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segunda-feira, 10 de junho de 2019
quarta-feira, 21 de junho de 2017
O Esquenta em Brasília: unidade e pressão, nas ruas e no Congresso - Paulo Vinícius Silva
Bancários, CUT e CTB agitaram o Setor Comercial Sul
O Esquenta da Greve Geral, convocada pelas Centrais Sindicais para o próximo dia 30 teve uma Tribuna Popular e uma performance teatral realizada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela CUT e que contou com o apoio da CTB. A atividade iniciou por volta das 10 da manhã da terça, 20/06, no Setor Comercial Sul, defronte ao Pátio Brasil.
Os dirigentes bancários se revezaram ao microfone,esclarecendo à população que circula e trabalha na região sobre os impactos nefastos da destruição da Previdência e da CLT, erroneamente chamadas de reformas pelo governo ilegítimo, corrupto e golpista de Michel Temer. A população pôde compreender os danos causados pela terceirização sem limites, nas atividades fim e meio, e inclusive a possibilidade de quarteirização. Foi denunciada a crueldade com que se trata as mulheres no texto, que poderão ser liberadas para trabalhar grávidas em locais insalubres, assim como na ampliação do tempo de contribuição de homens e mulheres, sem levar em conta o peso da dupla e tripla jornada. A CTB denunciou a destruição da justiça do trabalho e o paralelismo sindical que visa a fazer o assédio moral das empresas contra os trabalhadores para que abram mão de direitos legais seja considerado um mecanismo jurídico válido, com o negociado acima do legislado.
As Centrais seguem articulando no Congresso e a vitória no Senado com voto decisivo de Brasília
A atividade reforçou a convocação da Greve Geral do dia 30 de junho e a CUT Brasília fez um panfleto denunciando o assassinato de direitos, com uma performance teatral que seguiu pelo Setor Comercial Sul, com sindicalistas maquiados como personagens de filmes de terror, a exemplo de seu Presidente, também diretor do Sindicato dos Bancários, Rodrigo Britto.
Durante a atividade foi reforçada a pressão sobre os senadores do Distrito Federal, Reguffe, Cristóvam Buarque (PPS) e Hélio José (PMDB), para que rejeitem as Deformas e a retirada de direitos. O gabinete do Senador Hélio José foi contatado por telefone em pleno ato, como parte da performance, sendo pressionado a votar a favor dos trabalhadores.
O fato é que no mesmo dia, o parlamentar votou a favor do relatório Paim na Comissão de Assuntos Sociais, que julgava o mérito da proposta, rejeitando, graças à virada de dois votos, o relatório do Senador Ricardo Ferraço (PSDB), que enviava o texto intocado do relatório do deputado Rogério Marinho, outro tucano, potiguar, que destrói a CLT. A decisão surpreendente reanima a luta e embola o meio de campo da tramitação, ampliando o prazo, o que tornará ainda mais importante a construção da Greve Geral no dia 30 de junho, assim como a pressão sobre os Senadores, tanto na Comissão de Constituição e Justiça, quanto no plenário.
O Esquenta em Brasília teve ainda a característica de reforço da articulação política junto aos deputados e senadores, tanto com a participação do Vice-Presidente da CTB, Vicente Selistre, e do Secretário de Serviço Público, João Paulo, junto à CAS, assim como o Diretor da CTB-DF Paulo Vinícius, que se somou às reuniões com os deputados e senadores de oposição em ambas as casas, em conjunto com a CUT e a Intersindical. Nas reuniões, entre outros temas, o dirigente bancário reforçou a necessidade de coibir as práticas antissindicais que
A vitória e a mobilização reforçam a Greve Geral de 30 de junho
O Esquenta da Greve Geral em todo o país se mostrou imprescindível para animar a construção da Greve e, como pontuou Adilson Araújo, Presidente Nacional da CTB: "A derrota de Temer na Comissão do Senado fortalece ainda mais a luta e a organização da Greve Geral". A Greve Geral ganhará mais força, no caminho do dia 30, articulando a luta nas ruas, nas redes e no parlamento, em defesa dos direitos, pelo Fora Temer e as Diretas Já!
