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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A crise do STF e o novo golpe em curso - Luís Carlos Paes


Os episódios recentes no Supremo Tribunal Federal (STF) protagonizados pelo Ministro André Mendonça, apoiado por Nunes Marques e Luiz Fux, se enquadram perfeitamente no plano traçado pelo império estadunidense, sob o comando de Trump e sua trupe, para gerar um clima de caos no País, desacreditar o STF e demais instituições da República, desestabilizar o processo eleitoral, enfraquecer a candidatura do presidente Lula, defensor de um Brasil soberano, e favorecer o candidato Flávio Bolsonaro da extrema-direita golpista, vassalo dos Estados Unidos e de Israel.

Desde que assumiu a relatoria dos processos que tratam do escândalo do INSS e da roubalheira do Banco Master, ambos iniciados no governo Bolsonaro e investigados no governo Lula, o ministro “terrivelmente evangélico” André Mendonça agiu de forma parcial encobrindo os verdadeiros criminosos e orientando a Polícia Federal para buscar algum indício, mesmo inconsistente, que pudesse envolver alguma autoridade ligada ao governo ou pessoa próxima do presidente Lula. Diversos áudios e mensagens, que estavam sob sigilo, foram seletivamente vazados para a imprensa golpista (Rede Globo, Estadão, Folha de São Paulo, entre outros) que cumpriu com o seu papel de jogar para debaixo do tapete os crimes de Flávio Bolsonaro e tentar vincular, durante semanas, o presidente da República com denúncias frágeis e sem qualquer evidência, por menor que seja, do seu envolvimento com ambos os casos, a não ser é claro, a sua determinação para que tudo seja investigado e os culpados responsabilizados pelos seus crimes.

Faz parte deste plano, a vingança contra o Ministro Alexandre de Morais, amaldiçoado pela extrema-direita até a sua quinta geração por ter cumprido um importante papel, no exercício de suas funções, quando presidiu o TSE durante as eleições de 2022, garantindo a lisura do pleito e, posteriormente, relatando, de forma brilhante, os processos que julgaram e condenaram centenas de golpistas/fascistas que atentaram contra a democracia brasileira, durante o governo Bolsonaro, culminando com os atos de vandalismo contra as sedes dos Três Poderes da República em 8 de janeiro de 2023. Os bolsonaristas e seus admiradores não suportam ver seu líder maior e militares de alta patente condenados e presos por seus crimes.

Há muita fumaça no ar, propositalmente fabricada pela grande mídia, para que o cidadão comum não entenda o que está de fato ocorrendo. 

Em primeiro lugar, tentam vincular o Ministro Alexandre de Moraes ao presidente Lula. Na verdade, Moraes foi indicado ao STF pelo presidente-golpista Michel Temer e quando de sua indicação teve o voto contrário das Bancadas do PT e do PCdoB no Senado.

Por outro lado, tentam jogar a responsabilidade do desvio de bilhões de reais dos aposentados e pensionistas do INSS no colo do presidente Lula. A verdade é que a falcatrua começou no governo Bolsonaro com a participação do seu Ministro do Trabalho e da Previdência Onyx Lorenzoni e com a conivência do então Ministro da Justiça Sérgio Moro. No governo Lula, foram iniciadas as investigações e a grande fraude foi descoberta pela CGU e pela Polícia Federal. O presidente Lula determinou a devolução dos recursos desviados dos aposentados e pensionistas e os responsáveis pela roubalheira pagarão pelos seus crimes.

No caso do Banco Master, não devemos esquecer que Daniel Vorcaro tentou ser banqueiro durante o governo Temer mas não conseguiu. O Banco Central do Brasil (Bacen), presidido à época por Ilan Goldfajn não autorizou a sua entrada no mercado financeiro. Vorcaro só se viabilizou como banqueiro quando Roberto Campos Neto, presidente do Bacen, indicado por Bolsonaro, autorizou. E, foi no governo Lula, após a saída de Campos Neto, na gestão de Gabriel Galípolo no Bacen que o Banco Master foi liquidado.

Vorcaro e seu Banco foram instrumentos de todo tipo de negociata no sistema financeiro, roubando de aposentados e saqueando os cofres públicos. Enganou investidores prometendo pagamento de juros muito acima dos praticados pelo mercado. Desviou recursos do Fundo de Pensão do Rio de Janeiro, governado por um bolsonarista. Desviou recursos do BRB de Brasília, governado por outro bolsonarista. A lista é longa, atinge amplamente a extrema-direita e o Centrão.

