quinta-feira, 10 de setembro de 2026
A crise do STF e o novo golpe em curso - Luís Carlos Paes
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS - CTB Bancários
CTB BANCÁRIOS
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL
A CTB Bancários considera grave a postura adotada pela Fenaban após as assembleias da Campanha Nacional dos Bancários de 2026. Depois de negociar nacionalmente e submeter uma proposta à categoria, a representação dos bancos pretende agora tratar de forma diferente as bases que aprovaram e aquelas que rejeitaram a proposta, ameaçando dois pilares históricos da organização dos bancários: a mesa única de negociação e a Convenção Coletiva Nacional.
A mesa única foi conquistada justamente para impedir que os bancos fragmentassem os trabalhadores por empresa, região ou sindicato. Sua existência nunca dependeu de unanimidade nas assembleias. Ao longo da história da categoria houve propostas rejeitadas, greves, novas negociações, novas assembleias e adesões posteriores. Rejeitar uma proposta nunca significou abandonar a negociação nacional.
É essa lógica que a Fenaban procura inverter. Nos ofícios encaminhados às entidades sindicais, considera encerrada a negociação e afirma que não reabrirá a mesa com sindicatos que rejeitaram a CCT. Na prática, pretende transformar o direito de rejeitar uma proposta numa escolha entre aceitar o que os bancos oferecem ou ficar fora da contratação nacional.
Essa postura não pode ser analisada isoladamente da condução patronal de toda a campanha. A Fenaban levou a apresentação das cláusulas econômicas decisivas para a fase final da negociação e utilizou a proximidade do fim da vigência dos instrumentos coletivos como elemento de pressão sobre a categoria. Agora, diante das rejeições em algumas bases, procura transformar o resultado das assembleias em instrumento para encerrar a negociação com quem decidiu continuar lutando. O conjunto dessas atitudes revela uma estratégia de endurecimento que pressiona os trabalhadores a aceitar a proposta patronal e favorece a fragmentação da negociação nacional.
Isso é uma pressão inaceitável sobre a soberania das assembleias. Uma negociação só é efetivamente democrática se os trabalhadores puderem dizer não e continuar negociando. Mesa única não pode existir apenas enquanto as bases aceitam a proposta patronal. Se o direito de permanecer na negociação depende de aprovar a proposta dos bancos, deixa de existir negociação e passa a existir adesão.
A chamada Cláusula X é a cláusula de exclusão proposta pela Fenaban: pretende incluir na própria CCT listas de bases do Banco do Brasil e da Caixa que, por terem rejeitado a proposta, ficariam fora das Convenções, sem a garantia convencional de abono da paralisação de 20 de agosto e das ausências decorrentes de paralisações e greves posteriores. A cláusula não é o problema isoladamente; é a materialização, no texto da CCT, da política de dividir a categoria entre quem aceita e quem continua lutando.
O tratamento dado aos dois bancos públicos evidencia ainda mais essa postura. No Banco do Brasil, a Fenaban criou uma situação intermediária para as bases que deliberaram pela reabertura das negociações: admite nova assembleia até 10 de setembro e posterior assinatura, preservando os efeitos da CCT desde 1º de setembro. Na Caixa, não oferece a mesma possibilidade: as bases que rejeitaram são diretamente enquadradas no grupo de exclusão. Além de fragmentar a negociação nacional, a Fenaban estabelece tratamentos diferentes entre bases que decidiram não encerrar a luta.
Também é preocupante que as direções do Banco do Brasil e da Caixa não se coloquem contra uma dinâmica que ameaça a unidade da negociação nacional. Bancos públicos não deveriam contribuir, por ação ou omissão, para uma estratégia que isola seus próprios trabalhadores da contratação coletiva da categoria.
A gravidade vai além de BB e Caixa. Num sistema financeiro marcado pelo fechamento de unidades, redução de postos de trabalho, terceirização e acelerada transformação tecnológica, fragmentar a representação e a negociação dos trabalhadores interessa aos bancos e enfraquece a capacidade coletiva de enfrentar essas mudanças. Se prevalecer a tese da Fenaban, abre-se ainda um precedente para futuras campanhas: apresenta-se uma proposta nacional, quem aceita permanece na Convenção e quem rejeita pode ser retirado da contratação coletiva. Isso devolve aos bancos uma capacidade de divisão que a categoria levou décadas para superar.
