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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

PCdoB-CE no ato unitário Golpe Nunca Mais! Solidariedade Brasil Venezuela, de 8 de janeiro de 2026, na Praça do Ferreira

Participação do PCdoB-CE no ato unitário Golpe Nunca Mais! Solidariedade Brasil Venezuela, de 8 de janeiro de 2026, na Praça do Ferreira, Fortaleza, Ceará, fotos da UJS Fortaleza-Ceará, PCdoB Fortaleza Ceará, Paulo Vinícius da Silva e Paulo Rogério. Música Camarada, do compositor e cantor venezuelano Alí Primera. Criação, Paulo Vinícius da SIlva. Comunicação do PCdoB Fortaleza-Ceará: Andréa Oliveira e Rodrigo Lima.

sábado, 3 de janeiro de 2026

PT condena ataque dos EUA e sequestro de Maduro



O Partido dos Trabalhadores (PT) condena veementemente a agressão militar dos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela e seu povo. Diante dos fatos divulgados, o ato se caracteriza como um sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama. Em nota anterior, o PT já havia manifestado profunda preocupação com a escalada do conflito, o qual tem motivações políticas e econômicas, e alertado para os graves riscos à estabilidade regional.

Desde o início de setembro, o cenário tem se agravado em razão de declarações públicas hostis, ações unilaterais e crescentes movimentações militares. Hoje, 3 de janeiro de 2026, o bombardeio em Caracas e o sequestro do presidente configuram a mais grave agressão internacional registrada na América do Sul no século XXI.

Nesse contexto, o PT ressalta que o conflito representa uma séria preocupação para o Brasil – que compartilha cerca de dois mil quilômetros de fronteira com a Venezuela – e para a região como um todo. A América Latina deve permanecer como uma zona de paz. A política externa brasileira historicamente sustenta a solução pacífica das controvérsias, a não intervenção e o respeito à soberania como fundamentos da convivência internacional — princípios estruturantes da diplomacia brasileira, aos quais o Partido dos Trabalhadores se mantém plenamente alinhado.

Dessa forma, o PT reafirma seu compromisso com soluções construídas no âmbito de organizações multilaterais, em especial a Organização das Nações Unidas, da qual fazem parte tanto os países diretamente envolvidos no conflito quanto os demais países da região.

Assim, reiteramos que a soberania dos povos, a solução pacífica das controvérsias e o respeito ao direito internacional constituem princípios centrais da política externa do Partido dos Trabalhadores e caminhos indispensáveis para a preservação da paz e da estabilidade na América Latina.



Brasília, 3 de janeiro de 2026.

Secretaria Relações Internacionais

Comissão Executiva Nacional

Partido dos Trabalhadores

PCdoB condena ataque dos EUA à Venezuela

 O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) condena da forma mais veemente o ataque criminoso dos EUA e o anunciado sequestro do presidente Nicolás Maduro, ocorridos na madrugada deste sábado (3).


Tais atos configuram terrorismo internacional e atingem toda a América Latina.


A defesa da Venezuela assume, assim, caráter urgente.


Os Governos soberanos da região, movimentos sociais e partidos políticos devem se unir visando a promoção de grandes mobilizações de denúncia, impedindo a escalada da agressão e exigindo o pleno respeito à independência da Venezuela e ao legítimo presidente Nicolás Maduro.


Comissão Executiva Nacional


Brasília, 03 de dezembro de 2026

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - Opera Mundi

Parte da campanha do imperialismo estadunidense passa por demonizar as lideranças que questionam a sua hegemonia. O cancelamento e a cacofonia que não permitam saber quem são esses líderes, nem o que dizem, o apoio que conquistaram de milhões de pessoas organizadas, enfrentando a guerra híbrida e a guerra aberta.

Tal como Lula, Maduro foi alvo de uma campanha de demonização e infâmias, inclusive com o desdém e o desprezo pela capacidade intelectual desses líderes de extração proletária. Afinal, Maduro era um motorista de ônibus. Lula era um torneiro mecânico. O pobre e o trabalhador não teriam como pensar. Maduro fala por si, é preciso ouvi-lo.

