- Locais: Procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para agendamento.
- Especialidades: Casos complexos são encaminhados para os CEOs.
- Próteses: O serviço de próteses dentárias é oferecido após avaliação nas unidades de saúde.
- Novidades: O Governo do Ceará recebeu novas unidades móveis de odontologia para ampliar o atendimento, inclusive em Fortaleza, beneficiando áreas vulneráveis.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Dentista grátis é Brasil Sorridente, SUS melhor com Lula
sábado, 13 de julho de 2024
Cuidando da nossa saúde mental jun24 - Reunião CTB Bancários DF c/ Graça Rocha, voluntária do CVV - 13/7 - sábado, às 10h no youtube
Palestra Graça Rocha, voluntária do CVV, e diálogo com bancários do núcleo sindical de base da CTB Bancários DF sobre a Saúde Mental, o Trabalho e a prevenção do suicídio.
A gravação vai estrear às 10h da manhã de hoje, sábado, 13/7/2024 no meu canal do Youtube
https://www.youtube.com/channel/UCqAMQlIIXqZdwqkdsEGrCjw
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
Conheça as Quatro chapas estão inscritas para as Eleições CASSI 2022 - Portal Cassi
Quatro chapas estão inscritas para as Eleições CASSI 2022
Publicado em: 31/01/2022
O prazo para o registro terminou às 18h desta segunda feira, 31/01/2022.
Segue abaixo, em cumprimento ao artigo 8º, inciso VI, do Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, o nome e a composição de cada uma das chapas inscritas, em ordem de recebimento dos requerimentos.
Para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo:
|
CHAPA: ENTRE QUE A CASA É SUA |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento |
1.694.918-8 |
Bruno Takeshi Kano |
|
Conselho Deliberativo - Titular 1 |
6.847.180-7 |
Maria das Graças Conceição Machado Costa |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 1 |
7.116.210-0 |
Mércia Maria Nascimento Pimentel |
|
Conselho Deliberativo - Titular 2 |
8.028.588-0 |
Patricia Franco Torciano |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 2 |
2.747.184-5 |
Eduardo Pulier Gonçalves |
|
CHAPA: MAIS UNIÃO na CASSI |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento |
6.589.490-1 |
Luiz Satoru Ishiyama |
|
Conselho Deliberativo - Titular 1 |
1.308.440-2 |
Arnaldo Fernandes de Menezes |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 1 |
6.805.865-9 |
Marcos Antônio Rampazo Morales |
|
Conselho Deliberativo - Titular 2 |
6.298.760-7 |
Loreni Senger Correa |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 2 |
8.945.549-5 |
Sandra Regina de Souza Navarro Bezerra |
|
CHAPA: CASSI INDEPENDENTE |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento |
8.150.040-8 |
Paulo Muradas Muradas |
|
Conselho Deliberativo - Titular 1 |
1.878.200-0 |
Carlos Rachman |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 1 |
0.722.573-3 |
Ana Maria Assunção Carneiro |
|
Conselho Deliberativo - Titular 2 |
0.279.621-X |
Alba Valéria Eira Fleury |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 2 |
3.767.500-1 |
Gilberto Morais |
|
CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento |
3.215.520-8 |
Fernando Amaral Baptista Filho |
|
Conselho Deliberativo - Titular 1 |
2.190.532-0 |
Cristiana Silva Rocha Garbinatto |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 1 |
2.067.991-2 |
Cláudio Alberto Fernandes do Nascimento |
|
Conselho Deliberativo - Titular 2 |
0.290.349-0 |
Alberto Alves Júnior |
|
Conselho Deliberativo - Suplente 2 |
3.787.219-2 |
Gilmar José dos Santos |
Para o Conselho Fiscal:
|
CHAPA: ENTRE QUE A CASA É SUA |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Conselho Fiscal - Titular 1 |
9.625.000-3 |
Waldenor Cezário Mariot |
|
Conselho Fiscal - Suplente 1 |
9.329.242-2 |
Thiago Noleto de Pádua |
|
CHAPA: MAIS UNIÃO na CASSI |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Conselho Fiscal - Titular 1 |
7.379.250-0 |
Nelson Bueno de Oliveira |
|
Conselho Fiscal - Suplente 1 |
5.765.800-5 |
José Paulo Antunes de Aguiar |
|
CHAPA: CASSI INDEPENDENTE |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Conselho Fiscal - Titular 1 |
5.075.639-7 |
Job da Silva Junior |
|
Conselho Fiscal - Suplente 1 |
8.775.470-3 |
Roosevelt da Costa Tavares |
|
CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária |
||
|
COMPOSIÇÃO |
MATRÍCULA |
NOME |
|
Conselho Fiscal - Titular 1 |
3.207.049-7 |
Fernanda Lopes de Oliveira |
|
Conselho Fiscal - Suplente 1 |
2.477.399-9 |
Diusa Alves de Almeida |
A divulgação das chapas aptas à homologação ocorrerá até o dia 08.02.2022, após a análise dos documentos apresentados e saneamento de eventuais irregularidades. A partir da divulgação das chapas aptas à homologação, ficará aberto o prazo para apresentação de pedido de impugnação de chapa(s) e/ou candidato(s), conforme Cronograma das Eleições CASSI 2022.
