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sábado, 5 de julho de 2025

Os objetivos de luta da Juventude Sindicalista (2009) - Contribuição da CTB-Brasil à Conferência Internacional da Juventude Sindicalista da Federação Sindical Mundial. Lima, Peru, 20 de novembro 2009.

 Paulo Vinícius da Silva


Contribuição da CTB-Brasil à Conferência Internacional da Juventude Sindicalista da Federação Sindical Mundial. Lima, Peru, 20 de novembro 2009.


Dedico essa intervenção a dois heróis do povo brasileiro, Zumbi dos Palmares - em cuja homenagem nessa d
ata celebramos em marchas por todo o Brasil o Dia da Consciência Negra -, e Diógenes Arruda Câmara - bravo lutador pela democracia no Brasil - cuja morte completa 30 anos neste 25 de novembro.

Sindicalismo para a juventudejuventude para o sindicalismo.
Nesses dias em que as mentiras do "pensamento único" perderam a legitimidad
e arrogante do passado, é fundamental que o movimento sindical fale ao conjunto da juventude. Na triste noite neoliberal, os apologistas do individualismo cínico intentaram destroçar a principal característica nossa condição juvenil: a busca da construção de uma nova realidade em que caibam as novas gerações e a nossa rebeldia. A juventude luta principalmente por causas, não por coisas.

Todavia, essa ofensiva de direita tem cobrado um terrível preço ao movimento sindical. É necessário reconhecer que a defensiva estratégica de princípios dos noventa, a ênfase no individuo, o poder da grande mídia, o consumismo e suas ilusões foram responsáveis pelo afastamento de importante parte da juventude do movimento sindical. Reconhecer isso é fundamental para entender o desafio atual do movimento sindical classista: abrir as portas dos sindicatos aos jovens como condi
ção de nosso próprio futuro e da nova luta pelo socialismo.

Ademais, a terceira revolução técnico-científica tem posto os jovens como protagonistas do processo produtivo em setores estratégicos e tem mudado a composição do proletariado. A juventude tem papel decisivo em categorias importantíssimas e temos que valorizar as oportunidades de crescimento nesses setores. O capital, hipocritamente, diz que deseja um "novo profissional", que tenha iniciativa, consciência crítica para interferir e melhorar o processo produtivo, que trabalhe em equipes e tenha compromisso com os resultados coletivos, domínio de idiomas, filosofia, constante capacitação, etc.

Mas, como os jovens podem aceitar isso, se é feito somente em função dos mesmos capitalistas que destroem nossos sonhos de juventude, que nos excluem do emprego, que nos 
exploram brutalmente, que destroem sem pudores a natureza, que nos discriminam e separam por nossa condição de indígenas, negros, migrantes, mulheres e até por nossa opção sexual, a maneira de vestir e falar?

Em verdade, a produção mesma pede estes novos 
profissionais, sim, e não apenas ela, porque a produção, a natureza ameaçada, a própria subjetividade humana negam as relações sociais capitalistas. Persiste vigente a lei da correspondência necessária entre as forças produtivas e as relações de produção, anunciando o anacronismo do capitalismo, cujas relações sociais baseadas na prevalência do lucro acima de qualquer coisa, colocando em risco a própria humanidade. Assim, há que dizer claramente que só o socialismo pode garantir aos jovens de hoje e de manhã o futuro. E temos que dizer isso à juventude que trabalha sob uma alienação brutal e não compreende as razões de seu desemprego e frustrações.

A redução da Jornada e a luta contra a Precarização do Trabalho
"A alienação do trabalhador em seu objeto é expressa da maneira seguinte, nas leis da Economia Política: quanto mais o traba
lhador produz, tanto menos tem para consumir; quanto mais valor ele cria, tanto menos valioso se torna; quanto mais aperfeiçoado o seu produto, tanto mais grosseiro e informe o trabalhador; quanto mais civilizado o produto, tão mais bárbaro o trabalhador; quanto mais poderoso o trabalho, tão mais frágil o trabalhador; quanto mais inteligência revela o trabalho, tanto mais o trabalhador decai em inteligência e se torna um escravo da natureza." Marx, Manuscritos Econômicos e filosóficos, O Trabalho Alienado.

Diante dessa realida
de, é indispensável que todo o movimento sindical tenha como bandeiras centrais - pelo sentido especial que têm para toda a classe e em especial para a juventude - a defensa da redução da jornada de trabalho e a luta contra a precarização do trabalho. Desde os anos setenta do século passado com o advento da 3ª. revolução técnico-científica, avançou exponencialmente a produtividade do trabalho. Um(a) operário(a), um(a) campesino(a) , um(a) trabalhador( a) dos serviços hoje em dia produz muito mais, sob um brutal ritmo de trabalho, e sua paga é exatamente a precarização das relações de trabalho. Não recebem mais, muito ao contrário, especialmente se levarmos em conta as proporções entre o produzido e recebido. E nas mesmas horas de trabalho - que muitas vezes são ampliadas - produz-se um mais valor cuja consequência é a demissão de seus colegas e novas moléstias laborais, inclusive psicológicas. E a juventude que realiza o mesmo trabalho dos demais, recebe menos e está sempre ameaçada com a demissão que intenta calar seu potencial rebelde.

