SIGA O COLETIVIZANDO!

Mostrando postagens com marcador eleição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eleição. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de março de 2022

ASSEMBLEIA DE BASE DO NÚCLEO DA CTB BANCÁRIOS DF, HOJE, 5A. FEIRA, 10/03, 19H, ZOOM

ASSEMBLEIA DE BASE DO NÚCLEO DA 
CTB BANCÁRIOS DF
  5A. FEIRA, 10/03, 19H, ZOOM. 
 
1) Cláudio Nascimento: 
RAZÕES PARA A DEFESA DAS CHAPAS 6 E 77 - UNIDOS POR UMA CASSI SOLIDÁRIA E CAMPANHA NAS UNIDADES E NAS REDES NO DF (O ponto durará 30 min)  
2) Rafael Guimarães e PV:
 POSIÇÃO CLASSISTA NAS NEGOCIAÇÕES PARA A ELEIÇÃO DO SINDICATO, CRITÉRIOS E NOMINATA (O ponto durará 1h).

 

quarta-feira, 9 de março de 2016

Vídeo - Por que os bancários, a CUT, a CTB e setores de oposição se uniram na Chapa 2, Sindicato Para Tod@s?



Por que CUT, CTB e setores independentes e de oposição se uniram na Chapa 2 Sindicato para Tod@s?

Há graves ameaças no horizonte, e só a nossa unidade poderá deter o PL da Terceirização, o PLS 555 de abertura do capital da Caixa e das Estatais e a tentativa de rasgar a CLT. Confira no vídeo.#VoteChapa2 #EmDefesadaCaixa #ContraPLS555
Publicado por Chapa 2 Sindicato para Todos Bancários DF em Quarta, 9 de março de 2016

domingo, 28 de abril de 2013

Discurso de Hugo Chávez tras ganar ultima reelección - COMPLETO

Pensava cá comigo em como a luta é dura e necessária, vendo as pretensões imperiais do judiciário e os conceitos de democracia. No Brasil, antidemocrático é questionar o poder das minorias encasteladas desde sempre. E na Venezuela, mesmo com uma revolução, é necessário não uma, mas vencer duas eleições seguidas - ambas vistoriadas por dezenas de organizações internacionais - e ainda uma auditoria - prevista já, e impossível aqui - de 54% das urnas, para fazer valer a vontade da maioria. E a súcia tenebrosa do golpe, a oligarquia, mata ainda 9 militantes do PSUV, incendeia postos de saúde, hostiliza médicos cubanos, agride jornalistas, queima pneus em vias... E ainda tem um gringo, junto com estudantes de direita, apátridas, os bastardos da oligarquia, pagando, estimulando o não reconhecimento de uma eleição vencida pelo povo.

E penso na paciência da Revolução Bolivariana. Penso na grandeza do exemplo do Chávez, nas coisas que lá se estão construindo em consciência avançada, e em revolução. Escutemos uma vez mais o Chávez. Vale muito a pena.

Resultados da eleição do Paraguai e balanço da Frente Guassu






Resultados preliminares from RadioTVNuevoParaguay

Esquerda se afirma como terceira força e põe em cheque bipartidarismo paraguaio

22/04/2013 01:47







No último domingo (21) o Paraguai realizou suas eleições para presidente, deputados e senadores. O Partido Colorado, derrotado em 2008 após 61 anos ininterruptos de governo, saiu como grande vitorioso, elegendo Horácio Cartes com quase 46% dos votos. Por sua vez, o Partido Liberal, que ocupava a presidência com Federico Franco desde o golpe parlamentar contra Fernando Lugo em junho de 2012, obteve 37% dos votos em seu candidato Efraín Alegre.
A UNACE, partido conservador de raízes nacionalistas e populistas, fundado pelo general Lino Oviedo, morto em fevereiro desse ano em um acidente de helicóptero, inicialmente ensaiou um apoio aos liberais após o falecimento de seu líder. Sem conseguir chegar a um acordo, lançaram Lino Oviedo Sánchez, sobrinho do antigo general. Porém, na reta final da campanha, liberais e oviedistas fecharam uma aliança, e Sánchez passou a pedir votos para Alegre, mesmo com seu nome constando nas cédulas de votação. Para sedimentar o acordo, o governo liberal aprovou a compra superfaturada de um terreno da família Oviedo por US$ 15 milhões, o que resultou na renúncia do presidente do Senado Jorge Oviedo Matto, também sobrinho de Lino Oviedo.