Parte do saque financiou, em 2022, as campanhas de Jair Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas. Dezenas de outros políticos, em sua quase totalidade da extrema-direita e do centrão, foram de alguma forma beneficiados pelo esquema.

Por último, um senador e candidato à presidência da República foi flagrado pedindo e recebendo dinheiro roubado de Vorcaro. Milhões de dólares, enviados para os Estados Unidos, supostamente para financiar um filme de péssimo gosto. Nada foi explicado. Esta semana veio a público a delação de Antonio Carlos Freixo, vulgo Mineiro, operador de Vorcaro que confessou ter transferido recursos que totalizaram 12,3 milhões de dólares (equivalentes a 62,8 milhões de reais) para o exterior, entre janeiro e setembro de 2025. Estas transferências visavam atender a um pedido de Flávio Bolsonaro, supostamente para financiar um filme de péssimo gosto. O que aconteceu de fato com o dinheiro ainda não foi esclarecido. 

Apesar de todas as provas e evidências, o Ministro relator do processo sentou em cima das investigações sobre o Flavio “Rachadinha” Bolsonaro e passou a fabricar notícias sobre um suposto envolvimento do senhor Fábio Luís, filho de Lula, com o Banco Master, sem nenhum fundamento e, ainda esta semana atira contra seu colega de Supremo, de forma totalmente ilegal, também de forma ilegal ataca o Procurador Geral da República e afasta o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e o delegado Leandro Almada, diretor de inteligência da mesma corporação.

Como bom bolsonarista e terrivelmente evangélico, André Mendonça segue os planos traçados pelo império estadunidense visando desestabilizar o processo eleitoral brasileiro e, se possível eleger seu representante local à presidência da República, como fez recentemente no Peru e na Colômbia. E, em caso de derrota, com o desgaste do STF se preparam para alegar fraude e suspeição do processo e das instituições nacionais.

É a tentativa de colonizar o país através de um governo vassalo sem necessidade de realizar a operação militar que ocorreu na Venezuela, ou o bloqueio criminoso contra Cuba, as sanções econômicas e o bombardeio contra o Irã, as sanções e o cerco contra a Rússia, o genocídio contra o povo Palestino e os bombardeios e a ocupação do sul do Líbano.

Os bolsonaristas, parcela importante das elites econômicas e a grande imprensa brasileira apoiam ou se calam diante destes fatos bárbaros que podem levar o mundo a uma guerra de destruição em massa e continuam erguendo bandeiras dos EUA e de Israel em suas manifestações. 

Não há inocentes nem desinformados, há os que estão comprometidos com o golpe, com a operação lava-jato 2, com o domínio colonial do império, com a guerra e os que defendem a democracia, a soberania nacional, os direitos de nosso povo e a paz.

Assim, cabe às forças democráticas e progressistas, aos verdadeiros patriotas, aos verdadeiros cristãos, aos intelectuais, artistas e cientistas a construção de uma grande e poderosa mobilização para derrotar os planos diabólicos do império estadunidense e de seus aliados internos, descendentes ideológicos de Joaquim Silvério dos Reis, traidor da pátria.

É dever de todos os partidos e candidatos democratas utilizarem seus espaços na mídia, nas redes sociais, nos comícios e nas reuniões com o povo para denunciar o golpe em andamento e serem firmes na defesa da democracia, da soberania nacional e contra a interferência estrangeira em nosso processo eleitoral.

O ministro-pastor "ungido por Deus" não pode continuar à frente dos processos do Banco Master e do INSS.

Que todos sejam investigados e julgados, respeitando-se o devido processo legal e o amplo direito de defesa.

Pelo repúdio às campanhas mentirosas e difamatórias da grande mídia corporativa e das Fake News divulgadas em massa nas plataformas eletrônicas.

Por eleições livres e limpas em outubro próximo.

*Fortaleza, 10 de setembro de 2026*
*Luís Carlos Paes de Castro*
*Engenheiro, auditor do Banco Central aposentado e presidente do PCdoB no Ceará*

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS - CTB Bancários


 CTB BANCÁRIOS


FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL


A CTB Bancários considera grave a postura adotada pela Fenaban após as assembleias da Campanha Nacional dos Bancários de 2026. Depois de negociar nacionalmente e submeter uma proposta à categoria, a representação dos bancos pretende agora tratar de forma diferente as bases que aprovaram e aquelas que rejeitaram a proposta, ameaçando dois pilares históricos da organização dos bancários: a mesa única de negociação e a Convenção Coletiva Nacional.