Todas as etapas do processo estão definidas no Regulamento de Consulta ao Corpo Social e no Edital de Convocação das Eleições CASSI 2022 e detalhadas também no Cronograma das Eleições, que consta no anexo 4 do Edital.
Os documentos e orientações estão acessíveis no
quinta-feira, 6 de janeiro de 2022
Suspensa a liminar que garantia de home office para grupo de risco e coabitantes no DF - Sindicato dos Bancários de Brasília
Sindicato dá orientações e seguirá na defesa da vida dos trabalhadores
Decisão judicial proferida nesta quarta-feira (5) suspendeu os efeitos da liminar concedida ao Sindicato com garantia de home office para grupo de risco e coabitantes.
O Ministro Corregedor do TST, Aloysio Silva Corrêa da Veiga, acolheu pedido do banco e suspendeu a liminar do Sindicato, que mantinha os empregados integrantes dos grupos de riscos e coabitantes em teletrabalho. A decisão afasta a obrigação imposta ao banco quanto à abstenção de convocar para o labor presencial os trabalhadores considerados grupo de risco da Covid-19 e os coabitantes, até que ocorra o exame da matéria pelo órgão jurisdicional competente.
O presidente do Sindicato, Kleytton Morais, aponta que “é absurdamente constrangedora e irresponsável a postura intransigente da direção do Banco do Brasil, que desde o dia 24 de novembro empreende uma verdadeira perseguição aos trabalhadores mais fragilizados à exposição da Covid 19”. O dirigente lembra ainda que “o banco ignora por completo as análises e recomendações fundamentadas em pareceres médicos que, atestando os riscos à saúde e vida dos colegas, recomendam a permanência no home office”.
Diante desse fato lamentável, a diretoria do Sindicato, reunida na noite dessa quarta-feira (5), debateu e deliberou sobre um conjunto de iniciativas que ampare e oriente os colegas.
“Intensificaremos a luta e fiscalização dos ambientes de trabalho, já
a partir da manhã desta quinta-feira promovendo visitas aos locais de
trabalho para levar orientações aos bancários e às bancárias e promover
ações que fortaleçam a luta coletiva por proteção à saúde e à vida de
todos. Do mesmo modo, chamaremos à responsabilidade aqueles que se
omitem e negligenciam a situação a que estão expostos os colegas no BB”,
diz o presidente do Sindicato.
Kleytton destaca, inclusive, o
silêncio da Cassi, em especial dos eleitos, que deveriam ser os
representantes dos interesses dos trabalhadores. “Mesmo admitindo o
crescimento exponencial da demanda por atendimento, ocasionado pela
ampliação dos casos de Covid e gripe, a Cassi não se manifesta no
sentido de orientar ao banco uma revisão dessa postura”, critica o
dirigente.
O Sindicato orienta quem está em teletrabalho a aguardar comunicação do BB a respeito de sua situação. É obrigação do banco emitir comunicado claro e objetivo àqueles convocados a retornar ao trabalho presencial.
Os bancários e bancárias de grupo de risco e coabitantes que discordarem da imposição de retorno ao trabalho presencial poderão questionar a decisão do banco, devendo procurar a Secretaria Jurídica do Sindicato para as providências. O escritório de assessoria jurídica já está em prontidão para o encaminhamento das ações.
