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quarta-feira, 5 de maio de 2021

Colômbia: Retirada da reforma tributária é triunfo, mas NÃO suspende a Paralisação Nacional - Comitê Nacional da Paralisação




Retirada da reforma tributária é triunfo, mas NÃO suspende a Paralisação Nacional

Manifestação em Medelín - 05/05/2021

"En #Medellín, se siente el #ParoNacional por garantías y libertades democráticas, garantías constitucionales a la movilización y la protesta.
Vía @cgrajal1"
 
 
 

Consideramos o anúncio da retirada do projeto de reforma tributária um triunfo dos milhões de 

colombianos e colombianos que se mobilizaram e da maioria apoio que a cidadania proporcionou 

à Greve Nacional. Isso acontece após 6 dias da Greve Nacional em que autoridades civis,

 militares e policiais têm cerceado diariamente as liberdades e garantias democráticas para o 

exercício do protesto social, o que deixou dezenas de mortos, centenas de feridos e detidos. 


No entanto, este anúncio não suspende a mobilização.


O governo nacional teve a possibilidade de atender e resolver as reivindicações

das grandes mobilizações realizadas desde 21 de novembro de 2019, assim como aos acordos não 

cumpridos com o povo e suas organizações, mas nunca se propôs a instalar

uma mesa de negociação e concertação. Ao contrário, sempre estigmatizou e agiu

com violência contra os manifestantes. Embora estivesse em suas mãos evitar esta

tragédia, a surda arrogância e a terrível falta de empatia pesaram mais como modo de tratar as 

necessidades e urgências da população colombiana.

 

A Comissão Nacional de Desemprego expressa a sua decisão e orientação 

para continuar a greve e a mobilização nacional, levantando como objetivos centrais para este

momento:

 

Garantias e Liberdades Democráticas, garantias constitucionais de mobilização e protesto. 

Desmilitarização das cidades, cessação dos massacres e punição dos responsáveis. 

E, da mesma forma, o desmantelamento da ESMAD.


A pauta emergencial de negociação do Comitê Nacional de Paralisação assim se resume: 

1. Retirada do projeto de lei 10 sobre saúde e fortalecimento da vacinação massiva. 

2. Renda básica de pelo menos um salário mínimo legal mensal. 

3. Defesa da produção nacional (agrícola, industrial, artesanal, camponesa). 

Subsídios às Micro Pequenas e Médias Empresas e emprego com direitos e uma política de 

defesa da soberania e segurança alimentar. 

4. Zero matrícula e não à alternância educacional. 

5. Não à discriminação de gênero, diversidade sexual e étnica e 

6. Não à privatização e revogação do Decreto 1174. 

7. Fim da erradicação forçada de plantações para uso ilícito e pulverização aérea com glifosato.


O Comitê Nacional de Paralisação tem insistentemente destacado que os recursos para atender 

a esses pedidos devem vir através de empréstimos do Banco da República, da utilização 

de reservas internacionais, da renegociação da dívida externa, da eliminação de isenções fiscais 

para grandes capitais individuais e grandes empresas nacionais e estrangeiras, 

controles sobre evasão fiscal, paraísos fiscais e combate à corrupção.


Mais uma vez apelamos a todos os cidadãos para que mantenham e aumentem 

as ações da Greve Nacional e realizem no dia 5 de maio uma grande mobilização democrática, 

pacífica e civilizada que, em estrito cumprimento das normas de biossegurança, 

exija do governo os pontos aqui analisados .


Apelamos ao fortalecimento das Comissões Departamentais de Desemprego.

PARE PARA AVANÇAR ... VIVA A PARALISAÇÃO NACIONAL !!!


COMITÊ NACIONAL DE PARALISAÇÃO


Bogotá, Colômbia, 3 de maio de 2021.

