quarta-feira, 19 de maio de 2021
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Reunião do Núcleo de Bancários e Bancárias da CTB-DF Segunda, 1o. de Março de 2021, às 19h no Google Meet
A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil é uma entidade de nível máximo de representação sindical, reunindo cerca de 10% das entidades sindicais de todos os níveis,
afora a nossa rede de NÚCLEOS DE BASE, como é o caso do trabalho que eu acompanho desde 2007, quando ingressei no Banco do Brasil. Foi a partir desse trabalho de base que compusemos as direções local e nacional da nossa CTB.
PAUTA DA REUNIÃO
I - 5o. CONGRESSO NACIONAL DA CTB: EM DEFESA DA VIDA, DA DEMOCRACIA, DA SOBERANIA E DOS DIREITOS
II - A LUTA BANCÁRIA NO DF HOJE E O PAPEL DA CTB
Greve dos bancários de 10/02/2021 em Brasília - Polícia reprime greve em pleno Cebolão - Vídeos, cards, imagens, do movimento
https://vermelho.org.br/2021/02/10/policia-reprime-com-gas-de-pimenta-bancarios-paralisados-em-brasilia/
Fotos da Greve dos Bancários e Bancárias no DF 10/02/2021 https://photos.app.goo.gl/R6K2CLuhE171t48N
Tiro, porrada e bomba em Brasília. São ess@s valoros@s que estão lutando pelo nosso BB público, pela nossa Cassi, pela...
Publicado por Teresa Cristina Mata Pujals em Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Resistência dos trabalhadores em tempos de golpe: o caso da Eletrobras - Íkaro Chaves - da CTB e do STIU-DF
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Após o golpe de 2016 configurou-se um novo regime político no Brasil, uma era de retrocessos sem paralelo na história brasileira, um verdadeiro tsunami a varrer conquistas dos trabalhadores e a dilapidar o estado nacional. Apesar da reação popular, o governo ilegítimo simplesmente desconsiderou o clamor que vinha das ruas, da greve geral ou da marcha dos 200 mil em Brasília, violentamente reprimida em 2017. Foi nesse ritmo atordoante que o regime golpista, com executivo, legislativo e judiciário unidos, aprovou a PEC do teto de gastos e a arrasadora reforma trabalhista. Parecia impossível derrotá-los.
Foi nesse ambiente que o governo anunciou, em meados de agosto de 2017, a intenção de privatizar a Eletrobras. Como uma categoria pequena como a dos trabalhadores do grupo Eletrobras poderia resistir? Embora soubéssemos que seria necessária a aprovação do congresso, Temer não havia perdido nenhuma votação por lá e acabara de sair vitorioso de uma tentativa de abreviação de seu mandato após escandaloso caso de corrupção. Para piorar a situação, a categoria estava absolutamente dividida após o processo de impeachment da presidenta Dilma e parcela considerável havia inclusive participado ativamente das marchas paneleiras de 2015 e 2016.
Salvar a Eletrobras parecia uma missão impossível. Os sindicatos que compõem o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), vinculados, diga-se de passagem, a diversas centrais sindicais, não estavam preparados para aquele tipo de combate, treze anos de governos do PT condicionaram a atuação da maioria dos sindicalistas e da própria base às lutas voltadas para questões econômicas. Porém, agora, a situação era muito diferente, de nada adiantavam táticas de lutas economicistas, era preciso travar um embate político, tendo para isso uma base de trabalhadores com forte presença de elementos reacionários.
