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domingo, 19 de julho de 2020
domingo, 15 de dezembro de 2019
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
El pueblo defiende su proceso histórico: Daniel Ortega, presidente da Nicarágua e líder da Revolução Sandinista
El presidente de Nicaragua, Daniel Ortega, indicó este jueves en el acto de solidaridad con el presidente venezolano Hugo Chávez que el corazón del pueblo de Venezuela y de Latinoamérica ha salido a enfrentar "una batalla por la vida y la liberación de los pueblos" en cambio "los buitres" no se han dado cuenta de que "el pueblo está más beligerante que nunca y defiende su proceso histórico". teleSUR
http://multimedia.telesurtv.net
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Daniel Ortega ganha eleições com ampla vantagem - Portal Vermelho
Daniel Ortega ganha eleições com ampla vantagem - Portal Vermelho
O presidente nicaraguense, Daniel Ortega, foi reeleito neste domingo (6) com 66,43% dos votos, segundo dados preliminares da apuração oficial das eleições realizadas na Nicarágua.
O empresário de rádio Fabio Gadea, da aliança oposicionista Partido Liberal Independiente (PLI), se coloca em segundo lugar, com 25,92% dos votos, em uma jornada em que o comparecimento às urnas foi de 70% dos eleitores.
Em terceiro lugar está o ex-presidente Arnoldo Alemán (1997-2002), do Partido Liberal Constitucionalista (PLC), com 7,10%.
Atrás de Alemán, em quarto lugar, se situa o ex-dirigente da “Contra” antissandinista e atual deputado Enrique Quiñónez, da Aliança Liberal Nicaraguense (ALN), com 0.2%, e na quinta posição vem o acadêmico Roger Guevara, da Aliança pela República (Apre), com 0,07% dos votos.
Antes da leitura destes primeiros resultados, milhares de simpatizantes do presidente Ortega saíram às ruas e praças de Manágua para celebrar antecipadamente sua vitória nas eleições deste domingo.
Saudação de Chávez
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, felicitou seu colega nicaraguense, Daniel Ortega, pelo triunfo nas eleições nacionais e destacou que esta vitória consolida o projeto de integração dos povos da América.
A nova vitória popular, além de fortalecer a esperança em um futuro de dignidade e soberania para toda a região, é expressão do sólido apoio dos nicaraguenses a uma gestão de governo de grande vocação popular, expressou o mandatário venezuelano.
Chávez sublinhou que a Alba, como um esforço avançado na integração de nossa América, tem na Nicarágua um grande baluarte e na direção do comandante e presidente Daniel Ortega um de seus mais destacados dirigentes.
Com agências
O presidente nicaraguense, Daniel Ortega, foi reeleito neste domingo (6) com 66,43% dos votos, segundo dados preliminares da apuração oficial das eleições realizadas na Nicarágua.
O empresário de rádio Fabio Gadea, da aliança oposicionista Partido Liberal Independiente (PLI), se coloca em segundo lugar, com 25,92% dos votos, em uma jornada em que o comparecimento às urnas foi de 70% dos eleitores.
Em terceiro lugar está o ex-presidente Arnoldo Alemán (1997-2002), do Partido Liberal Constitucionalista (PLC), com 7,10%.
Atrás de Alemán, em quarto lugar, se situa o ex-dirigente da “Contra” antissandinista e atual deputado Enrique Quiñónez, da Aliança Liberal Nicaraguense (ALN), com 0.2%, e na quinta posição vem o acadêmico Roger Guevara, da Aliança pela República (Apre), com 0,07% dos votos.
Antes da leitura destes primeiros resultados, milhares de simpatizantes do presidente Ortega saíram às ruas e praças de Manágua para celebrar antecipadamente sua vitória nas eleições deste domingo.
Saudação de Chávez
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, felicitou seu colega nicaraguense, Daniel Ortega, pelo triunfo nas eleições nacionais e destacou que esta vitória consolida o projeto de integração dos povos da América.
