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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Concepções Sindicais e Sindicalismo Classista



O que é sindicalismo classista?

Augusto César Petta - « CES Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho

PRINCÍPIOS DA CTB




UNIDADE

A busca da mais ampla unidade da classe trabalhadora é um princípio basilar da CTB. Nossa classe se compõe de trabalhadoras e trabalhadores de diferentes categorias, ramos e setores da economia, jovens e idosos, ativos e aposentados,negros, brancos e índios, empregados e desempregados, formais e informais, rurais e urbanos, públicos e privados. A união das diferentes categorias contra a exploração capitalista quea todos aflige, no campo e nas cidades – independente da diversidade de profissões, qualificações, situação social, vínculo laboral, gênero, raça, etnia ou orientação sexual –, é fundamental para o êxito das lutas e conquista dos objetivos táticos e estratégicos do movimento sindical. Historicamente,a unicidade sindical, instituída em 1939 e consagrada no Artigo 8º da nossa Constituição, tem se revelado uma norma preciosa para garantir a unidade no âmbito dos sindicatos. A CTB defende com firmeza a unicidade, proclama a necessidade de união das centrais e combate, com vigor, todas as concepções e iniciativas que promovem a divisão das categorias e o desmembramento das bases.

DEMOCRACIA

A democracia, representativa e participativa, é essencial para a unidade e a luta da classe trabalhadora e do movimento sindical. A vida democrática que a CTB defende é fundamentada na participação ativa dos trabalhadores e trabalhadoras nos embates políticos e na vida das entidades sindicais,definição de suas reivindicações, mobilização para a luta, eleição dos órgãos dirigentes, revogação de mandatos, liberdade de expressão e debate, bem como o respeito às decisões da maioria. Uma democracia efetiva vem desde a base e busca transformar a todos e todas em sujeitos efetivos da história. Nossa central buscará ser exemplo e escola de democracia. Concebemos a democracia como um valor intrínseco à emancipação dos explorados, uma postura e uma forma de vida cotidiana, garantia do mais amplo processo de participação e diálogo. Entendemos, ao mesmo tempo, que democracia também pressupõe respeito e obediência às decisões e deliberações coletivas.

INDEPENDÊNCIA CLASSISTA

Defendemos a liberdade e autonomia sindical. Queremos nossas entidades livres e independentes dos patrões, governos, credos religiosos e partidos políticos na definição dos seus objetivos e campanhas e na luta pela transformação social. É fundamental que o reconhecimento de nossas entidades venha da representatividade efetiva e da confiança nelas depositadas pela base e pelo conjunto da classe trabalhadora.Não abriremos mão de direitos ou conquistas sociais arrancadas com muitas lutas ao longo da história. Lutaremos sempre para ampliar nossos direitos e melhorar a qualidade devida de todo o povo brasileiro.

SOLIDARIEDADE E INTERNACIONALISMO

A CTB deve promover os valores da solidariedade de classe, em âmbito local, nacional e internacional, em contraposição ao individualismo predatório propagado como suprema virtude pela concorrência capitalista e pelo neoliberalismo; deve contribuir para o fortalecimento e êxito das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras, onde quer que se encontrem, contra todas as formas de injustiça, exploração e opressão social, política, econômica, religiosa ou cultural; deve fortalecer a idéia e a prática de que nossa força está na união e que somente unidos e organizados podemos enfrentar e vencer as forças neoliberais do capitalismo globalizado, imperialista, e seu neocolonialismo planetário.

A luta da classe trabalhadora é internacional. O capitalismo avança, constrói e destrói coisas belas em todos os continentes, mas revela-se insuportável e insustentável, pois promove um desenvolvimento desequilibrado, que em sua evolução histórica tem gerado guerra, morte, miséria, destruição, exclusão e injustiça econômica e social. Precisamos superar o corporativismo e unificar as lutas. Hoje mais que nunca é necessário fortalecer internacionalmente a luta daqueles que dependem única e exclusivamente de seu trabalho para sobreviver. É indispensável promover o internacionalismo proletário e defender projetos alternativos ao capitalismo e com orientação socialista.

ÉTICA NA POLÍTICA

A ação política deve ser guiada por princípios éticos,idéias e objetivos elevados. Nossa ética está embasada nos princípios do humanismo, do respeito e solidariedade entre os seres humanos e os povos, do compromisso com os interesses coletivos da classe trabalhadora, com a vida e o meio-ambiente, com a justiça social e com a paz e a fraternidade humana.

COMBATE À DISCRIMINAÇÃO

Não aceitamos os preconceitos, as discriminações e as intolerâncias, seja de cor, raça, etnia credo, origem, geração, classe social, gênero ou orientação sexual. Lutaremos com vigor por uma sociedade totalmente livre do machismo, da dominação de classe, do racismo e da homofobia, males estimulados pelo capitalismo que maculam e enfraquecem os ideais de igualdade e justiça social na sociedade brasileira.

EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES E DOS NEGROS

Compartilhamos a convicção de que sem a emancipaçãodas mulheres, dos negros e outros segmentos oprimidos e discriminados da nossa sociedade não se poderá falar em libertação da classe trabalhadora e tampouco será aberto o caminho para uma nação justa, fraterna e igualitária.

SOCIALISMO

A razão de ser do movimento sindical é a luta já secular contra a exploração do trabalho pelo capital. A vitória completa do sindicalismo pressupõe, por conseqüência, o fim da exploração e de todo tipo de discriminação, a prevalência daigualdade, da justiça social, da fraternidade e da paz entre asnações. Isto só virá com a derrocada do capitalismo e a construção de um novo sistema social, o socialismo, caminho obrigatório para a superação da divisão da sociedade em classes sociais e o fim das desigualdades sociais e da exploração dohomem pelo homem. É preciso reconhecer de forma crítica e autocrítica os erros cometidos nas diferentes experiências socialistas do século XX para não repeti-los no século XXI, ainda que seja também necessário frisar a grandiosa contribuiçã oda revolução soviética para o avanço dos direitos sociais em todo o mundo. Defendemos um socialismo fundado na soberania e na valorização da classe trabalhadora, com as cores e a cara do Brasil. Entendemos que a idéia e o projeto de uma sociedade justa, fraterna, sustentável e equilibrada, fazem parte do espírito humano e é o coroamento da luta contra todas as formas de opressão e exploração. A CTB defende outro modo de produção, uma forma de produção solidária, não predatória, não consumista e não centrada nos valores do individualismo, concorrência, anarquia e destruição característicos da sociedade capitalista. Lutamos por uma sociedade ética, fraterna e a caminho de um mundo mais justo e sóbrio para todo o planeta e a humanidade. O socialismo é o ideal maior da classe trabalhadora.

DEFESA DOS DIREITOS SOCIAIS

Frente à feroz ofensiva do capitalismo neoliberal contraos direitos conquistados pela classe trabalhadora durante os últimos séculos, é indispensável defender com energia a manutenção e ampliação dos direitos sociais; o efetivo direito ao trabalho, à saúde, à segurança, à livre escolha da profissão; o livre, inalienável e irrestrito direito de greve; a redução progressiva da jornada de trabalho; a universalização dos direitos sociais e dos serviços públicos; o aumento da participação dos salários na renda nacional; a remuneração digna e igualitária.A CBT não aceita nenhum direito a menos, só direitos a mais.

