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terça-feira, 17 de março de 2026

CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados


CTB Bancários com as Chapas 2 e 55: Em Defesa de uma CASSI para os Associados!




A CTB Bancários reafirma seu compromisso inabalável com a saúde e o bem-estar das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. Neste pleito decisivo da CASSI, marchamos juntos com o Sindicato dos Bancários da Bahia no apoio às Chapas 2 (Diretoria e Conselho Deliberativo) e 55 (Conselho Fiscal).

Nossa escolha é pautada pela necessidade de uma gestão que priorize quem constrói o banco todos os dias. As chapas da coalizão "Cassi para os Associados" representam a resistência contra o desmonte e a garantia de um plano de saúde justo, solidário e sustentável.
Nossos Candidatos: Experiência e Compromisso

Chapa 2 (Diretoria e Deliberativo): Composta por Luciana Bagno (Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento), acompanhada de Gilmar José dos Santos, Diusa Alves de Almeida, Humberto Fernandes de Oliveira e Loreni Senger Correa.


Chapa 55 (Conselho Fiscal): Representada por Diego Alves Carvalho e Luana Narimatsu da Silva, nomes preparados para fiscalizar e garantir a transparência que os associados exigem.
Não deixe para a última hora!

O prazo final é na próxima segunda-feira. Para garantir que a CASSI continue sendo dos funcionários, sua participação é fundamental agora. A votação é rápida e segura:

App CASSI: Diretamente no seu celular.


Terminais de Autoatendimento (TAA): Nas agências do BB.


SisBB: Exclusivo para funcionários da ativa.


Votar nas Chapas 2 e 55 é votar na preservação dos nossos direitos e na qualidade do atendimento para nossas famílias.CTB BANCÁRIOS – A Luta é pra Valer!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

CTB Bancários apóia Chapa Unidos por uma Cassi Solidária - Com Cassi e CTB Bancários

 

A CTB Bancários se soma à chapa UNIDOS POR UMA CASSI SOLIDÁRIA, em que incluímos o camarada Cláudio Nascimento, Caixa Executivo do Banco do Brasil  da ativa aqui no Distrito Federal, como suplente do Conselho Deliberativo na Chapa liderada por Fernando Amaral.

Eleições nos dias 18 a 28 de Março.

Conselho Deliberativo, vote Chapa 6 

Conselho Fiscal, vote Chapa 77


CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento

3.215.520-8

Fernando Amaral Baptista Filho

Conselho Deliberativo - Titular 1

2.190.532-0

Cristiana Silva Rocha Garbinatto

Conselho Deliberativo - Suplente 1

2.067.991-2

Cláudio Alberto Fernandes do Nascimento

Conselho Deliberativo - Titular 2

0.290.349-0

Alberto Alves Júnior

Conselho Deliberativo - Suplente 2

3.787.219-2

Gilmar José dos Santos           

Para o Conselho Fiscal:

CHAPA: Unidos por uma Cassi Solidária

COMPOSIÇÃO

MATRÍCULA

NOME

Conselho Fiscal - Titular 1

3.207.049-7

Fernanda Lopes de Oliveira

Conselho Fiscal - Suplente 1

2.477.399-9

Diusa Alves de Almeida


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Conheça as Quatro chapas estão inscritas para as Eleições CASSI 2022 - Portal Cassi


segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

CTB Bancários DF reúne essa segunda (20/12) à 19h para debater saúde e CASSI


Em meio à volta ao trabalho presencial, liminares e perigos, e às vésperas da eleição da CASSI, a CTB Bancários DF reúne sua base no BB para preparar um feliz 2022 com saúde no trabalho bancário e defesa da CASSI.



quinta-feira, 22 de abril de 2021

CASSI: VOTAÇÃO RELATÓRIO CASSI 2020 - TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA VOTAR - CTBANCÁRI@S DF

A Votação do Relatório  Anual da CASSI 2020 vai de 19 até o dia 28 de abril, as 18h. 

A votação aprova ou reprova o resultado econômico-financeiro e as ações dA gestão da Caixa de Assistência.


COMO VOTAR?

-> Pelo app e site da CASSI

-> Pelos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil. 

-> Funcionários da ativa podem ainda usar o SisBB. 

