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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Quarta, 26/01, 19h - Canal65 - Dr. Carlos Rogério Nunes lança o livro "Lutas do Proletariado - Centrais Sindicais e as Manifestações de junho de 2013".

SERVIÇO

  • Lançamento do livro “Centrais Sindicais e Movimentos Sociais nas Manifestações de Junho de 2013”
  • Autor: Carlos Rogério Nunes
  • Data: 3/2 (quinta-feira)
  • Hora: 17 horas
  • Local: Seeaconce (Rua São Paulo, 1.037, Fortaleza)




Nosso Canal entrevista nesta quarta (26.01) o sindicalista Carlos Rogério, que está lançando o livro "Lutas do Proletariado - Centrais Sindicais e as Manifestações de 2013".

Participação da ativista política e socióloga , Nagyla Drumond e do Presidente da CTB Ceará, Luciano Simplício.

Mediação do sindicalista e sociólogo Paulo Vinícius da Silva.


Boa noite! Se liga nos endereços para o Canal65 que começa em minutinhos!! Hoje com transmissao também pelo facebook nacional do PCdoB!
 You tube: 

https://youtu.be/JLmBG9Z3aTg

Facebook

facebook.com/pcdob65

⏩Carlos Rogério é dirigente nacional da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros. Um estudioso e pesquisador do movimento sindical brasileiro e propõe uma análise aprofundada de temas relativas ao mundo do trabalho e da organização sindical do Brasil. 


👉Canal 65

Quarta, dia 26 de janeiro

19h

Via youtube e facebook PCdoB Ceará

sexta-feira, 4 de junho de 2021

PLENÁRIA DAS ESTATAIS ATIVIDADE PRÉ-CONGRESSO DA CTB DF


PLENÁRIA DOS NÚCLEOS DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB


Querido(a) trabalhador(a) de Estatal


Faremos uma plenária com os núcleos dos Urbanitários (as) e dos Bancários(as) da CTB e da CGTB do DF e Entorno. Essa plenária é para esclarecer e organizar a luta em defesa das estatais, na semana decisiva para a manutenção da ELETROBRAS pública. Participe, ajude-nos nessa luta e do V Congresso da CTB-DF e Entorno, ajude-nos a salvar o Brasil, a democracia e as estatais do Genocídio de Bolsonaro.
 

PLENÁRIA DAS ESTATAIS DO V CONGRESSO DA CTB DF E ENTORNO - CONGRESSO DA UNIÃO COM A CGTB

 Reunião do(a) Zoom.

Segunda - 7 jun. 2021 19h00


Inscreva-se antecipadamente para esta reunião:
https://zoom.us/meeting/register/tJ0tcO6qpjwjG9CK5GgExbcHmFNJYohGCQWU

Após a inscrição, você receberá um e-mail de confirmação contendo informações sobre como entrar na reunião.
 
Defender as estatais é defender o Brasil!
Parem a privatização da ELETROBRAS!
 
 
 Saudações classistas
 
Victor Frota da Silva e Rosângela Rosa
Núcleo dos Urbanitários CTB-DF/CGTB/DF
 
Paulo Vinícius da Silva e Rafael Guimarães
Núcleo da CTB Bancári@s DF

terça-feira, 30 de junho de 2020

Decisão de Gilmar Mendes é inaceitável, manifestam centrais ao presidente do STF - Portal CTB

Decisão monocrática de Gilmar Mendes é inaceitável, dizem centrais em carta ao presidente do STF

Sempre alinhado aos interesses do Capital e dos capitalistas, o ministro Gilmar Mendes, do STF, concedeu liminar pedida por instituições financeiras e empresários do agronegócio determinando a suspensão de todos os processos que envolvam o debate do índice usado na correção das ações trabalhistas, atropelando o TST e prejudicando a classe trabalhadora. As centrais sindicais reagiram com indignação. Leia abaixo a carta que encaminharam ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli. 

