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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Conspiração, sequestro e linchamento matam vice-ministro da Bolívia para privatizar atividade mineira - Nota do governo Evo Morales

http://www.presidencia.gob.bo/

La Paz, 26 ago (Prensa Palacio).- El presidente Evo Morales, consternado por el asesinato del exviceministro de Régimen Interior, Rodolfo Illanes, afirmó este viernes que las movilizaciones de los cooperativistas mineros responden a una conspiración política permanente contra el Gobierno, pues no se trata de reivindicaciones sectoriales, sino políticas y de defensa de la privatización del sector minero, pidió la sanción correspondiente a los autores del crimen y declaró tres días de duelo sin suspensión de actividades por la muerte de dicha autoridad.

 

“En esta movilización de Fencomin (Federación de Cooperativas Mineras de Bolivia) había una conspiración política y no había una reivindicación social para el sector, pueden tener muchos argumentos, pero los últimos del día de ayer, los opositores respaldan firmar contratos con empresas privadas a las cooperativas. Otro opositor dice textualmente que los cooperativistas están defendiendo permanentemente la capitalización”, señaló en una declaración de prensa, en Palacio de Gobierno.

El Mandatario, rodeado de varios de sus ministros y las principales autoridades de la Asamblea Legislativa Plurinacional, explicó que algunos dirigentes públicamente respaldaron las movilizaciones de la derecha. “Algunos dirigentes dijeron no nos interesa el Gobierno, sino su sector, este Gobierno se va a morir como (el del ex presidente Hugo) Banzer, dijeron”.

Durante esta semana, los cooperativistas mineros realizaron un bloqueo de caminos y la de ayer fue una de las jornadas más violentas con la muerte de dos personas y del viceministro Illanes en la localidad de Panduro, después de haber sido secuestrado y torturado.

En este contexto, el Jefe de Estado, lamentó que los verdaderos cooperativistas mineros hayan sido engañados por los dirigentes y reveló que algunos además se hacen pasar por miembros de ese sector cuando en realidad son empresarios.

Reiteró que la movilización de los cooperativistas no es por una reivindicación sino una conspiración política, sin embargo, lamentó la muerte de algunas personas y anunció que a sus familiares no se les abandonará. “Somos seres humanos entendemos cómo han sido usados”.

“Pero también quiero decirles que nunca el Gobierno ordenó a la policía llevar armas letales, sospechosamente ha habido muertos que tienen que ser investigados profundamente por las autoridades”, afirmó.

Acongojado dijo que el fallecimiento del viceministro de Régimen Interior “duele mucho y es una actitud cobarde, secuestran, torturan y lo matan, es imperdonable no entiendo cómo pueden haber algunos hermanos cooperativistas que agredan de esa manera”. Ante este hecho declaró a Illanes “héroe defensor de los recursos naturales”.

“El pueblo boliviano, los movimientos sociales luchamos para recuperar los recursos naturales algunos cooperativistas qué piden no son republiquetas para firmar contratos, por eso declaro al hermano Illanes cono héroe defensor de los recursos naturales”, señaló.

Explicó que los verdaderos cooperativistas mineros fueron engañados, pues antes del bloqueo se dijo que había mandamientos de apremio para los dirigentes principales, lo cual era falso.

El Mandatario también afirmó que el diálogo estaba siempre presente y que la última vez que tuvo contacto con el presidente de Fencomin, Carlos Mamani fue el 2 de agosto en los actos de Challapata, a quien le dijo que después del 7 del mismo mes, el Gobierno se reuniría con el sector cooperativista minero en aras del diálogo.

“Quiero decirles hermanas y hermanos, duele muchísimo lo que ha pasado, como dirigente sindical, antes nosotros marchábamos por el diálogo, anticipadamente presentábamos nuestro pliego y esperábamos, semanas, meses, pedíamos a la Defensoría del Pueblo, a la Asamblea Permanente de Derechos Humanos e inclusive a la Iglesia Católica que nos abran diálogo, ahora rogamos por el diálogo”, señaló.

También recordó que los dirigentes de los cooperativistas, no asistieron a las reuniones con el vicepresidente Álvaro García Linera, y a otras convocatorias para conversar con los ministros, dijo que prácticamente los dirigentes dejaron plantadas a estas autoridades.

