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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS - CTB Bancários


 CTB BANCÁRIOS


FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL


A CTB Bancários considera grave a postura adotada pela Fenaban após as assembleias da Campanha Nacional dos Bancários de 2026. Depois de negociar nacionalmente e submeter uma proposta à categoria, a representação dos bancos pretende agora tratar de forma diferente as bases que aprovaram e aquelas que rejeitaram a proposta, ameaçando dois pilares históricos da organização dos bancários: a mesa única de negociação e a Convenção Coletiva Nacional.


A mesa única foi conquistada justamente para impedir que os bancos fragmentassem os trabalhadores por empresa, região ou sindicato. Sua existência nunca dependeu de unanimidade nas assembleias. Ao longo da história da categoria houve propostas rejeitadas, greves, novas negociações, novas assembleias e adesões posteriores. Rejeitar uma proposta nunca significou abandonar a negociação nacional.


É essa lógica que a Fenaban procura inverter. Nos ofícios encaminhados às entidades sindicais, considera encerrada a negociação e afirma que não reabrirá a mesa com sindicatos que rejeitaram a CCT. Na prática, pretende transformar o direito de rejeitar uma proposta numa escolha entre aceitar o que os bancos oferecem ou ficar fora da contratação nacional.


Essa postura não pode ser analisada isoladamente da condução patronal de toda a campanha. A Fenaban levou a apresentação das cláusulas econômicas decisivas para a fase final da negociação e utilizou a proximidade do fim da vigência dos instrumentos coletivos como elemento de pressão sobre a categoria. Agora, diante das rejeições em algumas bases, procura transformar o resultado das assembleias em instrumento para encerrar a negociação com quem decidiu continuar lutando. O conjunto dessas atitudes revela uma estratégia de endurecimento que pressiona os trabalhadores a aceitar a proposta patronal e favorece a fragmentação da negociação nacional.


Isso é uma pressão inaceitável sobre a soberania das assembleias. Uma negociação só é efetivamente democrática se os trabalhadores puderem dizer não e continuar negociando. Mesa única não pode existir apenas enquanto as bases aceitam a proposta patronal. Se o direito de permanecer na negociação depende de aprovar a proposta dos bancos, deixa de existir negociação e passa a existir adesão.


A chamada Cláusula X é a cláusula de exclusão proposta pela Fenaban: pretende incluir na própria CCT listas de bases do Banco do Brasil e da Caixa que, por terem rejeitado a proposta, ficariam fora das Convenções, sem a garantia convencional de abono da paralisação de 20 de agosto e das ausências decorrentes de paralisações e greves posteriores. A cláusula não é o problema isoladamente; é a materialização, no texto da CCT, da política de dividir a categoria entre quem aceita e quem continua lutando.


O tratamento dado aos dois bancos públicos evidencia ainda mais essa postura. No Banco do Brasil, a Fenaban criou uma situação intermediária para as bases que deliberaram pela reabertura das negociações: admite nova assembleia até 10 de setembro e posterior assinatura, preservando os efeitos da CCT desde 1º de setembro. Na Caixa, não oferece a mesma possibilidade: as bases que rejeitaram são diretamente enquadradas no grupo de exclusão. Além de fragmentar a negociação nacional, a Fenaban estabelece tratamentos diferentes entre bases que decidiram não encerrar a luta.


Também é preocupante que as direções do Banco do Brasil e da Caixa não se coloquem contra uma dinâmica que ameaça a unidade da negociação nacional. Bancos públicos não deveriam contribuir, por ação ou omissão, para uma estratégia que isola seus próprios trabalhadores da contratação coletiva da categoria.


A gravidade vai além de BB e Caixa. Num sistema financeiro marcado pelo fechamento de unidades, redução de postos de trabalho, terceirização e acelerada transformação tecnológica, fragmentar a representação e a negociação dos trabalhadores interessa aos bancos e enfraquece a capacidade coletiva de enfrentar essas mudanças. Se prevalecer a tese da Fenaban, abre-se ainda um precedente para futuras campanhas: apresenta-se uma proposta nacional, quem aceita permanece na Convenção e quem rejeita pode ser retirado da contratação coletiva. Isso devolve aos bancos uma capacidade de divisão que a categoria levou décadas para superar.


Não há necessidade disso. Historicamente, já ocorreram rejeições seguidas de novas assembleias e posterior assinatura. Também há sindicatos que não participam das mesas nacionais, deliberam em suas bases e posteriormente formalizam sua adesão aos instrumentos coletivos. A experiência da própria categoria demonstra que é possível assinar a CCT com quem está autorizado sem fechar a porta para quem continua lutando.