Ao Exmo. Presidente do STF
Ministro Dias Toffoli
Assunto: Pedido de audiência
As Centrais Sindicais, de forma unitária, vêm expressar publicamente e orientar a todas as suas entidades filiadas e às trabalhadoras e aos trabalhadores que têm sofrido os impactos da precarização, iniciada com a reforma trabalhista e, agora, impulsionada de forma aviltante pela justificativa das consequências da pandemia, a se manterem mobilizados.
A decisão proferida monocraticamente pelo Ministro Gilmar Mendes (STF) no âmbito da ADC 58, no dia 27/06 (sábado), a pedido da Confederação patronal do Sistema Financeiro, e do grande empresariado brasileiro, em especial do agronegócio, é inaceitável!
O Ministro Gilmar Mendes determina a suspensão de todos os processos trabalhistas em que se discute se os débitos trabalhistas serão corrigidos por TR ou IPCA-E. Na prática significa deixar os trabalhadores sem receber aquilo a que têm direito. Mas há mais! A decisão atende unilateralmente a pretensão do sistema financeiro e do grande empresariado aprofundando a precarização, barateando os créditos trabalhistas e os salários. Ficará oportuno deixar de cumprir a lei. Enquanto cobram juros e correção monetária de todos os brasileiros endividados, querem pagar barato o descumprimento da legislação trabalhista. É isso que está em causa!
O Governo se adiantou em liberar R$ 1,216 trilhão para os bancos brasileiros. A cifra, divulgada pelo próprio BC, equivale a 16,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto isso, para os trabalhadores, sobrou aceitar contratos individuais de trabalho com redução salarial e outras formas mais baratas e a tentativa de afastamento das entidades sindicais das negociações coletivas.
Foi preciso um enorme esforço de mobilização das Centrais para que o Congresso promovesse pequenas correções nas medidas provisórias. Ainda assim, muito aquém do que se vislumbra necessário tanto neste difícil momento por que passamos no Brasil e no mundo, quanto pelo que se avizinha no pós- pandemia.
Ao contrário de todas as recomendações da OIT e outros organismos internacionais, bem como, de economistas alinhados, no mundo inteiro, com uma pauta de superação da pandemia voltada para um mundo menos desigual e mais inclusivo, na contramão do desastre enfrentado pelos sistemas públicos sucateados pelas políticas neoliberais, autoritárias e de austeridade, a pauta do Governo, do grande empresariado e do sistema financeiro, seus aliados no Judiciário e no Parlamento, continua investindo contra as trabalhadoras e trabalhadores.
Não parece ser coincidência que se tenha conseguido retirar da conversão da Medida Provisória 936 o tema da correção monetária dos débitos trabalhistas, que estimulava o mal pagador e deixava milhões de trabalhadoras e trabalhadores com promessas vazias de recebimento de verba alimentar, e a decisão liminar proferida em um final de semana, paralisando os processos trabalhistas sobre essa matéria.
É preciso reagir para exigir que as trabalhadoras e trabalhadores sejam ouvidos e respeitados. Que o desastre proveniente da crise sanitária não se espalhe em medidas de ainda maior precarização para a maioria da população brasileira e em especial nas relações de trabalho.
O STF deve estar à altura do desafio do presente que é assegurar o cumprimento da Constituição que tem por fundamento a valorização do trabalho humano e a existência digna para todos e, em consequência, a livre iniciativa. A inversão de valores, colocando os interesses do sistema financeiro, da liberdade econômica e do grande capital acima dos interesses das pessoas e do bem-estar, põe em risco a democracia e a paz social.
A decisão do Ministro Gilmar Mendes precisa ser revista, seja em reconsideração, seja pelo Presidente do STF, ou por seu colegiado. Ela não colabora com a superação das dificuldades. Sinaliza, de modo desrespeitoso, sobre os sistemas de proteção e aplicação da Justiça social, colaborando para o enfraquecimento das instituições e do diálogo que seja promotor de políticas de emprego e renda, compatíveis com o desenvolvimento do país para todos e não apenas para os poucos que acumulam riquezas.
É por isso que as Centrais Sindicais vêm a público denunciar a decisão monocrática de paralisar a Justiça do Trabalho e deixar milhões de trabalhadoras e trabalhadores sem os seus créditos devidamente corrigidos. Mas alerta que a referida decisão precisa ser compreendida no contexto mais amplo de desrespeito sistemático que se tem feito à pauta dos direitos dos trabalhadores, que estão pagando o preço da acumulação financeira, e estão cada vez mais pobres, precarizados e sem os mecanismos de proteção de direitos como são os sindicatos fortes, negociações coletivas prestigiadas, diálogo social fortalecido, sistema de inspeção do trabalho funcionando, Ministério Público do Trabalho atuante e uma Justiça do Trabalho respeitada.
Em um único final de semana a decisão do Ministro Gilmar Mendes catalisa e revela a perversidade de uma política voltada exclusivamente para beneficiar os que já ganham muito e querem continuar a ganhar, mesmo que para isso precisem debilitar todo o sistema de proteção social. O risco será para todos, pois não se faz democracia sem direitos sociais e diálogo com todas as forças da sociedade. Por ora, o diálogo é apenas com o sistema financeiro, os representantes do grande capital e do agronegócio. Não há democracia pela metade. E não há fortalecimento das instituições democráticas quando estas apostam na sua deslegitimação.
Que o alerta possa ser compreendido, em especial pelo Presidente da Corte e todos os seus Ministros e Ministras, como um chamado ao cumprimento do que fundamenta a República e constitui o Estado Democrático de Direito que é a Justiça social, a valorização do trabalho humano, a existência digna e o diálogo onde os trabalhadores e trabalhadoras sejam ouvidos e suas representações valorizadas.
Esperamos que o Ministro Gilmar Mendes possa reconsiderar a decisão ou que o Ministro Presidente, Dias Toffoli, possa rever ou incluir de imediato em pauta a liminar concedida para o exame colegiado, ainda antes do início do recesso judiciário. 
Certos da sua atenção,

