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terça-feira, 17 de março de 2026

CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados


CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados!




A CTB Bancários reafirma seu compromisso inabalável com a saúde e o bem-estar das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. Neste pleito decisivo da CASSI, marchamos juntos com o Sindicato dos Bancários da Bahia no apoio às Chapas 2 (Diretoria e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal).

Nossa escolha é pautada pela necessidade de uma gestão que priorize quem constrói o banco todos os dias. As chapas da coalizão "Cassi para os Associados" representam a resistência contra o desmonte e a garantia de um plano de saúde justo, solidário e sustentável.
Nossos Candidatos: Experiência e Compromisso

Chapa 2 (Diretoria e Deliberativo): Composta por Luciana Bagno (Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento), acompanhada de Gilmar José dos Santos, Diusa Alves de Almeida, Humberto Fernandes de Oliveira e Loreni Senger Correa.


Chapa 55 (Conselho Fiscal): Representada por Diego Alves Carvalho e Luana Narimatsu da Silva, nomes preparados para fiscalizar e garantir a transparência que os associados exigem.
Não deixe para a última hora!

O prazo final é na próxima segunda-feira. Para garantir que a CASSI continue sendo dos funcionários, sua participação é fundamental agora. A votação é rápida e segura:

App CASSI: Diretamente no seu celular.


Terminais de Autoatendimento (TAA): Nas agências do BB.


SisBB: Exclusivo para funcionários da ativa.


Votar nas Chapas 2 e 55 é votar na preservação dos nossos direitos e na qualidade do atendimento para nossas famílias.CTB BANCÁRIOS – A Luta é pra Valer!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

CTB Bancários apóia Chapa Unidos por uma Cassi Solidária - Com Cassi e CTB Bancários

 

A CTB Bancários se soma à chapa UNIDOS POR UMA CASSI SOLIDÁRIA, em que incluímos o camarada Cláudio Nascimento, Caixa Executivo do Banco do Brasil  da ativa aqui no Distrito Federal, como suplente do Conselho Deliberativo na Chapa liderada por Fernando Amaral.

Eleições nos dias 18 a 28 de Março.

Conselho Deliberativo, vote Chapa 6 

Conselho Fiscal, vote Chapa 77


CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento

3.215.520-8

Fernando Amaral Baptista Filho

Conselho Deliberativo - Titular 1

2.190.532-0

Cristiana Silva Rocha Garbinatto

Conselho Deliberativo - Suplente 1

2.067.991-2

Cláudio Alberto Fernandes do Nascimento

Conselho Deliberativo - Titular 2

0.290.349-0

Alberto Alves Júnior

Conselho Deliberativo - Suplente 2

3.787.219-2

Gilmar José dos Santos           

Para o Conselho Fiscal:

CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Conselho Fiscal - Titular 1

3.207.049-7

Fernanda Lopes de Oliveira

Conselho Fiscal - Suplente 1

2.477.399-9

Diusa Alves de Almeida


quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Suspensa a liminar que garantia de home office para grupo de risco e coabitantes no DF - Sindicato dos Bancários de Brasília

  Suspensa a liminar que garantia de home office para grupo de risco e coabitantes no DF

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Sindicato dá orientações e seguirá na defesa da vida dos trabalhadores

Decisão judicial proferida nesta quarta-feira (5) suspendeu os efeitos da liminar concedida ao Sindicato com garantia de home office para grupo de risco e coabitantes.

O Ministro Corregedor do TST, Aloysio Silva Corrêa da Veiga, acolheu pedido do banco e suspendeu a liminar do Sindicato, que mantinha os empregados integrantes dos grupos de riscos e coabitantes em teletrabalho. A decisão afasta a obrigação imposta ao banco quanto à abstenção de convocar para o labor presencial os trabalhadores considerados grupo de risco da Covid-19 e os coabitantes, até que ocorra o exame da matéria pelo órgão jurisdicional competente.

