segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
terça-feira, 3 de agosto de 2021
NOTA PÚBLICA DO TSE CONTRA OS ATAQUES ÀS ELEIÇÕES NO BRASIL
NOTA PÚBLICA
O Presidente, Vice-Presidente, futuro Presidente e todos os ex-Presidentes do Tribunal Superior Eleitoral desde a Constituição de 1988 vêm perante a sociedade brasileira afirmar o que se segue:
1. Eleições livres, seguras e limpas são da essência da democracia. No Brasil, o Congresso Nacional, por meio de legislação própria, e o Tribunal Superior Eleitoral, como organizador das eleições, conseguiram eliminar um passado de fraudes eleitorais que marcaram a história do Brasil, no Império e na República.
2. Desde 1996, quando da implantação do sistema de votação eletrônica, jamais se documentou qualquer episódio de fraude nas eleições. Nesse período, o TSE já foi presidido por 15 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao longo dos seus 25 anos de existência, a urna eletrônica passou por sucessivos processos de modernização e aprimoramento, contando com diversas camadas de segurança.
3. As urnas eletrônicas são auditáveis em todas as etapas do processo, antes, durante e depois das eleições. Todos os passos, da elaboração do programa à divulgação dos resultados, podem ser acompanhados pelos partidos políticos, Procuradoria-Geral da República, Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Federal, universidades e outros que são especialmente convidados. É importante observar, ainda, que as urnas eletrônicas não entram em rede e não são passíveis de acesso remoto, por não estarem conectadas à internet.
4. O voto impresso não é um mecanismo adequado de auditoria a se somar aos já existentes por ser menos seguro do que o voto eletrônico, em razão dos riscos decorrentes da manipulação humana e da quebra de sigilo. Muitos países que optaram por não adotar o voto puramente eletrônico tiveram experiências históricas diferentes das nossas, sem os problemas de fraude ocorridos no Brasil com o voto em papel. Em muitos outros, a existência de voto em papel não impediu as constantes alegações de fraude, como revelam episódios recentes.
5. A contagem pública manual de cerca de 150 milhões de votos significará a volta ao tempo das mesas apuradoras, cenário das fraudes generalizadas que marcaram a história do Brasil.
6. A Justiça Eleitoral, por seus representantes de ontem, de hoje e do futuro, garante à sociedade brasileira a segurança, transparência e auditabilidade do sistema. Todos os ministros, juízes e servidores que a compõem continuam comprometidos com a democracia brasileira, com integridade, dedicação e responsabilidade.
Ministro LUÍS ROBERTO BARROSO Ministro LUIZ EDSON FACHIN Ministro ALEXANDRE DE MORAES Ministra ROSA WEBER
Ministro LUIZ FUX
Ministro GILMAR MENDES Ministro DIAS TOFFOLI
Ministra CÁRMEN LÚCIA
Ministro RICARDO LEWANDOWSKI
Ministro MARCO AURÉLIO MELLO
Ministro CARLOS AYRES BRITTO
Ministro CARLOS MÁRIO DA SILVA VELLOSO Ministro JOSÉ PAULO SEPÚLVEDA PERTENCE Ministro NELSON JOBIM
Ministro ILMAR GALVÃO
Ministro SYDNEY SANCHES
Ministro FRANCISCO REZEK
Ministro NÉRI DA SILVEIRA
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Apresentação da chapa 1 - Previ para o ssociado, hoje às 19h no Youtube
Titular: Ernesto Shuji Izumi
Suplente: Fábio Santana Santos Ledo
Titular: Carlos Alberto Guimarães de Sousa Suplente: Odali Dias Cardoso
Conselho Fiscal
Titular: José Eduardo Rodrigues Marinho Suplente: Rene Nunes dos Santos
Diretor de Seguridade
Wagner de Sousa Nascimento
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Miriam Cleusa Fochi
Suplente: Rita de Cássia de Oliveira Mota
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: Maria Cristina Vieira dos Santos Suplente: Tânia Dalmau Leyva
Convidamos os associados e associadas para conhecer nossos candidatos e propostas 😀.
Não perca! Hoje, 25/06, às 19h00.
A transmissão será no canal do YouTube e o link compartilhado aqui.
Inscreva-se e ative o sininho do nosso canal no YouTube para acompanhar a Live ;)
https://www.youtube.com/watch?v=UPVuIl1Jzl8&feature=youtu.be
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Entrevista Coletiva de Manuela d´Ávila, Pré-Candidata do PCdoB à Presidência - 14º Congresso do PCdoB
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
As propostas de Bernie Sanders que tiram do sério os banqueiros - Carlos Eduardo - Portal Vermelho
O candidato pelo Partido Democrata, Bernie Sanders, declarou guerra contra os grandes bancos e seus agentes em Wall Street.