FALA A GESTÃO DA CASSI ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA

MENSAGENS DA DIRETORIA E DO CONSELHO DELIBERATIVO - SITE DA CASSI 



 


POSIÇÃO DA CONTRAF-CUT

Baixe a matéria

A votação para aprovação do Relatório 2020 da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil começa nesta segunda-feira (19) e segue até às 18h do dia 28 de abril. Todos os associados à Cassi podem votar. O documento apresenta o resultado econômico-financeiro de 2020 e as principais ações de gestão da Cassi.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a maioria dos sindicatos e federações da categoria bancária do país têm diversas críticas às ações de gestão da Cassi, mas indicam a aprovação do relatório porque o mesmo reflete fielmente o resultado econômico-financeiro do período e a não aprovação pode ocasionar problemas que podem prejudicar a manutenção da Caixa de Assistência dos funcionários.

“As ações da Cassi não são as mais adequadas para nós, associados. Mas, o relatório reflete a situação financeira da entidade. É isso o que estamos aprovando”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Nós fizemos um documento e vamos publicar um boletim O Espelho expressando nossas críticas”, completou.

Principais críticas

  • Cassi é para cuidar da saúde, não para acumular dinheiro
    A diretoria da Cassi apresentou o Balanço 2020 aos associados, vangloriando-se do superávit acumulado, como se fosse fruto de eficiência e inovações da gestão. Por vezes parece que apresentam o balanço de um banco, não de um plano de assistência à saúde.
  • Telemedicina é paliativo e compromete atenção integral à saúde
    A Cassi implantou a telemedicina como alternativa de atendimento durante a pandemia. Vale como solução paliativa, inclusive para quem não tinha acesso à rede credenciada. Mas não pode ser adotada como solução definitiva, pois entra em choque com a Estratégia Saúde da Família (ESF), modelo adotado pelos melhores e mais modernos sistemas de saúde do mundo e que foi indicada por consultorias especializadas contratas pela própria Cassi, como a Accenture que atestou o ESF como melhor estratégia de redução de custos.
  • Associados querem redução da coparticipação e mais medicamentos
    Como a situação financeira da Cassi está equilibrada, a Contraf-CUT e as demais entidades representativas reivindicam a redução dos percentuais de copartipação anteriores a 2019, revogando a decisão unilateral tomada pela diretoria da Cassi. Não faz sentido continuar penalizando aqueles que mais precisam dos serviços médicos.
    A Contraf-CUT também defende a ampliação do fornecimento de medicamentos de uso contínuo, alguns deles de alto custo, para garantir o tratamento adequado para todos.


Sindicato dos Bancários de Brasília


POSIÇÃO DO ENFRENTE





quarta-feira, 31 de julho de 2019

Olivan Faustino: perda irreparável para os bancários - Sindicato dos Bancários da Bahia

[Olivan Faustino: perda irreparável para os bancários]

Olivan Faustino: perda irreparável para os bancários

Postado dia: 31/07/2019 - 10:49
É com imenso pesar que o Sindicato dos Bancários da Bahia comunica o falecimento de Olivan de Souza Faustino, na manhã desta quarta-feira (31/07). O sepultamento do ex-diretor do SBBA e funcionário do Banco do Brasil será às 17h, desta quinta-feira (1º/08), em Juazeiro. Todo o movimento sindical se solidariza com os familiares.

Natural de Paraguaçu Paulista, São Paulo, Olivan Faustino tinha 65 anos e deixou esposa e três filhos. Ele estava internado desde junho, no Hospital Português, em Salvador. Atualmente, ocupava o cargo de assessor da Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes na Cassi.

Faustino ingressou no BB em 1980. Sua história profissional no banco se confunde com a luta em defesa dos direitos dos bancários, que vai para além da Bahia e tem alcance nacional. 

Por ter sido membro da Comissão de Empresa dos Funcionários por diversos anos, Olivan participou ativamente de negociações com o Banco do Brasil, tendo papel fundamental nos debates com a empresa e nas conquistas que os trabalhadores obtiveram. Em breve, mais informações.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Conselheiros deliberativos da CASSI denunciam aumento escandaloso na co-participação



DENÚNCIA ⚠ Os conselheiros deliberativos eleitos Ronaldo, Káren e Otamir não participaram da última reunião do CD, 14/06, para impedir que fosse votado o aumento da coparticipação e a mudança na regra do 1/24, que sofreu uma nova interpretação e manterá a cobrança sem prazo limite.