TRANSPARÊNCIA

Os sindicatos e entidades sociais e populares não são empresas. Seu objetivo central não é o lucro e sim a luta por igualdade e justiça econômica, política e social. Nossos sindicatos precisam estimular a reeducação dos corpos, almas e mentalidades, contribuindo para a preparação dos novos homens e das novas mulheres para uma nova sociedade. Temos que desenvolver em nossa central, confederações, federações e sindicatos espaços de participação e de prestação de contas. Devemos zelar pela transparência, ética, seriedade, competência e profissionalismo. Nossas organizações devem ser exemplos de dignidade, fraternidade e solidariedade, individual e de classe.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Vivemos hoje uma séria e profunda crise ambiental, que coloca em risco a sobrevivência do planeta e da civilização humana. Defendemos uma sociedade que valorize o ser humano, a natureza e a vida. Mais que nunca, hoje é fundamental construir um amplo movimento ambientalista de cunho socialista e anticapitalista. Um movimento de defesa da vida e contra a forma de desenvolvimento degradante e excludente resultante da livre expansão do capital. A CTB, enquanto Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil, luta poruma nação livre, soberana, próspera, justa, solidária, sustentável, democrática e progressista.

EDUCAÇÃO

A CTB concederá especial atenção à educação e formação da classe trabalhadora, indispensável à elevação da consciência social e consolidação de uma identidade classista, essencial à luta por uma sociedade sem explorados e/ou exploradores.


 

O Anarquismo - Concepções Sindicais - Centro de Estudos Sindicais

Concepções Sindicais - O Tradeunismo

ALTAMIRO BORGES

O trotskismo, corrente política contra-revolucionária (1984)

 João Amazonas

 

 

 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Robson Câmara defende doutoramento sobre movimento sindical docente no Maranhão na UnB nessa sexta-feira 17/05

Nosso colega, amigo e camarada, o professor Robson Câmara, defende sua tese de doutoramento nessa sexta-feira, com o tema:  "Sindicalismo docente da educação básica no Maranhão: da Associação à emergência do Sindicato".

Com uma espetacular contribuição à luta dos pós-graduandos, Robson seguirá na luta, muito mais qualificado, seja no movimento docente, seja na luta de ideias.



Local: Auditório da Sociologia da UnB ICC/Norte
Horário: 9h
Dia 17/05/2013


Acesse o meu blog: http://blog-do-robson-camara.blogspot.com

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Palestra com Carlos Pompe: Concepções Sindicais e a luta por desenvolvimento e valorização do Trabalho - 5ª às 19h00



A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
convida para a palestra

CONCEPÇÕES SINDICAIS 
E A LUTA POR DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DO TRABALHO

Nessa quinta-feira, 19h00
dia 29 de novembro,
 na sede da CSPB 

(SCS, quadra 1, bloco K, 13º andar, ed. DENASA)


entre as 19h00 e as 21h30, tendo como palestrante Carlos Pompe - Jornalista, Assessor Parlamentar.

Carlos Pompe
                      
                                          

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Câmara dos Deputados realiza a 07/06 Audiência sobre Práticas Antissindicais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO DA E A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS  REALIZAM NO DIA 07/06/2011 
Audiência Pública com o tema:

"Discussão das Práticas Antissindicais em desacordo com o previsto na Convenção nº 98, da OIT."

(Requerimentos nºs 3/11-CTASP e 51/11-CDHM, de autoria do Deputado Assis Melo e da Deputada Manuela d' Ávila, respectivamente, com o apoiamento da Deputada Jô Moraes)

LOCAL: Câmara dos Deputados
Anexo II, Plenário 12
HORÁRIO: 14h30min


Convidados:

WAGNER GOMES - Presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil-CTB; 

ARTUR HENRIQUE DA SILVA SANTOS - Presidente da Central Única dos Trabalhadores - CUT; e

PAULO PEREIRA DA SILVA - Representante da Força Sindical.

LÉLIO BENTES CORRÊA - Ministro do Tribunal Superior do Trabalho;

RICARDO WAGNER GARCIA - Procurador do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul;

terça-feira, 10 de maio de 2011

4º Encontro Sindical Nacional do PCdoB - Atualização da Política Sindical dos Comunistas


Blog do Nivaldo 

Encontro Sindical do PCdoB

Nos dias 21 e 22 de maio, em Salvador, realiza-se o 4º Encontro Sindical do PCdoB. Está prevista a participação de cerca de duzentos sindicalistas de todo o país. As etapas estaduais estão em curso e a plenária final do Encontro deve atualizar a política sindical do PCdoB para o próximo período e definir diretrizes e metas para a organização do partido entre os trabalhadores.


O 4º Encontro deve reafirmar a visão dos comunistas sobre a centralidade do trabalho na sociedade e o papel protagonista dos trabalhadores na luta pela afirmação do projeto nacional do desenvolvimento com valorização do trabalho. O evento também contará com intervenções especiais sobre o trabalho sindical com as mulheres e com a juventude.

Leia no Blog do Nivaldo o Documento do 4ºEncontro

sexta-feira, 25 de março de 2011

2º Seminário do Saep - DF - A Organização dos Auxiliares em Educação

23/03/2011
ORGANIZAÇÃO DOS AUXILIARES
2º Seminário do SAEP: últimos dias para inscrições
Trata-se do maior evento dos auxiliares em educação do setor privado no Distrito Federal que vai ser realizado, nesta sexta-feira (25), e irá debater a campanha salarial 2011 e a organização dos trabalhadores, entre outros temas. Veja a programação do encontro e inscreva-se para participar deste importante acontecimento para a categoria



O 2º Seminário dos Auxiliares de Administração Escolar do Distrito Federal, que via ser realizado nesta terça-feira (25), no Centro de Eventos e Treinamentos da CNTC - SGAS 902, Bloco C.
No encontro, o SAEP quer debater com os auxiliares de ensino a organização da categoria, pois neste ano em que serão negociadas as Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) da educação básica e do ensino superior é essencial tratar dos rumos do Sindicato com os trabalhadores.
Desde o último ano, a diretoria do SAEP intensificou o ritmo de reuniões nas instituições – escolas, faculdades e universidade – com objetivo de tratar dos assuntos de interesse da categoria em seus respectivos locais de trabalho, levar a mensagem da entidade e a luta que o SAEP empreende com o propósito de organizar os auxiliares em educação em defesa de seus direitos e conquistas.
Assim, o 2º Seminário dos auxiliares em educação das instituições privadas de ensino vai debater assuntos que dizem respeito à vida e organização da categoria.
Colega participe, pois o evento é do Sindicato para a categoria e sua estruturação para defesa e ampliação das conquistas do segmento.
Clique aqui e faça sua inscrição.
1º Seminário
Em 2009, o SAEP realizou com sucesso o 1º Seminário de Valorização dos Auxiliares de Administração Escolar, quando, entre outros assuntos, foram debatidos a campanha salarial daquele ano e os cenários econômico, político e sindical.

O evento teve como objetivo situar o segmento no debate das reivindicações da categoria, cuja relação foi e é econômica, política e, também, levava em consideração o nível de organização e intervenção da categoria naquele momento de definições das convenções coletivas de trabalho.

