domingo, 13 de julho de 2025
sábado, 14 de dezembro de 2024
Sarau do Cebolão, Paulo Vinícius da Silva recita Galope beira-mar para mulher amada de Arthur Eduardo Benevides, 12/12/2024, Brasília
AObrigado, Millano, pelo registro.
terça-feira, 17 de setembro de 2024
Sarau do cebolão de setembro: Lutemos pela Primavera! Com o Sarau da Quarta e a banda Brodericks
Sarau do Cebolão, especial da primavera, teve muito rock e poesia - Matéria no Portal do Sindicato dos Bancários de Brasília
A banda Brodericks e os Rocks que marcaram a História!
quinta-feira, 9 de maio de 2024
Sarau do Cebolão de Maio/24 será no dia 17, sexta-feira, a partir das 18h, no Setor Bancário Sul, em Brasília
Lady Cali - Seu Psiu me dá nojo!
E o Sarau do Cebolão terá novamente microfone aberto para o público se inscrever e trazer os poetas que tocam a sensibilidade e a razão, num mês pontilhado de efemérides. Maio iniciou com o Primeiro de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, é o mês das Mães e de Nossa Sra. de Fátima, o mês também vitória da Humanidade sobre o Nazifascismo, o fim da II Guerra Mundial, com a URSS triunfando sobre a Alemanha Nazista. É o mês da Abolição da Escravidão contra a população negra trazida a ferros ao Brasil. Então, as musas prometem bastante inspiração para poetas, ouvintes, com os poemas a se recitarem no nosso Sarau do Cebolão. Veja a seguir algumas participações dos saraus anteriores:
Sarau do Cebolão - Cláudia Martins - Adélia Prado - Sedução
SERVIÇO;
SARAU DO CEBOLÃO
17 de maio de 2024, sexta-feira, a partir de 18h
Apresentações musicais de Helder Nascimento e Banda, Lady Cali e dançarinas
Poemas de poetas convidados(as), vendas de livros, recital de poesia com microfone aberto mediante inscrição.
Em frente ao Churrasquinho do Valdeci, no Setor Bancário Sul - Brasília - DF
Promoção do Sindicato dos Bancários de Brasília, da CUT e da CTB Bancários DF.
terça-feira, 26 de março de 2024
Sarau do Cebolão - Vivas às Mulheres - 28/3/24, quinta-feira, 17h00, no Churrasquinho do Valdeci - Setor Bancário Sul - Brasília
,O Sarau do Cebolão do mês de março ocorre próxima quinta, 28 de março, data que também marca o assassinato de Edson Luís de Lima e Souto em 28 de março de 1968, no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro.
O tema dessa edição é "Vivas às Mulheres", em alusão ao 8 de Março, e terá como atrações
a cantora Anna Christina e banda, com o melhor do samba, e
os Cangaceiros do Cerrado, com Hélder Nascimento, quem produz e nos traz a participação especial da cantora pernambucana Meriele.
Nessa noite, as mulheres recitarão para nossa alegria, regozijo e reflexão.
O Sarau do Cebolão é uma promoção do Sindicato dos Bancários de Brasília, da CUT e da CTB DF através de seus núcleos bancários e da Secretaria de Política Sindical para a preservação e a requalificação do Setor Bancário Sul de Brasília como espaço privilegiado de convívio da classe trabalhadora na capital federal.
A atividade intercalará blocos com músicas e poesias, em um espaço amplo e frequentado por diversas categorias, próximo à Rodoviária e no encontro das sedes do BB, da Caixa e do BRB, o palco das assembleias históricas da categoria bancária.
CEDOC-01102008 Assembléia Bancários 3º dia (2008) - fotos do saudoso Guina - Sindicato dos Bancários de Brasília - Setor Bancário SulMais informações no nosso portal bancariosdf.com.br.
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
Antônio Carlos Queiroz (ACQ), Jornalista, militante da luta, instigante e divertido, lança hoje, sexta, 18/8, Poemas & Prósias no Sebinho em Brasília às 17h30 *
Peia por peia, ludopeia!