O presidente do Sindicato, Kleytton Morais, aponta que “é absurdamente constrangedora e irresponsável a postura intransigente da direção do Banco do Brasil, que desde o dia 24 de novembro empreende uma verdadeira perseguição aos trabalhadores mais fragilizados à exposição da Covid 19”. O dirigente lembra ainda que “o banco ignora por completo as análises e recomendações fundamentadas em pareceres médicos que, atestando os riscos à saúde e vida dos colegas, recomendam a permanência no home office”.

Diante desse fato lamentável, a diretoria do Sindicato, reunida na noite dessa quarta-feira (5), debateu e deliberou sobre um conjunto de iniciativas que ampare e oriente os colegas.

“Intensificaremos a luta e fiscalização dos ambientes de trabalho, já a partir da manhã desta quinta-feira promovendo visitas aos locais de trabalho para levar orientações aos bancários e às bancárias e promover ações que fortaleçam a luta coletiva por proteção à saúde e à vida de todos. Do mesmo modo, chamaremos à responsabilidade aqueles que se omitem e negligenciam a situação a que estão expostos os colegas no BB”, diz o presidente do Sindicato.
Kleytton destaca, inclusive, o silêncio da Cassi, em especial dos eleitos, que deveriam ser os representantes dos interesses dos trabalhadores. “Mesmo admitindo o crescimento exponencial da demanda por atendimento, ocasionado pela ampliação dos casos de Covid e gripe, a Cassi não se manifesta no sentido de orientar ao banco uma revisão dessa postura”, critica o dirigente.

O Sindicato orienta quem está em teletrabalho a aguardar comunicação do BB a respeito de sua situação. É obrigação do banco emitir comunicado claro e objetivo àqueles convocados a retornar ao trabalho presencial.

Os bancários e bancárias de grupo de risco e coabitantes que discordarem da imposição de retorno ao trabalho presencial poderão questionar a decisão do banco, devendo procurar a Secretaria Jurídica do Sindicato para as providências. O escritório de assessoria jurídica já está em prontidão para o encaminhamento das ações.

Acione o Sindicato por seus canais de comunicação:

Jurídico – (61) 9 9603.2833
E-mail: sejur@bancariosdf.com.br

Presidência – (61) 9 9135.6710
E-mail: presidencia@bancariosdf.com.br

Central 1 – (61) 9 9965.6882
Central 2 – (61) 9 9656.3824
E-mail: centraldeatendimento@bancariosdf.com.br

Atendimento 1 – (61) 9 9667.2549
Atendimento 2 – (61) 9 9670.7998
E-mail: atendimento@bancariosdf.com.br

Saúde – (61) 9 9801.1141
E-mail: saude@bancariosdf.com.br

Convênios – (61) 9 9174-9046
E-mail: convenios@bancariosdf.com.br

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Papo Reto - CTB Bancários DF - 10/12 - A luta pela Saúde Continua!





Graças à pressão de toda a categoria e dos sindicatos, conseguimos liminares inclusive em Brasília. Negociação em mesa sustou por agora a volta dos funcis com comorbidade. Demora mostra limites da estratégia exclusivamente jurídica e o papel da mobilização e da união para a pressão.

COMBATA O SURTO NEGACIONISTA.

Documente sua situação e entregue ao gestor imediato e nos informe se houver problemas.

Rede de solidariedade e denúncias de riscos nos locais de trabalho por falta de EPI e atitudes isoladas. SESMT e CIPAS essenciais.

A luta pela Saúde continua!

LEIA A RESOLUÇÃO DA DIREÇÃO NACIONAL DA CTB (9/12)

quinta-feira, 30 de maio de 2019

CRISE NA CONFIANÇA - Cláudio Nascimento - Pres. do Conselho de Usuários da CASSI DF


Eis a questão.

CRISE NA CONFIANÇA

Todo processo de negociações pressupõe confiança entre as partes e nas tratativas que realizam.