🗣 Fazemos um chamado a todos os associados para que se mobilizem contra mais esse ataque.

📌 Confira o vídeo: http://bit.ly/31yffoO

quinta-feira, 30 de maio de 2019

CRISE NA CONFIANÇA - Cláudio Nascimento - Pres. do Conselho de Usuários da CASSI DF


Eis a questão.

CRISE NA CONFIANÇA

Todo processo de negociações pressupõe confiança entre as partes e nas tratativas que realizam.

Em 2018 vivenciamos a proposta de alterações do Estatuto Social - construída pela Cassi sem participação de Entidades – a qual visava introduzir modalidade de custeio com pagamento por dependentes como nova fonte de recursos para o Plano Associados. Dentre outras mudanças, atribuía ainda voto diferenciado ao representante do Patrocinador indicado como Diretor Presidente.

Submetida à consulta do Corpo Social foi rejeitada por aproximados 70% dos associados votantes.

Passo subseqüente, as Entidades Representativas buscaram a reabertura da Mesa Negocial com o Patrocinador – suspensa por iniciativa do Banco desde maio – em bases propositivas, técnica e atuarialmente viável.

Para tanto construíram proposta de consenso com a participação direta da governança da Cassi, devidamente encaminhada ao Banco e protocolizada como de praxe.

As Entidades momento algum reportaram notícias do exame ou de decisão proferida a respeito.

E onde fica a confiança que todos, especialmente os aposentados de boa cepa – hoje tidos como pós laborais – dedicaram ao Banco e às suas lideranças organizadas em associações e estruturas sindicais?

Sob novas perspectivas e rumos para o pais e sua economia, empresas estatais, o Banco e todas as áreas sob sua influência, iniciamos o ano com a pretendida retomada da Mesa Negocial sobre a Cassi.

Cenários nada promissores fundados nos sucessivos déficits dos últimos anos, foram avaliados em exaustivo esforço das partes, ainda que sob a ótica da proposta denegada em 2018. No horizonte mais próximo, a possibilidade de alguma forma de intervenção da ANS motivou os esforços de todos.

Surpreende no entanto o fato de que os fundamentos da nova proposta submetida ao Corpo Social vieram reiterar em sua essência os conceitos mais severamente rejeitados na consulta de 2018.

Louvem-se os esforços na redução do escopo do Voto de Qualidade e no abandono da lógica de mercado expressa pelo VRD e a re-incorporação do indicador de variação de salários e benefícios.

Colher o ensejo, velho chavão, para ampliar o alcance das alterações estatutárias e impor uma série de ajustes redacionais contribui para que aos olhos dos associados acenda-se um sem número de luzes amarelas, atenção! Como só os paranóicos sobrevivem, uma ameaça a cada esquina, cachorros mordidos por cobra, toda cautela ainda é pouca.

Mais uma vez a confiança volta a ser decisiva para escolha, SIM ou NÃO.

Se em 2018 estranhou-se a interrupção da Mesa e a estratégia de comunicação adotada pelo Patrocinador, desta feita, o súbito e pouco explicado reposicionamento de entidades e lideranças histórias, reforçou a necessária atenção e a busca por novos interlocutores.

Ao olhar dos participantes, na dúvida sobre esquadrinhar os “aperfeiçoamentos”, analisar possíveis “pegadinhas”, entregar novos poderes à representação patronal – insignificantes para alguns, desnecessários para muitos – antecipar a quebra da proporcionalidade no custeio do Plano Associados, mais simples, talvez a menor incerteza, tenha sido manter-se amparado pelo Estatuto Social vigente.

Tudo lhes pareceu estranho: de Entidades que prontamente saíram em defesa da Proposta Final, da forma como consolidaram o posicionamento junto às respectivas bases e instâncias de representação, dos feitos e declarações de autoridades disseminados pela imprensa quanto a empresas estatais, do papel institucional da ANS e das possibilidades de intervenção.

Estado de Direito e Ato Jurídico Perfeito, Estatuto Social, tudo a ver. Daí o NÃO.