Jornalista da Velha Guarda na luta contra a ditadura militar, o Antônio Carlos Queiroz (ACQ) resolveu finalmente mostrar o dedo em poesia.
No próximo dia 18 de agosto, sexta-feira, a partir das 17h30, vai lançar a primeira coletânea de poesias & prósias na Livraria Sebinho, na 406 Norte.
ACQ é leitor e feitor de poemas desde a adolescência em Anápolis, Goiás, mas, “autocrítico em excesso” (tirada assumida de efeito publicitário!), rasgou toda a produção anterior a 2015, por aí. “Ecoei o conselho do Umberto Eco, de jogar no lixo os poemas ruins. Não quer dizer que sejam bons os que agora publico!”, adverte.
– Com qual escola você se identifica?
– Com nenhuma! Mas gosto de dizer que prefiro a companhia do Lucrécio, do Ovídio, do Horácio, da Emily Dickinson, do Drummond – esse tipo de gente. É que também sigo a lição de outro guru, o Millôr Fernandes, que está completando agora o Centenário: em Ciência, leio sempre os livros mais novos. Em Literatura, os mais velhos.
– Melopeia, fanopeia ou logopeia?
– Nada de peia! Hum, talvez a ludopeia... O que importa é a gozação, a ironia, o sarcasmo, pra tornar mais leve a vida e evitar a depressão!
poemas & prósias
Lançamento dia 18 de agosto, às 17h30
Livraria Sebinho, 406 Norte
Hegel na Cozinha
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
Roberto dos Santos lança seu primeiro livro de Poemas - 05/01, lançamento conjunto no Encontro à Mineira
Lançamento dos livros
Nomear é Preencher o Vazio (poesia) de Roberto dos Santos&Ciência Política Descomplicada de André Cunha
Quando?
05/01/23 (esta quinta)
a partir das 19h00
Onde?
Bar Encontro à Mineira
SCRN 714/715 bloco F, loja 50 - Asa Norte, Brasília - DF
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Canção do exílio cearense - Paulo Vinícius da Silva
"Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá" Gonçalves Dias
Minha terra tem coqueiros,
O seu nome é Ceará.
Terra de índios, vaqueiros,
Do verde e bravio mar
Serra, sertão, branca areia,
Nossos risos, nossas dores,
Nossa música e poesias
Aliviam os dissabores.
Minha terra tem uma brisa
Que nunca pude encontrar.
Dançam forrós, os amores
Que a saudade deixou lá,
Minha terra tem coqueiros,
O seu nome é Ceará.
Em cismar, bem longe, penso,
Um dia, hei de voltar!
Minha terra tem coqueiros,
O seu nome é Ceará.
Por ti eu não fico triste, e
Mesmo se a tristeza vem,
Sou valente e digo um chiste,
Faço um riso e vou além,
Meu trabalho, gênio e brilho,
Só dizem de querer bem.
Rogo à Virgem, meu Padim,
Menino Jesus: vou voltar?
Nem a seca poderia
Fazer deixar de te amar,
Ó Terra da Liberdade,
O seu nome é Ceará.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
A Comuna de Paris e quatro verdades que soam - Paulo Vinícius da silva
queridos,
queridas,
Dias tão tristes, tem hora que a gente soçobra...
haverá a hora inclusive que cairemos, tanto quanto o levante é inevitável, essa é a dialética na vida;
recebi de outrem, dou a alguém e seguimos esse fio de ariadne que os communards soltaram quando pela primeira vez na história os trabalhadores e trabalhadoras ousaram tomar o céu de assalto
e o céu era a terra, Paris, a força de trabalho, o fuzil, a liberdade, a propria vida.
Um silêncio então ecoou,
e de dentro das casas-grandes sobre senzalas,
de cima das coroas e das repúblicas burguesas
do alto dos grandes oligopólios que apenas começavam
de dentro de cada família de banqueiro que financiou o colonialismo e o genocídio
do seio pútrido de toda a justificação do racismo e do extermínio, do saque, do estupro, da guerra, da partilha colonial...
de lá, ouviu-se não um grito, mas um serpentino sibilo:
Morte aos comunistas!