Em 2018 vivenciamos a proposta de alterações do Estatuto Social - construída pela Cassi sem participação de Entidades – a qual visava introduzir modalidade de custeio com pagamento por dependentes como nova fonte de recursos para o Plano Associados. Dentre outras mudanças, atribuía ainda voto diferenciado ao representante do Patrocinador indicado como Diretor Presidente.

Submetida à consulta do Corpo Social foi rejeitada por aproximados 70% dos associados votantes.

Passo subseqüente, as Entidades Representativas buscaram a reabertura da Mesa Negocial com o Patrocinador – suspensa por iniciativa do Banco desde maio – em bases propositivas, técnica e atuarialmente viável.

Para tanto construíram proposta de consenso com a participação direta da governança da Cassi, devidamente encaminhada ao Banco e protocolizada como de praxe.

As Entidades momento algum reportaram notícias do exame ou de decisão proferida a respeito.

E onde fica a confiança que todos, especialmente os aposentados de boa cepa – hoje tidos como pós laborais – dedicaram ao Banco e às suas lideranças organizadas em associações e estruturas sindicais?

Sob novas perspectivas e rumos para o pais e sua economia, empresas estatais, o Banco e todas as áreas sob sua influência, iniciamos o ano com a pretendida retomada da Mesa Negocial sobre a Cassi.

Cenários nada promissores fundados nos sucessivos déficits dos últimos anos, foram avaliados em exaustivo esforço das partes, ainda que sob a ótica da proposta denegada em 2018. No horizonte mais próximo, a possibilidade de alguma forma de intervenção da ANS motivou os esforços de todos.

Surpreende no entanto o fato de que os fundamentos da nova proposta submetida ao Corpo Social vieram reiterar em sua essência os conceitos mais severamente rejeitados na consulta de 2018.

Louvem-se os esforços na redução do escopo do Voto de Qualidade e no abandono da lógica de mercado expressa pelo VRD e a re-incorporação do indicador de variação de salários e benefícios.

Colher o ensejo, velho chavão, para ampliar o alcance das alterações estatutárias e impor uma série de ajustes redacionais contribui para que aos olhos dos associados acenda-se um sem número de luzes amarelas, atenção! Como só os paranóicos sobrevivem, uma ameaça a cada esquina, cachorros mordidos por cobra, toda cautela ainda é pouca.

Mais uma vez a confiança volta a ser decisiva para escolha, SIM ou NÃO.

Se em 2018 estranhou-se a interrupção da Mesa e a estratégia de comunicação adotada pelo Patrocinador, desta feita, o súbito e pouco explicado reposicionamento de entidades e lideranças histórias, reforçou a necessária atenção e a busca por novos interlocutores.

Ao olhar dos participantes, na dúvida sobre esquadrinhar os “aperfeiçoamentos”, analisar possíveis “pegadinhas”, entregar novos poderes à representação patronal – insignificantes para alguns, desnecessários para muitos – antecipar a quebra da proporcionalidade no custeio do Plano Associados, mais simples, talvez a menor incerteza, tenha sido manter-se amparado pelo Estatuto Social vigente.

Tudo lhes pareceu estranho: de Entidades que prontamente saíram em defesa da Proposta Final, da forma como consolidaram o posicionamento junto às respectivas bases e instâncias de representação, dos feitos e declarações de autoridades disseminados pela imprensa quanto a empresas estatais, do papel institucional da ANS e das possibilidades de intervenção.

Estado de Direito e Ato Jurídico Perfeito, Estatuto Social, tudo a ver. Daí o NÃO.

E no amanhã como na música ou na novela, de volta ao começo, com toda a urgência que nossa Cassi merece.

Representados, sindicalizados ou não, associados ou não, participantes de grupos de discussão, o amanhã é o dia de agir, de chamar a discussão, a elucidação, o esclarecimento, o dia de encaminhar novos subsídios, novas tarefas às Entidades Representativas, o dia de prestar todo o apoio à retomada da Mesa Negocial com o Patrocinador, dia de buscar maior transparência e participação do Corpo Social.

