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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Morreram de Capitalismo. Lute para viver! Vacina para todos! Paulo Vinícius Silva

"Se o antigo despotismo foi insensível a tudo, assim lhe convinha ser por utilidade própria: queria que fôssemos um povo mesclado e heterogêneo, sem nacionalidade, e sem irmandade, para melhor nos escravizar. ... é tempo que vamos acabando até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes... cuidemos pois desde já em combinar sabiamente tantos elementos discordes e contrários, e em amalgamar tantos metais diversos, para que saia um todo homogêneo e compacto"

José Bonifácio, 1825



Vivemos o desenvolvimento pleno do credo capitalista no Brasil, parabéns aos e às envolvidos. Não há comemorações. Há dobre de sinos, o luto nosso cotidiano.  Vejamos, hoje (13/01):

Estados Unidos
Total de casos
22.903.333

Recuperados
-
Mortes
380.878


China continental
Total de casos
87.706
Recuperados
82.288
Mortes
4.634


Brasil
Total de casos
8.195.637

Recuperados
7.284.945

Mortes
204.690

Rússia
Total de casos
3.412.390
Recuperados
2.796.132
Mortes
61.908

India
Total de casos
10,495,147
Recuperados
10,129,111

Mortes
151,529
Cuba
Total de casos
15.494

Recuperados
12.252

Mortes
155
Venezuela
Total de casos
117.299
Recuperados
111.175

Mortes
1.078

Vietnã
Total de casos
1.520

Recuperados
1.361

Mortes
35
África do Sul
Total de casos
1.259.748

Recuperados
1.019.123

Mortes
34.334

Angola
Total de casos
18.343

Recuperados
15.512

Mortes
422
Fonte: Google.

Não tenho ouvido, ultimamente: Vai pra China! Vai pra Cuba! (Estarão vivos os brasileiros "resgatados"da China comunista?!) Para mim fica claro, o COVID lasca... Mas o que mata mesmo é o capitalismo...  Cada um por si, e todos se lascam. Ou seja: quanto mais saúde pública e mais solidariedade e direitos, mais vidas salvas. É mais uma prova para as tantas que mostram a superioridade do Socialismo como forma de organização da sociedade, pois pode integrar inúmeras variáveis no seu planejamento de longo prazo em favor do melhor de todos os interesses legítimos, submetidos à Ciência, à Política, num processo de consultas democráticas refinadíssimos que envolve politicamente centenas de milhões de pessoas. 

Essa vantagem da solidariedade permitiu à China superar o Covid  é a razão profunda de nosso fracasso, de nosso pranto, de tantas mortes. Cada dia sob essa turma é uma pilha maior de cadáveres, nossos amores, nós mesmos... Pagamos o preço da escravidão... O sistema de exploração impiedosa das pessoas que vige em nosso país levou a uma mortandade sem precedentes em nossa história. E não acabou.

Podemos e devemos salvar vidas e a luta contra a pandemia tem um inegável sentido humano e político de solidariedade universal. Às trevas, a Luz da Ciência; à Ditadura, a organização renovada e o poder do povo; à violência e à ganância, a luta e a solidariedade. E estendamos nossos ouvidos e atenção a cada um e cada uma numa rede de amor e solidariedade que nos ajude a atravessar essa treva. 

O último a sair apague a luz

Certamente, o "Mercado" não sabe o que faz. Exceto - desconfio - se sua sabedoria seja apenas a da concentração e a acumulação de capital. Com esta meta ao fundo, tudo vale a pena se a taxa de lucro não é pequena. Por exemplo, monocultura. É boa a monocultura? E com round up, batido para matar tudo, tudo. E depois o verde sem fim, a soja transgênica até depois do horizonte. Será isso o máximo a que pode chegar o brasileiro, a brasileira? Ferro gusa, soja e escravos... É isso?!

Por isso, o interesse único no lucro destrói tudo que não for o ganho de uma minoria. É uma tragédia a mão visível do mercado que trouxe o planeta ao colapso. Somos os sapos na panela que esquenta aos poucos. Tá gostoso o quentinho?! 