O Esquenta da Greve Geral, convocada pelas Centrais Sindicais para o próximo dia 30 teve uma Tribuna Popular e uma performance teatral realizada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela CUT e que contou com o apoio da CTB. A atividade iniciou por volta das 10 da manhã da terça, 20/06, no Setor Comercial Sul, defronte ao Pátio Brasil.
Tribuna Popular no SCS contou com varios dirigentes dos Bancários de Brasília, a exemplo de Paulo Vinícius, Jeferson Meira, Antônio Abdan e José Wilson, esclarecendo a população.
As Centrais seguem articulando no Congresso e a vitória no Senado com voto decisivo de Brasília
A atividade reforçou a convocação da Greve Geral do dia 30 de junho e a CUT Brasília fez um panfleto denunciando o assassinato de direitos, com uma performance teatral que seguiu pelo Setor Comercial Sul, com sindicalistas maquiados como personagens de filmes de terror, a exemplo de seu Presidente, também diretor do Sindicato dos Bancários, Rodrigo Britto.
Durante a atividade foi reforçada a pressão sobre os senadores do Distrito Federal, Reguffe, Cristóvam Buarque (PPS) e Hélio José (PMDB), para que rejeitem as Deformas e a retirada de direitos. O gabinete do Senador Hélio José foi contatado por telefone em pleno ato, como parte da performance, sendo pressionado a votar a favor dos trabalhadores.
O fato é que no mesmo dia, o parlamentar votou a favor do relatório Paim na Comissão de Assuntos Sociais, que julgava o mérito da proposta, rejeitando, graças à virada de dois votos, o relatório do Senador Ricardo Ferraço (PSDB), que enviava o texto intocado do relatório do deputado Rogério Marinho, outro tucano, potiguar, que destrói a CLT. A decisão surpreendente reanima a luta e embola o meio de campo da tramitação, ampliando o prazo, o que tornará ainda mais importante a construção da Greve Geral no dia 30 de junho, assim como a pressão sobre os Senadores, tanto na Comissão de Constituição e Justiça, quanto no plenário.
Veja quem são os senadores membros da CCJ
Reunião com a Minoria na Câmara. Foto Richard Silva
| CUT, CTB e Intersindical reunidos no com o Senador Lindibergh Farias, um dos Senadores de oposição que participou da conversa sobre a pressão na CCJ - Foto: Portal CTB |
O Esquenta em Brasília teve ainda a característica de reforço da articulação política junto aos deputados e senadores, tanto com a participação do Vice-Presidente da CTB, Vicente Selistre, e do Secretário de Serviço Público, João Paulo, junto à CAS, assim como o Diretor da CTB-DF Paulo Vinícius, que se somou às reuniões com os deputados e senadores de oposição em ambas as casas, em conjunto com a CUT e a Intersindical. Nas reuniões, entre outros temas, o dirigente bancário reforçou a necessidade de coibir as práticas antissindicais que
A vitória e a mobilização reforçam a Greve Geral de 30 de junho
O Esquenta da Greve Geral em todo o país se mostrou imprescindível para animar a construção da Greve e, como pontuou Adilson Araújo, Presidente Nacional da CTB: "A derrota de Temer na Comissão do Senado fortalece ainda mais a luta e a organização da Greve Geral". A Greve Geral ganhará mais força, no caminho do dia 30, articulando a luta nas ruas, nas redes e no parlamento, em defesa dos direitos, pelo Fora Temer e as Diretas Já!
terça-feira, 25 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Resolução política da 17ª Reunião da Direção Nacional da CTB
Terminou, nesta terça-feira (11), a 17ª Reunião da Direção Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), realizada desde a última segunda na capital paulista.