Por isso, a CTB Bancários defende uma posição unitária de Contraf-CUT, Contec, federações e sindicatos, independentemente da posição adotada nas assembleias: rejeitar a política de exclusão da Fenaban e não permitir que ela seja incorporada à CCT.


Quem aprovou deve ter sua decisão respeitada e assinar. Quem rejeitou também deve ter sua decisão respeitada e continuar mobilizado, negociar, voltar à assembleia e aderir posteriormente ao instrumento caso sua base assim decida.


A Fenaban não pode negociar nacionalmente para apresentar sua proposta e fragmentar a categoria quando essa proposta é rejeitada. Não pode aproveitar divergências legítimas entre as bases para enfraquecer a mesa única e transformar a CCT nacional em instrumento de pressão contra quem continua lutando.


A MESA É ÚNICA. A CCT É NACIONAL. A CATEGORIA É UMA SÓ.


CTB Bancários

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final 🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 ⏰ Horário: 8h15 AM - podc ast Coletivizndo


 Neste episódio especial do Podcast Coletivizando do Dia dos Bancários (as), debateremos o tenso momento atual da Campanha Nacional da categoria!

🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final

🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

⏰ Horário: 8h15 AM

👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva


Bancários(as) enfrentam os patrões mais poderosos do Brasil, o sistema financeiro, naquela que é a maior negociação coletiva do país. Na reta final, os bancários(as) se deparam com impasses e tensões: fim da ultratividade, riscos à Mesa Única, precarização da maioria do ramo financeiro. Há caminhos para a vitória?

Convidado:

Hermelino Neto — Coordenador Nacional da CTB Bancários e Vice-presidente da CTB Bahia, direto de São Paulo, onde a CTB acompanha as negociações na Mesa do Comando Nacional

📲 Acompanhe no Youtube:

@Metamorfosecomunicacao https://www.youtube.com/watch?v=e-tq6CCnYx8


@ColetivizandoBR https://www.youtube.com/watch?v=xkMSAlGECCE Blog www.coletivizando.blogspot.com

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Estreia - Podcast Coletivizando recebe o Dep. Federal Inácio Arruda para falar do #FimdaEscala6x1 e o mapa da votação na Câmara




 🚀 ESTREIA DO PODCAST COLETIVIZANDO!

Com muita alegria, convidamos você a sintonizar na estreia do Podcast Coletivizando! Sob a apresentação de Paulo Vinícius da Silva, o primeiro programa vem com debates quentes, dicas de oportunidades e cultura.

Confira os destaques da estreia:


📌 PAPO POLÍTICO - O Cenário da Votação do Fim da Escala 6x1. Para essa conversa, receberemos como convidado especial o Deputado Federal Inácio Arruda (PCdoB-CE).

📌 CUIDA: Saiba mais sobre o Programa Pé-de-meia, oportunidade para a educação e a vida dos nossos jovens.

📌 CANTA, MINHA GENTE: Um momento dedicado à cultura e à memória, destacando a força da canção "El Pueblo Unido Jamás será vencido" do grupo Quilapayun.


📅 Anote na Agenda:

Quando: Quinta-feira (21/05)

Horário: Às 14h30

Onde assistir: No canal da Metamorfose: youtube.com/@metamorfosecomunicacao


👉 Para assistir, acesse e se inscreva: 🔗 youtube.com/@metamorfosecomunicacao


Parceria e Apoio: CTB Bancários Ceará & Metamorfose Comunicação — Comunicação para transformar.

terça-feira, 17 de março de 2026

CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados


CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados!




A CTB Bancários reafirma seu compromisso inabalável com a saúde e o bem-estar das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. Neste pleito decisivo da CASSI, marchamos juntos com o Sindicato dos Bancários da Bahia no apoio às Chapas 2 (Diretoria e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal).

Nossa escolha é pautada pela necessidade de uma gestão que priorize quem constrói o banco todos os dias. As chapas da coalizão "Cassi para os Associados" representam a resistência contra o desmonte e a garantia de um plano de saúde justo, solidário e sustentável.
Nossos Candidatos: Experiência e Compromisso

Chapa 2 (Diretoria e Deliberativo): Composta por Luciana Bagno (Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento), acompanhada de Gilmar José dos Santos, Diusa Alves de Almeida, Humberto Fernandes de Oliveira e Loreni Senger Correa.