E juntaram-se os senhores do mundo, e aniquilaram a Paris Operária que apenas ousara o que será o futuro.
Milhares, muito milhares, incontáveis mortos, porque mortos operários, em Paris, no Jacarezinho do Rio de Janeiro, no Chile, no Haiti, em Cali, aonde for, são milhares que morrem, mas é como se não contassem
Porque no capitalismo o que conta não são as vidas humanas,
No capitalismo só conta o lucro,
E a morte dá lucro.
Mas, ainda assim, três verdades escaparam do extermínio da Comuna de Paris
Não houve banho de sangue, bombardeio, mentira, exconjuro, exorcismo que as calassem:
Somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a terra aos produtivos, ó, parasita, deixa o Mundo!
De pé, ó vitimas da fome!
De pé, famélicos(as) da terra!
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores(as)!
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo, ó produtores(as)!
Bem unido façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A internacional.
Por isso segue perseguida a palavra que o capitalismo amaldiçoou com tanta violência e crueldade na Comuna de Paris
Por isso esse xingamento é ainda a insígnia mais nobre do futuro da fraternidade humana
Filha do pão e do aço, do suor e do sangue, feita toda de trabalho, feita de operários e operárias, mães e crianças, um monumento da esperança de uma nova vida
Uma visão utópica, sim, utopia numa época de tragédias
Somos seres humanos, todos, e assim devemos ser tratados, humanamente-
vede que perigo,
vede que louca esperança -
"os comunistas guardavam sonhos"
E seguimos.
A quarta verdade é nossa, e a apanhamos do chão,
aquela bandeira vermelha chamuscada,
e nós a escrevemos até hoje.
É uma promessa, uma opção cotidiana,
uma marca que reconhecemos e a entoamos olho no olho, ao dizer, simplesmente:
camarada,
a luta continua!
domingo, 18 de abril de 2021
Se te encontrasse hoje, futuro amor - Andrea Oliveira

Se te encontrasse hoje, futuro amor, vc não me reconheceria. Já não sou linda, mas sempre fui feliz. Um tipo abraço de ser. Um tipo sorriso exagerado. Um tipo vida livre, achando as escolhas das pessoas algo bonito, por ser delas. As escolhas políticas me incomodam, pq no final resultam coletivas.
Ando triste e isso afeta minha boniteza de ser.
Já não consigo ver tv, nem mesmo filmes, séries. Sou só espera. Por algo sem data para acabar. Na minha frente, numa pequena estante que construí antes desse pesadelo vejo um livro de Affonso Romano de Santa'nna. Queria le-lo. Não sinto vontade. Impaciência para ler, para músicas.
Quero gente, urgente. Um bêbado chato já servia. Até pagaria a cerveja.
Isolamento.
A resposta somos todos nós.
Sentença: Sr juiz, que tal liberdade condicional?
Eu não apertei o 17!
Futuro amor, não te quero mais. Te troco por todos. Se um dia jurei ser feliz com uma pessoa. Hoje já não lembro de nada disso.
Quero na estrada o bom dia sem máscara. Quero sair do aquário. Essa falta de mais passos me destrói. A verdade dói. Um vírus me tirou a Andréa. Sou apenas um ser medroso. De máscaras. Hoje somos todos iguais. Ontem um professor jovem morreu.
Futuro amor. Um só ser é andar sozinho. Eu quero o tempo cada vez melhor. Cheio de gente.
Que essa curva passe, e na frente, na estrada longa, os longos amigos, as lindas risadas. Sem medo. Sem máscaras. Tudo aberto para o futuro.
sábado, 17 de abril de 2021
quinta-feira, 15 de abril de 2021
quarta-feira, 14 de abril de 2021
segunda-feira, 12 de abril de 2021
49 anos da Guerrilha do Araguaia - Canção, poema e Diário do Comandante Maurício Grabois
Hoje é o aniversário dos 49 anos do início da confrontação armada na Guerrilha do Araguaia, atacada pelo Exército quando desenvolvia um trabalho iniciado ainda em 1967, com a fixação dos primeiros camaradas cuja permanência nas cidades era um gravíssimo risco.