El Presidente, asimismo, demandó que se encuentre a los responsables de la muerte del Viceministro de Régimen Interior y se los castigue.
Jbr pp

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Mujica outorga à Bolívia saída para o Oceano Atlântico - Portal Fórum



Mujica outorga à Bolívia saída para o Oceano AtlânticoPepe Mujica e Evo Morales assinaram hoje um acordo em que o governo uruguaio concede facilidades para a Bolívia usar o terminal de cargas do porto que será construído em Rocha

Por Redação RBA

O presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, e o presidente da Bolívia, Evo Morales, assinaram hoje (26) um memorando em que o Uruguai outorga a Bolívia uma saída para o Oceano Atlântico no porto de águas profundas que será construído no departamento uruguaio de Rocha. As condições para utilização serão definidas nos próximos meses, com uma equipe de técnicos.

O documento expressa a disposição do governo uruguaio de conceder à Bolívia facilidades e concessões para utilização do espaço terrestre do porto e do terminal de águas profundas que será construído na costa atlântica do Uruguai. O projeto é avaliado em US$ 500 milhões e contará com recursos brasileiros, por meio do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul.

Mujica, que concluirá seu mandato em dois dias, afirmou que é “inevitável” que o povo boliviano tenha uma saída para o mar e que o intercâmbio comercial marítimo é um “direito natural” para o desenvolvimento das nações. “Todos os países de América do Sul necessitam desta integração para o comércio de complementariedade para o bem do nosso povo”, disse. O presidente uruguaio agradeceu o trabalho de Morales em colaborar para a permanente integração da América Latina.

O acordo foi firmado em uma reunião na Casa de Governo do Uruguai, em Montevidéu, capital do país. Morales afirmou que o porto de Rocha se converterá no “primeiro ponto de saída” da Bolívia para o Oceano Atlântico e que as duas nações “trabalharão conjuntamente” na região. “Agradecemos em nome do povo boliviano a grande iniciativa de nosso presidente José Mujica, pelo convite para visitar o Uruguai e aprofundar nossos laços de solidariedade e complementariedade”, afirmou Morales, durante entrevista coletiva.

Os chanceleres uruguaios e bolivianos Víctor Oporto e David Choquehuanca também assinaram acordos complementares para garantir a instalação de unidades de tratamento de água na Bolívia e para implementar ações de combate à discriminação racial e de promoção de igualdade de oportunidades nos países.


Com informações do Ministério de Comunicação da Venezuela, Telesur e da Presidência do Uruguai

Foto de capa: Ministério de Comunicação da Bolívia

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Evo Morales e indígenas se reúnem para resolver impasse de Tipnis - Portal Vermelho

Evo Morales e indígenas se reúnem para resolver impasse de Tipnis - Portal Vermelho

O presidente boliviano, Evo Morales, se reúne nesta quinta-feira (20), às 12h30 (horário de Brasília), com os manifestantes indígenas do oriente, que marcham há mais de dois meses em protesto contra a construção da estrada Villa Tunari 2-San Ignacio de Moxos, que corta uma das maiores reservas do país, o Território Indígena e Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis).

Efe



O lider da Cidob, Adolfo Chávez, disse que está confirmada a reunião com o presidente boliviano nesta quinta-feira (20)
Os indígenas chegaram a La Paz na tarde da quarta-feira (19) e foram carinhosamente recepcionados pelos pacenhos com papéis picados e flores. Durante o caminho, a população ofereceu suco, água, pão, bolachas, frutas, além de roupas e agasalhos para os manifestantes. Também foi oferecido serviço médico para adultos e crianças.

Disposição para o diálogo

Evo Morales manifestou sua disposição de negociar pessoalmente com os manifestantes. Em visitas recentes ao Tipnis, onde entrou em contato com a população, o mandatário constatou a pobreza em que vivem essas pessoas. Segundo ele, o problema da estrada de Tipnis “não é parte de um debate entre o ambientalismo e o desenvolvimentismo, mas sobre a pobreza em que vivem essas populações amazônicas”.

O governo já enviou 11 missões ministeriais para dialogar com os manifestantes, mas não conseguiu avançar nos acordos devido aos posicionamentos radicais de alguns manifestantes, como declaram as fontes oficiais.

O ministro de Comunicação Social, Iván Canelas, afirmou que o diálogo entre o presidente e as lideranças indígenas, nesta quinta-feira (20), se dará sem nenhuma condição prévia. Ele reforçou que, “com esta convocatória, o governo espera que os dirigentes da Cidob [Confederação dos Povos Indígenas do Oriente Boliviano] aceitem dialogar para analisar suas demandas e solucionar o problema com base no diálogo”.