Por Carlos Eduardo
"Para aqueles em Wall Street que possam estar me ouvindo hoje, deixe-me ser claro. A ganância não é boa. Na verdade, a ganância de Wall Street e das corporações americanas está destruindo o tecido social de nossa nação. E aqui está uma resolução de Ano Novo que vou manter se eleito presidente: Se vocês não colocarem um fim na sua ganância, vamos acabar com isso por vocês", disse Sanders, em um discurso no centro de Manhattan.
Bernie Sanders, o candidato queridinho dos progressistas, estabeleceu um programa de dez pontos que promete mudar profundamente o modo como funciona hoje o mercado financeiro americano. Se colocadas em prática, suas propostas podem revolucionar a economia mundial. Para melhor.
Desde o início de sua campanha, Sanders vem denunciando o lobby dos bancos para desregulamentar quase todas as áreas do mercado financeiro, enquanto o Congresso, que deveria representar os interesses da população, vem enfraquecendo as leis trabalhistas e os direitos do consumidor.
“Na crise de 2008, a ganância, a imprudência e a corrupção em Wall Street quase destruíram os Estados Unidos e a economia internacional. Milhões de americanos perderam seus empregos, suas casas e suas poupanças de uma vida inteira. Enquanto isso Wall Street recebeu a maior ajuda financeira vinda do governo na história do mundo, sem nenhuma contrapartida. A classe média americana continua a desaparecer, a pobreza só aumenta e o fosso entre os muito ricos e o resto do povo está crescendo mais e mais”. (tradução livre)
Eis aqui os dez pontos da reforma do sistema financeiro americano defendidos por Bernie Sanders:
Um: Por fim aos bancos “grandes demais para quebrar" (ou too big to fail)
Bernie Sanders sugere reeditar uma lei antitruste contra os grandes bancos, nos mesmos moldes da Lei Antitruste Sherman (tradução livre para Sherman Antitrust act, de 1890). Esta foi a lei que pôs fim ao império do magnata John D. Rockefeller, que em sua época controlava 84% do refino de petróleo nos Estados Unidos, com o monopólio da Standard Oil.
A lógica por trás da proposta de Sanders se baseia nos dados fornecidos pelo próprio sistema financeiro.
Isto porque em 2008 os contribuintes americanos foram obrigados a socorrer os grandes bancos de Wall Street com a desculpa de que estes eram "grandes demais para falir". No entanto, hoje, três das quatro maiores instituições financeiras nos Estados Unidos -- JP Morgan Chase, Bank of America e Wells Fargo -- são quase 80% maiores do que antes do socorro financeiro de 2008. Por incrível que pareça, os seis maiores bancos americanos respondem por 2/3 de todos os cartões de crédito no país e mais de 35% das hipotecas. Juntos, esses seis bancos controlam mais de 95% das aplicações financeiras e detém mais de 40% dos depósitos bancários. Seus ativos equivalem à 60% do PIB norte-americano.
Dois: Desmantelar os grandes bancos
Se eleito, Sanders diz que logo no primeiro ano de mandato vai pedir ao Departamento do Tesouro uma lista das instituições financeiras cujo colapso representa um risco catastrófico para a economia dos Estados Unidos.
De posse do Executivo, Sanders promete acabar com as grandes instituições financeiras, dividindo-as em companhias menores. E ele pode fazer isso sem a aprovação do Congresso, pois o presidente Barack Obama aprovou em 2010 a Lei Dodd-Frank, consolidando as diversas agências reguladoras que existiam na época em uma só autarquia federal, e estipulando regras mais rígidas para as fusões dos bancos.
Algo parecido com o CADE brasileiro, dadas as devidas proporções é claro.
O problema é que Obama nunca aplicou a lei pra valer e Sanders promete fazer isso.
Três: Aprovar no Congresso uma Lei Glass-Steagall do século XXI
A Lei Glass-Steagall foi aprovada pelo presidente Franklin D. Roosevelt em 1933 devido à Grande Depressão de 1929.
Para evitar uma nova crise, Roosevelt dividiu as instituições entre comerciais e financeiras.
Os bancos comerciais, onde a população guarda suas economias, teriam que cumprir regras rígidas de alavancagem, estando proibidos de especular no mercado financeiro. Já as instituições financeiras, como corretoras, estariam livres para aplicar em investimentos mais arrojados, e por isso, mais arriscados também.
A lei servia para proteger os pequenos poupadores e a classe-média dos abusos praticados pelos bancos antes de 1929. Porém a lei foi revogada pelo presidente Bill Clinton em 1999.
