sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Sarau do Cebolão HOJE, 15/8, 18h, Agosto Lilás - Pela vida das mulheres
terça-feira, 17 de setembro de 2024
Sarau do cebolão de setembro: Lutemos pela Primavera! Com o Sarau da Quarta e a banda Brodericks
Sarau do Cebolão, especial da primavera, teve muito rock e poesia - Matéria no Portal do Sindicato dos Bancários de Brasília
A banda Brodericks e os Rocks que marcaram a História!
sábado, 12 de agosto de 2023
Em 14/8, no dia da Unidade Humana. O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza às 19h o Diálogo Inter-Religioso
Em 14/8 celebra-se o dia da Unidade Humana.
O Sindicato dos Bancários de Brasília realiza segunda (14/8) às 19h o Diálogo Inter-Religioso com foco em Solidariedade, Respeito, Inclusão, Democracia, Direitos Humanos e na Paz!
Veja as confirmações iniciais!
Monge Sato - ex-regente Templo Shin Budista da Terra Pura Brasília
Pastora Wall Moraes de Ruah - Professora, Mestranda, Teóloga, Coordenadora da Pastoral de Direitos Humanos da Igreja Cristã de Brasília (PDH-ICB) e Presidenta de Honra da Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (ANNEB).
Pai Dodô – Ilê Asé Omo Orisá Ògún Onirê
Pai Adalto de Oxum – Ìlé Àláketú Àsé Omí Nìwá
Marcos Said Tenório – Centro Cultural Beneficente Islâmico de Brasília
Elianildo Nascimento - Iniciativa das religiões Unidas
Natalia Gedanken – Associação Israelita de Brasília
Sônia Cigana Lovara – Cigana
Ira Mariana Rosa – Espiritismo
Silvana – Santo Daime
https://bancariosdf.com.br/portal/sindicato-recebe-liderancas-religiosas-no-dia-da-unidade-humana-nesta-segunda-14/
terça-feira, 12 de abril de 2022
CTB Bancári@s DF com a Chapa 1 nos Bancários DF: Unidade, Democracia e Luta - eleições de 2 a 6 de maio
Site da Chapa 1 - Unidade, Democracia e Luta - http://chapa1bancariosdf.com.br/
Instagram da Chapa 1 - Unidade, Democracia e Luta - https://www.instagram.com/soubancariochapa1/
Viemos
para transformar! Queremos fazer o agora diferente para construir um
depois feito por nós, para nós; onde a normalidade signifique ter
emprego e renda, ter condições dignas de trabalho, trabalhar sem a
pressão de atingir metas de produção inalcançáveis. E no final do dia,
poder voltar para casa sem aquela sensação de peito apertado por medo do
futuro.
Queremos que o normal seja um ambiente de trabalho sem
assédio moral e sexual, com respeito, igualdade de oportunidades e
solidariedade. Queremos que a normalidade tenha como princípio a saúde
de cada bancário e de cada bancária, e não doenças como depressão,
LER/DORT, Síndrome de Burnout e tantas outras provocadas pela pressão
hierárquica, pelo estresse, pelo ritmo de trabalho acelerado e
excessivo.
Com essa proposta, apontamos a necessidade de inovar e
escantear de uma vez por todas a mesmice. Percebemos a necessidade de
desacostumar, e entendemos que é fundamental dinamizar.
Nós da
CHAPA 1 queremos cultivar a UNIDADE, a DEMOCRACIA e a LUTA para que
possamos reagir às investidas de quem coloca interesses econômicos acima
dos interesses da vida.
As eleições para a escolha da nova
diretoria do Sindicato dos Bancários de Brasília será realizada de 2 a 6
de maio. Seu voto faz toda a diferença! ✊🏿
📣Atuo no Banco do Brasil há 15 anos, e atualmente sou Assistente de Negócios. Grande parte da minha vida foi dedicada ao movimento sindical, sempre como representante da CTB. Escolhi ser dirigente sindical para defender o Brasil, a democracia e os direitos da classe trabalhadora. Vejo na defesa dos bancos públicos a alavanca do projeto nacional de desenvolvimento e emancipação do nosso país.