A nova vitória popular, além de fortalecer a esperança em um futuro de dignidade e soberania para toda a região, é expressão do sólido apoio dos nicaraguenses a uma gestão de governo de grande vocação popular, expressou o mandatário venezuelano.
Chávez sublinhou que a Alba, como um esforço avançado na integração de nossa América, tem na Nicarágua um grande baluarte e na direção do comandante e presidente Daniel Ortega um de seus mais destacados dirigentes.
Com agências
sábado, 5 de novembro de 2011
Eleições na Nicarágua: Ortega tem 59% das intenções de voto - Portal Vermelho
Eleições na Nicarágua: Ortega tem 59% das intenções de voto - Portal Vermelho
Apesar das tentativas de semear desconfiança e instabilidade, a Nicarágua vive neste sábado (5), a escassas horas das eleições nacionais, que acontece neste domingo (6), um clima de paz e otimismo. Com o 59,6% por cento das intenções de voto, a vantagem do presidente Daniel Ortega resulta irreversível, estimou o último estudo pré eleitoral da Consultora Século Novo. O segundo candidato, Fabio Gadea, do Partido Liberal Independente, tem 15% por cento das preferências.
Os outros aspirantes são o ex-mandatário Arnoldo Alemán, pelo agrupamento que comanda o Partido Liberal Constitucionalista; Enrique Quiñonez, do partido Aliança Liberal Nicaraguense (ALN), e Róger Guevara, quem representa à coalizão criada em torno de Aliança pela República (APRE).
Leia também:
Direita deve vencer eleição na pobre e violenta Guatemala
Segundo a pesquisa de Século Novo, Alemán tem 13,1% das intenções de sufrágio, enquanto os nominados pela ALN e APRE ficam com menos de um por cento.
Dados oficiais indicam que neste domingo funcionarão 12.960 juntas receptoras de votos (colégios), as quais abrirão suas portas às 7 horas local.
Cerca de 3,4 milhões de cidadãos maiores de 16 anos estão aptos a votar. Espera-se que pelo menos 2,9 milhões votem neste domingo, destacou o CSE.
Oposição violenta
Adversários da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) trataram de criar distúrbios em várias localidades, denunciou ontem o magistrado Roberto Rivas, presidente do Conselho Supremo Eleitoral (CSE).
Em uma coletiva de imprensa, Rivas disse que se tratam de grupos pequenos, interessados em promover a violência em Matiguás (centro), El Sauce (ocidente) e em outros territórios. Segundo estimou, são tentativas "de gerar ruído e conflitos" a fim de impedir as votações em municípios "onde as correntes políticas" inscritas na oposição se apresentam "com fraquezas".
Vários manifestantes entraram à força no Conselho Eleitoral Municipal em Matiguás, onde confiscaram 342 documentos de identidade, 220 documentos alternativos (válidos para votar) e bateram em servidores públicos eleitorais, explicou.
Golpes baixos
Rivas qualificou os acontecimentos como atitude agressiva assumida por simpatizantes de algumas organizações políticas, e confirmou que em Matiguás todos os materiais eleitorais estão prontos, sob o cuidado do Exército e a Polícia.
Por sua vez, oficiais de reserva notificaram que ex-membros do Exército receberam ofertas em dinheiro para executar atos violentos com o propósito de sabotar as votações. O general Rodrigo González manifestou à rádio La Primerísima que o distúrbio foi reportado pelo Representante Nacional dos Veteranos de Guerra, uma organização com cerca de 40 mil filiados.
Nós também somos cidadãos e utilizamos nossa autoridade, que ganhamos nos campos de batalha, para dizer que a melhor contribuição à democracia no país é sair a votar, disse González à emissora.
Tranquilidade prevalece
Segundo Rosario Murillo, coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania, a tranquilidade prevalece, o que demonstra a confiança dos nicaraguenses na restituição de direitos cidadãos impulsionada pelo atual Executivo, desde o início de seu mandato em janeiro de 2007.
