quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Nossos peitos, nossos braços são muralhas do Brasil Paulo Vinícius da Silva
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
PCdoB-CE no ato unitário Golpe Nunca Mais! Solidariedade Brasil Venezuela, de 8 de janeiro de 2026, na Praça do Ferreira
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
sábado, 3 de janeiro de 2026
PT condena ataque dos EUA e sequestro de Maduro
O Partido dos Trabalhadores (PT) condena veementemente a agressão militar dos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela e seu povo. Diante dos fatos divulgados, o ato se caracteriza como um sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama. Em nota anterior, o PT já havia manifestado profunda preocupação com a escalada do conflito, o qual tem motivações políticas e econômicas, e alertado para os graves riscos à estabilidade regional.
Desde o início de setembro, o cenário tem se agravado em razão de declarações públicas hostis, ações unilaterais e crescentes movimentações militares. Hoje, 3 de janeiro de 2026, o bombardeio em Caracas e o sequestro do presidente configuram a mais grave agressão internacional registrada na América do Sul no século XXI.
Nesse contexto, o PT ressalta que o conflito representa uma séria preocupação para o Brasil – que compartilha cerca de dois mil quilômetros de fronteira com a Venezuela – e para a região como um todo. A América Latina deve permanecer como uma zona de paz. A política externa brasileira historicamente sustenta a solução pacífica das controvérsias, a não intervenção e o respeito à soberania como fundamentos da convivência internacional — princípios estruturantes da diplomacia brasileira, aos quais o Partido dos Trabalhadores se mantém plenamente alinhado.
Dessa forma, o PT reafirma seu compromisso com soluções construídas no âmbito de organizações multilaterais, em especial a Organização das Nações Unidas, da qual fazem parte tanto os países diretamente envolvidos no conflito quanto os demais países da região.
Assim, reiteramos que a soberania dos povos, a solução pacífica das controvérsias e o respeito ao direito internacional constituem princípios centrais da política externa do Partido dos Trabalhadores e caminhos indispensáveis para a preservação da paz e da estabilidade na América Latina.
Brasília, 3 de janeiro de 2026.
Secretaria Relações Internacionais
Comissão Executiva Nacional
Partido dos Trabalhadores
PCdoB condena ataque dos EUA à Venezuela
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) condena da forma mais veemente o ataque criminoso dos EUA e o anunciado sequestro do presidente Nicolás Maduro, ocorridos na madrugada deste sábado (3).
Tais atos configuram terrorismo internacional e atingem toda a América Latina.
A defesa da Venezuela assume, assim, caráter urgente.
Os Governos soberanos da região, movimentos sociais e partidos políticos devem se unir visando a promoção de grandes mobilizações de denúncia, impedindo a escalada da agressão e exigindo o pleno respeito à independência da Venezuela e ao legítimo presidente Nicolás Maduro.
Comissão Executiva Nacional
Brasília, 03 de dezembro de 2026
Presidente Lula: Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
domingo, 2 de fevereiro de 2025
Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - Opera Mundi
Parte da campanha do imperialismo estadunidense passa por demonizar as lideranças que questionam a sua hegemonia. O cancelamento e a cacofonia que não permitam saber quem são esses líderes, nem o que dizem, o apoio que conquistaram de milhões de pessoas organizadas, enfrentando a guerra híbrida e a guerra aberta.
Tal como Lula, Maduro foi alvo de uma campanha de demonização e infâmias, inclusive com o desdém e o desprezo pela capacidade intelectual desses líderes de extração proletária. Afinal, Maduro era um motorista de ônibus. Lula era um torneiro mecânico. O pobre e o trabalhador não teriam como pensar. Maduro fala por si, é preciso ouvi-lo.
Afinal, a regra de ouro da mídia empresarial hegemônica é jamais escutar esses(as) líderes. Aqui se aplicam com requintes de crueldade os princípios da propaganda nazista que se fixaram na figura de Goebbels. Maduro é alvo de uma campanha orquestrada que o reduz e simplifica, colocando-o como inimigo. Transpõem-se todos os males para a sua exclusiva responsabilidade, com o fito de tirar o líder e dispersar o povo. Para isso, ele é desfigurado, seus traços são exagerados para impedir a empatia e o reconhecimento do outro. Silenciá-lo, torná-lo odioso, impedir que o vejamos e escutemos. Vulgarizar a pessoa e tudo o que diz, o mesmo tempo que lhe atribui poderes mágicos de supermanipulação. Avoca-se um suposto consenso universal com as mesmas fontes, e oculta-se qualquer progresso, qualquer notícia positiva.