No fim do encontro, aprovou-se por unanimidade uma moção em solidariedade ao Deputado Estadual Carlos Bordalo (PT/PA), que vem sendo ameaçado de morte, em virtude de seu trabalho na presidência da Comissão de Direitos Humanos, na Assembleia Legislativa do Pará. (acesse aqui).
Leia abaixo a íntegra da resolução política aprovada:
Parar o Brasil e barrar o retrocesso neoliberal
Reunida nos dias 10 e 11 de abril em São Paulo, a Direção Nacional da CTB aprovou a seguinte resolução:
1- Os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil defrontam-se hoje com uma ofensiva inédita em nossa história contra os direitos e benefícios conquistados ao longo de mais de um século de lutas. O governo Temer, que assumiu no curso de um golpe político travestido de impeachment, está impondo à sociedade um programa de radical restauração neoliberal que atropela a democracia, a soberania nacional e os direitos sociais;
2- Entre as muitas medidas tomadas nesta direção destaca-se a PEC 55, conhecida como a PEC do fim do mundo, que congelou por 20 anos os gastos e investimentos públicos em saúde, educação, infraestrutura, cultura, funcionalismo e ciência e tecnologia, entre outros, para garantir o rigoroso pagamento dos juros extorsivos da dívida pública, que consomem 45% do Orçamento da União. A medida inviabiliza o SUS, compromete a educação pública e o desenvolvimento nacional;
3- Em 31 de março o chefe do governo ilegítimo sancionou a lei que libera a terceirização irrestrita, o que para a classe trabalhadora vai se traduzir concretamente em arrocho dos salários, aumento da jornada, redução de direitos e benefícios, crescimento dos índices de acidentes e doenças profissionais, precarização e fragmentação da representação sindical;
4- O pacote de perversidades não para por aí. Os golpistas também encaminharam ao Congresso Nacional propostas de mudanças da legislação trabalhista e do sistema público de aposentadorias e pensões que ferem mortalmente os interesses e direitos do povo trabalhador;
5- A contrarreforma trabalhista e sindical restaura o projeto neoliberal do tucano FHC que estabelece a prevalência do negociado sobre o legislado e busca estrangular financeiramente o movimento sindical. Permite o aumento da jornada, o fatiamento das férias e possibilita o fim da CLT e confere ao mercado liberdade absoluta para arbitrar as relações entre capital e trabalho. Na Previdência pretende-se fixar a idade mínima de 65 anos para aposentadorias de homens e mulheres, 49 anos de contribuição ininterrupta para receber o benefício integral e outros retrocessos inaceitáveis. O propósito maior é privatizar a Previdência e acabar com o sistema de Seguridade Social;
6- A política externa retroagiu aos tempos da diplomacia dos pés descalços de FHC, realinhando o país à estratégia imperialista dos EUA, que também foram favorecidos com a abertura do pré-sal ao capital estrangeiro, o enfraquecimento da Petrobrás, da indústria e da engenharia nacional, bem como o risco de concessão da Base Aérea de Alcântara no Maranhão;
7- O governo golpista e corrupto não teve o respaldo das urnas, não tem legitimidade e muito menos apoio do povo brasileiro para o seu projeto reacionário. É desaprovado por 90% da população. Em contrapartida, conta com o apoio do Congresso, a cumplicidade do STF e a solidariedade aparentemente irrestrita da mídia burguesa, dos grandes capitalistas, dos banqueiros, dos latifundiários e dos EUA, cujos interesses estão sendo plenamente contemplados por Temer;
8- A resistência ao golpe é crescente. A indignação e revolta da classe trabalhadora e das forças democráticas e progressistas contra a feroz ofensiva neoliberal ficou evidente nas manifestações dos dias 8, 15 e 31 de março, que superaram as expectativas das centrais e dos movimentos sociais, alteraram opiniões no Parlamento e levaram Temer a dar provas de fragilidade e desespero ao anunciar recuos em pontos relevantes da contrarreforma das aposentadorias. Cumpre destacar o firme posicionamento da CNBB conclamando os fiéis a se mobilizarem e lutarem em defesa dos direitos sociais e humanos que vêm sendo golpeados;