Chapa 55 (Conselho Fiscal): Representada por Diego Alves Carvalho e Luana Narimatsu da Silva, nomes preparados para fiscalizar e garantir a transparência que os associados exigem.
Não deixe para a última hora!

O prazo final é na próxima segunda-feira. Para garantir que a CASSI continue sendo dos funcionários, sua participação é fundamental agora. A votação é rápida e segura:

App CASSI: Diretamente no seu celular.


Terminais de Autoatendimento (TAA): Nas agências do BB.


SisBB: Exclusivo para funcionários da ativa.


Votar nas Chapas 2 e 55 é votar na preservação dos nossos direitos e na qualidade do atendimento para nossas famílias.CTB BANCÁRIOS – A Luta é pra Valer!

quarta-feira, 12 de março de 2025

Giro Sindical debate os JUROS ALTOS - Paulo Vinícius da Silva é o entrevistado, 6a feira, 11h no Youtube




Nesta sexta-feira, a partir das 11 horas: https://www.youtube.com/watch?v=aFerdIDS2xs


CTB Bancários: A luta contra os juros é a luta pelo desenvolvimento do Brasil


No episódio desta sexta-feira (14) do Giro Sindical, produzido pela Agência Metamorfose Comunicação, recebemos Paulo Vinicius, Diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília e da CTB Bancários, para discutir a luta da categoria contra os juros abusivos e como essa batalha está diretamente ligada ao desenvolvimento do Brasil.


Nesta sexta-feira, 14 de março, das 11h às 11h30, Paulo Vinicius da Silva explica como os altos juros impactam não apenas os trabalhadores, mas toda a economia do país, dificultando o acesso ao crédito, o crescimento das empresas e a geração de empregos. 

Ele também aborda as ações do sindicato e da CTB Bancários para pressionar por políticas que garantam juros mais justos e um sistema financeiro mais equilibrado.

terça-feira, 17 de setembro de 2024

Sarau do cebolão de setembro: Lutemos pela Primavera! Com o Sarau da Quarta e a banda Brodericks



Sarau do Cebolão, especial da primavera, teve muito rock e poesia - Matéria no Portal do Sindicato dos Bancários de Brasília







A banda Brodericks e os Rocks que marcaram a História!


O Sarau do Cebolão recebeu os poetas da juventude de Ceilândia, que organizam os Saraus da Quarta e o Sarau da Um. A voz da juventude é tocante, poderosa, inspiradora!


sexta-feira, 28 de junho de 2024

Sarau do Cebolão Festa Junina dos Bancári@s, breve relato de um ato coletivo - Paulo Vinícius da SIlva

Veja um pouquinho do nosso Sarau do Cebolão, organizado pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela CUT e pela CTB, mensalmente no Setor Bancário Sul, com a produção espetacular de Hélder Helder Nascimento e em parceria com o Churrasquinho do Valdeci.




A atividade defende a requalificação da Praça do Cebolão, que dá início à Galeria dos Estados, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto, no início da Asa Sul. A expressão "Praça do Cebolão" se refere a uma "piada" tipicamente Bancária. É conhecido o humor ferino dos bancári@s, acostumados a fazer chistes com aspectos de seu sofrimento diário, além das piadas de duplo sentido. Por isso, o cebolão se referia ao choro dos bancários ao receber a miséria de seu salário, de chorar. Daí, a expressão Cebolão, mais adiante se tornaria um boletim informativo do Sindicato dos Bancários de Brasília. A participação de milhares de bancários e bancárias nas assembleias e eventos da categoria no Setor Bancário Sul levou ao batismo da boca do povo, consagrador, de chamar o Setor Bancário Sul a Praça do Cebolão.

Por ela circulam diariamente milhares de trabalhadores e trabalhadoras das mais variadas categorias. Da Rodoviária do Plano até lá são dois palitos, três minutos de caminhada. Desde sua lida cotidiana, bancári@s, estudantes, comerciári@s, servidores públicos, de estatais, vigilantes, asseio e conservação, limpeza urbana, nossos queridos garis, vendedores, comerciantes.

