quarta-feira, 30 de setembro de 2026
A Campanha dos Bancários e a greve na Caixa em 2026 | Podcast Coletivizando, sexta, 2/10, às 8h15
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Podcast Coletivizando com a Presidenta Andreia Sabino (Federação Bahia e Sergipe) - A Campanha Nacional dos Bancários 2026 sexta, 25/9/26, às 8h15.
Neste episódio do Podcast Coletivizando, no quadro Papo Político, recebemos Andréia Sabino, Presidenta da Federação de Bancários Bahia e Sergipe (FEEB BA/SE).
Debateremos os rumos da categoria bancária no cenário da Campanha Nacional dos Bancários 2026.
🎙️ APRESENTAÇÃO:
* Paulo Vinícius da Silva
👤 CONVIDADA:
* Andréia Sabino – Presidenta da Federação de Bancários Bahia e Sergipe (FEEB BA/SE)
📅 Data de exibição: Sexta-feira, 25 de Setembro de 2026 | 08h15 AM
📺 CANAIS NO YOUTUBE:
* @ColetivizandoBR
•@metamorfosecomunicacao
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🤝 REALIZAÇÃO:
* Podcast Coletivizando
* Metamorfose Comunicação
APOIO: CTB Bancários Ceará
e Sindicato dos Bancários de Brasília (Bancários DF)
#PodcastColetivizando #CampanhaNacionalDosBancarios2026 #FEEBBASE #Bancarios #CTB #SindicatoDosBancarios
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Na Metamorfose Comunicação:
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
Podcast Coletivizando adiado para 25/9, sexta, às 8h15.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS - CTB Bancários
CTB BANCÁRIOS
FENABAN ATACA A MESA ÚNICA E AMEAÇA A NEGOCIAÇÃO NACIONAL
A CTB Bancários considera grave a postura adotada pela Fenaban após as assembleias da Campanha Nacional dos Bancários de 2026. Depois de negociar nacionalmente e submeter uma proposta à categoria, a representação dos bancos pretende agora tratar de forma diferente as bases que aprovaram e aquelas que rejeitaram a proposta, ameaçando dois pilares históricos da organização dos bancários: a mesa única de negociação e a Convenção Coletiva Nacional.
A mesa única foi conquistada justamente para impedir que os bancos fragmentassem os trabalhadores por empresa, região ou sindicato. Sua existência nunca dependeu de unanimidade nas assembleias. Ao longo da história da categoria houve propostas rejeitadas, greves, novas negociações, novas assembleias e adesões posteriores. Rejeitar uma proposta nunca significou abandonar a negociação nacional.
É essa lógica que a Fenaban procura inverter. Nos ofícios encaminhados às entidades sindicais, considera encerrada a negociação e afirma que não reabrirá a mesa com sindicatos que rejeitaram a CCT. Na prática, pretende transformar o direito de rejeitar uma proposta numa escolha entre aceitar o que os bancos oferecem ou ficar fora da contratação nacional.
Essa postura não pode ser analisada isoladamente da condução patronal de toda a campanha. A Fenaban levou a apresentação das cláusulas econômicas decisivas para a fase final da negociação e utilizou a proximidade do fim da vigência dos instrumentos coletivos como elemento de pressão sobre a categoria. Agora, diante das rejeições em algumas bases, procura transformar o resultado das assembleias em instrumento para encerrar a negociação com quem decidiu continuar lutando. O conjunto dessas atitudes revela uma estratégia de endurecimento que pressiona os trabalhadores a aceitar a proposta patronal e favorece a fragmentação da negociação nacional.
Isso é uma pressão inaceitável sobre a soberania das assembleias. Uma negociação só é efetivamente democrática se os trabalhadores puderem dizer não e continuar negociando. Mesa única não pode existir apenas enquanto as bases aceitam a proposta patronal. Se o direito de permanecer na negociação depende de aprovar a proposta dos bancos, deixa de existir negociação e passa a existir adesão.
A chamada Cláusula X é a cláusula de exclusão proposta pela Fenaban: pretende incluir na própria CCT listas de bases do Banco do Brasil e da Caixa que, por terem rejeitado a proposta, ficariam fora das Convenções, sem a garantia convencional de abono da paralisação de 20 de agosto e das ausências decorrentes de paralisações e greves posteriores. A cláusula não é o problema isoladamente; é a materialização, no texto da CCT, da política de dividir a categoria entre quem aceita e quem continua lutando.
