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quarta-feira, 9 de março de 2016

Vídeo - Por que os bancários, a CUT, a CTB e setores de oposição se uniram na Chapa 2, Sindicato Para Tod@s?



Por que CUT, CTB e setores independentes e de oposição se uniram na Chapa 2 Sindicato para Tod@s?

Há graves ameaças no horizonte, e só a nossa unidade poderá deter o PL da Terceirização, o PLS 555 de abertura do capital da Caixa e das Estatais e a tentativa de rasgar a CLT. Confira no vídeo.#VoteChapa2 #EmDefesadaCaixa #ContraPLS555
Publicado por Chapa 2 Sindicato para Todos Bancários DF em Quarta, 9 de março de 2016

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A eleição de 2014, a economia e as ameaças neoliberais aos bancos públicos - Paulo Vinícius Silva

Criança, vi a inflação mensal de até 89% ao mês. Com uma verdadeira guerra econômica e midiática em curso, vê-se uma pressão monstruosa para impor um ajuste neoliberal ao país, independentemente de quem ganhe, vemos o terrorismo midiático em economia, chantageando o país e o governo, querendo um nome dos bancos estrangeiros para comandar a Fazenda, sob a "gravíssima" situação de uma inflação está em 0,25% ao mês!

E no programa de governo da candidata Marina está claro o seu rumo. Com uma mão, dá a "independência" ao Banco Central, um eufemismo para dizer que a imprensa golpista e o "mercado" - que ganham com os juros SELIC altos - terão o Banco Central dependente deles para ampliar o patamar dos juros que afetam o cartão de crédito, as prestações da casa, as prestações do carro, os juros dos financiamentos e do capital de giro das empresas e microempresas.

Depois de uma série de generalidades, inclusive dizendo que o spread é alto, que a SELIC é alta, olhe, colega bancário(a), correntista, microempresário(a), como o que diz Marina Silva nada tem com a constatação, porque propõe mais veneno, e não a cura da doença. Em seu Programa, exatamente na página 60, ela diz:
"devemos caminhar gradualmente para um sistema no qual o crédito público para empresas seja complementar, e não inibidor do sistema de crédito privado, focando em negócios com as seguintes características:
1) empresas pequenas e nascentes;
2) projetos inovadores ou com alto impacto social;
3) projetos de maturação muito longa que exijam alto volume de recursos,
como obras de infraestrutura.
Os subsídios ao crédito agropecuário e aos programas de habitação popular deverão continuar, mas com maior participação dos bancos privados, evitando subsídios não computados e ineficiências na alocação".

Traduzindo:
a) Marina propõe o que Dilma já fez, pois nunca os bancos receberam tanto povo e emprestaram tanto e a juros tão baixos às microempresas, aos microempreendedores que antes eram informais. Marina pretende retirar da Caixa e do Banco do Brasil as possibilidades mais atrativas de negócios, restringindo como jamais a possibilidade de ação dos bancos públicos para emprestar. Isso é a resposta do sistema financeiro privado à ação empreendida por Lula e Dilma através do Banco do Brasil, da Caixa e do BNDES, BASA e BNB para DIMINUIR OS JUROS que até então se cobravam. É ter diminuído o patamar dos juros que ela chama de fator "inibidor" aos bancos privados.

b) Se ela, por um lado, permite ao BC aumentar a SELIC à vontade - com "independência" do Bano Central e sua gestão exclusiva por critérios  supostamente "técnicos" e com a ajuda da imprensa golpista, a consequência será necessariamente um aumento, e não redução da taxa SELIC, e um aumento do patamar dos juros e do spread bancário. Afinal, propõe diminuir o papel dos bancos públicos em emprestar para as empresas, para o agronegócio, para a agricultura familiar. Mas é um grande negócio para os bancos privados;

c) Com a perda da lucratividade nos bancos públicos, ver-se-á outra vez a campanha pela sua privatização. Já no programa de governo, a candidata neoliberal alfineta os bancos públicos: "ineficiências na alocação", "subsídios não computados" são acusações que negam o papel importantíssimo dos Bancos Públicos em impedir a crise de se apossar do Brasil. Marina nega a eficiência e o talento dos bancários dos bancos públicos, criadores de uma tecnologia competitiva em todo o mundo, sucessivamente vitoriosos(as) em seguidos resultados positivos, impulsionando o Microcrédito, o Cartão BNDES, os empréstimos dos Fundos Constitucionais. Tão eficientes e competitivos são os Bancos Públicos, que a candidata apoiada pela herdeira do Itaú, que coordena o seu Programa de Governo, propõe uma intervenção na política de crédito para prejudicá-los e "dar uma forcinha" para a banca privada.