A mesa única foi conquistada justamente para impedir que os bancos fragmentassem os trabalhadores por empresa, região ou sindicato. Sua existência nunca dependeu de unanimidade nas assembleias. Ao longo da história da categoria houve propostas rejeitadas, greves, novas negociações, novas assembleias e adesões posteriores. Rejeitar uma proposta nunca significou abandonar a negociação nacional.


É essa lógica que a Fenaban procura inverter. Nos ofícios encaminhados às entidades sindicais, considera encerrada a negociação e afirma que não reabrirá a mesa com sindicatos que rejeitaram a CCT. Na prática, pretende transformar o direito de rejeitar uma proposta numa escolha entre aceitar o que os bancos oferecem ou ficar fora da contratação nacional.


Essa postura não pode ser analisada isoladamente da condução patronal de toda a campanha. A Fenaban levou a apresentação das cláusulas econômicas decisivas para a fase final da negociação e utilizou a proximidade do fim da vigência dos instrumentos coletivos como elemento de pressão sobre a categoria. Agora, diante das rejeições em algumas bases, procura transformar o resultado das assembleias em instrumento para encerrar a negociação com quem decidiu continuar lutando. O conjunto dessas atitudes revela uma estratégia de endurecimento que pressiona os trabalhadores a aceitar a proposta patronal e favorece a fragmentação da negociação nacional.


Isso é uma pressão inaceitável sobre a soberania das assembleias. Uma negociação só é efetivamente democrática se os trabalhadores puderem dizer não e continuar negociando. Mesa única não pode existir apenas enquanto as bases aceitam a proposta patronal. Se o direito de permanecer na negociação depende de aprovar a proposta dos bancos, deixa de existir negociação e passa a existir adesão.


A chamada Cláusula X é a cláusula de exclusão proposta pela Fenaban: pretende incluir na própria CCT listas de bases do Banco do Brasil e da Caixa que, por terem rejeitado a proposta, ficariam fora das Convenções, sem a garantia convencional de abono da paralisação de 20 de agosto e das ausências decorrentes de paralisações e greves posteriores. A cláusula não é o problema isoladamente; é a materialização, no texto da CCT, da política de dividir a categoria entre quem aceita e quem continua lutando.


O tratamento dado aos dois bancos públicos evidencia ainda mais essa postura. No Banco do Brasil, a Fenaban criou uma situação intermediária para as bases que deliberaram pela reabertura das negociações: admite nova assembleia até 10 de setembro e posterior assinatura, preservando os efeitos da CCT desde 1º de setembro. Na Caixa, não oferece a mesma possibilidade: as bases que rejeitaram são diretamente enquadradas no grupo de exclusão. Além de fragmentar a negociação nacional, a Fenaban estabelece tratamentos diferentes entre bases que decidiram não encerrar a luta.


Também é preocupante que as direções do Banco do Brasil e da Caixa não se coloquem contra uma dinâmica que ameaça a unidade da negociação nacional. Bancos públicos não deveriam contribuir, por ação ou omissão, para uma estratégia que isola seus próprios trabalhadores da contratação coletiva da categoria.


A gravidade vai além de BB e Caixa. Num sistema financeiro marcado pelo fechamento de unidades, redução de postos de trabalho, terceirização e acelerada transformação tecnológica, fragmentar a representação e a negociação dos trabalhadores interessa aos bancos e enfraquece a capacidade coletiva de enfrentar essas mudanças. Se prevalecer a tese da Fenaban, abre-se ainda um precedente para futuras campanhas: apresenta-se uma proposta nacional, quem aceita permanece na Convenção e quem rejeita pode ser retirado da contratação coletiva. Isso devolve aos bancos uma capacidade de divisão que a categoria levou décadas para superar.


Não há necessidade disso. Historicamente, já ocorreram rejeições seguidas de novas assembleias e posterior assinatura. Também há sindicatos que não participam das mesas nacionais, deliberam em suas bases e posteriormente formalizam sua adesão aos instrumentos coletivos. A experiência da própria categoria demonstra que é possível assinar a CCT com quem está autorizado sem fechar a porta para quem continua lutando.


Por isso, a CTB Bancários defende uma posição unitária de Contraf-CUT, Contec, federações e sindicatos, independentemente da posição adotada nas assembleias: rejeitar a política de exclusão da Fenaban e não permitir que ela seja incorporada à CCT.


Quem aprovou deve ter sua decisão respeitada e assinar. Quem rejeitou também deve ter sua decisão respeitada e continuar mobilizado, negociar, voltar à assembleia e aderir posteriormente ao instrumento caso sua base assim decida.