Acione o Sindicato por seus canais de comunicação:
Jurídico – (61) 9 9603.2833
E-mail: sejur@bancariosdf.com.br
Presidência – (61) 9 9135.6710
E-mail: presidencia@bancariosdf.com.br
Central 1 – (61) 9 9965.6882
Central 2 – (61) 9 9656.3824
E-mail: centraldeatendimento@bancariosdf.com.br
Atendimento 1 – (61) 9 9667.2549
Atendimento 2 – (61) 9 9670.7998
E-mail: atendimento@bancariosdf.com.br
Saúde – (61) 9 9801.1141
E-mail: saude@bancariosdf.com.br
Convênios – (61) 9 9174-9046
E-mail: convenios@bancariosdf.com.br
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Papo Reto - CTB Bancários DF - 10/12 - A luta pela Saúde Continua!
Graças à pressão de toda a categoria e dos sindicatos, conseguimos liminares inclusive em Brasília. Negociação em mesa sustou por agora a volta dos funcis com comorbidade. Demora mostra limites da estratégia exclusivamente jurídica e o papel da mobilização e da união para a pressão.
COMBATA O SURTO NEGACIONISTA.
Documente sua situação e entregue ao gestor imediato e nos informe se houver problemas.
Rede de solidariedade e denúncias de riscos nos locais de trabalho por falta de EPI e atitudes isoladas. SESMT e CIPAS essenciais.
A luta pela Saúde continua!
LEIA A RESOLUÇÃO DA DIREÇÃO NACIONAL DA CTB (9/12)
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
O SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE SERGIPE CONSEGUE LIMINAR CONTRA O RETORNO IMEDIATO AO TRABALHO PRESENCIAL DE PESSOAS COM COMORBIDADES
07/12/2021
O Sindicato dos Bancários de Sergipe CONSEGUE LIMINAR CONTRA O RETORNO IMEDIATO AO TRABALHO PRESENCIAL DE PESSOAS COM COMORBIDADES
O Sindicato dos Bancários de Sergipe através de seu departamento jurídico com a assessoria do advogado Denis Arciere conseguiu liminar contra o Banco do Brasil que suspende todo e qualquer retorno ao trabalho presencial dos trabalhadores do grupo de risco, de forma imediata, até o julgamento final da presente demanda, sob pena de multa diária em razão do descumprimento, no importe de R$ 1.000,00 por empregado prejudicado.
A decisão foi proferida no dia de hoje, 07/12. Para o diretor do Departamento Jurídico do SEEB/SE, Everton Castro, esta decisão evidencia a presença do requisito de probabilidade do direito, considerando que há norma coletiva que diz ser prioritário o trabalho não presencial para aqueles empregados que fazem parte de grupo de risco, além de ausente a autorização para mudança do acordado em assembleia e, ainda, presente o perigo da demora. Esta ação ajuizada tem sólidos argumentos na legislação e na jurisprudência. “O Sindicato tem se empenhado em proteger os direitos dos trabalhadores. Portanto, a justiça foi feita”, completou”. Everton chama ainda a atenção dos colegas para no caso de descumprimento da decisão por parte do banco, entrar em contato imediatamente com o jurídico para que possamos tomar as providencias cabíveis.

sábado, 4 de dezembro de 2021
sábado, 22 de maio de 2021
sábado, 8 de maio de 2021
Parar o genocídio é uma tarefa política - In memorian de Leonardo Caverna e Júlio Salas - Paulo Vinícius da Silva
Perdemos mais um veterano da UJS para o genocídio. Outro dia, o Júlio Salas, grande líder secundarista do Amazonas da minha geração. Hoje, Leonardo Caverna. Quem será o(a) próximo(a). E é um problema político. A culpa é do Bolsonaro.
Leonardo Caverna, lembro de você arrombando o portão do 7 de Setembro no dia da manifestação que reuniu 70 mil pessoas no Fora Collor, a maior de todas. Não sei se eu estava ao carro de som, 1992, e vejo ele, a barriguinha, de chinela havaiana, pendurado na marquise e as pernas como um aríete, de calça jeans e sem camisa. Pou! E a estudantada do 7 saiu às ruas (nunca saía).