Assim, a luta para incorporar as novas gerações à luta sindical é indissociável da defesa da redução da jornada e da luta contra a precarização. Reduzir a jornada e lutar contra a precarização é defender as mesmas condições e remuneração para o mesmo trabalho; é garantir ao jovem mais tempo para ser jovem, tempo para namorar, descansar, estudar, ter direito ao esporte e à cultura, estar com a família, fazer arte e, sobretudo, fazer política sem medo.



"Convido-te a crer em mim quando digo futuro".
Silvio Rodríguez




É indispensável falar e escutar a juventude. É preciso abrir caminho ao protagonismo juvenil no movimento sindical como condição de seu futuro. Se o capitalismo disputa os jovens com tanto cinismo e hipocrisia, mas também com imensos recursos, qual deve ser o investimento necessário do sindicalismo em seu trabalho de juventude neste momento estratégico em que a luta do povo outra vez avança, como o demonstra o avanço das forças progressistas na América Latina?

O principal investimento é o político. Ensinar as lições de luta da historia e ouvir-lhes seus anseios, dúvidas, confusões, não como quem apenas ensina, mas sobretudo como quem estuda o idioma que permitirá vencer e garantir o futuro, não apenas do movimento sindical e operário, mas da própria humanidade.

Princípios e programa.
· O classismo: o capitalismo não oferece nenhum futuro à juventude. E nosso movimento expressa as verdadeiras mudanças de que carece a sociedade para atender aos anseios da juventude: a construção do socialismo, sociedade em que os produtores da riqueza possam compartilhá-la para o bem de todos. Essa é garantia de um futuro de felicidade, p
az, democracia e liberdade, sem a opressão capitalista. E é uma bandeira de uma classe, a dos trabalhadores e trabalhadoras, cuja libertação tem o potencial para romper as cadeias de todas as opressões.

· A participação protagônica da juventude no movimento sindical merece o decidido apoio de todo o movimento. Isso significa que é necessário promover a liderança juvenil no movimento sindical, constituir instâncias e direções que tratem do tema em todos os níveis e a sua articulação a partir dos próprios jovens. A promoção de um crescente debate sobre a sucessão geracional no movimento. É necessário formar, apoiar e empoderar a juventude;


· A defesa de uma ampla unidade da juventude trabalhadora, explorada pelo capitalismo que lhes nega o futuro;

· A democracia, representativa e participativa, essencial à unidade. Sem a participação ativa dos jovens trabalhadores nas entidades sindicais não é possível desejar sua incorporação ativa. É necessário aperceber-se das portas à participação abertas pelo uso da internet, a evolução das formas de convocatória, as possibilidades de envolver amplos setores nas decisões dos sindicatos com as novas tecnologias para que os jovens sejam parte da definição das reivindicações, mobilização, eleição de representantes, fortalecendo a liberdade de expressão e o debate;

· Liberdade e autonomia sindical que todavia não se confundem com neutralidade, mas com a afirmação dos interesses da classe. Trata-se da garantia de organização sindical no local de trabalho e do combate às práticas anti-sindicais. E autonomia tanto para apoiar governos que representem o interesse da classe como para disputar a agenda política através da mobilização social, sem alinhamento automático;

· Solidariedade e internacionalismo. A humanidade é uma. À hipocrisia da globalização da barbárie e da rapina capitalistas há que aprofundar a luta em cada país e ao nível internacional através de um ativo internacionalismo de massas. Os seres humanos não podem ser ilegais. Não à guerra e ao imperialismo!

· Não aceitamos a discriminação nem as intolerâncias, seja por cor, raça, etnia, credo, origem, geração, gênero ou orientação sexual. Lutaremos com vigor por uma soci
edade totalmente livre do machismo, do racismo, da homofobia, divisões que debilitam os ideais de igualdade e justiça social na luta contra o imperialismo e a exploração capitalista;

· A defesa do meio ambiente e do desenvolvimento são incompatíveis com uma sociedade subordinada exclusivamente ao mercado e aos lucros. Ademais, o capitalismo necessita da guerra para, ao fim de cada uma de suas crises, tentar impedir sua tendência de queda da taxa de lucro. Por isso destroem milhões de vidas, forças produtivas e a natureza. Também a dominância do capitalismo impede o desenvolvimento racional com respeito ao meio ambiente, impondo - pela pressão econômica e militar - grandes dificuldades às nações pobres que não podem optar livremente por um modelo de desenvolvimento mais avançado. Assim, sem ilusões, defendemos o direito ao desenvolvimento e a busca de alternativas de desenvolvimento que respeitem o meio ambiente, e sabemos que há distintos níveis de responsabilidade na degradação ambiental, diretamente proporcionais ao poderio econômico de algumas nações que são as maiores responsáveis pela crise ambiental, e que tentam ao mesmo tempo impor suas receitas aos países pobres.

