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terça-feira, 17 de setembro de 2024

Sarau do cebolão de setembro: Lutemos pela Primavera! Com o Sarau da Quarta e a banda Brodericks



Sarau do Cebolão, especial da primavera, teve muito rock e poesia - Matéria no Portal do Sindicato dos Bancários de Brasília







A banda Brodericks e os Rocks que marcaram a História!


O Sarau do Cebolão recebeu os poetas da juventude de Ceilândia, que organizam os Saraus da Quarta e o Sarau da Um. A voz da juventude é tocante, poderosa, inspiradora!


quinta-feira, 9 de maio de 2024

Sarau do Cebolão de Maio/24 será no dia 17, sexta-feira, a partir das 18h, no Setor Bancário Sul, em Brasília






O Sarau do Cebolão de maio será realizado no dia 17 de maio, no Setor Bancário Sul, no Churrasquinho do Valdeci. A atividade, promovida pelo Sindicato dos Bancários, pela CUT e a CTB, busca a revitalização da Praça do Cebolão através da cultura e da ação sindical neste espaço icônico da capital federal, ao lado da rodoviária do Plano.

Nessa edição, a parte musical contará com uma homenagem a Gonzaguinha, prestada por Hélder Nascimento e banda, que também produz o evento, feito a partir da iniciativa da Secretaria de Política Sindical, hoje ocupada por Paulo Vinícius da Silva e da Presidência dos Bancários de Brasília, com o companheiro Eduardo Araújo.




 A voz da juventude, do funk e da negritude dará o ar da graça com o show preparado especialmente por Lady Cali para o sarau, que promete sacudir o corpo e a consciência do público no Cebolão.

 

Lady Cali - Seu Psiu me dá nojo!

E o Sarau do Cebolão terá novamente microfone aberto para o público se inscrever  e trazer os poetas que tocam a sensibilidade e a razão, num mês pontilhado de efemérides. Maio iniciou com o Primeiro de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, é o mês das Mães e de Nossa Sra. de Fátima, o mês também vitória da Humanidade sobre o Nazifascismo, o fim da II Guerra Mundial, com a URSS triunfando sobre a Alemanha Nazista. É o mês da Abolição da Escravidão contra a população negra trazida a ferros ao Brasil. Então, as musas prometem bastante inspiração para poetas, ouvintes, com os poemas a se recitarem no nosso Sarau do Cebolão. Veja a seguir algumas participações dos saraus anteriores:


Sarau do Cebolão - Cláudia Martins - Adélia Prado - Sedução


Sarau do Cebolão - Marcos Fabricio - Preto no Branco 



Sarau do Cebolão - Castro Alves - O Povo ao Poder - Paulo Vinícius da Silva


SERVIÇO;
SARAU DO CEBOLÃO
17 de maio de 2024, sexta-feira, a partir de 18h
Apresentações musicais de Helder Nascimento e Banda, Lady Cali e dançarinas
Poemas de poetas convidados(as), vendas de livros, recital de poesia com microfone aberto mediante inscrição.
Em frente ao Churrasquinho do Valdeci, no Setor Bancário Sul - Brasília - DF
Promoção do Sindicato dos Bancários de Brasília, da CUT e da CTB Bancários DF.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Paulo Renato - Aniversário e Live solidária com o Sindicato dos Músicos (CE) - 01/07, 4a. às 20h00 no Face


Live solidária de aniversário do Paulo Renato em prol do sindicato dos músicos do Ceará, SINDIMUCE, o dinheiro arrecadado será para distribuir em cestas básicas para os músicos que estão em extrema situação de dificuldades.01/07 às 20h00 no face
https://www.facebook.com/paulorenato.costa

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Ali Primera, Tin Marín- e cifras para Violão

Sólo se mojaron
Y en la orilla están
Secándose al sol
Pronto sonarán.
Tengo un gran dolor
En el costillar
Se afloja el tambor
Y es por la humedad

Fuego con llanto es vapor
Vapor con viento no es naa, se va,
Como lluvia volverá
Para comenzar la siembra.