A Fenaban não pode negociar nacionalmente para apresentar sua proposta e fragmentar a categoria quando essa proposta é rejeitada. Não pode aproveitar divergências legítimas entre as bases para enfraquecer a mesa única e transformar a CCT nacional em instrumento de pressão contra quem continua lutando.


A MESA É ÚNICA. A CCT É NACIONAL. A CATEGORIA É UMA SÓ.


CTB Bancários

Eleições 2026: luta dos trabalhadores e serviço público no Ceará - Podcast Coletivizando, sexta, 11/09/2026 às 8h15, com Gilcélio Paiva


Neste episódio do Podcast Coletivizando, trazemos um debate fundamental sobre a conjuntura política e a valorização do serviço público no Ceará, além de um momento cultural especial!
Bloco Papo Político:

Tema: Eleições 2026: luta dos trabalhadores e serviço público no Ceará

Convidado: Gilcélio Paiva — Presidente licenciado do Sindicato dos Servidores Municipais de Sobral (SINDSEMS).

Bloco Canta, Minha Gente:

Música: Yo pisaré las calles nuevamente — Pablo Milanés.

🗓️ Data: Sexta-feira, 11 de setembro de 2026
⏰ Horário: 8:15 AM
👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva

🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar ao vivo!
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#PodcastColetivizando #ServiçoPúblico #Eleições2026 #PabloMilanes #SINDSEMS #Sobral #Ceará

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Podcast Coletivizando – Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas - Sexta, 03/09/2026

Banner promocional do Podcast Coletivizando para sexta-feira, 04 de setembro de 2026, às 8:15 AM.  No topo, à esquerda, está a logomarca do podcast e, à direita, a foto circular do apresentador Paulo Vinícius da Silva falando ao microfone.  No centro, sobre fundo amarelo, destaca-se a seção "Papo político" com o tema: "Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas". À esquerda do tema, há a foto circular do convidado Tulio Menezes, identificado como bancário da CEF, da CTB e do Sindicato dos Bancários-CE.  Na parte inferior, em uma faixa vermelha, a seção "Canta, minha gente" traz a música "La Marseillaise de la Commune". O rodapé exibe as logos do Podcast Coletivizando, Metamorfose Comunicação, CTB Bancários Ceará e Bancários DF, além das redes sociais @metamorfosecomunicacao, @ColetivizandoBR e o ícone do YouTube.

Em todo o Brasil ocorrem assembleias para definir a aceitação ou a rejeição da proposta de Convenção e dos Acordos Coletivos nos Bancários. Como se posicionam os sindicatos? No BB e na Caixa, o que se destaca?

Podcast Coletivizando –

* Sexta-feira, 04 de setembro de 2026, às 8h15 AM.

Apresentação: Paulo Vinícius da Silva.

Papo Político

Tema: Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas.

Convidado: Tulio Menezes (Bancário CEF e da CTB Bancários-CE/Sindicato).

Canta, minha gente: La Marseillaise de la Commune.

Assista no YouTube nos canais @metamorfosecomunicacao e @ColetivizandoBR


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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Diversionismo mira o STF como instituição da República - Paulo Vinícius da Silva

DIVERSIONISMO: é a ação que busca mudar o assunto em pauta que édesfavorável, mudar o foco, ou esconder um aspecto da situação. O véu que esconde é outro escândalo.


Quem foi colocado no Ministério da Justiça por Bolsonaro para proteger Tariflávio Rachadinha? Por que ele chegou ao STF? O que se quer esconder com o ataque a Moraes?


1) Os novos pagamentos recém-descobertos de Vorcaro a Tariflávio?


2) A votação decisiva do #FimdaEscala6x1 no Senado essa semana?


Quem errou, deve pagar. As coisas tem ordem e dimensões distintas, tem investigação,  acusacao, defesa e julgamento. Já sabemos como a lava jato operou e opera, em conluio com a imprensa golpista. Evidentemente o que se quer é mudar o assunto. 


Houve alguma ação de Moraes contra as investigações sobre o Master?


Já a denúncia contra ele, quer proteger alguém envolvido até o pescoço no caso e que é  candidato? O juiz que protege um réu no curso do processo que preside pode seguir à frente do processo? 