Os partidos de esquerda e progressistas, que apoiavam Lugo e se posicionaram contra o golpe parlamentar, saíram rachados em três candidaturas e três listas para as eleições de deputados e senadores. A Frente Guasú obteve 3,3% dos votos para seu candidato a presidente Anibal Carrillo, médico que há mais de 30 anos atua junto com os movimentos sociais, em especial os do campo. Por sua vez, na eleição para o Senado, sua lista, encabeçada pelo ex-presidente Fernando Lugo, obteve quase 10% dos votos (no Paraguai as eleições para o Senado são feitas através de uma lista única fechada e nacional). Já o principal racha da Frente Guasú, a concertação Avança País recebeu 6% dos votos em seu candidato presidencial Mario Ferreiro e 5% nas sua lista para o Senado. Por fim, Lilian Soto e seu partido Kuña Pirenda foram a preferência por apenas 0,2% do eleitorado. Porém, sua candidatura tinha como objetivo maior demarcar a luta feminista, uma pauta ainda pouco difundida na sociedade paraguaia e mesmo dentro das organizações de esquerda. Ainda que muitos tenham lamentado a divisão dos partidos e movimentos de esquerda que eram base de apoio de Lugo durante seu governo, é importante lembrar que em 2008 esses mesmos grupos saíram em 12 listas diferentes nas eleições legislativas.
Mesmo com a volta dos colorados ao poder e a votação da esquerda ter sido abaixo do esperado, por não contar com as máquinas de fraude e contra-fraude que as duas maiores agremiações políticas possuem, não é possível afirmar que a política paraguaia voltou ao quadro pré-2008. A vitória de Lugo naquele ano foi graças, em parte aos partidos que o apoiavam (Liberais e Frente Guasú), e em parte graças a sua figura própria, de bispo humilde, aliado dos mais pobres e vindo de fora da “política tradicional”. O descrédito com os políticos tradicionais perdurou desde então, o que ficou evidente nos meses que antecederam o golpe, quando uma série de manifestações populares, cada qual com uma pauta própria, tinham em comum o rechaço aos senadores e deputados, e não ao executivo, como costuma ser mais frequente.
Nessa eleição isso se expressou na escolha dos candidatos dos maiores partidos. O Colorado, sem o controle da máquina estatal, vital para sua sustentação política através de práticas clientelistas, teve que apelar para um milionário, Horacio Cartes, ser candidato a presidente e compensasse com seu dinheiro a falta dos recursos públicos que costumam desviar para suas campanhas. Porém, o sucesso de Cartes não se deu apenas graças a sua riqueza. Novato na política, ele se filiou ao partido há apenas três anos, o que contribuiu para sua imagem de “renovação” em conjunto com a de “empresário bem-sucedido”, ao mesmo tempo que conseguiu unificar todas as facções dos colorados.
A aliança de última hora entre liberais e oviedistas foi mais uma demonstração de desespero do que de força. Esse acordo não resultou em um crescimento significativo da votação de Alegre, aparentemente uma boa parte do eleitorado da UNACE migrou pros colorados. Algumas análises já prevêem uma derrocada sem volta dos oviedistas (na votação para o Senado tiveram menos de 4% dos votos) e uma provável guerra interna entre Liberais, após essa derrota tendo o governo nas mãos, o que também pode causar uma crise no atual modelo bipartidarista do Paraguai. A esquerda começa a se afirmar como terceira força do país e, caso consiga aprofundar sua unidade, tem condições de se apresentar cada vez mais como um ator importante na política paraguaia.

