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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Flávio Dino: amplitude, grandeza e ousadia em defesa da democracia e do Brasil

Radicalizar ampliando, e ampliar radicalizando.
Diógenes Arruda Câmara Ferreira


Um fato político discreto, mas de  proporções animadoras, ocorreu semana passada, 27 de junho, em Brasília, com a cobertura do movimento de Flávio Dino em defesa da democracia, aquando sua visita ao Ex-Presidente José Sarney. Só então ganhou destaque o que se iniciou um mês antes, com a visita de Dino a FHC (27/05) e quando ao lado da Presidenta do PCdoB, Vice-Governadora de Pernambuco, Luciana Santos, conversaram com o ex-Presidente Lula (06/06), em sua injusta e armada prisão em Curitiba. Apenas ao dirigir-se ao seu mais representativo adversário local, é que Dino teve êxito naquilo que realmente queria comunicar: a democracia e o Estado de Direito devem ser defendidos por todos os Brasileiros e Brasileiras, não se resumindo a um patrimônio exclusivo da esquerda. 




As questões nacional e democrática superam os limites da esquerda, conceitualmente, se tudo der certo. Porque também pode suceder o inverso, adverso, perverso, como tem sido, razão importante de nossas sucessivas derrotas desde o próprio Golpe de 2016.

Ou assumimos uma postura conseqüente, sem amadorismos, responsável diante da Nação e da Democracia em risco, ou subestimamos o risco e nos assoberbamos, amesquinhado-nos, em verdade.  Ou dirigimos amplas bandeiras democráticas e nacionalistas, construindo a Frente Ampla, ou, tolamente, havemos de crer que a defesa a democracia e da soberania brasileira só caibam à esquerda e perderemos a ambas e muito mais.

Desde há muito, nos momentos mais terríveis da humanidade, destacaram-se os comunistas pela grandeza com que abriram mão de seus interesses e mesmo de suas mágoas, de sua saúde, de sua vida, tudo em favor do melhor para todos. O gesto de Flávio Dino é testemunho atual de uma tradição que remonta à Frente Única Antifascista, aos Aliados, Roosevelt, Stalin e Churchill à mesma mesa, ou a ter no mesmo palanque Prestes e a Getúlio. João Amazonas tampouco hesitou em dizer a Tancredo que só o seu nome abriria os caminhos da democracia, mesmo a partir do voto indireto no Colégio Eleitoral. E não há razão para negar a contribuição de Sarney na redemocratização, ao suspender a intervenção em sindicatos, entregar o cargo ao eleito Collor, já com a aprovação da Constituição de1988.  Todas as vitórias de Dino e a republicanização do Maranhão foram posteriores a esses fatos. A firmeza de Dino sempre se equilibrou sobre a moderação da justiça, da democracia e da ética. Ele ganhou sempre na política, jamais no grito. E tampouco assumiu posturas arrogantes, odiosas, desrespeitosas com quem quer que seja. Talvez seja desse tipo de gestos generosos e claros que o Brasil precise. Essa política o leva a mudar o Maranhão. Quem vence não deve ser rancoroso, arrogante, nem tampouco confundir-se com o passado.


Mas, claro, podemos dizer, ao invés: "não vai ter golpe", "Diretas Já é ceder ao golpe", só a esquerda é boa, pura, suficiente  - um pedaço apenas -, e seguir de abismo em abismo, como tem sido.

Parte do trauma político da divisão dos brasileiros nessa conjuntura de guerras híbridas, vivida a partir de 2013, agravada com todas as injustiças cometidas contra o maior líder político brasileiro, Lula, consiste precisamente em condicionar o povo a uma resposta política sectária, irrefletida, pseudomoralista, a afirmar que, só a partir da "pureza" e do isolamento daqueles que sempre "estiveram certos", superaremos a conjuntura desesperadora que o país vive. Ao fim e ao cabo, é um fio de Ariadne às avessas. Longe de nos desembaraçar do Labirinto, é precisamente aquele que nos perde.