Ele era o mais animado dos estudantes das escolas privadas do Corredor da Av. Imperador. Sua energia e combatividade foram centrais para desenhar o mapa das passeatas de Fortaleza, ele e nossa galera (Andrea, Zizia, Paulinha, Huston, Cristóvão, Pádua, Rogério, Aírton, Paulo Henrique, Flávio Arruda, Saulo, Johnson, etc) e todas as correntes do ME alencarino, nós desenhamos aquele mapa. E ele arrastava a Imperador, aonde era sua escola, o Anglo. Por três caminhos (Liceu do Ceará - Adauto Bezerra-ETFCE e Justiniano de Serpa) dirigiam-se milhares de estudantes ao Centro de Fortaleza.
O cabelo grande e desalinhado, um cordão de osso no pescoço, nem sempre de camisa. Caverna foi consequência, como apelido - pra nós Caverninha. Depois, Leonardo Leite. Era um dos mais ensandecidos membros da terrível comissão de vacilos, até o Marcelo Nogueira, reitor da URBI -universidade regional dos brutos e ignorantes -tinha medo de levar uns sabacús, se vacilasse... Não era raro o Caverna surpreender a mim ou a outro amigo com- literalmente - uma mordida na bunda. Vinha ardiloso, com um sorriso moleque, vc tava em pé conversando, e, do nada, surgia o Caverna dando uma mordida de varar calça jeans! Como doía, mas, como não rir?!
Era uma força da vida, meu amigo Leonardo Leite. Era combativo, teimoso, socialista do PSB de raiz desde o leite materno, militante da UJS que me ensinou na prática como levávamos a sério a UJS ser maior que o Partido, reunindo a juventude socialista. Era um cara que era povo. No meio dos secundaristas, dos trabalhadores, da massa, ele era peixe dentro d'água. Torcedor Tricolor (Fortaleza) fanático, puxador de palavra de ordem, lembro dos pulinhos dele, com os pés unidos, cantando as mais fuleiras palavras de ordem que eu já ouvira. Formiguinha, vovó, elefante, todo tipo de loucura e todo os gritos da TUF. Dirigente sindical da CTB Ceará, pai, meu amigo, mais um da minha geração que tomba diante de o Brasil ter se tornado uma ameaça à vida, à saúde pública global.
Caverna não morreu só de COVID, ele não sobreviveu ao governo Bolsonaro. Você, que me lê, sabe se nós sobreviveremos?!
Não é uma questão teórica, mas político-prática. Não foi individual. As pessoas morrem por falta de vacina, por projeto, por corrupção descarada, pelo culto à ignorância, à burrice, ao crime. Nós estamos perdendo pessoas, inteligências, amores e isso é um problema político. Nos EUA, lembrou-me um amigo, a saída foi pelas ruas e com a eleição, e é verdade. O PCUSA resumiu, à época: tem de votar no Biden e mudar a política. Não podia vacilar. E deu certo.
No Brasil, mudaram bastante as coisas nos últimos dois meses e Lula retoma um digno protagonismo. A hora é de apostar na unidade, na ousadia, na esperança, na iniciativa política. Vislumbra o povo brasileiro retomar o governo? Sim, nós podemos.
Que fazer? No curso da CPI, o que fazer? Qual a unidade, quais as ações que possam parar o genocídio? Responder é o nosso compromisso com cada um que perdemos, com o nosso futuro, com a vida, com o Brasil.
Temos de lutar muito mais, unir muito mais, mudar o jogo! Retomar a vida, a democracia, o Brasil, cobrar tantos crimes contra o povo brasileiro, é nosso compromisso, é a saída, é como sobreviveremos! Leonardo Caverna, presente! Fora Bolsonaro Genocida!
quinta-feira, 22 de abril de 2021
CASSI: VOTAÇÃO RELATÓRIO CASSI 2020 - TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA VOTAR - CTBANCÁRI@S DF
A Votação do Relatório Anual da CASSI 2020 vai de 19 até o dia 28 de abril, as 18h.
A votação aprova ou reprova o resultado econômico-financeiro e as ações dA gestão da Caixa de Assistência.COMO VOTAR?
-> Pelo app e site da CASSI
-> Pelos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil.
-> Funcionários da ativa podem ainda usar o SisBB.