🗳️VOTE! Ajude a construir o futuro que você quer! Eleições de 2 a 6 de maio.
🖱️Saiba mais sobre a nossa Chapa no link na bio
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#PraTodoMundoVer: webcard com foto de Paulo Vinícius Santos da Silva, candidato a Secretário de Políticas Sindicais pela Chapa 1
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#eleições #eleiçõesbancarios #namcariosdf #bancarios #transformação #sindicato #chapa1 #sindicatodosbancarios
📣Sou bancário do Banco do Brasil desde 2012. Já fui secretário de Assuntos Sindicais do Sindicato dos Bancários de Brasília e me candidato novamente para fazer a luta em defesa dos bancários e das bancárias.
V🗳️OTE! Ajude a construir o futuro que você quer! Eleições de 2 a 6 de maio.
🖱️Saiba mais sobre a nossa Chapa no link na bio
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#PraTodoMundoVer: webcard com foto de Rafael Guimarães Campos Oliveira, candidato a diretor pela Chapa 1
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#eleições #eleiçõesbancarios #namcariosdf #bancarios #transformação #sindicato #chapa1 #sindicatodosbancariosdf
quarta-feira, 21 de junho de 2017
O Esquenta em Brasília: unidade e pressão, nas ruas e no Congresso - Paulo Vinícius Silva
O Esquenta da Greve Geral, convocada pelas Centrais Sindicais para o próximo dia 30 teve uma Tribuna Popular e uma performance teatral realizada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela CUT e que contou com o apoio da CTB. A atividade iniciou por volta das 10 da manhã da terça, 20/06, no Setor Comercial Sul, defronte ao Pátio Brasil.
As Centrais seguem articulando no Congresso e a vitória no Senado com voto decisivo de Brasília
A atividade reforçou a convocação da Greve Geral do dia 30 de junho e a CUT Brasília fez um panfleto denunciando o assassinato de direitos, com uma performance teatral que seguiu pelo Setor Comercial Sul, com sindicalistas maquiados como personagens de filmes de terror, a exemplo de seu Presidente, também diretor do Sindicato dos Bancários, Rodrigo Britto.
Durante a atividade foi reforçada a pressão sobre os senadores do Distrito Federal, Reguffe, Cristóvam Buarque (PPS) e Hélio José (PMDB), para que rejeitem as Deformas e a retirada de direitos. O gabinete do Senador Hélio José foi contatado por telefone em pleno ato, como parte da performance, sendo pressionado a votar a favor dos trabalhadores.
O fato é que no mesmo dia, o parlamentar votou a favor do relatório Paim na Comissão de Assuntos Sociais, que julgava o mérito da proposta, rejeitando, graças à virada de dois votos, o relatório do Senador Ricardo Ferraço (PSDB), que enviava o texto intocado do relatório do deputado Rogério Marinho, outro tucano, potiguar, que destrói a CLT. A decisão surpreendente reanima a luta e embola o meio de campo da tramitação, ampliando o prazo, o que tornará ainda mais importante a construção da Greve Geral no dia 30 de junho, assim como a pressão sobre os Senadores, tanto na Comissão de Constituição e Justiça, quanto no plenário.
