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domingo, 3 de maio de 2026

Pré-Campanha Inácio Deputado Federal reúne mais de 150 voluntári@s no Sindicato dos Bancários neste sábado, veja como foi e um trecho da minha fala.

Veja um trecho da minha fala na Plenária da Pré-campanha Lula Presidente e pela reeleição do Deputado Federal Inácio. O evento foi um sucesso! Mais de 150 voluntári@s mostraram que o povo cearense limpará o Congresso dos bandidos e inimigos do povo! 

Também foi apresentada a pré-candidatura da Dra. Taís a Deputada estadual, camarada e amiga que conheci ainda na UJS, em Cuba, estudando Medicina para voltar e se doar ao povo mais necessitado, ao SUS e à população de rua. O PCdoB mostra sempre ótimas ideias, gente da melhor qualidade e o rumo maior pensando no Brasil!


segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

PCdoB-CE no ato unitário Golpe Nunca Mais! Solidariedade Brasil Venezuela, de 8 de janeiro de 2026, na Praça do Ferreira

Participação do PCdoB-CE no ato unitário Golpe Nunca Mais! Solidariedade Brasil Venezuela, de 8 de janeiro de 2026, na Praça do Ferreira, Fortaleza, Ceará, fotos da UJS Fortaleza-Ceará, PCdoB Fortaleza Ceará, Paulo Vinícius da Silva e Paulo Rogério. Música Camarada, do compositor e cantor venezuelano Alí Primera. Criação, Paulo Vinícius da SIlva. Comunicação do PCdoB Fortaleza-Ceará: Andréa Oliveira e Rodrigo Lima.

sábado, 26 de julho de 2025

Plebiscito Popular sobre JUSTIÇA NO IMPOSTO E REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

 

Plebiscito Popular 2025


*O que é o Plebiscito Popular 2025?*

O plebiscito é uma grande *votação voluntária nacional* organizada por movimentos sociais, centrais sindicais,

juventudes, artistas, entidades de fé e partidos progressistas para ouvir o povo sobre trabalho, justiça e dignidade. 

*Por que participar?*

- Para pressionar por uma reforma tributária justa. Com o Congresso mais conservador da História do Brasil, precisamos lutar contra a injustiça na cobrança dos impostos, onde os ricos recebem perdão e isenção, enquanto a classe trabalhadora paga a maior parte dos impostos do Brasil.  

- Para melhorar a vida do povo - a isenção no Imposto de Renda até 5 mil R$ mensais, o fim da cobrança de impostos sobre a cesta básica, o desconto ou gratuidade na conta de luz são medidas que melhoram a vida do povo.

- Para construir um Brasil mais igualitário e democrático.

- Para defender a democracia, a união e a participação popular.

- Para defender o Brasil.


VOTE no PLEBISCITO POPULAR


Você é a FAVOR DE?


1) Redução da jornada de trabalho sem redução salarial, e pelo fim da escala 6×1?

2) Que as pessoas que ganham mais de 50 mil R$ POR MÊS paguem

mais imposto, para que quem recebe até 5 mil  POR MÊS não pague imposto de renda?


Como participar?

FASE 1 – ORGANIZAÇÃO

Criação de comitês populares, coordenações

estaduais e mobilização nas bases.


FASE 2 – VOTAÇÃO POPULAR

De julho a setembro de 2025, milhares de

urnas e pontos de votação em todo o Brasil.


FASE 3 – ENTREGA DOS RESULTADOS

O resultado será entregue ao presidente

Lula, ao Congresso Nacional e ao STF.


COMO EU PARTICIPO?

Acesse os materiais e visite a página do plebiscito:  https://plebiscitopopular.org.br/

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Brasília recebe o filme Doutor Araguaia, no Liberty, dia 8/4, 20h, GRATUITO


João Carlos Haas Sobrinho (Juca)
Médico do povo e Guerrilheiro do Araguaia

No próximo dia 08 de abril de 2025, às 20h, no Cinema Cultura do Liberty Mall, teremos a exibição GRATUITA do DOUTOR ARAGUAIA.

O documentário é um convite à reflexão sobre a luta pela democracia e os horrores da ditadura militar no Brasil.