(Tradução Coletivizando-Google) 

 

 


Español:

 

CUT Colômbia

Anuncio de retiro de la reforma tributaria, un triunfo que NO desactiva el Paro ni la movilización Nacional

Consideramos el anuncio del retiro del proyecto de reforma tributaria como un

triunfo de los millones de colombianas y colombianos que se han movilizado y del

apoyo mayoritario que la ciudadanía brindó al Paro Nacional. Sucede este hecho

luego de 6 días de Paro Nacional en dónde autoridades civiles, militares y policías

a diario han cercenado la libertades y garantías democráticas para el ejercicio de

la protesta social, que han dejado decenas de asesinados, centenares de heridos

y detenidos. Sin embargo, con este anuncio no se desactiva la movilización. La

gente, en las calles, está exigiendo mucho más que el retiro de la reforma

tributaria. El gobierno, desesperado, busca reencauchar un nuevo proyecto de

reforma acordado en el Congreso apoyado en toneladas de “mermelada”, dejando

al margen a quienes hemos rechazado ese infame proyecto.

El gobierno nacional ha tenido la posibilidad de atender y resolver los reclamos

de las grandes movilizaciones realizadas desde el 21N de 2019 y de los acuerdos

incumplidos con el pueblo y sus organizaciones, pero nunca se dispuso a instalar

una mesa de negociación y concertación. Al contrario, siempre estigmatizó y actuó

con violencia contra los manifestantes. Aunque en sus manos estuvo evitar esta

tragedia, pesó más la soberbia, sordera y pésima empatía para resolver las

necesidades y urgencias de la población colombiana.

EL Comité Nacional de Paro manifiesta su decisión y orientación de seguir en el

paro y la movilización nacional levantando como objetivos centrales para este

momento:

Garantías y Libertades Democráticas, garantías constitucionales a la movilización

y la protesta. Desmilitarización de las ciudades, cese de las masacres y castigo a

los responsables. Y, así mismo, el desmonte del ESMAD.

Negociación con el Comité Nacional de Paro del Pliego de emergencia así

resumido: 1. Retiro del proyecto de ley 010 de salud y fortalecimiento de una

masiva vacunación. 2. Renta básica de por lo menos un salario mínimo legal

mensual. 3. Defensa de la producción nacional (agropecuaria, industrial,

artesanal, campesina). Subsidios a las MiPymes y empleo con derecho y una

política que defienda la soberanía y seguridad alimentaria. 4. Matrícula cero y no

a la alternancia educativa. 5. No discriminación de género, diversidad sexual y

étnica y 6. No privatizaciones y derogatoria del decreto 1174.

Detener erradicaciones forzadas de cultivos de uso ilícito y aspersiones aéreas

con glifosato.

El CNP, ha señalado, insistentemente que los recursos para atender estas

peticiones están en préstamos del Banco de la República, uso de las reservas


internacionales, renegociación de la deuda externa, eliminación de exenciones

tributarias a los grandes capitales individuales y a las grandes empresas

nacionales y extranjeras, controles a la evasión, a los paraísos fiscales y a la

corrupción.

Convocamos de nuevo a toda la ciudadanía para mantener e incrementar las

acciones de Paro Nacional, y a realizar el próximo 5 de mayo una gran

movilización democrática, pacífica y civilizada que, con estricto cumplimiento de

las normas de bioseguridad, le exija al gobierno los puntos aquí reseñados.

Convocamos a fortalecer los Comités Departamentales de Paro.

¡¡¡A PARAR PARA AVANZAR...VIVA EL PARO NACIONAL!!!


COMITÉ NACIONAL DE PARO ...CNP...


Bogotá, 3 de mayo de 2021

 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Presidente Santos impede visita de ativistas a presos políticos colombianos - Portal Vermelho

Santos impede visita de ativistas a presos políticos na Colômbia - Portal Vermelho

Santos impede visita de ativistas a presos políticos na Colômbia


A pacifista e ex-senadora Piedad Córdoba anunciou, nesta quinta-feira (5), que o governo colombiano não cumpriu sua promessa de autorizar o grupo de Mulheres pela Paz a visitar os presos políticos nas prisões do país. A integrante do Movimento Mulheres Pela Paz, Socorro Gomes, declarou por telefone, com exclusividade para o Vermelho, que a negativa “é uma quebra da palavra, e revela que o governo colombiano não é um interlocutor confiável”.


Córdoba esclareceu que na última sexta-feira (30), foi realizada uma reunião com o ministro da Justiça, Juan Carlos Esguerra, na qual ficou indicado que a visita às prisões poderia ser efetuada após a libertação dos últimos uniformizados em poder da guerrilha, tal como anunciado pela insurgência.



