Novamente a privatização da LOTEX foi adiada, trata-se da Loteria Instantânea da Caixa. O caos e o descrédito do desgoverno Bolsonaro espanta até os compradores da "pechincha". A luta dos trabalhadores, a luta no judiciário e na sociedade acumula vitórias e precisamos persistir!
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Tribuna Popular Dia Nacional de Luta em defesa da Caixa em Brasília
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Conversa Afiada entrevista Betão da CONTRAF: Por que a greve dos bancários não acaba?
Bancários: por que a greve não acaba


Roberto: a greve não é política (Reprodução: Contraf/CUT)
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
CTB e Sindicato dos Bancários da Bahia denunciam Pauta Regressiva e ataque às Estatais
Vejam no vídeo a seguir um grande alerta que a CTB faz aos trabalhadores(as) com a proposta da Pauta Regressiva que visa a tirar conquistas do povo e passar teses neoliberais já derrotadas pelo Brasil, nas palavras de Emanoel de Jesus (presidente da Federação dos Bancários de Bahia e Sergipe) e de Augusto Vasconcelos, querido amigo e líder, presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
A eleição de 2014, a economia e as ameaças neoliberais aos bancos públicos - Paulo Vinícius Silva
E no programa de governo da candidata Marina está claro o seu rumo. Com uma mão, dá a "independência" ao Banco Central, um eufemismo para dizer que a imprensa golpista e o "mercado" - que ganham com os juros SELIC altos - terão o Banco Central dependente deles para ampliar o patamar dos juros que afetam o cartão de crédito, as prestações da casa, as prestações do carro, os juros dos financiamentos e do capital de giro das empresas e microempresas.
Depois de uma série de generalidades, inclusive dizendo que o spread é alto, que a SELIC é alta, olhe, colega bancário(a), correntista, microempresário(a), como o que diz Marina Silva nada tem com a constatação, porque propõe mais veneno, e não a cura da doença. Em seu Programa, exatamente na página 60, ela diz:
"devemos caminhar gradualmente para um sistema no qual o crédito público para empresas seja complementar, e não inibidor do sistema de crédito privado, focando em negócios com as seguintes características:
1) empresas pequenas e nascentes;
2) projetos inovadores ou com alto impacto social;
3) projetos de maturação muito longa que exijam alto volume de recursos,
como obras de infraestrutura.
Os subsídios ao crédito agropecuário e aos programas de habitação popular deverão continuar, mas com maior participação dos bancos privados, evitando subsídios não computados e ineficiências na alocação".
Traduzindo:
a) Marina propõe o que Dilma já fez, pois nunca os bancos receberam tanto povo e emprestaram tanto e a juros tão baixos às microempresas, aos microempreendedores que antes eram informais. Marina pretende retirar da Caixa e do Banco do Brasil as possibilidades mais atrativas de negócios, restringindo como jamais a possibilidade de ação dos bancos públicos para emprestar. Isso é a resposta do sistema financeiro privado à ação empreendida por Lula e Dilma através do Banco do Brasil, da Caixa e do BNDES, BASA e BNB para DIMINUIR OS JUROS que até então se cobravam. É ter diminuído o patamar dos juros que ela chama de fator "inibidor" aos bancos privados.
b) Se ela, por um lado, permite ao BC aumentar a SELIC à vontade - com "independência" do Bano Central e sua gestão exclusiva por critérios supostamente "técnicos" e com a ajuda da imprensa golpista, a consequência será necessariamente um aumento, e não redução da taxa SELIC, e um aumento do patamar dos juros e do spread bancário. Afinal, propõe diminuir o papel dos bancos públicos em emprestar para as empresas, para o agronegócio, para a agricultura familiar. Mas é um grande negócio para os bancos privados;
c) Com a perda da lucratividade nos bancos públicos, ver-se-á outra vez a campanha pela sua privatização. Já no programa de governo, a candidata neoliberal alfineta os bancos públicos: "ineficiências na alocação", "subsídios não computados" são acusações que negam o papel importantíssimo dos Bancos Públicos em impedir a crise de se apossar do Brasil. Marina nega a eficiência e o talento dos bancários dos bancos públicos, criadores de uma tecnologia competitiva em todo o mundo, sucessivamente vitoriosos(as) em seguidos resultados positivos, impulsionando o Microcrédito, o Cartão BNDES, os empréstimos dos Fundos Constitucionais. Tão eficientes e competitivos são os Bancos Públicos, que a candidata apoiada pela herdeira do Itaú, que coordena o seu Programa de Governo, propõe uma intervenção na política de crédito para prejudicá-los e "dar uma forcinha" para a banca privada.