É preciso reconhecer que o bloqueio informativo contra a Venezuela é uma pista valiosa de que eles podem estar vencendo. Mais que pedir atas, deve preocupar ao Lula e ao Brasil como os estadunidenses e a oposição de extrema direita inviabilizaram em grande medida a eleição na Venezuela, pois é esse o risco que corremos em 2022 e novamente correremos em 2026. Tentaram melar as eleições e perderam no plano interno, o essencial. Precisamos saber por nós mesmos como enfrentar esse tipo de golpe. Os venezuelanos são donos de seu destino, e enfrentam vencendo inimigos que nos derrotaram mais de uma vez. Deveríamos aprender mais com eles.
Por tudo isso, é didática a entrevista do impávido Breno Altman a Nicolás Maduro.
Paulo Vinícius da Silva
*[EXCLUSIVO] Breno Altman entrevista Nicolás Maduro - programa 20 Minutos*
domingo, 11 de junho de 2023
"Teríamos tomado conta, teríamos conseguido todo aquele petróleo": Donald Trump sobre a Venezuela
É sobre isso, Brasil 🇧🇷
— Naldo Valença (@NaldoValenca) June 11, 2023
"Quando saí, a Venezuela 🇻🇪 estava prestes a entrar em colapso. Teríamos tomado conta, teríamos conseguido todo aquele petróleo", Donald Trump 🇺🇸 https://t.co/tcWLlpqGRG
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Morreram de Capitalismo. Lute para viver! Vacina para todos! Paulo Vinícius Silva
José Bonifácio, 1825
Total de casos 22.903.333 | Recuperados - | Mortes 380.878 |
Total de casos 87.706 | Recuperados 82.288 | Mortes 4.634 |
Total de casos 8.195.637 | Recuperados 7.284.945 | Mortes 204.690 |
Total de casos 3.412.390 | Recuperados 2.796.132 | Mortes 61.908 |
Total de casos 10,495,147 | Recuperados 10,129,111 | Mortes 151,529 |
Total de casos 15.494 | Recuperados 12.252 | Mortes 155 |
Total de casos 117.299 | Recuperados 111.175 | Mortes 1.078 |
Total de casos 1.520 | Recuperados 1.361 | Mortes 35 |
Total de casos 1.259.748 | Recuperados 1.019.123 | Mortes 34.334 |
Total de casos 18.343 | Recuperados 15.512 | Mortes 422 |
Certamente, o "Mercado" não sabe o que faz. Exceto - desconfio - se sua sabedoria seja apenas a da concentração e a acumulação de capital. Com esta meta ao fundo, tudo vale a pena se a taxa de lucro não é pequena. Por exemplo, monocultura. É boa a monocultura? E com round up, batido para matar tudo, tudo. E depois o verde sem fim, a soja transgênica até depois do horizonte. Será isso o máximo a que pode chegar o brasileiro, a brasileira? Ferro gusa, soja e escravos... É isso?!
Estamos mergulhando a braçadas no caos e na destruição do Brasil. Passamos os 203 mil e seguimos morrendo, e é Bolsonaro o Presidente. Vivemos a distopia do "fim da corrupção", da hegemonia absoluta do Mercado e sob os escombros dos direitos dos trabalhadores, com a destruição da CLT pelo Congresso do Golpe. A vida piorou muito e todos os dias lutamos para escapar da morte à espreita.
- Petróleo e Gás;
- Construção Pesada;
- Exportação de Engenharia Pesada;
- Construção Civil;
- Até a indústria de carnes foi afetada;
- Grandes embarcações, estaleiros.
Mandamos prender inclusive o maior cientista nuclear do Brasil, o Vice Almirante Othon, para deixar claro que aqui tava dominado, tudo dominado.
Isso tudo foi tomado de nós. E nós aplaudimos. É esse o contexto em que o investimento e as expectativas futuras levam à certeza da bancarrota. Esse é o script e somos chamados a ser espectadores.