Não há máscara, não há pudor. A candidata neoliberal Marina Silva investe contra os bancos públicos e propõe uma agenda que, na verdade, levará à redução do crédito, à ampliação dos juros e aos ataques a uma das principais bases da soberania brasileira, o sistema financeiro com o protagonismo público. Marina promete a volta de páginas da nossa história recente vividas pelos(as) funcionários(as) do BB, da CEF, BNB, BASA e dos bancos estaduais. Histórias tristes, de perseguições, suicídios, de profunda insatisfação com o trabalho, porque os bancários e bancárias sofrem duplamente nesse tipo de situação. Sofrem por serem levados ao desespero no trabalho, perseguindo metas inalcançáveis, enfrentando o enxugamento do quadro e a liquidação das instituições, porque é isso que se prepara com as medidas acima elencadas. E sofre porque com   juros altos é o bancário que cobra, é ele que vê a falência e o empobrecimento dos clientes. Com Lula e com Dilma ajudamos a realizar sonhos, de viver na casa própria, de estudar, de acesso ao conforto, ao lazer, à informação. É muito diferente de ser bancário para ver no olhar dos clientes o medo, o desemprego, a perda do que eles conquistaram com tanto sacrifício.

Não haja dúvidas para bancários e bancárias, nem para clientes: a agenda de Marina é contra os bancos públicos, é a favor dos bancos privados, levará aos juros mais altos, comprometerá o desenvolvimento do país, levará as famílias a uma situação de maior endividamento e as microempresas à insolvência.

Dilma é a única candidata que defende os interesses do Brasil, que são inseparáveis de sólidos e poderosos Bancos Públicos. Mas Dilma tem de mostrá-lo claramente aos bancários e bancárias que, às vésperas da sua campanha salarial nacional, extenuados pela imensa responsabilidades que sobre si recaíram, necessitam de maior valorização, de reconhecimento.

Apesar de os anos de Dilma e Lula terem recuperado os salários dos bancários dos bancos públicos, com aumentos superiores à inflação, a herança maldita de oito anos sem aumento salarial nos anos de FHC ainda levam a uma remuneração básica baixíssima para o papel da categoria bancária na sociedade. No entanto, essa constatação não pode nos levar a uma postura irresponsável que leve à própria liquidação desse patrimônio que são os bancos públicos, as grandes molas impulsionadoras do desenvolvimento. Na eleição, Marina assume claramente o lado dos especuladores e maiores inimigos dos bancos públicos. Por isso a campanha salarial de 2014, em plena eleição, terá uma especial complexidade política: é preciso defender a categoria e ao mesmo tempo defender o Brasil e os Bancos Públicos. E isso só será possível com Dilma.

segunda-feira, 29 de março de 2010







Eleições do Sindicato dos Bancários de Brasília:
Um jogo de Cartas Marcadas

A eleição do sindicato, de tão apressada e fria, quase passa desapercebida pela categoria! Isso porque foi antecipada, encurtou-se a ca
mpanha e não há debate nem
transparência n
a votação. Entenda abaixo os porquês.

É clara a falta de independência da direção para representar a forç
a dos(as) bancários. Os lucros dos bancos são imensos, as conquistas a conta gotas. Ante a
insatisfação da categoria, a direção joga na retranca: não assegura a unidade para avançar nas conquistas; restringe a democracia e a participação; reduz o quorum da eleição; manipula a comissão eleitoral, faz da eleição um jogo de cartas marcadas.


É a resposta despolitizada às mudanças do movimento sindical, que tem hoje seis centrais e é mais plural. A representação dos trabalhadores vai muito além da
CUT, e há alternativas, por mais que a direção ridicularize e rotule quem lhe questione.

Nós que tam
bém apoiamos as mudanças iniciadas com Lula em 2002, e defendemos sua continuidade e aprofundamento, no entanto não concordamos com o comodismo chapa branca. Não é assim que faremos o governo avançar. O papel do sindicato é um, o do governo, outro. Há que criticar o errado e apoiar o correto para enterrar de vez o neoliberalismo.

Uma elei
ção a mascarar a crise do movimento bancário.
Cresce o descrença quanto ao movimento pela falta de democr
acia e diálogo. Terceirizam-se as greves. O debate nas assembleias é mutilado. E, ante a minguada
presença nas atividades do sindicato, a direção aposta na ausência e não na participação. Manobra os espaços de decisão para calar o “incômodo” das críticas.
Mas o sindicato não é o aparelho, a máquina, a buro
cracia, o sindicato somos nós!

