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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Podcast Coletivizando, 4º Episódio - Link do youtube disponível


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2:42 Início do debate sobre a China

7:27 A China como civilização milenar

14:15 A paciência estratégica chinesa (planos de 50 anos)

15:55 Shenzhen: de vila de pescadores a metrópole de 20 milhões

17:56 Liberdade religiosa e segurança na China

20:10 Carros autônomos, drones e robôs

27:49 Trem-bala a 350 km/h

31:17 O que é o socialismo para o PCdoB?

39:02 Quem manda no Brasil? O grande capital

39:34 Na China, quem manda é o Partido a serviço do povo

41:27 Socialismo não tem modelo único

49:22 Lula tem um pedacinho do poder

52:30 Quem manda no Brasil: o capital financeiro

59:46 A PEC 65/2023 e a autonomia do Banco Central

1:01:50 O mesmo BC que criou o Pix

1:10:27 É isso que é o capitalismo

1:23:25 Eleições 2026 - Lula X Trump – Brasil X EUA

1:30:42 Eleições no Ceará e as vagas ao Senado, chances de Luiziane.

1:37:50 Inscrições abertas: IMPAR e Casas de Cultura UFC

1:46:41 Canta, minha Gente: "We Shall Overcome"

2:11:37 Versão brasileira da canção

 ​O Podcast Coletivizando,

agora é sexta-feira, às 8h15! 🗓️✨

​ AMANHÃ, sexta (19/6), as 8h15:


​• Papo Político:  Convidado: Luís Carlos Paes (Presidente do PCdoB-CE), aposentado e ex-dirigente sindical do SINAL (funcionários do BACEN). 

Luís relata sua recente viagem à China e responde: O Banco Central é Independente do Brasil?


* Cuida: inscrições abertas para cursos de idiomas das Casas de Cultura da UFC e do IMPARH.


* Canta, minha gente: Uma viagem musical pela história de "We shall overcome", compilada por Pete Seeger.


​📍 Acompanhe o podcast Coletivizando pelos canais no YouTube:


​📺 @metamorfosecomunicacao


📺 @ColetivizandoBR


​Apresentação: Paulo Vinícius da Silva


Esperamos por você! 6a., 19/6, às 8h15🎙️🌍

quarta-feira, 17 de junho de 2026

​🚨 ATENÇÃO: ​O Podcast Coletivizando, agora é toda sexta-feira, às 8h15! 🗓️✨Luis Carlos Paes é o convidado!

 ​🚨 ATENÇÃO: MUDANÇA DE DIA E HORÁRIO! 🚨



​O Podcast Coletivizando, a partir de agora é toda sexta-feira, às 8h15! 🗓️✨


​Confira o que preparamos para esta sexta (19/6), 8h15:

​• Papo Político: Recebemos Luís Carlos Paes (Presidente do PCdoB cearense) para um debate sobre sua recente viagem à China e a pergunta: Banco Central Independente do Brasil?


* Cuida: as inscrições abertas para os cursos de idiomas das Casas de Cultura da UFC e do IMPARH.

* Canta, minha gente: Uma viagem musical pela história de "We shall overcome".

​📍 Onde assistir? Acompanhe a nossa live pelos canais no YouTube:

​📺 @metamorfosecomunicacao

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​Anotou aí? Sexta, às 8h15! Esperamos por você! 🎙️🌍

domingo, 14 de junho de 2026

Confira o Podcast Coletivizando

Podcast Coletivizando, confira! https://www.youtube.com/playlist?list=PLT6zH31qU9sRG6-W7LLRsTctzawS59OtP

Estreia com Inácio Arruda e o #FimdaEscala6x1, o Programa Pé-de-meia e a canção El Pueblo Unido Jamás será vencido, do Quilapayun; o episódio 2 com a Médica do Povo, Dra. Taís, falando sobre o impacto da jornada 6x1 na vida das mulheres, o ENEM e a canção Sueño con Serpientes, de Sílvio Rodríguez; e o episódio 3, com o prof. Dr. Marcello Azevedo, autor de As finanças do Dragão, debatendo o #Pix e o sistema financeiro chinês, além do programa Brasil Sorridente e a canção América Latina Obrera (Yankee Go Home!) de Alí Primera. Inscreva-se nos canais @metamorfosecomunicacao e @coletivizandoBR e acompanhe nosso podcast, feito pelo Blog Coletivizando, a Metamorfose Comunicação e o Núcleo Sindical de Base da CTB Bancários do Ceará.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Grande lançamento da pré-candidatura de Inácio Federal no Pirata Bar, quinta, 11/6, às 18h30. E vai rolar a Festa!

Vamos ao grande lançamento da pré-candidatura de Inácio Federal no Pirata Bar, quinta, dia 11 de junho às 18h30. E vai rolar a Festa!
#fimdaescala6x1 #pix #Brasil #Lula #Inacio  

quarta-feira, 3 de junho de 2026

O PIX É DO BRASIL - NOTA OFICIAL DO BRASIL À IMPRENSA


O Governo brasileiro manifesta indignação com a conclusão preliminar anunciada ontem (1/6) pelo USTR relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil.


Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais.

É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares.

Não havia e não há justificativa para essas medidas unilaterais contra o nosso país ou contra patrimônios brasileiros como o PIX, mencionado explicitamente nas recomendações preliminares. Segundo estatísticas do “Bureau of Economic Analysis”, os EUA acumularam US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos (2011-2025). Só no ano passado, o superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil totalizou US$ 14,46 bilhões. Considerando bens e serviços a cifra sobe a US$ 40,52 bilhões.