Aí, Reforma da Previdência e Trabalhista, fim dos sindicatos, era o anúncio da Xêpa. Não ficou pedra sobre pedra... Aí, nessa hora, veio o COVID, e a gente deixou correr, a gente deixou morrer, a gente está morrendo. O país, as pessoas, o que nós somos...
Assim, ferro gusa, soja, e carne humana, é esse o metiê a que se propõe o Brasil do futuro, com Bolsonaro adiante, perguntando: E daí?!
Nem Vacina os caras cuidaram, nem seringa...
E, infelizmente, as FFAA se acumpliciaram com essa página tristíssima em nossa História... Só Castro Alves ajuda-me a entender esse drama:
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...
Compreende por que a Ford sai do Brasil?! Vai vender para quem!? Será uma economia muito menor... é uma autofagia. E são negócios... Brasileiro contra brasileiro canibalizando o Brasil. Só uma guerra poderia em tão pouco tempo destruir setores inteiros da economia para escravizar um povo.
terça-feira, 2 de julho de 2019
Elías Jaua: El chavismo debe traer a la oposición al juego político democrático
segunda-feira, 22 de abril de 2019
Ali Primera, Tin Marín- e cifras para Violão
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Paz e Solidariedade para a Venezuela. Ianques, Go Home! Paulo Vinícius Silva
Curiosamente, não se apercebem, da coincidência de sua visão de política exterior com a esposada pelo Ministro Ernesto Araújo. Desse modo, chancelam uma política absurda de hostilidade contra o país irmão num grau de agressividade inédito há pelo menos um século. Todavia, foi acertada a posição de PT e PCdoB, desde o princípio, de denunciar as perigosas bravatas que se fazem de nosso país contra o povo irmão venezuelano, sem atentar para as consequências catastróficas e infames dessa política. Quem é contra Bolsonaro deveria ouvir seus ataques e hostilidade contra a Venezuela, agressão movida por governos, estes sim, frutos de fraude eleitoral, de extrema direita, a cumprir o funesto papel sabujo de cães de caça do império estadunidense contra um país latino-americano, contra a Pátria de Simón Bolívar.
É uma atitude burra o Brasil apoiar essa aventura golpista pelo intervencionismo externo que agora se tornou a panacéia universal, destinada a "salvar o povo venezuelano"do "regime de Maduro". Ora, quanta bobagem. O que estamos vendo é mais um capítulo do jogo bruto que se tornou o direito internacional e a noção de democracia desde a trágica invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003 - o Presidente Lula foi contra.
A partir dali, passa-se a admitir que se "exporte" via bombardeios a "democracia". A partir daí, torna-se aceitável o tipo de infâmia que representa o governo espanhol, monarquia metropolitana da Venezuela, derrotada por Bolívar, ter a pachorra de emitir um ultimato dando dias para que a Venezuela deponha seu presidente. É um escárnio. Jamais o Brasil podia apoiar isso, se levasse em conta o interesse dos brasileiros. Tal sorte de ataque contra a soberania de um país pode se voltar contra nós, que temos o Pré-Sal (tínhamos), a Amazônia, e somos um país invadido, entregue por dentro por uma quinta coluna. A quem interessa esse direito internacional em que um país ou um conjunto de países fora do ordenamento jurídico internacional - uma coalizão de interesses espúrios, de conquista, colonial, imperialista - possa se reunir e dizer: não reconheço sua eleição, ou ainda, dou-lhe prazo pra sair do poder, ou ainda, anule sua eleição e chame outra, ou ainda, que o derrotado, o Aécio deles assuma!? É uma loucura. Eles farão o mesmo conosco. É uma posição que fragiliza a soberania do nosso país, expõe-nos a uma guerra, completamente despreparados, com um caos evidente, sob um governo de incapazes. Devia o governo apoiar os venezuelanos na nossa fronteira, isso eles não fazem. Vocês entendem o que é o impacto de refugiados de guerra? Tem noção?!