Dia das representações acolherem em suas bases as angústias, dúvidas, sugestões e, muito especialmente, os novos olhares que se debruçaram neste escasso tempo disponível sobre nosso bem precioso, a Cassi.

A urgência no hoje é restabelecer a Confiança, maiúscula, no futuro das negociações envolvendo Entidades, Cassi, Patrocinador, ANS. Temos um Patrimônio, uma forma de cuidar Saúde, tradição e pioneirismo, movidos pelo princípio fundamental da Solidariedade. Temos um Estatuto Social forte, hígido. E temos uma crise de sustentabilidade a gerenciar.

O que não temos é tempo a perder.

Claudio Alberto F. do Nascimento Coordenador Conselho de Usuários DF

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Jornal CTB Bancários de Brasília em apoio à Chapa 1 defende a CASSI e o NÃO - Unidade e Resistência - Bancários de Brasília

CTB BANCÁRIOS AVALIA PROPOSTA CASSI E DIZ NÃO

A Mesa Negocial retomada pelo Banco do Brasil e Entidades Representativas do Corpo Social em 2019, processo de diálogo valorizado e apoiado pela CTB, resultou na apresentação em 27.03.2019, de Proposta Final para custeio e governança da Cassi.
Analisado o conteúdo, a CTB defende a manutenção do formato de gestão e governança da Cassi e rejeita a instituição de voto de qualidade para a função de Diretor-Presidente, visto que se contrapõe ao princípio da gestão compartilhada, impõe peso adicional e valoração à representante do Patrocinador ao gerar condições de ingerência direta sobre a atuação de representantes eleitos bem como sobre decisões colegiadas.
Quanto ao formato do custeio, conquanto resulte de projeções e cálculos atuariais exaustivos, aprovamos a retirada do VRD e a retomada de critério baseado na remuneração mas discordamos dos critérios de desigualdade – pisos e tetos - contidos na proposta, com penalização de segmentos de funcionários da ativa e de aposentados, a partir da quebra do Princípio da Solidariedade, motor e viabilizador da existência e da sobrevivência de nossa Cassi desde 1944.
A introdução de uma nova categoria de integrantes para o Plano Associados, aqueles admitidos a partir de 01.01.2018, merece pronto repúdio da CTB.
Em nome da transparência e da mútua confiança entre as partes, faz-se necessário melhor apresentação dos esforços para aprimoramento da ESF, em termos de quantificação de recursos e cronograma de investimentos no prazo pretendido de 4 (quatro) anos.
Avaliamos que os riscos para os Associados a partir da referida Proposta Final, considerado o ato jurídico perfeito sobre o qual se assenta o Estatuto Social, recomenda o NÃO como indicação de voto a ser defendido junto às bases da CTB, e aos Sindicatos onde se faz representar.
Recomendamos a manutenção de esforços com foco no diálogo e na construção de alternativas justas, solidárias e viáveis.
Ramo Financeiro da CTB

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Goiânia recebe Encontro com Sindicalistas: “Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS”


DATA: 07/04/17
LOCAL: Hotel Golden Tulip
ENDEREÇO: Av. Repúblida do Líbano nº 2526 Setor Oeste
HORÁRIO: 07h às 13h

OBJETIVO: Promover a articulação entre as instâncias públicas, os trabalhadores e suas representações na relação saúde e trabalho com a criação do Fórum Intersindical.

PARTICIPANTES: Vigilância em Saúde do Trabalhador (SUVISA), Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) Estadual e regionais, Universidade Federal de Goiás, universidades públicas locais, Função Oswaldo Cruz, Conselho Estadual de Saúde, instituições com interesse nas relações saúde-trabalho, Representações de sindicatos locais, associações de trabalhadores nos Conselhos de Saúde e nas Comissões Intersetoriais de Saúde do Trabalhador (CIST) e demais representações de trabalhadores.