A oposição tradiciona
l já mostrou seus limites. Infelizmente, dividida e equivocada na política. Representa uma minoria mesmo na esquerda, dogmática e sem realismo. Chega a se somar à direita e critica tudo que representa mudança no Brasil. Sua oposição a quase tudo que existe tira-lhe a independência para construir a unidade e falar pela maioria. E, se nacionalmente em alguns casos já é possível unir forças, infelizmente não foi o caso no DF.

Diante d
esse quadro e pela ausência de garantias democráticas mínimas, a CTB e outros setores não participamos da eleição do sindicato. Mas atuamos na campanha salarial e nas eleições da CASSI, da FUNCEF. Ativamente representados nessas batalhas, lutamos por uma alternativa bancária.


A geração
Pós–98:
JUVENTUDE E GARRA POR INTEIRO, DIREITOS PELA METADE

Nos últimos 15 anos houve uma renovação inédita da categoria bancária. Ad
mitidos em meio à maior onda de demissões “voluntárias” durante o neoliberalismo, entramos com direitos e remuneração inferiores aos dos pré-1998.
Uma nova geração de bancários(as) em um tempo de mudanças que é o futuro dos bancos públicos.
Ainda assim, marcamos um gol de placa durante a crise econômica que demoliu o
s dogmas neoliberais e privatistas. No governo Lula, CEF, BB e BNDES fizeram
Brasil se afirmar, gerar empregos, construir moradias e sonhos. Foram fundamentais nosso trabalho, esforço e talento. Mas ainda não ocupamos plenamente nosso espaço nos bancos nem nas representações das categorias. E no sistema financeiro prevalecem ainda amarras à mudança no Brasil.

Um Sistema Financeiro que sirva ao Brasil


Vivemos um mom
ento de transição, de luta para enterrar a herança do neoliberalismo no BB, CEF e BRB, fortalecendo seu caráter público, para servirem a um novo projeto nacional de desenvolvimento, a decidir-se em 2010.
Nessa campanha salarial se definirá se revertemos as principais derrotas sofridas durante o neoliberalismo. Isso passa por:

Isonomia – igualdade de direitos,incorporação da licença prêmio e aprovação do PL da Isonomia;

Reposição das perdas – Os anos 90 foram de arrocho salarial nos bancos públicos. Defendemos escalonar o aumento para repor essas perdas. Rejeitamos que a
CONTRAF-CUT as abandone e rebaixe os índices, como em 2009;

Jornada de seis horas sem redução de salários. As Centrais
estão para conquistar as 40 Horas Semanais sem redução. É atual e justo que a luta por 6 horas sem
redução, dado o crescimento exponencial da produtividade bancária;

Uma carreira digna (PCCS) e mais solidariedade – resposta à falta de identidade dos bancários. Qualificada, produtiva, comprometida, a categoria precisa ser valorizada, e não submetid
a ao assédio moral. Resultado se garante com carreira e remuneração digna!

Por um debate nacional sobre o papel do sistema financeiro no desenvolvimento do Brasil, na preservação do meio ambiente e na valorização do trabalho.


Leia Também:

De 1º a 09/04, participe das Eleições da CASSI. Vote:



POR UMA NOVA CASSI!


Visite: http://www.umanovacassi.com.br



De 26/04 a 06/05, participe das eleições da FUNCEF. Vote:












Visite: http://www.achapadosassociados.org.br




BRB: a luta por desenvolver o DF

A formação recente e as dificuldades do desenvolvimento do DF e a sua relação com o entorno só reafirmaram o papel do BRB como banco público. No entanto, assegurar a transparência e o controle social ao lado de uma administração não politizada são desafios mais claros à população do DF após os escândalos da quadrilha que se instalou no GDF.
Como parte dessas medidas, inserem-se as bandeiras do funcionalismo, em especial:
- a revisão urgente do PCS e a definição de uma PLR justa;
- o fim da segregação dos gerentes de negócio;
- a eleição direta para a diretoria executiva da REJUS e para conselheiros e diretor da BRB Saúde



uma central classista e de luta
A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil é a mais nova das centrais sindicais. Fundada em dezembro de 2007, foi reconhecida - ao lado da CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – em agosto de 2008 e em representatividade já é a terceira central do Brasil.
Reúne os Bancários de Bahia e Sergipe, os Metroviários de São Paulo, os Metalúrgicos do RJ e os Correios do DF, mais de 400 sindicatos por todo o Brasil. Independente, classista, democrática e de luta, a CTB dá seus primeiros passos no DF e busca a unidade das centrais do direito dos trabalhadores.

Com esse objetivo, junto com CUT, CGTB, Força e Nova Central, estamos preparando a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora no dia 1º de junho em São Paulo para unificar as lutas dos trabalhadores e assegurar a conquista da Redução da jornada de Trabalho e por mais direitos!

Contato: pvss65@ gmail.com


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