E é essa perversão funda em nossa alma nacional, maculada pela Escravidão, essa infâmia da omissão diante da tragédia do outro, que seria menos humano, escravo, subgente, precarizado, é essa covardia cúmplice que permite-nos levar a vida como normal, até que chegue a nossa vez. As instituições funcionam normalmente.

Estamos mergulhando a braçadas no caos e na destruição do Brasil. Passamos os 203 mil e seguimos morrendo, e é Bolsonaro o Presidente. Vivemos a distopia do "fim da corrupção", da hegemonia absoluta do Mercado e sob os escombros dos direitos dos trabalhadores, com a destruição da CLT pelo Congresso do Golpe. A vida piorou muito e todos os dias lutamos para escapar da morte à espreita. 

A Guerra Híbrida e os escombros do Brasil
Nossos "heróis"da Lava Jato em parceria com a Globo e o PIG - Partido da Imprensa Golpista -, o "Mercado" (rentismo parasitário) e os teólogos da prosperidade nos trouxeram até aqui. Destruíram setores econômicos em série, todos importantíssimos industrialmente:
- Petróleo e Gás;
- Construção Pesada;
- Exportação de Engenharia Pesada;
- Construção Civil;
- Até a indústria de carnes foi afetada;
- Grandes embarcações, estaleiros. 
Mandamos prender inclusive o maior cientista nuclear do Brasil, o Vice Almirante Othon, para deixar claro que aqui tava dominado, tudo dominado.

Isso tudo foi tomado de nós. E nós aplaudimos. É esse o contexto em que o investimento e as expectativas futuras levam à certeza da bancarrota. Esse é o script e somos chamados a ser espectadores.

Aí, Reforma da Previdência e Trabalhista, fim dos sindicatos, era o anúncio da Xêpa. Não ficou pedra sobre pedra... Aí, nessa hora, veio o COVID, e a gente deixou correr, a gente deixou morrer, a gente está morrendo. O país, as pessoas, o que nós somos...

Assim, ferro gusa, soja, e carne humana, é esse o metiê a que se propõe o Brasil do futuro, com Bolsonaro adiante, perguntando: E daí?!

Nem Vacina os caras cuidaram, nem seringa...
E, infelizmente, as FFAA se acumpliciaram com essa página tristíssima em nossa História... Só Castro Alves ajuda-me a entender esse drama:

Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!...

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...
Castro Alves - Navio Negreiro

Compreende por que a Ford sai do Brasil?! Vai vender para quem!? Será uma economia muito menor... é uma autofagia. E são negócios... Brasileiro contra brasileiro canibalizando o Brasil. Só uma guerra poderia em tão pouco tempo destruir setores inteiros da economia para escravizar um povo. 

Foi, e é uma guerra. Guerra Híbrida. Qui Bono? Quem ganha com a submissão e a destruição do Brasil? Não se enganem, não sobrará nada, é preciso agir. E é fundamental ocupar todos os espaços possíveis na Câmara e no Senado, para travar a resistência nas redes, nas ruas e nas instituições.  É preciso isolar e derrotar a extrema direita e defender nosso país desse genocídio! Parte deste inferno é termos perdido a condição de unir setores democráticos e patrióticos para termos a maioria! Não sejamos amadores e ocupemos todas as tribunas para em 2021 virar o jogo! 

Só há um caminho para um feliz 2021, a solidariedade que é luta. 

O nosso dever  é nos proteger e lutar por vacina Já para Todos e Todas! Construir a Frente Ampla para salvar o Brasil de Bolsonaro, de sua quadrilha, do imperialismo dos EUA e do COVID.

sábado, 5 de outubro de 2013

PC de Cuba: Falleció el legendario General Giap, héroe de Viet Nam

04/10/2013
Falleció el legendario General Giap, héroe de Viet Nam


El general Vo Nguyen Giap, figura central de la victoria de la guerra de Vietnam, murió a los 102 años, según informaron hoy fuentes militares y familiares.