O tratamento dado aos dois bancos públicos evidencia ainda mais essa postura. No Banco do Brasil, a Fenaban criou uma situação intermediária para as bases que deliberaram pela reabertura das negociações: admite nova assembleia até 10 de setembro e posterior assinatura, preservando os efeitos da CCT desde 1º de setembro. Na Caixa, não oferece a mesma possibilidade: as bases que rejeitaram são diretamente enquadradas no grupo de exclusão. Além de fragmentar a negociação nacional, a Fenaban estabelece tratamentos diferentes entre bases que decidiram não encerrar a luta.
Também é preocupante que as direções do Banco do Brasil e da Caixa não se coloquem contra uma dinâmica que ameaça a unidade da negociação nacional. Bancos públicos não deveriam contribuir, por ação ou omissão, para uma estratégia que isola seus próprios trabalhadores da contratação coletiva da categoria.
A gravidade vai além de BB e Caixa. Num sistema financeiro marcado pelo fechamento de unidades, redução de postos de trabalho, terceirização e acelerada transformação tecnológica, fragmentar a representação e a negociação dos trabalhadores interessa aos bancos e enfraquece a capacidade coletiva de enfrentar essas mudanças. Se prevalecer a tese da Fenaban, abre-se ainda um precedente para futuras campanhas: apresenta-se uma proposta nacional, quem aceita permanece na Convenção e quem rejeita pode ser retirado da contratação coletiva. Isso devolve aos bancos uma capacidade de divisão que a categoria levou décadas para superar.
Não há necessidade disso. Historicamente, já ocorreram rejeições seguidas de novas assembleias e posterior assinatura. Também há sindicatos que não participam das mesas nacionais, deliberam em suas bases e posteriormente formalizam sua adesão aos instrumentos coletivos. A experiência da própria categoria demonstra que é possível assinar a CCT com quem está autorizado sem fechar a porta para quem continua lutando.
Por isso, a CTB Bancários defende uma posição unitária de Contraf-CUT, Contec, federações e sindicatos, independentemente da posição adotada nas assembleias: rejeitar a política de exclusão da Fenaban e não permitir que ela seja incorporada à CCT.
Quem aprovou deve ter sua decisão respeitada e assinar. Quem rejeitou também deve ter sua decisão respeitada e continuar mobilizado, negociar, voltar à assembleia e aderir posteriormente ao instrumento caso sua base assim decida.
A Fenaban não pode negociar nacionalmente para apresentar sua proposta e fragmentar a categoria quando essa proposta é rejeitada. Não pode aproveitar divergências legítimas entre as bases para enfraquecer a mesa única e transformar a CCT nacional em instrumento de pressão contra quem continua lutando.
A MESA É ÚNICA. A CCT É NACIONAL. A CATEGORIA É UMA SÓ.
CTB Bancários
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Podcast Coletivizando – Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas - Sexta, 03/09/2026

Podcast Coletivizando –
* Sexta-feira, 04 de setembro de 2026, às 8h15 AM.Apresentação: Paulo Vinícius da Silva.
Papo Político
Tema: Greve na Caixa e no BB? Balanço das bases e pautas.
Convidado: Tulio Menezes (Bancário CEF e da CTB Bancários-CE/Sindicato).
Canta, minha gente: La Marseillaise de la Commune.
Assista no YouTube nos canais @metamorfosecomunicacao e @ColetivizandoBR
Siga o Blog Coletivizando
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quinta-feira, 27 de agosto de 2026
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final 🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 ⏰ Horário: 8h15 AM - podc ast Coletivizndo
Neste episódio especial do Podcast Coletivizando do Dia dos Bancários (as), debateremos o tenso momento atual da Campanha Nacional da categoria!
🎙️Papo Político - A Campanha Nacional dos Bancários 2026, dilemas e tensões na reta final
🗓️ Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
⏰ Horário: 8h15 AM
👤 Apresentação: Paulo Vinícius da Silva
Bancários(as) enfrentam os patrões mais poderosos do Brasil, o sistema financeiro, naquela que é a maior negociação coletiva do país. Na reta final, os bancários(as) se deparam com impasses e tensões: fim da ultratividade, riscos à Mesa Única, precarização da maioria do ramo financeiro. Há caminhos para a vitória?
Convidado:
Hermelino Neto — Coordenador Nacional da CTB Bancários e Vice-presidente da CTB Bahia, direto de São Paulo, onde a CTB acompanha as negociações na Mesa do Comando Nacional
📲 Acompanhe no Youtube:
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segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Podcast Coletivizando de 14/08/2026, às 8h15: Campanha Nacional dos Bancários 2026

O programa tem uma mudança na ordem dos blocos, com vistas a um melhor aproveitamento do tempo. O programa, apresentado pelo Sociólogo e Bancário Paulo Vinícius da Silva, inicia com o Cuida, que abordará a Campanha Nacional dos Bancários, a maior campanha salarial do Brasil e que inicia um calendário de reivindicações salariais de grandes categorias. O bloco pretende introduzir a audiência na campanha, suas principais pautas e dilemas.