Como ficar inerte não era uma opção, o CNE foi à luta. A primeira coisa a se fazer era tentar unificar, no máximo possível, a categoria e para isso uma postura de abertura e de união por parte dos sindicatos foi essencial, afinal, mesmo os trabalhadores conservadores sabiam que a privatização significaria desemprego quase certo. Não era hora de revanchismo, de buscar mais cizânia entre os trabalhadores, mas sim de esquecer o passado e unir todos, absolutamente todos que fossem contra a privatização.Unida a tropa, era hora de pensar a estratégia. Tratava-se de uma “guerra” assimétrica e nesses casos não convém bater de frente com o inimigo, portanto a estratégia grevista poderia ser um suicídio, pelo menos naquele momento. Dividimos nossa ação em três vertentes: A política, a jurídica e a mobilização, sendo que essa última tinha o componente interno, da categoria e externo, da sociedade, ou seja, englobava também o aspecto estratégico da comunicação.
Como seria necessária a aprovação do congresso nacional e o judiciário brasileiro vinha se mostrando pouco simpático às demandas trabalhistas e nacionalistas, tínhamos consciência de que a vertente política era a principal e que as outras duas deveriam estar subordinadas a ela. Mas como obter uma vitória em um Congresso mais reacionário da história?
A primeira coisa a fazer era buscar protelar o combate final, ou mesmo evitá-lo. Ou seja, era preciso empurrar para o mais perto possível do período eleitoral a definição do congresso sobre a privatização, pois sabíamos que em meados de 2018 haveria ao menos alguma chance para nós. O governo anunciava que até o fim de 2017 o projeto seria aprovado pelo congresso, e se de fato o cronograma desejado por eles tivesse sido cumprido, provavelmente agora, em maio de 2018, já estaríamos trabalhando em uma Eletrobras privada, ou mesmo demitidos.
Mas até para atrasar o processo era preciso ter alguma força no parlamento. A oposição de esquerda, tradicional aliada, contava, se muito, com uma centena de votos, então era preciso não só assegurar um apoio firme, consistente e articulado dos aliados tradicionais, mas buscar também nas hostes governistas algum apoio. Para isso a política de união de todos contra a privatização aplicada nas nossas bases foi fundamental, pois conseguimos, através de trabalhadores ligados a parlamentares governistas, uma boa interlocução com esse campo. Além do mais, conseguimos mobilizar várias centenas de trabalhadores em diversos atos tanto em Brasília, como nos estados, com destaque para o Rio de Janeiro e Pernambuco em atos memoráveis e que demonstraram aos parlamentares que ali estava uma categoria coesa, aguerrida e mobilizada.
Um discurso tecnicamente bem embasado, da defesa da Eletrobras pública também foi estratégico para mostrar que ali não se tratava disputa entre direita e esquerda, mas sim da defesa da soberania nacional, da modicidade tarifária e da segurança energética do país.
Nossa primeira vitória foi justamente no terreno técnico. O projeto de Temer era tão ruim que ficou absolutamente impossível para eles defende-lo e em cada audiência pública em que comparecíamos, mesmo sentando na mesma mesa com representantes de mais alto escalão do governo no setor elétrico, ficava mais claro que o Brasil não teria nada a ganhar com aquela negociata. Como convencer as pessoas de que aumento de tarifa, perda de soberania e insegurança energética seria algo positivo, principalmente comparando-se com experiências internacionais?
Com um discurso pronto, era hora de buscar aliados e para isso havia duas consignas: Mobilizar os do nosso campo e angariar apoios no campo adversário. Fomos então articular com as centrais sindicais, como movimentos sociais, como o Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), com o MST e outros, além disso fomos buscar apoio entre militares e mesmo entre o empresariado, incluindo a própria FIESP. Esse aliás é um caso interessante, pois estava óbvio que não estaríamos juntos no mesmo palanque, mas como eles sabem fazer contas, sabiam que a privatização traria aumento de tarifas e por conta disso, aliás, apenas disso, ficaram firmemente contra o projeto do governo.
Aos poucos as resistências dentro da própria base parlamentar e social do governo foram crescendo, mais e mais vozes dissidentes foram se manifestando, o governo cometeu vários erros durante o processo, dos quais soubemos nos aproveitar, construímos uma competente rede de comunicação na internet, contando com a participação ativa de centenas de trabalhadores eletricitários e dos sites progressistas a ponto de podermos afirmar, baseados em dados, que estamos ganhando a batalha nas redes.