Muchacho pásame los fósforos
Que esa madera va a arder,
Muchacho pásame los fósforos
Que esa madera va a arder,
Ese fuego alumbrará el camino
Pa' donde habrá que coger
Pa' donde va a hacer

Cantar y cantar
Hasta que la vida
Se vuelva un cantar
Y nuestro combate una sola canción.

Porque esa madera no sirve pa' guacal
Porque esa madera es puro corazón
Porque esa madera es puro corazón
Porque esa madera no sirve pa' guacal

Madera olorosa
A jazmín café
Madera preciosa, preciosa madera,
Haremos una mano con esa madera,
Para golpear bien fuerte
A quien desde siempre
Golpea y golpea nos golpea.

Tin marín, que arda la candela,
Tin marín contra la humedad
Tin marín que arda la candela
Tin marín contra la humedad.
Muchacho tambor
Manos quitiplás
Sólo se mojaron vuelven a sonar
Muchacho tambor
Manos quitiplás
Sólo se mojaron vuelven a sonar
Tin marín que arda la candela
Tin marín que arda la candela

Sólo se mojaron
Y en la orilla están
Secándose al sol
Pronto sonarán.
Tengo un gran dolor
En el costillar
Se afloja el tambor
Y es por la humedad



Coletivizando com valera25 no You tube, com La Cuerda e Letras 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Assassinos Sociais - Gog


A lição meu irmão esta ai
Nos ataques a bomba
No genocídio em Ruanda
Na pobreza no Haiti
É triste, mas eu vi
O clamor materno
Rogando logo o céu, o inferno
Ao seu filho subnutrido
Que aos dezoito não pesava mais que vinte e poucos quilos
Mas de nada adiantava isso
Do outro lado do mundo seu futuro era decidido
Num café matinal entre políticos malditos
Parasitas cínicos

Assassinos sociais, é
Os poderosos são demais

Derramam pela boca seus venenos mortais
Poluindo a mente dos que são de paz
A gente segura atura estas criaturas
Como pode mas um dia explode
E a idéia sai (então vai)
Eu vou eu vou de vez
Vejam só vocês
No meu Brasil em ano de eleição
O que se vê pela periferia são
Palanques panfletos carros de som
Promessas em alto e bom tom de que as coisas vão melhorar
Mas como acreditar?
Se os que prometem sempre estiveram lá
Prontos para nos trucidar
E pra complicar
Não são humildes, morrem de preguiça
Só rogam o bem pra bem estar pra Deus na missa
E mesmo assim não fazem jus
Não fazem o sinal da cruz
Desses, eu, GOG, sempre quero estar a anos-luz
Acreditando no que creio há
E o que é mais feio
Pra eles o caminho do sucesso não importa os meios
Desses caras já estou cheio (então vai)

Assassinos Sociais
É, os poderosos são demais

Você tem todo o direito de não acreditar
No que estou dizendo
Mas tem o dever de conferir
Pra ver a zona que está ai no parlamento
Metem a mão na cara dura no orçamento
Interferindo na vida de milhões
E não são dois nem três, são mais de cem ladrões
Vou repetir quero mais adesões
Nos palanques seguem antigos padrões
Dizendo que são ricos
Que poderiam estar cuidando da família, do próprios negócios
E que por amor à nação
Adotaram a política como opção
Que ajudar os pobres é a missão
Mas quem são eles pra falar de amor?
E preciso ter antes de mais nada, ter noção do horror
Que é ver velhos vagando na madrugada das ruas
Com frio nas rugas
É preciso ver crianças
Pezinhos pequenos desde cedo na estrada
Esse é o preço pago vendendo dindin picolé amendoim cocada
Pra sobreviver toda a iniciativa é válida
Mas é essencial sim ter escrúpulos honrar a palavra dada
E o que dói mais é ver muitos de meu povo
Caindo na cilada
Trabalhando em campanhas milionárias por migalhas
Empunhando bandeira no sol a sol
O corpo suado coração está do outro lado
Mas infelizmente a necessidade fala alto
A ideia é:
Trabalhando contra nós mesmo sempre sairemos derrotados
E enquanto isso o que eles fazem?
Começam em brasília a semana na quarta e encerram na quinta
Matam a segunda, a terça, a sexta
Mal político em qualquer canto do planeta
É um Anticristo, um cisto, a besta
A atração principal do telejornal
A procura de status investe no visual
Realmente eu sou um marginal
E quero ver sua cabeça seu oco seu mal
Bicho mesquinho
Vejo em seus olhos tochas de fogo luzindo
Nas suas costas asas vermelhas se abrindo
É só olhar pra eles e verá que não estou mentindo
Que não é vacilo, delírio, nem sonho
Mau político pra mim: o pior dos demônios
Junta logo suas malas e vai!