Durante um debate nas primárias democratas, Hillary Clinton, em defesa do legado de seu ex-marido, disse que a Lei Glass-Steagall não teria evitado a quebra do banco Lehman Brothers.
Mas Bernie Sanders lembrou que foram os grandes bancos, como JP Morgan Chase e Bank of Boston, que emprestaram dinheiro da poupança de seus clientes para o Lehman Brothers especular na bolha imobiliária. Caso a Lei Glass-Steagall ainda estivesse em vigor eles estariam proibidos de fazer os empréstimos.
Quatro: Por fim à política de “grande demais para prender” (ou too big to jail)
Sanders diz que em sua administração é o governo quem irá regular Wall Street e não o contrário. Ele defende uma “justiça igual para todos”, o que significa incriminar os altos executivos dos bancos e das demais instituições financeiras cujas apostas imprudentes tenham lesado a vida de pessoas simples e da classe-média.
"Os americanos veem todos os dias jovens sendo presos, às vezes até mesmo por posse de pequenas quantias de maconha. (...) Mas quando se trata dos altos executivos de Wall Street, algumas das pessoas mais ricas e poderosas deste país, cujo comportamento corrupto e irresponsável causou dor e sofrimento para milhões de cidadãos, nada acontece com eles. Sequer um registro policial, ou uma temporada na prisão. Não há justiça igual para todos nos Estados Unidos". (tradução livre)
Não custa lembrar que o ex-presidente democrata Bill Clinton, em seu último dia de trabalho na Casa Branca, concedeu um indulto presidencial à um dos maiores sonegadores da história dos Estados Unidos, Marc Rich. O Caso que ficou conhecido como perdongate.
Para saber mais sobre esta história polêmica, recomendo este perfil do New York Times sobre o sonegador Marc Rich.
'Se um banco é grande demais para quebrar, então ele é grande demais para existir' (tradução livre)
Cinco: Criminalizar o atual modelo de negócios em Wall Street
Um dos comentários mais incisivos de Bernie Sanders nesta campanha presidencial é o modo como Wall Street faz seus negócios.
"A verdade é que a fraude se tornou o modelo de negócios em Wall Street. Não é uma exceção à regra. É a regra. E sem uma regulamentação mais rígida, é provável que os investidores e operadores em Wall Street continuem com o comportamento corrupto que todos já conhecemos. Quantas vezes já ouvimos o mito de que os desvios em Wall Street podem até ser errados, mas não são ilegais? Deixem-me ajudá-los a acabar com esse mito." (tradução livre)
As práticas de Wall Street só não são ilegais porque ao longo da história os bancos fizeram lobby no Congresso para legalizar o que deveria ser considerado crime.
O documentário Trabalho Interno (Inside Job, em inglês), ganhador do Oscar em 2011, mostra muito bem isso. Todos os principais bancos internacionais já foram pegos em atos ilícitos e inclusive aqueles que foram condenados pela justiça voltaram a praticar os mesmos crimes.
Um estudo da University of Notre Dame, em Indiana, sobre ética no mercado financeiro, publicado na The Atlantic em maio de 2015, mostrou que 51% dos executivos de Wall Street acreditam que seus concorrentes praticam atividades antiéticas ou ilegais para obter vantagens no mercado; 1/3 dos executivos também admitiu ter presenciado ou ter conhecimento em primeira mão de atividades ilegais no ambiente de trabalho; e 1/5 dos operadores no mercado financeiro afirmaram que é preciso se envolver em alguma atividade antiética ou ilegal para ser bem sucedido na carreira.
Seis: A criação de um imposto sobre a especulação no mercado financeiro
Um dos pontos chave na reforma de Sanders sobre Wall Street é a criação de um imposto sobre as transações financeiras.
Francamente, não consegui entender se ele propõe um imposto como o IOF brasileiro, ou se este seria uma versão norte-americana da CPMF. No entanto, é certo que Bernie Sanders promete taxar os especuladores do mercado financeiro. E uma de suas promessas de campanha é destinar toda a receita dos impostos sobre Wall Street para extinguir as mensalidades nas universidades públicas.
"Vamos usar a receita do imposto [sobre Wall Street] para tornar as faculdades e universidades públicas gratuitas. Durante a crise financeira de 2008, a classe média deste país socorreu os bancos de Wall Street. Agora, é a vez de Wall Street ajudar a classe média”. (tradução livre)
Sete: Reforma das Agências de Classificação de Risco
Depois do crash de 2008, as agências de classificação perderam completamente sua credibilidade. O Lehman Brothers, por exemplo, banco de investimento que quebrou durante a crise, recebeu da Standard & Poor’s um grau ‘A’ no mesmo mês em que decretou falência.
Após a crise, ficou claro que as agências de risco davam notas altas para aqueles que pagavam caro por seu serviço.