Veja quem são os senadores membros da CCJ
| CUT, CTB e Intersindical reunidos no com o Senador Lindibergh Farias, um dos Senadores de oposição que participou da conversa sobre a pressão na CCJ - Foto: Portal CTB |
O Esquenta em Brasília teve ainda a característica de reforço da articulação política junto aos deputados e senadores, tanto com a participação do Vice-Presidente da CTB, Vicente Selistre, e do Secretário de Serviço Público, João Paulo, junto à CAS, assim como o Diretor da CTB-DF Paulo Vinícius, que se somou às reuniões com os deputados e senadores de oposição em ambas as casas, em conjunto com a CUT e a Intersindical. Nas reuniões, entre outros temas, o dirigente bancário reforçou a necessidade de coibir as práticas antissindicais que
A vitória e a mobilização reforçam a Greve Geral de 30 de junho
O Esquenta da Greve Geral em todo o país se mostrou imprescindível para animar a construção da Greve e, como pontuou Adilson Araújo, Presidente Nacional da CTB: "A derrota de Temer na Comissão do Senado fortalece ainda mais a luta e a organização da Greve Geral". A Greve Geral ganhará mais força, no caminho do dia 30, articulando a luta nas ruas, nas redes e no parlamento, em defesa dos direitos, pelo Fora Temer e as Diretas Já!
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Bancarios: ASSEMBLEIA HOJE 1°/09, ÀS 19H, NA PRAÇA DO CEBOLÃO
Assembleia nesta quinta para rejeitar a proposta da Fenaban e deflagrar a greve
O Sindicato convoca os bancários e bancárias de todos os bancos, públicos e privados, para assembleia geral da categoria, nesta quinta-feira 1º de setembro, para rejeitar a proposta rebaixada da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), apresentada na última rodada (dias 29 e 30) e aprovar greve por tempo indeterminado a partir da terça-feira 6. A assembleia será às 19h, em segunda e última convocação, na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul.
Para o presidente do Sindicato, Eduardo Araújo, representante dos bancários de Brasília no Comando Nacional dos Bancários, que negocia com a Fenaban, a proposta, que consiste em reajuste salarial de 6,5% mais abono de R$ 3 mil, é “um golpe contra os trabalhadores”.
“Mais uma vez, os bancos querem impor perdas, embutidas na proposta, e diz ‘compensá-las’ lançando mão do famigerado abono, uma espécie de ‘cala-boca’ que serve tão somente para forçar o que eles querem e sair da Campanha sem avanços”, critica o presidente do Sindicato. “Sem dúvida, estamos diante de um golpe contra os bancários”.
O índice de 6,5% sequer repõe a inflação do período, projetada em 9,57%, e representa perda real de 2,8%. Mas o Comando alerta os bancários principalmente para a questão do abono de R$ 3 mil, já que, proposto no lugar de aumento real para os salários, representa perdas significativas aos trabalhadores, uma vez que ele é pago só uma vez, não se integra aos salários e ainda sofre incidência de imposto de renda. E não tem reflexo sobre FGTS, férias e 13º salário, por exemplo.
Implantada pelo governo Fernando Henrique Cardoso na década de 1990, essa política de substituir o aumento real pelo abono é velha conhecida da categoria, que amargou arrocho durante anos. O Sindicato reforça que esse “complemento” é um cala-boca e adverte que os bancários devem ficar atentos com essa proposta desrespeitosa que, na realidade, é uma enganação. E alerta que o prejuízo vai aparecer, principalmente, na hora da aposentadoria.
Além de tudo isso, a proposta da Fenaban não garante empregos, não avança na saúde nem das demandas de segurança e de igualdade de oportunidades.
Confira o edital da assembleia:
EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Brasília, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 00.720.771.0001-53, Registro sindical nº. MTPS 218.646-61 de 1961, Reg. L.31, Fls.21, 16.11.61 por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará no dia 01/09/2016, às 18:30 horas, em primeira convocação, e às 19 horas, em segunda e última convocação, no endereço Praça do Cebolão - Setor Bancário Sul - SBS, em frente ao Edifício Sede I do Banco do Brasil, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:
1) Avaliação e deliberação sobre contraproposta apresentada pela FENABAN nas reuniões ocorridas nos dias 29 e 30/08/2016, à pauta de reivindicações entregue em 09/08/2016;
2) Deliberação acerca da paralisação das atividades por prazo indeterminado a partir da 00h00 do dia 06/09/2016;
Brasília/DF, 30 de agosto de 2016.