Por Iuri Faria Codas

No último domingo (21) o Paraguai realizou suas eleições para presidente, deputados e senadores. O Partido Colorado, derrotado em 2008 após 61 anos ininterruptos de governo, saiu como grande vitorioso, elegendo Horácio Cartes com quase 46% dos votos. Por sua vez, o Partido Liberal, que ocupava a presidência com Federico Franco desde o golpe parlamentar contra Fernando Lugo em junho de 2012, obteve 37% dos votos em seu candidato Efraín Alegre.

A UNACE, partido conservador de raízes nacionalistas e populistas, fundado pelo general Lino Oviedo, morto em fevereiro desse ano em um acidente de helicóptero, inicialmente ensaiou um apoio aos liberais após o falecimento de seu líder. Sem conseguir chegar a um acordo, lançaram Lino Oviedo Sánchez, sobrinho do antigo general. Porém, na reta final da campanha, liberais e oviedistas fecharam uma aliança, e Sánchez passou a pedir votos para Alegre, mesmo com seu nome constando nas cédulas de votação. Para sedimentar o acordo, o governo liberal aprovou a compra superfaturada de um terreno da família Oviedo por US$ 15 milhões, o que resultou na renúncia do presidente do Senado Jorge Oviedo Matto, também sobrinho de Lino Oviedo.

Os partidos de esquerda e progressistas, que apoiavam Lugo e se posicionaram contra o golpe parlamentar, saíram rachados em três candidaturas e três listas para as eleições de deputados e senadores. A Frente Guasú obteve 3,3% dos votos para seu candidato a presidente Anibal Carrillo, médico que há mais de 30 anos atua junto com os movimentos sociais, em especial os do campo. Por sua vez, na eleição para o Senado, sua lista, encabeçada pelo ex-presidente Fernando Lugo, obteve quase 10% dos votos (no Paraguai as eleições para o Senado são feitas através de uma lista única fechada e nacional). Já o principal racha da Frente Guasú, a concertação Avança País recebeu 6% dos votos em seu candidato presidencial Mario Ferreiro e 5% nas sua lista para o Senado. Por fim, Lilian Soto e seu partido Kuña Pirenda foram a preferência por apenas 0,2% do eleitorado. Porém, sua candidatura tinha como objetivo maior demarcar a luta feminista, uma pauta ainda pouco difundida na sociedade paraguaia e mesmo dentro das organizações de esquerda. Ainda que muitos tenham lamentado a divisão dos partidos e movimentos de esquerda que eram base de apoio de Lugo durante seu governo, é importante lembrar que em 2008 esses mesmos grupos saíram em 12 listas diferentes nas eleições legislativas.

Mesmo com a volta dos colorados ao poder e a votação da esquerda ter sido abaixo do esperado, por não contar com as máquinas de fraude e contra-fraude que as duas maiores agremiações políticas possuem, não é possível afirmar que a política paraguaia voltou ao quadro pré-2008. A vitória de Lugo naquele ano foi graças, em parte aos partidos que o apoiavam (Liberais e Frente Guasú), e em parte graças a sua figura própria, de bispo humilde, aliado dos mais pobres e vindo de fora da “política tradicional”. O descrédito com os políticos tradicionais perdurou desde então, o que ficou evidente nos meses que antecederam o golpe, quando uma série de manifestações populares, cada qual com uma pauta própria, tinham em comum o rechaço aos senadores e deputados, e não ao executivo, como costuma ser mais frequente.

Nessa eleição isso se expressou na escolha dos candidatos dos maiores partidos. O Colorado, sem o controle da máquina estatal, vital para sua sustentação política através de práticas clientelistas, teve que apelar para um milionário, Horacio Cartes, ser candidato a presidente e compensasse com seu dinheiro a falta dos recursos públicos que costumam desviar para suas campanhas. Porém, o sucesso de Cartes não se deu apenas graças a sua riqueza. Novato na política, ele se filiou ao partido há apenas três anos, o que contribuiu para sua imagem de “renovação” em conjunto com a de “empresário bem-sucedido”, ao mesmo tempo que conseguiu unificar todas as facções dos colorados.