Na opinião de Sanders, estas companhias são como “raposas vigiando o galinheiro”. E ele promete intervir nas agências de classificação de risco, transformando-as em empresas sem fins lucrativos.
"Vamos transformar estas agências de classificação, que somente buscam o lucro, em instituições sem fins lucrativos, independentes de Wall Street. Não será mais Wall Street quem irá escolher quais agências irão avaliar os seus produtos". (tradução livre)
Oito: Reduzir os juros do cartão de crédito e as taxas cobradas pelos bancos
Nas palavras de Bernie Sanders, os bancos e as companhias de cartão de crédito precisam parar de "extorquir o povo americano com a cobrança de juros altíssimos e taxas ultrajantes".
"É inaceitável saber que os americanos pagam uma taxa de US$ 4,00 ou US$ 5,00 cada vez que vão a um caixa eletrônico sacar dinheiro. E é inaceitável saber que milhões de americanos estão pagando taxas de juros no cartão de crédito superiores à 20% ou 30% ao ano. A bíblia tem um termo para esta prática, chama-se usura". (tradução livre)
Bernie Sanders propõe uma lei limitando os juros no cartão de crédito em 15% ao ano e uma taxa máxima no caixa eletrônico de US$ 2,00 por saque.
“Os grandes bancos precisam parar de agir como agiotas e começar a agir como credores responsáveis” (tradução livre)
Nove: Permitir os correios de oferecer serviços bancários
O Serviço Postal dos Estados Unidos (United States Postal Service, ou USPS, em inglês) é motivo de orgulho para os americanos. Presente em todo o país, Bernie Sanders propõe transformar os correios em um banco estatal, justamente para atender às comunidades mais pobres que são ignoradas pelos bancos comerciais.
"A triste realidade é que, incrivelmente, milhões de americanos de baixa renda vivem em guetos onde não existem serviços bancários normais. Hoje, se você vive em uma comunidade de baixa renda e precisa descontar um cheque, ou obter um empréstimo para consertar seu carro, para onde você vai? A única opção nestas comunidades é procurar um agiota que pode cobrar uma taxa de juros de 300% ao ano, gerando um ciclo vicioso de dívida. Isso é inaceitável". (tradução livre)
Dez: Reforma do Federal Reserve
Por último, Bernie Sanders propõe uma reforma no Banco Central norte-americano, de modo que este passe a atender aos interesses da população, ao invés dos grandes bancos.
Detalhe: diferente do Banco Central brasileiro que só se preocupa em controlar a inflação, nos Estados Unidos o Fed também tem a obrigação de controlar a taxa de desemprego. Mas para Sanders isso ainda é pouco. É preciso também criar uma política de valorização do salário dos trabalhadores.
"Quando Wall Street estava à beira do colapso, o Federal Reserve agiu rapidamente para salvar o sistema financeiro. Precisamos que o Fed aja da mesma maneira para combater o desemprego e os baixos salários. É inaceitável ver o Federal Reserve sequestrado pelos banqueiros, logo ele que é responsável pela regulação dos bancos. Eu acho que o povo americano ficaria chocado se soubesse que Jamie Dimon, atual CEO do JP Morgan Chase, foi membro do conselho do Fed de Nova York, ao mesmo tempo em que seu banco recebeu um resgate de US$ 391 bilhões do Federal Reserve. Este é o tipo de conflito de interesses que pretendo proibir. Se eleito, as raposas não serão mais as guardiãs do galinheiro no Fed”. (tradução livre)
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Coalizão da Reforma Política Democrática e Eleições Limpas pede pressão sobre deputados a favor do poder do dinheiro nas eleições
segunda-feira, 4 de abril de 2011
TeleSURtv.net - Informe preliminar de elecciones haitianas da como ganador a Martelly
TeleSURtv.net - Informe preliminar de elecciones haitianas da como ganador a Martelly
El cantante Michel Martelly logró más del 50 por ciento más uno de los votos necesarios para ganar la segunda vuelta de las elecciones presidenciales en Haití, según los resultados preliminares divulgados este lunes por el Consejo Electoral Provisional (CEP). Si estos números se mantienen Martelly derrotará a la líder opositora y ex primera dama Mirlande Manigat, quien había ganado la primera vuelta en noviembre pasado.
Martelly logró incluirse en el balotaje luego de que el CEP implementase las sugerencias de la Organización de Estados Americanos (OEA), organismo que revisó los resultados de la primera vuelta y ante las irregularidades encontradas recomendó que se excluyera al candidato del partido de Gobierno, Jude Celestin.
El 20 de marzo los haitianos acudieron a las urnas en unas elecciones con alta participación. El CEP deberá dar los resultados definitivos el 16 de abril.