Não há máscara, não há pudor. A candidata neoliberal Marina Silva investe contra os bancos públicos e propõe uma agenda que, na verdade, levará à redução do crédito, à ampliação dos juros e aos ataques a uma das principais bases da soberania brasileira, o sistema financeiro com o protagonismo público. Marina promete a volta de páginas da nossa história recente vividas pelos(as) funcionários(as) do BB, da CEF, BNB, BASA e dos bancos estaduais. Histórias tristes, de perseguições, suicídios, de profunda insatisfação com o trabalho, porque os bancários e bancárias sofrem duplamente nesse tipo de situação. Sofrem por serem levados ao desespero no trabalho, perseguindo metas inalcançáveis, enfrentando o enxugamento do quadro e a liquidação das instituições, porque é isso que se prepara com as medidas acima elencadas. E sofre porque com juros altos é o bancário que cobra, é ele que vê a falência e o empobrecimento dos clientes. Com Lula e com Dilma ajudamos a realizar sonhos, de viver na casa própria, de estudar, de acesso ao conforto, ao lazer, à informação. É muito diferente de ser bancário para ver no olhar dos clientes o medo, o desemprego, a perda do que eles conquistaram com tanto sacrifício.
Não haja dúvidas para bancários e bancárias, nem para clientes: a agenda de Marina é contra os bancos públicos, é a favor dos bancos privados, levará aos juros mais altos, comprometerá o desenvolvimento do país, levará as famílias a uma situação de maior endividamento e as microempresas à insolvência.
Dilma é a única candidata que defende os interesses do Brasil, que são inseparáveis de sólidos e poderosos Bancos Públicos. Mas Dilma tem de mostrá-lo claramente aos bancários e bancárias que, às vésperas da sua campanha salarial nacional, extenuados pela imensa responsabilidades que sobre si recaíram, necessitam de maior valorização, de reconhecimento.
Apesar de os anos de Dilma e Lula terem recuperado os salários dos bancários dos bancos públicos, com aumentos superiores à inflação, a herança maldita de oito anos sem aumento salarial nos anos de FHC ainda levam a uma remuneração básica baixíssima para o papel da categoria bancária na sociedade. No entanto, essa constatação não pode nos levar a uma postura irresponsável que leve à própria liquidação desse patrimônio que são os bancos públicos, as grandes molas impulsionadoras do desenvolvimento. Na eleição, Marina assume claramente o lado dos especuladores e maiores inimigos dos bancos públicos. Por isso a campanha salarial de 2014, em plena eleição, terá uma especial complexidade política: é preciso defender a categoria e ao mesmo tempo defender o Brasil e os Bancos Públicos. E isso só será possível com Dilma.
domingo, 3 de novembro de 2013
CTB e CSD unidos na campanha pra conselho mais importante da Caixa Econômica Federal - Carlos Lima e Maria Gaia -Chapa 88
Carlos Lima (Caco), dirigente cetebista dos bancários do Rio de Janeiro, e a companheira Maria Gaia, da CSD, compõem a chapa 88 para o Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal.
Convivo com Caco há algum tempo, e eu me sinto abençoado por ter tido a possibilidade de conhecê-lo.
Caco é uma pessoa de bem. Isso é cristalino e tem a ver com tudo que ele faz na vida. Caco busca viver de acordo com uma filosofia.. É um bom camarada.
Tê-los na representação dos empregados e empregadas em tão alta instância, no Conselho de Administração da Caixa é colocar nessa posição chave quem tem amor pela categoria e pela Caixa como Banco indispensável para o desenvolvimento do País.
Sua proposta é mais que necessária, é realista. Querem aumentar a capacidade dos empregados e empregadas da Caixa fortalecerem o controle social, a partir das cadeiras dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa. Sua proposta é lutar pela transparência pública da instituição, uma gestão democrática e participativa e luta pelo papel fundamental que tem a Caixa como banco público. A Chapa 88 tem toda a qualificação para fazer um grande mandato que honre a confiança da classe, temos essa oportunidade.
Ademais, é a chapa para defender o maior investimento da Caixa na saúde de seus empregados.
As eleições ocorrerão de 11 a 18 de novembro e Coletivizando cobrirá a atividade da Chapa 88 na cidade. :-) :-) :-)
Caco é um estudioso, da luta do povo, de economia, de sua ciência, o marxismo, de matemática, uma pessoa interessada em desvendar o segredo da vida e aí cumprir um papel para o bem.
Essa nova representação da Caixa, Com Caco e Maria Gaia pode ser fundamental para os empregados(das) da Caixa vocalizarem seus anseios mais sentidos. Terão neles tribunos dos trabalhadores, com uma postura fundamentada em defesa de nossos direitos. São gente profundamente comprometida com as melhores causas.
Caco e Maria Gaia estarão aqui na capital federal, Brasília, para falar diretamente aos empregados(as) da Caixa nessa quinta-feira, dia 07 de novembro. Vamos lado a lado com ele para apoiar sua apresentação para os empregados e empregadas da Caixa no nosso Distrito Federal.