A aliança de última hora entre liberais e oviedistas foi mais uma demonstração de desespero do que de força. Esse acordo não resultou em um crescimento significativo da votação de Alegre, aparentemente uma boa parte do eleitorado da UNACE migrou pros colorados. Algumas análises já prevêem uma derrocada sem volta dos oviedistas (na votação para o Senado tiveram menos de 4% dos votos) e uma provável guerra interna entre Liberais, após essa derrota tendo o governo nas mãos, o que também pode causar uma crise no atual modelo bipartidarista do Paraguai. A esquerda começa a se afirmar como terceira força do país e, caso consiga aprofundar sua unidade, tem condições de se apresentar cada vez mais como um ator importante na política paraguaia.

domingo, 31 de outubro de 2010

Serristas apelam e rogam praga no Brasil.

O dobre de finados nas esperanças de qualquer dignidade nos opositores de Dilma soou no vídeo 2012, o fim está próximo peça que já tem seu lugar na história do cinema, caso exista alhures quem premie o mau gosto, a má fé e falta de caráter... um prêmio Goebbels, talvez. É uma ameaça ao eleitorado, não ficção, um panfleto e uma confissão de quem não esconde o olho grande contra o próprio país e o seu povo. É um filme contra o direito de o Brasil decidir. É uma enganação que desmerece a inteligência do(a) eleitor(a)

A sofrível película – crime eleitoral covarde às vésperas do desenlace das eleições de 2010 – é uma urucubaca assustadora sobre o futuro do Brasil, uma chantagem. Diz ao eleitor, “o fim está próximo”, caso o cidadão cometa o acinte de eleger a candidata Dilma Roussef. Mas o despenhadeiro da rejeição popular se abre ameaçador é ante a legião anti-patriótica e neoliberal.


É um vídeo sobre eles

Mas o filmezinho tem sua utilidade. Diz muito acerca dessa elite anti-Brasil sob Serra. Leiamos nas entrelinhas. Mas, em vez de tecer suposições como sentenças, cabem perguntas que o vídeo sugere:

1 – “Com o Brasil dividido, Dilma assume”.

Os prováveis derrotados nessa eleição limpa farão oposição ainda mais agressiva, contra a vontade popular?

2 – “Investigação sobre aliados e familiares de Serra”. Estão com medo dos mal-feitos da campanha (Paulo Preto, guerra de dossiês entre tucanos, calúnia e crimes eleitorais)? Querem ser inimputáveis? Não podem responder por ilegalidades em apuração?

3 – “Serra viaja para os Estados Unidos para o exílio”. Para os Estados Unidos, é? Entendi. E de lá, vai se unir com os estrangeiros para tomar o nosso Pré-Sal?

4- “Guerra com São Paulo”. Estão se sentindo ameaçados pelos investimentos no estado? Ficaram doídos com a Dilma, ao dizer “quem cuida de pobre em São Paulo é o Governo Federal'?

5 – “Acerto com a Igreja, descriminalização do aborto e impostos sobre as igrejas”.

Como o tema impostos sobre igrejas apareceu? Desculpe a ignorância: igreja não paga imposto?

Uma das mais fortes origens da esquerda representada por Dilma são os católicos e católicas progressistas. Devem eles ter medo de perseguições, a partir de Bento XVI?

Como o chefe do Estado do Vaticano emite juízos sobre a escolha do chefe de Estado do Brasil? E a criminalização do aborto de Serra? Querem dificultar o atendimento pelo SUS das mulheres pobres que já abortaram? Perseguirão as mulheres? Os (As) médicos(as) devem denunciá-las? Quantas morrerão (e seus filhos)?

6- “Servidores federais X programas sociais. Crise”. Desejam que parem os concursos públicos?

7- “Investigações e perseguição a Lula”. Projetam os tucanos em Dilma o que fariam a Lula caso ganhassem a eleição?