9- É hora de intensificar o trabalho de conscientização e mobilização das bases, realizando no curso deste mês de abril uma agenda diária de debates com as bases nos locais de trabalho, convencimento popular nas feiras, terminais, bairros, portos e aeroportos, bem como de pressão sobre os parlamentares e governos. Este esforço deve garantir o sucesso da greve geral convocada pelas centrais sindicais para 28 de abril, bem como a realização de manifestações unitárias e massivas no 1º de Maio sob a bandeira do Fora Temer e Diretas Já;
10- Outro momento importante na vida da CTB este ano, que exige empenho da militância classista, será a realização do 4º Congresso Nacional, em agosto, na Bahia;
11- A CTB repudia os bombardeios covardes contra a Síria praticados recentemente pelos EUA. É mais uma agressão unilateral à soberania de uma nação árabe, feita à margem da ONU e do Direito Internacional, justificada pela acusação de que o governo sírio teria usado armas químicas na guerra civil em curso naquele país, alegação desmentida pela Síria e Rússia, que atribuem o crime aos terroristas financiados por Washington e seus aliados no Oriente Médio. Não custa lembrar que a mentira é um recurso recorrente usado pelos imperialistas para encobrir suas infâmias e barbaridades. Foi assim na guerra contra o Vietnã e mais recentemente contra o Iraque e a Líbia;
12- As agressões e ameaças dos EUA contra a Síria e a Coreia do Norte estão colocando o mundo perigosamente às portas de uma terceira guerra mundial. Nestas condições, a luta pela paz mundial ganha enorme relevância. A CTB reitera a defesa de uma nova ordem mundial, sem hegemonias e sem imperialismo, bem como da soberania dos povos e do socialismo.
São Paulo, 11 de abril de 2017
Direção Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)SECRETARIA GERAL
sábado, 1 de abril de 2017
Nas ruas de Fortaleza e os caminhos da vitória do povo - Paulo Vinícius Silva
Tinha comprado uma passagem para Fortaleza, antes de baterem martelo no dia 31, como preparação da Greve Geral. E pude me somar à passeata alencarina, com mais de 20 mil pessoas, outra vez a andar pelos mesmos percursos que percorrera desde 1991. Que emoção.
Tantos lutadores e lutadoras de décadas, que me viram adolescente, tantos meninos e meninas despertando para a luta, e o filme passando pelas retinas da memória.
Tantos lutadores e lutadoras de décadas, que me viram adolescente, tantos meninos e meninas despertando para a luta, e o filme passando pelas retinas da memória.
Dia de luta, dia de amor, dia de abraços, como tem sido ao longo dos já quase 26 anos de militância que completarei em maio. Cumpre registrar o grato encontro com meu professor de Geografia da 8a. série, professor Cícero, que nos pedira um trabalho escolar sobre a Ditadura Militar, instalada no fatídico 31 de março de 1964. Tal dever de casa me levou à pesquisa e à sede do PCdoB, ainda na rua São Paulo, em 1991, onde entrevistei o camarada Cabo Chico, e tudo começou.
Tive a alegria de rever esse meu professor, conhecer seu jovem filho, em meio à greve nacional da CNTE, nas ruas. E lembrar do que fui e me tornei, com grata satisfação.
Aproveito a oportunidade para refletir sobre a atividade, que expressa um grande capital da esquerda cearense, com lições para a mobilização popular que estamos a construir, ainda em um cenário bastante adverso. Nesse contexto, a mobilização cearense reuniu as virtudes mais importantes que, creio, necessitamos para esse tipo de ato e para o período atual, daí a razão do presente artigo.