Afinal, a regra de ouro da mídia empresarial hegemônica é jamais escutar esses(as) líderes. Aqui se aplicam com requintes de crueldade os princípios da propaganda nazista que se fixaram na figura de Goebbels. Maduro é alvo de uma campanha orquestrada que o reduz e simplifica, colocando-o como inimigo. Transpõem-se todos os males para a sua exclusiva responsabilidade, com o fito de tirar o líder e dispersar o povo. Para isso, ele é desfigurado, seus traços são exagerados para impedir a empatia e o reconhecimento do outro. Silenciá-lo, torná-lo odioso, impedir que o vejamos e escutemos. Vulgarizar a pessoa e tudo o que diz, o mesmo tempo que lhe atribui poderes mágicos de supermanipulação. Avoca-se um suposto consenso universal com as mesmas fontes, e oculta-se qualquer progresso, qualquer notícia positiva. 

É preciso reconhecer que o bloqueio informativo contra a Venezuela é uma pista valiosa de que eles podem estar vencendo. Mais que pedir atas, deve preocupar ao Lula e ao Brasil como os estadunidenses e a oposição de extrema direita inviabilizaram em grande medida a eleição na Venezuela, pois é esse o risco que corremos em 2022 e novamente correremos em 2026. Tentaram melar as eleições e perderam no plano interno, o essencial. Precisamos saber por nós mesmos como enfrentar esse tipo de golpe. Os venezuelanos são donos de seu destino, e enfrentam vencendo inimigos que nos derrotaram mais de uma vez. Deveríamos aprender mais com eles.

Por tudo isso, é didática a entrevista do impávido Breno Altman a Nicolás Maduro. 

 Paulo Vinícius da Silva 

*[EXCLUSIVO] Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - programa 20 Minutos



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Paz e Solidariedade para a Venezuela. Ianques, Go Home! Paulo Vinícius Silva

Gilberto Dimenstein, Marcelo Rubens Paiva e Heloísa Genro, Gregório Duvivier e talvez até você, que me lê agora, todos concordam que a Venezuela seria uma ditadura e apoiam, objetivamente, os movimentos de países que querem apear Maduro do governo de seu país. Não à toa, a sabedoria popular ensina a separar o querer bem de seguir as besteiras que uma pessoa que admiramos fale. Esse é o problema da cultura dos avatares. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. A coincidência das opiniões não é fortuita, reflete os limites da concepção da democracia burguesa e da sua ética, que posa de radical e afeta especialmente à classe média.

Curiosamente, não se apercebem, da coincidência de sua visão de política exterior com a esposada pelo Ministro Ernesto Araújo. Desse modo, chancelam uma política absurda de hostilidade contra o país irmão num grau de agressividade inédito há pelo menos um século. Todavia, foi acertada a posição de PT e PCdoB, desde o princípio, de denunciar as perigosas bravatas que se fazem de nosso país contra o povo irmão venezuelano, sem atentar para as consequências catastróficas e infames dessa política. Quem é contra Bolsonaro deveria ouvir seus ataques e hostilidade contra a Venezuela, agressão movida por governos, estes sim, frutos de fraude eleitoral, de extrema direita, a cumprir o funesto papel sabujo de cães de caça do império estadunidense contra um país latino-americano, contra a Pátria de Simón Bolívar.

É uma atitude burra o Brasil apoiar essa aventura golpista pelo intervencionismo externo que agora se tornou a panacéia universal, destinada a "salvar o povo venezuelano"do "regime de Maduro". Ora, quanta bobagem. O que estamos vendo é mais um capítulo do jogo bruto que se tornou o direito internacional e a noção de democracia desde a trágica invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003 - o Presidente Lula foi contra.