Sérgio Nobre
CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES – CUT, situada à Rua Caetano Pinto nº 575, Brás, CEP: 03041-000 – São Paulo/SP – Brasil

Ricardo Patah
UNIÃO GERAL DOS TRABALHADORES – UGT, situada à Rua Aguiar de Barros, 144, Bela Vista, CEP 01316-020 – São Paulo/SP, Brasil.
Adilson Gonçalves de Araújo

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL – situada à Avenida Liberdade, 113, Liberdade – CEP: 01503000 – São Paulo/SP – Brasil
Miguel Eduardo Torres

FORÇA SINDICAL – FS, situada à Rua Rocha Pombo, 94, Liberdade, CEP: 01525-010 – São Paulo/SP – Brasil
Álvaro Egea

CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS – CSB, situada à Av. Auro Soares de Moura Andrade, 252, CEP 01156-001 – São Paulo/SP
José Calixto Ramos

NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES- NCST, situada na SAF-Sul Quadra 02, Bloco “D” Térreo – Sala 102 / Ed. Via Esplanada CEP: 70070-600 – Brasília/DF – Brasil

segunda-feira, 29 de junho de 2020

9o. Congresso dos Bancários e Bancárias do Distrito Federal e Entorno - Inscrições até 01/07



Bancárias e bancários, participem do 9º Congresso dos Bancários do DF e Entorno.
As inscrições vão até  quarta (1º de julho), e a abertura será dia 3 de julho às 19h, a programação se estenderá pelo dia 04/07.

Inscreva-se em
https://app.bancariosdf.com.br/9congressodistrital/

Quanto mais bancárias e bancários participarem mais poderosas ficam nossas reivindicações!
Juntos somos fortes!

Rafael Guimarães
Sindicato dos Bancários de Brasília
CTB - Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil


Veja no Informativo
 
 

sexta-feira, 1 de maio de 2020

1o. de Maio - Participe de sua casa! Dia da Classe Trabalhadora! Protegei-vos e uni-vos! #ForaBolsonaro


Agora às 11h30, assista a live do 1o. de Maio das centrais sindicais na internet: um show de arte e de política https://ctb.org.br/1o-de-maio/1-de-maio-das-centrais-sindicais-na-internet-um-show-de-arte-e-de-politica/ Viva o 1o. de Maio, dia da Classe Trabalhadora! Protegei-vos e uni-vos!






A live para celebrar o Dia do Trabalhador no Brasil começará às 11h30 de sexta-feira, 1º de Maio. Poderá ser acessada e compartilhada a partir das páginas no Facebook da CTB e demais centrais sindicais e pelo canal de youtube da TVT. Os links estarão disponíveis para acesso e compartilhamento a partir das 11h de sexta-feira (1).

A manifestação na internet foi organizada de forma unitária pelas centrais sindicais – CUT, Força, UGT, CTB, CSB, CGTB, Nova Central, Intersindical, Publica -, com o apoio dos movimentos sociais e sob a bandeira da “Saúde, Emprego e Renda. Em defesa da Democracia. Um novo mundo é possível”.


Durante a live, serão alternadas apresentações artísticas (confira os nomes no card acima) com as mensagens e saudações dos presidentes das centrais sindicais, lideranças dos movimentos sociais, partidos políticos, instituições democráticas, de organismos sindicais internacionais, além de representantes de todas as matrizes religiosas.


