, que marca os 51 anos do suicídio de Getúlio Vargas, verdadeiro martírio em favor do Brasil, pode ser uma inflexão da luta de massas no país diante dos dilemas que marcam o debate em torno dos rumos da mudança no Brasil. O ano de 2011 tem outra efeméride, o 50º aniversário da Cadeia da Legalidade, quando o Brasil, sob a liderança de Leonel Brizola, recusou submeter-se aos ditames de Washington e a seus lacaios. Há exemplos de sobra para nos impulsionar para adiante.


Trabalhadores e estudantes em São Paulo no dia 03 de agosto iniciam o calendário que se robustece com a multitudinária Marcha das Margaridas das mulheres camponesas da CONTAG, da CTB e da CUT, que tomarão Brasília no dia 16 de agosto. E agosto finalizará com a Jornada de Lutas dos estudantes, com suas entidades unitárias no dia 31. A pauta estudantil é também unitária de todo o movimento de educação, em defesa dos 10% do PIB, e dos 50% do Fundo Social do Pré-sal para a Educação; e a luta pela aprovação do Plano Nacional de Educação e de suas emendas, que fortalecerão a integração da educação com o trabalho em favor de um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento.


Ontem e hoje, como dizia Vargas em sua Carta Testamento, "(...) os interesses contra o povo coordenaram-se (...)", "Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente.". E, se no passado, os golpes de estado eram a arma preferencial do imperialismo ianque e seus lacaios, hoje a disputa também é terrível, encoberta sob uma fachada de economês que tenta ocultar a brutal espoliação da Nação Brasileira e toda sorte de constrangimento contra a agenda do desenvolvimento e da soberania, eleita com Dilma em 2010. E aqueles e aquelas que tomam as ruas nesse AGOSTO VERDE-AMARELO são os melhores, os mais fiéis amigos de Dilma, os que mais torcem pelo êxito de seu governo. Amigo não é o que apenas elogia, mas o que alerta diante dos perigos e que se movimenta para que as coisas dêem certo. É exatamente isso que está acontecendo agora.


A agenda dos trabalhadores do campo e da cidade, dos estudantes e das mulheres é a agenda do Novo Brasil, que luta numa cruenta batalha de opinião pública, denunciando a agiotagem financeira e seu conluio com a imprensa golpista.


O povo sai às ruas em defesa do Brasil. Mobiliza-se para que a Presidenta possa encontrar forças no eco das ruas para enfrentar as brutais pressões, abertas e ocultas que visam a apequenar seu programa transformador, que buscam constrangê-la sob uma agenda conservadora, de corrupção, corte de gastos e liberdade para a banca. É preciso mudar a agenda em favor do desenvolvimento e da valorização do trabalho! 


O povo não se calará, e grita a plenos pulmões que outro caminho não é apenas possível, mas imprescindível para enfrentarmos a crise internacional que perigosamente se avizinha de nossa pátria, exportada pelos governos da Europa e EUA, para que os trabalhadores e o povo paguem a conta da crise. É preciso disputar o governo e a sociedade para a defesa do Brasil diante dos interesses da banca monopolista, do cassino da especulação. É preciso mudar a política monetária para defender o Brasil e valorizar o trabalho e a produção.


Só o protagonismo e a unidade do povo, em especial de trabalhadores e estudantes, homens e mulheres, podem fazer face a tal encruzilhada vivida pelo país. Que esse AGOSTO VERDE-AMARELO seja pleno de lutas, de propostas, de povo na rua, para denunciar os inimigos do Brasil, e unir os patriotas, democratas e a esquerda para a implantação plena do programa e da vitória que tivemos em 2010, que precisa ser defendida todo dia da direita, sempre à espreita e ativa. 

Ganha a consciência do povo a certeza de que a educação, a reforma agrária e o trabalho devem ser os eixos a dirigir os esforços do Brasil na construção de seu futuro. Cresce a revolta diante dos obstáculos e limites deixados pelo neoliberalismo e que cobram altíssimo preço ao desenvolvimento nacional, adiando-o e arriscando comprometê-lo. O povo quer o Brasil a crescer e a valorizar o trabalho, para distribuir riqueza e impulsionar a produção. O povo quer um Brasil desenvolvido e sem miséria.  E é cada vez mais claro que o parasitismo financeiro e a crise internacional por ele gerada demandam uma postura altiva e patriótica em defesa do Brasil, de suas riquezas, de nosso futuro. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

06 de julho: Concentração às 13h30 na Catedral e passeata - Agenda Unitária da Classe Trabalhadora - Delegações de vários estados!


As centrais sindicais CTB, CGTB, Força, NCST e UGT convocam toda a sua militância (estaduais, sindicatos e federações filiadas) para o grande ato que acontece em Brasília, no dia 06 de julho - Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Agenda dos Trabalhadores.
Além da redução da jornada de 44 para 40h sem redução de salários, a agenda inclui ainda a regulamentação da terceirização, o fim do fator previdenciário, a atualização dos índices de produtividade do campo, a reforma agrária, ratificação de convenções da OIT, entre outros.

Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, é prioritário que as seções estaduais se organizem para participar dessa grande mobilização a favor das reivindicações da classe trabalhadora, que exige também a garantia de reajustes reais para os salários e eleva a crítica contra essa políticia equivocada de juros altos. "Não vamos aceitar esse argumento de que salário gera inflação", afirmou o presidente da CTB.

Os sindicalistas afirmam que as mobilizações serão uma resposta ao discurso da área econômica do governo. "A campanha salarial do segundo semestre será muito importante para mobilizar as categorias e acabar com essa equação retrógrada de que o ganho real vai prejudicar a sociedade. Isso é coisa de quem não tem percepção política e social".
A maior parte dos acordos fechados no segundo semestre de 2010  foram feitos com uma taxa de inflação acumulada entre 4,5% e 5%. Assim, um reajuste de 7% nos salários cobria a elevação nos preços e ainda embutia um ganho real de 2% nos salários. Este ano, a coisa mudou: os acordos terão de ser próximos a 9% para repetir os ganhos de 2010.
Bandeira prioritária das centrais, a luta pela redução da jornada sem redução de salários, vai mobilizar os sindicalistas que pretendem passar o restante do mês de junho e o início de julho em conversas com deputados e senadores para tentar incluir o projeto que reduz a jornada na pauta de votações do Congresso no segundo semestre.

No último dia 13/06, em uma coletiva de imprensa os presidentes das centrais lançaram um calendário de mobilizações que inclui o ato do dia 06 de julho, em Brasília e região centro-oeste. No dia 03 de agosto, fechando o caléndário, está prevista uma grande passeata na avenida Paulista, com cerca de 100 mil pessoas.
Acesse o caléndário e participe!

www.PortalCTB.org.br

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