Assassinos Sociais
É, os poderosos são demais

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Formation (Dirty) - Beyoncé denuncia o racismo na maior audiência da TV estadunidense - Toni C no Vermelho


Beyoncé esfrega o racismo na maior audiência da TV
Enquanto o carnaval fazia as pazes com as ruas do país e a TV Globo escondia o maior espetáculo a céu aberto em sua transmissão noturna. Longe da Marquês de Sapucaí, Beyoncé pautava o óbvio, ela não é a Globeleza.

Por Toni C.


Foi no intervalo da 50ª edição do Super Bowl, as finais do campeonato de futebol americano nos Estados Unidos, com a maior audiência da história da TV norte-americana: nada menos que 169 milhões de telespectadores, segunda a NFL. São aguardadas grandes apresentações nestas ocasiões, Michael Jackson, U2, James Brown, Paul Mccartney foram algumas das atrações em edições anteriores. Mas nenhuma causou mais polêmica que a apresentação da nova música de Beyouncé, Formation, que marcou um touchdown no racismo.

“Beyoncé pode ser uma entertainer talentosa, mas ninguém devia ligar para ela ou o que ela pensa que são questões sérias em nossa nação, ao contrário da aceitação desse clipe pró Panteras Negras e antipolícia pela mídia, quando são os homens e mulheres em azul que colocam suas vidas em risco por todos nós e merecem nosso apoio incondicional”, esbravejou um congressista republicano, condenando a cantora e seu novo videoclipe.



O Blog Coletivizando foi em busca da letra, confira:


What happened after New Orleans?
Bitch, I'm back by popular demand

Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bamma
I like my baby hair, with baby hair afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got hot sauce in my bag, swag

Oh yeah baby, oh yeah I, ohh, oh yes I like that
I did not come to play with you hoes
I came to slay, bitch
I like cornbreads and collard greens, bitch
Oh yes, you best to believe it

Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bamma
I like my baby hair, with baby hair afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got hot sauce in my bag, swag

I see it, I want it
I stunt, yeah, little hornet
I dream it, I work hard
I grind 'til I own it
I twirl on them haters
Albino alligators
El Camino with the seat low
Sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off, I go off
I go hard, I go hard
Get what's mine, take what's mine
I'm a star, I'm a star
Cause I slay, slay
I slay, hey, I slay, okay
I slay, okay, all day, okay
I slay, okay, I slay okay
We gon' slay, slay
Gon' slay, okay
We slay, okay
I slay, okay
I slay, okay
Okay, okay, I slay, okay
Okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination
Slay trick, or you get eliminated

When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
If he hit it right, I might take him on a flight on my chopper, cause I slay
Drop him off at the mall, let him buy some J's, let him show up, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
You just might be a black Bill Gates in the making, cause I slay
I just might be a black Bill Gates in the making, cause I slay

I see it, I want it
I stunt, yeah, little hornet
I dream it, I work hard
I grind 'til I own it
I twirl on them haters
Albino alligators
El Camino with the seat low
Sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off, I go off
I go hard, I go hard
Get what's mine, take what's mine
I'm a star, I'm a star
Cause I slay, slay
I slay, hey, I slay, okay
I slay, okay, all day, okay
I slay, okay, I slay okay
We gon' slay, slay
Gon' slay, okay
We slay, okay
I slay, okay
I slay, okay
Okay, okay, I slay, okay
Okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination
Slay trick, or you get eliminated

Okay ladies, now let's get in formation, I slay
Okay ladies, now let's get in formation
You know you that bitch when you cause all this conversation
Always stay gracious, best revenge is your paper

