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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Renato Rabelo: Luta ideológica numa nova ordem mundial de transição

 Hoje o PCdoB, os socialistas, revolucionários e democratas semearão o camarada Renato Rabelo. João,  pequenino, era Amazonas; Renato era chamado por muitos de nós de Renatão, sem ter estatura física elevada. O reconhecimento de grandeza foi obtido na luta de classes em seis décadas, em gestos titânicos que em nada se percebiam nas suas atitudes modestas e gentis, não obstante firmes e definidoras. Sobreviver à Ditadura e vir ao PCdoB, propor a Frente Brasil Popular com Lula, resistir ao fim da URSS e a autocrítica sem cedência,  a chegada ao governo, a manutenção do caráter revolucionário e a transição para as camaradas Luciana e Nádia sem abrir mão do Socialismo.  Gigante, Renato Rabelo,  à altura da confiança de Amazonas, de Lula,  de Dilma, e nossa. Custará a passar a dor. Mas não as dores, e sim os mesmos sonhos nos movem. Honra e glória,  aprendamos!

Renato Rabelo: Luta ideológica numa nova ordem mundial de transição














sábado, 1 de novembro de 2025

A guerra híbrida como chacina e traição nacional - Paulo Vinícius da SIlva

Viva la muerte! Abajo la inteligência! José Millán-Astray 
(Militar e líder fascista espanhol, atacando Miguel de Unamuno, reitor da Universidade de Salamanca, em 1936)



Estamos - a minoria - chocados com os resultados da pesquisa que dá mais de 80% de apoio à chacina promovida pelo Governo do Rio de Janeiro, sob ordens do Governador Castro, alinhado aos interesses dos EUA e ao Bolsonarismo: 121 pessoas mortas, numa "operação" em que apenas 80 foram presos. O nome disso é chacina, massacre. Dá aquele baque emocional. Pô, que é que eu tô fazendo aqui?! Párem o mundo, eu quero descer. Muito bom. É sinal que você quem me lê não cai na armadilha de um dos mais eficazes  discursos do crime organizado, o discurso de que "bandido bom, é bandido morto". Mas está errada a visão que espera algo diferente, sem ver o óbvio: estamos em meio a mais um ataque de guerra híbrida. É preciso ter nervo para entender e reagir adequadamente. Não se surpreenda com o apoio popular.

As agências de pesquisas e o que elas perguntam estão fora da nossa determinação e são pagas, em geral, pelo mercado financeiro ou por veículos de comunicação cuja propriedade é de atores importantes do mercado ffinanceiro. As pesqusias são nada diante do big data, a medida da nossa opinião nas redes sociais, feita em tempo real. Ou seja, a pesquisa, a manchete no jornal e na TV, estão fora de nosso controle. Digo mais: as big techs e os gabinetes do ódio digital, também. Sendo a agenda da extrema direita apoiar a intervenção militar estadunidense direta sob o argumento da existência do "narco-terrorismo", não surpreende, pois é combinado, oficialmente, haja vista o dossiê do Governo do Rio à embaixada estadunidense, apoiando a malfadada proposição. A empáfia do governador e sua certeza de impunidade já estava embasada em métricas da opinião pública, apoio político e de potência estrangeira. Por isso ele foi, matou e reivindicou o morticínio. Só 4 pessoas, os policiais, poderiam ser chorados. Isso é construído muito antes do primeiro tiro. Deu tempo inclusive para um vereador carioca aventar como seria bom que houvesse ataques estadunidenses a "narcoterroristas" na Baía de Guanabara, dando o toque sobre o que viria. É verdade, esse bilhete, eles são descarados, tudo ocorre há poucos dias da prisão de Bolsonaro. Eles também são bandidos. A opinião pública não foi construída após o fato, mas antes.

É como na época da Lava-Jato. Ou apoia a lava-jato, ou é a favor da corrupção, um "lulo-petista". Ou tu apoia o esquadrão da morte, os milicianos e bolsonaristas, ou é bandido também. No fim, é tudo comunista e precisa morrer. O nazismo e o fascismo precisam das duas coisas: que a emoção embote o pensamento, que se defina tranquilamente que precisamos eliminar uma classe inteira de pessoas. 