Não há necessidade disso. Historicamente, já ocorreram rejeições seguidas de novas assembleias e posterior assinatura. Também há sindicatos que não participam das mesas nacionais, deliberam em suas bases e posteriormente formalizam sua adesão aos instrumentos coletivos. A experiência da própria categoria demonstra que é possível assinar a CCT com quem está autorizado sem fechar a porta para quem continua lutando.
Por isso, a CTB Bancários defende uma posição unitária de Contraf-CUT, Contec, federações e sindicatos, independentemente da posição adotada nas assembleias: rejeitar a política de exclusão da Fenaban e não permitir que ela seja incorporada à CCT.
Quem aprovou deve ter sua decisão respeitada e assinar. Quem rejeitou também deve ter sua decisão respeitada e continuar mobilizado, negociar, voltar à assembleia e aderir posteriormente ao instrumento caso sua base assim decida.
A Fenaban não pode negociar nacionalmente para apresentar sua proposta e fragmentar a categoria quando essa proposta é rejeitada. Não pode aproveitar divergências legítimas entre as bases para enfraquecer a mesa única e transformar a CCT nacional em instrumento de pressão contra quem continua lutando.
A MESA É ÚNICA. A CCT É NACIONAL. A CATEGORIA É UMA SÓ.
CTB Bancários
Eleições 2026: luta dos trabalhadores e serviço público no Ceará - Podcast Coletivizando, sexta, 11/09/2026 às 8h15, com Gilcélio Paiva
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Podcast Coletivizando – Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas - Sexta, 03/09/2026

Podcast Coletivizando –
* Sexta-feira, 04 de setembro de 2026, às 8h15 AM.Apresentação: Paulo Vinícius da Silva.
Papo Político
Tema: Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas.
Convidado: Tulio Menezes (Bancário CEF e da CTB Bancários-CE/Sindicato).
Canta, minha gente: La Marseillaise de la Commune.
Assista no YouTube nos canais @metamorfosecomunicacao e @ColetivizandoBR
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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Diversionismo mira o STF como instituição da República - Paulo Vinícius da Silva
DIVERSIONISMO: é a ação que busca mudar o assunto em pauta que édesfavorável, mudar o foco, ou esconder um aspecto da situação. O véu que esconde é outro escândalo.
Quem foi colocado no Ministério da Justiça por Bolsonaro para proteger Tariflávio Rachadinha? Por que ele chegou ao STF? O que se quer esconder com o ataque a Moraes?
1) Os novos pagamentos recém-descobertos de Vorcaro a Tariflávio?
2) A votação decisiva do #FimdaEscala6x1 no Senado essa semana?
Quem errou, deve pagar. As coisas tem ordem e dimensões distintas, tem investigação, acusacao, defesa e julgamento. Já sabemos como a lava jato operou e opera, em conluio com a imprensa golpista. Evidentemente o que se quer é mudar o assunto.
Houve alguma ação de Moraes contra as investigações sobre o Master?
Já a denúncia contra ele, quer proteger alguém envolvido até o pescoço no caso e que é candidato? O juiz que protege um réu no curso do processo que preside pode seguir à frente do processo?
Isso é Goebbels na veia. A Carta Capital há tempos publicou os Princípios da Propaganda de Goebbels (https://coletivizando.blogspot.com/2026/09/diversionismo-mira-o-stf-como.html), o sinistro e genial ministro da Propaganda Nazista, sintetizados a partir de suas ações. É notável a semelhança com as ações em tela:
Princípio do Silêncio:Ocultar e omitir qualquer informação que não seja conveniente para a narrativa.
Princípio da Transferência: Conectar um acontecimento atual a um fato do passado, somando ocorrências históricas para reforçar a mensagem.
Princípio de Unanimidade: Estimular a convergência de opiniões em temas de interesse geral para manipular o sentimento coletivo e direcioná-lo contra o inimigo eleito.
Ocultar o protegido, requentar erros que não têm relação com a obstrução do processo (e obstruí-lo desse modo) e mudar a discussão para outro alvo, causando a indignação geral e contando com a unanimidade dos candidatos de direita e extrema direita e da imprensa corporativa propriedade dos rentistas e especuladores. O Brasil não é para amadores. Vale tudo para impedir a eleição de Lula. A implosão do STF antecede ações no TSE que visarão a esse fim. É método.
Uma coisa é certa: a extrema direita bolsonarista, sem voto, enrolada e desesperada, vê na implosão do STF o elemento central para deter a sua derrota e impedir a vitória dos trabalhadores no Senado, com a aprovação do #FimdaEscala6x1 essa semana.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Programa Pão com Ovo no youtube - Quarta, 2/9/2026, às 20h, com Paulo Vinícius da Silva - Soberania nacional, luta anti-imperialista e os desafios colocados para o Brasil nas eleições de 2026.