8 – “O turismo no Brasil desaba”. Apostam contra a Copa e as Olimpíadas no Brasil?

9 – “Estudantes (pró-Serra) e MST (Dilma) se enfrentam brutalmente”.

PSDB, DEM e PIG farão investimentos no movimento estudantil?

A TFP voltará com seus estandartes às universidades?

Já que o apoio juvenil organizado a Serra se resume às juventudes partidárias da sua aliança e à extrema direita - inexpressivas no ME - não é meio delirante o cenário criado?

Dói muito ao Serra o repúdio generalizado do movimento estudantil à sua candidatura?

10 – Se elegermos Dilma, o mais provável é a primeira mulher presidente não terminar o mandato?

E depois Serra será recebido por Lula e FHC no aeroporto? Esse tipo de megalomania já tem tratamento psiquiátrico, ou é machismo sem cura?

11 – Se as forças políticas que se opõem a Dilma forem derrotadas, ameaçam como Lacerda, “(...) não pode ganhar. Se ganhar, não pode tomar posse. Se tomar posse, deve ser derrubado”?

12 – Quem pagou o vídeo? Qual é a história sob essa peça apócrifa e covarde - que junto a outras baixezas, restará indelevelmente marcada no decepcionante currículo de Serra?

13 – Para Aécio: é isso que o PSDB, liderado por Alckmin ou Serra, como vaticina o vídeo, fará com a democracia, com o Brasil?

Obrigado por não nos deixar esquecê-los

O Brasil agradece as oportunidades propiciadas pela baixaria do demo-tucanato-carola-tfpista. Oportunidade de recordar como eles trabalham, de perceber que sua ânsia privatizante não acabou, de derrotá-los pela terceira vez, de eleger uma mulher, continuar o fortalecimento do Brasil, com trabalho para o povo e dignidade diante das nações.

Nem adianta o olho gordo. O povo não se dobrará ante as sucessivas ameaças à democracia. O povo já sabe quem não é democrático, por isso votará 13 e, com a Dilma, derrotará o medo, o irracionalismo e as ameaças fundamentalistas ao caráter laico de nossa República.

Talvez pensando nesse tipo de apelação, como uma frase para Dilma e o povo levarem no coração nesse 31 de outubro de 2010, Mário Quintana deixou um verso, um esconjuro ante esses jogadores de praga e sabotadores:"Todos esses que aí estão/ Atravancando o meu caminho/ Eles passarão/...Eu passarinho!"

sábado, 25 de setembro de 2010

Com você é possível vencer!


Leandro
Essa é a última semana que nos separa da eleição de 2010.

O DF enfim mudará no mesmo rumo do Brasil. Façamos a nossa parte, para eleger Dilma e Agnelo 13, Cristovam 123 e Rolemberg 400, a primeira parte de nossa vitória.

A segunda mudança deve ser VOTAR PARA RENOVAR a Câmara Distrital. Uma multidão de amigos(as) nesses três meses já declarou apoio à eleição do Leandro 65400 deputado distrital. Nossa campanha tomou as ruas para mudar a forma de fazer política, com mais participação popular, transparência. Queremos um parlamento digno das mudanças que conquistamos, e não que ele seja uma trincheira do atraso.

Agradeço muito o apoio até aqui recebido. Mas a hora agora é de trabalho para alcançar a vitória, que é possível. E precisamos da sua ajuda:

Ajude no nosso visual: Cole adesivo em seu carro, ou ponha um cartaz/bandeira na sua casa. No dia da eleição, vá com a colinha, use o adesivo, vá caracterizado(a) e ajude a campanha.

Apoie Leandro 65400 entre sua família e amigos: faça uma relação de pessoas a quem possa pedir o apoio à candidatura. Veja nas suas mídias sociais (Orkut, Facebook etc) se não tem alguém a quem possa apresentar Leandro 65400. Ajude pedindo votos!