Das micro-empresas que funcionam na Praça do Cebolão, destacam-se os que alimentam e dão de beber a essa multidão que circula e dispõe de alguns minutos para um refrigério, para matar a fome, mas não apenas.Uma pessoa de esquerda, amigo do sindicato e trabalhador incansável se destaca pelo trabalho e pela maneira como recebe centenas de pessoas que lá consumimos. O cearense Antônio Vieira veio como tantos de nós, ainda jovem, para vencer em Brasília. Não é o único cearense que lá ganha a vida com muito trabalho, reunindo sua família e amigos, servindo bebidas, almoços e jantinhas, aquela cerveja gelada e o afago a todo mundo que ali chega esfalfado, abatido pela dureza do seu trabalho, e dali sai comido, bebido, e tendo um legítimo atendimento cearense. É ele que lidera o Churrasquinho do Valdeci, que se tornou seu nome, conhecido por seu comércio e por sua serena opção pelos trabalhadores e trabalhadoras. Seriam muitas pessoas a citar, é impossível, mas ali trabalha uma turma gentil e atenciosa, é um espaço de resistência.

Mas a Praça do Cebolão já viveu dias melhores. A fonte secou, literalmente. O teletrabalho e a crise, o desamparo do GDF para com esse espaço público, a falta de iluminação, a insegurança, a degradação das estruturas e do local acabaram por chamar a nossa atenção para a defesa da requalificação desse espaço como arena de acolhimento da classe trabalhadora do DF, espaço que é sede de importantes bancos públicos, com o Edifício Brasília, do BRB, mas também do Banco do Brasil e da Caixa e do Banco Central do Brasil. Dezenas de restaurantes atendem os milhares que por lá circulam, convivendo e fazendo a economia girar, desde os manobristas e higienizadores e cuidadores de veículos até os comerciantes que empregam outras tantas pessoas nas cozinhas, no atendimento. A Praça do Cebolão ainda pulsa.



É preciso requalificar e ocupar o Cebolão, fazer a ligação com a Galeria dos Estados e com o Setor Comercial Sul, como um grande corredor de cultura, vida, serviços públicos, segurança, resgatando a qualidade de vida numa área fundamental de Brasília, com importância histórica e imensas possibilidades coletivas.

Assim, o Sarau do Cebolão articula as Centrais Sindicais CUT e CTB, através do Sindicato dos Bancários de Brasília, o Valdeci, Hélder Nascimento como produtor e coidealizador da iniciativa, o núcleo sindical de base da CTB Bancários DF, mas também artistas, movimentos culturais, poetas, comerciantes, trabalhadores de todas as categorias, a nossa diversidade, desde o empregado de estatal mais graduado até a pessoa em situação de vulnerabilidade que por ali passam, pedindo nossa atenção e uma força.

É notável como em cada sarau dezenas de pessoas participam ativamente dessa atividade político cultural. Cada pessoa traz a sua contribuição. Recitar um poema, cantar uma canção, contar uma piada, deitar uma confidência, fazer um espetinho em meio da fumaça e fazer o cheiro do provolone nos chamar ao fim da labuta, servir a cerveja gelada, dar um afago, erguer uma tenda, cantar todos juntos, cantar o parabéns do mês aos aniversariantes, dançar, até o chão, ou num forró cheio de chamego ou um samba prenhe de ginga. ao final, o sarau é um feito coletivo. Todos nós em cada edição, contribuímos para mudar por algumas horas a realidade dura e cotidiana e fazer um espaço de cultura, acolhimento, gastronomia e negócios dedicado à classe trabalhadora que compartilha esse território.

A experiência é clara, quanto mais qualidade proporcionamos, maior a receptividade e a acolhida, e o movimento pela ocupação dos espaços públicos e do convívio, da unidade popular, cresce nas coisas simples, propiciando ao povo não apenas o lugar de plateia, mas o protagonismo de quem constrói a própria vida e em meio ao trabalho duro encontra amparo e consciência na poesia, construindo coletivamente um espaço mais acolhedor e organizador da comunidade por uma vida melhor, por uma convivência harmônica, pelo progresso de todos que compartilhamos o dia-a-dia, trabalhadores e trabalhadoras.

Transbordar da luta meramente corporativa e ligar-se às massas reais, cuja força é inexaurível, buscando unir o povo pelo bem comum, eis um caminho que temos trilhado no Sarau do Cebolão. Dizia o poeta António Machado:

Caminante son tus huellas el camino y nada más; caminante, no hay camino: se hace camino al andar. Al andar se hace camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar. Caminante, no hay camino, sino estelas en la mar.