Isso é Goebbels na veia. A Carta Capital há tempos publicou os Princípios da Propaganda de Goebbels (https://coletivizando.blogspot.com/2026/09/diversionismo-mira-o-stf-como.html),  o sinistro e genial ministro da Propaganda Nazista,  sintetizados a partir de suas ações.  É  notável a semelhança com as ações em tela:

Princípio do Silêncio:

Ocultar e omitir qualquer informação que não seja conveniente para a narrativa.

Princípio da Transferência: Conectar um acontecimento atual a um fato do passado, somando ocorrências históricas para reforçar a mensagem.

Princípio de Unanimidade: Estimular a convergência de opiniões em temas de interesse geral para manipular o sentimento coletivo e direcioná-lo contra o inimigo eleito.


Ocultar o protegido, requentar erros que não têm relação com a obstrução do processo (e obstruí-lo desse modo) e mudar a discussão para outro alvo, causando a indignação geral e contando com a unanimidade dos candidatos de direita e extrema direita e da imprensa corporativa propriedade dos rentistas e especuladores. O Brasil não é para amadores. Vale tudo para impedir a eleição de Lula. A implosão do STF antecede ações no TSE que visarão a esse fim. É método. 


Uma coisa é certa: a extrema direita bolsonarista, sem voto, enrolada e desesperada, vê na implosão do STF o elemento central para deter a sua derrota e impedir a vitória dos trabalhadores no Senado, com a aprovação do #FimdaEscala6x1 essa semana.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final 🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 ⏰ Horário: 8h15 AM - podc ast Coletivizndo


 Neste episódio especial do Podcast Coletivizando do Dia dos Bancários (as), debateremos o tenso momento atual da Campanha Nacional da categoria!

🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final

🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

⏰ Horário: 8h15 AM

👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva


Bancários(as) enfrentam os patrões mais poderosos do Brasil, o sistema financeiro, naquela que é a maior negociação coletiva do país. Na reta final, os bancários(as) se deparam com impasses e tensões: fim da ultratividade, riscos à Mesa Única, precarização da maioria do ramo financeiro. Há caminhos para a vitória?

Convidado:

Hermelino Neto — Coordenador Nacional da CTB Bancários e Vice-presidente da CTB Bahia, direto de São Paulo, onde a CTB acompanha as negociações na Mesa do Comando Nacional

📲 Acompanhe no Youtube:

@Metamorfosecomunicacao https://www.youtube.com/watch?v=e-tq6CCnYx8


@ColetivizandoBR https://www.youtube.com/watch?v=xkMSAlGECCE Blog www.coletivizando.blogspot.com

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Dona Lourdes, mãe e feminista - Paulo Vinícius da Silva

Dei-me conta, hoje, que venho de uma família matriarcal.  Hoje, porque despertei sob o impacto dessa data magna da minha própria existência,  20 de agosto, dia do nascimento de Dona Lourdes, Tecla, Insigne Progenitora Amada, Mater Amabilis, Mãe.  

Ela foi a filha única do amor de Dona Senhora, uma menina, e Seu Casimiro, uma lenda, o negro protetor e salvador que não conheci, o amor que minha Vó teve por tão pouco, mas suficiente para jamais esquecer.  

Dona Lourdes foi a caçula de seu pai, criada, enfim, pelos irmãos mais velhos, dos quais Titia Fransquinha persiste como testemunha viva. E Dona Lourdes foi a mais velha dos filhos de Senhora, Maria - tal qual minha mãe -,  que seguiu sua saga, do Ceará ao hoje Tocantins, com seus demais filhos, cuja vida protegeu, em fuga, pelas vicissitudes das funestas histórias de família e vingança que soíam enlutar o Ceará e o Nordeste até a geração de meus pais, pela violência do macho que se vinga.

Maria de Lourdes, assim, nasceu única, fruto do amor, a temporã de Casimiro, que fora vítima de tantas perdas, como último rebento antes de sua própria partida. E também foi a mais velha dos filhos de Senhora, sendo o centro, a filha do meio de todos os seus irmãos. 

Minha mãe foi a maior feminista que eu conheci. Não por demagogia minha, nem por sentida emoção,  mas por sua trajetória de mulher de luta, que só podia desembocar na filiação ao Partido dos 'meninos', o 'nosso Partido ', como ela dizia, o Partido Comunista. Descobrimos, eu e o Beto, depois de sua partida, que ela se filiara e pusera o CPF dele na ficha, porque do dela não se lembrara.

Mamãe estudou graças às irmãs paternas e a seu esforço. Casou com quem amou, mesmo contra a família, com Seu Louro, o atleta cearense que conheceu no Grêmio dos Ferroviários numa festa. Ele dizia: 'Casei com uma Miss', e a beleza lendária de Dona Lourdes seguiu imaculada até o fim. 