Não há dúvidas de que a correlação de forças já não é mais tão negativa quanto em agosto de 2017, o governo Temer se enfraquece a cada dia, entretanto ainda estamos em tempos de resistência, com a maior liderança popular da história desse país, o ex-presidente Lula, preso político em Curitiba. Nesse momento é preciso unir todas as categorias de trabalhadores de empresas estatais. O esquartejamento da Petrobras, o sucateamento dos bancos públicos, dos correios e outras empresas públicas não deixam dúvida de que o regime golpista, caso saia vitorioso, com qualquer uma de suas candidaturas presidenciais, avançará de forma impetuosa contra todas as estatais e o que resta do estado brasileiro. Se um governo sem um voto sequer conseguiu retroagir o Brasil vinte anos em apenas dois, o que poderá fazer um governo dessas mesmas forças políticas legitimadas pelo voto popular?
As batalhas decisivas se aproximam, tanto em relação à privatização da Eletrobras, no congresso nacional, quanto em relação ao pleito de outubro, onde será decidido o futuro do país para o próximo período. Uma vitória na batalha da Eletrobras fará o polo nacionalista e progressista da nação acumular forças, mas de forma alguma essa vitória está garantida, a privatização da Eletrobras desperta interesses bilionários, dentro e fora das fronteiras brasileiras. É hora de unir os trabalhadores das empresas estatais em ações conjuntas, uma greve patriótica, envolvendo eletricitários, petroleiros e outras categorias pode ser o início dessa nova fase da resistência popular. Se a unidade é a bandeira da esperança, o cimento da unidade é a luta concreta.
*Ikaro Chaves é engenheiro e dirigente sindical do STIU-DF.
domingo, 25 de junho de 2017
4° Congresso da CTB-DF: balanço positivo de crescimento e presença nas lutas - Portal CTB
24 JUNHO 2017
O segundo e último dia do Congresso Distrital da CTB começou hoje (24) com uma análise do quadro político e da conjuntura brasileira. A mesa, dirigida pelo professor Robson, dirigente da CTB e do Sinpro/DF, foi composta por autoridades políticas do DF, como o presidente do PCdoB do Distrito Federal, Augusto Madeira, o dirigente do PSB, Álvaro Cabral, a dirigente feminista, ex-secretária da mulher do DF, Olgamir Amâncio e o dirigente da Central Única dos Trabalhadores, Rodrigo Rodrigues.
As questões da defesa da democracia e a luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, contra as reformas propostas pelo ilegítimo governo Temer pautaram as opiniões manifestadas pelos palestrantes. Todos eles apontaram que as mobilizações, lutas e manifestações de rua e as greves gerais, são instrumentos indispensáveis para a classe trabalhadora.
Por isso, no entendimento dos oradores, reforçar as mobilizações no Senado, na vigília do dia 27 e na votação da reforma trabalhista na CCJ, no dia 28 e, principalmente na greve geral do dia 30 de junho, são a receita de resistência e luta para o enfrentamento dos desafios dos trabalhadores e trabalhadoras.
Balanço positivo da CTB-DF
A avaliação do último mandato da CTB/DF também ocupou um espaço do Congresso João Lopes. O presidente distrital da central, Aldemir Domício iniciou o balanço, avaliando como positivo o último período, com o crescimento da central no Distrito Federal. “Saímos do último congresso que contou com a participação de duas únicas entidades e chegamos a este congresso com nove sindicatos. Além disso, estamos organizados com núcleos de base em diversas outras categorias profissionais, tanto em Brasília, quanto no entorno do DF”, afirmou Aldemir.
O dirigente nacional e distrital da CTB e diretor do Sindicato dos Bancários, Paulo Vinícius (PV), apresentou a proposta de estruturação e organização da central para o período vindouro. Ele justificou que a forma de organização da diretoria deve responder a realidade e as necessidades locais.