Veja programação do 2º Seminário

8h – Café da manhã
9h30 – Abertura dos trabalhos e composição da mesa diretora do seminário
9h50 – Pronunciamento da presidente do SAEP, Maria de Jesus
10h – 1º Painel: O que é Sindicato
Painelista: Paulo Vinícius (CTB)

10h40 – debates
11h – 2º Painel: Conquistas dos trabalhadores na era Lula e perspectivas
Painelista: Marcos Verlaine – jornalista, analista político e assessor parlamentar do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar)

11h40 – Debate
12h – Almoço
14h – 3º Painel: Bancos de Horas: assédio material ou apropriação indébita
Painelista: Mário Lacerda – professor e advogado é diretor do SAEP

14h40 – debate
15h – 4º Painel – Campanha salarial 2011
Apresentação dos eixos estruturantes da campanha: 1) reposição das perdas e aumento real de salário; 2) taxa assistencial; e 3) filiação ao Sindicato

15h40 – Debate
16h – Aprovação da pauta e dos eixos da campanha salarial 2011
16h20 – Encerramento
16h30 – Café da tarde

quarta-feira, 16 de março de 2011

Resolução da Executiva Nacional da CTB




A Direção Executiva Nacional da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – reunida nos dias 14 e 15 de março em São Paulo, após avaliação do novo quadro político e das demandas dos trabalhadores e trabalhadoras na atual conjuntura, aprovou a seguinte

RESOLUÇÃO

1. A CTB, em sua primeira reunião com a presidenta Dilma Rousseff em conjunto com as outras centrais sindicais, assinalou a importância da vitória das forças populares e democráticas na sucessão presidencial;

2. Logo no primeiro embate, reafirmou sua autonomia e independência frente ao governo quando assumiu posição firme e coerente em relação ao aumento real do salário mínimo, em que pese a importante conquista que representa a aprovação da política de sua valorização;

3. Para a CTB, a “Agenda da Classe Trabalhadora pelo desenvolvimento nacional com soberania, democracia e valorização do trabalho” traduz a importante unidade programática do sindicalismo brasileiro e deve servir de fio condutor para nortear tanto as posições das centrais sindicais diante do novo governo quanto para impulsionar a mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras.

4. Para além da luta pela afirmação da Agenda da Classe Trabalhadora, a CTB destaca como prioridades imediatas:

a) Lutar por uma nova política macroeconômica que supere os estreitos limites da combinação entre superávit primário, cämbio flutuante e altíssimas taxas de juros. Na pratica, essa visão revela-se um obstáculo ao crescimento econômico que penaliza os trabalhadores e o setor produtivo;

b) Dar continuidade à política de valorização permanente do salário mínimo, aprimorando-a no intuito de garantir aumentos reais, mesmo nos anos em que o PIB for negativo;

c) Mobilizar pela imediata aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário;

d) Avançar na definição de uma nova política para aposentadorias, com o fim imediato do fator previdenciário e sua substituição por um mecanismo que preserve os valores reais dos proventos, dos beneficios e das pensões, desvinculado da idade mínima;

e) Defender a universalização das políticas públicas, especialmente a saude e a educação pública de qualidade em todos os níveis, base fundamental para dar sustentabilidade ao crescimento econômico do país com valorização do trabalho;

f) Exigir a ratificação da Convenção 158 da OIT e a adoção de outras medidas para limitar drasticamente a rotatividade da mão de obra e avançar para o pleno emprego no país;

g) Ampliar e defender a luta pela reforma agrária, dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e o fortalecimento da agricultura familiar, em sintonia com as resoluções da Contag;

h) Buscar ampliar a participação da CTB nos fóruns do sindicalismo internacional, contribuindo para uma melhor interlocução da Federação Sindical Mundial, fortalecendo o Encontro Sindical Nossa América e acompanhando os trabalhos desenvolvidos pela Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul.

i) Preparar e mobilizar unitariamente o conjunto do movimento sindical brasileiro no sentido de realizar em todo o país atos unitários, classistas e massivos para celebrar o 1º de maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, bem como para uma JORNADA NACIONAL DE LUTAS em defesa da Agenda da Classe Trabalhadora e das reivindicações acima elencadas.

j) Organizar a participação da CTB na Conferëncia Nacional em Defesa do Trabalho Decente.

k) Lutar pelo fortalecimento dos serviços públicos, premissa para impulsionar a aplicação das políticas publicas.

5. Por fim, a Executiva Nacional da CTB reitera a sua firme oposição as praticas antissindicais, o seu mais decidido compromisso com a manutenção do artigo 8º da Constituição Federal, em particular com a defesa da unicidade sindical e da contribuição sindical, e rechaça tentativas em curso de promover movimentos para revogar esse artigo do conjunto dos direitos sociais inscritos na Carta Maior da nação.

São Paulo, 14 de março de 2011

CTB reitera autonomia durante 8ª Reunião da Executiva Nacional

Nesta segunda-feira (14), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), iniciou sua 8ª Reunião da Direção Executiva Nacional. O encontro, realizado em São Paulo, reúne dirigentes cetebistas de vários estados da federação, discutirá até à tarde desta terça-feira (15) os rumos da luta classista no país e os planos de ação da CTB para os próximos meses.

Neste primeiro dia do encontro, os dirigentes tiveram como pauta a discussão sobre a elaboração de um projeto cultural da central, a atuação classista em relação à reforma política, além de fazer um balanço do atual cenário político nacional e votar o conjunto de deliberações da Executiva Nacional.

O presidente Wagner Gomes iniciou os trabalhos relatando a primeira reunião das centrais com a presidenta Dilma Rousseff e enfatizando que a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil apoia a continuidade do projeto popular que trouxe avanços para os trabalhadores nos últimos oito anos, mas mantém sua posição de autonomia e independência frente ao governo. “Esta é a primeira reunião da executiva que realizamos após a vitória de Dilma e, apesar do apoio que foi dado pela central durante a campanha, reitero a autonomia da CTB em relação ao governo da presidenta Dilma”.

Contudo, numa avaliação geral, os dirigentes cetebistas analisaram como positiva esta primeira reunião com a presidenta, uma vez que Dilma afirmou que o governo manterá aberto o canal de diálogo com as centrais e mesmo com a vitória governista em relação ao valor do Salário Mínimo deste ano em R$545,00 houve uma grande vitória da população em relação a seu reajuste que, até 2015, permanecerá nos moldes do acordo firmado entre o então governo Lula e as centrais sindicais, em que o reajuste para o mínimo será anualmente calculado pela inflação do ano anterior somada a variação do PIB de dois anos antes.

Wagner Gomes também informou que Dilma convidou as centrais sindicais para participarem de um jantar com o presidente norte americano Barack Obama. A Direção Executiva se posicionou contrária a participação da CTB neste jantar de “boas vindas”, uma vez que a luta classista vai contra o imperialismo americano.

Visita uruguaia

Durante a reunião, os dirigentes da CTB receberam a visita de Fernando Pereira e Juan Castillo, ambos do Plenário Intersindical de Trabalhadores e Convenção Nacional dos Trabalhadores (PIT-CNT), do Uruguai.