PROGRAMAÇÃO

07h – Recepção e Café da Manhã

07h30min - Credenciamento

08h – Abertura

Atividade cultural – a definir
Recepção/Acolhida/Abertura – SUVISA (Maria Cecília), Vigilância Ambiental-SUVISA (Magno),  Cerest Estadual/Goiás (Marimerce), Cerest Regional/Goiânia (Ana Maria), Cerest Regional/Itumbiara (Rita), Cerest Estadual/MT (Lilian).
Saudações Sindicais – Todos os representantes das Centrais Sindicais

09h – Vigilância em Saúde do Trabalhador em Goiás: Cenário e Perspectivas

Roda de Conversa:
“O que cada uma das instituições tem feito e como pode contribuir para a consolidação do Fórum Intersindical Saúde – Trabalho - Direito no Estado de Goiás?”

Instituição Pública
Coordenação-Geral de Saúde do Trabalhador/MS (Roque); Ensino, Pesquisa e Extensão – Universidade Federal de Goiás/UFG (Prof. Dr. Eguimar) e Vigilância em Saúde do Trabalhador - SUVISA (Sander). 30min
Representação Sindical
FTIEG/ CUT GO / FETAEG / FETAER-GO / Representações Sindicais (comércio, construção civil, saúde, telecomunicação, postos de combustíveis, etc)

*Facilitadores: Vigilância em Saúde do Trabalhador -SUVISA (Lucimeira), Saúde do Trabalhador  - Aparecida de Goiânia (Ana Mari) e Cerest Estadual – GO (Wellington).

11h30min – Encaminhamentos

*Facilitadores: Ensino, Pesquisa e Extensão - Universidade Federal de Goiás/UFG (Prof. Ubiratan) e Vigilância em Saúde do Trabalhador - SUVISA (Larissa, Wesley e Márcia).

13h - Encerramento

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Sem razões para o não, SIM para a CASSI - Paulo Vinícius Silva


Sou favorável à aprovação do acordo da CASSI sob votação até o dia 21 de novembro.Nele se decide se damos um aporte temporário de 1℅ para preservar a CASSI - o BB daria 23 milhões -,  até dezembro de 2019, tempo para aperfeiçoar sua governança, o controle de contas e ter aí um novo momento de debate e decisão.

O não se legitima primeiramente pela postura do BB, com a pressa com que fez a consulta. Esse gesto - estranho -, dá vazão a desconfianças, umas legítimas, outras, não. Seleciono alguns argumentos para o escrutínio da crítica, sem demérito de legítimas diferenças.

I - Não resolve tudo, então prefiro que não resolva nada.
II - Vocês não solucionaram a crise da CASSI. Então, vamos aprofundar a crise na Cassi, quem sabe melhora...
III - O não vencedor potencializará um cataclismo que OBRIGARÁ o BB a negociar.

Pelo fim, a rejeição não obriga nada, só o pagamento de juros e a perpetuação/aumento do déficit. E mostrará a incapacidade de uma auto-gestao com dois patrocinadores - em paridade - resolver de modo negociado suas diferenças quanto à sustentabilidade da CASSI.

Seria duríssimo golpe na governança da Cassi. Esgotaram-se as reservas e a CASSI está no cheque especial, pagando juros ao Bb, acreditem. Então, se há cataclismo, é contra a CASSI, é contra cada um(a) usuário (a). Nós somos a CASSI. Tem de ter mais cuidado com a nossa CASSI e com soluções incendiárias quando adentram a perigosa seara da saúde. É preciso tomar tento com alguns delírios, pavores e com nossa própria auto-estima.

Há um longo caminho de luta sobre a CASSI, em qualquer cenário. Agonias apenas agoniam, não aconselham que preste.

Expressão das posturas "taca fogo ni tudo", "o mundo vai se acabar", "NADA NUNCA JAMAIS SEMPRE" é a negativa do que se avançou. Para diminuir-nos, elude, tergiversa, oculta nossas vitórias e méritos na negociação.

Há uma unidade em temas fundamentais que vão pelo ralo do sendo comum atual, nessa anomia politica, sob a fragmentação pós moderna e a negação da política, posições conservadoras. Esse bloqueio favorece que ignoremos temas complexos da gestão, da saúde do trabalhador, de concepções de saúde  e dos próprios agentes humanos no processo, que são os gestores, os funcionários da Cassi - gente que ama e vive a Cassi -, e os usuários. Nós estamos nessa conta.

