terça-feira, 5 de maio de 2020
Sociologia UnB - Teoria dos sistemas sociais e a Pandemia do COVID 19 - 06/05 às 14h00
segunda-feira, 4 de maio de 2020
Confira o especial do Portal Vermelho sobre Aldir Blanc
Não existe João sem Aldir
https://vermelho.org.br/2020/05/04/nao-existe-joao-sem-aldir/
Aldir Blanc (1946-2020), o compositor da “esperança equilibrista”
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-1946-2020-o-compositor-da-esperanca-equilibrista/
Aldir Blanc, o cronista do Brasil na corda bamba
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-o-cronista-do-brasil-na-corda-bamba/
Aldir Blanc: O homem que venceu o Tempo
https://vermelho.org.br/2020/05/04/aldir-blanc-o-homem-que-venceu-o-tempo/
Sete notas não exatamente musicais sobre Aldir Blanc
https://vermelho.org.br/2020/05/04/sete-notas-nao-exatamente-musicais-sobre-aldir-blanc/
Sete notas não exatamente musicais sobre Aldir Blanc
https://vermelho.org.br/2020/05/04/sete-notas-nao-exatamente-musicais-sobre-aldir-blanc/
Gorbatchov confessa: ''o objetivo da minha vida foi a aniquilação do comunismo'' - Por Arthur González - Carta Maior
Carta Maior
16/09/2019 13:51
Recentemente, a CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) desclassificou alguns documentos que mostram como o magnata George Soros e a própria agência ajudaram Mikhail Gorbatchov a proporcionar a dissolução da União Soviética.
Durante um discurso realizado em uma universidade da Turquia, Gorbatchov admitiu: “o objetivo da minha vida foi a aniquilação do comunismo… mi esposa me apoiou plenamente e o entendeu até mesmo antes que eu (…) e para alcançá-lo, consegui reunir companheiros de luta, como Yakovlev e Shevardnadze”. Sobre os dois citados, um analista e ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), Wayne Madsen, afirmou que Soros, proporcionou a cobertura econômica ao governo de Gorbatchov, durante o ano de 1987, através de uma ONG ligada à CIA, conhecida como Instituto de Estudos de Segurança Leste-Oeste (IEWSS, por sua sigla em inglês).
A informação mostra que Soros e a CIA promoveram a difusão dos termos orquestrados pelo Ocidente naqueles anos, a “Perestroika” (apertura) e a “Glasnost” (transparência), para que ambas servissem como ente desestabilizador e ponto de partida para o projeto de aceleração do desmantelamento da União Soviética.
Esses documentos da CIA provam que o sucedido não foi obra de um ato “espontâneo e democratizante” de Gorbatchov, e tampouco significava que o sistema socialista estava “esgotado e quebrado”, como quiseram mostrar ao mundo.
Na Turquia, o próprio Gorbatchov afirmou que “para conseguir o objetivo, eu aproveitei minha posição no Partido (Comunista) e no país, tive que substituir a toda a direção, e fiz o mesmo em todos os países socialistas da Europa”.
A verdade é que foi a CIA, com o dinheiro da organização de Soros, que desenhou e executou essa grande operação, e para isso contou com todo o apoio do então líder soviético.
Wayne Madsen assegura que o plano desenhado para eliminar o bloco socialista da Europa oriental foi organizado por dois co-presidentes do IEWWS de Soros: Joseph Nye (economista de Harvard) e Withney MacMillan (presidente da multinacional Cargill, que havia mantido relações comerciais com a União Soviética nos Anos 70 do Século XX).
Não satisfeitos com os resultados alcançados, em 1991 a CIA e Soros centraram seus esforços em provocar um forte golpe na nova Federação Russa, estimulando o separatismo em suas regiões, com o fim de debilitá-la ao máximo.
O informe de Nye e MacMillan relata o fim da União Soviética e os elementos do novo modelo para as futuras relações entre Moscou e Washington, enquanto o país euroasiático entrava na era capitalista. Segundo eles, “qualquer nova avaliação das relações do Ocidente com a União Soviética dos tempos abertura deve partir da existência de uma posição de força, e não de um equilíbrio de poder”.
O informe do IEWWS, com data de 1987, e sua aplicação prática, foi uma forma evidente de intromissão na União Soviética, e um plano para despedaçá-la por etapas.
O documento fala de um Ocidente obrigado a tomar vantagens contra uma União Soviética agonizante, e afirma que o novo mapa geopolítico que se desenhava, em particular no Terceiro Mundo, era uma área que até então havia sido muito influenciada pelos soviéticos.
Madsen aponta a Soros e seus aliados como os “organizadores dos direitos humanos”, e diz que trabalharam ativamente para destruir a Federação Russa, apoiando os movimentos independentistas em Kuzbass (Sibéria), através dos direitistas alemães que buscavam restaurar a Prússia Oriental. Também financiaram nacionalistas lituanos e de outras repúblicas autônomas, e regiões como o Tartaristão, Ossétia do Norte e Chechênia, entre outras, com o propósito de estimular o separatismo nas chamadas Repúblicas Autônomas Socialistas Soviéticas.