Em comunicação telefônica com Multinoticias do Canal 4 da televisão nacional, a dirigente reiterou o chamado ao diálogo e o entendimento, pois "devemos aprender a reconhecer-nos todos como irmãos independentemente de como pensemos".
O país "comprometeu-se a realizar este processo eleitoral com absoluto compromisso com a Constituição, o direito e a vontade dos cidadãos". Quatro políticos opositores competem contra o presidente Daniel Ortega, quem aspira à reeleição como candidato da aliança Unida, Nicarágua Triunfa, liderada pelo FSLN.
Fonte: Da redação com a Prensa Latina
Apesar das tentativas de semear desconfiança e instabilidade, a Nicarágua vive neste sábado (5), a escassas horas das eleições nacionais, que acontece neste domingo (6), um clima de paz e otimismo. Com o 59,6% por cento das intenções de voto, a vantagem do presidente Daniel Ortega resulta irreversível, estimou o último estudo pré eleitoral da Consultora Século Novo. O segundo candidato, Fabio Gadea, do Partido Liberal Independente, tem 15% por cento das preferências.
Os outros aspirantes são o ex-mandatário Arnoldo Alemán, pelo agrupamento que comanda o Partido Liberal Constitucionalista; Enrique Quiñonez, do partido Aliança Liberal Nicaraguense (ALN), e Róger Guevara, quem representa à coalizão criada em torno de Aliança pela República (APRE).
Leia também:
Direita deve vencer eleição na pobre e violenta Guatemala
Segundo a pesquisa de Século Novo, Alemán tem 13,1% das intenções de sufrágio, enquanto os nominados pela ALN e APRE ficam com menos de um por cento.
Dados oficiais indicam que neste domingo funcionarão 12.960 juntas receptoras de votos (colégios), as quais abrirão suas portas às 7 horas local.
Cerca de 3,4 milhões de cidadãos maiores de 16 anos estão aptos a votar. Espera-se que pelo menos 2,9 milhões votem neste domingo, destacou o CSE.
Oposição violenta
Adversários da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) trataram de criar distúrbios em várias localidades, denunciou ontem o magistrado Roberto Rivas, presidente do Conselho Supremo Eleitoral (CSE).
Em uma coletiva de imprensa, Rivas disse que se tratam de grupos pequenos, interessados em promover a violência em Matiguás (centro), El Sauce (ocidente) e em outros territórios. Segundo estimou, são tentativas "de gerar ruído e conflitos" a fim de impedir as votações em municípios "onde as correntes políticas" inscritas na oposição se apresentam "com fraquezas".
Vários manifestantes entraram à força no Conselho Eleitoral Municipal em Matiguás, onde confiscaram 342 documentos de identidade, 220 documentos alternativos (válidos para votar) e bateram em servidores públicos eleitorais, explicou.
Golpes baixos
Rivas qualificou os acontecimentos como atitude agressiva assumida por simpatizantes de algumas organizações políticas, e confirmou que em Matiguás todos os materiais eleitorais estão prontos, sob o cuidado do Exército e a Polícia.
Por sua vez, oficiais de reserva notificaram que ex-membros do Exército receberam ofertas em dinheiro para executar atos violentos com o propósito de sabotar as votações. O general Rodrigo González manifestou à rádio La Primerísima que o distúrbio foi reportado pelo Representante Nacional dos Veteranos de Guerra, uma organização com cerca de 40 mil filiados.
Nós também somos cidadãos e utilizamos nossa autoridade, que ganhamos nos campos de batalha, para dizer que a melhor contribuição à democracia no país é sair a votar, disse González à emissora.
Tranquilidade prevalece
Segundo Rosario Murillo, coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania, a tranquilidade prevalece, o que demonstra a confiança dos nicaraguenses na restituição de direitos cidadãos impulsionada pelo atual Executivo, desde o início de seu mandato em janeiro de 2007.
Em comunicação telefônica com Multinoticias do Canal 4 da televisão nacional, a dirigente reiterou o chamado ao diálogo e o entendimento, pois "devemos aprender a reconhecer-nos todos como irmãos independentemente de como pensemos".
