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sábado, 18 de dezembro de 2021

PCdoB lança João Vicente Goulart e Ana Prestes Pré-candidatos ao GDF e ao Senado - PCdoB DF







O Comitê Regional do Partido Comunista do Brasil do Distrito Federal, reunido de forma virtual neste sábado (18/12), decidiu promover o lançamento do nome de seu atual presidente, João Vicente Goulart, como pré-candidato ao governo do DF; e o nome de sua dirigente Ana Prestes, como pré-candidata ao Senado Federal.


João Vicente foi candidato a Presidente da República em 2018, já exerceu o mandato de deputado estadual pelo PDT do Rio Grande do Sul, é filósofo e escritor, filho do ex-presidente João Goulart, último presidente constitucional antes do golpe de 1964, e ex-vice-presidente da gestão JK, que construiu Brasília.

Ana Prestes é cientista política, professora universitária, ex-secretária de Educação de Contagem-MG e neta do comunista histórico, Luís Carlos Prestes.

Segundo a decisão do partido, “os nomes apresentados, além de larga experiência política, inclusive administrativa, e representam a união do trabalhismo histórico e da luta dos comunistas no Brasil que deram muitas e reconhecidas contribuições ao desenvolvimento econômico e social do país”.

O PCdoB assinala, ainda, que “o lançamento dos nomes de João Vicente Goulart e Ana Prestes representa uma contribuição à construção de uma ampla frente eleitoral em Brasília que seja capaz de enfrentar e derrotar a tragédia bolsonarista no Distrito Federal, sempre em busca de uma forte aliança com as forças progressistas locais que tem compromisso com a democracia e um programa desenvolvimentista e socialmente justo, voltado para toda a nossa população”.

PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL - Distrito Federal








quinta-feira, 13 de julho de 2017

CTB: Uma reforma que assalta direitos e fere de morte a nação - Nota da CTB

A aprovação do PLC 38, nesta terça-feira (11), que rasga a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e acaba com conquistas históricas da classe trabalhadora, não ataca somente direitos, ela assalta e fere de morte a nação.
 
A Reforma Trabalhista aprovada ataca frontalmente nosso povo e mina qualquer projeto de retomada do crescimento que tenha por centro a geração de emprego, o respeito à saúde da classe trabalhadora, a distribuição de renda e o combate à pobreza no Brasil.
 
O golpe do capital contra o trabalho condena nosso povo a um tempo de escravidão e pobreza extrema. E tenta eliminar a luta secular dos explorados contra os exploradores.
 
Condenamos cada voto de senador e senadora que preferiu ficar contra o povo e contra a nação. Condenamos cada retrocesso existente nesta proposta.
 
O que ocorreu hoje no Senado com a truculência policial, a violência contra as mulheres, reflete o conteúdo retrógrado do projeto que os autores do golpe querem implantar. Mas, a luta não acabou.
 
A guerra contra a retirada dos direitos seguirá. E a CTB, mobilizada e resistente, ficará firme não só para defender cada direito, mas, sobretudo, para lembrar que a coragem e luta da classe trabalhadora não é de hoje. Ela foi construída com suor e sangue e sempre esteve na linha de frente em defesa da soberania, da nação e dos direitos do nosso povo.
 
Adilson Araújo
Presidente da CTB

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Centrais Sindicais: VITÓRIA na CAS fortalece luta da classe trabalhadora - Portal CTB

Em nota publicada nesta quarta-feira (21), as centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT e CSB) parabenizaram o senadores e senadoras que votaram contra o relatório da proposta de reforma trabalhista, o PLC 38/2017, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

CTB convoca sua base a ocupar Brasília em defesa dos direitos trabalhistas
De acordo com a nota, "ficou demonstrado que a luta no Congresso Nacional somada à luta do povo nas ruas foi capaz de desequilibrar a base de apoio de Michel Temer e alcançar esse importante resultado. Neste contexto, as centrais sindicais e seus sindicatos filiados têm desempenhado um papel crucial de resistência e pressão, desde que esta nefasta reforma trabalhista foi proposta".