Eduardo Araújo de Souza
Presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília
Da Redação
sábado, 27 de agosto de 2016
NOTAS SOBRE FALA DA PRESIDENTA DILMA NO ATO EM DEFESA A DEMOCRACIA COM DILMA, NO TEATRO DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS(AS) DE BRASÍLIA, 24/08/2016 - PAULO VINÍCIUS SILVA
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| Foto: Brito Júnior |
- O melhor que aconteceu nesses tempos sombrios foi o surgimento das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
- Dilma saudou Samuel Pinheiro Guimarães e fez menção à acusação do Chanceler Uruguaio de que o Govrno Interino comprar o voto do Uruguai no MERCOSUL.
- Dilma também mencionou que no seu governo não se admitia que faltassem recurso exatamente para os mais pobres que esperam pelo Programa Minha Casa Minha Vida.
- Agradeceu comovia o buquê de flores, entregues uma a uma pelos participantes.

Foto: Brito Júnior
- Quais os motivos que se colocam como justificativa para o impeachment? Os motivos foram as quatro derrotas sistemáticas que os hoje golpistas sofreram em 2002, 2006, 2010 e – a que entornou o caldo – na eleição de 2014, quando ela venceu com mais de 45,5 milhões de votos.
- Os motivos também são as conquistas que agora se tentam retirar, quais sejam, por exemplo:- A Política Nacional de Valorização do Salário Mínimo, proposta das Centrais, Lei de Lula que Dilma manteve;- A vinculação dos benefícios ao Salário Mínimo, como as aposentadorias rurais;- A política de inclusão educacional, através do REUNI, PROUNI, FIES e Cotas para Negros(as) e Estudantes de Escolas Públicas;- O novo Marco do Petróleo, que assegurou maior participação brasileira na exploração dos recursos do Pré-Sal e a garantiá de 30% de conteúdo nacional nos equipamentos utilizáveis para a exploração do Pré-Sal;- O Programas Mais Médicos, que levou saúde à população está nas regiões mais carentes do país;- Cita o Brasil Medalhas e todo o esforço para construir as vitoriosas Olimpíadas de 2016 no Rio de janeiro, com o conjunto de políticas esportivas que fizeram com que já o nosso ouro fosse conquistado por medalhistas que representam a população mais pobre, negros, defensores dos direitos das mulheres, dos direitos da população LGBT.
- É com surpresa que vem observado como, primeiro de modo velado, e depois descaradamente, vê que as políticas derrotadas se apresentam como solução, quando são o Golpe encoberto, um golpe “grandão”: a redução por vinte anos seguidos dos recursos para Educação e Saúde.
- Assumem claramente que tomarão “Medidas Impopulares”.
- Assumem uma política de subordinação e diminuição do Brasil no plano internacional para destruir o MERCOSUL, desorganizar o MERCOSUL e comprometer os BRICS. Como disse Chico Buarque de Holanda, capaz de sínteses precisas, os golpistas querem uma política exterior que não aceitamos, em que o Brasil falem fino com os Estados Unidos pra falar grosso com a Bolívia.
- No final, o objetivo deles é vender o patrimônio nacional de forma desastrosa, querem acabar o Regime de Partilha que favorece o Brasil, entregar a parte do país a interesses internacionais. Sabemos como explorar, temos a tecnologia, não podemos aceitar.
- Por isso essas propostas contam com o respaldo da elite conservadora desse país. É o caso da imprensa oligopolizada,q eu foi desmascarada com o contraste diante da cobertura da imprensa internacional. Isso causou que despencássemos no ranking democrático internacional. Entre as causas estão a concentração da propriedade não regulada na imprensa e sua parcialidade.
- É este o quadro. Está em questão uma das nossas maiores riquezas, a democracia que conquistamos.
- O Presidente Getúlio Vargas suicidou-se naquela data (24 de agosto de 1954) para preservar a democracia ameaçada. E foi a sua conquista que faz com que ela, hoje, não precise repetir seu gesto de sacrifício.