FALA A GESTÃO DA CASSI ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA
MENSAGENS DA DIRETORIA E DO CONSELHO DELIBERATIVO - SITE DA CASSI
POSIÇÃO DA CONTRAF-CUT
Baixe a matéria
A votação para aprovação do Relatório 2020 da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil começa nesta segunda-feira (19) e segue até às 18h do dia 28 de abril. Todos os associados à Cassi podem votar. O documento apresenta o resultado econômico-financeiro de 2020 e as principais ações de gestão da Cassi.A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a maioria dos sindicatos e federações da categoria bancária do país têm diversas críticas às ações de gestão da Cassi, mas indicam a aprovação do relatório porque o mesmo reflete fielmente o resultado econômico-financeiro do período e a não aprovação pode ocasionar problemas que podem prejudicar a manutenção da Caixa de Assistência dos funcionários.
“As ações da Cassi não são as mais adequadas para nós, associados. Mas, o relatório reflete a situação financeira da entidade. É isso o que estamos aprovando”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Nós fizemos um documento e vamos publicar um boletim O Espelho expressando nossas críticas”, completou.
Principais críticas
- Cassi é para cuidar da saúde, não para acumular dinheiro
A diretoria da Cassi apresentou o Balanço 2020 aos associados, vangloriando-se do superávit acumulado, como se fosse fruto de eficiência e inovações da gestão. Por vezes parece que apresentam o balanço de um banco, não de um plano de assistência à saúde. - Telemedicina é paliativo e compromete atenção integral à saúde
A Cassi implantou a telemedicina como alternativa de atendimento durante a pandemia. Vale como solução paliativa, inclusive para quem não tinha acesso à rede credenciada. Mas não pode ser adotada como solução definitiva, pois entra em choque com a Estratégia Saúde da Família (ESF), modelo adotado pelos melhores e mais modernos sistemas de saúde do mundo e que foi indicada por consultorias especializadas contratas pela própria Cassi, como a Accenture que atestou o ESF como melhor estratégia de redução de custos. - Associados querem redução da coparticipação e mais medicamentos
Como a situação financeira da Cassi está equilibrada, a Contraf-CUT e as demais entidades representativas reivindicam a redução dos percentuais de copartipação anteriores a 2019, revogando a decisão unilateral tomada pela diretoria da Cassi. Não faz sentido continuar penalizando aqueles que mais precisam dos serviços médicos.
A Contraf-CUT também defende a ampliação do fornecimento de medicamentos de uso contínuo, alguns deles de alto custo, para garantir o tratamento adequado para todos.
Sindicato dos Bancários de Brasília
POSIÇÃO DO ENFRENTE
domingo, 18 de abril de 2021
Professoras(es) e trabalhadoras(es)da Educação privada do DF fazem carreata por Vacina, Saúde e Vida! 21/04, FUNARTE às 9h00 - SINPROEP
Carta do SNPROEP À CTB DF:
O SINDICATO DOS PROFESSORES EM ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL, CNPJ n.º 07.695.678/0001-85, neste ato representado por sua Presidente, Sra. KARINA BARBOSA DE JESUS DA SILVA, vem expor ao Companheiro o que se segue:
Os trabalhadores da rede particular de ensino no Distrito Federal, desde o início da decretação do estado de calamidade pública pelo governo Ibaneis Rocha, em março de 2020, vêm enfrentando uma séria luta com o setor patronal e com o governo do Distrito Federal, pela isonomia de tratamento com a rede pública de ensino, que está laborando em atividades remotas, desde o começo da pandemia da COVID-19. Durante todo esse período de pandemia, o Sinproep-DF recorreu às diversas instâncias administrativas e judiciárias.
Conseguimos uma liminar que obrigou o GDF a suspender as atividades presenciais das entidades parceiras (creches conveniadas), que não foram incluídas no decreto de paralisação da rede pública e privada. O governador Ibaneis Rocha, cedendo à pressão do capital, determinou a volta das aulas presenciais da rede privada, quatro meses após o início da pandemia. Recorremos ao MPT e com o apoio dessa magna instituição, conseguimos adiar por quatro meses a volta às aulas presenciais. Em fevereiro, outra vez, os donos de escolas, com apoio do GDF, em pleno lockdown, conseguiram à volta das atividades presenciais.