Paulo Vinícius, é Cientista Social e Bancário, secretário de Juventude Trabalhadora da CTB e diretor de Imprensa da CTB-DF.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009 

Especial: I Conferência Internacional da Juventude Sindicalista da Federação Sindical Mundial 

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Colômbia: Retirada da reforma tributária é triunfo, mas NÃO suspende a Paralisação Nacional - Comitê Nacional da Paralisação




Retirada da reforma tributária é triunfo, mas NÃO suspende a Paralisação Nacional

Manifestação em Medelín - 05/05/2021

"En #Medellín, se siente el #ParoNacional por garantías y libertades democráticas, garantías constitucionales a la movilización y la protesta.
Vía @cgrajal1"
 
 
 

Consideramos o anúncio da retirada do projeto de reforma tributária um triunfo dos milhões de 

colombianos e colombianos que se mobilizaram e da maioria apoio que a cidadania proporcionou 

à Greve Nacional. Isso acontece após 6 dias da Greve Nacional em que autoridades civis,

 militares e policiais têm cerceado diariamente as liberdades e garantias democráticas para o 

exercício do protesto social, o que deixou dezenas de mortos, centenas de feridos e detidos. 


No entanto, este anúncio não suspende a mobilização.


O governo nacional teve a possibilidade de atender e resolver as reivindicações

das grandes mobilizações realizadas desde 21 de novembro de 2019, assim como aos acordos não 

cumpridos com o povo e suas organizações, mas nunca se propôs a instalar

uma mesa de negociação e concertação. Ao contrário, sempre estigmatizou e agiu

com violência contra os manifestantes. Embora estivesse em suas mãos evitar esta

tragédia, a surda arrogância e a terrível falta de empatia pesaram mais como modo de tratar as 

necessidades e urgências da população colombiana.

 

A Comissão Nacional de Desemprego expressa a sua decisão e orientação 

para continuar a greve e a mobilização nacional, levantando como objetivos centrais para este

momento:

 

Garantias e Liberdades Democráticas, garantias constitucionais de mobilização e protesto. 

Desmilitarização das cidades, cessação dos massacres e punição dos responsáveis. 

E, da mesma forma, o desmantelamento da ESMAD.


A pauta emergencial de negociação do Comitê Nacional de Paralisação assim se resume: 

1. Retirada do projeto de lei 10 sobre saúde e fortalecimento da vacinação massiva. 

2. Renda básica de pelo menos um salário mínimo legal mensal. 

3. Defesa da produção nacional (agrícola, industrial, artesanal, camponesa). 

Subsídios às Micro Pequenas e Médias Empresas e emprego com direitos e uma política de 

defesa da soberania e segurança alimentar. 

4. Zero matrícula e não à alternância educacional. 

5. Não à discriminação de gênero, diversidade sexual e étnica e 

6. Não à privatização e revogação do Decreto 1174. 

7. Fim da erradicação forçada de plantações para uso ilícito e pulverização aérea com glifosato.


O Comitê Nacional de Paralisação tem insistentemente destacado que os recursos para atender 

a esses pedidos devem vir através de empréstimos do Banco da República, da utilização 

de reservas internacionais, da renegociação da dívida externa, da eliminação de isenções fiscais 

para grandes capitais individuais e grandes empresas nacionais e estrangeiras, 

controles sobre evasão fiscal, paraísos fiscais e combate à corrupção.


Mais uma vez apelamos a todos os cidadãos para que mantenham e aumentem 

as ações da Greve Nacional e realizem no dia 5 de maio uma grande mobilização democrática, 

pacífica e civilizada que, em estrito cumprimento das normas de biossegurança, 

exija do governo os pontos aqui analisados .


Apelamos ao fortalecimento das Comissões Departamentais de Desemprego.

PARE PARA AVANÇAR ... VIVA A PARALISAÇÃO NACIONAL !!!


COMITÊ NACIONAL DE PARALISAÇÃO


Bogotá, Colômbia, 3 de maio de 2021.