A cada gesto, diálogo, medida de governo, evidencia-se o momento gravíssimo que o país vive, desconstituindo-se a olhos vistos diante do mundo estupefato, e com o patrocínio da mais perigosa potência imperialista. As arbitrariedades cometidas, a conspiração, a violação da soberania popular, as mentiras, a vergonha cotidiana que não cessa, a piora da vida, o medo, a fome que novamente grassa, a destruição do país, da democracia e dos direitos do povo precisam parar JÁ. Esse desejo deve ganhar os corações de todos os que desejam o melhor para o Brasil e para si mesmos(as). Trata-se da sobreviência, é preciso deter o esquartejamento do país em praça pública.

Cristalino está que o entreguismo, os gestos autoritários e a conspurcação das instituições exigem grandeza, diálogo, superar a lógica binária e construir uma ampla aliança para isolar o fascismo, deter o entreguismo lambe-botas dos EUA, desbancar a corrupção e a ditadura do rentismo parasitário, o maestro da tragédia. Há que resgatar as conquistas dos trabalhadores, ousar ter esperança, retomar o investimento e o crédito, o emprego, o desenvolvimento, que são as bases da paz. Só a partir dessa Frente Ampla conseguiremos mostrar ao povo brasileiro a luz no fim do túnel, e poderemos repetir esse gesto a tantas pessoas enganadas, que se perderam. Guerra híbrida é isso, por todos os poros dramatizar as tensões no seio do povo, destruindo as bases da convivência, envenenando a alma nacional, corrompendo, mentindo, até que não possamos sequer abraçar nossos familiares.

O que mais dói é terem dividido o povo brasileiro. Dividir para conquistar, eis a máxima que nos grita a perceber que não podemos seguir perdendo para a súcia de incompetentes, corruptos inimigos do país. É preciso ter gestos como o de Flávio Dino, esse diálogo respeitoso e democrático em favor do país. Isso não implica ter ilusões, mas dar a oportunidade histórica de sairmos desse buraco, pois já é tarde. Acreditar no isolamento como virtude e na impossibilidade do diálogo como método não significa mais firmeza, muito ao contrário. É um gesto impotente, que se basta na vacuidade do que não realiza. O elogio da derrota nem em terapia há de servir muito, quanto mais em política. A política é a esperança de um bem, dizia há muito Aristóteles, e é cada vez mais clara a necessidade de recuperar o brio da Nação Brasileira, de sua Democracia e de sua Classe Trabalhadora para sairmos desse porão do fundo do poço. Ao contrário de companheiros que se desdobram em provocações quando há no campo adversário cisões, sou daqueles que as celebra. É preciso em política, minimamente, saber fazer conta.

O PCdoB tem olho de águia, não é de bravata, nem de amadorismo. O fascismo sempre o considerou seu inimigo figadal, assim como o imperialismo. É quem desde antes do Golpe tem defendido a Frente Ampla como caminho para repactuar o País, e em cada lugar que age, na luta, no parlamento, na justiça, ouve-se de seus quadros a defesa da Frente Ampla, da Democracia e do Brasil. Ao contrário de uma visão provinciana, ciosa de sua condição periférica, cega para os dramas nacionais que a envolvem e limitam, Flávio Dino foi grande no gesto e na articulação que defende. E, assim, ao tempo que denuncia com firmeza entreguismo ditatorial de quem não defende o país, projeta a si ao Maranhão ao centro do debate sobre os dramas  que vivemos, em busca das saídas para o pais ameaçado.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Reivindicações históricas das Professoras(es) são atendidas pelo governo Flávio Dino - SINPROESEMMA