O país "comprometeu-se a realizar este processo eleitoral com absoluto compromisso com a Constituição, o direito e a vontade dos cidadãos". Quatro políticos opositores competem contra o presidente Daniel Ortega, quem aspira à reeleição como candidato da aliança Unida, Nicarágua Triunfa, liderada pelo FSLN.
Fonte: Da redação com a Prensa Latina
terça-feira, 29 de março de 2011
TeleSURtv.net - Libia nombra a nicaragüense Miguel D` Escoto como su representante ante la ONU
TeleSURtv.net - Libia nombra a nicaragüense Padre Miguel D` Escoto como su representante ante la ONU:
El Gobierno libio nombró este martes como representante del país norteafricano ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU) al ex canciller de Nicaragua, Padre Miguel D' Escoto.
“El Comité Popular General de Enlace Exterior y Cooperación Internacional comunicar a vuestra Excelencia que la Jamahiria ha decidido nombrar al Señor Miguel D’Escoto Brockmann, ex Ministro del Exterior de Nicaragua como su representante de las Naciones Unidas en Nueva York”, anunció el canciller libio, Moussa Kusa, en una carta enviada al Secretario General de la ONU, Ban ki-moon.
La minuta informa que D`Escoto está autorizado para hablar en nombre del pueblo libio ante los órganos del Sistema de Naciones Unidas.
Precisa que la decisón se toma luego que Ali Abdussalam Treki, que fue nombrado representante de Libia en una carta del pasado 4 de marzo, no pudiera iniciar sus obligaciones como representante de Libia por no conseguir visa de entrada al territorio de Estados Unidos de América.
Por su parte, el presidente de Nicaragua, Daniel Ortega pidio a D' Escoto aceptar el nombramiento y representar al pueblo y al Gobierno libio en su lucha por restablecer la Paz y defender su legítimo derecho a resolver sin injerencia externa sus conflictos nacionales.
El pasado 24 de marzo, D' Escoto había viajado a Nueva York a fin de coordinar en la ONU los esfuerzos de Nicaragua con otros países para tratar de poner fin a la agresión contra Libia.
El viaje respondía a instrucciones precisas del presidente nicaragüense,que le indicó "luchar de la forma más efectiva para buscar que se detenga la masacre en Libia", declaró el padre D'Escoto antes de partir, reportó la emisora capitalina La Nueva Radio Ya en su sitio Web.
"Vamos en manifestación de solidaridad con el gran pueblo libio, a encontrar la paz a través de la justicia y los métodos pacíficos", dijo el sacerdote de la orden de los Maricknoll, de acuerdo con la misma fuente.
Destacó que la masacre que está cometiendo Estados Unidos, Reino Unido, Francia y otros aliados contra Libia, "nos incumbe a todos porque es un quebrantamiento de la paz, es una violación al derecho internacional y no lo podemos dejar pasar".
Según D' Escoto, el presidente estadounidense, Barack Obama, excedió a su predecesor, George W. Bush, y Washington, por sus prácticas imperiales y su política exterior, "constituye la peor amenaza a la paz y a la seguridad internacional, llevando a la humanidad al borde de la extinción".
D' Escoto fue presidente del sexagésimo tercer período de sesiones de la Asamblea General de las Naciones Unidas, de junio de 2008 a septiembre de 200, por lo que conoce al detalle las estructuras y el funcionamiento de la organización y aboga por la reforma y la democratización de esa organización mundial.
El Gobierno libio nombró este martes como representante del país norteafricano ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU) al ex canciller de Nicaragua, Padre Miguel D' Escoto.
“El Comité Popular General de Enlace Exterior y Cooperación Internacional comunicar a vuestra Excelencia que la Jamahiria ha decidido nombrar al Señor Miguel D’Escoto Brockmann, ex Ministro del Exterior de Nicaragua como su representante de las Naciones Unidas en Nueva York”, anunció el canciller libio, Moussa Kusa, en una carta enviada al Secretario General de la ONU, Ban ki-moon.