Ademais, isso é um sistema. O mesmo crime organizado está infiltrado no Estado e nas polícias. Jamais quem ganha mesmo com isso morrerá numa operação dessas. Isso é para um lugar aonde há sobretudo pessoas negras. Essa prática é secular. Sempre fizemos isso com a mesma cara de pau: é admissível a guerra contra as comunidades em que estão negros e índios. Jamais uma operação assassina ocorreria num bairro em que a maioria das pessoas se acha branca. Se fossem brancos empilhados, a solidariedade seria outra. 

É preciso afirmar em alto e bom som que o crime organizado não está apenas nas facções, e jamais esteve a elas relegado. Não se deve ignorar que esquadrões da morte e milicianos são crime organizado também, fazem as mesmas barbaridades. Mas tem muito mais poder. Podem até se articular com governos e até potências estrangeiras, e ainda posar de quem está contra o crime. Mentira. Se a operação fosse outra coisa que não uma chacina eleitoreira, nós aceitaríamos isso em nosso bairro. Levar pra sua vizinhança a chacina, quem quer? Nessa guerra entre bandidos, quem morre é o povo. Não se combate o crime praticando crime e matando gente, isso é crime do mesmo modo. Vingança não é Justiça. Na pesquisa, jamais entraria a pergunta: "Você que apoia a "operação", aceitaria que ela fosse feita no seu bairro?"


Mafalda, de Quino


Essa sensação de júbilo com atos cruéis e assassinos demonstra como a turma está perdida e curtindo a perversão, sem pensar direito. Olha, o carioca que circula pelo Rio pode ficar tranquilo, sabendo que está mais seguro? Os caras fizeram uma orgia de sangue digna das Waffen SS nazistas. Pegaram 2500 trabalhadores policiais militares e meteram eles nisso aí. Não apenas inexistiu escolha. Foi um rito de passagem. Eles aplicaram unidos o grito fascista de Viva a morte! E a defesa desses atos é feita sob a mesma lógica de Abaixo a Inteligência! Importa o ódio, o medo, a vingança. E esses trabalhadores foram para casa, depois de terem feito essas ações criminosas, elogiados, apoiados. Você se sente seguro ao saber que um policial que arrancou cabeça, fez tudo aquilo, que ele te "protege"? O que foi feito com a PM de SP e do RJ é monstruoso com o povo e com os policiais também. Eles são um público com altas taxas de suicídio e problemas de saúde mental, tanto quanto os bancários, que curioso.  Esses episódios são exemplares e progressivos: começam com um grupo cujo extermínio é legitimado e terminam fazendo com todo mundo, como fizeram com o Vladimir Herzog, há 50 anos. 

E, por fim, não podemos esquecer que o massacre e a chacina sempre foram capazes de atrair aplausos. Sob os auspícios das classes dominantes, promoviam os circos, que, literalmente, se faziam com sangue e vísceras, sob aplausos. A Bíblia já nos alerta que se gritou "Barrabás", libertem Barrabás, e não a Jesus. No Sul dos EUA, os linchamentos de pessoas, negras, enforcadas, era motivo de fotografias comemorativas, cartões postais. Toda vez que uma mulher apanha e a gente passa direto, toda vez que uma Dandara é trucidada e nada fazemos, toda vez que a polícia faz uma chacina, é-nos dito algo imemorial nos ouvidos, nas nossas almas brasileiras. É-nos dito o mesmo quando o índio, o negro, o comunista eram triturados à luz do dia, torturados, mortos, decapitados: Passa direto! Não olha, não! Fica na tua! E a gente obedece, porque também nos é dito: posso fazer o mesmo contigo.