Juan enfatizou a luta da organização pela unidade sindical uruguaia e ressaltou a importância do trabalho da CTB que busca a unidade também entre o movimento sindical brasileiro e lembrou que essa ação é importante para a luta da classe trabalhadora na América latina.
Reforma política
O secretario de Política Sindical e Relações Institucionais da CTB, Joilson Cardoso, abordou a questão da reforma política como tema fundamental de luta para a Central em 2011, pois a pauta é importante para o crescimento do país.”A CTB precisa de uma estratégia de dialogo com a sociedade, pois é a política que avança ou retrai a democracia de um país”.

No encontro a plenária aprovou as deliberações da executiva nacional da CTB, a seguir.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Batista: Classe trabalhadora deve tomar consciência de sua força - PCdoB. O Partido do socialismo.

Batista: Classe trabalhadora deve tomar consciência de sua força - PCdoB. O Partido do socialismo.

Batista: Classe trabalhadora deve tomar consciência de sua força

Não foram poucos os avanços dos comunistas na área sindical em 2010. A consolidação e o crescimento da CTB, a realização de Conferência Nacional da Classe Trabalhadora e a intensa participação do PCdoB junto aos trabalhadores na luta pela eleição de Dilma Rousseff foram alguns dos fatos mais marcantes. Mas, para o secretário sindical do PCdoB, João Batista Lemos, é preciso ir além e, diante da nova realidade brasileira, fazer com que a classe desperte para o seu próprio poder transformador.
Batista

Batista: classe trabalhadora precisa ter papel protagonista no processo de transformação

Para 2011, as preocupações estarão voltadas para a defesa de uma nova política econômica que garanta um desenvolvimento robusto com justiça social e para bandeiras específicas dos trabalhadores como o fim do fator previdenciário e a redução da jornada de trabalho, entre outros pontos, mas também para a busca da formação da consciência de classe.

Segundo João Batista Lemos, os desafios serão grandes, mas extremamente importantes para fortalecer a luta dos trabalhadores brasileiros diante de um novo contexto econômico-social e com base nas novas características da classe. “Com o desenvolvimento do país e as inovações tecnológicas, está ocorrendo uma mudança muito rápida no perfil da classe trabalhadora, que hoje conta com mais jovens e mais mulheres. E isso não está ainda alterando as direções sindicais e sua forma de atuação”, diz.

Nesta entrevista, o dirigente fala sobre as vitórias e os revezes de 2010 e sobre o plano de ação para 2011. Confira.

Partido Vivo: Que avaliação você faz do trabalho sindical do PCdoB no ano de 2010?
João Batista Lemos: O balanço é positivo. Do ponto de vista político, tivemos influência decisiva na convocação da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), realizada em junho, e que reuniu quase 30 mil trabalhadores. Esta proposta foi feita pelos comunistas através da CTB. Durante a Conferência, foi construída uma plataforma, que chamamos de Agenda Nacional da Classe Trabalhadora, e que define um projeto nacional com base na soberania, na valorização do trabalho e na democracia. Seu conteúdo tem muita identidade com o Programa Socialista do PCdoB aprovado em seu último congresso e defende uma política macroeconômica voltada para o desenvolvimento interno e para a economia nacional, as reformas educacional, agrária, tributária, política, de democratização da mídia e o aprofundamento da democracia com o fortalecimento dos partidos. É uma agenda bastante atual, um instrumento do movimento sindical para lutar pelo êxito do governo Dilma Rousseff e fazer com que, durante sua gestão, seja posta em prática ao menos parte dessa agenda. É uma luta importante porque o governo Dilma também estará sob a pressão do mercado financeiro e a classe trabalhadora precisa ter papel protagonista nesse processo de transformação.

Partido Vivo: Mas há também algumas bandeiras prioritárias...
JBL: Sim, estamos trabalhando com cinco bandeiras que foram definidas pelas centrais para concentrarmos nossa ação: a luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário; a reforma agrária com o fortalecimento da agricultura familiar, à agroindústria e à educação no campo; pelo fim do fator previdenciário – e neste caso, se for para buscar alguma negociação, tem que ser para ampliar e não para reduzir os direitos –; conquistar a valorização do salário mínimo por lei porque não existe ainda um mecanismo constitucional que garanta sua valorização e a aprovação da Convenção 158.

Outra questão que merece atenção é a da rotatividade no mercado de trabalho. O ano de 2011 será de muito emprego – há até quem fale em pleno emprego –, mas ao mesmo tempo em que é admitido 1,5 milhão de pessoas, praticamente o mesmo número é demitido. Ou seja, é preciso inibir essas demissões e fazer com que haja mais e melhores empregos. O ponto alto dessas lutas pode ser o 1º de Maio. Somada a essas bandeiras, devemos ainda lutar para mudar a política macro-econômica que deve estar voltada para o desenvolvimento interno com redução de juros, desvalorização e controle do câmbio.

Partido Vivo: E no que diz respeito à ação orgânica?

JBL: Do ponto de vista do partido, o ano de 2010 também foi importante em termos orgânicos: conseguimos construir várias frações de funcionários públicos, professores universitários, metalúrgicos, trabalhadores da construção civil, bancários etc. Mas, também tivemos um importante revés: a derrota no Sindicato dos Metroviários de São Paulo, que era dirigido pelos comunistas e pela CTB. Estamos tirando lições desse processo, mas desde já podemos levantar três questões principais que levaram a essa derrota. A primeira foi na condução política: não soubemos enfrentar o governo estadual que buscou renovar o quadro de funcionários com salários mais baixos; não conseguimos dar resposta a essa ação, nem assumir a demanda dos trabalhadores que ingressaram na empresa com salários rebaixados. Em segundo lugar, houve certo afastamento do sindicato com sua base: deixamos de fazer reuniões setoriais e debater as propostas do sindicato e não percebemos o processo de renovação da própria base. A terceira foi a subestimação do papel do coletivo: questões complexas deveriam passar pela fração do partido para serem debatidas; a fração não substitui a diretoria do sindicato, mas ela discute e poderia, assim, ter apontado rumos e colocado questões estratégicas da luta dos trabalhadores. Por outro lado, tivemos vitórias importantes nos Correios, com margem grande de diferença e outros sindicatos importantes vieram para a CTB. Vamos fechar 2010 como a terceira maior central sindical do Brasil.

Partido Vivo: E quais são as perspectivas para 2011?
JBL: Em nível partidário, estamos convocando um encontro nacional para o final de abril para discutir prática e concepção dos comunistas na frente sindical; precisamos dar uma sacudida no partido nessa área tanto do ponto de vista político como ideológico, elevar o nível de consciência dos nossos dirigentes sindicais e o seu compromisso ideológico com a luta da classe trabalhadora. Vamos fazer esse debate dentro de um quadro novo, examinando melhor o novo perfil da classe trabalhadora brasileira. Com o desenvolvimento do país e as inovações tecnológicas, está ocorrendo uma mudança muito rápida no perfil da classe trabalhadora, que hoje conta com mais jovens e mais mulheres. E isso não está ainda alterando as direções sindicais e sua forma de atuação.

Precisamos, portanto, debater como defender melhor os interesses dessa classe e ver qual linguagem devemos usar. Esse novo perfil cria um impacto nas estratégias sindicais e partidárias de relação com a classe.