Reivindicações

O principal dirigente da Cidob, Adolfo Chávez, reafirmou que a "mobilização é pacífica”. Entre as reivindicações do movimento está, além da suspensão da construção da estrada, a interrupção das operações de hidrocarbonetos de Aguaragüe e de algumas estradas entre La Paz e Beni.

Autoridades bolivianas, no entanto, denunciam que, por trás da mobilização estão escondidos interesses políticos e vínculos com Organizações não Governamentais e com a embaixada dos EUA. Também apontam a existência de políticos da oposição infiltrados entre os manifestantes.

O governo considera que algumas demandas dos indígenas são inviáveis, como a suspensão de todos os projetos rodoviários no país e a interrupção dos trabalhos de exploração de hidrocarbonetos na região de Aguaragüe, a mais rica reserva de gás natural e principal fonte de divisas para o Estado.

Da redação do Vermelho, Vanessa Silva.
com informações de agências e da Telesur

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aldo Rebelo: O impasse boliviano - Portal Vermelho

Aldo Rebelo: O impasse boliviano - Portal Vermelho

Os dissabores que o presidente Evo Morales está enfrentando na Bolívia decorrem diretamente de seu erro de privilegiar as etnias em prejuízo da nação. De origem indígena, ou, para usar os termos da moda, oriundo do povo originário aimará, Morales caiu no canto da sereia do multiculturalismo e apoiou a institucionalização, como inscrito na Constituição da República, de um "Estado Plurinacional", "intercultural", repartido em "comunidades" descentralizadas e autônomas.

Por Aldo Rebelo*

O vice-presidente García Liñera traduziu essa formação complexa como "uma nação de nações".

Nações diversas incrustadas num Estado tolhido de exercer a soberania nacional plena sobre o seu território forjam incidentes como o que a Bolívia atravessa. O governo da República sente a fraqueza do poder central ao ser confrontado por nações comunitárias que impedem a passagem de uma rodovia pelo Território Indígena e Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis). Trata-se de um projeto de desenvolvimento nacional, mas três etnias em particular - moxeños, yurakarés e chimanes, que reúnem cerca de 13 mil indivíduos - reagem como se as terras que ocupam fossem autônomas, e não parte do território nacional boliviano e, portanto, sujeitas ao controle da nação e às diretrizes do Estado.

A institucionalização de um Estado multinacional é uma experiência contraditória com a noção histórica de que uma nação pode conter minorias e diversidade de toda ordem - étnica, cultural, política, etc. -, mas não pode permitir que elas concorram entre si de modo a impedir a formação de uma identidade comum. Ao contrário, o Estado só merecerá esse nome se se sustentar na unidade nacional mais ampla, ou seja, como expressão de um país soberano cuja organização política contemple o sentimento de comunidade em que a nação é uma só. O conjunto das instituições (governo, forças armadas, administração) há de ter o largo alcance da isonomia plena e indistinta, mesmo quando Estados confederados reúnem várias nações.

O risco das autonomias nacionais baseadas em minorias instalou-se na Bolívia a despeito de o partido de Evo Morales, o Movimento para o Socialismo (MAS), ter superado em sua plataforma eleitoral o equívoco do indianismo excludente. Grosso modo, a maioria de origem indígena - que constitui dois terços da população boliviana, de aproximadamente 10 milhões de pessoas - não tem a suposta unidade que lhe é atribuída. Descende dos aimarás do altiplano e dos quíchuas dos vales, permeados ou apartados de 36 grupos étnicos andinos e amazônicos, os quais - em graus e com força diferentes - se identificam como povos distintos e são estimulados a reivindicar o status de nação. Só a centralidade da questão nacional, e jamais a fragmentação étnica, tem condições de unificá-los em torno da identidade agregadora que forja a nação.

O presidente Evo Morales, já eleito duas vezes, venceu batalhas importantes, como a nacionalização do petróleo e do gás, e resistiu às tentativas de separatismo dos Departamentos mais importantes, como Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija. Mas é em seu campo ideológico que trava o combate mais difícil. Sua popularidade sangra nas ruas e o governo implode e se desestabiliza na proporção em que a arquitetura das etnias autônomas é apropriada e reformatada pela oposição, por dissidências e por interesses externos.