A partir dali, passa-se a admitir que se "exporte" via bombardeios a "democracia". A partir daí, torna-se aceitável o tipo de infâmia que representa o governo espanhol, monarquia metropolitana da Venezuela, derrotada por Bolívar, ter a pachorra de emitir um ultimato dando dias para que a Venezuela deponha seu presidente. É um escárnio. Jamais o Brasil podia apoiar isso, se levasse em conta o interesse dos brasileiros. Tal sorte de ataque contra a soberania de um país pode se voltar contra nós, que temos o Pré-Sal (tínhamos), a Amazônia, e somos um país invadido, entregue por dentro por uma quinta coluna. A quem interessa esse direito internacional em que um país ou um conjunto de países fora do ordenamento jurídico internacional - uma coalizão de interesses espúrios, de conquista, colonial, imperialista - possa se reunir e dizer: não reconheço sua eleição, ou ainda, dou-lhe prazo pra sair do poder, ou ainda, anule sua eleição e chame outra, ou ainda, que o derrotado, o Aécio deles assuma!? É uma loucura. Eles farão o mesmo conosco. É uma posição que fragiliza a soberania do nosso país, expõe-nos a uma guerra, completamente despreparados, com um caos evidente, sob um governo de incapazes. Devia o governo apoiar os venezuelanos na nossa fronteira, isso eles não fazem. Vocês entendem o que é o impacto de refugiados de guerra? Tem noção?!

A Venezuela está sofrendo uma guerra econômica, um bloqueio financeiro internacional, a secessão interna, atos terroristas promovidos pela oposição - houve há poucos dias um atentado com drone contra Maduro num ato público -, inúmeras atividades financiada desde fora. Há uma peculiaridade no subdesenvolvimento venezuelano estudada desde a década de 50 por Celso Furtado, e que no debate acadêmico nacional se refere a uma específica fragilidade econômica, o rentismo petroleiro, fator geopolítico incontornável dos interesses em disputa na Venezuela, uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
2018

O peso do petróleo na economia se reflete na abundância de divisas internacionais que afeta sobretudo o câmbio e o valor nominal dos salários e preços. É um desestímulo massivo a qualquer atividade econômica interna, pois é mais barato importar tudo, não dá para competir. Essa conjuntura se agrava quando a classe empresarial comercial e importadora “acarapa" os produtos que deveria vender ao publico. No governo Sarney, no Brasil, em parte isso aconteceu com a carne, quando se escondiam as reses, especulando com o preço. No caso venezuelano é um locaute, liderado pelas associações empresariais, como FEDECAMARAS, que ficou célebre no sequestro e na tentativa de golpe contra o falecido presidente Chávez. Assim, a crise econômica venezuelana tem razões estruturais do seu rentismo petroleiro, agravadas pelo boicote econômico. A isso se soma o boicote diplomático promovido pelo alinhamento à politica hostil dos EUA, agravada por Trump.
2017

Outro aspecto do “regime de Maduro” é a caracterização de seu governo como ditadura, porque que ele não se submeteu à pantomima de atendimento às tentativas institucionais de golpe de Estado. No exercício de seu mandato, dado pela traumática eleição em que Chávez morrera, Maduro teve de enfrentar a insubmissão da Assembleia - lembram do Cunha, do impeachment? - que visava simplesmente a retirá-lo do poder dado pelas urnas. Maduro, ao contrário de Dilma, não se submeteu à sanha golpista e, com base na mesma Constituição, foi ao Supremo, anulando o golpe e chamando novas eleições, que venceu por 67% dos votos num sistema eletrônico similar ao nosso. O grau de polarização da sociedade e da disputa política e econômica no país vai a extremos com o estímulo externo, para a derrocada do governo e a retomada, pela força, da direção da PDVSA e do petróleo Venezuelano. Que moral o Brasil de hoje tem para criticar um país como a Venezuela? Esse país teve o maior número de eleições no mundo, no período de 1998-2018. Foram 6 eleições presidenciais, 5 eleições parlamentares, 7 eleições regionais, 4 eleições municipais (desde 2013), 6 referendos e 2 eleições de assembleia constituinte. Por que a Arábia Saudita, reino autoritário e misógino, merece o apoio dos EUA e a Venezuela apenas o ódio. Petróleo é a palavra, não democracia, não nos iludamos.