A Venezuela está sofrendo uma guerra econômica, um bloqueio financeiro internacional, a secessão interna, atos terroristas promovidos pela oposição - houve há poucos dias um atentado com drone contra Maduro num ato público -, inúmeras atividades financiada desde fora. Há uma peculiaridade no subdesenvolvimento venezuelano estudada desde a década de 50 por Celso Furtado, e que no debate acadêmico nacional se refere a uma específica fragilidade econômica, o rentismo petroleiro, fator geopolítico incontornável dos interesses em disputa na Venezuela, uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
O peso do petróleo na economia se reflete na abundância de divisas internacionais que afeta sobretudo o câmbio e o valor nominal dos salários e preços. É um desestímulo massivo a qualquer atividade econômica interna, pois é mais barato importar tudo, não dá para competir. Essa conjuntura se agrava quando a classe empresarial comercial e importadora “acarapa" os produtos que deveria vender ao publico. No governo Sarney, no Brasil, em parte isso aconteceu com a carne, quando se escondiam as reses, especulando com o preço. No caso venezuelano é um locaute, liderado pelas associações empresariais, como FEDECAMARAS, que ficou célebre no sequestro e na tentativa de golpe contra o falecido presidente Chávez. Assim, a crise econômica venezuelana tem razões estruturais do seu rentismo petroleiro, agravadas pelo boicote econômico. A isso se soma o boicote diplomático promovido pelo alinhamento à politica hostil dos EUA, agravada por Trump.
2017
Outro aspecto do “regime de Maduro” é a caracterização de seu governo como ditadura, porque que ele não se submeteu à pantomima de atendimento às tentativas institucionais de golpe de Estado. No exercício de seu mandato, dado pela traumática eleição em que Chávez morrera, Maduro teve de enfrentar a insubmissão da Assembleia - lembram do Cunha, do impeachment? - que visava simplesmente a retirá-lo do poder dado pelas urnas. Maduro, ao contrário de Dilma, não se submeteu à sanha golpista e, com base na mesma Constituição, foi ao Supremo, anulando o golpe e chamando novas eleições, que venceu por 67% dos votos num sistema eletrônico similar ao nosso. O grau de polarização da sociedade e da disputa política e econômica no país vai a extremos com o estímulo externo, para a derrocada do governo e a retomada, pela força, da direção da PDVSA e do petróleo Venezuelano. Que moral o Brasil de hoje tem para criticar um país como a Venezuela? Esse país teve o maior número de eleições no mundo, no período de 1998-2018. Foram 6 eleições presidenciais, 5 eleições parlamentares, 7 eleições regionais, 4 eleições municipais (desde 2013), 6 referendos e 2 eleições de assembleia constituinte. Por que a Arábia Saudita, reino autoritário e misógino, merece o apoio dos EUA e a Venezuela apenas o ódio. Petróleo é a palavra, não democracia, não nos iludamos.
Não podemos jamais nos enredar nessa sorte de manobra estimulada claramente pelo imperialismo estadunidense e seus interesses petroleiros.
A fragilidade de nossas FFAA devido ao sucateamento é gritante. Para pagar o serviço da dívida pública e para a agenda da “corrupção”, que foi corrompida, vimos sacrificados projetos centrais da defesa nosso país, como o submarino nuclear - com a prisão do gênio brasileiro, Vice-Almirante Othon, criador das centrífugas de enriquecimento de urânio brasileiras - , a renovação frustrada dos caças, o satélite brasileiro (já dominado) e o alheamento crescente aos interesses nacionais por um deslumbre injustificado diante de uma potência decadente como os EUA.
Enquanto isso, no país vizinho vimos o fortalecimento inaudito da autoridade política dos militares e da capacidade de defesa venezuelana, assim como a vinculação de sua economia às chinesa e russa, mudando o eixo de seu comércio exterior e também saindo dos grandes acordos do sistema financeiro.
Expomo-nos, assim, a um conflito internacional em plena Amazônica, em que o interesse de superpotências se impõem sobre a vontade soberana de um povo para lhe retirar o petróleo. Nada pode depor mais contra o interesse dos brasileiros e brasileiras. A América Latina deve ser solidária à Venezuela, recebendo com dignidade os irmãos venezuelanos e repudiando toda chantagem e ingerência externa, somando em favor do diálogo e da paz na nossa região. E devemos repudiar a intervenção dos EUA promovendo a guerra na América Latina. Essas sim são as posições que correspondem aos grandes interesses nacionais. Ianques, go Home! Paz para a Venezuela, não à ingerência externa! Os venezuelanos são os e as donos(as) de seu destino!
