SIGA O COLETIVIZANDO!

Mostrando postagens com marcador bancarios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bancarios. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Bancarios: ASSEMBLEIA HOJE 1°/09, ÀS 19H, NA PRAÇA DO CEBOLÃO

Assembleia nesta quinta para rejeitar a proposta da Fenaban e deflagrar a greve

O Sindicato convoca os bancários e bancárias de todos os bancos, públicos e privados, para assembleia geral da categoria, nesta quinta-feira 1º de setembro, para rejeitar a proposta rebaixada da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), apresentada na última rodada (dias 29 e 30) e aprovar greve por tempo indeterminado a partir da terça-feira 6. A assembleia será às 19h, em segunda e última convocação, na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul. 

Para o presidente do Sindicato, Eduardo Araújo, representante dos bancários de Brasília no Comando Nacional dos Bancários, que negocia com a Fenaban, a proposta, que consiste em reajuste salarial de 6,5% mais abono de R$ 3 mil, é “um golpe contra os trabalhadores”. 

“Mais uma vez, os bancos querem impor perdas, embutidas na proposta, e diz ‘compensá-las’ lançando mão do famigerado abono, uma espécie de ‘cala-boca’ que serve tão somente para forçar o que eles querem e sair da Campanha sem avanços”, critica o presidente do Sindicato. “Sem dúvida, estamos diante de um golpe contra os bancários”. 

O índice de 6,5% sequer repõe a inflação do período, projetada em 9,57%, e representa perda real de 2,8%. Mas o Comando alerta os bancários principalmente para a questão do abono de R$ 3 mil, já que, proposto no lugar de aumento real para os salários, representa perdas significativas aos trabalhadores, uma vez que ele é pago só uma vez, não se integra aos salários e ainda sofre incidência de imposto de renda. E não tem reflexo sobre FGTS, férias e 13º salário, por exemplo.

Implantada pelo governo Fernando Henrique Cardoso na década de 1990, essa política de substituir o aumento real pelo abono é velha conhecida da categoria, que amargou arrocho durante anos. O Sindicato reforça que esse “complemento” é um cala-boca e adverte que os bancários devem ficar atentos com essa proposta desrespeitosa que, na realidade, é uma enganação. E alerta que o prejuízo vai aparecer, principalmente, na hora da aposentadoria.  

Além de tudo isso, a proposta da Fenaban não garante empregos, não avança na saúde nem das demandas de segurança e de igualdade de oportunidades. 

Confira o edital da assembleia:

EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Brasília, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 00.720.771.0001-53, Registro sindical nº. MTPS 218.646-61 de 1961, Reg. L.31, Fls.21, 16.11.61 por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará no dia 01/09/2016, às 18:30 horas, em primeira convocação, e às 19 horas, em segunda e última convocação, no endereço Praça do Cebolão - Setor Bancário Sul - SBS, em frente ao Edifício Sede I do Banco do Brasil, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:

1) Avaliação e deliberação sobre contraproposta apresentada pela FENABAN nas reuniões ocorridas nos dias 29 e 30/08/2016, à pauta de reivindicações entregue em 09/08/2016;

2) Deliberação acerca da paralisação das atividades por prazo indeterminado a partir da 00h00 do dia 06/09/2016;

Brasília/DF, 30 de agosto de 2016.

Eduardo Araújo de Souza

Presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília

Da Redação

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Cair na real – Lei de Responsabilidade Fiscal e juros - Adriano Benayon - Portal Vermelho



Lei de Responsabilidade: Uma lei para garantir rentismo especulativo - Portal Vermelho

Adriano Benayon: Cair na real – LRF e juros

O senador Cristovam Buarque divulgou mensagem em que manifesta preocupação com o risco de os gestores públicos, diante da crise e da queda da arrecadação, descumprirem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Referiu-se aos projetos de lei aprovados na Câmara e no Senado que acrescentavam despesas ao Orçamento da União. A presidente Dilma buscou impedir sua passagem, com 32 vetos, dos quais 26 foram mantidos pelo Congresso, mas seis foram rejeitados, o que elevará gastos.