Haverá homenagem aos trabalhadores em serviços essenciais. Também será lançada nova etapa da campanha de solidariedade para arrecadação de donativos à população vulnerável, nesse momento de crise sanitária e econômica causada pela pandemia de Coronavírus.

terça-feira, 28 de abril de 2020

O 1º de Maio unitário, por Nivaldo Santana - Portal Vermelho

Portal Vermelho


Trabalhadores precisam jogar papel protagonista, associando a defesa dos seus direitos por salário, emprego e renda com a luta mais ampla e fundamental de defesa da democracia


por Nivaldo Santana

Publicado 27/04/2020 12:41 | Editado 27/04/2020 13:15


Pela primeira vez na história do sindicalismo brasileiro, as celebrações do Dia Internacional do Trabalhador não serão na rua. Onze centrais sindicais brasileiras decidiram realizar o 1º de Maio pelas redes sociais. Entre 10 horas e 14 horas da próxima sexta-feira (1º/5), diversas atividades artísticas e culturais se revezarão com lideranças sindicais, sociais e políticas na defesa unitária do salário, emprego, renda e democracia.

Dois fatores importantes levaram a esta importante decisão. A primeira, mais óbvia, é a proibição de aglomeração de pessoas durante a vigência da pandemia da Covid-19. Não menos importante é a necessidade de construir a mais ampla unidade para enfrentar o desgoverno extremista de Jair Bolsonaro, inimigo dos trabalhadores e da democracia.

Valendo-se do grande desenvolvimento dos meios digitais de comunicação, as centrais sindicais apostam que este 1º de Maio vai repercutir com força em todo o país, dando voz e vez aos trabalhadores. A unidade e a amplitude são questões decisivas para os trabalhadores, principalmente nesta conjuntura em que quatro crises se entrelaçam e se alimentam: as crises sanitária, social, econômica e política.


A pandemia da Covid-19 atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Além da dramaticidade da situação dos mortos e infectados, o isolamento social provoca uma profunda retração na economia.

No caso do Brasil, em que a economia não decola desde 2015, a situação adquire tons dramáticos, com o aumento do desemprego, a diminuição da renda e o empobrecimento generalizado. Para complicar, o País vive um período de desgoverno. Mesmo com pandemia, em duas semanas Bolsonaro demite os ministros da Saúde e da Justiça, além de insistir na postura irresponsável de subestimar a saúde dos brasileiros.

Diante desse quadro, os trabalhadores precisam jogar papel protagonista, associando a defesa dos seus direitos por salário, emprego e renda com a luta mais ampla e fundamental de defesa da democracia. E a defesa da democracia deve colocar na mesma trincheira todas forças sociais e políticas que se contraponham ao desastre nacional do bolsonarismo.

AUTOR

Nivaldo Santana
Secretário de Relações Internacionais da CTB e secretário de Movimento Sindical do PCdoB. Foi deputado estadual em São Paulo por três mandatos (1995-2007)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

CTB: Uma reforma que assalta direitos e fere de morte a nação - Nota da CTB

A aprovação do PLC 38, nesta terça-feira (11), que rasga a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e acaba com conquistas históricas da classe trabalhadora, não ataca somente direitos, ela assalta e fere de morte a nação.
 
A Reforma Trabalhista aprovada ataca frontalmente nosso povo e mina qualquer projeto de retomada do crescimento que tenha por centro a geração de emprego, o respeito à saúde da classe trabalhadora, a distribuição de renda e o combate à pobreza no Brasil.
 
O golpe do capital contra o trabalho condena nosso povo a um tempo de escravidão e pobreza extrema. E tenta eliminar a luta secular dos explorados contra os exploradores.
 
Condenamos cada voto de senador e senadora que preferiu ficar contra o povo e contra a nação. Condenamos cada retrocesso existente nesta proposta.
 
O que ocorreu hoje no Senado com a truculência policial, a violência contra as mulheres, reflete o conteúdo retrógrado do projeto que os autores do golpe querem implantar. Mas, a luta não acabou.
 
A guerra contra a retirada dos direitos seguirá. E a CTB, mobilizada e resistente, ficará firme não só para defender cada direito, mas, sobretudo, para lembrar que a coragem e luta da classe trabalhadora não é de hoje. Ela foi construída com suor e sangue e sempre esteve na linha de frente em defesa da soberania, da nação e dos direitos do nosso povo.
 