El general falleció por causas naturales en el Hospital Militar 108 de Hanoi, informó una fuente militar del centro.

“Murió por su avanzada edad, no debido a ninguna enfermedad”, aseguró la fuente, en condición de anonimato.

Giap estuvo además en batallas significativas contra Estados Unidos como la ofensiva del Tet en 1968.



Este legendario general vietnamita nació en la aldea de Una Xa, provincia de Quang Binh el 25 de agosto de 1911. Era hijo de un campesino que, aunque carecía de tierras, sabía leer y escribir y luchó toda su vida contra el régimen colonialista impuesto a su país.

En 1926, siendo aún muy joven, comenzó a luchar por la liberación de Vietnam en el instituto en el que estudiaba. Se incorporó al Menh Dang del Tan Viet y, dos años más tarde, al Quoc hoc, organizaciones clandestinas que realizaban agitación contra la ocupación extranjera.

En 1930 fue detenido y condenado a tres años de prisión, pero fue liberado algunos meses después.

En 1933 entró en la universidad de Hanoi, aunque dos años después le expulsaron por realizar agitación revolucionaria.

En la universidad conoció a Dang Xuan Khu, que más adelante adoptaría el seudónimo de Truong Chinh, el principal ideólogo del comunismo vietnamita. Fue él quien incorporó a Giap al Partido Comunista de Indochina.

En 1937 logró terminar sus estudios de Derecho en la universidad y comenzó dar clases de historia en un instituto de Hanoi, aunque en realidad se dedicaba a organizar a los profesores y alumnos en la lucha revolucionaria.

En 1939 publicó su primer libro, juntamente con Truong Chinh, titulado La cuestión campesina donde analizaban el papel que debían desempeñar los jornaleros del campo como aliados del proletariado vietnamita en el proceso revolucionario.

El año anterior se había casado con una tailandesa, Dang Thi Quang, también militante comunista, y cuando al año siguiente el Partido Comunista de Indochina fue prohibido, Giap escapó a China, donde conoció a Ho Chi Minh y estudió las tesis de Mao Zedong sobre la guerra popular prolongada y la guerra de guerrillas, que luego aplicaría magistralmente a su propio país.

Pero la policía francesa detuvo a su mujer y a su cuñada y las utilizó como rehenes para presionar a Giap y lograr que se entregara. La represión fue feroz: su cuñada fue guillotinada y su mujer condenada a cadena perpetua, muriendo en la prisión después de tres años a causa de las brutales torturas. Los verdugos también asesinaron a su hijo recién nacido, a su padre, a dos hermanas y a otros familiares.

En mayo de 1941 en la conferencia de Chingsi (China), junto con Ho Chi Minh, funda el Dong Minh (Liga Vietnamita para la Independencia), más conocido como Vietminh, para agrupar las fuerzas antijaponesas en un único frente de liberación nacional.

Ese mismo año Giap se traslada a las montañas del interior de Vietnam para iniciar la guerra de guerrillas. Allí estableció una alianza con Chu Van Tan, dirigente del Tho, un grupo guerrillero de una minoría nacional de Vietnam del noreste. Giap comenzó a construir el Tuyen Truyen Giai Phong Quan, un ejército capaz de expulsar al ocupante francés y sostener el programa del Vietminh.

Inició una campaña de dos años de propaganda armada y de reclutamiento, convirtiendo a los campesinos en guerrilleros con una combinación del entrenamiento militar y la formación política comunista. A mediados de 1945 tenía ya unos 10.000 hombres bajo su mando y pudo pasar a la ofensiva contra los japoneses que ocupaban todo el sudeste de Asia.

Junto con Ho Chi Minh, Giap dirigió sus fuerzas hacia Hanoi en agosto de 1945, y en septiembre Ho Chi Minh pudo proclamar la independencia de Vietnam, con Giap al mando del ejército revolucionario.