Participe de nossas atividades, apareça, essa é a hora de conquistar uma voz do povo e da juventude, a hora de Renovar Geral, e o Distrito Federal precisa de nós! Entre em contato!

Messias de Souza comemora êxito da campanha no DF - PCdoB. O Partido do socialismo. Com Dilma Presidente


Messias de Souza comemora êxito da campanha no DF - PCdoB. O Partido do socialismo. Com Dilma Presidente

Messias é candidato a deputado federal pelo DF, com o número 6565, que é muito especial e tem história. Afiinal, o 6565 foi historicamente ben votado no DF e sempre levou a mandatos de esquerda, dignos, que lutaram pelo povo.

Messias de Souza, candidato do PCdoB no DF, figura na lista que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) divulgou, esta semana, com a relação dos candidatos em campanha para deputado federal que tem chances de vencer as eleições deste ano. Segundo ele, é o reconhecimento de que a primeira fase da campanha obteve êxito: o de sair do anonimato. A tática da reta final é fazer campanha casada com 40 candidatos à Câmara Distrital (a Assembléia Legislativa do DF).

Messias é alagoano, mas vive em Brasília desde 1985. Nesses 25 anos, atuou paralelamente na área jurídica e fazendária e na militância política. Sua carreira foi composta de cargos que vão desde a Presidência Regional e membro da Direção Nacional do PCdoB e presidente da Sociedade Alagoana de Defesa dos Direitos Humanos, quando chegou na capital federal, até os mais recentes como conselheiro e membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-DF, representante da União no Conselho de Administração da Terracap e assessor especial do Ministro da Fazenda, Guido Mantega.

segunda-feira, 29 de março de 2010







Eleições do Sindicato dos Bancários de Brasília:
Um jogo de Cartas Marcadas

A eleição do sindicato, de tão apressada e fria, quase passa desapercebida pela categoria! Isso porque foi antecipada, encurtou-se a ca
mpanha e não há debate nem
transparência n
a votação. Entenda abaixo os porquês.

É clara a falta de independência da direção para representar a forç
a dos(as) bancários. Os lucros dos bancos são imensos, as conquistas a conta gotas. Ante a
insatisfação da categoria, a direção joga na retranca: não assegura a unidade para avançar nas conquistas; restringe a democracia e a participação; reduz o quorum da eleição; manipula a comissão eleitoral, faz da eleição um jogo de cartas marcadas.


É a resposta despolitizada às mudanças do movimento sindical, que tem hoje seis centrais e é mais plural. A representação dos trabalhadores vai muito além da
CUT, e há alternativas, por mais que a direção ridicularize e rotule quem lhe questione.

Nós que tam
bém apoiamos as mudanças iniciadas com Lula em 2002, e defendemos sua continuidade e aprofundamento, no entanto não concordamos com o comodismo chapa branca. Não é assim que faremos o governo avançar. O papel do sindicato é um, o do governo, outro. Há que criticar o errado e apoiar o correto para enterrar de vez o neoliberalismo.

Uma elei
ção a mascarar a crise do movimento bancário.
Cresce o descrença quanto ao movimento pela falta de democr
acia e diálogo. Terceirizam-se as greves. O debate nas assembleias é mutilado. E, ante a minguada
presença nas atividades do sindicato, a direção aposta na ausência e não na participação. Manobra os espaços de decisão para calar o “incômodo” das críticas.
Mas o sindicato não é o aparelho, a máquina, a buro
cracia, o sindicato somos nós!

A oposição tradiciona
l já mostrou seus limites. Infelizmente, dividida e equivocada na política. Representa uma minoria mesmo na esquerda, dogmática e sem realismo. Chega a se somar à direita e critica tudo que representa mudança no Brasil. Sua oposição a quase tudo que existe tira-lhe a independência para construir a unidade e falar pela maioria. E, se nacionalmente em alguns casos já é possível unir forças, infelizmente não foi o caso no DF.