A produção retrata a trajetória de João Carlos Haas Sobrinho, jovem médico gaúcho que, movido pelo compromisso com a justiça social, uniu-se ao PCdoB e às Forças Guerrilheiras do Araguaia. Como profissional de saúde, prestou atendimento a camponeses das regiões de Porto Franco (MA) e Xambioá (TO), tornando-se uma figura admirada pela população local. Perseguido pelo regime militar, foi assassinado pelo Exército em setembro de 1972. Até hoje, seus restos mortais nunca foram entregues à família.

Dirigido por Edson Cabral e com roteiro de Sônia Haas, irmã do protagonista, o documentário é uma realização independente da TG Economia Criativa, com gravações em diversos estados do país e depoimentos de ex-guerrilheiros, camponeses, amigos e estudiosos. 

São 90 minutos de narrativa intensa, com cinco músicas inéditas e cerca de 50 entrevistas, costurando o legado de um homem que dedicou sua vida à causa do povo.



Entrada Gratuita mediante Sympla.

https://www.sympla.com.br/evento/exibicao-do-documentario-doutor-araguaia--a-historia-de-joao-carlos-haas-sobrinho/2885538


Fundação Maurício Grabois :: João Carlos Haas Sobrinho: homenagens ao médico guerrilheiro 

segunda-feira, 31 de março de 2025

Aquele 1º de abril, eu vivi - Trajano Jardim - Dirigente cetebista no SINPROEP - Nosso decano


 O artigo abaixo foi escrito vice-presidente do Sinproep-DF, Trajano Jardim, integrante da Comissão da Verdade dos Trabalhadores em Educação do Setor Privado de Ensino, instaurada pela Contee. É um testemunho vivo do que aconteceu há 61 anos. O golpe de 1º de abril de 1964, não pode jamais se repetir.

Trajano Jardim*

Alberto Broch, Chaparral, Victor Frota (CTB DF) e Trajano Jardim que do nosso lado enfrentou o negacionismo e o Bolsonarismo

Nos dias que antecederam o 1º de abril (de 1964), a agitação deixava todos dirigentes sindicais e políticos tensos. O comício da Central do Brasil, de 13 de março, criara um misto de confiança e ao mesmo tempo de preocupação sobre que rumo o País tomaria. Cada setor da sociedade tinha uma avaliação particular de qual seria o caminho. A imprensa corporativa, como sempre, semeavam provocações e boatos sacudiam os noticiários dos jornais, do rádio e da televisão, que nessa época ainda engatinhava.  O Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), de há muito, vinha se reunindo com regularidade, com o objetivo de avaliar a situação e organizar a resistência ao golpe que, na opinião de vários diigentes, “estava em marcha”.

Na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), a maior organização laboral da América Latina, o entra e sai era constante. A cada minuto chegava nova informação sobre a situação. Os dirigentes do CGT, o portuário Osvaldo Pacheco, os tecelões Clodesmidt Riani, e Hércules Correia, o marceneiro Roberto Morena, o metalúrgico Benedito Cerqueira e o ferroviário e deputado federal Batistinha, estavam em contato permanente com o comitê de crise formado pelos partidos políticos e pela Frente Parlamentares Nacionalistas e representantes do governo, com o objetivo de se informar sobre o andamento da crise.

Em vista do agravamento da situação, o CGT convocou uma reunião de emergência no dia 29 de março, para avaliar a correlação de forças em relação aos setores golpistas, na Guanabara liderados pelo governador Carlos Lacerda, que no dia 19 liderara a “Marcha com Deus pela Família” e se articulavam para derrubar o presidente João Goulart e instituir uma ditadura no País. Participei dessa reunião como representante dos gráficos do então Estado da Guanabara. Naquela reunião foi discutida a proposta do deputado Leonel Brizola, - líder da Rede da Legalidade em 196 - de implantação do Estado de Sítio pelo governo João Goulart. A maioria das principais lideranças das forças democráticas e progressistas se posicionou contra tal proposta, endossando a argumentação do líder do PCB, Luis Carlos Prestes, de que “historicamente o Estado de Sítio sempre foi contra a classe trabalhadora”.

O Comando Geral dos Trabalhadores, na reunião da noite de 30 de março, avaliou que o golpe era iminente. Assim, foi aprovada a deflagração da Greve Geral Nacional no dia 1º de abril. Na nota dirigida à Nação, o CGT afirmava que “só a resistência dos trabalhadores nas ruas poderia barrar o golpe”. Afinal, só na Guanabara o movimento sindical tinha conseguido mobilizar mais de 100 mil pessoas no comício de 13 de março.