Adilson Araújo
Presidente da CTB

domingo, 25 de junho de 2017

NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS

DIA 30 DE JUNHO - VAMOS PARAR O BRASIL CONTRA A REFORMA TRABALHISTA, EM DEFESA DOS DIREITOS E DA APOSENTADORIA

As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.
A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 08 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na Reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado).
Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta.
Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas no dia de hoje conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:
•27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado;
•27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no senado federal;
•30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria.
•No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília
Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

23 de junho de 2017, São Paulo, SP


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Grande marcha a Brasília: centrais sindicais se reúnem em São Paulo e aprovam agenda de lutas - Portal CTB

Grande marcha a Brasília: centrais sindicais se reúnem em São Paulo e aprovam agenda de lutas 
O Fórum das Centrais Sindicais se reuniu nesta quinta-feira (4), na sede da CUT, em São Paulo, para realizar um balanço da greve geral, no dia 28 de abril, e dos atos do 1º de maio, na última segunda-feira. Além disso, o encontro irá aprovar uma nova agenda de manifestações.
#OcupaBrasília: Mobilizar a classe trabalhadora e barrar os ataques aos direitos
O presidente da CTB, Adilson Araújo, defendeu força total na mobilização dos trabalhadores, com visitas às bases, e sugeriu que seja realizada uma nova plenária nacional da classe trabalhadora, já que o momento e a conjuntura têm criado uma demanda muito grande por mais diálogo e informações.
A CTB estava representada também pelo vice-presidente Nivaldo Santana, o secretário-geral Wagner Gomes, o presidente da CTB-SP, Onofre Gonçalves, e pelo secretário-geral da CTB-SP, Paulinho Nobre.
A agenda proposta pelo fórum das centrais sindicais prevê atos em Brasília e no país nas próximas duas semanas e uma grande marcha rumo ao Congresso Nacional. Confira:

Semana de 8 a 12 de maio: coletivo de dirigentes preparado e qualificado (presidentes de sindicatos e centrais) para estar em Brasília conversando com os senadores e os deputados, ações nos aeroportos e nas bases eleitorais dos parlamentares nos estados.

Semana de 15 a 19 de maio: realização de uma grande marcha das centrais, em Brasília (data a ser definida). Uma nova greve geral poderá ser convocada.
Portal CTB com informações de Joanne Mota

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Centrais Sindicais em nota lançam mobilização a Brasília

São Paulo, 04 de maio de 2017

NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS
CONTINUAR E AMPLIAR A MOBILIZAÇÃO CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS!


As Centrais Sindicais, reunidas na tarde desta quinta feira, avaliaram a Greve Geral do dia 28 de abril como a maior mobilização da classe trabalhadora brasileira. Os trabalhadores demonstraram sua disposição em combater o desmonte da Previdência social, dos Direitos trabalhistas e das Organizações sindicais de trabalhadores. 
A forte paralisação teve adesão nas fábricas, escolas, órgãos públicos, bancos, transportes urbanos, portos e outros setores da economia e teve o apoio de entidades da sociedade civil como a CNBB, a OAB, o Ministério Público do Trabalho, associações de magistrados e advogados trabalhistas, além do enorme apoio e simpatia da população, desde as grandes capitais até pequenas cidades do interior.
As Centrais Sindicais também reafirmaram sua disposição de luta em defesa dos direitos e definiram um calendário para continuidade e ampliação das mobilizações.

CALENDÁRIO DE LUTA
08 a 12 de maio de 2017
▪ Comitiva permanente de dirigentes sindicais no Congresso Nacional para pressionar os deputados e senadores e também atividades em suas bases eleitorais para que votem contra a retirada de direitos;
▪ Atividades na base sindicais e nas ruas para continuar e aprofundar o debate com os trabalhadores e a população, sobre os efeitos negativos para a toda sociedade e para o desenvolvimento econômico e social brasileiro.

Do dia 15 ao dia 19 de maio:
▪ Ocupa Brasília: conclamamos toda a sociedade brasileira, as diversas categorias de trabalhadores do campo e da cidade, os movimentos sociais e de cultura, a ocuparem Brasília para reiterar que a população brasileira é frontalmente contra a aprovação da Reforma da previdência, da Reforma Trabalhista e de toda e qualquer retirada de direitos;
▪ Marcha para Brasília: em conjunto com as organizações sindicais e sociais de todo o país, realizar uma grande manifestação em Brasília contra a retirada de direitos.