Os que se preocupam com os déficits públicos alarmam-se com a situação, porquanto os déficits já vinham crescendo e, desse modo, tendem a aumentar ainda mais, também porque as receitas estão em baixa significativa.

Há que colocar os pingos nos is. A LRF não passa de instrumento destinado a acelerar o empobrecimento do Brasil, assegurando a perpetuação de sua condição de economia primarizada e de zona de extração de recursos naturais, para entregá-los a preço vil aos carteis transnacionais.
Trata-se de lei complementar, de maior hierarquia que as leis ordinárias, ditada pelo império angloamericano, via FMI. Data de 2000, quando FHC reinava na satrápia chamada Brasil.

Essa lei dá total prioridade ao pagamento dos juros da dívida pública, tanto no âmbito federal, como no dos Estados e municípios, os quais, com a federalização da dívida (lei 9.496/1997), se tornaram vassalos de absurdas taxas de juros e índices de correção monetária, que devem pagar à União. Esta ficou responsável pelo total das dívidas públicas.
As taxas de juros e os índices de correção monetária devidos pelos governos locais são semelhantes àqueles com os quais o governo federal provê estupenda acumulação de dinheiro em favor dos concentradores financeiros (banqueiros estrangeiros e locais, e demais rentistas, como as empresas transnacionais).

Desse modo, o Brasil tem perdido recursos que possibilitariam alçar sua taxa de investimentos produtivos (contando os do setor privado), a taxas de 35% do PIB, mesmo com proporcional crescimento do consumo.

Ora, se se endireitassem também as estruturas e infraestruturas, notadamente corrigindo a patológica desnacionalização da economia, não seria difícil progredir no ritmo observado na China dos últimos 30 anos.

Demonstremos, com base nas estatísticas do Tesouro Nacional, a quanto têm montado os recursos saqueados do Brasil, a título do “serviço da dívida pública”.

Somente de janeiro de 1995 — 1º ano após o plano Real, que proclamou a mentirosa estabilização monetária – até agosto de 2015, a dívida pública interna multiplicou-se 24 vezes, de R$ 135,9 bilhões (contando então as dívidas de estados e municípios) para R$ 3,83 trilhões. Isso significa que a dívida interna foi multiplicada por 28, no período.
Isso significa crescimento médio anual de 18,65% aa., decorrente da capitalização dos juros e da inflada correção monetária, ambos decretados pelo BACEN, para gáudio dos sistemas financeiros privados, mundial e local.

Desde a Constituição de 1988, os gastos com a dívida pública, atualizados monetariamente, superam em muito R$ 20 trilhões.
Se os gastos com a dívida interna, cujo montante passa de R$ 3,8 trilhões, continuarem crescendo com a taxa efetiva anual presente — aí nos 18% aa. – essa dívida subirá, em 30 anos, para 1/2 quatrilhão de reais. Um quatrilhão são mil trilhões: 1.000.000.000.000 x 1.000.
Na finança mundial, os derivativos voltaram a superar US$ 600 trilhões, como nas proximidades do colapso financeiro de 2007/2008. Agora já passam de US$ 1 quatrilhão.

Iludem-se grandemente os que acreditam nos bancos e em economistas das universidades famosas e das que as copiam, quando caem na conversa de que os juros são elevados para conter a inflação!

Ao contrário, o crescimento exponencial das dívidas, expressas em títulos, significa inflação ainda maior do que causaria a emissão de moeda, tão anatematizada pelos economistas “ortodoxos” (e pela opinião geral, por eles influenciada). Os títulos financeiros são dinheiro, como a moeda, e ainda turbinado pelos juros.

Um dia, a explosão da massa de títulos insuscetíveis de serem liquidados, leva a reformas monetárias. Então se consolida o poder absoluto dos concentradores, mesmo em relação aos cidadãos aparentemente abastados.