Partido Vivo: Esse novo perfil dificulta a mobilização?

JBL: Dificulta na medida em resulta na desconcentração da classe trabalhadora. Por exemplo, o ABC, hoje, está mais esvaziado. A Ford de São Bernardo do Campo se desmembrou em duas ou três no Brasil. A Volks também; se há anos atrás ela tinha 42 mil trabalhadores numa mesma unidade, hoje deve ter 16 mil. Ou seja, houve deslocamento de muitos setores que, somado à desconcentração, dificulta a mobilização dos trabalhadores. O ABC Paulista ou mesmo a capital do estado não tem mais o peso relativo que tinha na década de 1980 e hoje há um grande crescimento no setor de serviços. Em 1980, quando a gente parava quatro empresas em São Bernardo do Campo, colocávamos 100 mil trabalhadores nas ruas. Hoje não.

Por outro lado, temos hoje uma classe trabalhadora mais bem informada; esses jovens vão para a universidade, usam a internet. Será que isso não vai ajudar na luta por sua emancipação? Eu acho que sim. O problema é como fazer essa classe social tomar consciência da força que ela tem. E isso é um processo. Assim como houve várias revoluções industriais e várias classes operárias foram surgindo e tomando consciência da sua exploração, acho que vamos ter, logo, uma classe mais informada, com um nível maior de escolaridade e uma juventude que pode também levar sua rebeldia para dentro da empresa porque o sujeito das transformações sociais é a classe trabalhadora. Essa classe deve ser chamada, pelo lugar que ocupa no processo de produção, a lutar de forma mais concreta pelo socialismo, por uma sociedade sem explorados e exploradores. O encontro servirá para aprimorarmos a atuação sindical dos comunistas. Outro ponto importante é o combate ao processo de burocratização e corporativismo comuns no movimento sindical.

Partido Vivo: E com relação à atuação dos comunistas na CTB?
JBL: A CTB é nosso centro, mas não é um projeto apenas dos comunistas. Por isso, estamos propondo três desafios. O primeiro é político e consiste em nos posicionarmos de forma combativa, correta e buscando o protagonismo nas lutas por essas bandeiras já mencionadas e pelo êxito do governo Dilma, mas mantendo independência de classe e autonomia. O segundo ponto é continuar fazendo com que a CTB cresça. Então, como secretário sindical do PCdoB, ressalto o papel das comissões sindicais nos estados, que devem ajudar as direções estaduais da CTB a se consolidar, a dar resposta às lutas locais, crescer e disputar hegemonia. Nesse sentido, a filiação é um desafio permanente. E a terceira questão é a formação: é preciso dedicar boa parte do orçamento da Central para formar seus dirigentes, elevando seu nível de consciência política, social e cultural, e construir um sistema de comunicação da CTB. Temos uma experiência muito positiva com os metalúrgicos de Caxias do Sul (RS). Lá, eles conseguiram criar um sistema de comunicação que possibilita ao sindicato falar com o trabalhador, mas também com a sociedade como um todo. E ainda não conseguimos isso com a CTB.

Em nível partidário, fizemos uma reunião com membros da Escola do PCdoB para estabelecermos uma semana de formação dos dirigentes sindicais comunistas, o que está sendo construído junto à Fundação Maurício Grabois. E também vamos ter um curso para os operários de base conforme seus locais de trabalho. Podemos, por exemplo, dar um curso para os operários comunistas da GM de São Caetano do Sul, do Estaleiro Brasfel em Angra dos Reis ou para os operários da Ford de Camaçari.

Partido Vivo: Há outras ações sendo planejadas?
JBL: Queremos começar a preparar o 1º de Maio com antecedência, talvez em março, fazendo debates sobre o dia e a luta dos trabalhadores, levantando as bandeiras, fazendo panfletagens, de maneira que o 1º de Maio seja o coroamento de toda uma série de atividades que eduquem e mobilizem a classe trabalhadora. Para o final de 2011, propusemos à CTB fazer um seminário para discutir a estrutura sindical no Brasil – a estrutura que temos e a que queremos – para darmos respostas a essa nova classe trabalhadora. A estrutura sindical no Brasil vem desde Getúlio, com a Consolidação das Leis Trabalhistas (1943); depois passou por uma mudança na Constituinte de 1988 e desde então, não se alterou mais, ou seja, é preciso atualizá-la. É importante ressaltar, por fim, que nossa preocupação é fazer com que os comunistas ajudem a fortalecer a CTB tendo a consciência de que ela é plural, tem sua própria institucionalidade, sua própria vida e que a atuação dos comunistas deve se dar através das defesa de nossas ideias no seio da Central .

De São Paulo,
Priscila Lobregatte

segunda-feira, 29 de março de 2010







Eleições do Sindicato dos Bancários de Brasília:
Um jogo de Cartas Marcadas

A eleição do sindicato, de tão apressada e fria, quase passa desapercebida pela categoria! Isso porque foi antecipada, encurtou-se a ca
mpanha e não há debate nem
transparência n
a votação. Entenda abaixo os porquês.

É clara a falta de independência da direção para representar a forç
a dos(as) bancários. Os lucros dos bancos são imensos, as conquistas a conta gotas. Ante a
insatisfação da categoria, a direção joga na retranca: não assegura a unidade para avançar nas conquistas; restringe a democracia e a participação; reduz o quorum da eleição; manipula a comissão eleitoral, faz da eleição um jogo de cartas marcadas.


É a resposta despolitizada às mudanças do movimento sindical, que tem hoje seis centrais e é mais plural. A representação dos trabalhadores vai muito além da
CUT, e há alternativas, por mais que a direção ridicularize e rotule quem lhe questione.

Nós que tam
bém apoiamos as mudanças iniciadas com Lula em 2002, e defendemos sua continuidade e aprofundamento, no entanto não concordamos com o comodismo chapa branca. Não é assim que faremos o governo avançar. O papel do sindicato é um, o do governo, outro. Há que criticar o errado e apoiar o correto para enterrar de vez o neoliberalismo.

Uma elei
ção a mascarar a crise do movimento bancário.
Cresce o descrença quanto ao movimento pela falta de democr
acia e diálogo. Terceirizam-se as greves. O debate nas assembleias é mutilado. E, ante a minguada
presença nas atividades do sindicato, a direção aposta na ausência e não na participação. Manobra os espaços de decisão para calar o “incômodo” das críticas.
Mas o sindicato não é o aparelho, a máquina, a buro
cracia, o sindicato somos nós!

A oposição tradiciona
l já mostrou seus limites. Infelizmente, dividida e equivocada na política. Representa uma minoria mesmo na esquerda, dogmática e sem realismo. Chega a se somar à direita e critica tudo que representa mudança no Brasil. Sua oposição a quase tudo que existe tira-lhe a independência para construir a unidade e falar pela maioria. E, se nacionalmente em alguns casos já é possível unir forças, infelizmente não foi o caso no DF.

Diante d
esse quadro e pela ausência de garantias democráticas mínimas, a CTB e outros setores não participamos da eleição do sindicato. Mas atuamos na campanha salarial e nas eleições da CASSI, da FUNCEF. Ativamente representados nessas batalhas, lutamos por uma alternativa bancária.


