sábado, 12 de setembro de 2026
CTB BANCÁRIOS REPUDIA O TERRORISMO NEGOCIAL E A IRRESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO DA CAIXA
Uma pequena vitória e um adiamento, mas essenciais para vencer adiante - Paulo Vinícius da Silva
Minha primeira Greve como Bancário em Fortaleza, com os empregados da Caixa, gente de luta!
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Guerra híbrida: Atuação de André Mendonça favorece o bolsonarismo na disputa pelo Senado Federal - Por Esdras Gomes – Jornalista (Metamorfose Comunicação)
Depois da derrota de Jair Bolsonaro e dos sucessivos reveses da direita no Supremo Tribunal Federal (STF), o bolsonarismo passou a tratar a conquista da maioria no Senado como uma prioridade. Lideranças desse campo defendem abertamente a eleição de senadores dispostos a apoiar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.
Mas o cenário eleitoral não está definido. No Nordeste, existe a possibilidade de crescimento das candidaturas apoiadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No Ceará, Cid Gomes (PSB) lidera, enquanto Luizianne Lins (Rede) aparece empatada com Capitão Wagner (União Brasil) na disputa pela segunda vaga. Na Paraíba, João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ocupam as duas primeiras posições, abrindo a possibilidade de o estado eleger dois senadores de fora do bolsonarismo.
Outros resultados também demonstram a força do campo progressista e dos aliados de Lula. Na Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) lideram a disputa pelas duas vagas. Em Pernambuco, Marília Arraes (PDT) aparece em primeiro lugar, seguida por Humberto Costa (PT). Em Alagoas, Renan Calheiros (MDB), aliado do governo Lula, lidera as pesquisas. No Rio Grande do Norte, Zenaide Maia (PSD) ocupa a segunda colocação e nomes do PDT e PT podem crescer na reta final.
No Norte, Jorge Viana (PT) está entre os primeiros colocados no Acre, enquanto Randolfe Rodrigues (PT) ocupa a segunda posição no Amapá. Esses resultados ajudam a demonstrar que, apesar do avanço da direita em vários estados, o PT e o campo progressista mantêm candidaturas competitivas fora do Nordeste.
No Sudeste, Marina Silva (Rede) lidera em São Paulo, empatada numericamente com Guilherme Derrite (PP). Marília Campos (PT) aparece em primeiro lugar em Minas Gerais; Benedita da Silva (PT) lidera no Rio de Janeiro; e, no Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB) dispara e Fabiano Contarato (PT) luta pela segunda vaga. No Sul, Manuela d’Ávila (PSOL) aparece em segundo lugar no Rio Grande do Sul. No Paraná, Gleisi Hoffmann (PT) está em terceiro, mas próxima dos dois primeiros colocados.
Neste cenário entra Mendonça. O problema não é o caso Master. Mas quando ele parte pro desgaste do STF em pleno período eleitoral. A disputa que ele cria no STF com Moraes puxa a imagem do STF para lama e este é o desejo dos bolsonaristas e de sua guerra subterrânea e psicológica. O debate veem para um nível moral, facilmente absorvida pelo esgoto fascista e de rápido contagio pela população. É um terreno facilmente ocupado pelas redes da extrema direita, nas quais informações descontextualizadas, suspeitas e acusações circulam rapidamente.
As pesquisas mais recentes indicam que o PL poderia iniciar 2027 com aproximadamente 20 senadores, considerando os parlamentares que continuarão no cargo e os candidatos atualmente posicionados para conquistar novas vagas. Podendo com os aliados atingir a maioria plena, elegendo o presidente do Senado Federal.
Para os sindicalistas, imaginem Rogério Marinho (PL) presidente do Senado Federal.
A atuação de Mendonça pode produzir efeitos eleitorais indiretos, provocando reveses para candidaturas progressistas, especialmente no Sudeste, e ajudando o bolsonarismo a consolidar posições no Nordeste. Algumas candidaturas da direita aparecem momentaneamente na frente, mas ainda podem ser derrotadas por uma onda eleitoral associada à mobilização popular e à campanha de Lula.
Por isso, é hora de o campo democrático e progressista tratar a eleição para o Senado como prioridade nacional. Na disputa presidencial existe a possibilidade de segundo turno; para o Senado, não. Cada eleitor poderá votar em dois candidatos, e os dois mais votados em cada estado serão eleitos.