Com o recrudescimento dos níveis de contaminação, vários profissionais se infectaram, foram hospitalizados e perderam a suas vidas. Em virtude do número de mortes de trabalhadores da educação privada no DF nas últimas semanas, a categoria passou a pressionar o Sindicato por medidas mais efetivas, por entender que, somente os caminhos institucionais, por si só, não estavam atingindo os objetivos desejados.
Nesse sentido, em assembleia, a categoria decidiu realizar uma “Carreata em defesa da Saúde e da Vida e pela Vacinação Já”, dos trabalhadores da educação pública e privada do DF e diante disso, vimos solicitar a importante participação dessa prestigiosa entidade à nossa mobilização. O evento será realizado no dia 21 de abril de 2021, com concentração a partir das 09 horas, no estacionamento do Complexo Cultural da FUNART, junto a Torre de TV, no Eixo Monumental e desde já, agradecemos o importante apoio nesse momento fundamental na defesa da saúde e da vida, dos trabalhadores na educação pública e privada do DF.
VAMOS SOMAR À LUTA POR VACINA JÁ!
terça-feira, 13 de abril de 2021
Cuide, use, valorize, defenda o SUS - Jussara Cony no Facebook
O SUS é o nosso Sistema de Saúde! O SUS é, historicamente, desde sua criação, uma construção coletiva e cotidiana! Por...
Publicado por Jussara Cony em Terça-feira, 13 de abril de 2021
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
Senador Humberto Costa desmascara farsa do App do Kit Cloroquina com vídeos do Ministro Pazuello
O ministério da Saúde disse que o aplicativo que recomendava remédios sem eficácia contra a Covid, como a cloroquina, até em bebês foi ativado "indevidamente". Mas encontraram o vídeo do dia do lançamento da plataforma em Manaus. Tirem as suas conclusões. pic.twitter.com/nqosK5BEmm
— Humberto Costa (@senadorhumberto) January 21, 2021
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Una indígena canadiense graba al personal de un hospital insultándola antes de morir - Russia Today
Una indígena canadiense de la comunidad Atikamekw ha fallecido este lunes en un hospital de Joliette, en Quebec. Mientras la paciente agonizaba, trabajadores del centro médico la insultaron varias veces sin saber que la mujer estaba grabando todo con su celular.
El video, transmitido en vivo a través de Facebook, registra perturbadoras imágenes de los últimos momentos de Joyce Echaquan. En él se escucha al personal sanitario decir frases como: "Eres estúpida como el infierno", "Solo sirve para tener sexo, mejor estaría muerta", entre otras.
ADVERTENCIA: El siguiente video puede herir su sensibilidad
Warning: The language in this story is disturbing.
— APTN News (@APTNNews) September 29, 2020
A painful video of an Atikamekw woman in a Quebec hospital shows the nurses attending her to be rude and dismissive.
The woman died shortly after posting the video live on Facebook.
Full story tonight on APTN National News. pic.twitter.com/rvl8zH4W7r
"Tengo siete hijos que se encuentran sin madre […] Estoy triste. Estoy tan triste", se oye decir a Joyce tras pedir ayuda repetidamente. "¿Has terminado de actuar como tonta? ¿Ya terminaste?", "Tomaste algunas malas decisiones, querida […] ¿Qué van a pensar tus hijos al verte así?", le responden los trabajadores en diferentes momentos.
Según contó a medios locales el esposo de la fallecida, Carol Dubé, su pareja acudió al hospital por un dolor de estómago el sábado y "dos días después murió". Otros familiares comentaron que la mujer padecía problemas cardíacos y consideran que le estaban dando demasiada morfina.
La muerte de Joyce, de 37 años, ha provocado una serie de vigilias y protestas en contra del racismo que enfrentan los indígenas en el país norteamericano. El Consejo de la Nación Atikamekw (CNA) interpeló al gobierno de Quebec sobre las circunstancias que precedieron al fallecimiento de la mujer.
"Es lamentable que en el 2020 este comportamiento todavía pueda ocurrir. Es responsabilidad de todos denunciarlo, especialmente en el contexto de los servicios de salud, cuyas normas éticas deberían protegernos del racismo", declaró el jefe del CNA, Constant Awashish.
Por su parte, las autoridades han anunciado el inicio de una investigación forense y administrativa. En una conferencia de prensa, el primer ministro de Quebec, François Legault, calificó el incidente como "inaceptable" y anunció que una de las enfermeras involucradas ya ha sido despedida.