Imaginemos, num caso limite, que o patrimônio financeiro dos grandes concentradores atinja vários quatrilhões de dólares e que individualmente tenham, em média, ativos de 100 trilhões de dólares.

Ao acontecer o “saneamento”, a reforma monetária faz que um novo dólar valha um milhão dos antigos. Então, um oligarca que acumulou US$ 100 trilhões, ficará com 100.000.000 (cem milhões) de dólares novos. Já um empresário, dono de patrimônio de US$ 100 milhões, ficará reduzido a 100 dólares novos. Que chance tem alguém com 100 unidades de moeda, diante de quem tem 100 milhões delas?

A reforma mostrará como o empresário empobrece, enquanto a composição dos juros e as demais jogadas do mercado financeiro fazem expandir os ativos dos banqueiros e demais concentradores.

Torna-se, assim, abissal a diferença de poder econômico entre estes e os demais mortais, mesmo os ricos, cuja maioria, como também a classe média, é convertida às ideologias de interesse dos concentradores e, assim, julga normais as manipulações de juros, câmbio e outras, praticadas pelo sistema financeiro.

No Brasil, esse sistema é criminosamente privilegiado pela fraude no artigo 166, § 3º, II, b), e pela sacralização suicida dos gastos com juros injustificados, assegurada pelo art. 164. Esse confere exclusividade ao Banco Central (BACEN), para emitir moeda – somente para servir os bancos – colocando o Tesouro Nacional à mercê destes.

Por lei, o BACEN está subordinado ao governo federal. Portanto, os governantes que se têm sucedido, deveriam explicar por que o BACEN age em favor da finança dos concentradores privados estrangeiros e locais e, em detrimento da economia e da sociedade.

Criaram um círculo vicioso: a dívida pública cresce devido a despesas financeiras, priorizadas pela LRF. A perspectiva de déficits orçamentários serve de desculpa para elevarem mais os juros. Daí minguam os investimentos produtivos e sociais da União e dos entes federativos.

É, pois, incrível que a LRF seja defendida como sagrada por tanta gente, até com o primarismo flagrante na mensagem de Cristovam: “a revogação da Lei de Responsabilidade Fiscal é o mesmo que revogar as quatro operações aritméticas, é dizer que dois mais dois é igual a cinco.”

Para o senador, o brasileiro está acostumado a querer receber aposentadoria jovem, e a crise estrutural exige reforma da Previdência. Traduzindo o jargão da “esquerda” reacionária: ”que assalariados e aposentados paguem a conta; não se toque nos trilhões de reais de juros para os bancos!” É de estarrecer.

Conquanto as despesas financeiras não sejam a causa única do subdesenvolvimento acelerado, o vulto delas comprova, de sobra, seu peso na ruína financeira do País. Acarretam também a miséria da estrutura produtiva e social, além de reforçarem a tirania dos oligarcas concentradores sobre o sistema político.

Há mais causas da degringolada. A principal delas, inclusive por ser a fonte da dívida, é a desnacionalização da economia, com os carteis transnacionais subsidiados pela política econômica, aplicando preços absurdos aos consumidores, privando o País de tecnologias próprias, e transferindo quantias estratosféricas ao exterior.

Os déficits nas transações correntes com o exterior — mesmo com o País a exportar quantidades brutais e crescentes, via agronegócio e mineração — cresceram para valor próximo a US$ 100 bilhões anuais, e não mostram sinais de cair muito, nem com a depressão e com o dólar a 4 reais.

*Adriano Benayon é doutor em economia pela Universidade de Hamburgo e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Vídeos sobre fim da greve dos bancários do Banco do Brasil em Brasília

Veja  a seguir o trecho final de uma das defesas da posição do sindicato dos bancários de Brasília pelo fim da greve no BB.

Veja a defesa do presidente do Sindicato e da CUT-DF, defendendo o fim da greve no Banco do Brasil.