É necessário construir uma estratégia unificada para derrotar o bolsonarismo, ampliar a representação progressista e impedir que o Senado seja transformado em instrumento permanente de confronto contra o STF, contra os direitos sociais e contra um eventual novo governo Lula
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
A crise do STF e o novo golpe em curso - Luís Carlos Paes
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS - CTB Bancários
CTB BANCÁRIOS
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL
A CTB Bancários considera grave a postura adotada pela Fenaban após as assembleias da Campanha Nacional dos Bancários de 2026. Depois de negociar nacionalmente e submeter uma proposta à categoria, a representação dos bancos pretende agora tratar de forma diferente as bases que aprovaram e aquelas que rejeitaram a proposta, ameaçando dois pilares históricos da organização dos bancários: a mesa única de negociação e a Convenção Coletiva Nacional.
A mesa única foi conquistada justamente para impedir que os bancos fragmentassem os trabalhadores por empresa, região ou sindicato. Sua existência nunca dependeu de unanimidade nas assembleias. Ao longo da história da categoria houve propostas rejeitadas, greves, novas negociações, novas assembleias e adesões posteriores. Rejeitar uma proposta nunca significou abandonar a negociação nacional.
É essa lógica que a Fenaban procura inverter. Nos ofícios encaminhados às entidades sindicais, considera encerrada a negociação e afirma que não reabrirá a mesa com sindicatos que rejeitaram a CCT. Na prática, pretende transformar o direito de rejeitar uma proposta numa escolha entre aceitar o que os bancos oferecem ou ficar fora da contratação nacional.
Essa postura não pode ser analisada isoladamente da condução patronal de toda a campanha. A Fenaban levou a apresentação das cláusulas econômicas decisivas para a fase final da negociação e utilizou a proximidade do fim da vigência dos instrumentos coletivos como elemento de pressão sobre a categoria. Agora, diante das rejeições em algumas bases, procura transformar o resultado das assembleias em instrumento para encerrar a negociação com quem decidiu continuar lutando. O conjunto dessas atitudes revela uma estratégia de endurecimento que pressiona os trabalhadores a aceitar a proposta patronal e favorece a fragmentação da negociação nacional.
Isso é uma pressão inaceitável sobre a soberania das assembleias. Uma negociação só é efetivamente democrática se os trabalhadores puderem dizer não e continuar negociando. Mesa única não pode existir apenas enquanto as bases aceitam a proposta patronal. Se o direito de permanecer na negociação depende de aprovar a proposta dos bancos, deixa de existir negociação e passa a existir adesão.
A chamada Cláusula X é a cláusula de exclusão proposta pela Fenaban: pretende incluir na própria CCT listas de bases do Banco do Brasil e da Caixa que, por terem rejeitado a proposta, ficariam fora das Convenções, sem a garantia convencional de abono da paralisação de 20 de agosto e das ausências decorrentes de paralisações e greves posteriores. A cláusula não é o problema isoladamente; é a materialização, no texto da CCT, da política de dividir a categoria entre quem aceita e quem continua lutando.
O tratamento dado aos dois bancos públicos evidencia ainda mais essa postura. No Banco do Brasil, a Fenaban criou uma situação intermediária para as bases que deliberaram pela reabertura das negociações: admite nova assembleia até 10 de setembro e posterior assinatura, preservando os efeitos da CCT desde 1º de setembro. Na Caixa, não oferece a mesma possibilidade: as bases que rejeitaram são diretamente enquadradas no grupo de exclusão. Além de fragmentar a negociação nacional, a Fenaban estabelece tratamentos diferentes entre bases que decidiram não encerrar a luta.
Também é preocupante que as direções do Banco do Brasil e da Caixa não se coloquem contra uma dinâmica que ameaça a unidade da negociação nacional. Bancos públicos não deveriam contribuir, por ação ou omissão, para uma estratégia que isola seus próprios trabalhadores da contratação coletiva da categoria.