Se espera que la ceremonia de traspaso de mando tenga lugar antes del 14 de mayo, fecha en que concluye la prolongación del mandato permitida al actual presidente René Préval.
Medios locales reportaron este lunes una situación relativamente calmada en Puerto Príncipe y las principales ciudades de Haití a la espera de los resultados, en medio de un reforzado dispositivo de seguridad.
La misión en Haití de las Naciones Unidas y de la Organización de Estados del Caribe decidieron el pasado sábado mantener sus fuerzas en el país caribeño hasta el anuncio definitivo de los resultados electorales.
Sectores haitianos han manifestado un "gran temor" a que los resultados desencadenen actos de violencia, tal como ocurrió el 7 de diciembre pasado cuando fueron anunciados los datos preliminares de la primera vuelta.
Según medios locales, cientos de personas acudieron el fin de semana a los supermercados y bancos de la capital (Puerto Príncipe) para abastecerse de víveres, ante la posibilidad de que ocurran manifestaciones y actos desordenados tras la proclamación de los resultados preliminares.
"La duda, el suspenso y la tensión ganan los corazones", publicó el diario Le Nouvelliste en su edición del fin de semana.
El futuro mandatario caribeño deberá tomar las riendas de la lenta reconstrucción de Haití, el país más pobre del continente americano, afectado el 12 de enero del 2010 por un terremoto de 7,3 en la escala de Richter que dejó más de 250 mil muertos y dos millones de damnificados, de los cuales 800 mil viven aún en campamentos.
Además, deberá hacer frente a una epidemia de cólera que desde mediados de octubre hasta la fecha ha causado la muerte de cuatro mil 717 personas y ha infectado a otras 258 mil 84.
sábado, 25 de setembro de 2010
Com você é possível vencer!
O DF enfim mudará no mesmo rumo do Brasil. Façamos a nossa parte, para eleger Dilma e Agnelo 13, Cristovam 123 e Rolemberg 400, a primeira parte de nossa vitória.
A segunda mudança deve ser VOTAR PARA RENOVAR a Câmara Distrital. Uma multidão de amigos(as) nesses três meses já declarou apoio à eleição do Leandro 65400 deputado distrital. Nossa campanha tomou as ruas para mudar a forma de fazer política, com mais participação popular, transparência. Queremos um parlamento digno das mudanças que conquistamos, e não que ele seja uma trincheira do atraso.
Agradeço muito o apoio até aqui recebido. Mas a hora agora é de trabalho para alcançar a vitória, que é possível. E precisamos da sua ajuda:
Ajude no nosso visual: Cole adesivo em seu carro, ou ponha um cartaz/bandeira na sua casa. No dia da eleição, vá com a colinha, use o adesivo, vá caracterizado(a) e ajude a campanha.
Apoie Leandro 65400 entre sua família e amigos: faça uma relação de pessoas a quem possa pedir o apoio à candidatura. Veja nas suas mídias sociais (Orkut, Facebook etc) se não tem alguém a quem possa apresentar Leandro 65400. Ajude pedindo votos!
Participe de nossas atividades, apareça, essa é a hora de conquistar uma voz do povo e da juventude, a hora de Renovar Geral, e o Distrito Federal precisa de nós! Entre em contato!
Messias de Souza comemora êxito da campanha no DF - PCdoB. O Partido do socialismo. Com Dilma Presidente
Messias de Souza comemora êxito da campanha no DF - PCdoB. O Partido do socialismo. Com Dilma Presidente
Messias é candidato a deputado federal pelo DF, com o número 6565, que é muito especial e tem história. Afiinal, o 6565 foi historicamente ben votado no DF e sempre levou a mandatos de esquerda, dignos, que lutaram pelo povo.
Messias de Souza, candidato do PCdoB no DF, figura na lista que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) divulgou, esta semana, com a relação dos candidatos em campanha para deputado federal que tem chances de vencer as eleições deste ano. Segundo ele, é o reconhecimento de que a primeira fase da campanha obteve êxito: o de sair do anonimato. A tática da reta final é fazer campanha casada com 40 candidatos à Câmara Distrital (a Assembléia Legislativa do DF).
Messias é alagoano, mas vive em Brasília desde 1985. Nesses 25 anos, atuou paralelamente na área jurídica e fazendária e na militância política. Sua carreira foi composta de cargos que vão desde a Presidência Regional e membro da Direção Nacional do PCdoB e presidente da Sociedade Alagoana de Defesa dos Direitos Humanos, quando chegou na capital federal, até os mais recentes como conselheiro e membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-DF, representante da União no Conselho de Administração da Terracap e assessor especial do Ministro da Fazenda, Guido Mantega.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O desespero de Serra
O PSDB é o maior propagandista de um dossiê que ninguém viu, usou ou quis.