(Tradução Coletivizando-Google) 

 

 


Español:

 

CUT Colômbia

Anuncio de retiro de la reforma tributaria, un triunfo que NO desactiva el Paro ni la movilización Nacional

Consideramos el anuncio del retiro del proyecto de reforma tributaria como un

triunfo de los millones de colombianas y colombianos que se han movilizado y del

apoyo mayoritario que la ciudadanía brindó al Paro Nacional. Sucede este hecho

luego de 6 días de Paro Nacional en dónde autoridades civiles, militares y policías

a diario han cercenado la libertades y garantías democráticas para el ejercicio de

la protesta social, que han dejado decenas de asesinados, centenares de heridos

y detenidos. Sin embargo, con este anuncio no se desactiva la movilización. La

gente, en las calles, está exigiendo mucho más que el retiro de la reforma

tributaria. El gobierno, desesperado, busca reencauchar un nuevo proyecto de

reforma acordado en el Congreso apoyado en toneladas de “mermelada”, dejando

al margen a quienes hemos rechazado ese infame proyecto.

El gobierno nacional ha tenido la posibilidad de atender y resolver los reclamos

de las grandes movilizaciones realizadas desde el 21N de 2019 y de los acuerdos

incumplidos con el pueblo y sus organizaciones, pero nunca se dispuso a instalar

una mesa de negociación y concertación. Al contrario, siempre estigmatizó y actuó

con violencia contra los manifestantes. Aunque en sus manos estuvo evitar esta

tragedia, pesó más la soberbia, sordera y pésima empatía para resolver las

necesidades y urgencias de la población colombiana.

EL Comité Nacional de Paro manifiesta su decisión y orientación de seguir en el

paro y la movilización nacional levantando como objetivos centrales para este

momento:

Garantías y Libertades Democráticas, garantías constitucionales a la movilización

y la protesta. Desmilitarización de las ciudades, cese de las masacres y castigo a

los responsables. Y, así mismo, el desmonte del ESMAD.

Negociación con el Comité Nacional de Paro del Pliego de emergencia así

resumido: 1. Retiro del proyecto de ley 010 de salud y fortalecimiento de una

masiva vacunación. 2. Renta básica de por lo menos un salario mínimo legal

mensual. 3. Defensa de la producción nacional (agropecuaria, industrial,

artesanal, campesina). Subsidios a las MiPymes y empleo con derecho y una

política que defienda la soberanía y seguridad alimentaria. 4. Matrícula cero y no

a la alternancia educativa. 5. No discriminación de género, diversidad sexual y

étnica y 6. No privatizaciones y derogatoria del decreto 1174.

Detener erradicaciones forzadas de cultivos de uso ilícito y aspersiones aéreas

con glifosato.

El CNP, ha señalado, insistentemente que los recursos para atender estas

peticiones están en préstamos del Banco de la República, uso de las reservas


internacionales, renegociación de la deuda externa, eliminación de exenciones

tributarias a los grandes capitales individuales y a las grandes empresas

nacionales y extranjeras, controles a la evasión, a los paraísos fiscales y a la

corrupción.

Convocamos de nuevo a toda la ciudadanía para mantener e incrementar las

acciones de Paro Nacional, y a realizar el próximo 5 de mayo una gran

movilización democrática, pacífica y civilizada que, con estricto cumplimiento de

las normas de bioseguridad, le exija al gobierno los puntos aquí reseñados.

Convocamos a fortalecer los Comités Departamentales de Paro.

¡¡¡A PARAR PARA AVANZAR...VIVA EL PARO NACIONAL!!!


COMITÉ NACIONAL DE PARO ...CNP...


Bogotá, 3 de mayo de 2021

 

Pré-congresso de Sindicatos de Bancários(as), Seguros e - Ramo Financeiro da Federação Sindical Mundial - 05/05/2021

Realizou-se hoje, 05 de maio de 2021 o Pré-congresso de Sindicatos de Bancários(as), Seguros e - Ramo Financeiro da Federação Sindical Mundial por videoconferência.  A reunião contou com a Presença do camarada  C H Venkatachalam, Secretário Geral das Associações de Empregados(as) em Bancos de Toda Índia,  e representações da África, Ásia, Europa e América Latina. A reunião foi em inglês.

A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil foi representada pelo bancário da base Paulo Vinícius da Silva, Secretário Nacional do Trabalho da CTB, que elaborou uma apresentação a partir da experiência do DF e da participação e das contribuições da Coordenação do ramo Financeiro, mas que foi de sua elaboração. A apresentação - Brasil: Trabalho Bancário em Tempos de Pandemia pode ser baixada no link em PDF.

Tivemos a oportunidade de ouvir de representantes dos trabalhadores(as) do ramo financeiro de todo o mundo uma série de problemas semelhantes que afetam a classe trabalhadora em todo o mundo. A reunião denunciou a brutal repressão à paralisação nacional das centrais sindicais na Colômbia que obrigou à retirada do projeto de Reforma Tributária pelo governo assassino de Ivan Duque, que tem promovido um banho de sangue no país, auxiliados pelos paramilitares, primeiro comprometendo o Acordo de Paz, e agora investindo contra a população civil com uma impiedade que já conta com dezenas de mortos.