- Está em curso um Golpe, a ruptura da legalidade, que é a base da democracia. Querem rasgar a Constituição.
- Os golpes mudam de forma ao longo da História. Pode ser coo um machado que atnge a árvore da democracia, atingindo as suas bases: a liberdade de organização, o direito de greve etc.
- Outra forma é a que ocorre agora, a condenação de um “não crime”. E isso ocorre com as instituições de pé. O que está acontecendo, então? Ou seja, a árvore está de pé, mas é atacada por parasitas que, não obstante a estão atacando. Nós reconhecemos as instituições, mas não reconhecemos os golpistas e o golpe.
- Por isso, precisamos de PARTICIPAÇÃO, DEBATE, ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO, que são os remédios que matam os parasitas que desejam matar a árvore da democracia. Por isso também a importância do surgimento das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e o protagonismo dos movimentos sociais.
- Há risco de uma restarem marcas profundas com a ruptura democrática. Não é possível um acordo por cima. É necessário realizar ELEIÇÕES PARA RECONSTRUIR AS INSTÂNCIAS. Querem substituir 110 milhões de brasileiros(as) por 81 senadores numa eleição indireta.
- Novamente mencionou as flores que, quando a mesquinharia levou a retirarem as rosas que havia no Palácio da Alvorada, passaram a chegar pelas mãos das mulheres e do povo ao Alvorada numa quantidade diária de rosas superior a todo o seu período na Presidência. Fala da importância crescente, em especial nesse período de dificuldade, da mobilização das mulheres na luta contra o golpe.
- Dilma diz ser apenas a primeira das muitas mulheres que ocuparão a Presidência da República. E a sua capacidade de resistir vem da responsabilidade de honrar as mulheres do Brasil. Diz que tem sofrido os ataques e os instrumentos que se costuma utilizar quando se trata de atacar as mulheres, e que tais ataques pretendiam levá-la a renunciar. Mas ela nunca cometeu crime. E não renuncia porque sua presença é o incômodo, sua presença é a denúncia do crime e da injustiça que contra ela se cometem, e por isso ela decidiu que irá ao Senado, porque é a maneira de garantir que isso nunca mais aconteça.
- Nunca temos a democracia garantida. Ela mesmo não imaginava que ainda veria golpes e ruptura democrática, mas está vendo isso outra vez. Então, na vida, não existe isso de que não tem mais de lutar, que a luta acabou. Nós resistimos à Ditadura, vencemos e implantamos a democracia. E nós venceremos para consolidar a Democracia. Nós já somos vitoriosos, mas teremos que continuar lutando.
- E agradece o tempo das pessoas que se mobilizaram para ouvi-la, o apoio, destacando ao final do discurso as pessoas que não conseguiram entrar e que acompanharam o ato a partir do telão instalado fora do Sindicato dos Bancários de Brasília.

Foto: Brito Júnior
sábado, 6 de agosto de 2016
Inscreva-se para a eleição de delegado(a) sindical, bancári@! - Paulo Vinícius Silva*
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Coragem, bancários(as), eu sei que vocês podem mais! Campanha Salarial de 2016 - Paulo Vinícius Silva
Quarta-feira, 08/06/2016, teremos a Assembleia do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, respectivamente o primeiro e o segundo maiores bancos do país, em importância e número, ambos reunindo mais de 200 mil bancários e bancárias, com uma concentração imensa em Brasília, que reúne as funções estratégicas dessas empresas na capital federal. Mas a categoria não reconhece a sua própria força. Pressionada pelas empresas, temerosa ante o futuro, desiludida muitas vezes com sua representação. Penso nos(as) colegas e me vem à mente uma música do Raul Seixas, Por quem os sinos dobram, com vontade de dizer-lhes:
"Nunca se vence uma guerra lutando sozinho
Você sabe que a gente precisa entrar em contato
Com toda essa força contida que vive guardada
O eco de suas palavras não repercute em nada
É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado,
Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo
Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz
Coragem, coragem, eu sei que você pode mais"
Essa semana uma colega me perguntou o que conquistaríamos a nova gestão do sindicato nessa greve... Eu me senti um terceirizado das obrigações políticas da categoria. Pra mim é muito claro que conquistaremos o que a nossa greve conquistar. Afinal, de quem é a Campanha Salarial, de quem é a greve, senão de cada um(a) de nós? Você já pensou quanto duraria a greve se todos nós parássemos? Num momento como esse é fundamental que a Greve Nacional dos Bancários e Bancários faça a diferença, em especial em Brasília. E toda a minha garra ao aceitar o desafio de alinhar a CTB Bancários com a CUT na eleição passada se baseou na firme convicção de que a nossa unidade é indispensável nesse momento dramático da vida nacional.