Numa "coincidência" - deve ser Segredo - quando o cara mais precisa, surgem altas e estranhas armações sobre sigilos fiscais (que também ninguém divulgou e foram descobertos pelo controle interno).
Agora, para tentar dar uma camada de sindicalismo, os caras inventam e pra confundir metem o nome da CTB...
Pode estrebuchar. O povo não se engana! É Dilma 13!
Par evitar qualquer dúvida ante a má fé descarada do PIG, vejam a nota da CTB
CTB está com Dilma e repudia
reportagens ligando-a a Serra
A Direção Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem a público para esclarecer que nenhum de seus dirigentes foi autorizado a manifestar qualquer tipo de apoio à candidatura de José Serra à Presidência da República, ao contrário do que sugerem reportagens veículadas em alguns sítios noticiosos nesta quarta-feira (1º).
A CTB, por meio de sua Direção Plena, definiu no último dia 30 de junho apoiar a candidatura de Dilma Rousseff à sucessão do presidente Lula. Portanto, qualquer informação que difira dessa deliberação é incorreta e não merece crédito.
São Paulo, 1º de setembro de 2010.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Ato de apoio do PCdoB a Dilma reunirá lideranças e artistas

No dia 8 de abril, o PCdoB indicará seu apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência do jeito que gosta: com o entusiasmo e a alegria de sua militância, em um grande ato no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, a partir das 17h. A pré-candidata já confirmou sua presença. Também estão certas as participações de Leci Brandão, Martinho da Vila, Netinho de Paula e Jorge Mautner.
Pouco antes do evento, o Comitê Central do PCdoB se reunirá a fim de referendar a posição adotada pela Comissão Política do partido, expressa em nota publicada dia 5 de março. O apoio do partido, porém, só será oficializado – conforme estipula legislação eleitoral – depois de convenção eleitoral em junho.
Continuidade e avanço
Na avaliação do PCdoB – reafirmada em nota da Comissão Política Nacional – “o Brasil, sob a regência dos dois mandatos do presidente Lula, conquistou um ciclo virtuoso. Nele a democracia se amplia, a soberania do país se fortalece e o crescimento econômico se associa ao progresso social e à integração solidária com os países vizinhos”.
Para o partido, depois de superada a “herança maldita” deixada pelos tucanos após oito anos no Palácio do Planalto, “começou a nascer um novo projeto nacional de desenvolvimento direcionado para o aumento da produção, a valorização do trabalho e a melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros. Se permanecer neste caminho, o Brasil poderá tornar-se, em tempo breve, numa das nações progressistas mais fortes e influentes do mundo”.
Dilma confirmou presença no ato
Os comunistas justificam sua opção por Dilma destacando que, após muitas reuniões, “ficou explícita a afinidade programática entre ela e a nossa legenda e da mesma forma com a direção recém-eleita do PT. Além da convergência de ideias e do pacto pelo o progresso do país, ressalta-se o valor de uma mulher cuja personalidade política se forjou na luta democrática. Ela demonstrou, à frente de importantes funções públicas e, sobretudo como ministra do atual governo, competência, liderança e compromisso com o Brasil e o povo”.
Para Renato Rabelo, presidente do PCdoB, "quem não entender o caráter progressista e o sentido unificador (da candidatura Dilma) pode se isolar politicamente".
Além disso, o dirigente tem defendido que o caminho da campanha presidencial deve, de fato, seguir o rumo plebiscitário, capaz de confrontar o que foi a era FHC e o que está sendo o governo Lula. Para ele, “são dois modelos antagônicos entre o campo de Lula e os tucanos. Diluir este fato é ajudar a direita. Os setores conservadores vão fazer tudo para impedir esta polarização”.
Membro da comissão de organização do evento, Adalberto Monteiro, secretário de Formação do PCdoB, diz que o ato “tem o objetivo de dinamizar o tema dentro do partido e desencadear um processo de mobilização dos filiados e de debate interno. É como se o PCdoB esquentasse suas turbinas para esse grande confronto que determinará os rumos do país”.
Serviço
Ato de apoio do PCdoB à pré-candidatura de Dilma Rousseff
Dia 8 de abril, quinta-feira, a partir das 17h
Auditório Planalto do Centro de Convenções Ulisses Guimarães
Eixo Monumental – Brasília – DF
Mais informações pelo telefone (61) 3328-7794
Da redação,
Priscila Lobregatte
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
A campanha político-eleitoral de 2010 já está em andamento no País.