Ao final do Congresso, foi eleita a nova direção da CTB/DF, composta por 51 membros, entre titulares e suplentes. Os delegados também elegeram uma executiva composta de 13 membros, 4 delegados titulares e 4 suplentes ao Congresso Nacional da CTB. Aldemir Domício foi reeleito presidente da Central do Distrito Federal e entorno.
O Congresso da CTB/DF, além de homenagear seu fundador e ex-dirigente João Lopes (Joãozinho), falecido recentemente, também reverenciou a companheira histórica do movimento sindical classista, falecida hoje, Rebbeca Serravale, que foi lembrada pelas mulheres como uma referência de luta das causas mais justas da humanidade. João Lopes, presente! Rebbeca Serravale, presente!
De Brasília, Sônia Corrêa – Portal CTB
DIRETORIA ELEITA NO DISTRITO FEDERAL - 2017/2021
1. Presidente – Aldemir Domício – SINDVACS
2. Vice-Presidente –Etieno de Souza - Sec. De Formação -SINDVACS
3. Vice-Presidenta – Fátima Cristina da Silva - Diretora ass. Jurídicos - SAEP-DF
4. Vice – Presidente – Márcio Gimene – Diretor do ASSECOR Sindical (carreira de Planejamento e Orçamento Federal)
5. Secretário Geral – Paulo Vinícius Silva – Sindicato dos Bancários
6. Secretário Geral Adjunto – Rosalvo Bezerra - aposentado, Ex- Presidente do SINTFUB e ex-dirigente do SAE
7. Secretaria de Finanças – Manoel Alves da Silva Filho – Secretário de Saúde do Trabalhador do SINPRO
8. Sec. de Financas Adjunta – Idelci da Silva Pinto (Deca) – Tesoureira SINDVACS
9. Secretaria de Imprensa e Comunicação – Fabrício Moser - SINDRETA
10. Secretaria de Imprensa e Comunicação Adjunta - Uziel Paiva de Melo - SINDVACS
11. Secretaria de Formação – Robson Câmara – SINPRO
12. Secretaria de Mulheres – Berenice Darc – Coordenador da Secretaria de Políticas Educacionais SINPRO
13. Secretaria de Mulheres Adjunta - Ana Reduzino - SAEP
14. Secretaria de Igualdade Racial – Santa Alves – SindCâmara
15. Secretaria de Movimentos Sociais – Victor Frota – STIU -DF
16. Secretaria de Políticas Sociais – Geraldo Marques – Diretor de Organização e Formação Sindical do SINAGÊNCIAS
17. Secretaria de Esporte e Lazer – Robson Saraiva Ferreira Souto – Associação ACS
18. Secretaria de Cultura – Álvaro Henrique – Músico
19. Secretaria de Política Rural – Jane Barbosa -Frente Nacional de Lutas no Campo e Cidade (FNL)
20. Secretaria de Políticas Sociais e Segurança – Willys Calutino - SINDPACONF
21. Secretaria de Saúde do Trabalhador – Íkaro Chaves – STIU - DF
22. Secretaria de Relações Institucionais e Parlamentar - Fernando Mouzinho – SindCâmara
23. Secretaria de Educação – Alberto Ribeiro – Secretário de Saúde do Trabalhador - SINPRO
24. Secretaria de Juventude – Ricardo Gomes – Processamento de Dados
25. Secretaria de Meio Ambiente – Etel Monteiro – Professora do GDF
26. Secretaria dos Aposentados – Álvaro Cabral - SindCâmara
27. Secretaria de Assuntos Jurídicos - Célio Mariano - Rodoviário
28. Secretaria de Serviços Públicos – André Ângelo - Sintralab
29. Secretário de Habitação e Cooperativas - Manoel -Sindsarah
30. 1° suplente – James Lewis– Tesoureiro do SindiCâmara
31. 2° suplente - Érico Grassi – ICMBIO
32. 3° suplente – Patrícia Monteiro – Associação ACS