O trabalho de mobilização foi intenso. O transporte de massa, que naquela época era feito pelos trens da Central do Brasil e da Leopoldina. No dia 1º foram totalmente paralisados. A Rádio Nacional foi ocupada pelos funcionários liderados PE ló radialista Emilson Froes, presidente do sindicato. A rádio abriu espaço para os dirigentes sindicais convocarem os trabalhadores de suas categorias a apoiar à greve geral. Fui indicado pela diretoria do Sindicato dos Gráficos para conclamar os trabalhadores gráficos ao movimento grevista.

Deixei a rádio com alguns companheiros e quando chegamos ao Sindicato soubemos que a polícia e o exército haviam ocupado a Rádio Nacional e prendido os radialistas e funcionários que estavam no comando da emissora e que o presidente Jango tinha embarcado para Brasília, com o objetivo de organizar a resistência ao golpe.

Ficamos de vigília no Sindicato esperando alguma orientação para lutar contra o golpe. Corriam boatos de que o almirante Aragão comandante do Corpo de Fuzileiros Navais iria organizar grupos de voluntários. O local de encontro seria na Cinelândia. Nós, os militantes comunistas, vimos que a situação estava sob o controle do exército e da polícia. Algumas dezenas de pessoas se manifestavam com palavras de ordem de “fora Lacerda”, “viva Jango”. Sabia-se que o prédio da UNE fora incendiado pelo “Comando de Caça aos Comunistas” e que em Brasília os militares favoráveis ao golpe de Estado tinham pretensões de prender o presidente Jango e este, por segurança, embarcara para o Rio Grande do Sul. Nossas esperanças se esvaíram com a fina chuva daquela fatídica quarta-feira.

A movimentação de carros da polícia era intensa. Naquele momento éramos cinco, talvez seis gráficos militantes comunistas, desnorteados em pleno centro da cidade do Rio de Janeiro. Um deles, Francisco Nunes, que era secretário da base dos gráficos do PCB, o “Velho Partidão” morava na Piedade, um bairro de classe média, distante 30 km do centro do Rio.

Começamos a caminhar pela Avenida Rio Branco vagarosamente fazendo as nossas conjecturas do que seria o dia seguinte. Como não tínhamos informações do desfecho daquela situação, a nossa expectativa era de que o esquema militar do Jango funcionaria a partir do Rio Grande do Sul, onde o comandante do Exército general Ladário Teles, era fiel a João Goulart. Essa nossa esperança esvaiu-se. Nos dias que se seguiram mostrou-se que não passava de vã esperança. Jango não aceitou o enfrentamento. Hoje temos conhecimento que fora aconselhado pelo ministro das Relações Exteriores Santiago Dantas, a não tomar este caminho, tendo em vista que o governo estadunidense havia postado a Quarta Frota no litoral brasileiro em apoio ao golpe. Caminhávamos sob a fina chuva há algumas horas. Não havíamos nos alimentado por todo o dia e não sentíamos fome nem sede. Francisco Nunes instintivamente seguia rumo a Piedade.

Analisando a situação de cada um de nós do grupo, concluímos que o mais visado era eu. Por este motivo não deveria ir para minha casa naquela noite. O Nunes aconselhou-me ir com ele para a sua. Todos aceitaram a ideia. Os demais companheiros tomaram seu rumo e eu segui com o camarada Francisco Nunes. Chegamos à piedade por volta das 10,30 horas. Tínhamos saído da Cinelândia às 15 horas. Caminhamos 7 horas e meia e estávamos molhados até os ossos.

A nossa preocupação maior era saber das notícias pela televisão, que naquela época era em preto e branco. Na telinha, ainda oval, aparecia o governador da Guanabara, Carlos Lacerda, (um dos líderes da UDN, partido que era o esteio civil do movimento golpista), com uma metralhadora em cima da bancada. Ele se apresentava como o grande responsável de ter livrado o Brasil de ser dominado pelos comunistas. Para nossa decepção, os noticiários davam conta de que o Congresso, sob a presidência do senador Auro Moura Andarade, embora o presidente constitucionalmente eleito estivesse ainda em território nacional, considerou vaga a presidência da República, destituindo de forma ilegal o mandatário do País e colocado na presidência o deputado Ranieri Mazili.