Se isso ainda não bastar, as Centrais Sindicais assumem o compromisso de organizar um movimento ainda mais forte do que foi o 28 de abril.
Por fim, as Centrais Sindicais aqui reunidas convocam todos os Sindicatos de trabalhadores do Brasil para mobilizarem suas categorias para esse calendário de lutas.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

Leia mais
www.ctb.org.br

domingo, 12 de abril de 2015

Ator Bemvindo Sequeira - Sem a luta dos trabalhadores a gente moraria em cavernas e trabalharia 14 horas por dia - Brasil de Fato

Brasil de Fato


Foto: Pablo Vergara

O ator Bemvindo Sequeira fala sobre a polêmica lei da terceirização; Segundo ele, chegamos ao esgotamento de um modelo "Como resolve isso? Com reformas", pontuou

09/04/2015

Por Fania Rodrigues,

Do Rio de Janeiro (RJ)

Ator consagrado nos palcos e na TV, Bemvindo Sequeira quase foi batizado como Alegria, não fosse o pai mudar de ideia na última hora. Ainda assim nasceu com dom de fazer graça. Seu humor, seu senso crítico apurado e, claro, o talento de ator lhe renderam papeis como o "Seu Brasilino", da Escolinha do Professor Raimundo, e os personagens "Zebedeu", na novela Mandacaru, e "Bafo de Bode", na novela Tieta. Desde 2006 o artista trabalha na Record.

Mas Bemvindo Sequeira também é conhecido por seu engajamento político e sua defesa aos direitos dos trabalhadores. Participou da elaboração da lei que regulou a profissão de artista e técnico de espetáculos, em 2010, e foi o primeiro profissional a ter seu registro na Delegacia Regional do Trabalho do estado da Bahia, há 40 anos. É para falar sobre os direitos trabalhistas e a lei da terceirização que o ator concedeu uma entrevista esta semana ao Brasil de Fato.

Brasil de Fato – Como você avalia essa lei da terceirização da força de trabalho?

Bemvindo Sequeira - A terceirização é ruim para o trabalhador, ele perde direitos e, muitas vezes, o vínculo com o sindicado e sua categoria. Por exemplo, eu trabalho para a Record há quase 10 anos e estou filiado ao sindicato dos artistas. Se a emissora resolver contratar uma empresa da indústria do cinema e fazer uma novela com atores terceirizados vamos ter que recorrer ao sindicado da indústria cinematográfica. Isso vai desarticular a luta sindical por melhores salários. E esse é apenas um dos problemas.

Brasil de Fato – Que impacto isso pode gerar para o trabalhador e a economia?

Essa medida vai resultar no aumento do desemprego, da rotatividade nos postos de trabalho, porque a empresa perde esse vínculo direto com o empregado, queda nos salários, e até modificação na lei trabalhista e perda de conquistas acumuladas desde o presidente Getúlio Vargas.

Brasil de Fato – Existe por parte dos empresários uma pressão muito grande para ampliar ainda mais os setores onde podem atuar com mão de obra terceirizada. Quais são as razões dessa pressão?

O empresário quer lucro. O único objetivo do capital é aumentar as taxas de lucratividade, ele não tem nenhuma função social. Se não fosse a luta dos trabalhadores a gente ainda estaria morando em cavernas e trabalhando 14 horas por dia.

Brasil de Fato – Os empresários reclamam dos autos impostos trabalhistas, que acaba afetando o pequeno e médio empregador também. Qual sua opinião sobre o tema?


É claro que a gente precisa modernizar as relações de contratação. Não é possível que os tributos continuem tão altos. Mas o que está acontecendo é que o empresário quer aliviar suas costas à custa do trabalhador. Isso é o que não pode acontecer. Se a Federação das Indústrias é a favor dessa lei da terceirização, se os patrões são a favor, nós, os trabalhadores, temos que ser contra, pois está na contramão dos nossos direitos.

Brasil de Fato – Qual a solução então?