33. 5° suplente – Reinaldo – IFB – Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho
34. 6° suplente - Silvania Barbosa – Assistente Social
35. 7° suplente - Creuzenir Magalhães – Petra - DN da -Frente Nacional de Lutas no Campo e Cidade (FNL)
36. 8° suplente - Raimundo - SindGuard
37. 9° suplente - Bernardo Sales - Sindserviços
38. 10 ° Suplente - Marcelo Sindisarah -
39. 11º Suplente - Waldir -Sindpaconf
40. 12º Suplente - Laura Eli
41. 13º Suplente - Cláudio Nascimento – Bancário – Presidente do Conselho de Usuários da CASSI-DF
42. Suplente - Francisco (Chiquinho) - Sindimegacon
43. Suplente -Mônica Marques - SAEMG Novo Gama
44. Suplente -Valdemar Moreira da Silva Filho – ANPP
45. João Lisboa - SINDIRETA
46. Conselheiro Fiscal – Trajano Jardim – Diretor do SINPROEP e Jornalista
47. Conselheiro Fiscal - Roberto da Silva - Roberto da Silva – PROIFES – IFB – Ceilândia - UnB
48. Conselheiro Fiscal - Nelly - Simteluz - Luziânia
49. Conselheiro Fiscal, 1º Suplente - Altamir Batista
50. Conselheiro Fiscal, 2º Suplente – Meire - SAEMG Novo Gama
51. Conselheiro Fiscal, 3º Suplente – Edson Ivo – Bancário do BRB - Bancários
quarta-feira, 8 de março de 2017
CTB-DF debate a luta das mulheres no rumo de seu 4º Congresso
A mesa foi coordenada pela diretora da CTB-DF e Presidenta da UNEGRO, Santa Alves, e a palestra foi ministrada pela ex-Coordenadora Nacional da União Brasileira de Mulheres e Mestre em Sociologia, Kátia Souto, sendo comentada pela ex-Senadora Emília Fernandes, pela Diretora de Mulheres da UJS-DF, Ingrid Mangabeira e pela Doutora em Ciência Política Ana Maria Prestes, autora do livro infantil “Mirela e o Dia Internacional da Mulher”. Prestigiaram também o debate o Deputado Federal Chico Lopes (PCdoB-CE) e dirigentes sindicais (SAEP – auxiliares de educação privada -, SINPRO, Bancários, CONTRICOM – construção civil -, o Presidente da CTB e do SINDIVACS, Aldemir Domício, entre outros), além de militantes da UJS e da UBM.
Kátia Souto esclareceu sobre o feminismo e a sua vertente emancipacionista, que leva a discussão do feminismo para o campo da história e da luta de classes, compreendendo a História do surgimento da opressão de gênero a partir da luta de classes e a fundamental contribuição das mulheres para a superação do capitalismo, unindo a luta cotidiana à perspectiva estratégica da emancipação humana, algo muito além da “guerra dos sexos” ou do feminismo burguês. Kátia, ademais, levantou a importância da luta em defesa do corpo das mulheres, ante a escalada de violência simbólica, física e institucional que se verifica depois do Golpe contra a democracia que depôs a Presidenta Dilma, Golpe inegavelmente misógino e machista.
Emília Fernandes, além de ter sido Senadora, foi Secretária de Mulheres do Governo Lula e propositora do Disque 180. Resgatou o papel da educação como trincheira da luta contra o machismo e a importância da luta das mulheres na política, inclusive no interior dos partidos, e por uma Reforma Política Democrática, oposta às maquinações golpistas em curso no Congresso, que amplie a participação feminina, com lista partidária alternada que assegure a representação das mulheres.