Então, o sentido de rebeldia e amor em nós precisa ser muito forte, para não conceder nada à necropolítica, ao imperialismo estadunidense, aos bandidos. A Frente Ampla deve se afirmar por aí. E há uma parte dessa discussão que não pode ser contornada: é preciso que as forças armadas brasileiras compreendam seu magno papel de não se deixarem capturar pelo crime organizado, pelo imperialismo estadunidense, pelos que desejam a destruição do Brasil. As forças armadas precisarão outra vez reafirmar seu compromisso com a democracia, ou seremos arrastados para um caminho de desagregação.  Correta está a análise de Elias Jabbour: o neoliberalismo conduz à desagregação nacional, ao empobrecimento e à subordinação do Brasil aos EUA. Esse é um capítulo.


https://x.com/eliasjabbour/status/1984412456610119814

O papel de Lula se agiganta. Fica mais claro, agora, como o governo federal tem atuado para resolver, em vez de politizar o problema para dele tirar proveito. O controle da lavagem de dinheiro, facilitada com o pix e a criação das Fintechs, é um exemplo. As medidas de justiça tributária trazem para dentro da economia real muitos que poderiam estar fora. O ganho real do salário mínimo, o aumento do emprego formal e o crescimento da economia e a redução da informalidade. A PEC da segurança pública - que unifica nacionalmente o combate ao crime organizado - é fundamental para uma ação séria e efetiva. Lula sancionou o projeto de endurecimento das penas para facções criminosas. Avança o trabalho de inteligência. É nessa hora que eles dão um cavalo de pau e saem matando, muito estranho. Eles votam para proteger os bilionários que ganham com o que? Tem quem queira guerra, golpe e confusão. E o povo quer paz e solução. Vamos enfrentar o problema.  Grita em nossos ouvidos a urgência da união do nosso povo para enfrentar esses inimigos tão cruéis e brutais, quanto inimigos do Brasil e de sua gente. 

sábado, 16 de março de 2024

Especial, pevezando -> Frente Ampla e Unidade Popular para unir o Brasil e vencer o fascismo - Paulo Vinícius da Silva



8 de janeiro de 2023, Brasília, retomada simbólica do Planalto

Os três grandes: Stalin, Roosevelt e Churchill

George Dimitrov: líder histórico da luta contra o nazifascismo - Pedro Oliveira 

E a defesa de Dimitrov contra Goring e Goebbels (em inglês)- Portal Vermelho
George Dimitrov, herói dos trabalhadores e da luta contra o nazifascismo


Xi Jinping: Que o multilateralismo ilumine o caminho da humanidade - Discurso completo em Davos - Portal Vermelho




Conversa Afiada com o saudoso Paulo Henrique Amorim e João Vicente Goulart: Por que Jango não resistiu? Como Jango pôde aceitar a Frente Ampla com Lacerda?



Frente Ampla e Unidade Popular - Paulo Vinícius da Silva (1)


A unidade é a bandeira da esperança.
João Amazonas





Frente Ampla e Unidade Popular? Paulo Vinícius 'da Silva (2)

Si vis pacem, para bellum. Se quer paz, prepare-se para a guerra.
Provérbio latino


Coletivizando: Frente Ampla e Unidade Popular! Paulo Vinícius da Silva (3)
"O fascismo no Poder (...) é a ditadura terrorista descarada dos elementos mais reacionários, mais chauvinistas e mais imperialistas do capital financeiro." E ainda: "O fascismo é o Poder do próprio capital financeiro. (...) É preciso salientar de modo especial este caráter verdadeiro do fascismo porque a dissimulação da demagogia social deu ao fascismo, numa série de países, a possibilidade de arrastar consigo as massas da pequena burguesia desajustadas pela crise, e até alguns setores das camadas mais atrasadas do proletariado que jamais seguiriam o fascismo se tivessem compreendido seu verdadeiro caráter de classe, sua verdadeira natureza." (Dimitrov)



Aldo Arantes: Frente de esquerda ou Frente ampla? -PCdoB 


De fato aí reside a divergência central de nossas opiniões. Enquanto Altman nega as alianças feitas por Lula e Dilma considero que o erro não esteve nas alianças mas sim em não compreender seu caráter transitório. E, em função disto, não ter se preparado para quando elas não mais interessassem às partes.