Une enquête du coroner a été annoncée au lendemain de la mort d’une femme autochtone sur son lit d’hôpital à Joliette, indique la responsable des communications du Bureau du coroner du Québec, Dominique D’Anjou.https://t.co/4MoQsB4Rdl
— Radio-Canada (@iciradiocanada) September 29, 2020
Une centaine de personnes tiennent une vigile en mémoire de Joyce Echaquan décédée il y a quelques jours ds un hôpital de Joliette #rcqc #assnat. pic.twitter.com/hPsU8Chdnu
— Camille Simard (@camillesimard) September 29, 2020
terça-feira, 5 de maio de 2020
A luta contra a precarização do trabalho, pela saúde e a vida - Live com Paulo Vinícius (CTB), Trajano Jardim (SINPROEP) e Leo Matheus (UJS) - PCdoB DF
Participo de live hoje, às 19h00 - A luta contra a Precarização do Trabalho, pela Saúde e a Vida, com Leo Matheus (UJS) e o Prof. Trajano Jardim (SINPROEP) - PCdoB DF no Facebook
quinta-feira, 30 de abril de 2020
STF: Suspenso trecho da MP 927 que não considera coronavírus doença ocupacional - Migalhas
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Nesta quarta-feira, 29, o plenário do STF suspendeu dois trechos da MP 927/20, aquela que autoriza empregadores a adotarem medidas excepcionais em relação ao contrato de trabalho durante a pandemia da covid-19.
Por maioria, os ministros mantiveram a validade dos principais pontos da referida medida, mas suspenderam o art. 29 - que estabelece que o coronavírus não é doença ocupacional - e o art. 31 - que flexibiliza a atuação dos auditores fiscais do trabalho. Os dispositivos assim dispõem:
"Art. 29. Os casos de contaminação pelo coronavírus (covid-19) não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação do nexo causal.
Art. 31. Durante o período de cento e oitenta dias, contado da data de entrada em vigor desta Medida Provisória, os Auditores Fiscais do Trabalho do Ministério da Economia atuarão de maneira orientadora (...)"

Contexto
Os ministros analisaram sete ações, que foram ajuizadas respectivamente pelos partidos PDT - Partido Democrático Trabalhista (6.342), Rede Sustentabilidade (6.344), CNTM - Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (6.346), PSB - Partido Socialista Brasileiro (6.348), PCdoB - Partido Comunista do Brasil (6.349), Solidariedade (6.352) e CNTI - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (6.354)
Todas as entidades atacam a MP 927/20, sob o argumento comum de que a medida afronta direitos fundamentais dos trabalhadores, entre eles a reserva à lei complementar e a proteção contra a despedida arbitrária ou sem justa causa.
No dia 26/3, o ministro Marco Aurélio indeferiu pedido de concessão de medida liminar em todas as ações, mantendo a eficácia da medida provisória. O relator considerou que os acordos excepcionais firmados entre patrões e empregados para a manutenção do vínculo de emprego estão de acordo com as regras da CLT e com os limites constitucionais.
Na semana passada, no dia 23/4, Marco Aurélio referendou a liminar, votando no sentido da validade da medida provisória. Para ele, a MP visou "preservar empregos".
Voto a voto
Na tarde de hoje, os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes referendaram integralmente a liminar de Marco Aurélio.
Já o ministro Alexandre de Moraes referendou em parte, entendendo pela suspensão de somente dois artigos, o 29 e o 31. Para o ministro, o artigo 29 deve ser suspenso porque acaba sendo algo "extremamente ofensivo" para inúmeros trabalhadores de atividades essenciais, que estão expostos ao vírus. Moraes destacou que médicos, enfermeiros e motoboys poderiam ser encaixados nesse dispositivo.
Quanto ao artigo 31, Moraes disse que não há razão para suspender o trabalho dos auditores. Segundo o ministro, não pode haver uma fiscalização menor durante a pandemia, pois isso atenta contra a própria saúde do empregado e não auxilia em nada o combate à pandemia.
O ministro Edson Fachin teve sete dissonâncias com relação ao voto do relator. São elas:
-Quanto ao art. 2º: suspensão parcial para suprimir a eficácia do texto "que terá preponderância sobre os demais instrumentos normativos, legais e negociais, respeitados os limites estabelecidos na Constituição". Para Fachin, quando se estabelece a "preponderância" dos acordos individuais pretende, cria-se uma hierarquia normativa entre acordo individual e lei, extrapolando os limites da sua própria competência normativa.