Ingrid Mangabeira ressaltou a importância da luta de mulheres no presente e no futuro, como parte da luta pelo socialismo, e a complementariedade das lutas comportamentais, de classe e pelo socialismo, destacando o avanço da luta de mulheres no movimento estudantil e o protagonismo da UJS nessa luta cotidiana para mudar a cultura, nas universidades e escolas.
Ana Maria Prestes apresentou um panorama histórico do 8 de Março, e o protagonismo das mulheres na luta dos trabalhadores e pelo socialismo. Resgatou que a Revolução de Fevereiro (no calendário Juliano, na Rússia, mas em março no nosso calendário) teve origem exatamente numa greve de operárias que incendiou o país que meses depois se tornaria o primeiro a implantar o socialismo. Retomou também a importância de personagens históricas como Clara Zetkin, Alexandra Kolontai, e a necessidade de nos apropriarmos da História de luta das mulheres. Relatou sua experiência de, a partir de um trabalho escolar de sua filha, contar a História do 8 de março para as crianças, uma necessidade fundamental de lutar pela cultura progressista, nesses tempos de intolerância e fascismo.
O ponto alto do debate, no entanto, foi a participação de Helena, filha de Ana, que recitou o poema Mirela e o Dia internacional das Mulheres para o público do debate. A emoção tomou o plenário e gerou uma importante reflexão nas falas, entre elas a do Deputado Chico Lopes, que manifestou sua solidariedade à luta feminista e a importância desse tipo de espaço para que os homens reflitam sobre seu papel e reconheçam a necessidade de superar o machismo.
O primeiro debate do processo do 4º Congresso da CTB-DF mostrou a vontade dos trabalhadores ampliarem sua formação política para enfrentar o momento atual e a necessidade imperiosa do protagonismo feminino na luta da classe trabalhadora. Certamente terá impacto no documento local, na agenda do congresso e na renovação da sua direção.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
CTB DF e CES realizam I Curso de Formação Sindical da nova gestão - 6 a 8 de dezembro na CONTAG
| A CTB valoriza a formação das lideranças classistas. Na foto, curso de formação em Patos-PB: "Sindicalista que não se forma, se deforma." |
17h50 - Poema - Elogio do Aprendizado - Bertold Brecht
18h00 - Abertura - Dinâmica de Apresentação
09h00 - Aula: Concepções Sindicais, com o professor Antônio Carlos de Miranda, da Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE;
13h50 - Música - El pueblo unido jamás será vencido (Quilapayun)
8h50 - Poema - Burgueses - Nicolás Guillén
terça-feira, 23 de julho de 2013
Convite ao 3º Congresso da CTB do Distrito Federal, sábado, 27 de julho na CONTAG - Núcleo Bandeirante
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Palestra com Carlos Pompe: Concepções Sindicais e a luta por desenvolvimento e valorização do Trabalho - 5ª às 19h00
dia 29 de novembro,
na sede da CSPB
(SCS, quadra 1, bloco K, 13º andar, ed. DENASA)
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| Carlos Pompe |
sábado, 1 de outubro de 2011
CTB-DF participa com êxito da I Conferência do Trabalho Decente do DF
A CTB do Distrito Federal participou nos dias 28 e 29 de setembro da Conferência do Trabalho Decente do Distrito Federal, que reuniu cerca de 300 pessoas vindas de todo DF. Foi um processo democrático e participativo que envolveu o Governo - através da Secretaria do Trabalho, sob a liderança de Glauco Rojas -, os Trabalhadores - através das Centrais Sindicais -, e empregadores. O acompanhamento da construção da Conferência no DF pela CTB ficou a cargo do Professor Mário Lacerda, diretor do SAEP (Sindicato dos Auxiliares da Educação Privada do DF) e Secretário de Formação da CTB-DF.