En la posterior guerra contra el colonialismo frances, Giap demostró la superioridad de la guerra popular sobre las fuerzas imperialistas obteniendo una espectacular victoria el 7 de mayo de 1954 en la decisiva batalla de Dien Bien Phu, una valle situado a unos 300 kilómetros al oeste de Hanoi en el que se habían atrincherado las fuerzas ocupantes francesas, confiadas en la protección de las montañas y en conseguir batir a las fuerzas revolucionarias cuando descendieran.

De los 15.094 mercenarios franceses que se agruparon en Dien Bien Phu, después de casi seis meses del sitio, solamente 73 lograron escapar del cerco, mientras que 5.000 murieron y 10.000 fueron capturados. Giap y el general Denhg lanzaron un asalto frontal a la guarnición que arrojó a los colonialistas franceses definitivamente de Indochina. El ejército de Giap y Denhg padeció la muerte de 25.000 combatientes.

Giap y Denhg derrotaron a los imperialistas con una acumulación logística extraordinaria y un uso eficaz de la artillería bien protegida. Los 60 cazabombarderos norteamericanos B-29 que acudieron en apoyo de la guarnición francesa, no lograron su objetivo, obligando a los imperialistas a diseñar un plan criminal elaborado por el almirante norteamericano Radford y el general francés Navarre consistente en arrojar bombas nucleares contra las fuerzas revolucionarias.

La campaña de Dien Bien Phu fue la primera gran victoria de un pueblo colonial y feudal, con una economía agrícola primitiva, contra un experimentado ejército imperialista sostenido por una industria y pujante moderna bélica. Los más concidos generales franceses (Leclerc, De Lattre de Tasigny, Juin, Ely, Sulan, Naverre) fracasaron uno tras otro frente a unas tropas integradas por campesinos pobres pero decididas a luchas hasta el final por su país y por el socialismo. Los gobiernos de París fueron cayendo también a medida que sus generales eran derrotados en los alejados arrozales, poniendo al descubierto la fragilidad de la IV República.

Vietnam resultó dividido y Giap fue nombrado ministro de Defensa del nuevo gobierno del Vietnam del norte que, al tiempo que continuaba la guerra popular, se esforzaba por construir una nueva sociedad socialista.

Como comendante del nuevo ejército popular, Giap dirigió la lucha en la guerra de Vietnam contra los nuevos invasores norteamericanos en el sur del país, que una vez más comenzó bajo la forma de guerra de guerrillas. Los primeros soldados estadounidenses murieron en Vietnam cuando el 8 de julio de 1959 el Vietcong atacó una base militar en Bien Hoa, al noreste de Saigon. Ese año más de 1.000 lacayos del imperialismo americano fueron ajusticiados por los guerrilleros del Vietcong y antes de 1961 otros 4.000 habían caido.

Cuatro presidentes americanos lucharon sucesivamente contra Vietnam, dejando el rastro de sangre de 57.690 mercenarios americanos ejecutados. Por parte vietnamita murieron 600.000 combatientes pero finalmente los Estados Unidos fueron obligados a salir del país en 1973. Dos años más tarde el país fue reunificado, cuando un tanque del ejército revolucionario embistió la valla de protección de la embajada americana, mientras los últimos imperialistas huían precipitadamente en un helicóptero por el tejado del edificio.

A partir de entonces Giap siguió siendo ministro de Defensa de Vietnam y miembro de pleno derecho del Politburo del Partido Comunista de Vietnam, cargo que ocupó hasta 1982.

Tras su cese, dirigió la Comisión de Ciencia y Tecnología, y en julio de 1992, le concedieron la orden de la estrella del oro, el honor más alto del nuevo Vietnam socialista.

El general Giap no sólo fue un maestro en el arte de dirigir la guerra revolucionaria, sino que además escribió sobre ella en 1961 su famosa obra “Guerra popular, ejército popular”, un manual de la guerra de guerrillas basado en su propia experiencia. En él establece los tres fundamentos básicos que debe disponer un ejército popular para lograr la victoria en la lucha contra el imperialismo: dirección, organización y estrategia. La dirección del Partido Comunista, una férrea disciplina militar y una línea política adecuada a las condiciones económicas, sociales y políticas del país.