E no amanhã como na música ou na novela, de volta ao começo, com toda a urgência que nossa Cassi merece.

Representados, sindicalizados ou não, associados ou não, participantes de grupos de discussão, o amanhã é o dia de agir, de chamar a discussão, a elucidação, o esclarecimento, o dia de encaminhar novos subsídios, novas tarefas às Entidades Representativas, o dia de prestar todo o apoio à retomada da Mesa Negocial com o Patrocinador, dia de buscar maior transparência e participação do Corpo Social.

Dia das representações acolherem em suas bases as angústias, dúvidas, sugestões e, muito especialmente, os novos olhares que se debruçaram neste escasso tempo disponível sobre nosso bem precioso, a Cassi.

A urgência no hoje é restabelecer a Confiança, maiúscula, no futuro das negociações envolvendo Entidades, Cassi, Patrocinador, ANS. Temos um Patrimônio, uma forma de cuidar Saúde, tradição e pioneirismo, movidos pelo princípio fundamental da Solidariedade. Temos um Estatuto Social forte, hígido. E temos uma crise de sustentabilidade a gerenciar.

O que não temos é tempo a perder.

Claudio Alberto F. do Nascimento Coordenador Conselho de Usuários DF

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Jornal CTB Bancários de Brasília em apoio à Chapa 1 defende a CASSI e o NÃO - Unidade e Resistência - Bancários de Brasília

CTB BANCÁRIOS AVALIA PROPOSTA CASSI E DIZ NÃO

A Mesa Negocial retomada pelo Banco do Brasil e Entidades Representativas do Corpo Social em 2019, processo de diálogo valorizado e apoiado pela CTB, resultou na apresentação em 27.03.2019, de Proposta Final para custeio e governança da Cassi.
Analisado o conteúdo, a CTB defende a manutenção do formato de gestão e governança da Cassi e rejeita a instituição de voto de qualidade para a função de Diretor-Presidente, visto que se contrapõe ao princípio da gestão compartilhada, impõe peso adicional e valoração à representante do Patrocinador ao gerar condições de ingerência direta sobre a atuação de representantes eleitos bem como sobre decisões colegiadas.
Quanto ao formato do custeio, conquanto resulte de projeções e cálculos atuariais exaustivos, aprovamos a retirada do VRD e a retomada de critério baseado na remuneração mas discordamos dos critérios de desigualdade – pisos e tetos - contidos na proposta, com penalização de segmentos de funcionários da ativa e de aposentados, a partir da quebra do Princípio da Solidariedade, motor e viabilizador da existência e da sobrevivência de nossa Cassi desde 1944.
A introdução de uma nova categoria de integrantes para o Plano Associados, aqueles admitidos a partir de 01.01.2018, merece pronto repúdio da CTB.
Em nome da transparência e da mútua confiança entre as partes, faz-se necessário melhor apresentação dos esforços para aprimoramento da ESF, em termos de quantificação de recursos e cronograma de investimentos no prazo pretendido de 4 (quatro) anos.
Avaliamos que os riscos para os Associados a partir da referida Proposta Final, considerado o ato jurídico perfeito sobre o qual se assenta o Estatuto Social, recomenda o NÃO como indicação de voto a ser defendido junto às bases da CTB, e aos Sindicatos onde se faz representar.
Recomendamos a manutenção de esforços com foco no diálogo e na construção de alternativas justas, solidárias e viáveis.
Ramo Financeiro da CTB

quarta-feira, 3 de abril de 2019

PROPOSTA DO BANCO PARA CASSI - MARTHA TRAMM

É bom pra quem?

Pois quem ganha mais é quem pode pagar mais sem comprometer a sua subsistência e da sua família,  no entanto quem ganha menos, VAI FICAR FORA, é questão de tempo, começa tirando aquele que precisa menos, até não aguentar pagar mais e pedir pra sair.

ESSE FILME ESTÁ EM CARTAZ, CHAMA-SE GEAP, segunda intervenção e em processo de extinção,  SIMPLESMENTE POR QUE AUTORIZARAM AS MUDANÇAS EM CURSO NA CASSI.