Maria de Lourdes trabalhou em casa e na rua, desde nova, sem descanso. E foi também uma fina comerciante, do Armarinho Lourdes, que nos sustentou nos tristes anos de FHC,  quando meu pai enfrentou grandes dificuldades profissionais. Ela era uma potência econômica, e nos três,  Seu Louro, eu e Beto, orbitamos em seu entorno de luz, força e delicadeza. 

Ela venceu a violência e domou o sobrinho neto de Lampião,  meu pai, ele próprio tão violentado pela vida. E foi capaz de levá-lo pela mão, pelo amor e pela fé até a humanização,  e à ternura que Seu Louro jamais conheceu na convivência com os seus.

Papai, o macho mais completo que o Ceará do Século XX podia criar, foi-se fazendo gente de bem e de amor pelas mãos de Dona Lourdes, que só o entregou homem feito nas mãos de Maria Santíssima,  cuja devoção ensinou, a despeito de tanta força e poder que ele tinha, e das dores que o fizeram duro, e que foram abrandando com o tempo e com a família que ela lhe deu e para a qual ele, convertido por ela, viveu.

Por isso, jamais aceitei que a maternidade não seja o poder máximo de presidir a vida, lição que aprendi desde o ventre, e que vi na vida com as Donas Lourdes, Maria Silva, Fransquinha, que lideraram nossas famílias como esteio inexpugnável. E mesmo sob o jugo do machismo, sim, mas sem jamais se conformar com ele, sempre a lutar, à sua maneira, com sua simplicidade, com sua fé e sua visão do que deveria ser uma mulher. E se essa referência feminina não cabia nos moldes do arquétipo da mulher ocidental, ela era a realidade objetiva de ser o centro, a raiz, a base e o poder em torno dos quais dirigiram suas famílias,  suas vidas, seus negócios e trabalho, seus amores, e brilham além do tempo, na multidão de seus frutos, filhos, netos e bisnetos.
E é por esse exemplo de delicadeza, tenacidade, trabalho e poder, que aprendo até hoje, lutando para ser digno de minha filha, Mariana. O machismo é um mal, é a morte e a solidão final. Não somos, vamos sendo,  e podemos evoluir, aprender, como meu pai o fez, com Dona Lourdes, que, ao fim, também o criou. 

Como negar à Mamãe o trono da grande feminista da minha vida, quando a teoria ou as lições ocidentais não a definiram assim, tal e qual inúmeras mulheres brasileiras que lideram pela graça,  pelo trabalho e pelo exemplo? Elas foram precursoras e seguem injustiçadas na teoria e na prática da família brasileira,  filha do ventre indígena e negro, e que nada tem a ver com a farsa da família 'tradicional' e que jamais existiu ou prestou.

E é por isso que, em minha concepção, para ser homem, o requisito central é saber-se filho delas, e levar pela vida esse respeito infinito pelas mulheres, que são iguais aos homens e ainda mais, porque são nossa origem, esteio, escola e amor. 

Assim, o homem jamais poderá se afirmar sem a mulher e a responsabilidade sobre seus filhos, que o validam. Aquele que violenta, agride, mata, jamais será o homem. No máximo será o macho, essa triste figura que simplesmente não aprendeu a ser gente, e que precisa ser contida, porque infértil, solitário e fautor de violência e morte.  Ser homem é para ser outra coisa, e não sei sê-lo ainda,  nem o aprendi apenas com meu pai, pois sei que ele só se fez homem, graças ao amor de Dona Lourdes, que ainda nos ensina, guia e preside. 

Talvez por isso, o Pai - título que o povo deu a Lula - tenha aprendido com Dona Lindu, Dona Mariza, e floresça de novo, no amor,  com Janja. 

Para ser homem,  é preciso corrigir-se, aprender com nossas mães a respeitar, e lutar para proteger as mulheres da covardia machista, que tem ceifado tantas vidas de mulheres e mães,  e até dos filhos, dob o patrocínio do fundamentalismo e perversão das bigtechs do imperislismo, fábricas de monstros.

O machismo, hoje,  ele sim, é o maior inimigo das familias, pois não assume seus filhos,  porque violenta e inclusive mata tantas mães. Por isso, apenas o emancipacionismo, e jamais o sexismo ou o identitarismo poderão nos ensinar, educar e unir. Só o emancipacionismo pode iluminar o justo lugar da mulher trabalhadora, como Dona Lourdes, e trazer ao seu seio homens e mulheres, no abraço acolhedor do feminismo, que é a luta por igualdade, por reconhecermo-nos todos como gente, com direitos, sobretudo à vida. 