SINPROESEMMA
Seis meses após visitar a sede administrativa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), o governador Flávio Dino voltou a se reunir, na manhã desta terça-feira (20), no Palácio dos Leões, com os dirigentes sindicais. Desta vez, não mais para discutir, mas apresentar medidas, o novo governador confirmou o reajuste de 13,01% para efetivos e anunciou a recomposição de 15% para contratos temporários, além de 11 mil progressões, manutenção dos contratos e reformas em escolas.
Reajuste e progressões – No quesito valorização dos servidores, Flávio Dino reafirmou a informação passada ao SINPROESEMMA no último sábado (dia 17) sobre a recomposição salarial de 13,01% dos servidores efetivos do magistério. O reajuste, que é fruto do piso nacional do magistério, será creditado na folha de pagamento de janeiro. A surpresa ficou por conta do anúncio do reajuste de 15% sobre as remunerações dos contratos temporários.
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Além disso, o governo finalmente anunciou a concessão de 11 mil progressões que integram a segunda parcela do acordo homologado entre o SINPROESEMMA e o governo do estado. Os educadores eram para serem progredidos no começo do mês, mas o governo anterior não preparou o decreto, o que foi feito somente agora.
Escolas dignas e democracia – Além disso, o governador anunciou a reforma de 97 escolas da redeestadual que estão ameaçando as vidas dos alunos, professores e pais. Ao lado disso, Flávio disse que está trabalhando para garantir a realização das eleições para o cargo de gestor em agosto. A intenção do governo é fazer as eleições simultaneamente e transformá-las em oportunidade para a comunidade escolar debater a educação pública.
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Contratos e concurso – Para a contratação de pessoal, Flávio Dino anunciou a prorrogação de 4.980 contratos temporários e um seletivo para o preenchimento de mil vagas. As duas medidas, segundo o governador, são emergencias para garantir o ano letivo de 2015 e deverão ser as últimas, pois os contratos existentes serão substituídos por concursos públicos.
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Reconhecimento – Após o anúncio das medidas, o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, usou o microfone para enfatizar que boa parte das ações representa atendimento à pauta histórica levantada pela entidade, principalmente os progressões que foram amarradas no acordo do fim da greve de 2013. “Foram várias greves, campanhas salariais e passeatas. Os atos anunciados são em reconhecimentos à luta histórica de vários companheiros da educação do estado”, destacou.
O dirigente lembrou que a professora da rede estadual, Sinésia Pereira Cutrim de Jesus, que morava em Viana, faleceu, em 2013, vítima de um ataque cardíaco enquanto cobrava a concessão das progressões, que há 20 anos não era feito. “Quero homenagear a companheira Sinezia que morreu enquanto participava de greve organizada pelo sindicato. O sonho dela era ter a sua progressão assinada”, acrescenta.
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sábado, 8 de novembro de 2014

Dialéticos, Flávio Dino e o Programa do PCdoB desconcertam e apontam caminhos - Paulo Vinícius Silva

"Ampliar radicalizando e radicalizar ampliando"
Diógenes Arruda

"O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo"
Programa Socialista do PCdoB


Muito bonita a entrevista de Flávio Dino ao agora - alvíssaras! - demitido Fernando Rodrigues, no UOL. Seu preâmbulo foi a defesa do PCdoB - Partido Comunista do Brasil -, seu nome, valores e História, indissociável do seu compromisso com os desafios diante da ampla frente política e com o povo maranhense. E só por esse começo, já valeria.

Ademais, alinhado na prática e na teoria com o Programa Socialista para o Brasil, Flávio Dino apresenta com absoluta fidelidade a visão contemporânea dos caminhos ao socialismo, intrinsecamente ligados à questão nacional, ao estágio do desenvolvimento econômico real, ao período de luta de resistência que ainda vivemos. Sendo um governador com minoria na assembleia e cercado por 50 anos de influência econômica e política da mais longeva das oligarquias, encastelada de alto a baixo na máquina estadual, ele não larga a utopia, mas aponta um horizonte factível, recusando-se às armadilhas da interpretação que a direita tem do socialismo, que ignora sobejamente ou falsifica os desenvolvimentos da teoria e da construção concreta do socialismo, liderada hoje pela experiência chinesa. Flávio Dino desmonta essas armadilhas, sem permitir aprisionar-se naquilo que o adversário diz de nós, numa notável demonstração de domínio de si e da linha partidária, assim como da realidade local.

Desse modo, não alisa, alinha as possibilidades do Maranhão e de seu mandato no horizonte de uma revolução democrático-burguesa, no seu sentido clássico, haja vista o terrível atraso do Maranhão, cuja riqueza em meio século de oligarquia só pôde deixar o povo mais pobre. A luta que ele enfrenta é concretamente contra o clientelismo, a negação da cidadania, a ausência do republicanismo, o descumprimento flagrante da legalidade, e é diante dela que se posta, sem tergiversações, sem vender o que não poderia fazer, mas, ao mesmo tempo, propondo um desafio cuja concretude não o faz menos grandioso, desafiador e necessário à mudança no Brasil.