Tem alguém aí que confia plenamente no Banco e vai abrir mão do contrato vigente, chamado ESTATUTO SOCIAL, para desonerar o Banco,  por que ele não está satisfeito em crescer 20% ao ano com a exploração de seus colaboradores que são a força motriz dessa instituição que estão querendo destruir?

Ainda, se fizermos isso, estaremos facilitando a privatização do banco, ou será que ninguém está entendendo o cenário atual, ou preferem facilitar?

Ficamos 8 anos sem aumento, mudou o plano de carreira, inviabilizando o crescimento salarial, beneficiando o empregador e prejudicando o trabalhador e como consequência retirando recursos da Cassi.
De quem é a responsabilidade?

Destruiu a sede da Cassi localizada num setor hospitalar concorridissimo que tinha amplo espaço para atendimento próprio, sem custo extra e com várias especialidades que foi transformada num estacionamento.
Será que isso gerou perdas e custos indevidos para a Cassi?
Dê quem é a responsabilidade

Além disso, a gestão financeira sem tecnologia para suportar as mesmas práticas de eficiência financeira e operacional adotadas pelo banco, geram perdas significativas para a Cassi.
Dê quem é a responsabilidade?

Realiza troca de gestores constantemente, que são nomeados para o cativeiro premiado, gerando a descontinuidade negocial, pois a Cassi é o estaleiro para aposentadoria majorada.
De quem é a responsabilidade?

Ataca a saúde do trabalhador e ao programa Estratégia da Saúde da Família, para o qual já se comprometeu 2 vezes em investir no programa, mas não honrou a promessa, embora tenha havido aumento de contribuição pra isso.
De quem é a responsabilidade?

O Banco fez um cálculo atuarial errado e nos garantiu que o aporte extraordinário iria resolver a questao do déficit, mas não foi suficiente, nem para o primeiro ano.
De quem é a responsabilidade?

Explorou a força de trabalho dos seus colaboradores, de forma ilegal, ou seja, sem o correspondente pagamento de horas extras, muitas prescritas, isso reduziu a contribuicao da Cassi, mas beneficiou o banco.
De quem é a responsabilidade?

Mas graças à luta sindical, alguns anos serão  indenizados, após o julgamento das ações coletivas, em curso.

Essa perda impactou e impacta à Cassi, mas beneficiou e beneficia o Banco.
De quem é a responsabilidade?

Àquelas horas extras que ainda estão vigentes, são negociadas por meio de uma CCV rebaixada, em média, 10% do valor, sem aporte à Cassi e Previ, reduzindo o custeio, de novo.
De quem é a responsabilidade?

Incorpora bancos e trata os seus novos colaboradores com direitos rebaixados, sem Cassi, atacando o custeio e vai analisar a possibilidade de inclusão na Cassi se aceitarmos a retirada dos nossos direitos.
Ainda joga uns contra os outros.
SERÁ QUE É ÉTICO?
De quem é a responsabilidade?

Contrata funcionários e quer deixar sem Cassi,  reduzir o custeio e impedir o ingresso de população jovem para suportar o pacto de gerações.
Dê quem é a responsabilidade?

Por que o Banco ataca tanto a Cassi e seus funcionários?

Pensei que os colegas do banco  fossem colegas, mesmo aqueles que alcançassem os cargos mais altos, mas infelizmente, parece que o poder transforma tudo, até a essência humana, a fraternidade e o espírito humanitário.
Será que isso é verdade?

As cartas estão na mesa e essa MESA QUE É A UNICA FONTE DE ESPERANÇA E CONFIANÇA  DESSES TRABALHADORES, não pode aceitar ser tratada com desrespeito, desprezo e humilhação, pois essa mesma MESA apresentou uma proposta de consenso com todas as entidade, inclusive com participação técnica da Cassi, elaborada de forma justa, factível e com calculo atuarial correto, atendendo a todos e o Banco não apreciou, não respondeu, jogou na gaveta, mas queremos e merecemos ser tratados com dignidade e continuamos aguardamos a resposta, pois essa é a NOSSA PROPOSTA
PROBLEMA FINANCEIRO SE RESOLVE COM APORTE DE DINHEIRO E GESTÃO E PARA ISSO NAO EXISTE NECESSISADE DE ALTERAÇÃO DO ESTATUTO QUE ESTÁ SENDO USADO PARA RETIRADA DE DIREITOS

Não vamos aceitar que o banco tire da cartola um atestado de óbito,  e sem data certa em nome da Cassi para que os associados assinem,   apesar da consulta feita e rejeitada por ampla e acachapante maioria dos associados, o banco insiste, nos coagindo da forma mais cruel, atacando nossa saúde e direito a um tratamento digno, quando adoecermos, tudo isso, em nome do
do capital.

