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sexta-feira, 4 de junho de 2021

PLENÁRIA DAS ESTATAIS ATIVIDADE PRÉ-CONGRESSO DA CTB DF


PLENÁRIA DOS NÚCLEOS DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB


Querido(a) trabalhador(a) de Estatal


Faremos uma plenária com os núcleos dos Urbanitários (as) e dos Bancários(as) da CTB e da CGTB do DF e Entorno. Essa plenária é para esclarecer e organizar a luta em defesa das estatais, na semana decisiva para a manutenção da ELETROBRAS pública. Participe, ajude-nos nessa luta e do V Congresso da CTB-DF e Entorno, ajude-nos a salvar o Brasil, a democracia e as estatais do Genocídio de Bolsonaro.
 

PLENÁRIA DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB

 Reunião do(a) Zoom.

Segunda - 7 jun. 2021 19h00


Inscreva-se antecipadamente para esta reunião:
https://zoom.us/meeting/register/tJ0tcO6qpjwjG9CK5GgExbcHmFNJYohGCQWU

Após a inscrição, você receberá um e-mail de confirmação contendo informações sobre como entrar na reunião.
 
Defender as estatais é defender o Brasil!
Parem a privatização da ELETROBRAS!
 
 
 Saudações classistas
 
Victor Frota da Silva e Rosângela Rosa
Núcleo dos Urbanitários CTB-DF/CGTB/DF
 
Paulo Vinícius da Silva e Rafael Guimarães
Núcleo da CTB Bancári@s DF

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Hoje, 26/01, às 19h - Observatório do Acordo debate a Desestruturação do BB, com Augusto Vasconcelos e Eduardo Araújo

às vésperas da paralisação nacional  convocada para o dia 29, o Observatório do Acordo, formado pela CTB-DF e pelo Enfrente-DF realiza o debate: Menos Agências, Menos Caixas, Menos Brasil. Reestruturação do BB, e daí?

Será ãs 19h00, pelo zoom: 
Bom dia!

Observatório do Acordo está convidando você para uma reunião Zoom agendada.Tópico: Menos Agências, Menos Caixas, Menos Brasil. Reestruturação do BB, e daí? 26 jan. 2021 19:00 Entrar na reunião Zoom https://us02web.zoom.us/j/81568543204 ID da reunião: 815 6854 3204


 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Tribuna Popular Dia Nacional de Luta em defesa da Caixa em Brasília

No dia 28 de Maio, Dia Nacional de Lua em defesa da Caixa Econômica Federal, o Sindicato dos Bancários de Brasília realizou um tribuna popular na Edifício Matriz 3 da CEF em Brasília, aonde representei a CTB.

Novamente a privatização da LOTEX foi adiada, trata-se da Loteria Instantânea da Caixa. O caos e o descrédito do desgoverno Bolsonaro espanta até os compradores da "pechincha". A luta dos trabalhadores, a luta no judiciário e na sociedade acumula vitórias e precisamos persistir!
Foto: Guina Ferraz do Sindicato do Bancários de Brasília

terça-feira, 7 de maio de 2019

Contra a privatização do saneamento e do abastecimento. Cortem os juros!! - Orlando Silva

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Conspiração, sequestro e linchamento matam vice-ministro da Bolívia para privatizar atividade mineira - Nota do governo Evo Morales

http://www.presidencia.gob.bo/

La Paz, 26 ago (Prensa Palacio).- El presidente Evo Morales, consternado por el asesinato del exviceministro de Régimen Interior, Rodolfo Illanes, afirmó este viernes que las movilizaciones de los cooperativistas mineros responden a una conspiración política permanente contra el Gobierno, pues no se trata de reivindicaciones sectoriales, sino políticas y de defensa de la privatización del sector minero, pidió la sanción correspondiente a los autores del crimen y declaró tres días de duelo sin suspensión de actividades por la muerte de dicha autoridad.