A geração
Pós–98:
JUVENTUDE E GARRA POR INTEIRO, DIREITOS PELA METADE

Nos últimos 15 anos houve uma renovação inédita da categoria bancária. Ad
mitidos em meio à maior onda de demissões “voluntárias” durante o neoliberalismo, entramos com direitos e remuneração inferiores aos dos pré-1998.
Uma nova geração de bancários(as) em um tempo de mudanças que é o futuro dos bancos públicos.
Ainda assim, marcamos um gol de placa durante a crise econômica que demoliu o
s dogmas neoliberais e privatistas. No governo Lula, CEF, BB e BNDES fizeram
Brasil se afirmar, gerar empregos, construir moradias e sonhos. Foram fundamentais nosso trabalho, esforço e talento. Mas ainda não ocupamos plenamente nosso espaço nos bancos nem nas representações das categorias. E no sistema financeiro prevalecem ainda amarras à mudança no Brasil.

Um Sistema Financeiro que sirva ao Brasil


Vivemos um mom
ento de transição, de luta para enterrar a herança do neoliberalismo no BB, CEF e BRB, fortalecendo seu caráter público, para servirem a um novo projeto nacional de desenvolvimento, a decidir-se em 2010.
Nessa campanha salarial se definirá se revertemos as principais derrotas sofridas durante o neoliberalismo. Isso passa por:

Isonomia – igualdade de direitos,incorporação da licença prêmio e aprovação do PL da Isonomia;

Reposição das perdas – Os anos 90 foram de arrocho salarial nos bancos públicos. Defendemos escalonar o aumento para repor essas perdas. Rejeitamos que a
CONTRAF-CUT as abandone e rebaixe os índices, como em 2009;

Jornada de seis horas sem redução de salários. As Centrais
estão para conquistar as 40 Horas Semanais sem redução. É atual e justo que a luta por 6 horas sem
redução, dado o crescimento exponencial da produtividade bancária;

Uma carreira digna (PCCS) e mais solidariedade – resposta à falta de identidade dos bancários. Qualificada, produtiva, comprometida, a categoria precisa ser valorizada, e não submetid
a ao assédio moral. Resultado se garante com carreira e remuneração digna!

Por um debate nacional sobre o papel do sistema financeiro no desenvolvimento do Brasil, na preservação do meio ambiente e na valorização do trabalho.


Leia Também:

De 1º a 09/04, participe das Eleições da CASSI. Vote:



POR UMA NOVA CASSI!


Visite: http://www.umanovacassi.com.br



De 26/04 a 06/05, participe das eleições da FUNCEF. Vote:












Visite: http://www.achapadosassociados.org.br




BRB: a luta por desenvolver o DF

A formação recente e as dificuldades do desenvolvimento do DF e a sua relação com o entorno só reafirmaram o papel do BRB como banco público. No entanto, assegurar a transparência e o controle social ao lado de uma administração não politizada são desafios mais claros à população do DF após os escândalos da quadrilha que se instalou no GDF.
Como parte dessas medidas, inserem-se as bandeiras do funcionalismo, em especial:
- a revisão urgente do PCS e a definição de uma PLR justa;
- o fim da segregação dos gerentes de negócio;
- a eleição direta para a diretoria executiva da REJUS e para conselheiros e diretor da BRB Saúde



uma central classista e de luta
A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil é a mais nova das centrais sindicais. Fundada em dezembro de 2007, foi reconhecida - ao lado da CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – em agosto de 2008 e em representatividade já é a terceira central do Brasil.
Reúne os Bancários de Bahia e Sergipe, os Metroviários de São Paulo, os Metalúrgicos do RJ e os Correios do DF, mais de 400 sindicatos por todo o Brasil. Independente, classista, democrática e de luta, a CTB dá seus primeiros passos no DF e busca a unidade das centrais do direito dos trabalhadores.

Com esse objetivo, junto com CUT, CGTB, Força e Nova Central, estamos preparando a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora no dia 1º de junho em São Paulo para unificar as lutas dos trabalhadores e assegurar a conquista da Redução da jornada de Trabalho e por mais direitos!

Contato: pvss65@ gmail.com


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Em decisão histórica, centrais convocam Conferência Nacional da Classe Trabalhadora

21/01/2010
Em reunião realizada nesta quinta-feira (21) em São Paulo, o Fórum das Centrais Sindicais (composto pela CTB, CUT, FS, UGT, NSC e CGTB) resolveu convocar para o dia 1º de junho uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora. Na opinião do presidente da CTB, Wagner Gomes, a reunião será um marco na história do movimento sindical e terá uma importância política extraordinária para o país.


Os sindicalistas também decidiram realizar uma manifestação unificada dia 2 de fevereiro no Congresso Nacional, em Brasília, em defesa redução da jornada de trabalho sem redução de salários, bandeira histórica do movimento operário, que foi a principal reivindicação da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, realizada no dia 11 de novembro em Brasília.

Maior protagonismo

A CTB já defendia em dezembro de 2007, durante seu congresso de fundação, a realização de uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora. Para Wagner Gomes, a iniciativa tomada em conjunto pelas centrais irá unificar o movimento sindical brasileiro, de modo a elevar o protagonismo da classe trabalhadora na vida política nacional, bem como sua influência nas eleições deste ano.


Ao sublinhar o caráter histórico da decisão, o presidente da CTB, Wagner Gomes, esclareceu que “o objetivo da Conferência será debater e expor ao Brasil a visão da classe trabalhadora sobre um novo projeto de desenvolvimento nacional. Vamos elaborar um documento com propostas unificadas que visam o desenvolvimento nacional e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras”.

Valorização do trabalho


“Defendemos um projeto de nação”, acrescentou, “fundado na valorização do trabalho e numa distribuição mais justa da renda nacional, que é produzida pela classe trabalhadora. Estou convencido de que o fato de as seis centrais sindicais redigirem esse documento é um acontecimento histórico, pois por meio dele iremos participar ativamente da disputa eleitoral de 2010, com a classe unida e a opinião dos trabalhadores muito bem definida. Isso é motivo de comemoração, é um grande feito político”.


As centrais pretendem reunir mais de 10 mil lideranças sindicais de todo Brasil na Conferência que vai debater e aprovar o documento unitário das centrais e definir o apoio a um candidato ou candidata à presidência da república que dê continuidade ao projeto político implementado no país desde 2002 e aprofunde o processo de mudanças. “O documento, depois de aprovado, servirá como base para avaliar qual candidato ou candidata à Presidência da República terá condições de implantá-lo e quem merece o apoio da classe trabalhadora. A convocação da nova conferência é um grande acontecimento. Deve ser destacado em letras garrafais pelo movimento sindical brasileiro”, arrematou Wagner Gomes.