Vejam abaixo:
"Fortalecer e ampliar os instrumentos de transparência pública e controle social"
Representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa
Eleição de 11 a 18 de novembro
Vote Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia. Vote 88
Banco público, gestão democrática e participativa
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Leia os artigos sobre a evolução da nossa greve em Bancários Classistas:
.jpg)
Por algo a mais que a PLR - Alex Livramento (SP)
BB - A enrolação continua - Olivan Faustino (BA)
Mais um capítulo da novela da isonomia - J. Tramontini (PR)
Em crescimento, CTB realiza 2º Congresso Nacional
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Reivindicações dos Bancários - Campanha Salarial de 2009
O SINDICATO DOS BANCÁRIOS DA BAHIA, entidade de histórica combatividade, divulga com destaque a nossa minuta na campanha deste ano.
Como é público, e divugamos neste blog, a CTB, a INTERSINDICAL e outros setores defenderam pontos mais avançados no Congressodos Bancários e defendemos levar esse debate aos trabalhadores nas assembléias da categoria. É um direito democrático fazê-lo.
A CTB não é mais parte da CONTRAF e somos uma força classista, não aceitamos passivamente a maneira como se rebaixa o índice e se abre mão das perdas nos bancos públicos. E embora este debate tenha sido truncado em Brasília, os bancários devem saber o que consta na minuta de reivindicações de 2009.
Como frisa bemo texto:
Observação: Na assembléia do Sindicato dos Bancários da Bahia realizada no dia 29.07.2009,
aprovamos a seguinte formulação:
1- Índice de reajuste: Inflação do período (1º.09.2008 a 31.08.2009) mais 10% de aumento real;
2- Sobre a estratégia de campanha: Mesa Geral na Fenaban e Mesas Específicas nos
Bancos Públicos:
3- Vigência da CCT no período de 01(um) ano;
4- Os itens 1, 2 e 3 aprovados na assembléia do Sindicato dos Bancários da Bahia serão
submetidas às decisões da maioria das assembléias dos bancários nacionalmente.
Veja a íntegra da minuta (clique aqui)
Minuta específica dos funcionários da Caixa
Minuta específica dos funcionários do Banco do Brasil
Minuta específica dos funcionários do BNB
Minuta específica dos funcionários do Santander
segunda-feira, 6 de abril de 2009
| PCC é um dos destaques nos debates do Congresso Distrital dos Empregados da Caixa | | |
| 24/03/2009 | |
| A discussão sobre novo Plano de Cargos e Comissões (PCC) - ou Plano de Funções Comissionadas (PFC), com também está sendo chamado -, despertou grande interesse entre os participantes do Congresso Distrital dos Empregados da Caixa realizado neste sábado, dia 4 de abril, na sede do Sindicato. O ato de abertura ocorreu às O Congresso Distrital debateu os assuntos que se apresentam como desafios ao movimento dos empregados e definiu as propostas de Brasília que serão levadas ao Conecef para, posteriormente, serem colocadas sobre a mesa das negociações permanentes com a empresa. Além do novo PCC, foram destaque também no congresso as questões relativas ao PCS, ao Saúde Caixa, à jornada de trabalho e ao REG/Replan não-saldado, entre outras. Em relação ao PCC, foram definidas como propostas extinguir o CTVA, valorizar as carreiras técnicas, instituir promoção automática por tempo de função, efetivar a jornada de O Congresso Distrital reiterou o repúdio aos seguidos atos de discriminação aos participantes do REG/Replan não-saldado da Funcef e posicionou-se pela continuidade da defesa dos que decidiram remanescer no referido plano, para que seja respeitada a opção que fizeram, sem retaliações. A proposta foi também de reforço a todas as fermentas de luta de que dispões as entidades sindicais e associativas, incluído as ações jurídicas. Sobre o Saúde Caixa, foram destacados os problemas relativos a descredenciamentos, descontos indevidos com demora no reembolso e carência de pessoal nas Gipes. Entre as propostas aprovadas estão a criação do plano Saúde Família e o estabelecimento de caráter deliberativo ao Conselho de Usuários do Saúde Caixa. As discussões de propostas em grupos de trabalho foram antecedidas por dois painéis de debates: um sobre conjuntura internacional e nacional, com o assessor econômico da Funcef, Heglehyschynton Marçal, e outro sobre a Caixa e a Funcef, com o gerente de Planos Atuariais da fundação, Valmir Gôngora. A plenária final do congresso definiu as reivindicações específicas para deliberação no Concef e elegeu os 31 delegados que irão representar Brasília no evento nacional dos empregados. Na delegação, seis eleitos representam o segmento aposentados. |
Coletivizando no Youtube
-
Há grande caos sob os céus. As perspectivas são excelentes! Mao Zedong A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas O Brasil está na ...
-
A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...