Na doutrina política, tais forças parecem nostálgicas do comunismo primitivo, cuja "economia doméstica", como observou o filósofo alemão Friedrich Engels no estudo clássico A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, teve importância até "a fase média da barbárie". Estradas, energia, máquinas, ciências, todo o processo civilizatório da humanidade é rejeitado como contaminação do modo de vida indígena, raptando-lhe a pureza original.

Querem conservar o saber e a cosmogonia dos povos originários não a par, respeitados como devem ser, mas em protagonismo hostil ao desenvolvimento das forças produtivas. O progresso não é aceito como caminho para outras formas avançadas de organização política da sociedade. Negam a integração nacional, a superação da pobreza pelo desenvolvimento, a modernização do campo semifeudal e a industrialização das cidades. Tudo o que não é autóctone se transfigura em miragem do Ocidente decadente, em confronto com o brilho remoto do Império Inca.

O grande vetor contemporâneo dessa doutrina regressista é o ambientalismo deformado, por ironia, originário de países desenvolvidos onde o Estado nacional jamais é posto em xeque, as populações aborígines foram dizimadas e o modo de vida perdulário esgota a natureza. Daí que o episódio em curso na Bolívia não é inocente nem espontâneo, mas uma onda que nasce nas águas turvas do equívoco étnico interno para virar um tsunami geopolítico ao gosto de quem tem interesses contrariados e se alia ao mais fraco por saber que poderá submetê-lo mais tarde, como já o fizeram em enumeráveis processos de colonização. O braço executivo dessas articulações são organizações não governamentais (ONGs) que constituem o já chamado imperialismo verde - da mesma natureza das que atuam no Brasil, conferindo a tribos da Amazônia um suposto caráter de minorias oprimidas pelo "colonialismo interno" da Nação.

Tal como lá, aqui o Estado também perde a soberania para dispor do território. Já tropeçamos nos conceitos de povos e nações indígenas, garantindo-lhes extensas áreas para usufruto exclusivo em zonas de fronteira, como as reservas dos ianomâmis e a de Raposa-Serra do Sol, na Amazônia. Já não é fácil asfaltar uma estrada ou construir hidrelétricas - obras de valor nacional satanizadas como violadoras da mãe natureza e da pureza dos povos originários.

*deputado federal (PC do B-SP)

Artigo publicado originalmente em O Estado de S. Paulo, edição de 19/10/2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Partido Comunista da Bolívia acerta e denuncia a conspiração contra o governo de Evo Morales, confira!


Grifos de www.coletivizando.blogspot.com

EN TORNO AL CONFLICTO DEL ISIBORO-SECURE - Partido Comunista de Bolívia - Comisión Política


El conflicto iniciado el 15 de agosto con la marcha indígena del TIPNIS, en oposición a la construcción de la carretera Villa Tunari-San Ignacio de Moxos, ha sufrido un serio agravamiento, debido a la intervención policial del día 25, mostrando un comportamiento totalmente condenable, de parte de los policías. En este sentido, siendo necesario un examen serio que refleje con objetividad los hechos y el trasfondo del problema, el Partido Comunista de Bolivia se pronuncia puntualizando lo siguiente:

1. La marcha - que tiene elementos atendibles y una plataforma de demandas incoherente - ha sido inspirada en su intransigencia y beligerancia por quienes están a la búsqueda de pretextos para generar una creciente oposición y desprestigiar al gobierno produciendo situaciones de tensión, divisiones en la base social indígena originaria campesina, enfrentamientos entre distintas organizaciones populares, y torpedear las elecciones judiciales del 16 de octubre. Su meta reiteradamente anunciada, de llegar a La Paz a como dé lugar, revela que el propósito es servir de detonante a un estado de conmoción social.

2. Los acontecimientos del sábado 23, que derivaron en la toma de rehenes de dos dignatarios de Estado, desenmascaró la verdadera intencionalidad de dirigentes e inspiradores de la marcha. Los sucesivos propósitos del gobierno de entablar conversaciones y llegar a acuerdos satisfactorios, fueron eludidos y hasta burlados por los cabecillas de la marcha. En esto recibieron el apoyo de las organizaciones y exponentes de la derecha y la reacción coludidas, sin que sea extraño, con la ultraizquierda, trotskistas y resentidos de varias gamas.
3. No se puede ignorar la acción desinformadora y confusionista de la mayor parte de los medios de comunicación que, aplastantemente dominados por la derecha, han creado en algunos sectores sociales actitudes prejuiciadas y agresivamente adversas al gobierno. Tampoco puede ignorarse la acción de numerosas ONGs que han estimulado y sostenido la marcha ni la injerencia de USAID y funcionarios de la Embajada norteamericana. Ésta, ha propiciado la visita de ciertos emisarios “indígenas estadounidenses” que han transmitido falsas imágenes de su existencia en las reservaciones de su país.