Soberania nacional, luta anti-imperialista e os desafios colocados para o Brasil nas eleições de 2026.
📅 02/09 — quarta-feira
🎙️ Com Paulo Vinícius da Silva(PV)
📺 Ao vivo na Pão com Ovo
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final 🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 ⏰ Horário: 8h15 AM - podc ast Coletivizndo
Neste episódio especial do Podcast Coletivizando do Dia dos Bancários (as), debateremos o tenso momento atual da Campanha Nacional da categoria!
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final
🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
⏰ Horário: 8h15 AM
👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva
Bancários(as) enfrentam os patrões mais poderosos do Brasil, o sistema financeiro, naquela que é a maior negociação coletiva do país. Na reta final, os bancários(as) se deparam com impasses e tensões: fim da ultratividade, riscos à Mesa Única, precarização da maioria do ramo financeiro. Há caminhos para a vitória?
Convidado:
Hermelino Neto — Coordenador Nacional da CTB Bancários e Vice-presidente da CTB Bahia, direto de São Paulo, onde a CTB acompanha as negociações na Mesa do Comando Nacional
📲 Acompanhe no Youtube:
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quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Dona Lourdes, mãe e feminista - Paulo Vinícius da Silva
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Podcast Coletivizando - Ceará: Estado e Desenvolvimento, com o Professor Samuel Siebra, sexta, 21/8, às 8h15 no YouTube
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Fidel 100 anos - Soberania, Solidariedade, Socialismo
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Podcast Coletivizando de 14/08/2026, às 8h15: Campanha Nacional dos Bancários 2026

O programa tem uma mudança na ordem dos blocos, com vistas a um melhor aproveitamento do tempo. O programa, apresentado pelo Sociólogo e Bancário Paulo Vinícius da Silva, inicia com o Cuida, que abordará a Campanha Nacional dos Bancários, a maior campanha salarial do Brasil e que inicia um calendário de reivindicações salariais de grandes categorias. O bloco pretende introduzir a audiência na campanha, suas principais pautas e dilemas.
O Canta, minha gente traz a tocante canção cearense Consolança, de Eugênio Leandro e letra de Oswald Barroso, um gigante do teatro e da cultura cearense, lutador pela democracia e que recentemente nos deixou.
O Podcast Coletivizando é uma realização do Blog Coletivizando, em parceria com a Metamorfose Comunicação e o apoio do Núcleo Sindical de Base da CTB Bancários do Ceará e o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília.
SERVIÇO:
Podcast Coletivizando
Sexta-feira, 14/08/2026, 8h15
Nos canais do Youtube
@metamorfosecomunicacao
@coletivizandoBR
Assista no Coletivizando:
Assista no Metamorfose:
domingo, 5 de julho de 2026
Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando
Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando https://t.co/7BSTD07xsq via @YouTube pic.twitter.com/ppHJb8pvJh
— Paulo Vinícius da Silva (@PauloVinicius65) July 5, 2026
Podcast Coletivizando: Modelos de desenvolvimento no Podcast Coletivizando c/ o Prof Dr. Marcello Azevedo.
Por que a China financia projetos de médio e longo prazo que não há no Ocidente? A diferença não é apenas tecnológica, mas da classe no poder político, e o Socialismo. Debatemos modelos de desenvolvimento no Podcast Coletivizando c/ o Prof Dr. Marcello Azevedo. Segue o fio! 🧵👇 pic.twitter.com/fjHHDurodN— Paulo Vinícius da Silva (@PauloVinicius65) July 5, 2026
Podcast Coletivizando, Luís Carlos Paes (Presidente do PCdoB-CE)reflete sobre a China e o Brasil
O desenvolvimento é uma escolha política. No Podcast Coletivizando, Luís Carlos Paes (Presidente do PCdoB-CE) traz reflexões fundamentais sobre a China e o que o Brasil pode aprender com a estratégia de desenvolvimento asiática. Segue o fio! pic.twitter.com/WUh3CBiVsH
— Paulo Vinícius da Silva (@PauloVinicius65) July 5, 2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Lula: O Brasil é dos Brasileiros e ninguém entregará o PIX aos estrangeiros
Lula @LulaOficial
É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.
Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.
Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.
Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.
Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.
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