Já que há tantas dúvidas sobre o que fazer, façamos o que pudermos, juntos, e com coração. Tem dado certo.


quinta-feira, 14 de abril de 2022

Vote Chapa 3 Previ para os Associados e Associadas de 18 a 29 de abril - Chapa e propostas- Bancários de SP



 

 

 

ELEIÇÕES PREVI 2022
Chapa 3: PREVI PARA OS ASSOCIADOS
Conselho Deliberativo
Titular: Antonio Sergio Riede
Suplente: Luciana Athaide Brandão Bagno
Conselho Fiscal
Titular: Getulio Mendes Maciel
Suplente: Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes
Diretor de Administração
Márcio de Souza
Diretor de Planejamento
Paula Regina Goto
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Carlos Guilherme Haeser
Suplente: Eleucipio Vera Barreto
Titular: José Carlos Vasconcelos
Suplente: Francisco dos Santos Filho
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: André Luiz Alves
Suplente: Elisa de Figueiredo Ferreira
Titular: Carlos Eduardo Bezerra Marques
Suplente: Cleiton dos Santos Silva



terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

CTB Bancários apóia Chapa Unidos por uma Cassi Solidária - Com Cassi e CTB Bancários

 

A CTB Bancários se soma à chapa UNIDOS POR UMA CASSI SOLIDÁRIA, em que incluímos o camarada Cláudio Nascimento, Caixa Executivo do Banco do Brasil  da ativa aqui no Distrito Federal, como suplente do Conselho Deliberativo na Chapa liderada por Fernando Amaral.

Eleições nos dias 18 a 28 de Março.

Conselho Deliberativo, vote Chapa 6 

Conselho Fiscal, vote Chapa 77


CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento

3.215.520-8

Fernando Amaral Baptista Filho

Conselho Deliberativo - Titular 1

2.190.532-0

Cristiana Silva Rocha Garbinatto

Conselho Deliberativo - Suplente 1

2.067.991-2

Cláudio Alberto Fernandes do Nascimento

Conselho Deliberativo - Titular 2

0.290.349-0

Alberto Alves Júnior

Conselho Deliberativo - Suplente 2

3.787.219-2

Gilmar José dos Santos           

Para o Conselho Fiscal:

CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Conselho Fiscal - Titular 1

3.207.049-7

Fernanda Lopes de Oliveira

Conselho Fiscal - Suplente 1

2.477.399-9

Diusa Alves de Almeida


sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Bancários lutam pela vida sob crescimento exponencial de contaminados de COVID Ómicron e Gripe

 

Informativo da CTB Bancários DF com a agenda de Luta contra a COVID, a Gripe e o Negacionismo



Check List de condições de saúde no ambiente bancário para colegas, clientes e terceirizados,


Covid: Brasil tem quase 100 mil novos casos conhecidos de covid em 24 h



 







terça-feira, 7 de dezembro de 2021

CTB BANCÁRIOS - DF - NÃO AO NATAL DA COVID - A VOLTA AO TRABALHO PRESENCIAL DE PESSOAS COM COMORBIDADES E O PROCESSO/MOMENTO DA REFORMA DO ESTATUTO SINDICAL DO SINDICATO DO DF


O núcleo de base CTB bancários e reuniu-se nesta segunda-feira, dia 6 de dezembro, para analisar a luta sindical e as graves ameaças à saúde dos bancários e bancárias. Essa é a nossa posição, fruto do debate e atingida com consenso.







Só a Luta de bancários e bancárias pode proteger a vida. Não ao Natal da COVID.

A CTB Bancários do DF e a categoria foram surpreendidas pela mudança do Estatuto Sindical sem a devida comunicação e debate na diretoria, entre delegados(as) sindicais e filiados(as). Importante conhecer do que se trata, antes de pensar em votar. Somos críticos à forma como o movimento sindical em Brasília apropriou a tecnologia. Em vez de aumentar, diminuiu a participação. 

Será o caso de consolidar a participação virtual, reduzir quórum, quando isso resume a assembleia a um link de votação, sem comunicação, debate nem escuta à categoria sobre as mudanças estatutárias? 

Votar SIM ou NÃO, é decisão pessoal, mas precisamos saber no que votamos. Toda votação exige quórum. Hoje, até votar pelo NÃO valida a diminuição da participação. Não recomendamos em Brasília a extensão de mandato sindical para quatro anos, nem dar quórum ao que nos prejudica. 

Somos favoráveis à Proporcionalidade Qualificada, pois permite a participação de todos no sindicato, não só na votação, nem só para a maioria, mas de todo mundo. Todavia, não há canais democráticos para essa ou outra proposta, já que não houve consulta ampla à categoria. 