Renato Rabelo: Luta ideológica numa nova ordem mundial de transição


O Brasil vai votar Lula Lá - versão de Fischia il vento e Katiusha, canções da resistência ao nazi-fascismo - Paulo Vinícius da Silva

João Amazonas e a política internacionalista do PCdoB - Ricardo Abreu (Alemão)

Amazonas observa que “é preciso estabelecer o limite da fronteira, no campo ideológico, para abordar a luta pela unidade do proletariado mundial”.

O oportunismo de direita, para Lênin, é a política reformista de conciliação de classes, a subordinação dos objtetivos maiores de emancipação dos trabalhadores aos objetivos menores e imediatos.

Logo a seguir, no texto que estamos analisando, Amazonas cita dois casos concretos de traição à classe operária e ao movimento comunista, “o Partido da ‘Sinistra’, da Itália [surgido da dissolução, pela maioria, do antigo Partido Comunista Italiano] e, no Brasil, do “Partido Popular Socialista [PPS], herdeiro do Partido Comunista Brasileiro [PCB], que renegou os símbolos, o marxismo-leninismo; e se tranformou em um partido de traição aberta ao comunismo”.


Lenin viveu, Lenin vive, Lenin viverá! Paulo Vinícius da Silva




Lamentavelmente, é um pensador pouco compreendido, diria até desconhecido, assim me parece, e isso a despeito do monumental esforço de popularização e compilação de sua obra feito por Stalin após a sua morte. Por isso, superficialmente, como estímulo ao seu estudo, e para sistematizar minhas próprias opiniões, cito o que penso aspectos essenciais no pensamento revolucionário de Lênin.

Da crítica e autocrítica para o Avante, camaradas! Paulo Vinícius da Silva
Crítica e autocrítica são coisas de comunista. Rogério Lustosa definiu como nos relacionamos com a crítica e autocrítica. Dizia: "nós devemos ser os mais severos críticos de nossos próprios erros". Longe de indesejável, esse processo é ápice, é o controle dos resultados pelo próprio coletivo, é quando operário(a) e jovem pode questionar de igual para igual dirigentes e líderes partidários. As direções todas, eleitas de baixo pra cima, também todas hão de ser avaliadas no processo normal do Centralismo Democrático, o funcionamento do PC.







Roda Viva | Marcelo Gleiser | 11/03/2024


O Roda Viva recebe o físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser. "O despertar do universo consciente: Um manifesto para o futuro da humanidade" é o título do novo livro de Gleiser, que une física, filosofia, biologia, química, religião e muito mais para questionar: como estamos nos relacionando com o planeta? O que é preciso fazer para salvar nossa civilização? O lançamento da obra está marcado para o dia 12 de março no Rio de Janeiro e dia 14 em São Paulo. Mas antes o autor estará no Roda Viva!



domingo, 11 de junho de 2023

"Teríamos tomado conta, teríamos conseguido todo aquele petróleo": Donald Trump sobre a Venezuela

 

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Presidente Díaz-Canel convoca à defesa da Revolução Cubana contra a guerra híbrida dos EUA

Partido Comunista de Cuba 

Cubadebate
Cubadebate
Durante sus declaraciones, el Jefe de Estado denunció la participación de la administración estadounidense en las acciones de desestabilización política históricas que tienen lugar contra Cuba, y que se han intensificado, particularmente, durante la pandemia
El Primer Secretario del Comité Central del Partido Comunista de Cuba y Presidente de la República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, compareció en vivo en cadena de radio y televisión nacional a las 4:00 pm. Versión no oficial de las palabras de Díaz-Canel.

El Primer Secretario del Comité Central del Partido Comunista de Cuba y Presidente de la República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, compareció en vivo en cadena de radio y televisión nacional a las 4:00 pm.