Naquela noite, por motivos óbvios, não pregamos os olhos. As emissoras eram poucas. TV Tupi, Rio, Excelsior e as rádios.  Ficamos freneticamente girando os botões da televisão e do rádio, em busca de notícias que pudessem nos dar algum alento. Para nossa decepção, tanto nas TVs quanto nas rádios davam conta de que estávamos sendo derrotados. O golpe se consolidava. Algumas lideranças sindicais já apareciam como procuradas. Principalmente os dirigentes do Comando Geral dos Trabalhadores. O dia amanheceu. E só aí a “ficha caiu”. E agora, o que fazer? (voltávamos a Lênin, na derrota de 1905 na Rússia).

Naquela época a comunicação não tinha as facilidades de hoje. Os contatos eram interpessoais e institucionais. Francisco Nunes e eu resolvemos ir até o centro da cidade – agora de condução – ver como estava a situação do Sindicato. No prédio onde funcionava a sede fizemos contato com o Fabrício, que era o nosso companheiro que administrava a entidade. Ele nos colocou a par da situação e disse que só havia feito contato com Walter Torres, diretor-tesoureiro do Sindicato.

Walter Torres era de família religiosa e conservadora, mas era um companheiro leal e solidário. Com o golpe militar nossas relações estreitaram-se de forma muito forte. Ele sabia que, pelas minhas atividades políticas partidárias, a qualquer momento eu poderia ser preso e ele, junto comigo, por certo, iria ter complicações. Mas Torres resolveu enfrentar e nós garantimos a continuidade do Sindicato dos Gráficos, enquanto todos os demais diretores desapareceram.

Torres tinha um parente que era o pároco da Igreja Nossa Senhora da Lampadosa, na Avenida Passos, 15, perto da Praça Tiradentes, próximo ao Sindicato. Por três meses fizemos da igreja o nosso local de funcionamento do sindicato. Ajudávamos a fazer velas e outros trabalhos na igreja. A polícia ocupou o Sindicato por cinco dias, Revirou tudo. Perguntou aos funcionários pelos diretores e levaram uma bandeira da CGT argentina que viram pendurada na parede.

A poeira baixou e retornamos ao Sindicato. Eu voltei para a empresa onde trabalhava desde 1959. Em 1966, a com a repressão cada vez mais intensa e com inclusão do meu nome no IPM da imprensa, fui demitido por razões óbvias, embora a empresa tenha me pago todos os direitos. A partir daquele instante concluí que a minha vida iria virar “de ponta a cabeça”.

Não queria acreditar nas previsões do velho Erasmo, camarada que me filiou ao Partidão, quando dizia “esse é um golpe para 20 anos”. Infelizmente ele acertou em cheio. Foram 20 anos, dos quais sete eu vivi na clandestinidade  e por quase dois exilado na saudosa União Soviética.

Hoje fui reconhecido como “perseguido político” e recebi as “desculpas do Estado brasileiro”. Um sofisma que jamais trará de volta milhares de militantes mortos, alguns fraternos camaradas, como Itaí Veloso, (considerado meu querido irmão pela nossa semelhança física), João Macena Melo, e muitos outros, que sofreram torturas físicas e psicológicas, perderam aa sua vidas, por terem como crime a esperança de construir uma sociedade justa, fraterna e igualitária.

Deixaram pela estrada da vida seus sonhos, interrompidos pela violência absurda e cruel, que esperamos ver reparada de fato, sem sofismas. Com a condenação dos criminosos torturadores. Embora, sessenta anos depois, presenciemos cenas como a de oito de janeiro de 2023.

Aquele 1º de abril, eu vivi e sobrevivi.

_____________

*Trajano Jardim é jornalista profissional, militante comunista há 65 anos. Atualmente filiado ao PCdoB-DF. É diretor do Sinproep-DF e integrante da Comissão da Verdade dos Trabalhadores em Educação do Setor Privado de Ensino, instaurada pela Contee.



domingo, 2 de fevereiro de 2025

Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - Opera Mundi

Parte da campanha do imperialismo estadunidense passa por demonizar as lideranças que questionam a sua hegemonia. O cancelamento e a cacofonia que não permitam saber quem são esses líderes, nem o que dizem, o apoio que conquistaram de milhões de pessoas organizadas, enfrentando a guerra híbrida e a guerra aberta.