Sobretudo, é insuficiente o combate dado ao retorno obrigatório e imediato de todos(as), unicamente na esfera jurídica. A mesma falta de participação de uma votação on line, sem divulgação e debate (no Estatuto!) alimenta a passividade e mata o movimento, ajuda os patrões e nos desarma, talvez ao custo da saúde, da vida.

Não é racional pôr a vida em risco para ser bonito(a) para o Banco. 

Os lucros são feitos do nosso trabalho, da economia que fazem e nós pagamos no home office, e dos juros absurdos que destroem a economia produtiva em favor de um sistema financeiro de costas para a economia real, cúmplice do genocídio que mata o Brasil. 

Quem protegerá os colegas do vírus e do risco do negacionismo? Há respeito às medidas de proteção nos locais de trabalho? São inúmeras as denúncias que não. Há respeito aos bancários e bancárias e proteção efetiva nas instalações e locais de trabalho? 

O mais importante, sempre foi proteger a vida de bancários(as) e clientes. O açodamento e a irresponsabilidade são característicos de um governo negacionista que expõe o povo e a categoria ao risco. 

A saída é unir a categoria que faz os lucros, e também tem a força para lutar. 

Há caminhos: reforçar o EPI, exigir vistoria, que o sindicato abra um canal efetivo de denúncias. Há imprensa, ouvidorias internas, as ruas, as redes e a justiça. Só com luta e união protegeremos nossas vidas. 

O ideal seria que o sindicato assumisse a insuficiência da comunicação e mobilização, suspendesse esse processo e apostasse na base. Senão, a responsabilidade é nossa. Não devemos dar quórum a essa mudança estatutária, mas apostar num verdadeiro debate que amplie a democracia. 

A prioridade deve ser ampliar a participação para salvar vidas.







 

domingo, 25 de julho de 2021

Congresso dos bancários - Inscreva-se até 29/07 - Campanha Nacional dos Bancários 2021





10º Congresso Distrital será em 31 de julho. Inscrições começam nesta quinta (22) e vão até o dia 29
22 de julho de 2021
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Bancários e bancárias do DF e Entorno debaterão plano de lutas e elegerão delegados para os fóruns nacionais da categoria

Os bancários e bancárias do DF e Entorno se reúnem no dia 31 de julho, no 10º Congresso Distrital, para definir o plano de lutas da categoria para o próximo período. Entre os principais desafios estão o enfrentamento da pandemia, em defesa da saúde e da vida, o combate ao desmonte dos bancos públicos e às privatizações e garantia de emprego e de direitos.

Os trabalhadores de bancos públicos e privados vão também eleger seus representantes para a 23ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece em setembro, e para o 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), para o 37º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef) e para os demais encontros específicos por bancos (veja abaixo).

O Congresso Distrital terá ato de abertura na sexta-feira, dia 30, e será realizado de forma remota. As inscrições estão abertas e vão até o dia 29. Na segunda-feira 26 o Sindicato divulga a programação e a dinâmica dos debates que ocorrerão durante todo o dia 31.

> Clique aqui para se inscrever

Encontros nacionais por bancos acontecem entre os dias 3 e 8 de agosto

Banco do Brasil

As atividades do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) serão realizadas no dia 8 de agosto, com o tema “Construindo juntos o futuro do Banco do Brasil”.

Caixa

O 37º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef) “em defesa da Caixa e de seus empregos. Por um Brasil melhor” acontece no dia 7 de agosto.

BNB

O 27º Congresso Nacional dos Funcionário do Banco do Nordeste do Brasil acontece no dia 7 de agosto com o tema “Banco do Nordeste do Brasil e FNE juntos construindo um nordeste melhor”.

Bradesco

O encontro nacional dos bancários do Bradesco, a ser realizado no dia 3 de agosto, terá como mote “O que queremos do futuro é emprego, saúde e um Brasil melhor”.

Santander

O encontro nacional dos bancários do Santander será “Contra a precarização e em defesa da vida e do emprego”, no dia 3 de agosto.

Itaú

As atividades do Itaú serão no dia 5 de agosto com o mote “O futuro só será possível com emprego, saúde e melhores condições de trabalho”.

BMB

O Encontro Nacional do Banco Mercantil acontece no dia 4 de agosto, das 14h às 18h, com o tema “Garantindo conquistas e avançando em direitos dos empregados do Banco Mercantil do Brasil”.

BASA

O 12º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia “Desenvolvendo a região norte e o País” acontece no dia 8 de agosto.

Da Redação com informações da Contraf-CUT




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