Página magna da resistência armada à Ditadura, o heroísmo dos guerrilheiros e guerrilheiras não se apaga, assim como o pranto por sua partida, seu exemplo generoso e a necessidade de lhes dar ainda hoje um enterro digno, pondo fim ao seu criminoso desaparecimento.
Por quase três anos os guerrilheiros resistiram, derrotando duas das investidas do Exército que, para afogar em sangue a Guerrilha, que tinha apoio popular, precisou mobilizar ao todo 25 mil soldados, reprimir toda a população e mudar a visão sobre a integração da Amazônia ao Brasil. Mesmo assim, a memória e o carinho persistem, gesto de amor e sacrifício que se notabiliza como a maior resistência armada popular à Ditadura no Brasil.
O Blog Coletivizando compartilha com vocês alguns tesouros para marcar essa data. São eles:
- O poema Araguaia, de Adalberto Monteiro, que eu recito;
- A canção Xambioá, de Itamar Correia, publicada no Youtube de Carlos Silva, com imagens dos mártires do Araguaia, muitos ainda hoje carentes de sepultura;
- O Diário de Maurício Grabois, Comandante do Araguaia, Líder da Bancada Constituinte de 1946, Editor de A Classe Operária, caído em combate em 25 de dezembro de 1973;
- A indicação do belíssimo Livro de Osvaldo Bertolino sobre Maurício Grabois.
Aonde estão nossos mortos e desaparecidos da Guerrilha do Araguaia?
Paulo Vinícius da Silva

Paulo Vinicius da Silva · Araguaia - Adalberto Monteiro - Recita Paulo Vinícius da Silva
Araguaia - Adalberto Monteiro
Houve uma época terrível,
A serpente era tão perversa
Que para enfrentá-la,
Além dos olhos gastos de leitura,
Mais do que os dedos calejados
De empunhar a pena,
A história exigiu
Que se empunhassem fuzis.
Então mãos veteranas e juvenis
Embrenharam-se na Amazônia,
A cidade irmanou-se com o campo,
E naquele universo verde
Foi aberta uma clareira,
E na escuridão da ditadura
Foi acesa uma lareira.
Por quase três anos,
O Araguaia virou uma estrela
Que emitia sinais de esperança.
Custou muito sangue
Mas seu brilho
Incutiu na alma brasileira
A certeza de que Roma
Cairia mais uma vez.
Baixe no Arquivo Marxista Na internet
domingo, 11 de abril de 2021
Paulo Vinicius da Silva canta Bella Ciao
«Una mattina mi son svegliato
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
una mattina mi son svegliato
e ho trovato l'invasor.
O partigiano portami via
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
o partigiano portami via
che mi sento di morir.
E se io muoio da partigiano
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
e se io muoio da partigiano
tu mi devi seppellir.
Seppellire lassù in montagna
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
seppellire lassù in montagna
sotto l'ombra di un bel fior.
E le genti che passeranno
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
e le genti che passeranno
mi diranno che bel fior.
E questo è il fiore del partigiano
o bella ciao bella ciao bella ciao, ciao, ciao
e questo è il fiore del partigiano
morto per la libertà.»
(Testo della Bella ciao dei partigiani)
Mocidade e Morte - Castro Alves - Recita Paulo Vinícius da Silva no SoundCloud
Minha homenagem às vítimas do Covid.
É um genocídio, não precisavam ter morrido, foram vítimas da irresponsabilidade de um governo incompetente que tornou a vida dos Brasileiros.
Perdemos Júlio Sales, líder secundarista de minha geração, perdemos Sodré, perdemos Jocélio, filho de Josenias, jovens, que tragédia...
#ForaBolsonaro
#Vacinaparatodos
Coletivizando no Youtube
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Dilma vence debate da Globo e aumenta chances de vitória no dia 3 - Portal Vermelho Aconteceu tudo ao contrário do que a oposição esperava. ...
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"Radicalizar, ampliando. E ampliar, radicalizando." Diógenes Arruda Câmara Ferreira En la lucha de clases todas las armas son bue...





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