Na Nigéria, Saji Oluwole contou das dificuldades que associam a pandemia e o terrorismo fundamentalista no país e os riscos vividos pelos(as) bancários(as) no setor financeiro do país. Todas as falas mencionaram a essencialidade do trabalho bancário e os riscos envolvidos à saúde.

Propus construir um enlace de notícias do Ramo Financeiro da FSM, porque as dificuldades vividas são dramáticas e de interesse público. É importante, desde Marx na AIT, o compartilhamento das lutas, vitórias e dores da classe trabalhadora. Mas no Ramo Financeiro, pelo papel do capitalismo e do rentismo financeiro parasitário, a denúncia da exploração dos bancos sobre o povo é fundamental para contactar sindicatos que também vão poder divulgar as suas lutas, e assim ampliaremos as ligações entre os bancários(as) no movimento internacional. Denunciamos o genocídio do capitalismo contra os trabalhadores(as) no Brasil e no mundo e mencionamos a importância da visibilidade e da voz das mulheres bancárias e de sua luta contra o capitalismo, o machismo e a tripla jornada, agravada com o Teletrabalho. E enviamos nossa solidariedade aos povos Colombiano e Indiano que enfrentam o Covid e a Direta, assim como o povo Brasileiro sob o jugo de Bolsonaro.

 

EXÉRCITO COLOMBIANO ATACA CIVIS 04/05


A reunião acatou por unanimidade a proposta do camarada CH Ventakachalan - Índia de constituirmos um comitê internacional para preparar o Congresso da TUI - BIFU, reunindo o Ramo Financeiro da FSM e avançar na mobilizaçao e na execução prática do Congresso nas circunstâncias atuais, a CTB Brasil, que tem a Vice-Presidência da TUI BIFU com o camarada Eduardo Navarro, e a Central de Trabalhadores de Cuba ficarão a cargo da mobiilização na América Latina, participação muito valorizada pelo camarada CH Ventakachalan em seu informe. Complementaremos as informações com a relatoria da WFTU. O PAME da Grévia também comporá o grupo de trabalho operativo, desde a sede da FSM, na Grécia.

Viva à FSM! 

Trabalhadores e Trabalhadoras de todos os países, uní-vos!


CH Ventakachalan - Índia



Yogendra Singh - Nepal
 
 
 

 

 Georgi Bazionis - FSM - PAME- Grécia


RODA DE IMPRENSA CENTRAIS SINDICAIS COLOMBIANAS CONSEGUEM RETIRADA DA REFORMA TRIBUTÁRIA APÓS PARALISAÇÃO NACIONAL

VEJA A PARTIR DE 9m37s

terça-feira, 4 de maio de 2021

V CONGRESSO DA CTB - JUVENTUDE TRABALHADORA, PARTICIPE DO DEBATE!

 Logo

Na próxima quinta, dia 6 de maio, o Ciclo de Debates da CTB será sobre “Juventude e Mundo do Trabalho”. Não perca! Desta vez será a noite e começará às 19 horas. Te convidamos a se inscrever e participar.


INSCREVA-SE AQUI

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Estarei no Pré-congresso de Sindicatos de bancários(as) e do setor financeiro da Federação Sindical Mundial





Comunicado da TUI-BIFU às entidades filiadas à Federação Sindical Mundial

 
Convite: Reunião pré-congressal da União Internacional dos Sindicatos de Bancários(a) e Trabalhadores(as) do Ramo Financeiro e da Seguridade - TUI BIFU

Caros colegas, 

Após a reunião virtual da FSM TUI BIFU, realizada em 20 de outubro de 2020 com grande  sucesso, estamos organizando uma reunião virtual pré-congresso da TUI BIFU, com sindicatos de bancários(as) e do setor financeiro. A reunião será realizada em 5 de maio de 2021 às 16h00, hora da Grécia (10h00, hora de Brasília). 

O objetivo desta reunião é formar um Comitê Adhoc operativo para continuar as atividades da TUI BIFU
até a realização de sua Conferência. O encontro será realizado por meio da plataforma ZOOM. Por favor, confirme sua participação para o seguinte e-mail: contact@wftucentral.org 

Saudações militantes, 

 


CH Venkatachalam - TUI-BIFU- WFTU

DELIBERAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO RAMO FINANCEIRO DA CTB

Reunião pré-congressal da União Internacional dos Sindicatos de Bancários(a) e Trabalhadores(as) do Ramo Financeiro e da Seguridade - TUI BIFU  -  29/04/2021


A UIS Bancária da FSM enviou convite à CTB, e esta nos repassou. A reunião será no dia 05 de junho, quarta-feira, as 10h. Para participar do fórum ficou definido que Paulo Vinícius Santos deve representar a CTB Bancários. A reunião será por Zoom.