Definió la guerra popular como “una guerra de combate para el pueblo y por el pueblo, mientras que la guerra de guerrillas es simplemente un método del combate. La guerra popular es un concepto más general. Es un concepto sintetizado. Es una guerra a la vez militar, económica y política”. La guerra popular no sólo la hace un ejército, por más que sea popular, sino que la hace todo el pueblo porque es imposible que un ejército revolucionario, por sí mismo, pueda lograr la victoria contra la reacción, sino que es todo el pueblo el que tiene que participar y ayudar en una lucha, que necesariamente debe ser prolongada.

Como buen guerrillero, Giap sabía que el éxito de la victoria cuando hay una desproporción tan grande de fuerzas, se basa en al iniciativa, la audacia y la sorpresa, lo que exige que el ejército revolucionario se desplace continuamente. Destacó como un genio de la logística, capaz de movilizar continuamente importantes contingentes de tropas, siguiendo los principios de la guerra de movimientos. Lo hizo así contra los colonialistas franceses en 1951, infiltrando a un ejército entero a través de las líneas enemigas en el delta del río Mekong, y otra vez adelantando la ofensiva de Tet en 1968 contra los estadounidenses, cuando situó a millares de hombres y toneladas de aprovisionamientos para un ataque simultáneo contra 35 centros estratégicos del sur.

La batalla de Ia Drang (19 de octubre-27 de noviembre de 1965) fue una de las más importantes del combate para ambos bandos durante la guerra de liberación de Vietnam. Tras ella el general imperialista Westmoreland creyó que la movilidad aérea y la potencia de fuego en gran escala serían la respuesta a la estrategia de Giap, pero éste apostó a sus soldados tan cerca de las líneas americanas que los B-52 soltaban las bombas encima de sus propias filas.

Todavía hoy las tácticas guerrilleras de Giap constituyen una de 
las fuentes de estudio de las estrategias miliatares en el mundo.




quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sec. Geral do PC do Vietnã palestra em Brasília neste sábado, 14/04, às 9h00

Brasília receberá neste sábado uma palestra promovida pela Associação de Amizade Brasil Vietnã, com o Secretário Geral do Partido Comunista do Vietnã, Nguyen Phu Trong.
O evento será no Centro de Convenções Brasil 21, sábado, 14 de abril, a partir de um café da manhã, de 9h00. Às 10h00 inicia a progamação de debate e vídeos. a Palestra terá como tema O Vietnã Hoje: a Vitalidade do Socialismo

LOCAL: CENTRO DE EVENTOS E CONVENÇÕES BRASIL 21
SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Setor Hoteleiro Sul - Brasília (próximo ao Shopping Pátio Brasil)

sábado, 22 de maio de 2010

Alemão: 120 anos de Ho Chi Minh, a constelação que ilumina

Neste artigo, o secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Ricardo Alemão Abreu, recém-chegado de uma viagem ao Vietnã onde participou de seminário em homenagem aos 120 anos do líder Ho Chi Mnh, procura resgatar parte da trajetória que fez do vietnamita um dos principais nomes da história mundial. “Ho Chi Minh é fruto das qualidades de seu povo”, escreve.
Ho Chi Minh

Ho Chi Minh e seu povo se converteram em símbolo visceral de luta contra o colonialismo

Um povo e um exército valentes
Não conhecem o impossível.
A raiz faz forte a árvore;
A vitória tem a sua raiz no povo.

Ho Chi Minh

Revolucionário teórico e prático, estrategista militar, estadista, diplomata, poeta, Ho Chi Minh foi reconhecido pela Unesco em 1987 como “herói da libertação nacional do Vietnã e ilustre personalidade cultural da humanidade”. Nguyen Ai Quoc, nome de nascimento de Ho Chi Minh, nasceu há 120 anos, em 19 de maio de 1890, em uma aldeia do atual distrito de Nam Dan, na província de Nghe An, na parte central do Vietnã. Líder da independência nacional e da revolução socialista vietnamita, conduziu a luta de seu povo até sua morte, em 1969.

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