Portal CTB

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Especial: I Conferência Internacional da Juventude Sindicalista da Federação Sindical Mundial



Artigo: Federação Sindical Mundial aposta alto na juventude - no sítio da CTB ou no Vermelho - Paulo Vinícius

Intervenção Especial da CTB na I Conferência Internacional: Os objetivos de Luta da Juventude Sindicalista - Paulo Vinícius (em breve)










DECLARAÇÃO FINAL


1º CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DA JUVENTUDE SINDICALISTA
Lima - Peru, 18 a 20 de novembro 2009

Respondendo ao chamado da Federação Sindical Mundial (FSM) e da Confederação General de Trabalhadores do Peru (CGTP), realizou-se em Lima a 1.ª Conferência Internacional da Juventude Sindicalista, de 18 a 20 de Novembro de 2009, ano do 50º aniversario da Revolução Cubana. Com 32 organizações de 25 países, reunimo-nos mais de 250 sindicalistas da América, África, Europa, Oriente Médio e Ásia, e declaramos:

No começo do Século XXI o mundo segue vítima de uma ordem econômica e política injusta, excludente e espoliadora que conduz o planeta à sua própria autodestruição, ameaçado agora pelo aquecimento global que ocorre simultaneamente à maior crise da história do capitalismo.

Nesse contexto, os jovens trabalhadores somos as primeiras vítimas da desregulamentação trabalhista propiciada pela globalização imperialista. Os resultados são alarmantes: milhões de jovens desocupados, subempregados ou com trabalho em condições de semi-escravidão, sem acesso à saúde nem previdência social, persiste o trabalho infantil, os emigrantes são vítimas do desamparo e de perseguições. Em suma, toda uma geração de jovens trabalhadores em ruína material e espiritual, sem nenhum futuro promissor.

As leis e os valores ideológicos e culturais de um modo de vida que agiganta o individualismo e a violência são impostos em nossas sociedades. Não se trata apenas da injustiça de que uma minoria concentre uma proporção enorme da riqueza enquanto massas empobrecidas apenas podem sobreviver. É que o sistema hegemônico opera como uma máquina de extermínio social a que pouco importa o destino dos excluídos, muito menos seus valores e culturas, suas identidades e comunidades, submetidos ao imperativo do mercado.

Ante os transcendentais avanços tecnológicos do mundo de hoje, os jovens atuam em processos que mudaram a composição da classe trabalhadora. Os capitalistas demandam um “novo profissional”, que tenha iniciativa, consciência crítica e capacidade para melhorar o processo produtivo, que trabalhe em equipes e tenha compromisso com os resultados coletivos, domínio de idiomas, filosofia, constante capacitação etc. Mas apenas para servir melhor o mercado e não para contribuir com a mudança econômica, social e política que requerem nossos países.

Como aceitar tais exigências que significam apenas o aprofundamento da
alienação quando o sistema - que só atua em função dos interesses do capital – ao mesmo tempo em que exige mais de nós, destrói nossos sonhos de juventude, discrimina-nos e nos separa por nossa condição de migrantes, por nosso modo de vestir, falar e até por nossa opção sexual? É justo que acatemos tais exigências quando somos submetidos a humilhantes e injustas discriminações entre ricos e pobres, entre distintos grupos étnicos, entre homens e mulheres, entre zonas rurais e urbanas e até entre regiões relativamente prósperas e atrasadas dentro de uma mesma nação?

Expressamos nossa convicção de que a evolução da ciência e do conhecimento tecnológico devem estar ao nosso serviço assim como o exige a Federação Sindical Mundial (FSM). Essa histórica Federação que nunca se aliou às empresas transnacionais ou aos governos que encobrem políticas predatórias, que jamais se curvou aos reveses da história, e que apesar das dificuldades, manteve-se firme na luta, legando à nossa geração a autêntica solidariedade operária.

A FSM tem se fortalecido desde seu 15º Congresso Sindical Mundial, celebrado em 2005 em Havana, como foi demonstrado por este exitoso encontro. Conscientes da preparação do 16º Congresso, aspiramos a que ele seja um espaço fundamental para debater as conclusões dessa I Conferência. Acreditamos que impulsionará o movimento sindical juvenil, analisará e proporá políticas específicas para a juventude trabalhadora, contribuirá para atualizar nossas lutas e aumentará nossa integração ao movimento sindical, além de conscientizar a juventude das justas posições da FSM.

O apoio decidido dado à nossa Conferencia pela FSM tornará possível em seu 16º Congresso intensificar nossa ação, e que mais jovens trabalhadores compreendam o desenvolvimento social em termos classistas, relacionando nossos problemas individuais à luta coletiva e unitária.

Globalizemos a luta, globalizemos a esperança!

A América Latina, aonde se realiza esta I Conferência, vive uma mudança de época, com avanços democráticos e vitórias das forças progressistas que há que defender e aprofundar. A resposta dos retrógrados, incrustados no governo imperial estadunidense, com o apoio de seus aliados, é impedir a autodeterminação dos povos, inclusive pela força, mostrando que não mudam. Seu regime fracassado não tem mais nada a oferecer, só lhes restando a dominação, a coação, a opressão, a ameaça, a agressão, a imposição da guerra.

Em Honduras se luta heroicamente contra este modelo do império. A resistência desse povo é uma inspiração. Sim, é possível defender nossos direitos e soberania ante as hipócritas e traiçoeiras manobras do governo estadunidense e dos oligarcas para burlar a vontade popular e o desejo da comunidade internacional. Uma vez mais, como disse Che Guevara, dizemos : “no imperialismo não se pode confiar nem um tantinho assim”. Exigimos a imediata e incondicional restituição do governo legítimo de Manuel Zelaya !

Estão desmascaradas as tentativas de dar ao imperialismo estadunidense um rosto humano. Os fatos reafirmam a mesma agressividade e o caráter guerreirista e antipopular que tem caracterizado o governo estadunidense e seus aliados, inclusive com volta de privatizações, como no caso da eletricidade e energia da Cidade do México. As bases militares dos EUA na Colômbia e a volta da Quarta Frota - tão próximas da Venezuela - constituem, como disse o companheiro Fidel, “um punhal cravado no coração de Nossa América”. Por isso os trabalhadores e nossos povos ampliamos a resistência.

No Peru também se dão importantes batalhas em defensa dos direitos dos trabalhadores e contra a política de fome, entreguista e autoritária do governo de Alan García. A CGTP, histórica central fundada por José Carlos Mariátegui, que nos acolheu tão hospitaleiramente, tem sustentado com firmeza e maturidade, com organização e convicção, a batalha por reverter as políticas e leis antipopulares dos governos neoliberais. A 1º Conferência expressa sua solidariedade com os trabalhadores da agroindústria, portuários, de tecidos e confecções, mineiros, maestros e da construção civil etc., que lutam por seus justos direitos reivindicações.

A guerra, promovida com arrogância imperial, atinge com seu terrível impacto ao Iraque e Afeganistão. Pressiona-se o Paquistão, o Irã e o Sudão, persistem as provocações na península coreana, enquanto se protege Israel nos seus crimes contra o sofrido povo palestino, ao mesmo tempo em que se criminaliza sua legítima luta por um estado independente e soberano.

O imperialismo da União Européia e as decisões da Estratégia de Lisboa, Bolkenstein etc. reforçam os monopólios e as multinacionais contra os direitos dos trabalhadores e atua através da OTAN nas guerras contra os povos. Tentam criar antagonismos entre os trabalhadores, promovendo a discriminação contra os imigrantes, a xenofobia e o racismo. E ainda persiste a ocupação e a divisão de Chipre pelo imperialismo.