Não podemos jamais nos enredar nessa sorte de manobra estimulada claramente pelo imperialismo estadunidense e seus interesses petroleiros.

A fragilidade de nossas FFAA devido ao sucateamento é gritante. Para pagar o serviço da dívida pública e para a agenda da “corrupção”, que foi corrompida, vimos sacrificados projetos centrais da defesa nosso país, como o submarino nuclear - com a prisão do gênio brasileiro, Vice-Almirante Othon, criador das centrífugas de enriquecimento de urânio brasileiras - , a renovação frustrada dos caças, o satélite brasileiro (já dominado) e o alheamento crescente aos interesses nacionais por um deslumbre injustificado diante de uma potência decadente como os EUA.

Enquanto isso, no país vizinho vimos o fortalecimento inaudito da autoridade política dos militares e da capacidade de defesa venezuelana, assim como a vinculação de sua economia às chinesa e russa, mudando o eixo de seu comércio exterior e também saindo dos grandes acordos do sistema financeiro.

Expomo-nos, assim, a um conflito internacional em plena Amazônica, em que o interesse de superpotências se impõem sobre a vontade soberana de um povo para lhe retirar o petróleo. Nada pode depor mais contra o interesse dos brasileiros e brasileiras. A América Latina deve ser solidária à Venezuela, recebendo com dignidade os irmãos venezuelanos e repudiando toda chantagem e ingerência externa, somando  em favor do diálogo e da paz na nossa região. E devemos repudiar a intervenção dos EUA promovendo a guerra na América Latina. Essas sim são as posições que correspondem aos grandes interesses nacionais. Ianques, go Home! Paz para a Venezuela, não à ingerência externa! Os venezuelanos são os e as donos(as) de seu destino!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Parolin obró el milagro de retomar el diálogo con Venezuela - El País - Ago 2013

Como nuncio en Caracas reabrió la comunicación entre el Gobierno y el Vaticano




Pietro Parolin, el obispo Diego Padrón y Nicolás Maduro. / Reuters


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En julio de 2010, en medio de una de sus cíclicas pugnas con la jerarquía eclesiástica local, el comandante Hugo Chávez ordenaba a su entonces ministro de Relaciones Exteriores, Nicolás Maduro, revisar el concordato vigente entre el Vaticano y Venezuela: “Cristo no necesita embajador”, fue su dictado, “Cristo está en el pueblo y en aquellos de nosotros que luchamos por la justicia y la libertad para los humildes”.

Apenas tres años más tarde, el mismo Maduro, consagrado ya como sucesor de Chávez en la presidencia de Venezuela, visitó en Roma al recién entronizado papa Francisco, a quien propuso un acuerdo integral entre el Vaticano y la Alba —la Alianza Bolivariana de los Pueblos, impulsada por Chávez, que agrupa a gobiernos de corte progresista de América Latina—. Además, encontró un paralelismo, que calificó de premonitorio, entre él y Francisco: “Ni él pretendía ser Papa, ni yo quería ser presidente”.

Las diferencias en el tono de una y otra declaración tienen que ver con el paso del tiempo, el cambio de aires en la Santa Sede, pero, en especial, con las diligencias del nuncio Pietro Parolin, nombrado por Benedicto XVI en 2009. En la dividida Venezuela, tirios y troyanos le adjudican al arzobispo de 58 años dones de diplomático consumado. Es un hombre que sabe propiciar el diálogo, coinciden las fuentes, mediante un recurso prácticamente olvidado en Venezuela: escuchar. En la vetusta y aún señorial sede de la nunciatura, en el centro de Caracas, ha recibido a representantes de diversos sectores, de quienes ha oído todo tipo de planteamientos con idéntica atención Así fue su comportamiento hasta con los visitantes que les resultaron impertinentes: tal fue el caso de cuatro dirigentes estudiantiles que en junio pasado se instalaron en la embajada vaticana para protestar, mediante una huelga de hambre, contra el cerco presupuestario que el Gobierno chavista ha impuesto a las universidades autónomas venezolanas. “Lamentablemente, algunos estudiantes no han escogido espacios propicios para estas acciones, como ha sucedido en la Nunciatura Apostólica”, se quejó Parolin ante la prensa. Sin embargo, su mediación resultó decisiva para que se levantara la huelga un mes más tarde.