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
8ª Conferência da CLACSO na Argentina - Apresentarei painel dia 22 entre 12h30 e 16h00 na UBA
JU 22/11 » 12:30 às 16:00 | Faculdade de Ciências Sociais da UBA [Sala 300]
Como chegar | Horário | Favoritos
Eixo 10: Políticas de economia e desenvolvimento
Painel 10
Moderador Anderson Sabino Da Silva
Centro de Humanidades, Letras e Artes. Universidade Estadual de Maringá - CCHLeA / UEM, Brasil
Painelistas
- Adams Telmo - Universidade do Rio dos Sinos Unisinos, Brasil
- Adriana Gabriela Roffinelli - Fundação Maya para Pesquisa Social e Política, Argentina
- Anderson Sabino Da Silva - Centro de Humanidades, Letras e Artes. Universidade Estadual de Maringá - CCHLeA / UEM, Brasil Universidade Lucas Castiglioni de Buenos Aires - UBA, Argentina
- Patricia Montoya - Instituto de Pesquisa Econômica e Empresarial ININEE, México
- Paulo Vinicius Santos Da Silva - Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Departamento de Sociologia da UnB. Universidade de Brasília - PGSOL / UnB, Brasil - Venezuela: el cambio con Chávez y una reflexión sobre el desarrollismo y el rentismo petrolero.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Alí Primera en el recuerdo de Silvio Rodríguez - Mesa Redonda Internacional (Cuba)
Enviado em 10 de nov de 2011
Entrevista realizada a Silvio Rodríguez por la reconocida periodista venezolana Lil Rodríguez, evocando al gran cantor Alí Primera en el aniversario 70 de su nacimiento....
sábado, 3 de dezembro de 2016
Dilma denuncia golpe contra a venezuela no Mercosul
NOTA À IMPRENSA
A decisão de suspender a Venezuela do Mercosul, anunciada pelos governos do Brasil, Argentina e Paraguai, é um ato e precedente perigoso e irresponsável pois compromete a convivência entre as nações da América do Sul.
Só faz política externa com porrete e ameaças um país imperial. Nação democrática tampouco desrespeita a soberania de um país-irmão.
A justificativa para a retaliação é inconsequente porque dos 41 acordos dos quais é exigida a adesão da Venezuela, o próprio Brasil não ratificou pelo menos cinco deles. Outros países do Mercosul também não adotaram algumas dessas normativas.
A suspensão é um recurso extremo e inadequado. No entanto, não se pode esperar muito do governo ilegítimo que usurpou o meu mandato por meio de um golpe parlamentar travestido de impeachment.
A medida mostra a pequenez do governo do Brasil diante das exigências da América Latina.
DILMA ROUSSEFF
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
TV Venezuelana mostra respeito a direitos na prisão do prefeito de Caracas por planejar golpe e atentados- Venezolana de Televisión
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Golpes na Argentina, Venezuela e Brasil? - ALTAMIRO BORGES - Portal CTB
Portal CTB
Diante desta onda reacionária, os governantes dos três países (Argentina, Venezuela e Brasil) são chamados a enfrentar a “guerra da comunicação” e derrotar os aparatos de hegemonia da elite colonizada.
Há algo muito estranho ocorrendo em três países decisivos na geopolítica da América Sul. A Venezuela, rica em petróleo, enfrenta uma onda permanente de desestabilização – com sabotagem no abastecimento de produtos básicos, choques violentos nas ruas e ameaças de golpes militares contra o presidente Nicolás Maduro.
Na Argentina, segunda economia da região, está em curso um processo de judicialização da política que pode desembocar na cassação da presidenta Cristina Kirchner. Já no Brasil, a principal força no tabuleiro político do subcontinente, a direita mais suja do que pau de galinheiro se traveste de vestal da ética, bravateia a tese do impeachment e incentiva as marchas dos grupelhos fascistas. O que explica esta sinistra coincidência? Os EUA, que sempre trataram a região como o seu quintal, têm algo a ver com esta onda nitidamente golpista?
Os três países têm vários traços em comum. Em todos eles, a direita partidária sofreu duras derrotas eleitorais nos últimos anos. Forças contrárias ao neoliberalismo, com suas nuances e ritmos diferenciados, chegaram ao governo – e não ao poder. Fragilizada, a elite colonizada foi substituída no seu ódio ao campo popular pela mídia monopolista e manipuladora.