Tal como Lula, Maduro foi alvo de uma campanha de demonização e infâmias, inclusive com o desdém e o desprezo pela capacidade intelectual desses líderes de extração proletária. Afinal, Maduro era um motorista de ônibus. Lula era um torneiro mecânico. O pobre e o trabalhador não teriam como pensar. Maduro fala por si, é preciso ouvi-lo.

Afinal, a regra de ouro da mídia empresarial hegemônica é jamais escutar esses(as) líderes. Aqui se aplicam com requintes de crueldade os princípios da propaganda nazista que se fixaram na figura de Goebbels. Maduro é alvo de uma campanha orquestrada que o reduz e simplifica, colocando-o como inimigo. Transpõem-se todos os males para a sua exclusiva responsabilidade, com o fito de tirar o líder e dispersar o povo. Para isso, ele é desfigurado, seus traços são exagerados para impedir a empatia e o reconhecimento do outro. Silenciá-lo, torná-lo odioso, impedir que o vejamos e escutemos. Vulgarizar a pessoa e tudo o que diz, o mesmo tempo que lhe atribui poderes mágicos de supermanipulação. Avoca-se um suposto consenso universal com as mesmas fontes, e oculta-se qualquer progresso, qualquer notícia positiva. 

É preciso reconhecer que o bloqueio informativo contra a Venezuela é uma pista valiosa de que eles podem estar vencendo. Mais que pedir atas, deve preocupar ao Lula e ao Brasil como os estadunidenses e a oposição de extrema direita inviabilizaram em grande medida a eleição na Venezuela, pois é esse o risco que corremos em 2022 e novamente correremos em 2026. Tentaram melar as eleições e perderam no plano interno, o essencial. Precisamos saber por nós mesmos como enfrentar esse tipo de golpe. Os venezuelanos são donos de seu destino, e enfrentam vencendo inimigos que nos derrotaram mais de uma vez. Deveríamos aprender mais com eles.

Por tudo isso, é didática a entrevista do impávido Breno Altman a Nicolás Maduro. 

 Paulo Vinícius da Silva 

*[EXCLUSIVO] Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - programa 20 Minutos



sábado, 1 de fevereiro de 2025

Portal Vermelho - Filme “Doutor Araguaia” é exibido no Recife e em Natal - João Carlos Haas Sobrinho, o jovem médico da Guerrilha do Araguaia contra a Ditadura



Cultura

Filme “Doutor Araguaia” é exibido no Recife e em Natal

Documentário conta a trajetória de João Carlos Haas Sobrinho, jovem médico sanitarista militante do PCdoB na Guerrilha do Araguaia, executado aos 31 anos por agentes da ditadura militar.




por André Cintra

https://vermelho.org.br/2025/01/29/documentario-doutor-araguaia-e-exibido-no-recife-em-natal/
por André Cintra

Publicado 29/01/2025 16:15 | Editado 29/01/2025 17:29


O documentário Doutor Araguaia – que conta a trajetória do médico gaúcho João Carlos Haas Sobrinho (1941-1972), militante do PCdoB – será exibido em duas capitais nordestinas. Conhecido como “Doutor Juca”, Haas participou da Guerrilha do Araguaia, onde foi preso e executado por agentes da ditadura militar aos 31 anos. Seu corpo jamais foi localizado.

Nesta quinta-feira (30), o filme terá uma sessão especial no Recife (PE), em meio à programação da 14ª Bienal da UNE (União Nacional dos Estudantes). Após a exibição, haverá debate com o diretor de Doutor Araguaia, Edson Cabral, e com a roteirista, Sonia Hass.

Já na sexta-feira (31), a pré-estreia será no Espaço Rampa, em Natal, também com a presença de Sonia, que é irmã de Hass. O evento será organizado pelo Comitê Estadual de Memória, Verdade e Justiça do Rio Grande do Norte e pelo Conselho Estadual dos Direitos Humanos e Cidadania (COEDHUCI).

Doutor Araguaia foi selecionado no edital Audiovisual Tocantins 2023, lançado pelo governo estadual, com recursos da Lei Paulo Gustavo. A Fundação Maurício Grabois foi uma das colaboradoras do projeto.