 

“En esta movilización de Fencomin (Federación de Cooperativas Mineras de Bolivia) había una conspiración política y no había una reivindicación social para el sector, pueden tener muchos argumentos, pero los últimos del día de ayer, los opositores respaldan firmar contratos con empresas privadas a las cooperativas. Otro opositor dice textualmente que los cooperativistas están defendiendo permanentemente la capitalización”, señaló en una declaración de prensa, en Palacio de Gobierno.

El Mandatario, rodeado de varios de sus ministros y las principales autoridades de la Asamblea Legislativa Plurinacional, explicó que algunos dirigentes públicamente respaldaron las movilizaciones de la derecha. “Algunos dirigentes dijeron no nos interesa el Gobierno, sino su sector, este Gobierno se va a morir como (el del ex presidente Hugo) Banzer, dijeron”.

Durante esta semana, los cooperativistas mineros realizaron un bloqueo de caminos y la de ayer fue una de las jornadas más violentas con la muerte de dos personas y del viceministro Illanes en la localidad de Panduro, después de haber sido secuestrado y torturado.

En este contexto, el Jefe de Estado, lamentó que los verdaderos cooperativistas mineros hayan sido engañados por los dirigentes y reveló que algunos además se hacen pasar por miembros de ese sector cuando en realidad son empresarios.

Reiteró que la movilización de los cooperativistas no es por una reivindicación sino una conspiración política, sin embargo, lamentó la muerte de algunas personas y anunció que a sus familiares no se les abandonará. “Somos seres humanos entendemos cómo han sido usados”.

“Pero también quiero decirles que nunca el Gobierno ordenó a la policía llevar armas letales, sospechosamente ha habido muertos que tienen que ser investigados profundamente por las autoridades”, afirmó.

Acongojado dijo que el fallecimiento del viceministro de Régimen Interior “duele mucho y es una actitud cobarde, secuestran, torturan y lo matan, es imperdonable no entiendo cómo pueden haber algunos hermanos cooperativistas que agredan de esa manera”. Ante este hecho declaró a Illanes “héroe defensor de los recursos naturales”.

“El pueblo boliviano, los movimientos sociales luchamos para recuperar los recursos naturales algunos cooperativistas qué piden no son republiquetas para firmar contratos, por eso declaro al hermano Illanes cono héroe defensor de los recursos naturales”, señaló.

Explicó que los verdaderos cooperativistas mineros fueron engañados, pues antes del bloqueo se dijo que había mandamientos de apremio para los dirigentes principales, lo cual era falso.

El Mandatario también afirmó que el diálogo estaba siempre presente y que la última vez que tuvo contacto con el presidente de Fencomin, Carlos Mamani fue el 2 de agosto en los actos de Challapata, a quien le dijo que después del 7 del mismo mes, el Gobierno se reuniría con el sector cooperativista minero en aras del diálogo.

“Quiero decirles hermanas y hermanos, duele muchísimo lo que ha pasado, como dirigente sindical, antes nosotros marchábamos por el diálogo, anticipadamente presentábamos nuestro pliego y esperábamos, semanas, meses, pedíamos a la Defensoría del Pueblo, a la Asamblea Permanente de Derechos Humanos e inclusive a la Iglesia Católica que nos abran diálogo, ahora rogamos por el diálogo”, señaló.

También recordó que los dirigentes de los cooperativistas, no asistieron a las reuniones con el vicepresidente Álvaro García Linera, y a otras convocatorias para conversar con los ministros, dijo que prácticamente los dirigentes dejaron plantadas a estas autoridades.