La minuta informa que D`Escoto está autorizado para hablar en nombre del pueblo libio ante los órganos del Sistema de Naciones Unidas.
Precisa que la decisón se toma luego que Ali Abdussalam Treki, que fue nombrado representante de Libia en una carta del pasado 4 de marzo, no pudiera iniciar sus obligaciones como representante de Libia por no conseguir visa de entrada al territorio de Estados Unidos de América.
Por su parte, el presidente de Nicaragua, Daniel Ortega pidio a D' Escoto aceptar el nombramiento y representar al pueblo y al Gobierno libio en su lucha por restablecer la Paz y defender su legítimo derecho a resolver sin injerencia externa sus conflictos nacionales.
El pasado 24 de marzo, D' Escoto había viajado a Nueva York a fin de coordinar en la ONU los esfuerzos de Nicaragua con otros países para tratar de poner fin a la agresión contra Libia.
El viaje respondía a instrucciones precisas del presidente nicaragüense,que le indicó "luchar de la forma más efectiva para buscar que se detenga la masacre en Libia", declaró el padre D'Escoto antes de partir, reportó la emisora capitalina La Nueva Radio Ya en su sitio Web.
"Vamos en manifestación de solidaridad con el gran pueblo libio, a encontrar la paz a través de la justicia y los métodos pacíficos", dijo el sacerdote de la orden de los Maricknoll, de acuerdo con la misma fuente.
Destacó que la masacre que está cometiendo Estados Unidos, Reino Unido, Francia y otros aliados contra Libia, "nos incumbe a todos porque es un quebrantamiento de la paz, es una violación al derecho internacional y no lo podemos dejar pasar".
Según D' Escoto, el presidente estadounidense, Barack Obama, excedió a su predecesor, George W. Bush, y Washington, por sus prácticas imperiales y su política exterior, "constituye la peor amenaza a la paz y a la seguridad internacional, llevando a la humanidad al borde de la extinción".
D' Escoto fue presidente del sexagésimo tercer período de sesiones de la Asamblea General de las Naciones Unidas, de junio de 2008 a septiembre de 200, por lo que conoce al detalle las estructuras y el funcionamiento de la organización y aboga por la reforma y la democratización de esa organización mundial.
El Gobierno libio nombró este martes como representante del país norteafricano ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU) al ex canciller de Nicaragua, Padre Miguel D' Escoto.
“El Comité Popular General de Enlace Exterior y Cooperación Internacional comunicar a vuestra Excelencia que la Jamahiria ha decidido nombrar al Señor Miguel D’Escoto Brockmann, ex Ministro del Exterior de Nicaragua como su representante de las Naciones Unidas en Nueva York”, anunció el canciller libio, Moussa Kusa, en una carta enviada al Secretario General de la ONU, Ban ki-moon.
La minuta informa que D`Escoto está autorizado para hablar en nombre del pueblo libio ante los órganos del Sistema de Naciones Unidas.
Precisa que la decisón se toma luego que Ali Abdussalam Treki, que fue nombrado representante de Libia en una carta del pasado 4 de marzo, no pudiera iniciar sus obligaciones como representante de Libia por no conseguir visa de entrada al territorio de Estados Unidos de América.
Por su parte, el presidente de Nicaragua, Daniel Ortega pidio a D' Escoto aceptar el nombramiento y representar al pueblo y al Gobierno libio en su lucha por restablecer la Paz y defender su legítimo derecho a resolver sin injerencia externa sus conflictos nacionales.
El pasado 24 de marzo, D' Escoto había viajado a Nueva York a fin de coordinar en la ONU los esfuerzos de Nicaragua con otros países para tratar de poner fin a la agresión contra Libia.
El viaje respondía a instrucciones precisas del presidente nicaragüense,que le indicó "luchar de la forma más efectiva para buscar que se detenga la masacre en Libia", declaró el padre D'Escoto antes de partir, reportó la emisora capitalina La Nueva Radio Ya en su sitio Web.