Votação sobre fim da greve dos bancários do Banco do Brasil em Brasília não permitiu identificar maioria e obrigou direção do Sindicato dos Bancários a proceder com votação em urna.
Graças à mobilização massiva dos gerentes, que concordavam com o sindicato, a greve do BB em Brasília terminou no dia 26-09-2012 por 435 a 715 votos. Veja como era o clima na hora da votação aberta.

A posição nacional da CTB foi pela manutenção da greve nos bancos públicos. 



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

É greve. Bancários aprovam paralisação por tempo indeterminado a partir desta terça 27



http://www.bancariosdf.com.br
Seg, 26 de Setembro de 2011
26092011-Assemblia_Geral_Decreta_Greve_-FG_207

Greve por tempo indeterminado. Foi essa a decisão dos bancários que participaram de assembleia realizada agora há pouco na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul (SBS). A paralisação – que começa nesta terça-feira (27) – é uma resposta dos trabalhadores contra a intransigência da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que se negou a apresentar uma proposta decente à categoria.

Na sexta-feira (23), durante a quinta rodada de negociação, a Fenaban propôs 8% de reajuste sobre todas as verbas salariais, um aumento de apenas 0,2% em relação aos 7,8% oferecidos na terça-feira (20).

“Rejeitamos a proposta porque temos certeza de que os bancos têm condições de oferecer mais do que 0,62% de aumento real aos bancários. Com lucros acima de R$ 60 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, as instituições financeiras se negam a atender reivindicações importantes como valorização do piso, segurança bancária e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR)”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.

Para forçar os bancos – que fazem parte do setor mais rentável da economia brasileira – a atenderem às reivindicações da categoria, os bancários devem participar intensamente da greve. “Quanto mais bancários aderirem ao nosso movimento, maiores serão nossas chances de sairmos vitoriosos da greve”, avisa Britto.

Entre as principais reivindicações, os bancários querem reajuste de 12,8%, valorização do piso, PLR maior, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, regulamentação do sistema financeiro nacional, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização.

Na quinta-feira (22), os bancários de Brasília aprovaram, por unanimidade, indicativo de greve a partir desta terça-feira durante assembleia realizada no SBS. Os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada pelos banqueiros de 7,8% sobre todas as verbas.

Nova assembleia nesta terça 27
O Sindicato convoca nova assembleia da categoria nesta terça 27, às 17h, na Praça do Cebolão, no SBS (em frente ao edifício Sede I do Banco do Brasil), para avaliar os rumos do movimento.

“Não deixe de participar dos comitês de esclarecimentos. Com a sua presença, mostraremos aos banqueiros toda a nossa disposição de buscar, com garra e mobilização, as conquistas que merecemos”, reforça Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e diretor do Sindicato.

Veja as orientações para a greve

  • A Constituição e a Lei de Greve garantem o direito à greve.
  • A greve é de todos, mas é importante que cada bancário faça a sua parte para a categoria alcançar seus objetivos.
  • Denuncie ao Sindicato o assédio moral e a coação dos bancos para furar a greve ou trabalhar em outro site ou por acesso remoto.
  • Se você for convidado para trabalhar durante a paralisação, não aceite. É contra a lei de greve. Grave o registro da mensagem de celular, com hora e data e encaminhe ao Sindicato.
  • Trabalhar em casa durante a greve, além de desrespeitar e enfraquecer a luta dos seus colegas, pode trazer problemas jurídicos, uma vez que isso não está previsto no contrato de trabalho.
  • Os bancos vão tentar confundir a categoria. Acredite apenas nas informações divulgadas pelo Sindicato.
  • Caso a polícia ou oficial de Justiça apareça, permaneça na agência sem fazer o confronto. Exija a identificação do oficial de Justiça, leia o ofício na íntegra, anote dados e comunique o coordenador e o Sindicato imediatamente.
  • Convença os colegas bancários sobre a importância da greve e da unidade da categoria. Convença-os a participar das manifestações em agências de outros bancos.
  • Informe os clientes dos motivos da greve, da exploração e desrespeito dos bancos com clientes e população. Procure ajudar a clientela.
  • Permaneça no comitê de esclarecimento pelo menos até as 16 horas.
  • Vá às atividades, reuniões e assembleias convocadas pelo Sindicato. Elas são importantes para debater e fortalecer a estratégia de mobilização para pressionar os banqueiros.
  • Tenha sempre em mãos os telefones do Sindicato: 3262-9090 (geral) ou 3262-9004, 3262-9018, 3262-9030 e 3262-9008 (Secretaria-geral).