El Presidente, asimismo, demandó que se encuentre a los responsables de la muerte del Viceministro de Régimen Interior y se los castigue.
Jbr pp

domingo, 8 de março de 2015

Vídeo: Haroldo Lima conta e a história da descoberta do Pré-Sal - Maior ameaça é privatização da Petrobrás

Com o Portal Vermelho e o Conversa Afiada
Na última segunda-feira (2), o ex-diretor geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), militante histórico do PCdoB, Haroldo Lima, concedeu entrevista ao Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim. No bate papo, Haroldo contou como foi a reação do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva ao saber da extraordinária descoberta de petróleo na camada do pré-sal no litoral brasileiro.
Na entrevista, Haroldo fala da Petrobras e explica ainda a importância de se proteger a empresa nacional. “A discussão já está posta. O que está em pauta é se abre o mercado brasileiro para as multinacionais exclusivamente operarem nas grandes obras do Brasil ou deixam as empresas brasileiras operando nessa obra. Essa é a questão central. Afinal de contas, o nosso discurso é o das multinacionais ou o discurso brasileiro? Se for brasileiro, vamos resolver os problemas que existem, que não é fácil, mas é necessário”, afirmou.
O ex-diretor geral da ANP falou também que o acordo de leniência, defendido pela Advocacia-Geral da União entre as empresas denunciadas na Operação Lava-Jato e o Estado Brasileiro, é uma das soluções para manter a economia do país em andamento. “Temos 23 empresas consideradas inidôneas. Se nós admitirmos isso passivamente, todas estarão liquidadas. E como o lugar não pode ficar vago, as multinacionais aproveitam. Por trás da discussão, existe o interesse do Brasil ou das estrangeiras”, contou.
De acordo com Haroldo,a a intenção de privatizar a Petrobras estaria por trás da atual crise enfrentada pela petroleira.
“A maior ameaça é a sua privatização. Essa ameaça está posta, em um horizonte das coisas possíveis. Não acho que é a mais provável, pois o povo brasileiro não aceitará. Outras ameaças se acoplam a essa primeira. Por exemplo, fatiar a Petrobras e privatizar algumas partes. E a outra é acabar com a partilha da produção do pré-sal brasileira.Na verdade, eles [a oposição] trabalham com essas hipóteses. O que eles sinalizam, quase como o bode na sala, é ‘vamos privatizar a Petrobras’. Eles não dizem expressamente, mas trabalham nesse sentido”, afirmou.
Na conversa, ele lembra o processo que quase culminou na Petrobrax, a tentativa aberta do antigo presidente da empresa Reichstull, de facilitar a privatização, por determinação do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
“Na época do FHC, eles trabalhavam com a ideia de privatizar a Petrobras como um todo. Tentaram transformar a Petrobras em algo mais atraente aos empresários internacionais mudando o nome da petroleira para Petrobrax, mas não deu certo, pois o povo brasileiro se revoltou. Daí, eles partiram para outro caminho que era a de fatiar a Petrobras, privatizando uns pedaços e deixar a parte mais significativa como estatal. Nós percebemos que era o contrário, que eles iam fatiar e a parte menos significativa ficaria como estatal”, lembra.
Privatização: A maior ameaça que há hoje contra a Petrobras
“A maior ameaça é a sua privatização. Essa ameaça está posta, em um horizonte das coisas possíveis. Não acho que é a mais provável, pois o povo brasileiro não aceitará.Outras ameaças se acoplam a essa primeira. Por exemplo, fatiar a Petrobras e privatizar algumas partes. E a outra é acabar com a partilha da produção do pré-sal brasileira”.