"Vamos en manifestación de solidaridad con el gran pueblo libio, a encontrar la paz a través de la justicia y los métodos pacíficos", dijo el sacerdote de la orden de los Maricknoll, de acuerdo con la misma fuente.
Destacó que la masacre que está cometiendo Estados Unidos, Reino Unido, Francia y otros aliados contra Libia, "nos incumbe a todos porque es un quebrantamiento de la paz, es una violación al derecho internacional y no lo podemos dejar pasar".
Según D' Escoto, el presidente estadounidense, Barack Obama, excedió a su predecesor, George W. Bush, y Washington, por sus prácticas imperiales y su política exterior, "constituye la peor amenaza a la paz y a la seguridad internacional, llevando a la humanidad al borde de la extinción".
D' Escoto fue presidente del sexagésimo tercer período de sesiones de la Asamblea General de las Naciones Unidas, de junio de 2008 a septiembre de 200, por lo que conoce al detalle las estructuras y el funcionamiento de la organización y aboga por la reforma y la democratización de esa organización mundial.
teleSUR-Prensa Latina/ nh- MM
El Gobierno libio nombró este martes como representante del país norteafricano ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU) al ex canciller de Nicaragua, Padre Miguel D' Escoto.
“El Comité Popular General de Enlace Exterior y Cooperación Internacional comunicar a vuestra Excelencia que la Jamahiria ha decidido nombrar al Señor Miguel D’Escoto Brockmann, ex Ministro del Exterior de Nicaragua como su representante de las Naciones Unidas en Nueva York”, anunció el canciller libio, Moussa Kusa, en una carta enviada al Secretario General de la ONU, Ban ki-moon.
La minuta informa que D`Escoto está autorizado para hablar en nombre del pueblo libio ante los órganos del Sistema de Naciones Unidas.
Precisa que la decisón se toma luego que Ali Abdussalam Treki, que fue nombrado representante de Libia en una carta del pasado 4 de marzo, no pudiera iniciar sus obligaciones como representante de Libia por no conseguir visa de entrada al territorio de Estados Unidos de América.
Por su parte, el presidente de Nicaragua, Daniel Ortega pidio a D' Escoto aceptar el nombramiento y representar al pueblo y al Gobierno libio en su lucha por restablecer la Paz y defender su legítimo derecho a resolver sin injerencia externa sus conflictos nacionales.
El pasado 24 de marzo, D' Escoto había viajado a Nueva York a fin de coordinar en la ONU los esfuerzos de Nicaragua con otros países para tratar de poner fin a la agresión contra Libia.
El viaje respondía a instrucciones precisas del presidente nicaragüense,que le indicó "luchar de la forma más efectiva para buscar que se detenga la masacre en Libia", declaró el padre D'Escoto antes de partir, reportó la emisora capitalina La Nueva Radio Ya en su sitio Web.
"Vamos en manifestación de solidaridad con el gran pueblo libio, a encontrar la paz a través de la justicia y los métodos pacíficos", dijo el sacerdote de la orden de los Maricknoll, de acuerdo con la misma fuente.
Destacó que la masacre que está cometiendo Estados Unidos, Reino Unido, Francia y otros aliados contra Libia, "nos incumbe a todos porque es un quebrantamiento de la paz, es una violación al derecho internacional y no lo podemos dejar pasar".
Según D' Escoto, el presidente estadounidense, Barack Obama, excedió a su predecesor, George W. Bush, y Washington, por sus prácticas imperiales y su política exterior, "constituye la peor amenaza a la paz y a la seguridad internacional, llevando a la humanidad al borde de la extinción".
D' Escoto fue presidente del sexagésimo tercer período de sesiones de la Asamblea General de las Naciones Unidas, de junio de 2008 a septiembre de 200, por lo que conoce al detalle las estructuras y el funcionamiento de la organización y aboga por la reforma y la democratización de esa organización mundial.
teleSUR-Prensa Latina/ nh- MM
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