Girl I hear some thunder
Golly this is that water boy, oh lord

Letra enviada por Faniesgrey

Link: http://www.vagalume.com.br/beyonce/formation.html#ixzz3zr0yeFSt




quinta-feira, 30 de abril de 2015

Primeiro de Maio com Victor Jara, que vive e luta - Paulo Vinícius Silva

Às vésperas do Primeiro de Maio lutamos contra a ganância dos capitalistas que desejam destruir a CLT, retirar os direitos básicos dos trabalhadores, favorecer os patrões que dão calote e desproteger os trabalhadores que mais duro trabalham, mais sofrem acidentes, os que mais morrem.  E mais, pois também o sistema ataca a vida dos filhos dos trabalhadores, em especial se jovens negros, que são vítimas da violência do crime e do Estado, e são os que mais morrem. É a pena de morte não declarada, que agora eles querem ampliar, para colocar nas penitenciárias jovens de 16 e 17 anos. Querem por essa juventude nas penitenciárias com os maiores bandidos, e esperam que isso não tenha volta. Há motivos suficientes para lutar contra o que Eduardo Cunha representa como a liderança de uma Câmara dos Deputados que tem uma agenda de retrocesso social, antipopular, dominada pelo capital, e com uma agenda moral conservadora e antidemocrática. Nessa hora, precisamos de convicção e esperança para lutar ainda mais em defesa das conquistas do povo e do Brasil. A poesia é uma arma fundamental nessa luta.

Por isso, tão perto do Primeiro de Maio, fortaleçamo-nos conhecendo um músico que deu sua voz e sua vida pelos mais humildes. Lembremo-nos de Victor Jara, um artista comunista chileno admirável. Victor, poeta, professor, músico, compositor, homem do teatro, produtor cultural, pesquisador, militante das Juventudes Comunistas do Chile, de seu Partido.

Victor que cantava à alma e à consciência com uma doçura e verdade que impactavam profundamente. Nesse concerto gravado para uma  televisão Peruana, podemos vê-lo e ouvi-lo, ver o sorriso, ouvir o violão, a prosa e as palavras que Victor tão doce e real pronuncia.

Victor que foi perseguido pelo que compunha e cantava e tocava. Victor que foi preso no Estádio Nacional com milhares de outras pessoas que apoiavam o governo de Allende, deposto pelo General Pinochet à custa de guerra econômica, conspiração e até bombardeio do Palácio de la Moneda, e a morte de Allende, tudo a mando dos EUA. Muitos milhares de mortos e torturados.
Mas antes do bombardeio aéreo ao palácio de la Moneda, outro o precedeu, o bombardeio midiático, a campanha incessante de desestabilização que o povo resistia com as canções de Victor que, de tão bonitas, atraíram o ódio criminoso e cruel da ditadura.

Pinochet e a direita não perdoaram jamais as verdades que Victos dizia cantando, com toda aquela doçura, com aquela luz que descortina ante nosso olhar a dura realidade de vida, e o herói e a heroína
cotidiano, o trabalhador, a trabalhadora. Eles transparecem em sua beleza e sofrimento, ouvindo-o
é possível sentir a identidade desse artista com a gente mais simples e seus padeceres e a contribuição
gigantesca que dão, pois são os trabalhadores e as trabalhadoras  que fazem a roda da vida girar, porque produzem tudo o que existe ao nosso redor. É a classe trabalhadora a classe produtiva. E esse olhar próximo do artista e de seu povo, dá a voz a páginas incríveis do cancioneiro popular e da
canção latinoamericana.

Victor era "apenas" uma pessoa, mas não estava sozinho, e essa é uma razão fundamental de sua grandeza artística. Seu canto e músicas tinham a a humanidade como alicerce, a justiça, a beleza e o olhar com os olhos do povo, de seu interesse, de sua verdade, de seu projeto. E isso, essas multidões que tinha atrás de si amedrontavam, porque diferente da bala, o canto de Victor não tinha fim, reproduzia-se como chama no mato seco, abrindo até hoje os olhos das pessoas. Victor cantava a vida, a luta, os padeceres e a beleza da classe trabalhadora.