A gravidade vai além de BB e Caixa. Num sistema financeiro marcado pelo fechamento de unidades, redução de postos de trabalho, terceirização e acelerada transformação tecnológica, fragmentar a representação e a negociação dos trabalhadores interessa aos bancos e enfraquece a capacidade coletiva de enfrentar essas mudanças. Se prevalecer a tese da Fenaban, abre-se ainda um precedente para futuras campanhas: apresenta-se uma proposta nacional, quem aceita permanece na Convenção e quem rejeita pode ser retirado da contratação coletiva. Isso devolve aos bancos uma capacidade de divisão que a categoria levou décadas para superar.
Não há necessidade disso. Historicamente, já ocorreram rejeições seguidas de novas assembleias e posterior assinatura. Também há sindicatos que não participam das mesas nacionais, deliberam em suas bases e posteriormente formalizam sua adesão aos instrumentos coletivos. A experiência da própria categoria demonstra que é possível assinar a CCT com quem está autorizado sem fechar a porta para quem continua lutando.
Por isso, a CTB Bancários defende uma posição unitária de Contraf-CUT, Contec, federações e sindicatos, independentemente da posição adotada nas assembleias: rejeitar a política de exclusão da Fenaban e não permitir que ela seja incorporada à CCT.
Quem aprovou deve ter sua decisão respeitada e assinar. Quem rejeitou também deve ter sua decisão respeitada e continuar mobilizado, negociar, voltar à assembleia e aderir posteriormente ao instrumento caso sua base assim decida.
A Fenaban não pode negociar nacionalmente para apresentar sua proposta e fragmentar a categoria quando essa proposta é rejeitada. Não pode aproveitar divergências legítimas entre as bases para enfraquecer a mesa única e transformar a CCT nacional em instrumento de pressão contra quem continua lutando.
A MESA É ÚNICA. A CCT É NACIONAL. A CATEGORIA É UMA SÓ.
CTB Bancários
Eleições 2026: luta dos trabalhadores e serviço público no Ceará - Podcast Coletivizando, sexta, 11/09/2026 às 8h15, com Gilcélio Paiva
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Podcast Coletivizando – Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas - Sexta, 03/09/2026

Podcast Coletivizando –
* Sexta-feira, 04 de setembro de 2026, às 8h15 AM.Apresentação: Paulo Vinícius da Silva.
Papo Político
Tema: Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas.
Convidado: Tulio Menezes (Bancário CEF e da CTB Bancários-CE/Sindicato).
Canta, minha gente: La Marseillaise de la Commune.
Assista no YouTube nos canais @metamorfosecomunicacao e @ColetivizandoBR
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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Diversionismo mira o STF como instituição da República - Paulo Vinícius da Silva
DIVERSIONISMO: é a ação que busca mudar o assunto em pauta que édesfavorável, mudar o foco, ou esconder um aspecto da situação. O véu que esconde é outro escândalo.
Quem foi colocado no Ministério da Justiça por Bolsonaro para proteger Tariflávio Rachadinha? Por que ele chegou ao STF? O que se quer esconder com o ataque a Moraes?
1) Os novos pagamentos recém-descobertos de Vorcaro a Tariflávio?
2) A votação decisiva do #FimdaEscala6x1 no Senado essa semana?
Quem errou, deve pagar. As coisas tem ordem e dimensões distintas, tem investigação, acusacao, defesa e julgamento. Já sabemos como a lava jato operou e opera, em conluio com a imprensa golpista. Evidentemente o que se quer é mudar o assunto.
Houve alguma ação de Moraes contra as investigações sobre o Master?
Já a denúncia contra ele, quer proteger alguém envolvido até o pescoço no caso e que é candidato? O juiz que protege um réu no curso do processo que preside pode seguir à frente do processo?
Isso é Goebbels na veia. A Carta Capital há tempos publicou os Princípios da Propaganda de Goebbels (https://coletivizando.blogspot.com/2026/09/diversionismo-mira-o-stf-como.html), o sinistro e genial ministro da Propaganda Nazista, sintetizados a partir de suas ações. É notável a semelhança com as ações em tela:
Princípio do Silêncio:Ocultar e omitir qualquer informação que não seja conveniente para a narrativa.
Princípio da Transferência: Conectar um acontecimento atual a um fato do passado, somando ocorrências históricas para reforçar a mensagem.