O ex-presidente da ANP falou da ameaça da oposição em privatizar a Petrobras. “Na verdade, eles [a oposição] trabalham com essas hipóteses. O que eles sinalizam, quase como o bode na sala, é “vamos privatizar a Petrobras”. Eles não dizem expressamente, mas trabalham nesse sentido. Quando o senador [José] Serra (PSDB-SP) fala em fatiar a Petrobras, fatiar pra quê? É para vender os pedacinhos. Essa ameaça existe”.
“A outra é a partilha da produção. O que nós conseguimos no Brasil nos últimos anos de muito importante no setor do petróleo foi introduzir o regime de partilha para o pré-sal. Isso não é uma descoberta nossa, pois existe em vários lugares em que há muita produção de petróleo bom”.
“Se tem pouco petróleo, admite-se o regime de concessão. No mundo, é assim. Na concessão, o proprietário do petróleo extraído é o concessionário. No pré-sal brasileiro, quem extrai o petróleo é o governo e quem é dono do petróleo é o governo. Já existe no Senado Federal, por iniciativa do senador Aloysio Nunes, uma proposta que quer por fim ao regime de partilha” disse Haroldo.
Como Lula ficou sabendo da descoberta da camada do Pré-sal
Haroldo Lima é o “comunista veterano” que ajudou o Brasil a adotar o regime de partilha. Assista a parte do vídeo que o ex-diretor geral da ANP conta como Lula ficou sabendo da descoberta de petróleo na camada do Pré-sal em 2006. Para quem desconhece a história, a existência de petróleo foi anunciada pelo ex-diretor da ANP e posteriormente confirmada pela Petrobras em fins de 2006. Em 2008 a Petrobras confirmou a descoberta de óleo leve na camada sub-sal e extraiu pela primeira vez petróleo do Pré-sal.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
A viabilidade do Pré-sal
“Toda a discussão que havia até agora, que eu participei muito, quando discutíamos o regime de partilha, achava que com o barril valendo US$ 45 em diante, o pré-sal era viável. À época, o barril estava a US$ 112, então a viabilidade era gigante”.
No inicio de janeiro, o valor do barril chegou a US$ 46, ou seja, bateu na trave e ficamos bem preocupados.
Hoje, o petróleo já chegou a US$ 62.
Precisamos de um controle maior do petróleo, por meio de regime de partilha, ou então fica difícil o nosso acesso ao próprio pré-sal.
A política de conteúdo local exigida
“Em primeiro lugar, o conteúdo local se revelou algo positivo. Um exemplo é a indústria naval, que estava liquidada e hoje já tem um porte, graças ao conteúdo local que foi exigido pela Petrobras, pela política do governo Lula e Dilma.
Na verdade, existe muita critica por parte de investidores de que se você estabelece um rigor muito grande em certo tipo de conteúdo local, inviabiliza, dificulta ou encarece muito aquele produto.
Eu acho que nós devemos ser flexíveis nisso. Temos com certas dificuldades políticas, econômicas, nosso desenvolvimento está pífio, e nesse processo todo, na minha opinião, deveríamos ser flexíveis”.
A escolha de Bendine e o jogo da mídia
“Eu acho que quando a Dilma escolheu o atual presidente da Petrobras, ela pegou uma pessoa que domina o certo financeiro e não de petróleo. Neste momento, era bom entender mais de finanças do que de petróleo.
Em um contexto como esse, a Dilma agiu corretamente. E acho que ele procura encontrar mecanismos de fazer, dentro do prazo, apresentar o balanço auditável. Eu creio que isso irá acontecer.
E existe o papel da grande mídia, que é quem diz que a Petrobras está em dificuldade. Quem está em dificuldade é a mídia.
A performance da Petrobras é uma coisa espantosa. No segundo semestre de 2014, a Petrobras passou a ser a maior produtora única de petróleo do mundo entre as empresas de capital aberto”.
Assista também:
Ex-diretor da ANP denuncia golpe contra maior petroleira do mundo
Do Portal Vermelho, com informações do Conversa Afiada