A atividade intervencionista de Soros contra a Rússia foi aumentando provocativamente com o tempo, através de suas bases operativas espalhadas nos territórios da Europa Oriental, em países como Ucrânia, Estônia, Letônia, Lituânia, Finlândia, Suécia, Moldávia, Geórgia, Azerbaijão, Turquia, Romênia, Mongólia, Quirguistão, Cazaquistão, Tajiquistão e Uzbequistão. Essa ação incluiu alianças estratégicas com grupos terroristas, fascistas ucranianos e neonazistas moldavos sionistas.
Recentemente, o presidente russo Vladimir Putin, expulsou várias organizações de Soros do país, como a Fundação Open Society Foundation e outras ligadas à CIA, que operavam em território russo em circunstâncias similares. Entre elas, também estavam a NED (Fundação Nacional para a Democracia, por sua sigla em inglês), o Instituto Republicano Internacional, a Fundação MacArthur e a Freedom House, consideradas como indesejáveis, e uma ameaça para a segurança do Estado russo.
Não por acaso, Mikhail Gorbatchov foi premiado com o Prêmio Nobel da Paz, pois seguiu disciplinadamente as orientações da CIA e de George Soros.
A CIA não descansa, e pretende eliminar todo vestígio de socialismo na terra, por isso, seus planes contra Cuba e agora contra a Venezuela continuam com toda a força, e nada do que fazem é casual ou por obra divina. Como diz o evangelho de São João (8-32): “e conhecereis a verdade e esta os libertará”.
*Pulbicado originalmente em Razones de Cuba | Tradução de Victor Farinelli
16/09/2019 13:51
Recentemente, a CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) desclassificou alguns documentos que mostram como o magnata George Soros e a própria agência ajudaram Mikhail Gorbatchov a proporcionar a dissolução da União Soviética.
Durante um discurso realizado em uma universidade da Turquia, Gorbatchov admitiu: “o objetivo da minha vida foi a aniquilação do comunismo… mi esposa me apoiou plenamente e o entendeu até mesmo antes que eu (…) e para alcançá-lo, consegui reunir companheiros de luta, como Yakovlev e Shevardnadze”. Sobre os dois citados, um analista e ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), Wayne Madsen, afirmou que Soros, proporcionou a cobertura econômica ao governo de Gorbatchov, durante o ano de 1987, através de uma ONG ligada à CIA, conhecida como Instituto de Estudos de Segurança Leste-Oeste (IEWSS, por sua sigla em inglês).
A informação mostra que Soros e a CIA promoveram a difusão dos termos orquestrados pelo Ocidente naqueles anos, a “Perestroika” (apertura) e a “Glasnost” (transparência), para que ambas servissem como ente desestabilizador e ponto de partida para o projeto de aceleração do desmantelamento da União Soviética.
Esses documentos da CIA provam que o sucedido não foi obra de um ato “espontâneo e democratizante” de Gorbatchov, e tampouco significava que o sistema socialista estava “esgotado e quebrado”, como quiseram mostrar ao mundo.
Na Turquia, o próprio Gorbatchov afirmou que “para conseguir o objetivo, eu aproveitei minha posição no Partido (Comunista) e no país, tive que substituir a toda a direção, e fiz o mesmo em todos os países socialistas da Europa”.
A verdade é que foi a CIA, com o dinheiro da organização de Soros, que desenhou e executou essa grande operação, e para isso contou com todo o apoio do então líder soviético.
Wayne Madsen assegura que o plano desenhado para eliminar o bloco socialista da Europa oriental foi organizado por dois co-presidentes do IEWWS de Soros: Joseph Nye (economista de Harvard) e Withney MacMillan (presidente da multinacional Cargill, que havia mantido relações comerciais com a União Soviética nos Anos 70 do Século XX).
Não satisfeitos com os resultados alcançados, em 1991 a CIA e Soros centraram seus esforços em provocar um forte golpe na nova Federação Russa, estimulando o separatismo em suas regiões, com o fim de debilitá-la ao máximo.
O informe de Nye e MacMillan relata o fim da União Soviética e os elementos do novo modelo para as futuras relações entre Moscou e Washington, enquanto o país euroasiático entrava na era capitalista. Segundo eles, “qualquer nova avaliação das relações do Ocidente com a União Soviética dos tempos abertura deve partir da existência de uma posição de força, e não de um equilíbrio de poder”.
O informe do IEWWS, com data de 1987, e sua aplicação prática, foi uma forma evidente de intromissão na União Soviética, e um plano para despedaçá-la por etapas.
