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quinta-feira, 9 de maio de 2024

Sarau do Cebolão de Maio/24 será no dia 17, sexta-feira, a partir das 18h, no Setor Bancário Sul, em Brasília






O Sarau do Cebolão de maio será realizado no dia 17 de maio, no Setor Bancário Sul, no Churrasquinho do Valdeci. A atividade, promovida pelo Sindicato dos Bancários, pela CUT e a CTB, busca a revitalização da Praça do Cebolão através da cultura e da ação sindical neste espaço icônico da capital federal, ao lado da rodoviária do Plano.

Nessa edição, a parte musical contará com uma homenagem a Gonzaguinha, prestada por Hélder Nascimento e banda, que também produz o evento, feito a partir da iniciativa da Secretaria de Política Sindical, hoje ocupada por Paulo Vinícius da Silva e da Presidência dos Bancários de Brasília, com o companheiro Eduardo Araújo.




 A voz da juventude, do funk e da negritude dará o ar da graça com o show preparado especialmente por Lady Cali para o sarau, que promete sacudir o corpo e a consciência do público no Cebolão.

 

Lady Cali - Seu Psiu me dá nojo!

E o Sarau do Cebolão terá novamente microfone aberto para o público se inscrever  e trazer os poetas que tocam a sensibilidade e a razão, num mês pontilhado de efemérides. Maio iniciou com o Primeiro de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, é o mês das Mães e de Nossa Sra. de Fátima, o mês também vitória da Humanidade sobre o Nazifascismo, o fim da II Guerra Mundial, com a URSS triunfando sobre a Alemanha Nazista. É o mês da Abolição da Escravidão contra a população negra trazida a ferros ao Brasil. Então, as musas prometem bastante inspiração para poetas, ouvintes, com os poemas a se recitarem no nosso Sarau do Cebolão. Veja a seguir algumas participações dos saraus anteriores:


Sarau do Cebolão - Cláudia Martins - Adélia Prado - Sedução


Sarau do Cebolão - Marcos Fabricio - Preto no Branco 



Sarau do Cebolão - Castro Alves - O Povo ao Poder - Paulo Vinícius da Silva


SERVIÇO;
SARAU DO CEBOLÃO
17 de maio de 2024, sexta-feira, a partir de 18h
Apresentações musicais de Helder Nascimento e Banda, Lady Cali e dançarinas
Poemas de poetas convidados(as), vendas de livros, recital de poesia com microfone aberto mediante inscrição.
Em frente ao Churrasquinho do Valdeci, no Setor Bancário Sul - Brasília - DF
Promoção do Sindicato dos Bancários de Brasília, da CUT e da CTB Bancários DF.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Confira o especial do Portal Vermelho sobre Aldir Blanc



Não existe João sem Aldir
https://vermelho.org.br/2020/05/04/nao-existe-joao-sem-aldir/

Aldir Blanc (1946-2020), o compositor da “esperança equilibrista”
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-1946-2020-o-compositor-da-esperanca-equilibrista/

Aldir Blanc, o cronista do Brasil na corda bamba
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-o-cronista-do-brasil-na-corda-bamba/

Aldir Blanc: O homem que venceu o Tempo
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-o-homem-que-venceu-o-tempo/

Sete notas não exatamente musicais sobre Aldir Blanc
https://vermelho.org.br/2020/05/04/sete-notas-nao-exatamente-musicais-sobre-aldir-blanc/

Sete notas não exatamente musicais sobre Aldir Blanc
https://vermelho.org.br/2020/05/04/sete-notas-nao-exatamente-musicais-sobre-aldir-blanc/

Perdemos Aldir Blanc para o Coronavírus - O Bêbado e o Equilibrista - João Bosco

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Assassinos Sociais - Gog


A lição meu irmão esta ai
Nos ataques a bomba
No genocídio em Ruanda
Na pobreza no Haiti
É triste, mas eu vi
O clamor materno
Rogando logo o céu, o inferno
Ao seu filho subnutrido
Que aos dezoito não pesava mais que vinte e poucos quilos
Mas de nada adiantava isso
Do outro lado do mundo seu futuro era decidido
Num café matinal entre políticos malditos
Parasitas cínicos

Assassinos sociais, é
Os poderosos são demais

Derramam pela boca seus venenos mortais
Poluindo a mente dos que são de paz
A gente segura atura estas criaturas
Como pode mas um dia explode
E a idéia sai (então vai)
Eu vou eu vou de vez
Vejam só vocês
No meu Brasil em ano de eleição
O que se vê pela periferia são
Palanques panfletos carros de som
Promessas em alto e bom tom de que as coisas vão melhorar
Mas como acreditar?
Se os que prometem sempre estiveram lá
Prontos para nos trucidar
E pra complicar
Não são humildes, morrem de preguiça
Só rogam o bem pra bem estar pra Deus na missa
E mesmo assim não fazem jus
Não fazem o sinal da cruz
Desses, eu, GOG, sempre quero estar a anos-luz
Acreditando no que creio há
E o que é mais feio
Pra eles o caminho do sucesso não importa os meios
Desses caras já estou cheio (então vai)

Assassinos Sociais
É, os poderosos são demais

Você tem todo o direito de não acreditar
No que estou dizendo
Mas tem o dever de conferir
Pra ver a zona que está ai no parlamento
Metem a mão na cara dura no orçamento
Interferindo na vida de milhões
E não são dois nem três, são mais de cem ladrões
Vou repetir quero mais adesões
Nos palanques seguem antigos padrões
Dizendo que são ricos
Que poderiam estar cuidando da família, do próprios negócios
E que por amor à nação
Adotaram a política como opção
Que ajudar os pobres é a missão
Mas quem são eles pra falar de amor?
E preciso ter antes de mais nada, ter noção do horror
Que é ver velhos vagando na madrugada das ruas
Com frio nas rugas
É preciso ver crianças
Pezinhos pequenos desde cedo na estrada
Esse é o preço pago vendendo dindin picolé amendoim cocada
Pra sobreviver toda a iniciativa é válida
Mas é essencial sim ter escrúpulos honrar a palavra dada
E o que dói mais é ver muitos de meu povo
Caindo na cilada
Trabalhando em campanhas milionárias por migalhas
Empunhando bandeira no sol a sol
O corpo suado coração está do outro lado
Mas infelizmente a necessidade fala alto
A ideia é:
Trabalhando contra nós mesmo sempre sairemos derrotados
E enquanto isso o que eles fazem?
Começam em brasília a semana na quarta e encerram na quinta
Matam a segunda, a terça, a sexta
Mal político em qualquer canto do planeta
É um Anticristo, um cisto, a besta
A atração principal do telejornal
A procura de status investe no visual
Realmente eu sou um marginal
E quero ver sua cabeça seu oco seu mal
Bicho mesquinho
Vejo em seus olhos tochas de fogo luzindo
Nas suas costas asas vermelhas se abrindo
É só olhar pra eles e verá que não estou mentindo
Que não é vacilo, delírio, nem sonho
Mau político pra mim: o pior dos demônios
Junta logo suas malas e vai!

Assassinos Sociais
É, os poderosos são demais

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