Chegamos ao esgotamento de um modelo. Como resolve isso? Com reformas. Se não houver reforma agrária, tributária e política não vamos avançar. E se a burguesia e a elite conservadora têm a hegemonia no Congresso, então nós precisamos nos mobilizar.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Uma rota de colisão com a classe trabalhadora - Adilson Araújo - Presidente da CTB

Uma rota de colisão com a classe trabalhadora


Adilson Araujo
A ênfase numa política econômica conservadora, ditada pelos interesses do capital financeiro e hoje sob o comando do ministro Joaquim Levy, está conduzindo o governo a uma perigosa rota de colisão com a classe trabalhadora e os movimentos sociais, cujos militantes tiveram papel decisivo na reeleição de Dilma Rousseff, em confronto aberto com os banqueiros, o todo poderoso mercado e a grande burguesia nacional e estrangeira. As medidas de austeridade fiscal até agora anunciadas tendem a provocar o agravamento da crise econômica, deprimindo o consumo e aumentando o desemprego. Sintomaticamente foram elogiadas até pelo famigerado FMI, que está impondo aos povos da Europa o desmantelamento do chamado Estado de Bem Estar Social.
No Brasil sequer alcançamos algo que mereça o nome de Estado de Bem Estar Social. Os salários, aposentadorias, direitos e conquistas acumuladas pela nossa classe trabalhadora são bem mais modestas. O custo unitário do trabalho é significativamente mais baixo. Ainda assim, a pretexto do desequilíbrio das contas públicas, o governo que julgamos democrático e popular recorre à redução dos direitos do povo trabalhador para concretizar o ajuste fiscal advogado com muito sensacionalismo pela mídia burguesa e exigido diuturnamente pelos que dão voz e vida ao mercado financeiro. Para indignação das centrais sindicais falou-se até em correção de distorções e fraudes para encobrir o verdadeiro objetivo dos pacotes de maldades anunciados até o momento: viabilizar o superávit primário. Trata-se de economizar cortando nos gastos com os mais pobres para pagar justos ou encher as burras dos rentistas.
Risco de recessão
A nova equipe econômica, cujo chefe (Levy) prometeu a grandes empresários estrangeiros reunidos em Davos nesta quarta-feira, 21, um “duro ajuste”, já subtraiu de cerca de dois terços dos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao seguro-desemprego, segundo estimativas do Dieese, restringiu o direito à pensão, ao salário família, auxílio doença. Notemos que a presidenta Dilma disse que não reduziria direitos trabalhistas “nem que a vaca tussa”, mas os compromissos com nossa classe assumidos durante a campanha estão sendo sacrificados no altar da política fiscal, num ritual aplaudido pela burguesia financeira e a mídia empresarial.
O governo também vetou o reajuste de 6,5% sobre a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, aprovado pelo Congresso, elevou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito para arrochar ainda mais o consumo (que está estagnado), enquanto o BC aumentou em 0,5% a taxa básica de juros (Selic, que subiu a 12,25%). Tudo isto caminha na contramão do que o Brasil precisa, uma vez que joga mais lenha na fogueira da recessão econômica, estimula demissões em massa e aumenta a concentração da renda. Por isto, tais medidas têm merecido a condenação unânime do movimento sindical brasileiro ao passo que são recebidas com indisfarçável deleite por banqueiros, especuladores, investidores internacionais e FMI.
Caráter de classe
Nosso pobre país destina o equivalente a 6% do PIB ao pagamento dos juros da dívida pública, bem mais do que se gasta em educação e saúde, cujos orçamentos são sacrificados em benefício dos rentistas. É uma realidade escandalosa, que traduz uma colossal e infame transferência de renda da sociedade para os credores e impõe uma lógica perversa à macroeconomia. O ajuste fiscal é apresentado como uma necessidade histórica objetiva, além de indispensável à governabilidade. Mas o discurso oficial encobre o fato de que a orientação econômica tem caráter de classes e, no caso em tela, contempla os interesses do capital em detrimento do trabalho. Aqui (onde apesar da derrota da direita nas eleições presidenciais o neoliberalismo está se impondo) assim como na Europa e em outras partes do mundo.
Alternativas existem e os movimentos sociais, com o respaldo de muitos economistas progressistas, não cansam de apontá-las. Se é real a necessidade de um maior equilíbrio das contas públicas é preciso que se diga em primeiro lugar que o déficit existente (classificado como déficit fiscal nominal) é provocado exclusivamente pelas despesas financeiras (juros) e, ainda, que receitas podem ser ampliadas e gastos reduzidos, se necessário, sem sacrificar os interesses do povo e o desempenho da economia, que pode ser precipitada ao pântano da recessão.
Direitos sagrados
O Jornal do Trabalhador, editado unitariamente pelas centrais (CTB, CUT, FS, UGT, NC e CSB) para convocar o Dia Nacional de Lutas de 28 de fevereiro contra os pacotes de maldade, sugere uma receita com quatro medidas: instituição do Imposto sobre Grandes Fortunas; taxação das remessas de lucros e dividendos ao exterior (que, de quebra, contribuiria em muito para o controle do déficit externo em contas correntes); revisão das desonerações (sobretudo em ramos controlados por multinacionais, que com a renúncia fiscal ampliaram seus lucros e, ao mesmo tempo, as remessas às matrizes) e redução dos juros (que originam o déficit público). Seria um ajuste mais suave, feito à custa dos ricos, a economia nacional ficaria mais animada e a classe trabalhadora agradecida, sem a sensação de uma punhalada pelas costas na véspera do Carnaval.
Não podemos é abrir mão da luta em defesa dos interesses da sofrida e explorada classe trabalhadora, cujas conquistas e direitos, arrancados com sangue, suor e muitas lutas, são sagrados para nós. Temos consciência de que é possível e necessário mudar a lógica e os rumos da política econômica e vamos redobrar nossos esforços de mobilização das bases para as batalhas que realizaremos neste sentido, começando pelo dia 28 de janeiro e passando pela Marcha da Classe Trabalhadora convocada para 26 de fevereiro. Teremos muita briga pela frente.