A campanha político-eleitoral de 2010 já está em andamento no País. A bomba atômica que caiu sobre o governador de Brasília, José Roberto Arruda, torna o chamado mensalão um mensalinho ou bombinha de São João. Agora, a oposição, com todos os recursos midiáticos que tem à sua disposição trata de vincular os dois acontecimentos para dar continuidade a uma mistificação, segundo a qual a verdadeira ética estaria instalada no governo de São Paulo.
O fantástico absurdo desta invenção se manifesta com um novo capítulo. As investigações, normais e necessárias, levadas à cabo pela Polícia Federal estão sendo utilizadas sistematicamente para levar adiante esta estratégia, o que determinou recente intervenção do Supremo Tribunal Federal, bloqueando tal procedimento.O modus operandi é extremamente perigoso, porque acaba colocando, no mesmo plano, corruptos assumidos e aqueles a quem se deseja imputar a nódoa da corrupção.
A infeliz intervenção do Ministério Público Federal de São Paulo aparentemente caminha nesta mesma direção, concertada para denegrir a esquerda e, principalmente, os que se aliam ao governo Lula. De forma maliciosa, sutil e subliminar utiliza a investigação da PF sobre a empreiteira Camargo Correa para apontar o dedo indicador duro, em riste, deixando a sutileza para que o leitor da nota preencha os brancos com os nomes que pretende enxovalhar.
É o caso, no Ceará, do Senador Inácio Arruda, cuja trajetória política não deixa nenhuma dúvida sobre sua honorabilidade, compromisso comunitário e fidelidade ao País. A nota do MPF-SP dá ensejo à tendenciosa interpretação de que os repasses da Camargo Correa ou de qualquer outra empreiteira para os partidos indicados seriam atos ilícitos, quando, na verdade, são legais. O problema do financiamento do processo eleitoral deve ser discutido com seriedade, porque a fronteira entre o que é permitido no mercado da política, vigente no Ocidente e no Brasil, confunde a cabeça do cidadão comum, que não consegue fazer a distinção entre a doação justa e a falcatrua. Por isso, a manipulação se torna bastante fácil quando se deseja incriminar alguém, basta alterar uma palavra no cabeçalho de uma notícia. Não creio que esta tenha sido a intenção da imprensa cearense, pois é sabedora da conduta ilibada do Senador Inácio Arruda. A nota do MPF-SP, que levou a interpretações injustas, além de contraditória, pode significar o envolvimento de uma instituição que, no seu conjunto, tem trabalhado de forma isenta e correta.
Valton Miranda Leitão.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Assista a Vitória de Mujica no Uruguai e a Fraude em Honduras, por TELESUR
http://www.telesurtv.net/
Brasil no tiene nada que repensar tras elecciones en Honduras

Vitória da Frente Ampla
Resultados oficiais confirmam vitória de Mujica no Uruguai
terça-feira, 16 de junho de 2009
Que realmente aconteceu nas eleições libanesas?
www.vermelho.org.br
A pergunta real agora é se o novo governo, ao ter a maioria no parlamento, pressionará para desarmar o Hezbolá, dando assim satisfação a seus patronos. Desde que foram celebradas as eleições parlamentares no Líbano, em 7 de junho, as mídias dominantes têm declarado que os resultados dessas eleições mostram claramente que o Hezbolá e seus aliados de coalizão sofreram "uma derrota acachapante".Por Esam Al-Amin, para o site Counter Punch
Alguns, encabeçados pelo The New York Times e algumas agências , foram ainda mais longe, sugerindo que o discurso de Barack Obama na cidade do Cairo foi o que marcou a diferença, inclinando as eleições a favor da coalizão pró-Ocidntal governante.
Isso é pura fantasia e revela uma total incompreensão da natureza da política libanesa e uma ignorancia das realidades da política local.
Para começar, vamos esclarecer algumas coisas. No parlamento anterior, o Hezbolá e seus aliados tinham 58 deputados, diante de 70 da coalizão governista, em um parlamento de 128 vagas. A coalizão governista dirigida por Saad Hariri, filho de Rafiq Hariri, o bilinário ex-primeiro ministro assassinado, se nutre fundamentalmente de uma série de partidos e grupos que considera bem dispostos em relação ao ocidente e a governos árabes pró-ocidentais, como o da Arábia Saudita.
Esta coalizão inclui também os tradicionais partidos maronitas cristãos, apoiados pela igreja maronita, tais como as Falanges e as Forças Libanesas. Por outro lado, a coalizão da oposição está dirigida por partidos islâmicos, principalmente xiitas, Hezbolá e Amal, em aliança com um importante partido maronita, o Movimento Patriótico Livre, que é dirigido pelo ex-general Michel Aoun. Na rivalidade regional entre EUA, Israel e outros governos árabes "moderados", por uma parte, e Irã, Síria e os movimentos pró-resistência, por outra, esta coalizão da oposição claramente apoia os segundos.