Ao longo da marcha, pude encontrar militantes de 20, 30 anos de luta, e inclusive das gerações precedentes. Dirigiram a mobilização a partir de carros de som organizados ao longo da marcha, presentes as principais organizações de luta do povo cearense, com grande unidade. As centrais sindicais (CUT, CTB e INTERSINDICAL, CGTB, CONLUTAS) dirigiram a concentração, o trajeto e o ato final, sem exclusões, mas respeitando a amplíssima diversidade. Estudantes, trabalhadores(as), sem-teto, sem-terra, mulheres, religiosos, e a presença dos militantes do PT, PCdoB, PSOL, PDT, PSTU, PPL, o MAIS e até os resistentes de luta que ainda restam no PSB, e a UJS e Levante, e inclusive organizações menores e peculiares, como a turma do Crítica Radical estavam ombro a ombro. Esse exemplo de unidade sincera e sem hegemonismo blinda a mobilização popular e dá um sinal imensamente positivo para a população.
Destaco também a organização da atividade. As alas claramente definidas ao longo do cortejo, reunindo categorias, movimentos e organizações políticas (bancários, professores, saúde, estudantes, juventudes, centrais), o que se somava à própria presença física dos e das dirigentes dos movimentos, assegurando estabilidade, clareza de palavras de ordem, coesão na marcha e segurança, prevenindo a ação de provocadores e infiltrados, tornando o ato muito mais seguro, sem expor os manifestantes a ações policiais. Certamente, o governo estadual em mãos progressistas minimiza - ainda que existam problemas - esses riscos. Mas o movimento estava pronto e organizado, mesmo para uma situação adversa, que não houve.
Destacaria, ademais, o foco definido dos alvos e dos caminhos desta luta. Afinal, a mobilização popular precisa não apenas da força das ruas; carece decerto de caminhos claros, de perspectiva para o atingimento dos objetivos. Assim, o ato de Fortaleza serviu como ampla divulgação da Greve Geral convocada para o dia 28 de abril e, ao mesmo tempo, focou nos deputados que votaram contra o povo, apontando a pressão sobre o Congresso, a luta do Fora Temer e a defesa da democracia, do Brasil e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Uma ala com grandes "pirulitos" expunha a carranca dos que jamais deveriam poder votar contra o povo no Congresso.
E, finalmente, a irreverência, o canto, as palavras de ordem, a bandinha tão característica das mobilizações do povo cearense, as figuras folclóricas que marcam a vida do centro e interagem com o ato, os cartazes feitos por populares, a dinâmica cultural, irreverente, o ar moleque - no bom sentido da cearensidade -, que fez dessa marcha um ato de rebeldia, mas prenhe de esperança; cheio de indignação, mas afirmando a beleza; unitário, mas expressão da força da diversidade. De fato, essas características, na medida em que fundadas numa sólida unidade, puderam aflorar plenamente, causando esse sentimento de "quero mais", da alegria e da beleza da luta, tão necessários em tempos difíceis como os que ora vivemos. Por isso, penso devamos nos inspirar nesse método, muito anterior ao povo estar na rua, fruto de um desejo sincero de unidade, da consciência da adversidade, da responsabilidade da esquerda, de democratas e patriotas. Na prática, as reuniões prévias das frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e das Centrais Sindicais asseguraram o êxito.
Há tanto por que lutar, tanto a defender, tanto a avançar! O dia 31 de março na Terra da Luz ilumina o caminho a seguir, a despeito destes trevosos tempos, no rumo da vitória do povo contra o governo golpista, entreguista, inimigo do povo de Mister #ForaTemer.
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quarta-feira, 29 de março de 2017
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Revolta na Grécia: o povo não quer se sacrificar pelos banqueiros
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A Grécia foi paralisada nesta quarta-feira (5) por uma greve geral da classe trabalhadora contra o novo pacote negociado pelo governo social-democrata liderado pelo primeiro-ministro George Papandreou com o Fundo Monetário Internacional e a União Europeia. O protesto foi temperado por manifestações de rua e confrontos com a polícia. Pelo menos três pessoas morreram.
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