Por Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

El Pueblo Unido Jámas Será Vencido em RAP - Posse 99 e Quilapayun e acordes para você tocar no Violão com La Cuerda Net




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El pueblo unido jamas sera vencido! - La Cuerda Net



LAm       DO      REm      MI7
El pueblo unido jamas sera vencido!
  LAm      DO       REm     MI7
De pie cantar que vamos a triunfar
  LAm     DO      REm     MI7
avanzan ya banderas de unidad
  REm  SOL7       DO        LAm    REm  MI7
y tu vendras marchando junto a mi y asi veras
    LAm           LA7     REm
tu canto y tu bandera florecer
  SOL7        DO         LAm
la luz de un rojo amanacer
    REm    MI7     LAm    MI7
annuncia ya la vida que vendra

 LAm        DO         REm             MI7
De pie marciar que el pueblo va a triunfar
 LAm  DO      REm        MI7
sera mejor la vida que vendra,
    REm  SOL7  DO         LAm
a conquistar nuestra felicidad
    REm      MI7      LAm  LA7           REm
y en un clamor mil voces de combate se alzaran
SOL7  DO             LAm
diran cancion de libertad,
   REm  MI7           MI7 LAm
con decision la Patria vencera

REm                            SI7
Y ahora el pueblo que se alza en la lucha
     LAm         MI-7       MI7
con voz de gigante gritando: adelante!

El pueblo unido jamas sera vencido!
El pueblo unido jamas sera vencido!
La Patria sta forjandola unidad,
de norte a sur se movilizarà
desde el salar ardiente y mineral
al bosque austral, unidos en la luche y el trabajo iran
la Patria cubriran, su paso ya anuncia el porvenir

De pie cantar que el pueblo va a triunfar
miliones ya imponen la verdad,
de acero son, ardiente batallon
sus manos van llevando la justicia y la razon mujer
con fuego y con valor ya estas aqui junto al trabajador


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dia 02 dejulho (terça): CTB falará com Deputados(as) e Senadores nos Aeroportos de todas as capitais - Carta Aberta




A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) pede aos deputados federais e senadores que se somem à luta em defesa das reivindicações do povo e da classe trabalhadora por um Brasil melhor, mais justo, democrático, atento e sensível aos clamores que ecoam por esses dias nas ruas e avenidas.
Nesta batalha a classe trabalhadora reclama 10% do PIB para a saúde, 10% do PIB para educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem prejuízo para os salários, valorização das aposentadorias, transporte público de qualidade, reforma agrária, mudanças nos leilões do petróleo, rejeição do PL 4330 que escancara a terceirização, plebiscito popular sobre a reforma política, reforma urbana e democratização dos meios de comunicação.

Em torno dessas bandeiras, as centrais sindicais e os movimentos sociais convocaram para 11 de julho um Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações. Contamos com o apoio da população e também dos legisladores à luta para transformar o Brasil num país mais justo e democrático.

DESTACAMOS NESTA LUTA
- Fim do fator previdenciário;
- Redução da jornada de trabalho para 40h semanais;
- Não à terceirizaçao e ao PL 4330/04;
- Valorização das aposentadorias;
- Reforma Agrária;
- Saúde e Educação públicas, gratuitas e de qualidade.

Coletivizando no Youtube