Ademais, seria razão de riso se não fosse pelo dramático da situação, que haja quem celebre os vinte anos da queda do Muro de Berlim, como se isso tivesse aberto una época mais feliz para a humanidade, enquanto se calam ante os muros de hoje na Palestina, no México, os muros da exploração do homem pelo homem.

Na Ásia, o povo nepalês luta pelo êxito do processo de paz e pelo estabelecimento de uma constituição que garanta o poder popular e a melhora da vida do povo.

A JUVENTUDE É O FUTURO DO SINDICALISMO DE LUTA COM PRINCÍPIOS DE CLASSE

Os participantes da I Conferência Internacional da Juventude Trabalhadora
consideramos que a atual ordem econômica e política nega os mais elevados valores concebidos ao longo da historia e submetem a juventude a uma alienação brutal. Eles querem uma humanidade indiferente, uniforme, sem aspirar a um futuro melhor.

Nós, jovens trabalhadores, resistimos a tais pretensões e lhes opomos nossas convicções e princípios que historicamente animaram as lutas dos trabalhadores. Levantaremos mais alto que nunca nossas idéias de quem busca uma sociedade superior, de justiça para o povo.

Por isso, lutamos:
  1. Pela Paz, pois a humanidade é una. À hipocrisia da globalização da barbárie e à rapina capitalista oporemos a globalização da solidariedade. Não à guerra e ao imperialismo!
  2. Pelo nosso planeta, enfrentaremos a contaminação gerada pelas empresas transnacionais que em sua busca cega de lucro nos conduzem à autodestruição.
  3. Pelo direito ao emprego e pela redução da jornada de trabalho sem diminuição de salário. Pelo fim da precarização do emprego e dos contratos. Ninguém é ilegal.
  4. Pelo direito da juventude à educação e ao trabalho com direitos e pelo direito à saúde.
  5. Pela autonomia sindical que não é neutralidade, mas a afirmação dos interesses da classe. Pela liberdade de organização sindical com características juvenis. Pelo impulso à filiação sindical e a renovação geracional do nosso movimento.

A juventude trabalhadora diz como nos ensinou Mariátegui: “o proletariado não ingressa na história politicamente senão como classe social, no instante em que descobre sua missão de edificar uma ordem social superior”.

A JUVENTUDE ACREDITA NO FUTURO. OUTRO MUNDO, SOCIALISTA, É POSSÍVEL! CONQUISTÁ-LO, CONSTRUÍ-LO, PRESERVÁ-LO, É A BATALHA HISTÓRICA ANTE OS JOVENS TRABALHADORES!

Lima, Peru, 20 de novembro de 2009.
Assinam:
Argentina - Sindicato Judicial de la Província de Salta - Central de Trabajadores de la Argentina (CTA)
Argentina - Asociación de Empleados Judiciales de Buenos Aires - Central de Trabajadores de la Argentina (CTA)
Bolivia - Confederación Sindical de Trabajadores en Construcción de Bolivia (CSTCB)
Brasil - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - (CTB)
Brasil - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)
Brasil - Nova Central Sindical dos Trabalhadores - Minas Gerais
Brasil - Federação Democrática Internacional das Mulheres (FDIM)
Chipre - Pancyprian Federation of Labour (PEO)
Colombia - Sindicato de Trabajadores de la Empresa de Teléfonos de Bogotá (SINTRATELEFONOS)
Congo - C.T.P SYNDICAT
Cuba - Central de Trabajadores de Cuba (CTC)
Cuba – Federación Sindical Mundial - Región América
Equador - Federación Provincial de Trabajadores de Tungurahua (FPTT-CTE)
Egito - Egypetian Trade Union Federation (ETUF)
França - Fédération Nationale des Industries Chimiques de la Confédération Générale du Travail (FNIC-CGT)
França - Unión Internacional de Sindicatos de Trabajadores de la Agricultura, Alimentaciòn, Comercio, Textil e
Industrias Aliadas (UISTAACT)
Grécia - All Workers Militant Front (PAME)
Honduras - Federación Unitaria de Trabajadores de Honduras (FUTH)
Hungria - World Federation of Democratic Youth (WFDY)
Índia - Centre of Indian Trade Unions (CITU)
Marrocos - l’Organisation Démocratique du Travail (ODT)
México - Sindicato Único de Empleados de la Universidad Michoacana (SUEUM)
México - Frente de Trabajadores de la Energía (FTE)
Nepal - All Nepal Federation of Trade Unions (ANTUF)
Nicaragua - Movimiento Cumbre por la Paz
Nigeria - National Union of Air Transport Employees (NUATE)
Panamá - Central Nacional de Trabajadores de Panamá (CNTP)
Peru - Confederación General de Trabajadores del Perú (CGTP)
Portugal - Confederación General de Trabajadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN)
África do Sul - Chemical, Energy, Paper, Printing, Wood and Allied Workers' Union (CEPPWAWU)
Sudão - Sudan Workers Trade Unions Federation (SWTUF)
USA - Latinos Unidos / United de Michigan (LUUM)




COMPOSIÇÃO DA COORDENAÇÃO INTERNACIONAL DA JUVENTUDE
SINDICALISTA DA FEDERAÇÃO SINDICAL MUNDIAL – 2009/2010


AMÉRICA
Peru - CONFEDERACIÓN GENERAL DE TRABAJADORES DEL PERÚ (CGTP)
JUAN GUSTAVO MINAYA GOÑY (Coordenação Geral)
Brasil - CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL - (CTB)
PAULO VINICIUS SANTOS DA SILVA
Honduras - FEDERACIÓN UNITARIA DE TRABAJADORES DE HONDURAS (FUTH)
WALTER MANRIQUE JUÁREZ HERNÁNDEZ
FEDERAÇÃO SINDICAL MUNDIAL - FRENTE DE JUVENTUDE FSM
Grécia - VASILIKI MOUKANOU

EUROPA
Cyprus - PANCYPRIAN FEDERATION OF LABOUR (PEO)
ANREAS KOUNNIS
Grécia - ALL WORKERS MILITANT FRONT (PAME)
THEODORAKIS NIKOLAOS

ÁSIA
Índia - CENTRE OF INDIAN TRADE UNIONS (CITU)
PROMIT KUMAR SARKAR
Nepal - ALL NEPAL FEDERATION OF TRADE UNIONS (ANTUF)
SHALIK RAM JAMKATTEL - BABURAM GAUTAM
Paquistão - ALL PAKISTAN FEDERATION OF UNITED TRADE UNIONS (APFUTU)
ULLAH AZAM SYED ZIA
ÁFRICA
Nigéria - NATIONAL UNION OF AIR TRANSPORT EMPLOYEES (NUATE)
ABDULL KAREEM MOTAJO
África do Sul - CHEMICAL, ENERGY, PAPER, PRINTING, WOOD AND ALLIED WORKERS' UNION (CEPPWAWU)
SKHUMBUZO PHAKATHI
ORIENTE MÉDIO
Egito - EGYPTIAN TRADE UNION FEDERATION (ETUF)
MOHAMED ABD RABOF - KAMEL KHEDR
Marrocos - ORGANISATION DÉMOCRATIQUE DU TRAVAIL (ODT)
MOHAMMED ENNAHILI
Sudão - SUDAN WORKERS TRADE UNIONS FEDERATION (SWTUF)
MOHAMED OSMAN ABBAS

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