Diante d
esse quadro e pela ausência de garantias democráticas mínimas, a CTB e outros setores não participamos da eleição do sindicato. Mas atuamos na campanha salarial e nas eleições da CASSI, da FUNCEF. Ativamente representados nessas batalhas, lutamos por uma alternativa bancária.


A geração
Pós–98:
JUVENTUDE E GARRA POR INTEIRO, DIREITOS PELA METADE

Nos últimos 15 anos houve uma renovação inédita da categoria bancária. Ad
mitidos em meio à maior onda de demissões “voluntárias” durante o neoliberalismo, entramos com direitos e remuneração inferiores aos dos pré-1998.
Uma nova geração de bancários(as) em um tempo de mudanças que é o futuro dos bancos públicos.
Ainda assim, marcamos um gol de placa durante a crise econômica que demoliu o
s dogmas neoliberais e privatistas. No governo Lula, CEF, BB e BNDES fizeram
Brasil se afirmar, gerar empregos, construir moradias e sonhos. Foram fundamentais nosso trabalho, esforço e talento. Mas ainda não ocupamos plenamente nosso espaço nos bancos nem nas representações das categorias. E no sistema financeiro prevalecem ainda amarras à mudança no Brasil.

Um Sistema Financeiro que sirva ao Brasil


Vivemos um mom
ento de transição, de luta para enterrar a herança do neoliberalismo no BB, CEF e BRB, fortalecendo seu caráter público, para servirem a um novo projeto nacional de desenvolvimento, a decidir-se em 2010.
Nessa campanha salarial se definirá se revertemos as principais derrotas sofridas durante o neoliberalismo. Isso passa por:

Isonomia – igualdade de direitos,incorporação da licença prêmio e aprovação do PL da Isonomia;

Reposição das perdas – Os anos 90 foram de arrocho salarial nos bancos públicos. Defendemos escalonar o aumento para repor essas perdas. Rejeitamos que a
CONTRAF-CUT as abandone e rebaixe os índices, como em 2009;

Jornada de seis horas sem redução de salários. As Centrais
estão para conquistar as 40 Horas Semanais sem redução. É atual e justo que a luta por 6 horas sem
redução, dado o crescimento exponencial da produtividade bancária;

Uma carreira digna (PCCS) e mais solidariedade – resposta à falta de identidade dos bancários. Qualificada, produtiva, comprometida, a categoria precisa ser valorizada, e não submetid
a ao assédio moral. Resultado se garante com carreira e remuneração digna!

Por um debate nacional sobre o papel do sistema financeiro no desenvolvimento do Brasil, na preservação do meio ambiente e na valorização do trabalho.


Leia Também:

De 1º a 09/04, participe das Eleições da CASSI. Vote:



POR UMA NOVA CASSI!


Visite: http://www.umanovacassi.com.br



De 26/04 a 06/05, participe das eleições da FUNCEF. Vote:












Visite: http://www.achapadosassociados.org.br




BRB: a luta por desenvolver o DF

A formação recente e as dificuldades do desenvolvimento do DF e a sua relação com o entorno só reafirmaram o papel do BRB como banco público. No entanto, assegurar a transparência e o controle social ao lado de uma administração não politizada são desafios mais claros à população do DF após os escândalos da quadrilha que se instalou no GDF.
Como parte dessas medidas, inserem-se as bandeiras do funcionalismo, em especial:
- a revisão urgente do PCS e a definição de uma PLR justa;
- o fim da segregação dos gerentes de negócio;
- a eleição direta para a diretoria executiva da REJUS e para conselheiros e diretor da BRB Saúde



uma central classista e de luta
A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil é a mais nova das centrais sindicais. Fundada em dezembro de 2007, foi reconhecida - ao lado da CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB – em agosto de 2008 e em representatividade já é a terceira central do Brasil.
Reúne os Bancários de Bahia e Sergipe, os Metroviários de São Paulo, os Metalúrgicos do RJ e os Correios do DF, mais de 400 sindicatos por todo o Brasil. Independente, classista, democrática e de luta, a CTB dá seus primeiros passos no DF e busca a unidade das centrais do direito dos trabalhadores.