ATENÇÃO

Em função do curto tempo, sugestões de pautas, problemas e contribuições à minha fala, por favor enviar por escrito aqui como Comentário no Blog Coletivizando ou no e-mail do núcleo dos Bancários(as) do DF ctbbancariosdf@gmail.com

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Fórum Social Mundial 2021 - CTB Brasil, PIT-CNT Uruguai, CGTP Portugal e FSM Argentina promovem debate sobre Desafios do Movimento Sindical - 26/01/2021 às 15h00 no Youtube

Minha fala está em 1h13m00s





DESAFIOS DO MOVIMENTO SINDICAL - CRISE ECONÔMICA, PANDEMIA, PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E DESEMPREGO

Debate Internacional com Brasil, Portugal, Argentina e Uruguai

Adilson Araújo - Presidente da CTB

Ernesto Quiqui - Federação Sindical Cone Sul - Sindicato do Couro da Argentina

Marcelo Abdala - PIT-CNT do Uruguai

TERÇA-FEIRA, 26/01 através do canal do Youtube da CTB: https://www.youtube.com/user/TVClassista

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Juventude rural da CTB apresenta realidade brasileira em encontro - Portal CTB

Juventude rural da CTB apresenta realidade brasileira em encontro
09/11/2013

Na manhã deste sábado (9) os participantes do 2º Encontro Regional de Jovens da Federação Sindical Mundial foram divididos em três grupos, dois foram conhecer programas sociais uruguaios enquanto o terceiro participou de oficinas onde foram abordados temas como maioridade penal e o papel da juventude trabalhadora rural.

Após a saudação do secretario da FSM para as Américas, Ramón Cardona, os participantes contaram as realidades vividas em seus países e se puderam aportar para os debates que continuarão ao longo do dia.

Sobre o tema reforma agrária, soberania alimentar e agricultura familiar a secretaria geral da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura), Dorenice Flor, informou que de acordo com o IBGE, existem mais de quatro mil jovens trabalhadores rurais.



Ela destacou que a juventude rural tem uma participação ativa nos sindicatos e citou como exemplo a Contag onde quatro jovens estão na direção da confederação.

Por sua vez, a secretaria da juventude da Fetase (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Sergipe), Sirley Ferreira, destacou que “A CTB é a única central que estabelece o dialogo com a juventude do campo e da cidade”.

Em sua intervenção, Sirley expressou que a permanência no campo é um dos maiores desafios que os jovens enfrentam, outra dificuldade apontada por ela foi que “a agricultura ainda é vista como uma atividade sem importância, por isso o jovem não quer se assumir trabalhador rural”, disse.



Os participantes do debate também levantaram questões como luta contra o agronegócio, o fortalecimento da agricultura familiar e a necessidade de que haja uma reforma agrária integral na América Latina, para fortalecer as políticas voltadas para o campo. “Contamos com a mobilização para diminuir a fome e a extrema pobreza no mundo ”, concluiu Dorenice.

No fim do evento os participantes fizeram uma roda e clamaram “Quando o campo e a cidade se unir a burguesia não vai resistir”. Os debates seguem nesta tarde na quadra do ginásio Platense Patín Club, em Montevidéu, que é o palco do encontro que reúne jovens do Peru, Argentina, Uruguai, Brasil, México,Chile e Paraguai.



De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB

Secretário da Juventude da CTB defende unidade dos trabalhadores na AL - Portal da CTB


Secretário da Juventude da CTB defende unidade dos trabalhadores na AL
10/11/2013

“Este encontro da juventude trabalhadora irá construir a solidariedade dos trabalhadores latino-americanos e caribenhos” expressou o secretário da FSM para as Américas, Ramón Cardona, durante sua participação na plenária realizada na tarde deste sábado (9) no 2º Encontro Regional de Jovens o Cone Sul.

Dando continuidade aos trabalhos que começaram desde a manhã, após as oficinas e as visitas às brigadas solidárias e à uma cooperativa, representantes dos três grupos relataram a suas experiências e conclusões para os demais e partir daí deu-se início para as mesas de discussões onde foram debatidos temas relacionados à integração.



Sobre o tema, o secretário nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Vitor Espinoza, que integrou uma das mesas, afirmou que a classe trabalhadora precisa se unir para combater às ofensivas do capitalismo no continente.

Os jovens contribuíram com propostas para a declaração final, que será apresentada neste domingo (10), como o argentino Johnn Corre, que sugeriu que o primeiro fim de semana de março seja o Dia de Ação da juventude da Federação Sindical Mundial.

Já o brasileiro Carlos André Conceição Alves, que integra o coletivo da CTB São Paulo, destacou a importância de lutar contra a diferença de gênero, racismo e homofobia. “Não podemos tolerar que o movimento sindical aceite tais práticas”.