VITÓRIA na CAS fortalece luta da classe trabalhadora

Parabenizamos os bravos senadores e senadoras - Ângela Portela (PDT), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT), Regina Sousa (PT), Otto Alencar (PSD), Hélio José (PMDB), Eduardo Amorim (PSDB), Lídice da Mata (PSB), Randolfe Rodrigues (Rede) - que, no dia 20 de junho de 2017, votaram contra o relatório da proposta de reforma trabalhista, o PLC 38/2017, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

Esta proposta acaba com direitos trabalhistas consagrados pela Constituição Federal e sua rejeição na CAS, por 10 a 9, foi uma vitória para os trabalhadores.

Ficou demonstrado que a luta no Congresso Nacional somada à luta do povo nas ruas foi capaz de desequilibrar a base de apoio de Michel Temer e alcançar esse importante resultado. Neste contexto, as centrais sindicais e seus sindicatos filiados têm desempenhado um papel crucial de resistência e pressão, desde que esta nefasta reforma trabalhista foi proposta.

Embora a tramitação prossiga e os trabalhadores ainda estejam ameaçados, a derrota política sofrida pelo governo, que já dava como certa a aprovação da proposta em todas as instâncias, fortalece a nossa luta e alerta a sociedade para o que está em jogo com as reformas trabalhista e previdenciária.

Essa vitória comprova a importância e a grandeza da luta e da unidade da classe trabalhadora contra a retirada dos direitos sociais, contra os ataques à CLT e contra o fim da Previdência Social.

Seguiremos, desta forma, sempre firmes e mobilizados em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Adilson Araújo
Presidente da CTB

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Paulo Pereira da Silva
Presidente da Força Sindical

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Antônio Neto
Presidente da CSB

Portal CTB

O Esquenta em Brasília: unidade e pressão, nas ruas e no Congresso - Paulo Vinícius Silva

Bancários, CUT e CTB agitaram o Setor Comercial Sul
O Esquenta da Greve Geral, convocada pelas Centrais Sindicais para o próximo dia 30 teve uma Tribuna Popular e uma performance teatral realizada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela CUT e que contou com o apoio da CTB. A atividade iniciou por volta das 10 da manhã da terça, 20/06, no Setor Comercial Sul, defronte ao Pátio Brasil.



Tribuna Popular no SCS contou com varios dirigentes dos Bancários de Brasília, a exemplo de Paulo Vinícius, Jeferson Meira, Antônio Abdan e José Wilson, esclarecendo a população.

Os dirigentes bancários se revezaram ao microfone,esclarecendo à população que circula e trabalha na região sobre os impactos nefastos da destruição da Previdência e da CLT, erroneamente chamadas de reformas pelo governo ilegítimo, corrupto e golpista de Michel Temer. A população pôde compreender os danos causados pela terceirização sem limites, nas atividades fim e meio, e inclusive a possibilidade de quarteirização. Foi denunciada a crueldade com que se trata as mulheres no texto, que poderão ser liberadas para trabalhar grávidas em locais insalubres, assim como na ampliação do tempo de contribuição de homens e mulheres, sem levar em conta o peso da dupla e tripla jornada. A CTB denunciou a destruição da justiça do trabalho e o paralelismo sindical que visa a fazer o assédio moral das empresas contra os trabalhadores para que abram mão de direitos legais seja considerado um mecanismo jurídico válido, com o negociado acima do legislado.

As Centrais seguem articulando no Congresso e a vitória no Senado com voto decisivo de Brasília
A atividade reforçou a convocação da Greve Geral do dia 30 de junho e a CUT Brasília fez um panfleto denunciando o assassinato de direitos, com uma performance teatral que seguiu pelo Setor Comercial Sul, com sindicalistas maquiados como personagens de filmes de terror, a exemplo de seu Presidente, também diretor do Sindicato dos Bancários, Rodrigo Britto.


Durante a atividade foi reforçada a pressão sobre os senadores do Distrito Federal, Reguffe, Cristóvam Buarque (PPS) e Hélio José (PMDB), para que rejeitem as Deformas e a retirada de direitos. O gabinete do Senador Hélio José foi contatado por telefone em pleno ato, como parte da performance, sendo pressionado a votar a favor dos trabalhadores.