E eu entrei para tentar algo novo. Não penso em repetir as greves anteriores, nem compactuo com o espírito de rotina. É preciso romper com a acomodação na forma de construir a campanha salarial, da parte das direções sindicais, por um lado. E por outro, é preciso chamar à responsabilidade a categoria, que cai na conversa fiada dos patrões que lucram e nos adoecem, ao tempo que alimenta uma visão errada, terceiriza sua responsabilidade e participação política, e ainda espera um resultado ótimo na campanha salarial. Isso é ainda mais absurdo num momento desses. Por isso, minha convicção é que se não pudermos abrir o sindicato à participação da categoria, sensibilizando-a, seremos derrotados.
Os primeiros atos do governo golpista demonstram o firme propósito de retomada da agenda de privatizações, de retirar direitos, acabar com a CLT, terceirizar tudo, submeter as mulheres, negar a diversidade e o Estado laico, violentar a liberdade e liquidar os bancos públicos. Por isso, não podemos ter dúvidas, os temerários sacrificarão os bancários e bancárias, o que passa, inicialmente, pela redução de pessoal e pelo aprofundamento das piores práticas do sistema financeiro, que impõem grande sofrimento psíquico à categoria, revertido em graves problemas de saúde. Como você pode terceirizar tão importantes questões a quem quer que seja?!
A Campanha Salarial é nossa chance de criticar, de denunciar os patrões, de exigir tudo que se nos nega no dia a dia. Além do mais, vimos desde 2015 o que querem os banqueiros: voltar à agenda de perdas salariais, de abonos. Participação nos Lucros, comissões pelo atingimento de metas gigantes, tudo isso precisa ser visto criticamente. Nos últimos doze anos não tivemos perdas, conquistamos modestos ganhos salariais, e sofremos os impactos da mudança perfil da remuneração, que se baseou sobretudo em benefícios e remuneração variável, e não em um aumento do piso e dos salários que recuperasse as perdas salariais devastadoras dos anos FHC.
Muito jovem, a categoria não entende que seu padrão de vida é mantido de modo precário, baseado naquilo que não ficará para a aposentadoria, para a previdência, nem para os planos de saúde. Mais que isso, a categoria precisa entender que a defesa dos bancos públicos e de seu papel no desenvolvimento é decisivo para nosso futuro e para o Brasil. A agenda de Temer e Cunha, Globo e CIA é para um país com uma economia menor, mais pobre, de exclusão. Nós também seremos atingidos, é contra todos nós essa agenda.
Por isso, nessa campanha salarial, pela opinião da Central de Trabalhadoras e Trabalhadoras do Brasil, estará em jogo, simultaneamente:
- a democracia;
- os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em todos os níveis;
- o emprego da categoria bancária, o tamanho e o papel dos bancos públicos;
- se perderemos novamente para a inflação, ou se nos uniremos pela valorização do ganho real no salário e no piso salarial, se seguiremos escravos das metas e da remuneração variável, ou se avançaremos para mais dignidade no reconhecimento de uma categoria que se mostrou indispensável para a inclusão social e o desenvolvimento da economia real, com gente, salário, consumo.