É preciso apontar para os problemas a partir de nossas forças, com esses consensos que emanaram do movimento para as mesas, os pontos de unidade:
a) defesa da solidariedade com a unidade ativa e aposentados e pacto intergeracional;
b) não tem fundo de investimentos a desobrigar o bb scom seus aposentados e aposentadas;
c) não altera contribuição fixa.

O acordo Estabece uma contribuição provisória circunscrita à discussão, e haverá uma consultoria. A proposta se fortaleceu pela incorporação de um índice superior à inflação comum, o FIPE saúde, como fator de ajuste para o BB, acima da inflação geral.

Defendemos que a CASSI assegure a perenidade de seus princípios através do excelente atendimento a nós, usuários. Houve grande engenharia e há interesses e lacunas que são importantes pelo papel de ponte que o acordo assume.
Então, tivemos grandes vitórias nos temas gerais nessa etapa, e há outros que passam para outra fase de disputa, sem a faca no pescoço.

Central nessa fase é o processo de afirmação da Estratégia Saúde da Família como a via da superação do déficit. A medicina preventiva, integral, voltada à população bancária num período de recrudescimento do adoecimento psíquico, nossa qualidade de vida, são de tal monta os temas imbricados na Cassi. Daí a importância de os usuários e usuárias tomarem parte na decisão e no controle social da CASSI, imensa lacuna desse processo.

É pelo pertencimento e a participação que poderemos avançar nos temas da saúde do trabalhador e da trabalhadora. Há um longo caminho de luta pela frente e devemos agir como donos da Cassi e não como consumidores de um plano de saúde.

Há uma indústria da doença, máfias, há uma crise generalizada no setor. É preciso buscar a verdade do adoecimento como parte do trabalho e entender porque adoecemos tanto, e desse ou daquele jeito. A gestão precisa ser tema, por óbvio. E a luta se coloca para outra batalha mais adiante. Ou seja, a luta continua.

E temos de reiterar sempre a crítica que o açodamento, a correria, não ajudou em nada o ambiente necessário a um acordo provisório que dá fôlego à Cassi, e segue o debate. Há quem queira fazer disso uma razão válida à rejeição. Não é, porque o tempo corre contra a Cassi. A luta não é em linha reta, é preciso unidade, luta e ginga para vencer as batalhas complexas, como é a da Cassi.
Não há varinha de condão, é preciso defender a CASSI. Por isso temos pé firme no que já conquistamos nessa caminhada. Queremos sim, tirá-la da crise aguda e disputar seus rumos. Quem quer a cassi em crise, anseia por mercantilizá-la, olho aberto.
Devemos defender a governança da cassi e aperfeicoá-la no sentido do acompanhamento personalizado, com a ESF e impulsionar uma vasta rede de conselhos como controle social efetivo pelos próprios usuários e nas Conferências de saúde.  Isso tudo é dizer sim à Cassi.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ministro da Previdência e o INSS recebem centrais para debater Saúde do Trabalhador e Perícias Médicas

Ministro da Previdência e o Presidente do INSS recebem centrais sindicais para debater Saúde do Trabalhador e Perícias Médicas


As seis centrais sindicais (CTB, CUT, UGT, CGTB, Força e NCST) e o Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (DIESAT) tiveram audiência com o Ministro da Previdência, Garibaldi Alves e o Presidente do INSS, Mauro Hauschild, neste mês de maio, em Brasília. Em pauta, a humanização da Perícia Médica do INSS.

Um documento unitário foi entregue, com duras críticas acerca da maneira como se dão as perícias médicas no Brasil, identificando graves problemas na relação dos peritos com os trabalhadores encaminhados ao INSS – e o mais fraco sofre, pois já chega à perícia abalado por problemas de saúde e fragilizado emocional e psicologicamente.
A audiência foi desdobramento do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho - 28 de abril - e parte da Campanha pela Humanização da Perícia Médica do INSS.