4. La crisis generada por todos estos hechos ha ocasionado el quiebre de ciertos cuadros del esquema gubernamental y manifestaciones de descontento y hasta de distanciamiento de elementos endebles política e ideológicamente. Como ha planteado el Presidente Morales debe realizarse una pronta y convincente investigación de la inadecuada intervención de la Policía y sancionarse a los que resultaren culpables.
5. Por lo anterior afirmamos que esta compleja coyuntura demanda abordarla con la mayor serenidad y autocrítica - como la efectuada por el propio Presidente - asumiendo responsabilidades por errores en que se han incurrido y la tardanza en la resolución del problema. Por cierto que nada es casual en el desarrollo de los hechos, existiendo factores externos e internos que desembocaron en la actual crisis, donde resalta la injerencia neoliberal e imperialista. En este sentido no hay que perder de vista que la conspiración continuará y habrá que tomar todos los recaudos necesarios para preservar el Proceso de Cambios y derrotar a sus enemigos jurados.

6. Al haber llegado a este momento, desfavorable para las fuerzas populares, urge un replanteo de las relaciones frustradas por la violencia y el accionar de los intereses en juego. Se debe recuperar a los sectores de trabajadores, disipar el desencanto de las capas medias y superar las divisiones que provoca el enemigo, sobre todo en las organizaciones sociales y campesinas poco politizadas y a veces presas de una prédica falsamente indigenista y marcadamente antisocialista y anticomunista. La plataforma de demandas de la dirigencia indígena, incoherente e inaceptable, no guarda correspondencia con la realidad objetiva y la necesidad de un desarrollo veraz que no tiene por qué entrar en contradicción con los derechos humanos y colectivos de los pueblos indígenas ni el necesario cuidado del medioambiente.

7. En virtud de la gravedad de las derivaciones de los sucesos y el creciente aprovechamiento oportunista de las fuerzas de oposición, cuyo discurso indigenista y ecologista de ocasión trata de seducir electoralmente a las capas medias, nuestro Partido propone al Gobierno del c. Evo Morales la adopción de medidas emergentes a breve plazo:


Apoyar la decisión del Presidente que, hasta tanto no se arriben a los consensos indispensables, se declara la suspensión temporal de cualquier actividad relativa al tramo II de la carretera Villa Tunari-San Ignacio de Moxos.


Propiciar la formación inmediata de una Comisión de Alto Nivel con participación de todos los actores involucrados en el conflicto, para la elaboración conjunta con carácter prioritario de disposiciones legales como una Ley de Consulta Previa a los Pueblos Indígenas, conforme a nuestra Constitución Política, el Convenio 169 de la OIT y la Declaración de Derechos de los Pueblos Indígenas de las Naciones Unidas.


Encarar la apropiada respuesta a la campaña mediática expansiva, con propuestas alternativas y viables que no supongan concesiones de principio, sino recobrando la iniciativa y la credibilidad de las clases populares en el proceso de transformación estructural.


Desplegar los mayores esfuerzos para rearticular las organizaciones leales del proyecto revolucionario y establecer seria y orgánicamente un centro de dirección programática y ideológica que señale las perspectivas de desarrollo y profundización del Proceso de Cambios.

La Paz, 29 de septiembre de 2011

COMISION POLITICA

PARTIDO COMUNISTA DE BOLIVIA

Evo Morales: “Querem nos esquartejar politicamente" - Portal Vermelho

Evo Morales: “Querem nos esquartejar politicamente" - Portal Vermelho





O presidente da Bolívia, Evo Morales, manteve neste sábado (1º) a linha de indicar interesses políticos por trás da marcha popular iniciada há um mês e meio contra a construção da uma estrada no leste do país.
Morales resolveu se reunir com grupos de manifestantes favoráveis à obra no momento em que os contrários retomavam a caminhada em direção ao Palácio Quemado, em La Paz. Para o presidente, os argumentos utilizados pelos contrários ao projeto, tocado pela construtora brasileira OAS com financiamento do BNDES, se valem de uma visão conectada ao capitalismo dos Estados Unidos.