Versión no oficial de las palabras de Díaz-Canel:

Hemos sido honestos, hemos sido diáfanos, hemos sido claros y en cada instante hemos ido explicando a nuestro pueblo las complejidades de los momentos actuales. Les recuerdo que hace más de un año y medio cuando se iniciaba el segundo semestre del año 2019 tuvimos que explicar que íbamos a una coyuntura difícil. Esto se tomó como parte del humor popular y hemos permanecido como parte de esa coyuntura a partir de todas las señas que estaba dando el gobierno de los Estados Unidos, encabezados por la administración Trump con relación a Cuba.

Empezaron a recrudecer una serie de medidas restrictivas, de recrudecimiento del bloqueo, de persecución financiera en contra del sector energético con el objetivo de asfixiar nuestra economía y que eso provocara el anhelado estallido social masivo, que siembre las posibilidades para con toda la campaña ideológica que se ha hecho, poder llamar a la intervención humanitaria que terminan en intervenciones militares y en injerencias, y que afectan los derechos, la soberanía y la independencia de todos los pueblos.

Esa situación continuó, luego vinieron las 243 medidas que todos conocemos y por último se decide incluir a Cuba en una lista de países patrocinadores del terrorismo, una lista espuria, ilegítima y unilateral que ha adoptado el gobierno de los Estados Unidos, creyéndose los emperadores del mundo. 

Muchos países se someten de golpe a estas decisiones, pero hay que reconocer que otros no permiten que se les imponga. Todas estas restricciones propiciaron que al país se le cortaran de inmediato varias fuentes de ingreso de divisas como el turismo, los viajes de cubanos-americanos a nuestro país y las remesas. Se hizo un plan para desacreditar las brigadas médicas cubanas y las colaboraciones  solidarias que presta Cuba que por esa colaboración ingresaban una parte importante de divisas.

Todo esta situación provocó una situación de desabastecimiento en el país, sobre todo de alimentos, medicamentos, materias primas e insumos para poder desarrollar nuestros procesos económicos y productivos que a la vez tributan a las exportaciones. Están cortados dos importante elementos la capacidad de exportación y la capacidad de invertir recursos. Y desde los procesos productivos desarrollar bienes y servicios para nuestra población. 

También tenemos limitaciones limitaciones en combustibles y piezas de repuesto y todo esto ha provocado un nivel de insatisfacción, unido a problemas acumulados que nos hemos podido resolver y que venían desde el periodo especial unido a una feroz campaña mediática de desacreditación como parte de la guerra no convencional que trata de fracturar la unidad entre partido-estado y pueblo; que trata de poner al gobierno como insuficiente e incapaz de proporcionar bienestar al pueblo cubano y que pretende enarbolar desde una posición del gobierno de los Estados Unidos que con ellos se puede aspirar al progreso de un país como el nuestro. 

Esas son consabidas recetas hipócritas, discursos de doble rasero que los conocemos muy bien en toda la historia de los Estados Unidos hacia Cuba. ¿Cómo intervinieron en nuestro país, cómo se apropiaron de nuestra isla en 1902, cómo mantuvieron una dominación de nuestra isla en la etapa de la seudorepública y cómo esos intereses fueron golpeados por la Revolución cubana en su triunfo?

Les ha molestado mucho durante 60 años el ejemplo de la Revolución cubana y constantemente han estado arreciando. Han aplicado un bloqueo injusto y criminal, y cruel, recrudecido ahora en condiciones de pandemia y ahí está la perversidad manifiesta, la maldad de todas esas intenciones. Bloqueo y acciones restrictivas que nunca han tomado contra ningún otro país, ni contra los que ellos consideran sus principales enemigos. 

Por lo tanto, ha sido una política de saña contra una pequeña isla que solo aspira a defender su independencia,  su soberanía y construir con autodeterminación su sociedad de acuerdo a los principios que más de un 86 % de la población ha apoyado en el ejercicio amplio y democrático que sostuvimos hace algunos años para aprobar la actual Constitución de la República de Cuba.