PRECISAMOS É DE MOBILIZAR A BASE PARA MANIFESTAR O DESAGRADO E ESCLARECER O QUÊ ESTÁ EM JOGO É TUDO EM TROCA DO NADA!

NÃO ACEITAMOS ESSA PROPOSTA, ELA NÃO REPRESENTA OS ASSOCIADOS, QUEBRA A SOLIDARIEDADE, RETIRA NOSSAS GARANTIAS, REDUZ O SALÁRIO/APOSENTADORIA E FACILITA A PRIVATIZAÇÃO DO BANCO

Martha Tramm
29 Mar 2019

CTB BANCÁRIOS AVALIA PROPOSTA CASSI


A Mesa Negocial retomada pelo Banco do Brasil e Entidades Representativas do Corpo Social em 2019, processo de diálogo valorizado e apoiado pela CTB, resultou na apresentação em 27.03.2019, de Proposta Final para custeio e governança da Cassi.

Analisado o conteúdo, a CTB defende a manutenção do formato de gestão e governança da Cassi e rejeita a instituição de voto de qualidade para a função de Diretor-Presidente, visto que se contrapõe ao princípio da gestão compartilhada, impõe peso adicional e valoração à representante do Patrocinador ao gerar condições de ingerência direta sobre a atuação de representantes eleitos bem como sobre decisões colegiadas.

Quanto ao formato do custeio, conquanto resulte de projeções e cálculos atuariais exaustivos, aprovamos a retirada do VRD e a retomada de critério baseado na remuneração mas discordamos dos critérios de desigualdade – pisos e tetos - contidos na proposta, com penalização de segmentos de funcionários da ativa e de aposentados, a partir da quebra do Princípio da Solidariedade, motor e viabilizador da existência e da sobrevivência de nossa Cassi desde 1944.

A introdução de uma nova categoria de integrantes para o Plano Associados, aqueles admitidos a partir de 01.01.2108, merece pronto repúdio da CTB.

Em nome da transparência e da mútua confiança entre as partes, faz-se necessário melhor apresentação dos esforços para aprimoramento da ESF, em termos de quantificação de recursos e cronograma de investimentos no prazo pretendido de 4 (quatro) anos.

Avaliamos que os riscos para os Associados a partir da referida Proposta Final, considerado o ato jurídico perfeito sobre o qual se assenta o Estatuto Social, recomenda o NÃO como indicação de voto a ser defendido junto às bases da CTB e aos Sindicatos onde se faz representar.

Recomendamos a manutenção de esforços com foco no diálogo e na construção de alternativas justas, solidárias e viáveis.


Ramo Financeiro da CTB

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Sem razões para o não, SIM para a CASSI - Paulo Vinícius Silva


Sou favorável à aprovação do acordo da CASSI sob votação até o dia 21 de novembro.Nele se decide se damos um aporte temporário de 1℅ para preservar a CASSI - o BB daria 23 milhões -,  até dezembro de 2019, tempo para aperfeiçoar sua governança, o controle de contas e ter aí um novo momento de debate e decisão.

O não se legitima primeiramente pela postura do BB, com a pressa com que fez a consulta. Esse gesto - estranho -, dá vazão a desconfianças, umas legítimas, outras, não. Seleciono alguns argumentos para o escrutínio da crítica, sem demérito de legítimas diferenças.

I - Não resolve tudo, então prefiro que não resolva nada.
II - Vocês não solucionaram a crise da CASSI. Então, vamos aprofundar a crise na Cassi, quem sabe melhora...
III - O não vencedor potencializará um cataclismo que OBRIGARÁ o BB a negociar.

Pelo fim, a rejeição não obriga nada, só o pagamento de juros e a perpetuação/aumento do déficit. E mostrará a incapacidade de uma auto-gestao com dois patrocinadores - em paridade - resolver de modo negociado suas diferenças quanto à sustentabilidade da CASSI.