O camponês, o operário, a luta, o acidente de trabalho, a dureza do trabalho, o amor. Sobretudo o amor, como ele mesmo declara durante o concerto, o amor de um homem por uma mulher, de um homem por um homem, do amor à humanidade. Assim ele explica como fez Te recuerdo Amanda. Trata do amor entre dois operários, Manuel e Amanda, dois simples trabalhadores, que ele retrata nos cinco minutos em que eles se encontravam, quando ele ia receber a marmita, apenas em cinco minutos vemos o carinho e a ternura do amor entre esses dois personagens que simbolizam todas as pessoas que lutam a vida dura e que amam.

Por isso o prenderam, torturaram e mataram com 33 tiros, tamanho era o ódio que o regime de Pinochet teve contra Victor e a Unidade Popular.  Ouçamo-lo, aproveitemos a oportunidade da beleza e da verdade dessas canções da luta do povo. Por mais de uma hora estejamos com ele, para entender seu enorme talento, e para perceber o papel transcendente que tem a consciência para tocar o coração e a mente das pessoas, unindo-as num poder transformador irrefreável, o poder do povo unido, invencível. Por isso, longe de tristeza, lembremo-nos de que o povo unido jamais será vencido!

Nesses minutos do programa na Panamericana Televisión de Lima, Perú, el 17 de julio de 1973, Victor  e sua arte mostram-nos porque ele segue tão vivo no coração das pessoas. Victor vive.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Pequeña Serenata Diurna - Silvio Rodriguez



INTRO: mim  red7#  red7  sid7   IV-2-0  V-3-2-0  lam7 lam7/mi
lam7   lam7/mi  la9/fa#   la9/mi  si7  si7/re#  mim  mim/re
do   sol/si   lam7   lam/sol   la9/fa#   si7  mim  lam7
si7

mim
Vivo en un pais libre ,
red7#
cual solamente puede ser libre
red7               sid7       IV-2-0 V-3-2-0
en esta tierra en este instante
lam7 lam7/mi       lam7   lam7/mi
y soy feliz porque soy gigante
la9/fa#   la9/mi  si7  si7/re#
amo a una mujer clara
mim  mim/re  do    sol/si
que amo y me ama sin pedir nada
lam7  lam/sol  la9/fa#  si7  si7/re#  mim  lam7  si7
o casi nada que no es lo mismo  pero es igual.

Y si esto fuera poco
tengo mis cantos que poco a poco
muelo y rehago habitando el tiempo ,
como le cuadra a un hombre despierto
soy feliz soy un hombre feliz
y quiero que me perdonen
lam7  lam/sol    la9/fa#  si7  red7 sid7 IV-2-0  V-3-2-0
en este dia los muertos de mi felicidad
lam7  lam7/mi     lam7    lam7/mi   mim  mim/re  do   sol/si
soy feliz soy un hombre feliz y quiero que me perdonen
lam7  lam/sol  la9/fa#   si7   mim  lam7  si7
en este dia los muertos de mi felicidad

luego se repiten los acordes sin cantar finalizando con un mim.

red7#   red7   sid7   la9/fa#   la9/mi   si7/re#   lam7/mi

MI      x      x      x        x         0        3         0
SI      7      6      3        0         0        0         1
SOL     5      4      1        2         2        3         0
RE      7      6      3        2        *2       *1        *2
LA     *6     *5     *2        x         x        x         x
MI      x      x      x      * 2         x        x         x
 
  Cifras para Violão de: LaCuerda.net

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pete Seeger: Which side are you on

Olha que legal, esse cara é o Pete Seeger e a música é apenas uma de uma vida inteira deidicada a compor para os trabalhadores, a paz, a luta. Note: ele é estadunidense, da Liga da Juventude Comunista, foi perseguido pelo Macartismo, é um dos pioneiros da luta ecológica. Ou seja, é um estadunidense de muita coragem e integridade. E, de lambuja, é o pai do Folk daquele país, tendo tocado com Woody Guthrie e sido um dos maiores inspiradores de Bob Dylan.

O refrão é a pergunta: De que lado você está? Confira e, se desejar, apreda a tocar.