O Canta, minha gente traz a tocante canção cearense Consolança, de Eugênio Leandro e letra de Oswald Barroso, um gigante do teatro e da cultura cearense, lutador pela democracia e que recentemente nos deixou.
O Podcast Coletivizando é uma realização do Blog Coletivizando, em parceria com a Metamorfose Comunicação e o apoio do Núcleo Sindical de Base da CTB Bancários do Ceará e o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília.
SERVIÇO:
Podcast Coletivizando
Sexta-feira, 14/08/2026, 8h15
Nos canais do Youtube
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Assista no Coletivizando:
Assista no Metamorfose:
sábado, 14 de março de 2026
Chapa 1 vence no Sindicato dos Bancários de Brasilia com 66,92% dos votos

O presidente eleito do Sindicato, Rodrigo Britto, fala na sala de apuração logo após proclamado o resultado final pela Comissão Eleitoral
Com o lema “Responsabilidade e compromisso com você”, a Chapa 1 das(os) Bancárias(os) venceu a eleição para a Diretoria e o Conselho Fiscal e comandará o Sindicato no próximo quadriênio (2026–2030). Encabeçada pelo bancário do Banco do Brasil Rodrigo Britto, a Chapa 1 recebeu 5.150 votos, o que representa 66,92% dos votos válidos. Já a chapa 2 alcançou 2.545, ou 33,07% dos votos válidos. Ao todo, votaram 7.958 sindicalizadas e sindicalizados, sendo 114 votos brancos e 149 nulos.
A votação ocorreu ao longo de cinco dias, de 9 a 13 de março, em formato híbrido (com participação virtual e presencial em cinco pontos de votação), o que possibilitou a ampla participação das associadas e dos associados, tanto da ativa quanto aposentados.
A nova diretoria assumirá o mandato em 1º de julho.Confira a relação da nova Diretoria e do Conselho Fiscal do Sindicato para o quadriênio 2026/2030:
Adamour Holanda Lobo | Banco do Brasil
Ade Mire dos Santos Ribeiro | Banco do Brasil
Adeilton da Paz Souza | Caixa Econômica Federal
Alexandre Augusto da Costa Assis | BRB
Antonio Abdan Teixeira Silva | Caixa Econômica Federal
Athaliba Dias Maciel Davila | Caixa Econômica Federal
Cristiano Alencar Severo | BRB
Dagma Ferreira de Souza | Safra
Daniel de Oliveira | BRB
Diego Leandro Sousa de Azevedo | Banco do Brasil
Edson Ivo Moreira Martins | BRB
Eduardo Araujo de Souza | Banco do Brasil
Elaine Barboza dos Santos Bardawil | BRB
Elaine Dias Costa | Banco do Brasil
Elis Regina Camelo Silva | Caixa Econômica Federal
Elizabeth Espindola Araujo | Santander
Erika Ferreira Campos Lucas | Bradesco
Fatima Suzana Marsaro | Banco do Brasil
Fernando Monteiro Vargues | Banco do Brasil
Gleide Alves de Oliveira | Banco do Brasil
Guilherme Goncalves Simoes | Caixa Econômica Federal
Humberto de Almeida Maciel | Banco do Brasil
Iale Rodrigues Noblat | Banco do Brasil
Ivan Amarante de Albuquerque | BRB
Jose Feliciano Alves Camara | Banco do Brasil
Jose Wilson Alves da Silva | Banco do Brasil
Josibel Rocha Soares | Caixa Econômica Federal
Juliana Franco Silveira | BRB
Larissa Argenta Ferreira de Melo | Caixa Econômica Federal
Lucas Barbosa Cusinato Rodrigues | Banco do Brasil
Maeva Borges Corcino da Silva | Banco do Brasil
Maria Jose Furtado | Banco do Brasil
Paulo Henrique Silva Cardoso | Banco do Brasil
Rafael Guimaraes Campos Oliveira | Banco do Brasil
Rafael Saldanha | Banco do Brasil
Raimundo Dantas de Lima | Bradesco
Rhafael Ribeiro Torres | Caixa Econômica Federal
Robson Costa Neri | BRB
Rodrigo Lopes Britto | Banco do Brasil
Ronaldo Lustosa da Rocha | BRB
Samantha Nascimento Sousa da Silva | BRB
Sandro Silva Oliveira | Itaú
Sonia de Carvalho Palhares Beira | Caixa Econômica Federal
Vanessa Sobreira Pereira | Caixa Econômica Federal
Vicente de Paula Mota Frazão | Bradesco
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