Ser homem,  hoje, mais que nunca, é aprender com as mulheres, assim como minha mãe me ensinou, lição que preciso me esmerar para aprender. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Podcast Coletivizando - Ceará: Estado e Desenvolvimento, com o Professor Samuel Siebra, sexta, 21/8, às 8h15 no YouTube


A edição de 21 de agosto do Podcast Coletivizando traz para o Papo Político, o biólogo Samuel Siebra para uma conversa sobre o Ceará e o papel do Estado no desenvolvimento. 
​Samuel Siebra é uma nova liderança política de esquerda em ascensão no Sul do Ceará, região do Cariri, em que Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha se destacam pela economia pujante, como polo em educação superior e também na saúde pública, além de todo o simbolismo de ser o berço do Padre Cicero, o Santo cearense. 

A fortíssima cultura popular da região rivaliza com sua importância politica indiscutivel no Estado, tendo projetado recentemente o ex-Governador e Ministro, o Senador Camilo Santana.

Samuel Siebra é professor e presidente licenciado do Sindicato dos Servidores Municipais de Crato. 

O Podcast Coletivizando, tem apresentação do Sociólogo e Bancário Paulo Vinícius da Silva.

O Cuida abre o programa e apresenta o app SUS Digital, ferramenta inovadora que traz a saúde para a palma da mão.

O Canta, minha gente apresenta a canção Araguaia, de Ednardo.

Podcast Coletivizando: 
Ceará: Estado e Desenvolvimento
Sexta, 21/08/26, às 8h15, nos canais Metamorfose e Coletivizando no YouTube 
​Convidado:
🎓 Samuel Siebra
Professor de Biologia e Presidente licenciado do Sindicato dos Servidores Municipais do Crato-CE (SINDSMUC).
​Apresentação:
🎙️ Paulo Vinícius da Silva

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​#PodcastColetivizando #ProfSamuelSiebra #Ceará #Cariri #DesenvolvimentoRegional #PolíticaEsquerda #Educação #Saúde #JuazeiroDoNorte #Crato #Barbalha #MetamorfoseComunicacao

O Podcast é uma iniciativa do blog Coletivizando, e é produzido pela Metamorfose Comunicação e conta com o apoio da CTB Bancários-CE e do Sindicato dos Bancários de Brasília. 

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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Fidel 100 anos - Soberania, Solidariedade, Socialismo

Fidel Castro, 100 anos: o revolucionário que desafiou os Estados Unidos e mudou a história da América Latina https://www.brasil247.com/historia/fidel-castro-100-anos-o-revolucionario-que-desafiou-os-estados-unidos-e-mudou-a-historia-da-america-latina/

Cuba é uma escola, um centro de saúde e uma fonte de esperança para o mundo, formando profissionais, inclusive dos EUA https://pt.granma.cu/cuba/2026-08-05/cuba-e-uma-escola-um-centro-de-saude-e-uma-fonte-de-esperanca-para-o-mundo

Painéis Solares Para Cuba! Amor com amor se paga. DOE PELO PIX! ENERGIA PARA CUBA https://coletivizando.blogspot.com/2026/03/paineis-solares-para-cuba-amor-com-amor.html?m=1

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Podcast Coletivizando de 14/08/2026, às 8h15: Campanha Nacional dos Bancários 2026



 Card digital horizontal para divulgação de episódio de podcast. No topo, em fundo branco, lê-se em destaque preto e azul: "6a. feira, 14/8, às 8h15", acompanhado pelo logotipo "Coletivizando" e um ícone de microfone.  A imagem é dividida em três faixas horizontais coloridas que organizam o conteúdo do programa:  Faixa superior (fundo verde e azul): Traz o bloco "Cuida" e o título "Campanha Nacional dos Bancários(as) 2026". À esquerda, há o retrato fotográfico de uma mulher negra de cabelos cacheados curtos, sorrindo, vestindo blazer azul e blusa branca. No canto superior direito, um selo verde exibe o texto "Feitos de esperança movidos pela luta".  Faixa central (fundo amarelo): Apresenta o bloco "Papo político" seguido pelo tema principal: "Ciência e Tecnologia no Ceará, o futuro é agora", com a identificação da convidada: "Sandra Monteiro: Secretária de Ciência e Tecnologia do Ceará".  Faixa inferior (fundo vermelho escuro): Exibe o bloco "Canta, minha gente" e a atração musical: "Consolança: Eugênio Leandro e Oswald Barroso".  Na margem inferior, sobre fundo branco, aparecem os logotipos de apoio (Metamorfose, CTB Bancários Ceará, Bancários DF) e os identificadores de redes sociais @metamorfosecomunicacao e @ColetivizandoBR, além do logotipo do YouTube no canto direito.