As primeiras exibições do filme ocorreram em novembro, nas cidades de São Leopoldo (RS), Porto Alegre (RS) e Porto Franco (MA). O lançamento em circuito comercial está prevista pata março e abril, em Palmas, Brasília e São Paulo.

“Enxergo essa minha busca pelo João Carlos, pela história dele e pelo resgate de sua dignidade, como uma missão. Então, lançar esse documentário é parte dessa missão, uma parte muito importante, simbólica, que vai registrar toda a caminhada dele”, declarou Sonia Haas numa das pré-estreias do filme.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Ditadura Nunca Mais! Atos em Brasília pelos 60 anos do Golpe militar de 1964 - Inscreva-se para ir ao Senado

 

DITADURA NUNCA MAIS!

Link para se inscrever e confirmar sua presença na Sessão Especial, no Senado Federal/BSB, 02/04/24, às 10h.

https://www12.senado.leg.br/institucional/eventos/detalheeventoeventos?evento_id=sessao-especial-em-celebracao-a-democracia-brasileira 

sábado, 16 de março de 2024

Especial, pevezando -> Frente Ampla e Unidade Popular para unir o Brasil e vencer o fascismo - Paulo Vinícius da Silva



8 de janeiro de 2023, Brasília, retomada simbólica do Planalto

Os três grandes: Stalin, Roosevelt e Churchill

George Dimitrov: líder histórico da luta contra o nazifascismo - Pedro Oliveira 

E a defesa de Dimitrov contra Goring e Goebbels (em inglês)- Portal Vermelho
George Dimitrov, herói dos trabalhadores e da luta contra o nazifascismo


Xi Jinping: Que o multilateralismo ilumine o caminho da humanidade - Discurso completo em Davos - Portal Vermelho




Conversa Afiada com o saudoso Paulo Henrique Amorim e João Vicente Goulart: Por que Jango não resistiu? Como Jango pôde aceitar a Frente Ampla com Lacerda?



Frente Ampla e Unidade Popular - Paulo Vinícius da Silva (1)


A unidade é a bandeira da esperança.
João Amazonas





Frente Ampla e Unidade Popular? Paulo Vinícius 'da Silva (2)

Si vis pacem, para bellum. Se quer paz, prepare-se para a guerra.
Provérbio latino


Coletivizando: Frente Ampla e Unidade Popular! Paulo Vinícius da Silva (3)
"O fascismo no Poder (...) é a ditadura terrorista descarada dos elementos mais reacionários, mais chauvinistas e mais imperialistas do capital financeiro." E ainda: "O fascismo é o Poder do próprio capital financeiro. (...) É preciso salientar de modo especial este caráter verdadeiro do fascismo porque a dissimulação da demagogia social deu ao fascismo, numa série de países, a possibilidade de arrastar consigo as massas da pequena burguesia desajustadas pela crise, e até alguns setores das camadas mais atrasadas do proletariado que jamais seguiriam o fascismo se tivessem compreendido seu verdadeiro caráter de classe, sua verdadeira natureza." (Dimitrov)



Aldo Arantes: Frente de esquerda ou Frente ampla? -PCdoB 


De fato aí reside a divergência central de nossas opiniões. Enquanto Altman nega as alianças feitas por Lula e Dilma considero que o erro não esteve nas alianças mas sim em não compreender seu caráter transitório. E, em função disto, não ter se preparado para quando elas não mais interessassem às partes.

Renato Rabelo: Luta ideológica numa nova ordem mundial de transição


O Brasil vai votar Lula Lá - versão de Fischia il vento e Katiusha, canções da resistência ao nazi-fascismo - Paulo Vinícius da Silva

João Amazonas e a política internacionalista do PCdoB - Ricardo Abreu (Alemão)

Amazonas observa que “é preciso estabelecer o limite da fronteira, no campo ideológico, para abordar a luta pela unidade do proletariado mundial”.

O oportunismo de direita, para Lênin, é a política reformista de conciliação de classes, a subordinação dos objtetivos maiores de emancipação dos trabalhadores aos objetivos menores e imediatos.