O documento fala de um Ocidente obrigado a tomar vantagens contra uma União Soviética agonizante, e afirma que o novo mapa geopolítico que se desenhava, em particular no Terceiro Mundo, era uma área que até então havia sido muito influenciada pelos soviéticos.
Madsen aponta a Soros e seus aliados como os “organizadores dos direitos humanos”, e diz que trabalharam ativamente para destruir a Federação Russa, apoiando os movimentos independentistas em Kuzbass (Sibéria), através dos direitistas alemães que buscavam restaurar a Prússia Oriental. Também financiaram nacionalistas lituanos e de outras repúblicas autônomas, e regiões como o Tartaristão, Ossétia do Norte e Chechênia, entre outras, com o propósito de estimular o separatismo nas chamadas Repúblicas Autônomas Socialistas Soviéticas.
A atividade intervencionista de Soros contra a Rússia foi aumentando provocativamente com o tempo, através de suas bases operativas espalhadas nos territórios da Europa Oriental, em países como Ucrânia, Estônia, Letônia, Lituânia, Finlândia, Suécia, Moldávia, Geórgia, Azerbaijão, Turquia, Romênia, Mongólia, Quirguistão, Cazaquistão, Tajiquistão e Uzbequistão. Essa ação incluiu alianças estratégicas com grupos terroristas, fascistas ucranianos e neonazistas moldavos sionistas.
Recentemente, o presidente russo Vladimir Putin, expulsou várias organizações de Soros do país, como a Fundação Open Society Foundation e outras ligadas à CIA, que operavam em território russo em circunstâncias similares. Entre elas, também estavam a NED (Fundação Nacional para a Democracia, por sua sigla em inglês), o Instituto Republicano Internacional, a Fundação MacArthur e a Freedom House, consideradas como indesejáveis, e uma ameaça para a segurança do Estado russo.
Não por acaso, Mikhail Gorbatchov foi premiado com o Prêmio Nobel da Paz, pois seguiu disciplinadamente as orientações da CIA e de George Soros.
A CIA não descansa, e pretende eliminar todo vestígio de socialismo na terra, por isso, seus planes contra Cuba e agora contra a Venezuela continuam com toda a força, e nada do que fazem é casual ou por obra divina. Como diz o evangelho de São João (8-32): “e conhecereis a verdade e esta os libertará”.
*Pulbicado originalmente em Razones de Cuba | Tradução de Victor Farinelli
sábado, 2 de maio de 2020
sexta-feira, 1 de maio de 2020
Quem quer dar a mão pra Bolsonaro? Manuela Dávila no Twitter - Vídeo mostra militares protegendo-se do coiso e do COVID 19
Quem quer dar a mão pra Bolsonaro? pic.twitter.com/nnk6d5SEaZ— Manuela (@ManuelaDavila) April 30, 2020
Viva o Povo Trabalhador! Viva o 1o. de Maio - Lula - Vídeo
1º DE MAIO: Está nas nossas mãos, nas mãos dos trabalhadores, a tarefa de construir o novo mundo que vem aí.— Lula (@LulaOficial) May 1, 2020
Vídeo: Ricardo Stuckert pic.twitter.com/fBD49Ggz27
1o. de Maio - Participe de sua casa! Dia da Classe Trabalhadora! Protegei-vos e uni-vos! #ForaBolsonaro
Agora às 11h30, assista a live do 1o. de Maio das centrais sindicais na internet: um show de arte e de política https://ctb.org.br/1o-de-maio/1-de-maio-das-centrais-sindicais-na-internet-um-show-de-arte-e-de-politica/ Viva o 1o. de Maio, dia da Classe Trabalhadora! Protegei-vos e uni-vos!


A live para celebrar o Dia do Trabalhador no Brasil começará às 11h30 de sexta-feira, 1º de Maio. Poderá ser acessada e compartilhada a partir das páginas no Facebook da CTB e demais centrais sindicais e pelo canal de youtube da TVT. Os links estarão disponíveis para acesso e compartilhamento a partir das 11h de sexta-feira (1).
A manifestação na internet foi organizada de forma unitária pelas centrais sindicais – CUT, Força, UGT, CTB, CSB, CGTB, Nova Central, Intersindical, Publica -, com o apoio dos movimentos sociais e sob a bandeira da “Saúde, Emprego e Renda. Em defesa da Democracia. Um novo mundo é possível”.
Durante a live, serão alternadas apresentações artísticas (confira os nomes no card acima) com as mensagens e saudações dos presidentes das centrais sindicais, lideranças dos movimentos sociais, partidos políticos, instituições democráticas, de organismos sindicais internacionais, além de representantes de todas as matrizes religiosas.
Haverá homenagem aos trabalhadores em serviços essenciais. Também será lançada nova etapa da campanha de solidariedade para arrecadação de donativos à população vulnerável, nesse momento de crise sanitária e econômica causada pela pandemia de Coronavírus.
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