El mismo mes, Parolin consiguió reunirse con Maduro, preámbulo del encuentro entre el presidente venezolano y el Papa. Después de sus gestiones se reabrió el canal de comunicación entre el Gobierno revolucionario y la Conferencia Episcopal, interrumpido con frecuencia por las críticas de la Iglesia católica a las pretensiones hegemónicas del chavismo, desde un lado, y por las sospechas anticlericales de un movimiento, el bolivariano, que no tiene inconvenientes en abrevar del marxismo al tiempo que se reivindica como portador de un “cristianismo verdadero”.

Al día siguiente de la ascensión del argentino Jorge Bergoglio al trono de Pedro, Parolin confesó en Caracas no estar “listo para la noticia”. En declaraciones a la televisión, apuntó a la “nueva evangelización” como el principal reto que enfrentaría el pontificado que se iniciaba, lo que, a su juicio, en América Latina equivaldría a “formar mejor a los discípulos para que tengan una experiencia profunda y se enamoren de Cristo”.

Ahora, nombrado secretario de Estado del Vaticano, cobra importancia la entrevista concedida hace tres semanas al tabloide Últimas Noticias. Al abordar el tema de la corrupción, un asunto que sin duda deberá enfrentar, sentenció: “Es un tema que toca a la Iglesia, porque sabe que la corrupción daña la fibra de la sociedad y acarrea muchas consecuencias”. a