Logo a seguir, no texto que estamos analisando, Amazonas cita dois casos concretos de traição à classe operária e ao movimento comunista, “o Partido da ‘Sinistra’, da Itália [surgido da dissolução, pela maioria, do antigo Partido Comunista Italiano] e, no Brasil, do “Partido Popular Socialista [PPS], herdeiro do Partido Comunista Brasileiro [PCB], que renegou os símbolos, o marxismo-leninismo; e se tranformou em um partido de traição aberta ao comunismo”.


Lenin viveu, Lenin vive, Lenin viverá! Paulo Vinícius da Silva




Lamentavelmente, é um pensador pouco compreendido, diria até desconhecido, assim me parece, e isso a despeito do monumental esforço de popularização e compilação de sua obra feito por Stalin após a sua morte. Por isso, superficialmente, como estímulo ao seu estudo, e para sistematizar minhas próprias opiniões, cito o que penso aspectos essenciais no pensamento revolucionário de Lênin.

Da crítica e autocrítica para o Avante, camaradas! Paulo Vinícius da Silva
Crítica e autocrítica são coisas de comunista. Rogério Lustosa definiu como nos relacionamos com a crítica e autocrítica. Dizia: "nós devemos ser os mais severos críticos de nossos próprios erros". Longe de indesejável, esse processo é ápice, é o controle dos resultados pelo próprio coletivo, é quando operário(a) e jovem pode questionar de igual para igual dirigentes e líderes partidários. As direções todas, eleitas de baixo pra cima, também todas hão de ser avaliadas no processo normal do Centralismo Democrático, o funcionamento do PC.







Roda Viva | Marcelo Gleiser | 11/03/2024


O Roda Viva recebe o físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser. "O despertar do universo consciente: Um manifesto para o futuro da humanidade" é o título do novo livro de Gleiser, que une física, filosofia, biologia, química, religião e muito mais para questionar: como estamos nos relacionando com o planeta? O que é preciso fazer para salvar nossa civilização? O lançamento da obra está marcado para o dia 12 de março no Rio de Janeiro e dia 14 em São Paulo. Mas antes o autor estará no Roda Viva!



SÁBADO, 16/3/24, às 14h - Trus Entrevista João Vicente Goulart: Especial 60 anos do Golpe Militar - #brasil247 #tv247




Entrevista: Especial 60 anos do Golpe Militar com João Vicente Goulart, hoje, sábado 16/3 às 14h00 na TV 247 


#brasil247 #tv247
Programado para 16 de mar. de 2024 -14h00 • #brasil247 #tv247 Andrea Trus, Ivan Seixas e João Vicente Goulart, conversam sobre o comício histórico da Central do Brasil , os movimentos políticos que antecederam ao golpe e as consequências do golpe para o país.

JOÃO VICENTE GOULART Filósofo, poeta e escritor. Autor dos livros “Entre Anjos e Demônios, poemas do exílio” e “Jango e eu: memórias de um exílio sem volta”, este foi finalista do prêmio de literatura Jabuti na categoria Biografia. Preside o Instituto João Goulart desde 2004. Reeleito Presidente do Comitê Regional do PCdoB Distrito Federal e do Comitê Central.

Veja também

100 anos de Jango - Discurso de João Goulart na Central do Brasil em defesa das Reformas de Base 






sábado, 12 de agosto de 2023

Em 14/8, no dia da Unidade Humana. O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza às 19h o Diálogo Inter-Religioso


 Em 14/8 celebra-se o dia da Unidade Humana. 

O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza segunda (14/8) às 19h o Diálogo Inter-Religioso com foco em Solidariedade,  Respeito, Inclusão, Democracia, Direitos Humanos e na Paz! 

Veja as confirmações iniciais! 

Monge Sato - ex-regente Templo Shin Budista da Terra Pura Brasília

Pastora Wall Moraes de Ruah - Professora, Mestranda, Teóloga, Coordenadora da Pastoral de Direitos Humanos da Igreja Cristã de Brasília (PDH-ICB) e Presidenta de Honra da Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (ANNEB).