Então, humildemente, eu sei que sozinho não posso nada, nem mesmo promover as mudanças que desejo em nosso sindicato. Isso só será possível se a categoria cumprir o seu papel, e se a direção nova souber abrir-se à participação dessa nova geração, falando e ouvindo, aceitando as críticas, mas também questionando o papel passivo e oportunista de muitos que acham natural furar a greve e xingar a representação sindical; Que acham aceitável furar o piquete e votar pela continuidade da greve; Que consideram estar em vantagem quando querem aparecer bonitos diante dos chefes, ao mesmo tempo que tratam com desdém aqueles e aquelas que lutam pelos seus direitos ameaçados. Mudou o contexto. Nem os(as) dirigentes sindicais nem a base poderão encenar esse teatro do absurdo, esse pacto da mediocridade. Por isso, mais que a confiança daquele que abandona, achando que votando se desobrigou, eu preciso da confiança que se mobiliza: aí sim faremos algo diferente, na prática.
Como diria o Jorge Ben, está na hora dessa gente bronzeada mostrar o seu valor. O movimento é nosso, podemos melhorá-lo. No sindicato localizado na capital do país e sede das empresas, com um funcionalismo de milhares, extremamente qualificado e em funções estratégicas, ouso em sonhar que a maioria poderá entender e cumprir seu papel, porque em parte nisso repousam o futuro do país, dos bancos públicos e de nossos sonhos profissionais. Por isso, essa Campanha Salarial não pode nem será igual às outras. Ela é parte destacada da luta de classes, quando a burguesia parasitária e subalterna quer ajoelhado o país e seu povo. Nossa categoria é grande, forte, tem o único acordo efetivamente nacional, e luta contra o setor mais perigoso, lucrativo e pernicioso, os banqueiros. É preciso que nosso número, nossa criatividade, nossa ação mostre seu peso, pois aí obteremos a vitória, apontando um caminho de retomada da iniciativa política para todas as categorias, ao tempo que defenderemos o papel e a dimensão atual dos esteios fundamentais do desenvolvimento brasileiro, que são os bancos públicos e a PETROBRAS.
Nessa quarta-feira, 08 de junho, na sede do Sindicato dos Bancários de Brasília, precisamos dos bancários e bancárias do BB e da Caixa para dizerem que propostas querem sejam aprovadas para a Campanha Salarial de 2016. Nesse espaço, elegeremos nossos delegados(as) para elaborarem nossa pauta, inclusive as propostas de remuneração, saúde do trabalhador, além de ser aonde podemos dizer em alto e bom som o que queremos do nosso movimento. Precisamos de mais: que a categoria diga o que se pode esperar dela na Campanha Salarial e na Greve.
Tenho muita esperança que podemos unir nossas inteligências e sensibilidades para que nossas atividades possam abrir os olhos dos(as) colegas, mudando a maneira de fazer o movimento sindical bancário em Brasília. Podemos fazer uma greve diferente, uma greve legal, animada, cheia de cultura e com uma escala de participação que possa envolver muito mais colegas, uma greve com alma, que fale para as pessoas, que denuncie a exploração de que somos vítimas bancários e clientes, afirmando ao mesmo tempo aquilo que podemos fazer de melhor pelo Brasil e por nós mesmos.
SERVIÇO - ASSEMBLEIA DE ELEIÇÃO DOS DELEGADOS(AS) E DA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES
AO 27º CONGRESSO DO BANCO DO BRASIL E
AO 32º CONGRESSO DOS EMPREGADOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
QUARTA-FEIRA - 08/06/2016
ÀS 19H00 NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA
SHCS EQ. 314/315 Bloco “A” – Asa Sul - Brasília/DF
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Participo da Chapa 2 - Sindicato para Tod@s e peço seu apoio para a eleição dos Bancári@as de Brasília!
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| Sou candidato ao Sindicato dos Bancários de Brasília na Chapa 2 Sindicato para Tod@s e peço seu apoio e voto! |
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