O Podcast Coletivizando volta nesta sexta-feira, 14/08/26, às 8h15.

O programa tem uma mudança na ordem dos blocos, com vistas a um melhor aproveitamento do tempo. O programa, apresentado pelo Sociólogo e Bancário Paulo Vinícius da Silva, inicia com o Cuida, que abordará a Campanha Nacional dos Bancários, a maior campanha salarial do Brasil e que inicia um calendário de reivindicações salariais de grandes categorias. O bloco pretende introduzir a audiência na campanha, suas principais pautas e dilemas.

O Canta, minha gente traz a tocante canção cearense Consolança, de Eugênio Leandro e letra de Oswald Barroso, um gigante do teatro e da cultura cearense, lutador pela democracia e que recentemente nos deixou.

O Podcast Coletivizando é uma realização do Blog Coletivizando, em parceria com a Metamorfose Comunicação e o apoio do Núcleo Sindical de Base da CTB Bancários do Ceará e o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília.

SERVIÇO:

Podcast Coletivizando

Sexta-feira, 14/08/2026, 8h15

Nos canais do Youtube

@metamorfosecomunicacao

@coletivizandoBR

A imagem é uma composição visual que combina paisagens naturais, a letra de uma canção e retratos dos autores.  O layout é dividido em três colunas principais sobre um fundo de papel pautado.  Coluna Esquerda:  Superior: Uma fotografia em plano aberto mostrando uma paisagem de caatinga com um grande juazeiro frondoso e verdejante em destaque. Ao redor da árvore, há arbustos secos e pedras, e alguns animais (provavelmente cabras ou bodes) estão pastando na base.  Inferior: Sobre o papel pautado, o título "Consolança" em letras pretas maiúsculas. Abaixo, os nomes "Eugenio Leandro e Oswald Barroso". Em seguida, a primeira parte da letra da música:  Mas, se cortaram O pé de juazeiro Menina não chore Se mataram o sabiá, Não chore não Pois inda resta o sol Banhando o milho Seco no roçado linda tem ruçara Pra nos inquietar  Pedra se encontra Ouvi alguém falar Porque que um grande amor Não pode se encontrar  Coluna Central:  Uma fotografia panorâmica e de tirar o fôlego dos Cânions do Rio São Francisco ao pôr do sol. Paredões rochosos alaranjados emolduram o rio tranquilo, que reflete os tons dourados e alaranjados do sol poente no horizonte. A luz cria raios solares visíveis sobre a paisagem.  Coluna Direita:  Superior: Sobre o papel pautado, repete-se o título "Consolança" e os nomes "Eugenio Leandro e Oswald Barroso". Abaixo, a continuação da letra da música:  Se secaram os rios Inda assim não chore As águas desse mar Ninguém acaba não (bis)  O tempo conta pra gente menina Por isso não chore, que o tempo não para Menina vê se acaba esse choro Assoletre com as pedras que sabem esperar  Extrema Direita (Rodapé):  Dois retratos fotográficos em plano médio.  À esquerda: O retrato de um homem de cabelos grisalhos, Óculos e barba branca, vestindo uma camisa azul. Ele está em pé, com a mão direita levantada na altura do ombro, gesticulando. O nome "Oswald Barroso" aparece em amarelo no canto inferior.  À direita: Uma fotografia mais antiga, em sépia ou preto e branco, de um homem jovem de cabelos cacheados e sorriso largo, com um cigarro na mão direita. O nome "Eugenio Leandro" aparece em amarelo no canto inferior.

 Assista no Coletivizando:


Assista no Metamorfose:



domingo, 5 de julho de 2026

Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando

 












Podcast Coletivizando: Modelos de desenvolvimento no Podcast Coletivizando c/ o Prof Dr. Marcello Azevedo.

 

Podcast Coletivizando, Luís Carlos Paes (Presidente do PCdoB-CE)reflete sobre a China e o Brasil

 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Lula: O Brasil é dos Brasileiros e ninguém entregará o PIX aos estrangeiros

 Lula @LulaOficial 

É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.

Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.

Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.

O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.

Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.

Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.

Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.



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