Pai Dodô – Ilê Asé Omo Orisá Ògún Onirê
Pai Adalto de Oxum – Ìlé Àláketú Àsé Omí Nìwá
Marcos Said Tenório – Centro Cultural Beneficente Islâmico de Brasília

Elianildo Nascimento - Iniciativa das religiões Unidas
Natalia Gedanken – Associação Israelita de Brasília
Sônia Cigana Lovara – Cigana
Ira Mariana Rosa – Espiritismo
Silvana – Santo Daime

https://bancariosdf.com.br/portal/sindicato-recebe-liderancas-religiosas-no-dia-da-unidade-humana-nesta-segunda-14/

quarta-feira, 13 de abril de 2022

50 anos da guerrilha do Araguaia: Osvaldo Bertolino, Romualdo Pessoa e participação especial Luciana Santos - Portal Vermelho e TV Grabois

 Veja na TV Grabois

12 de abril de 1972, há 50 anos se iniciava a Guerrilha do Araguaia

Assista nesta terça (12), as 19h, a live comemorativa desta luta contra a ditadura militar

 

Militantes, dirigentes e a população camponesa que vivia na região do baixo Araguaia protagonizaram uma história de resistência e luta pela liberdade e pela democracia. A Guerrilha tem sido alvo de estudos acadêmicos, reportagens, filmes que buscam trazer à tona os acontecimentos políticos e a história daqueles personagens que foram brutalmente cassados, torturados e mortos pelas forças da ditadura militar.

Nesta terça-feira (12), às 19h, a TV Grabois e o PCdoB transmitem a live “50 Anos da Guerrilha do Araguaia”, para relembrar a luta dos comunistas que resistiram à ditadura na maior ação revolucionária contra os militares.

 

Dentre os historiadores que pesquisaram sobre a guerrilha, destacamos Romualdo Pessoa Campos Filhos, autor do livro Guerrilha do Araguaia, a esquerda em armas. Em artigo, publicado no ano de 2017, Romualdo destaca a importância de se ter rompido o silêncio em torno da Guerrilha.

Dentre os dirigentes do PCdoB destacados para comandar a Guerrilha estava Maurício Grabois, morto em dezembro de 1973.

Em 2015, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação penal na Justiça contra dois militares da reserva do Exército por crimes ocorridos durante a Guerrilha. Lício Augusto Ribeiro Maciel – conhecido na época da ditadura como major Asdrúbal – foi acusado pelos homicídios dos militantes André Grabois, João Gualberto Calatrone e Antônio Alfredo de Lima e pela ocultação dos cadáveres das vítimas. Sebastião Curió Rodrigues de Moura – conhecido na época como doutor Luchini – foi denunciado pela ocultação dos cadáveres.

Para o presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo, “A resistência armada do Araguaia conduzida pelo PCdoB foi realizada num período dos mais duros da ditadura, sem nenhuma liberdade política para o povo e constante repressão sanguinária”.

Na passagem dos 50 anos da Guerrilha, assista o vídeo que conta um pouco dessa história.

 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Hoje, 19h - Renildo Calheiros, Inacio Arruda e Joao Ananias, debatem a Federação Partidária e o PCdoB no Canal 65

 O Canal 65 desta quarta (19.01) está imperdível. Com a presença do líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Renildo Calheiros, acompanhado de Inacio Arruda e Joao Ananias, vamos debater a Federação Partidária e o projeto eleitoral do PCdoB.

Esse tema te pegou, né?
Canal 65 , sempre um bom debate!
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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Argentina - Cristina Kirchner mostra provas da perseguição de Macri aos sindicatos: queriam uma Gestapo

 No meu último Artigo Frente Ampla e Unidade Popular! descrevo como o fascismo é função do capital financeiro, do rentismo parasitário, primeiro, e do autoritarismo e da violência como consequência. Na irmã República Argentina, o fato se explicita ao finalmente se dar acesso a reunião gravada do Governo Macri, em que seus esbirros dizem claramente seu esquema de perseguição aos sindicatos, e queriam possuir uma Gestapo, diz-se-o descaradamente. E Fernanda Kirchner denuncia-o no twitter, ela que foi vítima de lawfare e perseguições, tal como Lula, Evo e Rafael Correa.

Ao final, vejam o vídeo com as falas infames

No pais que se tornou refúgio de nazistas, que teve uma ditadura fascista e genocida, cujos algozes e mandantes foram presos, avultam os vínculos naturais das finanças e do fascismo, sua identidade e a necessidade de varrer esta escumalha da política. Bom para tratar de nazista era mesmo o camarada Stalin e o povo soviético que salvou a Humanidade.

 

 







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