Na Venezuela, Argentina e Brasil, os jornalões, as revistonas e as emissoras de rádio e tevê fazem oposição diariamente – jogam no pessimismo da sociedade, difundem a visão fascista da negação da política, tentam impor sua agenda neoliberal derrotada nas urnas e apostam na desestabilização dos governos progressistas. Nos três países, os barões da mídia hoje lideram as forças golpistas e estão cada dia mais agressivos. Nada mais contém a sua sanha conservadora e entreguista, pró-império.
Além da mídia monopolista, outros aparatos de disputa de hegemonia também servem aos interesses das oligarquias nativas e alienígenas. Na Argentina e no Brasil, boa parte do corrompido poder Judiciário está nas mãos das elites. O suspeito caso da morte do promotor Alberto Nisman, responsável pelo inquérito sobre o atentado terrorista a um centro judaico em Buenos Aires, tem servido para atiçar a campanha pela deposição da presidenta Cristina Kirchner. Já o escândalo da Petrobras, com vazamentos seletivos e técnicas de tortura do Ministério Público e da Polícia Federal – outros dois aparatos de hegemonia –, alimenta o sonho da oposição demotucana de sangrar e, se possível, de derrubar a presidenta Dilma Rousseff. Na Venezuela, focos golpistas voltaram a aparecer nas Forças Armadas e se unem aos empresários sabotadores da economia.
Diante desta onda reacionária, os governantes dos três países são chamados a enfrentar a “guerra da comunicação” e derrotar os aparatos de hegemonia da elite colonizada. Na semana passada, o chefe de gabinete da Casa Rosada, Jorge Capitanich, acusou explicitamente a mídia e a Justiça de tramarem um golpe. “É uma estratégia de golpismo judicial ativo. No mundo, a disputa é entre democracia e grupos obscuros vinculados a poderes econômicos”. Ele inclusive citou o Brasil, no qual “Dilma Rousseff sofre ataques com pedidos de julgamento político”. Já o secretário-geral da Presidência da República, Aníbal Fernández, falou em “manobra de desestabilização democrática” e conclamou os setores populares a irem às ruas para defender a continuidade do mandato de Cristina Kirchner.
Também na semana passada, o presidente Nicolás Maduro acusou novamente o governo dos EUA de orquestrar um golpe na Venezuela. Na última quinta-feira (12), ele anunciou a prisão de 14 civis e militares, entre eles de um general da reserva. Segundo as investigações, o grupo pretendia causar tumultos e mortes num ato agendado pela direita local. Em rede de televisão, o líder bolivariano afirmou que “os EUA pagaram [os sabotadores] em dólares e lhes deram vistos com data de 3 de fevereiro. A Embaixada dos EUA lhes disse que, em caso de fracasso, poderiam entrar no território americano”. A grave denúncia foi, como sempre, ridicularizada pela mídia venezuelana e mundial – a mesma que apoiou efusivamente o golpe fracassado de abril de 2002. Já a Casa Branca considerou as acusações “ridículas”. Afinal, o império nunca apoiou golpes e ditaduras!
Já no Brasil, a “guerra da comunicação” anunciada por Dilma Rousseff na primeira reunião ministerial, no início de janeiro, ainda não saiu do papel. Nenhum ministro teve a coragem de denunciar “a estratégia de golpismo judicial ativo” – que deverá ficar ainda mais agressiva no pós-Carnaval com a nova fase da midiática Operação Lava-Jato. A presidenta Dilma Rousseff também ainda não ocupou a rede nacional de rádio e televisão para criticar os setores que pretendem destruir a Petrobras e entregar o Pré-Sal – um antigo desejo dos EUA. Num contexto bastante explosivo na região, aonde as coincidências golpistas são estranhas e os interesses imperiais são violentos, é preciso reagir rapidamente! O fantasma do retrocesso assombra a América do Sul.