Em 2025, 76% das importações originárias dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagar imposto de importação. Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão. A alíquota média efetivamente cobrada dos produtos norte-americanos no Brasil foi de apenas 3,1%.

O principal efeito das tarifas unilaterais, politicamente motivadas, aplicadas ao nosso país tem sido impor danos à economia nacional e à geração de emprego e renda, além de diminuir o papel dos EUA como nosso parceiro comercial. No primeiro trimestre de 2026, a participação dos EUA nas exportações brasileiras atingiu o menor valor da série histórica ao somar 9,4%.

Conforme acordado pelos Presidentes Lula e Trump por ocasião da reunião em Washington no dia 7 de maio, estão em curso negociações tarifárias entre os dois países em busca de soluções que resultem no encerramento da investigação da Seção 301, previsto para 15 de julho, sem imposição de medidas contra o Brasil. O Governo brasileiro também dará continuidade ao diálogo com o setor privado com esse objetivo.

O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.

O Governo reafirma a expectativa de que as recomendações não se convertam em tarifas efetivas, mas reitera que adotará toda e qualquer medida capaz de reduzir os danos que venham a ser causados à economia, aos empregos e à renda dos brasileiros.

É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro.

ANEXO

Resumo dos argumentos apresentados pelo Brasil sobre os itens investigados no contexto da Seção 301:

Nas sucessivas reuniões realizadas com os técnicos do USTR, as autoridades brasileiras forneceram farta documentação que comprova que a política comercial brasileira não discrimina, não prejudica o comércio dos EUA e nem viola normas internacionais vigentes.

1. Comércio Digital e Serviços de Pagamento Eletrônico: A lei brasileira confere tratamento equitativo a empresas nacionais e estrangeiras. Não há, no Brasil, qualquer restrição contra as grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos. O país é um grande mercado para as “big techs” americanas. O PIX é infraestrutura pública e gratuita de pagamentos instantâneos, operada pelo Banco Central do Brasil e de grande aceitação pela população. Suas regras aplicam-se de forma uniforme e neutra, e empresas norte-americanas participam ativamente desse ecossistema. O Brasil é o segundo maior mercado mundial das duas principais redes de cartão de crédito dos EUA.

2. Tarifas preferenciais: Os acordos comerciais celebrados pelo MERCOSUL com terceiros países (México e Índia) não restringem o acesso de produtos norte-americanos ao mercado brasileiro. Insumos e componentes de origem norte-americana incorporados a produtos brasileiros beneficiam-se de Acordos do MERCOSUL com outros mercados.

3. Aplicação de leis anticorrupção: O Brasil é parte dos principais instrumentos internacionais de combate à corrupção e dispõe de arcabouço legal e institucional consistente para sua aplicação, regularmente avaliado pelos mecanismos multilaterais pertinentes. Desde 2017, foram celebrados mais de trinta acordos de leniência. Em abril de 2026, por iniciativa do Governo brasileiro, foi apresentada proposta para enfrentamento ao crime organizado e de combate à corrupção ao Departamento de Estado.

4. Proteção de direitos de propriedade intelectual: Os Estados Unidos são o principal beneficiário do sistema brasileiro de propriedade intelectual. Respondem por cerca de 30% dos pedidos de patente e lideram os contratos de licenciamento e cessão de ativos. Os pagamentos de royalties ao mercado norte-americano somaram US$ 1,38 bilhão em 2024, o dobro do registrado em 2020.

5. Etanol: O Programa Nacional de Biocombustíveis é aberto a produtores estrangeiros em condições não-discriminatórias, e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis tem desenvolvido diretrizes técnicas específicas para a participação de produtores norte-americanos no Programa. Os EUA aplicam tarifa de 12,5% sobre o etanol brasileiro, uma diferença relativamente pequena para os 18% aplicados pelo Brasil. Por outro lado, o açúcar brasileiro conta com cota ínfima de cerca de 150 mil toneladas e, acima da cota, está sujeito a tarifa de US$ 340 por tonelada, equivalente a uma alíquota de 80%.

6. Desmatamento: Desde 2023, o Governo estabeleceu e está cumprindo a meta de zerar o desmatamento até 2030. O desmatamento na Amazônia Legal já foi reduzido em cerca de cinquenta por cento na comparação com 2022. A área queimada no País como um todo recuou cerca de quarenta por cento em 2025 frente à média do período 2017-2024. Além disso, dados divulgados semana passada pelo MapBiomas indicam que, em 2025, o desmatamento no Brasil, em seus seis biomas, atingiu seu menor nível em 7 anos.

Governo do Brasil

COLETIVIZANDO PODCAST:Nesta quinta-feira, 4 de junho, às 14h30 O PIX é do Brasil! E o Sistema Financeiro? Com Marcello Azevedo

📣 COLETIVIZANDO PODCAST:
Nesta quinta-feira, 4 de junho, às 14h30, teremos um debate imperdível com o Prof. Dr. Marcello Azevedo, escritor dos livros "As Finanças do Dragão" e "Águas da China".
🔹 Papo Político: "O PIX é do Brasil. E o Sistema Financeiro?"
🔹 Cuida: Programa Brasil Sorridente
🔹 Canta, minha gente: América Latina Obrera (Alí Primera)
📺 ONDE ASSISTIR AO VIVO E REVER:
🔴 Canal Metamorfose:
https://youtube.com/@metamorfosecomunicacao
🔴 Coletivizando:
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Apresentação: Paulo Vinícius da Silva
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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Brasil com Lula: A soberania é inegociável

NOTA OFICIAL DO BRASIL
Brasília-DF, 29 de maio de 2026.
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.

O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.

A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.

Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.

O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.

Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.

Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.

Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.

A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.

Governo do Brasil


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