O fato é que no mesmo dia, o parlamentar votou a favor do relatório Paim na Comissão de Assuntos Sociais, que julgava o mérito da proposta, rejeitando, graças à virada de dois votos, o relatório do Senador Ricardo Ferraço (PSDB), que enviava o texto intocado do relatório do deputado Rogério Marinho, outro tucano, potiguar, que destrói a CLT. A decisão surpreendente reanima a luta e embola o meio de campo da tramitação, ampliando o prazo, o que tornará ainda mais importante a construção da Greve Geral no dia 30 de junho, assim como a pressão sobre os Senadores, tanto na Comissão de Constituição e Justiça, quanto no plenário. 



 Reunião com a Minoria na Câmara. Foto Richard Silva
                                       
CUT, CTB e Intersindical reunidos no com o Senador Lindibergh Farias, um dos Senadores de oposição que participou da conversa sobre a pressão na CCJ - Foto: Portal CTB

O Esquenta em Brasília teve ainda a característica de reforço da articulação política junto aos deputados e senadores, tanto com a participação do Vice-Presidente da CTB, Vicente Selistre, e do Secretário de Serviço Público, João Paulo, junto à CAS, assim como o Diretor da CTB-DF  Paulo Vinícius, que se somou às reuniões com os deputados e senadores de oposição em ambas as casas, em conjunto com a CUT e a Intersindical. Nas reuniões, entre outros temas, o dirigente bancário reforçou a necessidade de coibir as práticas antissindicais que

A vitória e a mobilização reforçam a Greve Geral de 30 de junho
O Esquenta da Greve Geral em todo o país se mostrou imprescindível para animar a construção da Greve e, como pontuou Adilson Araújo, Presidente Nacional da CTB: "A derrota de Temer na Comissão do Senado fortalece ainda mais a luta e a organização da Greve Geral". A Greve Geral ganhará mais força, no caminho do dia 30, articulando a luta nas ruas, nas redes e no parlamento, em defesa dos direitos, pelo Fora Temer e as Diretas Já!

terça-feira, 28 de março de 2017

Unidade, Greve Geral e ação no Congresso para derrotar as contrarreformas e a precarização - Paulo Vinícius Silva

As centrais sindicais (CTB, UGT, Força Sindical, Nova Central, CSB e CONLUTAS) reuniram-se hoje (28/03) com o Presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) para discutir a tramitação do PLS 30/2015, anteriormente 4330/2004, que trata da terceirização.
Fotos: Júlio Fernandes

Embora contenha pontos negativos (permite terceirização na atividade fim, por exemplo), o Projeto foi objeto de debate na Câmara, no Senado, e em audiências públicas. Já o PL 4302/1998 é fruto de uma manobra parlamentar do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM – RJ). A mando de Temer, ele recuperou um projeto caquético de terceirização ilimitada enviado pelo governo FHC (PL 4302/1998), aprovado na última quarta-feira, 22/03, sem qualquer debate, favorecendo a quarteirização, as empresas laranja e sua expansão para o campo e a cidade, além de liberar geral as empresas intermediadoras de serviços temporários e o trabalho temporário, que pode ser ampliado para até 270 dias, ou mais, se constar em convenção coletiva. Diante da aprovação pela Câmara, em última votação, os trabalhadores e trabalhadores tem diante de si apenas a disposição do presidente ilegítimo e sem votos, Michel Temer, para rasgar a CLT e seus direitos.
Esse foi o panorama difícil e tenso da reunião com o Presidente do Congresso Nacional, em que a CTB foi representada pelos dirigentes João Paulo, Mário Teixeira e Paulo Vinícius que, ao lado das centrais solicitaram a continuidade do debate e deliberação do PLC 30/2015 no Senado, com relatoria do Senador Paulo Paim (PT-RS), elaborado em Comissão Especial, criada pelo Senador Renan Calheiros - na Presidência do Senado - e extinta em dezembro 2016, com o fim da sessão legislativa. No diálogo com o Senador Eunício, as centrais obtiveram o compromisso de que o presidente renovará a Comissão Especial, com seus membros e o próprio relatório Paim, para que o mesmo possa ser apresentado às comissões mínimas necessárias (dentre as quais a CCJ) e, a partir de seu parecer, ser submetido a debate e modificações no Senado.
Essa decisão, prerrogativa do Presidente do Senado, repõe a disputa política em torno da terceirização. A luta continua, mas a batalha será dura e complexa, demandando dos trabalhadores e trabalhadoras unidade, mobilização de rua e ação na Câmara e no Senado. O ilegítimo Temer tem em mãos um projeto decrépito e selvagem, que escancara a terceirização. A crise social de sua aplicação enfrentará grande resistência dos trabalhadores e terá repercussões extremamente negativas para todos os que sofrerem, mas também não esquecerão os políticos que favoreceram sua aprovação.
Por outro lado, a tramitação do relatório Paim no Senado poderá assegurar a manutenção das conquistas na sua redação e o enfrentamento de itens negativos, a fim de regulamentar a terceirização sem destruir a CLT e assegurando os direitos aos trabalhadores terceirizados. Modificado, necessitaremos ainda que, passando novamente pela Câmara, defendamos os itens favoráveis aos trabalhadores e pressionar pela sua sanção.
Teremos, portanto, de um lado, o retrocesso social e a insegurança jurídica causada pelo governo golpista e seu acordo com a Câmara. De outro, o crescimento da pressão e das mobilizações contra a Terceirização sem Direitos e as contrarreformas Trabalhista e da Previdência, no caminho da Greve Geral, no dia 28/04. Mais do que nunca, exige-se da luta dos trabalhadores a sua politização, para confrontar o sistema político, representado por deputados e senadores que ignoram a população. Será preciso multidões nas ruas e deixar claro a cada Senador(a) e Deputado(a) que a classe trabalhadora não esquecerá sua traição aos eleitores. Esse aprendizado da população é decisivo para a renovação da política e do parlamento, para projetar lideranças legítimas, populares, que possam sustentar as mudanças interrompidas pelo Golpe.
Fotos: Júlio Fernandes