Princípio de Unanimidade: Estimular a convergência de opiniões em temas de interesse geral para manipular o sentimento coletivo e direcioná-lo contra o inimigo eleito.
Ocultar o protegido, requentar erros que não têm relação com a obstrução do processo (e obstruí-lo desse modo) e mudar a discussão para outro alvo, causando a indignação geral e contando com a unanimidade dos candidatos de direita e extrema direita e da imprensa corporativa propriedade dos rentistas e especuladores. O Brasil não é para amadores. Vale tudo para impedir a eleição de Lula. A implosão do STF antecede ações no TSE que visarão a esse fim. É método.
Uma coisa é certa: a extrema direita bolsonarista, sem voto, enrolada e desesperada, vê na implosão do STF o elemento central para deter a sua derrota e impedir a vitória dos trabalhadores no Senado, com a aprovação do #FimdaEscala6x1 essa semana.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Programa Pão com Ovo no youtube - Quarta, 2/9/2026, às 20h, com Paulo Vinícius da Silva - Soberania nacional, luta anti-imperialista e os desafios colocados para o Brasil nas eleições de 2026.
Soberania nacional, luta anti-imperialista e os desafios colocados para o Brasil nas eleições de 2026.
📅 02/09 — quarta-feira
🎙️ Com Paulo Vinícius da Silva(PV)
📺 Ao vivo na Pão com Ovo
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final 🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 ⏰ Horário: 8h15 AM - podc ast Coletivizndo
Neste episódio especial do Podcast Coletivizando do Dia dos Bancários (as), debateremos o tenso momento atual da Campanha Nacional da categoria!
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final
🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
⏰ Horário: 8h15 AM
👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva
Bancários(as) enfrentam os patrões mais poderosos do Brasil, o sistema financeiro, naquela que é a maior negociação coletiva do país. Na reta final, os bancários(as) se deparam com impasses e tensões: fim da ultratividade, riscos à Mesa Única, precarização da maioria do ramo financeiro. Há caminhos para a vitória?
Convidado:
Hermelino Neto — Coordenador Nacional da CTB Bancários e Vice-presidente da CTB Bahia, direto de São Paulo, onde a CTB acompanha as negociações na Mesa do Comando Nacional
📲 Acompanhe no Youtube:
@Metamorfosecomunicacao https://www.youtube.com/watch?v=e-tq6CCnYx8
@ColetivizandoBR https://www.youtube.com/watch?v=xkMSAlGECCE Blog www.coletivizando.blogspot.com
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Dona Lourdes, mãe e feminista - Paulo Vinícius da Silva
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Podcast Coletivizando - Ceará: Estado e Desenvolvimento, com o Professor Samuel Siebra, sexta, 21/8, às 8h15 no YouTube
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Fidel 100 anos - Soberania, Solidariedade, Socialismo
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Podcast Coletivizando de 14/08/2026, às 8h15: Campanha Nacional dos Bancários 2026

O programa tem uma mudança na ordem dos blocos, com vistas a um melhor aproveitamento do tempo. O programa, apresentado pelo Sociólogo e Bancário Paulo Vinícius da Silva, inicia com o Cuida, que abordará a Campanha Nacional dos Bancários, a maior campanha salarial do Brasil e que inicia um calendário de reivindicações salariais de grandes categorias. O bloco pretende introduzir a audiência na campanha, suas principais pautas e dilemas.
O Canta, minha gente traz a tocante canção cearense Consolança, de Eugênio Leandro e letra de Oswald Barroso, um gigante do teatro e da cultura cearense, lutador pela democracia e que recentemente nos deixou.
O Podcast Coletivizando é uma realização do Blog Coletivizando, em parceria com a Metamorfose Comunicação e o apoio do Núcleo Sindical de Base da CTB Bancários do Ceará e o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília.
SERVIÇO:
Podcast Coletivizando
Sexta-feira, 14/08/2026, 8h15
Nos canais do Youtube
@metamorfosecomunicacao
@coletivizandoBR
Assista no Coletivizando:
Assista no Metamorfose:
domingo, 5 de julho de 2026
Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando
Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando https://t.co/7BSTD07xsq via @YouTube pic.twitter.com/ppHJb8pvJh
— Paulo Vinícius da Silva (@PauloVinicius65) July 5, 2026
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