Which Side Are You On? (Florence Reece)

Dm
Come all of you good workers
...... F........................ Dm
Good news to you I'll tell
....... F..........................Dm
Of how that good old union
... A7.......................Dm
Has come in here to dwell

Dm
Which side are you on?
...A7 Dm
Which side are you on?
Which side are you on?
A7 Dm
Which side are you on?

My daddy was a miner
And I'm a miner's son
And I'll stick with the union
Till every battle's won.

They say in Harlan County
There are no neutrals there
You'll either be a union man
Or a thug for J.H. Blair

Oh, workers can you stand it?
Oh, tell me how you can
Will you be a lousy scab
Or will you be a man?

Don't scab for the bosses
Don't listen to their lies
Us poor folks haven't got a chance
Unless we organize.



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Internacional - Conheça e toque no violão o hino da luta dos trabalhadores(as)!


Andei em busca da Cifra da Internacional, o hino mundial dos trabalhadores 
e trabalhadoras e não achei opções,
excetuando-se a versão dos Garotos podres. Encontrei somente
em Espanhol, no excelente sítio La Cuerda (http://www.lacuerda.net/)
do qual sou fã e assíduo visitante.

Com base na versão deles, transpus para a letra em Português.
Decerto haverá necessidade de alguma correção -
dado meus escassos conhecimentos musicais - mas acho que ficou bom,
e compartilho com vocês.
Persiste a tarefa para os mais musicalmente dotados(as) proporem 
uma versão brasileira e atual. Eu mesmo me proponho a contribuir. 
Enquanto isso, divulguemos esse lindo hino da luta do povo
 Um abraço



PV

A Internacional Socialista
C                  F
De pé, ó vítimas da fome
G               C
De pé, famélicos da Terra

C                 F
Da ideia a chama já consome
     G            C
A crosta bruta que a soterra

G
Cortai o mal bem pelo fundo
     A              B
De pé, de pé! Não mais senhores!
G                 C

Se nada somos em tal mundo
   D           G
Sejamos tudo ó produtores!

III. Coro.

   C         F
Bem unidos façamos
     G       C
 Nessa luta final,
    C        G
Uma terra sem amos

F      D     G
A Internacional!
    C        F
Bem unidos façamos
     G       C
Nessa luta final,
    C         G
Uma terra sem amos
C      G     C
A Internacional!


C                         F
Senhores patrões chefes supremos
G                   C
Nada esperamos de nenhum
C                      F
Sejamos nós que conquistemos
G                   C
A terra mãe livre comum

G
Para não ter protestos vãos
  A                B
Para sair deste antro estreito
G                     C
Façamos com nossas mãos
   D                  G
Tudo o que a nós nos diz respeito.


Refrão

C                         F
O crime do rico a lei o cobre
G                     C
O Estado esmaga o oprimido
C                      F
Não há direito para o pobre
G                   C
Ao rico tudo é permitido.

G
À opressão não mais sujeitos
   A             B
Somos iguais todos os seres
G                      C
Não mais deveres sem direitos
      D             G
Não mais direitos sem deveres

Refrão


C                  F
Abomináveis na grandeza
G                       C
Os reis da mina e da fornalha
C            F
Edificaram a riqueza
    G              C
Sobre o suor de quem trabalha.
G

Todo o produto de quem sua
   A          B
A corja rica o recolheu
G                   C
Querendo que ela o restitua
  D              G
O povo só quer o que é seu.

Refrão

C                       F

Nós fomos de fumo embriagados
G                      C
Paz entre nós guerra aos senhores
C                 F
Façamos greve de soldados
    G           C
Somos irmãos trabalhadores.
 G
Se a corja vil cheia de galas

   A            B
Nos quer à força canibais
G                   C
Logo verá que nossas balas
    D            G
São para os nossos generais

Refrão

C                       F
Pois somos do povo os ativos

G                      C
Trabalhador forte e fecundo
C                       F
Pertence a terra aos produtivos
  G           C
Ó parasita deixa o mundo!
G
Ó parasita que te nutres
   A            B

Do nosso sangue a gotejar
G                   C
Se nos faltarem os abutres
    D            G
Não deixa o sol de fulgurar!

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