Seria duríssimo golpe na governança da Cassi. Esgotaram-se as reservas e a CASSI está no cheque especial, pagando juros ao Bb, acreditem. Então, se há cataclismo, é contra a CASSI, é contra cada um(a) usuário (a). Nós somos a CASSI. Tem de ter mais cuidado com a nossa CASSI e com soluções incendiárias quando adentram a perigosa seara da saúde. É preciso tomar tento com alguns delírios, pavores e com nossa própria auto-estima.

Há um longo caminho de luta sobre a CASSI, em qualquer cenário. Agonias apenas agoniam, não aconselham que preste.

Expressão das posturas "taca fogo ni tudo", "o mundo vai se acabar", "NADA NUNCA JAMAIS SEMPRE" é a negativa do que se avançou. Para diminuir-nos, elude, tergiversa, oculta nossas vitórias e méritos na negociação.

Há uma unidade em temas fundamentais que vão pelo ralo do sendo comum atual, nessa anomia politica, sob a fragmentação pós moderna e a negação da política, posições conservadoras. Esse bloqueio favorece que ignoremos temas complexos da gestão, da saúde do trabalhador, de concepções de saúde  e dos próprios agentes humanos no processo, que são os gestores, os funcionários da Cassi - gente que ama e vive a Cassi -, e os usuários. Nós estamos nessa conta.

É preciso apontar para os problemas a partir de nossas forças, com esses consensos que emanaram do movimento para as mesas, os pontos de unidade:
a) defesa da solidariedade com a unidade ativa e aposentados e pacto intergeracional;
b) não tem fundo de investimentos a desobrigar o bb scom seus aposentados e aposentadas;
c) não altera contribuição fixa.

O acordo Estabece uma contribuição provisória circunscrita à discussão, e haverá uma consultoria. A proposta se fortaleceu pela incorporação de um índice superior à inflação comum, o FIPE saúde, como fator de ajuste para o BB, acima da inflação geral.

Defendemos que a CASSI assegure a perenidade de seus princípios através do excelente atendimento a nós, usuários. Houve grande engenharia e há interesses e lacunas que são importantes pelo papel de ponte que o acordo assume.
Então, tivemos grandes vitórias nos temas gerais nessa etapa, e há outros que passam para outra fase de disputa, sem a faca no pescoço.

Central nessa fase é o processo de afirmação da Estratégia Saúde da Família como a via da superação do déficit. A medicina preventiva, integral, voltada à população bancária num período de recrudescimento do adoecimento psíquico, nossa qualidade de vida, são de tal monta os temas imbricados na Cassi. Daí a importância de os usuários e usuárias tomarem parte na decisão e no controle social da CASSI, imensa lacuna desse processo.

É pelo pertencimento e a participação que poderemos avançar nos temas da saúde do trabalhador e da trabalhadora. Há um longo caminho de luta pela frente e devemos agir como donos da Cassi e não como consumidores de um plano de saúde.

Há uma indústria da doença, máfias, há uma crise generalizada no setor. É preciso buscar a verdade do adoecimento como parte do trabalho e entender porque adoecemos tanto, e desse ou daquele jeito. A gestão precisa ser tema, por óbvio. E a luta se coloca para outra batalha mais adiante. Ou seja, a luta continua.

E temos de reiterar sempre a crítica que o açodamento, a correria, não ajudou em nada o ambiente necessário a um acordo provisório que dá fôlego à Cassi, e segue o debate. Há quem queira fazer disso uma razão válida à rejeição. Não é, porque o tempo corre contra a Cassi. A luta não é em linha reta, é preciso unidade, luta e ginga para vencer as batalhas complexas, como é a da Cassi.
Não há varinha de condão, é preciso defender a CASSI. Por isso temos pé firme no que já conquistamos nessa caminhada. Queremos sim, tirá-la da crise aguda e disputar seus rumos. Quem quer a cassi em crise, anseia por mercantilizá-la, olho aberto.
Devemos defender a governança da cassi e aperfeicoá-la no sentido do acompanhamento personalizado, com a ESF e impulsionar uma vasta rede de conselhos como controle social efetivo pelos próprios usuários e nas Conferências de saúde.  Isso tudo é dizer sim à Cassi.

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