Nesse sentido, há opções difíceis, é certo, mas que ele não originou. Infelizmente, a falta de apoio histórica que o PT não nos deu - e não apenas no Maranhão, mas sempre aonde o Partido pôde alçar-se ao Executivo - acabou por levá-lo às concretas escolhas da disputa que liderou e venceu - e que é apenas o começo de uma guerra com incontáveis batalhas. Sempre divergi dos que o queriam "enquadrar", negando a realidade concreta do papel titânico que teve de assumir, de mudar o Maranhão como estamos a mudar o Brasil, mas sem o apoio daqueles que lideram esse processo no país. Ora, a vida é cheia de contradições, e também a política, e não vejo porque não as reríamos, nem aceito tantas respostas fáceis de quem não pisou aquele barro. Preferi confiar no taco dos camaradas e de nossa direção, achando na verdade cada vez mais ridículo essa ingenuidade política tão presente  ao sermos tanta vez mais realistas que o rei, meros instrumentos ou trampolins para quem quer que seja.  Pagamos terrível preço por essa "bondade", que pode até nos levar ao céu, mas jamais ao poder e ao socialismo num país da complexidade do Brasil. Aprendamos com Niemeyer a beleza da curva no concreto, e quereremos linhas retas na política?!

A linha, além de curva, é tênue muitas vezes na política. E para as críticas aos silêncios tópicos a que as circunstâncias o obrigaram - por ser o fiador da frente que lidera - vejo o tirocínio dos distintos papéis de cada um, expressa na posição clara do Comitê Estadual maranhense, cujo resultado no Estado foi a maior votação do país para a Presidenta Dilma. Para quem aprendeu no PCdoB que a confusão entre Partido, Governo e Movimento foi uma das principais causas do fim do socialismo europeu, o Maranhão deu uma aula que pode ser muito útil à esquerda, ao PT e ao PCdoB, e ao Brasil. Quem tiver ouvidos, ouça o grito dessa justa e efetiva tática e do direito inalienável de uma posição própria do nosso Partido, que contribua, mas não se confunda, nem abdique de nosso próprio protagonismo, a despeito das armadilhas no caminho.

Quando comparamos esse posicionamento com o de outras legendas de esquerda, confrontadas com dilemas muito mais simples, é que devemos tirar o chapéu para esse camarada ainda tão jovem, mas dotado de uma capacidade impressionante, que será posta à prova não apenas nos turnos da eleição presidencial, mas ao longo do épico desafio de mudar profundamente o Maranhão, alinhando-o ao Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento pelo qual tanto temos lutado nesse país gigantesco, complexo, mestiço e decisivo, o nosso Brasil. E digo mais, Flávio Dino é a própria expressão de uma contribuição dada por Lênin, mas cuja síntese foi tão genialmente dita por Diógenes Arruda: "Ampliar radicalizando e radicalizar ampliando". Ora, sem dialética, sem paciência, sem tática e estratégia, sem compromisso com o povo real, é melhor brincar de outra coisa, talvez a literatura, certamente a estéril ou temerária demagogia, mas jamais a política. Vladimir Lenin, Deng Xiao Pin e João Amazonas precisam ser entendidos como o que de fato são, referências essenciais para deslindar os caminhos sumamente complexos de construir o socialismo em países como a Rússia, a China e o Brasil.

E para o Brasil, os dilemas dos próximos quatro anos - com o rescaldo das eleições de 2014 - demandarão firmeza, é certo; povo mobilizado, sem dúvida; mas também tática, maleabilidade, e o desarme da extrema direita. Assim, as pistas que dá sobre a Reforma Política merecem grande atenção.

Flávio Dino dá um show de elegância e simpatia, mostra-se  sem rancores, centrado nos objetivos maiores de seu povo, capaz de liderar todas as forças possíveis com vistas à consecução de um programa transformador. E diferencia-se habilmente tanto dos estigmas com que se busca definir os comunistas, como também de uma visão seguidista, sem identidade, simplista tanto da política nacional, quanto da própria esquerda, afirmando um pensamento próprio, que é, sim, o do PCdoB.