Rodrigo Couto
Do Seeb Brasília

domingo, 17 de maio de 2009

Surge o blog BANCÁRIOS CLASSISTAS

http://bancariosclassistas.blogspot.com/

Surge aqui o blog dos Bancários Classistas. Sindicalistas e militantes bancários, com firme posição de classe, que se organizam em torno da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e tem como objetivo maior organizar, mobilizar e conscientizar os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.

A atuação dos Bancários Classistas se dá em nível nacional - nos sindicatos e nos locais de trabalho; A partir dos bancos públicos e privados, bem como das empresas terceirizadas, das cooperativas, das seguradoras. Empenha-se na defesa dos direitos, das conquistas, da saúde, da igualdade de oportunidades e principalmente pela ISONOMIA. Coloca-se frontalmente contrário à discriminação de gênero, raça, credo e orientação social, ao assédio moral e sexual.

Participa de todos os foruns que discutem os interesses da categoria bancária com o firme proposito de elevar o debate político.

Os Bancários Classistas estão abertos à participação de todos e todas que queiram construir, no plano imediato, novos caminhos para os trabalhadores e trabalhadoras e, no plano futuro, construir uma sociedade mais justa e democrática, a sociedade socialista.

Leia as últimas:

Combater o assédio moral com organização e luta

Presidente do Sindicato da Bahia lança livro sobre Mutti de Carvalho

CTB discute campanha salarial dos bancários

Comando apresenta propostas à Fenaban

Comissão de Empresa convoca plenária sobre PCS

Sábado, 16 de Maio de 2009: Construir um comando forte




sábado, 28 de março de 2009

Debate sobre a crise no Congresso Distrital dos Funcionários do BB






Debate sobre a crise marca abertura do Congresso Distrital dos Funcionários do Banco do Brasil
27/03/2009


Começou na noite desta sexta-feira 27 de março, no Sindicato, o Congresso Distrital dos Funcionários do Banco do Brasil. A abertura do evento foi marcada pelo debate do tema “Negociações coletivas no contexto de crise”, que teve como expositor Tiago Oliveira, técnico da área de Pesquisa de Emprego e Desemprego do escritório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no Distrito Federal.

Como desafio ao movimento dos trabalhadores nas negociações coletivas deste ano de crise no Brasil e no mundo, Tiago destacou a necessidade de um bom diagnóstico do setor econômico em que se insere cada categoria, para que as negociações tenham subsidio adequado. Esse diagnóstico, a seu ver, deve estar alinhado com a “estratégia temporal”, com margem de manobra quanto ao momento de se acelerar ou retardar o desfecho do processo negocial. Como foco das discussões ele prevê a preservação do emprego e do poder de compra dos salários.



O técnico do Dieese entende também que aos trabalhadores e à sociedade em geral caberá lutar por política públicas que respondam aos problemas provocados pela crise, com destaque para a proteção social por meio da ampliação do seguro-desemprego e de programas como o Bolsa Família e o Prouni, entre outros.

Após o debate, os presentes à abertura do Congresso participaram de um coquetel.



O evento será concluído neste sábado 28, com a seguinte programação:

8h30 – Café da manhã e credenciamento
9h – Painel temático sobre Previ e Cassi
11h – Início das discussões em grupo
12h – Almoço
13h – Continuação das discussões em grupo
15h – Plenária
16h – Eleição dos delegados ao 20º Congresso Nacional
dos Funcionários do BB
17h – Encerramento


Fonte: SEEB-DF

Coletivizando no Youtube