segunda-feira, 10 de março de 2014

Christiane Amanpour (CNN) entrevista a Maduro - Assista - CubaDebate

 CubaDebate - Campaña contra Venezuela
El presidente Maduro señaló que “hay una campaña permanente para presentar a Venezuela como un país en caos, cuando en realidad se encuentra todas las libertades garantizadas”. Precisó que en Venezuela existe “un proceso de reafirmación de la nueva independencia, de construcción de nuevos modelos económicos y culturales, una nueva mentalidad que necesita ser comprendida desde el extranjero”.
La campaña contra el país ha sido apoyada por medios internacionales, como CNN, expresó el Mandatario Nacional, tras reseñar que este canal “ha cumplido un papel nocivo y peligroso”, pues “estaban promoviendo una intervención extranjera en nuestro país, vendiendo una imagen falsa de lo que está sucediendo”.
El jefe de Estado ratificó que en el país los medios nacionales y extranjeros ejercen libremente el periodismo y que hasta ahora no ha habido limitantes para que cubran los acontecimiento del país. Sin embargo, recordó que reporteros gráficos de varios agencias internacionales fueron atacados por sectores de la ultraderecha del país en algunos municpios de clase media alta en Caracas.
Entrevista CNN a Nicolás Maduro
Entrevista CNN a Nicolás Maduro
Proceso económico en expansión
El jefe de Estado informó que en los últimos 15 años Venezuela ha tenido un proceso económico de expansión, pasando de un producto interno bruto (PIB) de 90 mil millones a uno de 400 mil millones de dólares. En este sentido, manifestó que “en Venezuela estamos superando un capitalismo parasitario”.
Señaló que durante muchas décadas en Venezuela los capitalistas se robaron los dólares para satisfacer sus necesidades individuales y llevárselos en inversiones en Estados Unidos, perforando los mecanismos cambiarios establecidos en los últimos años en el país. Dijo que antes los avances de la Revolución en materia económica y luego de la partida física del Comandnate Chávez, varios sectores de la derecha “creían que la Revolución Bolivariana se acababa, se desmoronaba, e iniciaron toda una operación para destruirnos económicamente (guerra económica)”.
Destacó que el proceso revolucionario que se vive en Venezuela ha garantizado la educación pública y gratuita, que el salario mínimo urbano en Venezuela se mantenga como el mayor de América Latina y que el pueblo tengas viviendas dignas a través de la Gran Misión Vivienda Venezuela (GMVV).
Durante la entrevista, el Mandatario nacional expresó que de 880 mil millones de dólares que han ingresado al país producto de la renta petrolera en la última década, “se han invertido el 65% en salud, educación, vivienda, cultura, en otro modelo”. Agregó, además, que la Revolución Bolivariana le ha regresado el derecho a la salud pública al pueblo más humilde, que le garantiza la alimentación y que tiene planes especiales para el desarrollo.
Revolución Democrática
El jefe de Estado manifestó que los 15 años de revolución han transcurrido de manera democrática y pacífica, promoviendo el debate de ideas con sectores de oposición. En este sentido, puntualizó que “toda democracia tiene polos, dentro de los cuales existen liderazgos que combaten”, por lo tanto instó a no estigmatizar el concepto de polarización.
Apuntó que la oposición venezolano ha obstruido en varias oportunidades el proceso de diálogo impulsado por el Ejecutivo y ha tomado caminos no democráticos para intentar derrocar al gobierno revolucionario, ratificado en 18 de las 19 elecciones realizadas en el país. Asimismo, refirió que un grupo de la oposición ha generado violencia en algunos puntos del territorio nacional, provocando el fallecimiento personas, varios heridos y daños materiales. Ante ello, “el resto de la dirigencia opositora no se ha desmarcado con claridad de esos hechos”, dijo.
Entrevista CNN a Nicolás Maduro
Entrevista CNN a Nicolás Maduro
Chávez formador de conciencia
El Mandatario señaló que el comandante Hugo Chávez sembró en Venezuela una conciencia y echó las bases para un nuevo Estado. ”Venezuela tiene ahora una dirección colectiva, que lidero yo, pero que el comandante Chávez formó como un colectivo y ese colectivo está hoy al frente de la Revolución Bolivariana”, dijo. Destacó la fortaleza del legado del líder de la Revolución Bolivariana. “Ha sido tan fuerte el entramado que dejó Chávez que esta aún tras miles de campañas y diversos ataques, Venezuela se mantiene en el rumbo democrático y revolucionario. Su siembra valió la pena, ha marcado la historia del país, del continente y las ideas del socialismo y la justicia social en el siglo XXI”, manifestó.
Sostener la democracia en el país ha sido posible gracias a los mecanismos que dejó el comandante Chávez para la conducción del estado y la administración de los recursos, refirió el Presidente Maduro luego de indicar que “el Comandante acompaña al pueblo venezolano de distintas maneras, si no no hubiésemos llegado a done hemos llegado hoy como pueblo y como historia. Lo que ha sucedido en los últimos 15 años ha sido un verdadero milagro de la historia y continuará hacia el futuro”.

Entrevista completa (52 mins)


sábado, 27 de abril de 2013

Presidente Maduro se reúne con Fidel Castro en La Habana

Presidente Maduro se reúne con Fidel Castro en La Habana


Por: VTV/@NicolasMaduro/teleSUR | Sábado, 27/04/2013 07:50 PM


Credito: @NicolasMaduro
27/04/13.-El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, se reunió durante cinco horas este sábado con el líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, con quien analizó la actualidad política en América Latina y recordaron al Comandante Hugo Chávez.

“Estuvimos 5 horas con Fidel recordando al Gigante. Siempre optimistas con la marcha de la Revolución Latinoamericana! “, informó vía Twitter el mandatario venezolano, quien llegó a La Habana la noche del viernes para afianzar la alianza estratégica con la isla.

"Con Fidel visitamos algunos de los 50000 venezolanos cuyas dolencias graves han sido atendidas por la medicina cubana", agregó.