Com esse objetivo, junto com CUT, CGTB, Força e Nova Central, estamos preparando a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora no dia 1º de junho em São Paulo para unificar as lutas dos trabalhadores e assegurar a conquista da Redução da jornada de Trabalho e por mais direitos!

Contato: pvss65@ gmail.com


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Inscrição para eleição da CASSI encerra a 29/01

Eleições CASSI 2010


Acompanhe aqui todas as informações referentes ao processo eleitoral 2010 da CASSI, que elegerá novos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e o diretor de Saúde e Rede de Atendimento.

Acesse abaixo os links com as informações sobre o processo eleitoral.

Edital de Convocação
Regulamento
Estatuto da CASSI

Resolução da ANS


Comissão Eleitoral

Titulares

Suplentes


Qualquer informação ou contato referente ao processo eleitoral devem ser direcionados para:comissaoeleitoral@cassi.com.br

Eleição do Sindicato dos Bancários de Brasília dias 29, 30 e 31 de março

Comissão eleitoral remarca
eleições do Sindicato para 29, 30 e 31 de março


26/01/2010

A Comissão eleitoral remarcou a primeira votação das eleições da diretoria do Sindicato para os dias 29, 30 e 31 de março. A data final para inscrição das chapas que concorrerão ao pleito passou a ser agora 11 de fevereiro, seis dias depois do que foi inicialmente previsto.

Essas decisões foram tomadas em reunião realizada pelos cinco integrantes da Comissão na noite desta segunda-feira (25). A alteração de datas se deve à necessidade de atender ao disposto no parágrafo 1º do artigo 81 do Estatuto do Sindicato.

A norma estatutária estabelece que a publicação do Edital de Convocação deve ocorrer num prazo mínimo de cinco dias após a realização da Assembléia Geral que escolheu a Comissão Eleitoral. Como essa assembleia aconteceu no último dia 20, o Edital publicado no dia seguinte precisou ser retificado agora, com a devida adequação dos períodos de inscrição de chapas e de votações, já que os prazos estão condicionados à data da convocação.

O novo Edital está sendo publicado nesta quarta-feira (27) em jornal de grande circulação.

Veja o que diz o Estatuto:

Art. 81° - O Processo Eleitoral será coordenado e conduzido por uma Comissão Eleitoral composta de 05 (cinco) membros eleitos em Assembleia Geral, por chapa, assegurando-se participação proporcional para as chapas que atinjam acima de 20% de votos na assembleia.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - A Assembleia Geral de que trata este artigo será realizada no prazo mínimo de 05 (cinco) dias que anteceder a data de publicação do Edital de convocação das eleições.

domingo, 25 de outubro de 2009

Con normalidad uruguayos iniciaron histórica jornada electoral

www.telesurtv.net

Con total normalidad comenzó este domingo la jornada comicial en Uruguay al reportarse la apertura de los colegios electorales a las 08H00, hora local (10H00 GMT), donde acudirán cerca de dos millones y medio de personas para cumplir con su deber constitucional y elegir al Presidente que regirá los destinos del país suramericano entre 2010 y 2015, así como al futuro Parlamento.

Leer en: http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/60316-NN/con-normalidad-uruguayos-iniciaron-historica-jornada-electoral/

sábado, 25 de outubro de 2008

Debate mostra despreparo de Castelo e segurança de Flávio Dino

A satisfação de uma torcida com seu time pode ser medida pela presença no estádio durante o jogo. No caso do debate entre Flávio Dino (PCdoB) e João Castelo (PSDB) o termômetro da militância serviu para medir o desempenho dos candidatos. Já no terceiro bloco do debate da TV Mirante, na noite desta sexta-feira (24), a rua demarcada pela polícia para concentrar os partidários do tucano nas proximidades da emissora estava completamente vazia. Numa atuação que denotou a falta de projetos, Castelo deixou claro que não está preparado para assumir o cargo máximo da Ilha Rebelde.

Coletivizando no Youtube