A Conferência do Trabalho Decente do Distrito Federal ocorreu no Parlamundi, um espaço agradável e bem estruturado, e o papel da Secretaria do Trabalho foi muito importante, na medida em que teve uma postura democrática e de diálogo, como se esperava do Governo Agnelo, e representada pela capacidade mediadora do secretário adjunto, Eduardo Augusto Lopes.
A conferência teve etapas nas cidades satélites, que elegeram delegados à etapa distrital. Da Conferência do DF nove delegados(as) seguirão para a Conferência Nacional do Trabalho Decente, prevista para maio de 2012. Na abertura da atividade falou Joilson Cardoso, secretário de Política Sindical e Relações Institucionais da CTB e nosso representante no Comitê Nacional. O vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana também se fez presente no dia 29, num encontro com os delegados e delegadas.
Dois focos de tensão foram claros no debate. O primeiro e mais importante, opondo empregadores e trabalhadores. Para os iludidos com o suposto fim da luta de classes, a experiência foi esclarecedora ao revelar uma visão retrógrada - na verdade de classe - da bancada patronal, que levantou destaques em uma impressionante quantidade de propostas, em qualquer coisa que significasse a garantia de trabalho decente para os trabalhadores, como se evidenciou na oposição a proposições como a extensão da licença maternidade para seis meses, as cotas nas instituições privadas, e mesmo o fortalecimento da averiguação dos acidentes de trabalho com base no Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP), que vincula as atividades laborais e as doenças mais comuns, nova metodologia que diminui as injustiças das perícias do INSS.
O segundo foi a postura da CUT-DF, parte de uma orientação nacional, em pautar como proposta sua o fim do imposto sindical, a despeito da matéria nada ter a ver com trabalho decente. A CTB manifestou-se contra a atitude anti-unitária, vocalizando o sentimento das demais centrais, e a proposta foi derrotada por maioria no debate do eixo sobre Princípios e Direitos, o que não impediu que ambas (a rejeição da proposta e a sua manutenção) fossem remetidas à Conferência Nacional. Todavia, em outro eixo, a proposição de manutenção do imposto e da unicidade passou por consenso, o que mostra a falta de apoio ao temário divisionista.
A despeito dessa divergência, foi possível unificar a ampla maioria das proposições na bancada dos trabalhadores, num importante exercício de unidade que marcou toda a construção da Conferência. Nisso contribuiu a participação qualificada e permanente da CTB através de seu representante no Comitê Gestor, que muito contribuiu para a aproximação das centrais sindicais. Em reconhecimento a esse fato, por unanimidade, o companheiro Mário Lacerda foi indicado pela CTB para ser delegado à Conferência Nacional, tendo como suplente a tesoureira da central candanga, a companheira Maria José Correia (Zezé), do SINPRO. Ademais, foi possível às centrais sindicais apoiar uma chapa de integrantes da sociedade civil que também saiu vitoriosa por ampla maioria, com a eleição de três delegados, dentre os quais o companheiro Rumaldo, de São Sebastião, cujo apreço pela CTB causou até certa ciumeira.
O resultado geral foi de maior articulação entre as centrais sindicais no DF e de fortalecimento político e sindical da CTB, além de uma contribuição importante dos trabalhadores do Distrito Federal à Conferência Nacional do Trabalho Decente.
Clique aqui para ver as fotos da Conferência.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Trabalhadores dos Correios continuam greve e se solidarizam com os trabalhadores Gregos
A greve dos Correios no Distrito Federal segue forte e mobilizada. Nesta quinta-feira, 22/09, o SINTECT-DF, liderado por sua Presidenta, Amanda Corcino, diretora de Mulheres da CTB-DF, realizou uma importante assembleia no Ministério das Comunicações em que aprovou a contra proposta feita pelo Comando Nacional de Greve às 35 assembleias dos sindicatos da categoria, em respeito à decisão do Congresso dos Trabalhadores dos Correios.