Altamiro Borges é presidente do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé
Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.
domingo, 18 de janeiro de 2015
Parolin obró el milagro de retomar el diálogo con Venezuela - El País - Ago 2013
Como nuncio en Caracas reabrió la comunicación entre el Gobierno y el Vaticano
Pietro Parolin, el obispo Diego Padrón y Nicolás Maduro. / Reuters
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En julio de 2010, en medio de una de sus cíclicas pugnas con la jerarquía eclesiástica local, el comandante Hugo Chávez ordenaba a su entonces ministro de Relaciones Exteriores, Nicolás Maduro, revisar el concordato vigente entre el Vaticano y Venezuela: “Cristo no necesita embajador”, fue su dictado, “Cristo está en el pueblo y en aquellos de nosotros que luchamos por la justicia y la libertad para los humildes”.
Apenas tres años más tarde, el mismo Maduro, consagrado ya como sucesor de Chávez en la presidencia de Venezuela, visitó en Roma al recién entronizado papa Francisco, a quien propuso un acuerdo integral entre el Vaticano y la Alba —la Alianza Bolivariana de los Pueblos, impulsada por Chávez, que agrupa a gobiernos de corte progresista de América Latina—. Además, encontró un paralelismo, que calificó de premonitorio, entre él y Francisco: “Ni él pretendía ser Papa, ni yo quería ser presidente”.
Las diferencias en el tono de una y otra declaración tienen que ver con el paso del tiempo, el cambio de aires en la Santa Sede, pero, en especial, con las diligencias del nuncio Pietro Parolin, nombrado por Benedicto XVI en 2009. En la dividida Venezuela, tirios y troyanos le adjudican al arzobispo de 58 años dones de diplomático consumado. Es un hombre que sabe propiciar el diálogo, coinciden las fuentes, mediante un recurso prácticamente olvidado en Venezuela: escuchar. En la vetusta y aún señorial sede de la nunciatura, en el centro de Caracas, ha recibido a representantes de diversos sectores, de quienes ha oído todo tipo de planteamientos con idéntica atención Así fue su comportamiento hasta con los visitantes que les resultaron impertinentes: tal fue el caso de cuatro dirigentes estudiantiles que en junio pasado se instalaron en la embajada vaticana para protestar, mediante una huelga de hambre, contra el cerco presupuestario que el Gobierno chavista ha impuesto a las universidades autónomas venezolanas. “Lamentablemente, algunos estudiantes no han escogido espacios propicios para estas acciones, como ha sucedido en la Nunciatura Apostólica”, se quejó Parolin ante la prensa. Sin embargo, su mediación resultó decisiva para que se levantara la huelga un mes más tarde.
El mismo mes, Parolin consiguió reunirse con Maduro, preámbulo del encuentro entre el presidente venezolano y el Papa. Después de sus gestiones se reabrió el canal de comunicación entre el Gobierno revolucionario y la Conferencia Episcopal, interrumpido con frecuencia por las críticas de la Iglesia católica a las pretensiones hegemónicas del chavismo, desde un lado, y por las sospechas anticlericales de un movimiento, el bolivariano, que no tiene inconvenientes en abrevar del marxismo al tiempo que se reivindica como portador de un “cristianismo verdadero”.
Al día siguiente de la ascensión del argentino Jorge Bergoglio al trono de Pedro, Parolin confesó en Caracas no estar “listo para la noticia”. En declaraciones a la televisión, apuntó a la “nueva evangelización” como el principal reto que enfrentaría el pontificado que se iniciaba, lo que, a su juicio, en América Latina equivaldría a “formar mejor a los discípulos para que tengan una experiencia profunda y se enamoren de Cristo”.
Ahora, nombrado secretario de Estado del Vaticano, cobra importancia la entrevista concedida hace tres semanas al tabloide Últimas Noticias. Al abordar el tema de la corrupción, un asunto que sin duda deberá enfrentar, sentenció: “Es un tema que toca a la Iglesia, porque sabe que la corrupción daña la fibra de la sociedad y acarrea muchas consecuencias”. a
segunda-feira, 10 de março de 2014
Christiane Amanpour (CNN) entrevista a Maduro - Assista - CubaDebate
El presidente Maduro señaló que “hay una campaña permanente para presentar a Venezuela como un país en caos, cuando en realidad se encuentra todas las libertades garantizadas”. Precisó que en Venezuela existe “un proceso de reafirmación de la nueva independencia, de construcción de nuevos modelos económicos y culturales, una nueva mentalidad que necesita ser comprendida desde el extranjero”.