Uma das principais disputas do parlamento anterior foi a insistência da coalizão ocidental em exigir que o movimento de resistência — Hezbolá — se desarmasse, a partir do momento que Israel fracassou ao tentar desmantelar a infraestrutura do grupo na guerra do verão de 2006.
Portanto, os grupos pró-ocidentais trataram de tentar conseguir politicamente o que Israel não conseguiu pela via militar. As pressões aplicadas pelos Estados Unidos durante a administração Bush para conseguir esse mesmo objetivo foram incessantes, provocando um confronto que durou cerca de um ano e que culminou nas recentes eleições.
A política eleitoral no Líbano está em desacordo com os princípios democráticos porque se baseia em políticas sectárias. Cada um dos grupos religiosos importantes tem garantido um certo número de vagas no parlamento, baseando-se não na população, mas sim em um acordo anterior acertado em 1989, para colocar fim a uma guerra civil de 15 anos.
Por exemplo, na recente eleição, os xiitas e os sunitas obtiveram os votos de cerca de 873 mil e 842 mil eleitores registrados, respectivamente, mas a cada grupo couberam 27 assentos. Por outro lado, os cristãos maronitas e os drusos tiveram 697 mil e 186 mil votos cada um, obtendo com esses votos 34 e 8 deputados respectivamente, muito mais do que as cifras de votos em si lhes dariam direito. Além disso, o clã Hariri pagou a mais de 120 mil expatriados libaneses para que voassem de regresso ao Líbano e votassem. Se estima que mais de 75% deles votou pela coalizão governante.
Nestas circunstâncias, em quem votaram agora os libaneses?
Com uma porcentagem de eleitores de cerca de 52% dos três milhões de eleitores registrados, a oposição dirigida pela coalizão do Hezbolá recebeu 55% dos votos (840 mil), mas só elegeu 45% dos deputados (57). O próprio Hezbolá apresentou somente 11 candidatos, em deferência a seus aliados de coalizão, o mesmo número que tinha no parlamento anterior.
Todos os onze candidatos foram eleitos de forma avassaladora. Por outro lado, a coalizão governista recebeu 45% dos votos (692 mil) e 55% das vagas no parlamento. Em resumo, a coalizão governante obteve 68 vagas, enquanto que os independentes obtiveram 3 assentos, unindo-se posteriormente à coalizão governista, totalizando assim os 71 deputados pró-Hariri.
Isto é, a composição do atual parlamento mudou somente em um deputado em relação à anterior, e isso só aconteceu depois de levarem para seu campo os três independentes. Além disso, a surpresa autêntica foi que o partido do general Aoun, o aliado da coalizão do Hezbolá recebeu, segundo os resultados anunciados pelo ministro do interior libanês, 52% do voto cristão, embora tenha obtido menos deputados que seus rivais cristãos.
Só em um mundo de ficção científica poderia se declarar que esses números são "um claro repúdio ao programa da coalizão do Hezbolá", maneira as mídias dominantes determinam claramente como os leitores devem ler, como fez Thomas Friedman no The New York Times.
Por isso, a história autêntica das eleições é que não se conseguiu fazer triunfar a vontade do povo libanês e que tão pouco se respeitou o princípio do governo da maioria. A coalizão dirigida pelo Hezbolá havia, de fato, obtido mais votos que a coalizão pró-ocidental, pela considerável margem de 10%. Quando o presidente americano Obama recebeu 53% dos votos populares, diante dos 47% de John McCain em novembro passado, as mídias e os analistas declararam que era uma derrota acachapante para os republicanos e um mandato de mudança real.
A política libanesa é imprevisível. O aliado de hoje pode ser o antagonista de amanhã. Por exemplo, o líder druso Walid Jumblatt foi durante muitos anos aliado da Síria no Líbano, mas se voltou contra ela há poucos anos, devido à mudança política registrada no país. Entretanto, recentemente começou a fazer movimentos de aproximação à oposição. Como tem o mandato de 8 deputados, se mudar de lado, coisa muito improvável na cena política atual, a composição do parlamento passaria então a ser de 65 a 63 deputados a favor da atual oposição.
A pergunta real agora é se o novo governo, ao ter a maioria no parlamento, pressionará no sentido de desarmar o Hezbolá, para satisfazer seus patrões. Se essa perspectiva se concretizar, de imediato se desencadeiria uma crise e a maioria dos libaneses, como mostrado no dia das eleições, sairão às ruas para protestar e exigir que a vontade real do povo seja respeitada, refletida nas urnas no dia das eleições;
Original publicado em http://www.counterpunch.org/amin06122009.html
Rebelión (em espanhol): www.rebelion.org
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