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Boechat sai do armário: não há como negar a roubalheira na privataria tucana - Blog Amigos do presidente Lula

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com

Na Bandnews, o colunista Ricardo Boechat tirou "A Privataria Tucana" do fundo do armário e rasgou o verbo:

- Não há como os tucanos negarem que houve roubalheira na privataria;
- Não há como negar as ligações "incestuosas" dos tucanos com Daniel Dantas na privataria;

Eis o áudio:

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Protógenes: CPI da Privataria pode passar de 200 assinaturas - Portal Vermelho

Protógenes: CPI da Privataria pode passar de 200 assinaturas - Portal Vermelho
“Ainda nesta quarta-feira podemos passar de 200 assinaturas para a criação da CPI da Privataria Tucana”, é o que informa o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), em entrevista para o Vermelho. Animado com a receptividade da proposta entre os deputados, o parlamentar comemora até a adesão de deputados tucanos, como Nelson Marchezan (PSDB-RS) e Fernando Franceschini ( PSDB-PR), que assim como Protógenes, é delegado da Polícia Federal.

Kerison Lopes



Deputados de todos os partidos estão assinando

O mínimo para a instalação de uma CPI é 171 assinaturas. Depois disso, depende da presidência da Casa a sua efetivação. Nesta terça-feira, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), garantiu para Protógenes o seu apoio para a instalação.

Deputados de todos os partidos estão assinando, informa Protógenes. “O apoio é geral, a cada momento recebo não só assinaturas, mas incentivo de deputados que estão acompanhando pelas redes sociais a repercussão do caso”.

Tucanos

Protógenes considera um absurdo a velha mídia não publicar praticamente nada sobre o lançamento do livro e ficar em silêncio diante das denúncias. “Vamos ver se vão cobrir a CPI que vamos instalar aqui na Câmara. Não vão mais fingir que nada está acontecendo”, comenta o parlamentar.

Sobre os parlamentares tucanos que assinaram, Protógenes informou que, “eles disseram que apóiam a iniciativa porque se houve irregularidades, tem que realmente serem apuradas e os verdadeiros culpados punidos”.

De Brasília,
Kerison Lopes

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Blog da Hildegard Angel » Denúncia gravíssima de reunião, ontem, de FHC com investidores estrangeiros interessados em privatizações

Blog da Hildegard Angel »
Denúncia gravíssima de reunião, ontem, de FHC com investidores estrangeiros interessados em privatizações: "

Recebi hoje este e-mail impressionante. Uma denúncia gravíssima, que já repercute na internet, e que merece ser apurada pela grande imprensa e deve ser sabida por todos os brasileiros, para tirarem dela suas próprias conclusões.

Trata-se do encontro-jantar que houve ontem, em Foz de Iguaçu, reunindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, falando em inglês para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas. Exatamente às 21h30m, enquanto os candidatos Dilma Rousseff e José Serra debatiam na RedeTV, e este se esquivava de dar respostas concretas sobre possíveis intenções tucanas de privatizar ainda mais o Brasil, pois bem, naquele exato momento, naquele evento fechado, FHC teria feito uma palestra sobre a privatização da Petrobras, de Itaipu e do Banco do Brasil, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil. Segundo o jornalista mineiro Laerte Braga, a idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas. Laerte, que acompanhou o evento do lado de fora, recebendo as informações em conta-gotas, afirma em seu texto que FHC assumiu com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José Serra.

Vou transcrever o texto, que está claro, muito bem explicado e no tempo presente de verbo, pois ele postou a matéria enquanto o evento acontecia, suprimindo algumas partes:

"Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito. E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef. Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.

Para o ex-presidente, é fundamental a participação desses grupo na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.

O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.

Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil (...)".

Laerte informa que o evento "foi organizado por Raphael Ekman - Investor Relations at Tarpon Investment Group São Paulo e região, Brasil - que no momento ocupa cargo de Commercial Manager da Globosat (Setor Serviços financeiros)”.

O jornalista conseguiu apurar a participação, no evento, dos senhores Alice Handy, Keith Johnson e Anjum Hussain, CFA, CAIA...