Maduro arribó a La Habana para fortalecer la alianza binacional con el Gobierno del país antillano y firmar nuevos convenios de cooperación en materia de salud, economía, educación y cultura.

El diario oficial Granma reseñó que el mandatario venezolano "llegó a nuestro país, en la noche de este viernes 26 de abril, para cumplimentar una visita oficial".

Nicolás Maduro fue recibido por el canciller cubano, Bruno Rodríguez y participa este sábado en la XIII reunión de la Comisión Intergubernamental iniciada este viernes en la mayor de las Antillas.



La fuente original de este documento es:
Venezolana de Televisión (http://www.vtv.gov.ve)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Golpistas derrotados tentam desestabilizar Venezuela com imagens de incineração de cédulas de 2010 e 2012 do próprio CNE


Quieren cantar fraude usando fotos viejas de incineración de material electoral

Por: Luigino Bracci, Alba Ciudad | Lunes, 15/04/2013 05:40 PM | Versión para imprimir


GALERÍA DE FOTOS DEL CNE DE DONDE TOMAN FOTOS DE QUEMA DE MATERIAL ANTIGUO PARA DENUNCIAR UN FALSO FRAUDE
Credito: Alba Ciudad

@RCTVENLINEA UTILIZANDO IMÁGENES VIEJAS PARA DENUNCIAR FALSO FRAUDE
Credito: Alba Ciudad

OFICIAL DE LA FANB DURANTE DESTRUCCIÓN DE MATERIAL ELECTORAL DE COMICIOS ANTERIORES
Credito: CNE


15 de abril de 2013.- Diferentes medios de comunicación, páginas web y cuentas de Twitter están enviando fotos de militares trasladando y quemando material electoral, con logos del Consejo Nacional Electoral (CNE), asegurando que son fotos de hoy y que en estos momentos el ente comicial está ejecutando un fraude para imposibilitar la solicitud del candidato de derecha, Henrique Capriles, de hacer un reconteo de votos. Pero las fotos son viejas y corresponden a eventos de incineración de material electoral, evento que el CNE realiza de forma pública cada cierto tiempo, obedeciendo las leyes electorales y en presencia de medios de comunicación.

Desde páginas web como La Patilla, y desde las cuentas en Twitter y Facebook de medios de comunicación como RCTV, se están divulgando fotografías que corresponden a eventos de destrucción de material electoral, correspondientes al 21 de agosto de 2012 y al 19 de septiembre de 2010, pero que tuitean como si fuera de hoy. Esto se intensificó luego de que Wilmer Azuaje, ex diputado barinés, tuiteara algunas fotos de supuesto material electoral encontrado hoy en una vía pública barinera.

La Patilla publicó las fotos, mostrando que las papeletas, extrañamente, no estaban dobladas.



A partir de ese momento, diferentes usuarios de las redes sociales adeptos a la oposición comenzaron a publicar en Facebook y Twitter numerosas fotos de material electoral siendo incinerado.







Pero el informático Feijoo Jiménez y otros usuarios de Twitter, nos mostraron que las imágenes tuiteadas provienen de la propia página web del CNE y de medios de comunicación que reseñaron los eventos de incineración de 2010 y 2012. Esta es la galería de imágenes del propio CNE en el que se reseña el evento de 2010.

Igualmente, el evento es reseñado por diferentes medios de comunicación, como El Universal o CiudadCCS.




El Universal, 18 de septiembre de 2010. Ver aquí

Creemos que la divulgación de fotos falsas se está usando por sectores radicales de la oposición para azuzar a sus seguidores, convencerlos de la existencia de un supuesto fraude con los votos y seguir la línea dictada por el candidato antichavista Henrique Capriles Radonski, que está estimulando a sus seguidores a acudir los días martes y miércoles a las sedes del CNE a exigir un reconteo de los votos. En una rueda de prensa estelunes, Caprilesaseguróq ue sí hay destrucción de material electoral. “No se puede perder el material electoral. Nuestro deseo es que mañana, pasado mañana o ya se resuelva esta situación de conflicto”, señaló.

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