Confira no link a seguir essa memorável entrevista que abre um novo ciclo para a contribuição destacada do PCdoB para mudar o Brasil, agora à frente desse imenso desafio no Executivo:

Entrevista de Flávio Dino a Fernando Rodrigues no UOL

E para quem não conhece - como o próprio Fernando Rodrigues demonstrou -, sugiro a leitura do Programa Socialista do PCdoB

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

RENATO RABELO: Cada um(a): ajude a eleger Flávio Dino governador do Maranhão, um dever que temos com o Brasil

BLOG DO RENATO RABELO:

Eleger Flávio Dino governador do Maranhão é um dever que temos com o Brasil


Esse ano, eleger Flávio Dino governador do Maranhão é uma prioridade do nosso partido. É um dever que temos com o Brasil: levar ao Maranhão todos os avanços que o país conquistou nos ultimos 12 anos. O nosso companheiro Flávio Dino tem adversários com muito poder econômico e a nossa força nesta importante batalha vem do povo e da nossa militância. Eu peço a cada um dos militantes do nosso partido, cada um mesmo: — contribua com a campanha de Flávio Dino através do seu site, www.flaviodino65.com.br.

Eu contribui, cada um de nós deve fazer o mesmo, por mais modesta que seja essa contribuição. Esse é um gesto de apoio e solidariedade concreta que podemos dar a ele e ao povo maranhense. Compartilhe essa mensagem, converse com seus amigos sobre isso, vamos todos com Flávio Dino, todos pelo Maranhão.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pesquisa mostra Flávio Dino com 58% das intenções de voto - Portal Vermelho

Pesquisa mostra Flávio Dino com 58% das intenções de voto em São Luis(MA)- Portal Vermelho

João Castelo(PSDB) é o segundo com 21% na disputa para a prefeitura de São Luís (MA); Max Barros é o terceiro com 6,17%. Num eventual segundo turno o pré-candidato do PCdoB venceria o tucano João Castelo de 60% a 27,33%.

Dados de uma pesquisa divulgada na manhã desta terça-feira (27), pelo jornalista Itevaldo Júnior (itevaldo.com) mostram o pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) à frente com larga vantagem sobre o segundo colocado na disputa para a prefeitura de São Luís (MA). Dino aparece com 58% das intenções de voto, o atual prefeito João Castelo(PSDB) tem 21% e o Secretário de Obras do Estado, Max Barros, ficou com 6%. É a segunda pesquisa que mostra o pré-candidato do PCdoB vencendo no primeiro turno.

O levantamento foi feito pelo Instituto Amostragem nos dias 9, 10 e 11 deste mês. Foram ouvidas 600 eleitores em 71 bairros localizados em 11 regiões da cidade. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Em vários outros cenários testados na pesquisa o atual prefeito demonstra dificuldades em superar os adversários. Isso sobretudo porque a rejeição dele é de elevados 49%, conforme apurou a pesquisa.

Sem Flávio Dino na disputa, os demais nomes ventilados como possíveis candidatos pelo campo oposicionista tem grandes chances de vencer o atual prefeito. O deputado federal Edvaldo Holanda Júnior (PTC), por exemplo, já aparece neste cenário com 34% contra 29,67% dados a Castelo. Os outros nomes ventilados também demonstram potencial para superar João Castelo na disputa.

As dificuldades do prefeito João Castelo estão demonstradas nas respostas a vários questionamentos feitos na pesquisa. Para 63,17% dos entrevistados “as coisas estão na direção errada em São Luís”. Ou seja, um clima predominante de pessimismo e reprovação. Em outra indagação realizada, 57,17% dizem que não há “nenhuma chance de votar em João Castelo”. E 62,83% dizem que o prefeito “não merece ser reeleito”.

Segundo turno

Num eventual segundo turno a pesquisa mostra Flávio Dino à frente de Castelo com 60% a 27,33%. Em outra simulação Edvaldo Holanda ficaria com 43,33% contra 34,33% de Castelo. Haveria empate técnico entre Castelo (38,33%) e Eliziane Gama(35,17%), bem como entre Castelo(37,5%) e Bira do Pindaré(35,5%). Castelo teria 39,5% contra 30% de Tadeu Palácio; e 38,67% contra 29,17% de Roberto Rocha. O índice dos que não sabem ou não quiseram responder sobre segundo turno ainda é elevado.

Com Blog do Itevaldo

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