Após os debates, os participantes do encontro presenciaram uma apresentação de Candombe, ritmo tradicional e base do carnaval daquele país, a confraternização também contou uma banda uruguaia que animou a noite. O encontro teminará neste domingo (10) com a plenária final onde serão apresentadas as conclusões dos três dias de debates.



De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB

Juventude da CTB bombou no o 2º Encontro Regional da FSM - Portal CTB

Jovens chegam ao Uruguai para o 2º Encontro Regional da FSM

08/11/2013
Ao som de “A Internacional”, centenas de jovens oriundos de vários países da América Latina uniram-se em uma só voz na noite desta sexta-feira (8), em Montevidéu. Este foi o clima da abertura 2º Encontro de Jovens da Federação Sindical Mundial (FSM) do Cone Sul, que ocorre até o próximo domingo (10) na capital uruguaia.



Na atividade, o coordenador da central uruguaia PIT-CNT, que está recebendo o evento, Marcelo Abdala, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o protagonismo da juventude “Aqui estão os jovens que vão mudar a sociedade”, indicou. Já o coordenador da FSM para o Cone Sul e secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira afirmou: "A FSM tem a convicção de que saíremos daqui mais experientes para construir o sindicalismo classista, o sindicalismo com perspectiva socialista", exclamou.



No ato político também participaram integrantes da FSM do Peru, Chile, México, Argentina, Brasil e Uruguai além da presença do coordenador do Encontro Sindical Nossa América e dirigente da PIT-CNT, Juan Castillo e do representante da juventude da central uruguaia, que foi ovacionado ao destacar a luta dos jovens trabalhadores.

A delegação brasileira conta com representantes de seis estados

O encontro segue neste sábado (9), onde pela manhã os participantes poderão conhecer programas sociais uruguaios como o projeto habitacional Plan Juntos e o caso das empresas recuperadas e autogestionadas pelos trabalhadores, além das mesas de debates, à tarde os participantes compartilharão entre si as experiências.


De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB

quarta-feira, 1 de maio de 2013

CTB irá realizar em junho seu 2º Encontro Nacional da Juventude

CTB irá realizar em junho seu 2º Encontro Nacional da Juventude


logo-juventude-CTB 2013A CTB, por meio de sua Secretaria da Juventude Trabalhadora, irá realizar, entre os dias 28 e 30 de junho, seu 2º Encontro Nacional da Juventude. A atividade será na sede da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), em Belo Horizonte.

Sob o lema “Unir a Juventude que Trabalha e Estuda à Luta Sindical”, o Encontro pretende discutir os principais temas ligados à atual conjuntura política, econômica, sindical e social do Brasil, a partir do viés da juventude trabalhadora, tanto do campo como das grandes cidades do país.

Os direitos da juventude trabalhadora, sua maior organização nos ramos, o Estatuto da Juventude, a luta pelo aumento do investimento em educação como percentual do PIB, a formação e a qualificação profissional, a sucessão rural e o protagonismo dos jovens trabalhadoras serão temas debatidos no 2º Encontro.

Preparação para o 3º Congresso da CTB

É crescente a demanda política, sindical e institucional da ação da juventude da CTB. Às vésperas da realização do 3º Congresso Nacional da Central, é fundamental que o 2º Encontro da Juventude faça um balanço de sua atuação no período mais recente e discuta as perspectivas e desafios que surgirão nos próximos anos.

Para o secretário da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinicius, “é hora de colher os frutos de tantas atividades que fizemos nos últimos três anos. O que ficou? Como melhor estruturar o trabalho da CTB na Juventude? Para mim, que deixo a frente, a juventude só terá importância e ajudará a Central se passar a se identificar como jovem e se organizar para a luta sindical. É nossa hora de pensar juntos no 2º Encontro, valorizar esse espaço, um momento bonito e importante que deixará importantes caminhos para a ação da juventude".

A hora é de viabilizar a vinda das delegações

O 2º Encontro da Juventude Trabalhadora da CTB está previsto para 150 participantes, por isso será estabelecida uma data limite e uma inscrição prévia que posteriormente será divulgada. Para Paulo Vinícius, “a juventude tem de se mexer, viabilizar sua passagem enquanto está barato, pedir apoio dos sindicatos para termos o maior número de estados, de modo que esses (as) jovens levem o aprendizado para fortalecer as CTB’s estaduais, as lutas do sindicalismo, da juventude e do Brasil".

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segunda-feira, 1 de abril de 2013

CTB participa del Encuentro sobre Nuevo Desarrollo en Montevideo y Uruguay recibirá Juventud de la FSM (Cono Sur) en noviembre

Portuñol:

CTB participa del Encuentro sobre Nuevo Desarrollo en Montevideo y Uruguay hará recibirá Juventud de la FSM (Cono Sur) en noviembre


El secretario de la Juventud Trabajadora de la CTB, Paulo Vinicius Silva, asistió al Encuentro de Redes Universitarias en América Latina sobre el Nuevo Pensamiento sobre el Desarrollo, celebrada en Montevideo (Uruguay), entre el 14 y 15 de marzo. Durante su estancia, el líder sindical también se reunió con varios dirigentes sindicales en el país.