“A verdade é que esquartejaram fisicamente Tupac Katari. E a nós querem esquartejar politicamente utilizando os meios de comunicação”, acusou, em referência ao líder inca que comandou uma rebelião contra o domínio colonial espanhol no século 18.

Ele lembrou ainda os episódios de agosto e setembro de 2008 quando, após sua vitória em um referendo revogatório de mandato, houve grande instabilidade no país por conta da oposição comandada a partir do oriente. “Os opositores tratam novamente de utilizar os meios de comunicação para confundir o povo sobre o processo de mudança”.

O debate sobre a rodovia que corta o Território Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis) ganhou ainda mais força desde o domingo (25) passado, quando forças policiais reprimiram a marcha popular que há 45 dias deixou o parque.

Morales esclareceu que não saiu de seu gabinete ou de algum ministério a ordem para a repressão. “Como posso instruir a que maltratem meus irmãos indígenas”, reforçou neste sábado.

Além disso, ele e o vice-presidente, Álvaro García Linera, declararam total compromisso com a apuração dos fatos, primeiro convocando ministros a depor perante a Assembleia Nacional Constituinte e, depois, montando uma comissão investigativa com a presença de representantes da ONU, da Organização dos Estados Americanos e da Unasul.

Neste sábado, Morales manteve o tom de desmerecer as críticas, asseverando que o debate não está se dando entre ecologistas e desenvolvimentistas, mas entre o governo e gente interessada em desestabilizá-lo.

“Nestes dias são os ‘tipnólogos' que falam, e falam, e não conhecem a realidade da região”, acusou, em ironia ao nome do parque, Tipnis. “O que está em debate na construção da rodovia entre Villa Tunari e San Ignacio de Moxos é resolver a pobreza e o abandono dos irmãos indígenas que vivem nos parques nacionais.”

Diante dos protestos, Morales decidiu submeter a construção da estrada a um plebiscito nos departamentos (o equivalente a estados) afetados, mas os manifestantes querem que se assine de imediato o fim das obras.

"Reiniciamos a marcha e nossa intenção não é a de enfrentarmos ninguém. O que o governo deve fazer em vez de acusar os indígenas é resolver de uma vez este problema da estrada", disse à mídia local Adolfo Chávez, presidente da Central Indígena do Oriente Boliviano e ex-aliado de Morales.

Com Rede Brasil Atual

Veja também:

Telesur: Presidente Morales reitera voluntad de diálogo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Telesur: Presidente Morales reitera voluntad de diálogo



Essa é de lançar... uma aliança que reúne o PIG boliviano e parte dos movimentos sociais e indígenas que, dirigidos pelo ecologismo inimigo do desenvolvimento da Bolivia, vejam só! Não pode ter estrada, meu Deus... E a polícia ainda fez uma cagada... Vejam o pronunciamento sincero e tocante do Presidente Evo Morales, e reflitamos sobre as armadilhas internas e externa ao desenvolvimento da América Latina.

www.telesurtv.net

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Lula sobre expulsão do embaixador: "O Evo está correto"


17 DE SETEMBRO DE 2008 - 17h02

Em entrevista exclusiva à TV Brasil, que vai ao ar na noite desta quarta-feira (17) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou com um ''nem pensar'' qualquer intromissão do Brasil nos assuntos internos da Bolívia. Mas destacou a ''decisão histórica'' da União Sul Americana de Nações na segunda-feira. E justificou a expulsão do embaixador dos Estados Unidos pelo presidente Evo Morales: ''Não é de hoje, é famosa a interferência das embaixadas americanas em vários momentos da história do continente''.
Para ler a matéria completa, clique no título desta postagem.

domingo, 14 de setembro de 2008

Solidariedade à Bolívia







Agência Boliviana de Informação




Cobija, 14 set (ABI).

A más de 24 horas de la declaración de estado de sitio, la madrugada de este domingo sin necesidad de hacer uso de armas letales, las Fuerzas Armadas incursionaron en la ciudad de Cobija y luego se dirigieron a otras poblaciones para restablecer el orden y frenar la violencia criminal desatada por paramilitares y sicarios promovidos por el prefecto de Pando, Leopoldo Fernández.




O massacre de camponeses mais cruento da história democrática boliviana, executado por pistoleiros a serviço da Prefeitura de Pando, causando já 30 mortos e dezenas de feridos, graças a uma emboscada na localidade de Três Barracas, no município de Porvenir. Este saldo macabro colocou o prefeito Leopoldo Fernandez à margem da lei, como assegurou o governo na noite de sábado.

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