A contraproposta foi aprovada por unanimidade no Distrito Federal, e se contar com o apoio da maioria das assembleias pelo país será apresentada à ECT, que tenta intimidar os trabalhadores com o corte do ponto dos dias da greve. Os itens apresentados aos trabalhadores e trabalhadoras são os seguintes:
Reposição da inflação de 7.16%, calculados pelo IPCA;
Reposição das perdas salariais de 24.76%, de 1994 à 2010;
Piso salarial de R$ 1.635,00;
Aumento linear de R$ 200,00;
Vale alimentação/refeição de R$ 28,00;
Vale-cesta de R$ 200,00;
Vale extra em Dezembro/2011 no valor de R$ 750,00;
Portaria para Motociclista e Motorizado no valor de R$ 500,00;
Diferencial de Mercado para todos os trabalhadores(as) no valor de R$ 180,00;
Auxílio creche para todos os trabalhadores(as), até o sétimo ano de vida de
seus filhos e, após essa idade, ser transformado em auxílio educação no valor de
R$ 500,00;AADC para todos os Motoristas;
Não contratação de mão de obra terceirizada;
Contratação imediata dos concursados.
Em seguida, os trabalhadores se dirigiram até a Câmara dos Deputados em passeata, e aprovaram uma nota de solidariedade aos trabalhadores gregos, no dia em que por todo o mundo a Federação Sindical Mundial organiza atos de apoio ao povo grego, que com a forte presença sindical do PAME, organiza a luta contra o brutal ajuste fiscal imposto, causando imenso retrocesso social e trabalhista para livrar a cara dos banqueiros e da UNião Europeia, os verdadeiros autores da crise. Os trabalhadores dos correios aprovaram a nota de solidariedade por entenderem que na Grécia ou no Brasil, os Trabalhadores não podem pagar o preço da crise dos capitalistas.
Leia a Nota de Solidariedade ao povo grego
Leia a CARTA ABERTA À POPULAÇÃO dos Trabalhadores dos Correios
Paulo Vinícius, com informações do SINTECT, da FENTECT e da CTB-DF.
terça-feira, 12 de julho de 2011
CTB do Distrito Federal realiza vitorioso encontro e convoca Congresso Extraordinário para outubro
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| Foto do Encontro da CTB-DF: vitória da unidade em meio a novo horizonte político e sindical no DF |
Veja também: Galeria de Imagens do Encontro do DF reparatório ao Conselho Nacional da CTB
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Galeria de imagens do Encontro da CTB-DF, - SINDIPOL-DF, 09/07/2011 preparatório ao Conselho Nacional da CTB
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| Intervenção de Chaguinha, ao fundo, Moysés Leme (Presidente da CTB-DF e FENTECT e Amanda Corcino (Presidenta do SINTECT) |
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| Intervém Prof. Mário Lacerda, diretor do SAEP e que assume a Secretaria de Formação da CTB-DF |
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| Intervenção de Ícaro, diretor do Sindicato dos Urbanitários |
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| Fala Maria José, diretora do SINPRO-DF e que assume a Secretaria de Finanças da CTB-DF |
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| Fala Moysés Leme, presidente da CTB-DF, à mesa, Maria José (Zezé e Álvaro Cabral, vice-Presidente da CTB-DF) |
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| Fala Willys Callutino, Diretor de Esporte e Lazer da CTB-DF e da Alternativa Vigilante |
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| Intervalo do almoço no SINDIPOL-DF, no detalhe, Wilma Simões, secretária da CTB-DF |
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| Fala Celso Viana da Alternativa Vigilante |
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| Momento de emoção, Lindaura regressa à CTB-DF por reconhecer superioridade do sindicalismo classista |
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| Encontro da CTB-Df foi vitória da unidade |
Coletivizando no Youtube
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Dilma vence debate da Globo e aumenta chances de vitória no dia 3 - Portal Vermelho Aconteceu tudo ao contrário do que a oposição esperava. ...
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A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...

