O fato é realmente grave e pode ser visto como um ato contra a soberania brasileira e seria importante tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como o candidato José Serra virem a público esclarecer essa denúncia, que foi postada ontem, em texto assinado por Laerte, e pode ser lida no http://redecastorphoto.blogspot.com/2010/10/fhc-esta-acertando-venda-do-brasil-em.html

Nascido em Juiz de Fora, Laerte Braga é jornalista, já tendo trabalhado no mais importante veículo de seu estado, o jornal Estado de Minas, e, no Rio de Janeiro, no Diário Mercantil.

sábado, 16 de outubro de 2010

A banca estrangeira mira Serra e o Pré-Sal

Paulo Vinícius

O cinismo do tucanato não tem limites, e seu candidato, em vez da eleição, ganhará o troféu Pinóquio, ou talvez uma ponta de apresentador da próxima festa do Oscar.

Uma informação, em primeiro lugar. Os EUA fizeram dois movimentos de característias militares de grande sentido geopolítico para a América do Sul. Relançaram a Quarta Frota e elevarão para 13 o número de bases militares na Colômbia. Posicionam gigantesco e ameaçador potencial bélico diante do Pré-Sal e da Amazônia. No caso do pré Sal, há 7 ilhas britânicas - as Malvinas entre elas -, pontos de apoio para porta aviões, submarinos, diante do nosso Pré Sal.

Ou seja, o jogo é muito pesado, e não tenhamos dúvida sobre o alerta feito por Dilma Roussef sobre o risco de o governo voltar à turma da privataria. Afinal, se houver um traidor no comando do país, pode ser muito mais fácil para os EUA se apoderarem das nossas riquezas, não é? Ou você duvida, depois do que eles fizeram com o Iraque, da falta de escrúpulo ianque em apropriar-se do pretróleo alheio?

E o DNA tucano, nisso, não muda nem com intervenção do Sillas Malafaia. Serra trouxe o debate para o campo religioso para dividir o Brasil e não debater projeto de nação. O entreguimo do demo-tucanato está incrustrado neles, e não muda, por mais que se lhes cresça o nariz. Prova disso foi recente programa elitoral de TV do PSDB-DEM, divulga ter o aumento de sua preferência nas pesquisas levado à subida das ações da Petrobrás. Isso, segundo eles, seria o reconhecimento da capacidade de seu candidato.

Mentira. Significa, isso sim, que as promessas de privatização do Pré-Sal feitas por seu principal assessor em energia, David Zylbersztajn, ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo nos tempos de FHC, repercutem no mercado. É simples. Eles querem manter o regime de concessões por leilão no Pré-Sal. Desse modo, o Brasil, que descobriu, desenvolveu a tecnologia, e encontrou uma riqueza inacreditável, que não tem risco, abre generosamente às mutinacionais do petróleo as riquezas do Pré-Sal.

Desse modo, o argumento de Pinóquio, inverte a realidade. De fato, o capital estrangeiro tem muita esperança em Serra. Afinal, não foram eles que promoveram a privataria? Não são eles os que mais destruíram o patrimônio público, entregando-o a preço vil com financiamento do BNDES? Eles, lá de foram, de fato querem um governo entreguista, vende-pátria, demo-tucano.

Cometeram, com tais declarações, um ato falho típico de seus governos subrodinados, tão carentes da aprovação das altas rodas da finança, da bolsa de Nova Iorque, esse comportamento sabujo que fez com que um submisso chanceler do Brasil tirasse os sapatos para ser revistado pela alfãndega estadunidense - afinal, já pensou se o chanceler brasileiro de FHC levasse drogas no sapato, ou uma bomba?

Não é a mesma coisa. Serra, o PSDB e o DEM são forças políticas privatistas, colonizadas, o Brasil não pode voltar atrás e se ajoelhar outra vez como no passado, Só Dilma pode fazer o Brasil avançar a serviço dos brasileiros. Quem defende o Brasil não vacila, não se omite, não ajuda os traidores, não se omite ante os Silvérios dos Reis. Quem defende o Brasil vota Dilma!

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