En medio de esas condiciones viene la pandemia, una pandemia que no ha afectado solo a Cuba, sino a todo el mundo, incluyendo a los Estados Unidos. Ha afectado a los países ricos y hay que decir que ante esta pandemia ni Estados Unidos ni esos países ricos tuvieron toda la capacidad para enfrentar sus efectos en sus inicios, y en muchos de esos países de primer mundo, con muchas más riquezas, colapsaron los sistemas de salud, las salas de terapia intensivas. Los pobres fueron desfavorecidos porque no existen políticas públicas orientadas al pueblo para su salvación, y tienen indicadores con relación  al enfrentamiento de la pandemia que tienen peores resultados que los de Cuba en muchos casos. 


sexta-feira, 2 de abril de 2021

João Cezar de Castro Rocha (UERJ) a gênese intelectual do Bolsonarismo - Meio

Meio - 08/2020

Professor de Literatura Comparada da Uerj, João Cezar de Castro Rocha se dedicou no último ano e pouco a ler, assistir, ouvir o principal da produção do bolsonarismo. O atual governo produziu uma visão muito particular da história recente do Brasil. É a partir dela que lê o país e o mundo, assim como escolhe atuar. Em sua entrevista ao editor Pedro Doria, Castro Rocha explica esta visão. Durante a entrevista, João Cezar menciona o Orvil. Cá está o link onde pode ser encontrado: https://drive.google.com/file/d/1cPgX...

sexta-feira, 10 de maio de 2019

GRUPOS DE WHATSAPP DE BOLSONARO ORQUESTRAM ATAQUES CONTRA UNIVERSIDADES - Brasil 247



O professor do Departamento de Ciência da Computação da UFMG Fabrício Benevenuto denuncia que "o monitor de whatsapp nesses últimos dias está inundado de memes e imagens contra as universidades federais"; "São imagens de pessoas nuas em festas e protestos e memes dizendo que os alunos das federais levam mais de 12 anos pra formar, pois só usam drogas", continuou; "Quem financia essa fábrica de desinformação?"

10 de Maio de 2019 às 10:08




247 - O professor Associado do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais Fabrício Benevenuto, pesquisador em redes sociais online, denuncia no Twitter que "o monitor de whatsapp nesses últimos dias está inundado de memes e imagens contra as universidades federais".

"São monografias/dissertações/eventos ridicularizados por seus títulos e temas", escreveu o estudioso no Twitter. "São imagens de pessoas nuas em festas e protestos e memes dizendo que os alunos das federais levam mais de 12 anos pra formar, pois só usam drogas", continuou. "Claramente é um esforço orquestrado. Trabalho de profissional. Segue o mesmo estilo da campanha eleitoral. Quem financia essa fábrica de desinformação?", questionou.


A postagem dele sugere que o WhatSapp continua como arma fundamental para o governo Jair Bolsonaro orquestrar ataques contra setores progressistas, assim como aconteceu na eleição de 2018, quando houve a campanha ilegal contra o então presidenciável Fernando Haddad financiada por empresas e que se baseou na divulgação de fake-news (notícias falsas) no WhatsApp para prejudicá-lo , conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

A matéria apontou, ainda, que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan.


Agora, os eventuais ataques a universidades fazem parte uma estratégica para difamar o ensino público nas instituições de ensino superior e abrir espaço para a privatizações dessas entidades, atendendo à agenda neoliberal que voltou com força no Brasil após o golpe contra Dilma Rousseff em 2016. O curioso é que Elizabeth Guedes, irmã do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, é vice-presidenta da Associação Nacional de Universidades Privadas (Anup), mais um indicativo do quanto a privatização da Educação é uma bandeira que vem sendo cada vez mais estampado pela atua gestão.


Outro sinal da agenda que tenta dilapidar o que é público é o corte de verba de universidades anunciado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, falou em mal desempenho e em "balbúrdia" nessas instituições para justificar a medida. Para o titular da pasta, existem universidade que promovem eventos impróprios, como protestos partidários.

Corte de verba mais a a vigência da PEC do Teto dos Gastos que prevê o congelamento de investimento público por 20 anos está sendo uma "fórmula" para o Brasil se torna símbolo do imediatismo político e da violação dos direitos humanos.

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