Querem as centrais sindicais regulamentar a maneira como se formalizam os atendimentos das perícias médicas, ao considerar que “não há a formalização do pedido de exames, laudos e/ou atestados médicos dos trabalhadores segurados”. “Verifica-se completa informalidade tanto na solicitação do perito no ato da perícia quanto na entrega dos mesmos ao perito médico, o que pode levar à falta de comprovação quando da necessidade de recursos ou outras ações de defesa do trabalhador”, o que os prejudica “não só em caso de recurso de indeferimento julgado infundado pelo médico especialista que assiste o trabalhador, mas também para o direito de ciência do segurado em todo o desenrolar do afastamento ao trabalho”.

Ademais, questionam o fato de, “com frequência, o laudo e a decisão conclusiva do perito não leva em conta os laudos e atestados médicos expedidos pelos médicos assistentes e especialistas, bem como os exames realizados entregues pelo trabalhador no ato da perícia, inclusive os fornecidos pelo SUS através do atendimento contínuo dos CEREST’s - Centros de Referência de Saúde do Trabalhador”. Para piorar, normalmente o perito sequer se dá ao trabalho de justificar a não aceitação do laudo de outro médico e dos exames, infringindo o próprio Código de Ética Médica (Capítulo X - Documentos Médicos, nos Artigos 80º, 87º e 88º).

Em parte, as Centrais acreditam que tais problemas surgem já na forma da Qualificação dos Peritos Médicos do INSS, carente de uma institucionalização que leve em conta inclusive a visão plural do Conselho Nacional da Previdência Social, e incorpore os preceitos constitucionais da Seguridade Social e do Código de Ética Médica, em vez de basear-se na visão personalista de alguns peritos. Na visão dos trabalhadores há que superar a lógica atual que coloca o trabalhador, segurado e contribuinte ao INSS por anos a fio, como um “fraudador” em potencial, numa relação desigual e desumana que é inadmissível. Esse não é o caminho de enfrentar as fraudes, mas é o martírio do trabalhador.
Esse contexto se agrava quando se trata de novas doenças do trabalho. Como pontuou Paulo Vinícius, Secretário Nacional de Juventude, que representou a CTB na audiência, “em especial a juventude, que maneja novas tecnologias, é exposta a LER/DORT, e tem tragicamente abreviada sua vida laboral, sem que se reconheça o problema. É necessário ter mais sensibilidade e um tratamento humano e digno do outro lado do balcão, em que está representado o INSS. E se o Brasil foi capaz de superar as longas filas na concessão de aposentadorias e pensões, o que envergonhava a instituição e o país, agora o desafio do INSS é humanizar e normatizar as perícias, calcanhar de Aquiles da instituição ante a opinião pública”.

O Ministro Garibaldi Alves e o presidente do INSS, Mauro Hauschild, demonstraram sensibilidade quanto as reivindicações das centrais sindicais, e ficou estabelecida a interlocução direta com o Presidente do INSS para avançar no diálogo. Foi informado que recentemente se estabeleceu uma pós-graduação que está a formar os peritos para o dia-a-dia de seu trabalho. Ante a demanda da constituição de um Grupo de Trabalho permanente - comprometeu-se a atender convite das centrais sindicais para um novo encontro, com mais tempo, em que possa responder ponto a ponto todas as demandas, em São Paulo, a ser marcado em comum acordo com as entidades.

Fonte: CTB - Secretaria de Saúde e Segurança do Trabalho

INFORME-SE MAIS NO SITE DO DIESAT:http://www.diesat.org.br/



Teses

tesesTrabalho e saúde mental do bancário Autores: Edith Seligmann Silva, Leny Sato e Adga Aparecida de Lia Pesquisa de 1985.


Relatório de Avaliaçao Ergonômica das Condiçoes de Trabalho da Empresa Teletrim - Setor de Atendimento. Levantamento: Diesat

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