La campaña contra el país ha sido apoyada por medios internacionales, como CNN, expresó el Mandatario Nacional, tras reseñar que este canal “ha cumplido un papel nocivo y peligroso”, pues “estaban promoviendo una intervención extranjera en nuestro país, vendiendo una imagen falsa de lo que está sucediendo”.
El jefe de Estado ratificó que en el país los medios nacionales y extranjeros ejercen libremente el periodismo y que hasta ahora no ha habido limitantes para que cubran los acontecimiento del país. Sin embargo, recordó que reporteros gráficos de varios agencias internacionales fueron atacados por sectores de la ultraderecha del país en algunos municpios de clase media alta en Caracas.
El jefe de Estado informó que en los últimos 15 años Venezuela ha tenido un proceso económico de expansión, pasando de un producto interno bruto (PIB) de 90 mil millones a uno de 400 mil millones de dólares. En este sentido, manifestó que “en Venezuela estamos superando un capitalismo parasitario”.
Señaló que durante muchas décadas en Venezuela los capitalistas se robaron los dólares para satisfacer sus necesidades individuales y llevárselos en inversiones en Estados Unidos, perforando los mecanismos cambiarios establecidos en los últimos años en el país. Dijo que antes los avances de la Revolución en materia económica y luego de la partida física del Comandnate Chávez, varios sectores de la derecha “creían que la Revolución Bolivariana se acababa, se desmoronaba, e iniciaron toda una operación para destruirnos económicamente (guerra económica)”.
Destacó que el proceso revolucionario que se vive en Venezuela ha garantizado la educación pública y gratuita, que el salario mínimo urbano en Venezuela se mantenga como el mayor de América Latina y que el pueblo tengas viviendas dignas a través de la Gran Misión Vivienda Venezuela (GMVV).
Durante la entrevista, el Mandatario nacional expresó que de 880 mil millones de dólares que han ingresado al país producto de la renta petrolera en la última década, “se han invertido el 65% en salud, educación, vivienda, cultura, en otro modelo”. Agregó, además, que la Revolución Bolivariana le ha regresado el derecho a la salud pública al pueblo más humilde, que le garantiza la alimentación y que tiene planes especiales para el desarrollo.
Revolución Democrática
El jefe de Estado manifestó que los 15 años de revolución han transcurrido de manera democrática y pacífica, promoviendo el debate de ideas con sectores de oposición. En este sentido, puntualizó que “toda democracia tiene polos, dentro de los cuales existen liderazgos que combaten”, por lo tanto instó a no estigmatizar el concepto de polarización.
Apuntó que la oposición venezolano ha obstruido en varias oportunidades el proceso de diálogo impulsado por el Ejecutivo y ha tomado caminos no democráticos para intentar derrocar al gobierno revolucionario, ratificado en 18 de las 19 elecciones realizadas en el país. Asimismo, refirió que un grupo de la oposición ha generado violencia en algunos puntos del territorio nacional, provocando el fallecimiento personas, varios heridos y daños materiales. Ante ello, “el resto de la dirigencia opositora no se ha desmarcado con claridad de esos hechos”, dijo.
El Mandatario señaló que el comandante Hugo Chávez sembró en Venezuela una conciencia y echó las bases para un nuevo Estado. ”Venezuela tiene ahora una dirección colectiva, que lidero yo, pero que el comandante Chávez formó como un colectivo y ese colectivo está hoy al frente de la Revolución Bolivariana”, dijo. Destacó la fortaleza del legado del líder de la Revolución Bolivariana. “Ha sido tan fuerte el entramado que dejó Chávez que esta aún tras miles de campañas y diversos ataques, Venezuela se mantiene en el rumbo democrático y revolucionario. Su siembra valió la pena, ha marcado la historia del país, del continente y las ideas del socialismo y la justicia social en el siglo XXI”, manifestó.
Sostener la democracia en el país ha sido posible gracias a los mecanismos que dejó el comandante Chávez para la conducción del estado y la administración de los recursos, refirió el Presidente Maduro luego de indicar que “el Comandante acompaña al pueblo venezolano de distintas maneras, si no no hubiésemos llegado a done hemos llegado hoy como pueblo y como historia. Lo que ha sucedido en los últimos 15 años ha sido un verdadero milagro de la historia y continuará hacia el futuro”.
Entrevista completa (52 mins)
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