El evento fue patrocinado por la Asociación de Universidades Grupo Montevideo, con la presencia de la CEPAL (Comisión Económica para América Latina) y el PNUD (Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo), en la Facultad de Derecho de la Universidad de la República.

Asistieron rectores, investigadores, estudiantes, y los ministros Roberto Kreimerman (Industria y Energía) y Daniel Olesker, (Desarrollo Social). La Secretaría de la Juventud Trabajadora CTB estuve en representación de la CTB, y asistió todo el debate, que contó con algunos representantes sindicales, especialmente Marcelo Abdala, coordinador general del PIT-CNT.

De acuerdo con el líder de la CTB, el seminario discutió los retos principales para el diseño del desarrollo de América Latina, la necesidad de agregar valor a las actividades económicas en la región. "Una de las percepciones del seminario es que este es un momento único en América Latina, ya que en esta fase reciente se congregaron el crecimiento económico con distribución de renta", dijo el PV.


2 º Encuentro de la Juventud FSM en el Cono Sur: 8, 9 y 10 de noviembre en Uruguay

A causa de su viaje a Uruguay, Paulo Vinícius aprovechó la oportunidad para reunirse con los líderes sindicales uruguayos que hablaron sobre la organización del 2 º Encuentro de la Juventud Sindical del Cono Sur de la Federación Sindical Mundial (FSM).


PV es parte del Comité Internacional de la Juventud FSM, en nombre de la CTB. El 1º Encontro se celebró en Buenos Aires en 2012. En la ocasión, el Uruguay fué unánimemente aprobado como sede de la segunda reunión.

El secretario de la CTB Juventud se reunió con dirigentes sindicales metalúrgicas, maestros de enseñanza mediana, construcción civil, entre otros. De acuerdo con PV, su presencia en Montevideo estuvo marcada por una gran bienvenida. "Todos ellos se comprometieron a ayudar con todo el aporte necesario para el logro de la 2 ª Encuentro de la Juventud de la FSM en el Cono Sur", dijo, y señaló que el evento se llevará a cabo entre el 8 y el 10 de noviembre de este año. "La primera edición dio mayor énfasis a la crisis capitalista. Esta vez, la integración estará en el centro de los debates, "agregó.

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Juventude da FSM realizará encontro em Buenos Aires

Como desdobramento do processo de rearticulação da Juventude sindicalista da Federação Sindical Mundial, a FSM realizará de 29/06 a 1º/07, na cidade de Buenos Aires, a sua Reunião do Cone Sul da Juventude Sindicalista da FSM.
Plenário da 2ª Conferência Internacional da Juventude Sindicalista, em Havana, Cuba

A América Latina tem sido palco de várias atividades desse perfil, tendo sediado os dois primeiros encontros internacionais (em Lima e em Cuba), além do avanço da articulação da FSM na América Central, que já realizou dois encontros.

Agora, o Capítulo Argentino da FSM anfitrionará uma reunião cuja presença já extrapola o Cone Sul, contando já com a confirmação de diversas organizações, inclusive da CGTP (Peru) e da CTB, que compõem o Comitê Internacional eleito na 2ª Conferência.
Marcha do Primeiro de Maio de 2012, a juventude da FSM

Paulo Vinícius Silva, Secretário de Juventude que representará a CTB na atividade, opina que há grandes desafios para o movimento sindical juvenil na região:

“A organização da juventude sindicalista na América Latina passa pela afirmação de pautas de diferentes tipos, de resistência, de políticas públicas e de luta de massas, e inclusive de luta contra a direita e a favor de governos progressistas, como ocorre na Venezuela. Vivemos um momento afirmação da agenda de integração regional em meio à crise capitalista, e da coincidência de governos que, apesar de suas contradições, inserem-se na corrente mais ampla de luta do povo contra o neoliberalismo. Por outro lado, precisamos refletir sobre os instrumentos de que dispomos ao nível regional para influir concretamente nesse cenário de mudanças, que carece da visão da juventude sindicalista classista a dialogar com os demais movimento juvenis. E também fazemos parte do movimento da própria juventude, que luta pela renovação do próprio movimento sindical nos países e internacionalmente”.
Reunião de articulação do encontro de Buenos Aires no Plenário da 2ª Conferência de Juventude da FSM

A expectativa é que o evento possa fortalecer a articulação entre as organizações sindicais através dos(as) jovens, criando canais de divulgação da FSM e também se estabeleça, em torno do Plano de Ação aprovado na 2ª Conferência, uma agenda que materialize o estreitamento dos laços e da ação comum da juventude sindicalista na América do Sul.

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