-Quanto ao art. 4, parágrafo 5:
O texto diz assim: "O tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação fora da jornada de trabalho normal do empregado não constitui tempo à disposição, regime de prontidão ou de sobreaviso, exceto se houver previsão em acordo individual ou coletivo."
Fachin disse que tal artigo é inconstitucional pois, ao estipular tal previsão, o trecho torna possível a disponibilidade ilimitada do empregado a empregador, constituindo a ausência total de limites de sobrejornada de trabalho no regime de teletrabalho. "Flagrantemente incompatível com a CF", disse. O ministro afirmou que o tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação, no interesse exclusivo do trabalho, deve submeter-se às regras constitucionalmente estabelecidas para jornada e sobrejornada de trabalho.
-Quanto ao art. 14, caput, parágrafo 2º e art. 27, caput, parágrafo 2º: para dar interpretação conforme à CF a fim de explicitar que, se for o caso da celebração de acordos individuais, estes deverão submeter em seu disposto da MP 936.
-Quanto ao art. 15, parágrafos 1º - 3º; art. 16, parágrafo 1º e art. 17: suspensão integral dos artigos que versam sobre suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho;
-Quanto aos arts. 29 e 31: suspensão integral.
-Quanto ao art 36: suspensão por afronta à CF ao dizer que são consideradas convalidadas as medidas trabalhistas adotadas por empregadores que não contrariem o disposto na referida MP.
O ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o relator em todos os itens, exceto com relação a determinados pontos. Um deles é o art. 29 - sobre o tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação fora da jornada de trabalho - pela inconstitucionalidade. Assim, acompanhou a divergência. Quanto ao artigo 31, disse que é necessário haver uma interpretação conforme para que, mantendo a redação, em caso de recalcitrância, o auditor do trabalho fica investido de seus poderes de multar e autuar, e não somente de orientar.
A ministra Rosa Weber acompanhou a divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes e também acompanhou todos os pontos explicitados por Fachin. Além disso, agregou a suspensão parcial da eficácia do art. 3º inciso 6º e do art. 30 da MP, que versam sobre a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho e os acordos e as convenções coletivos.
A ministra Cármen Lúcia seguiu o voto de Alexandre de Moraes. Ou seja, validou a MP 927/20 em sua maior parte, mas entendeu pela suspensão dos arts. 29 e 31 (doença ocupacional e orientação dos auditores fiscais do trabalho).
O ministro Lewandowski enfatizou a importância do STF em analisar as MPs, sem prejuízo de futuramente passar pelo crivo do Congresso. Assim, referendou parcialmente a liminar, para suspender alguns artigos. São eles: art. 2º (parcialmente suspenso), arts. 3º, inciso 6º, 29 e 31.
Resultado
Pela suspensão do artigo 29 votaram: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux.
Pela suspensão do artigo 31 votaram: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux.
Registro
Diferentemente das outras sessões plenárias por videoconferência, nesta, o ministro Marco Aurélio estava trajado como se no Tribunal estivesse: de terno e toga.

Processos: ADIns 6.342, 6.344, 6.346, 6.348, 6.349, 6.352 e 6.354
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Célia, neta de Che Guevara é enfermeira que atende vítimas de Coronavírus em Cuba
Celia, nieta de Ernesto Che Guevara, enfermera atendiendo a los contagiados COVID-19 en uno de los hospitales de La Habana.— StalingradoEnCadaBarrio (@StaIingrado) April 28, 2020
"Vale, pero millones de veces más la vida de un solo ser humano, que todas las propiedades del hombre más rico de la tierra." pic.twitter.com/vAFeZf8kr6
VALIENTES: Celia, nieta del Che, en primera línea de batalla contra la COVID-19 en Cuba
Un día dijo: “Me di cuenta de que para ser un médico revolucionario o ser revolucionario, lo primero que debes tener es la revolución”.
Coletivizando no Youtube
-
Há grande caos sob os céus. As perspectivas são excelentes! Mao Zedong A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas O Brasil está na ...
-
A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...