Se o Senado acerta na continuidade do debate democrático que ocorria e na manutenção do Senador Paim como relator da matéria, isso não nos autoriza a comemorar, mas sim a intensificar a pressão na rua e no parlamento contra Terceirização sem Direitos, o fim da aposentadoria e da Previdência e a reforma contra a classe trabalhadora. É preciso que cada sindicato, a população, os movimentos sociais carimbem em cada deputado e senador traidor a marca do repúdio popular. Por outro lado, há uma chance para que não sejam os algozes da classe trabalhadora. A luta continua, vamos com toda a garra construir a Greve Geral em 28/04!

Paulo Vinícius Silva é Sociólogo e Bancário, da CTB Nacional e do DF e diretor de Política Sindical do Sindicato dos Bancários de Brasília

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Vídeos TV Senado: Regulamentação do Aviso Prévio Proporcional em debate na Comissão de Assuntos Sociais do Senado

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado, sob a presidência de Paulo Paim, tribuno da luta dos trabalhadores, realizou nesta segunda-feira, 15 de agosto, Audiência Pública durante a sua 11ª Reunião para debater a Regulamentação do Aviso Prévio Proporcional ao tempo de serviço, para qual foram convidados:
- Germano Silveira de Siqueira - Diretor Legislativo da ANAMATRA (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho):
- Paulo Vinícius Santos da Silva - Secretários de Políticas para a Juventude Trabalhadora da Central d Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil(CTB) e Secretário Geral da sua seção no DF - em representação de seu Presidente nacional, Wagner Gomes;
- Moacyr Roberto Auersvald  Secretário Geral da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) e em representação de seu Presidente Calixto Ramos;
- Lourenço Prado - Presidente da CONTEC e Vice-Presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT);
- Roberto Figueiredo Caldas - Secretário Nacional de Defesa da República e da Democracia do Conselho da OAB, em representação de seu Presidente Ophir Cavalcante;
- José Ricardo Aguiar Alves - Vice-Presidente Executivo da Confederação Nacional das Instituições Financeiras;
- Patrícia Coimbra Duque - Consultora da Presidência da Confederação nacional do Comércio de bens, Serviços e Turismo (CNC);
- Sylvia Teixeira de Sousa - Gerente de Consultoria da Diretoria Jurídica da Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI);
- Cristiano Zaranza - Chefe da Assessoria Jurídica da Confederação nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Confira os vídeos com extratos das falas que, assim como as fotos, estão disponíveis na página do Senado Federal (www.senado.gov.br).




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