O processo de libertação ocorreu na última segunda-feira (2). As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) liberaram unilateralmente os 10 últimos prisioneiros de guerra que mantinham em seu poder. Participaram do processo o grupo Colombianos e Colombianas pela Paz, liderado por Córdoba, o governo do Brasil, a Cruz Vermelha e o grupo de ativistas internacionais Mulheres do Mundo pela Paz.

Córdoba revelou também que o presidente Juan Manuel Santos manteve uma conversa com o representante da Câmara, Iván Cepeda, a respeito. Santos prometeu então que a visita ocorreria a partir de um protocolo de confidencialidade.

Mulheres pela Paz

Córdoba lembrou que o grupo Mulheres pela Paz chegou à Colômbia não apenas para acompanhar o processo de libertações, mas também para visitar os presos políticos, status que o governo insiste em desconhecer. “Não foi cumprido o que foi acordado”, sublinhou a ex-senadora.

A presidente do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz, Socorro Gomes, que está desde segunda-feira (2) acompanhando o processo de libertação dos sequestrados pelas Farc, foi taxativa sobre a atitude de Santos: “É uma demonstração de que ele não quer a paz, nem o diálogo. Ele quer, na verdade, esmagar a guerrilha. Está empenhado em uma operação de cerco e aniquilamento da insurgência”.

Sobre o futuro, ela pondera que “esse não é um bom caminho porque não há solução militar para o conflito colombiano. A solução só pode ser política”.

Como uma das integrantes da comissão, Socorro ressaltou que a atitude frustrou a expectativa dos ativistas internacionais. “O que ele [Santos] quer esconder? Por que não podemos fazer as visitas? Há ou não há violação de direitos humanos nas prisões da Colômbia?”, questiona.

Da Redação, com informações da Prensa Latina

Colômbia: ministro da Justiça polemiza com Presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes- Portal Vermelho

Colômbia: ministro da Justiça polemiza com pacifista brasileira - Portal Vermelho

Colômbia: ministro da Justiça polemiza com pacifista brasileira


Após declarações da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a uma rádio colombiana, o ministro da Justiça, Juan Carlos Esguerra, declarou que “na Colômbia não há presos políticos”.  


A polêmica surgiu após a também presidente do Cebrapaz denunciar a falta de comprometimento do governo de Juan Manuel Santos com a solução do conflito na Colômbia, diante da recusa da permissão para que ativistas visitassem os presos de guerra e políticos em prisões no país.



As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) informaram recentemente - entre os
preparativos para as libertações - que veriam como um gesto positivo a autorização dessas visitas.

A pacifista sustenta que na Colômbia existem sim presos políticos porque há um "conflito político com mais de seis décadas" naquele país.

No entanto, Esguerra indicou que em seu país não há "ninguém privado de sua liberdade por suas convicções políticas ou religiosas".

Em entrevista concedida ao Vermelho nesta quinta-feira (5), Socorro foi taxativa sobre a atitude do governo: “é uma demonstração de que ele não quer a paz, nem o diálogo. Ele quer, na verdade, esmagar a guerrilha. Está empenhado em uma operação de cerco e aniquilamento da insurgência” e ressaltou que “não há solução militar para o conflito colombiano. A solução só pode ser política”.

Para as Farc, é uma contradição que o governo negue a existência dos presos políticos para impedir a visita, quando autoridades penitenciárias reconhecem que há 15 mil prisioneiros políticos na Colômbia.

Como uma das integrantes do grupo Mulheres pela Paz, que participaria das visitas às prisões no país, Socorro sublinhou que a atitude frustrou a expectativa dos ativistas internacionais. “O que ele [Santos] quer esconder? Por que não podemos fazer as visitas? Há ou não há violação de direitos humanos nas prisões da Colômbia?”, questiona.

Da Redação, com informações da Prensa Latina

sábado, 5 de novembro de 2011

Telesur - Carlos Gallego: FARC reaccionarán militar y políticamente

El analista internacional, Carlos Gallego, explicó que la muerte de Alfonso Cano representa un duro golpe para las FARC como resultado de los operativos que desde hacer varios años el gobierno colombiano ha venido impulsando en una estrategia del aniquilamiento de las cabecillas de la guerrilla, que generen golpes de gran impacto que produzcan una desmoralización en sus fuerzas y comiencen a deshacerse por sí solas. telesUR

http://multimedia.telesurtv.net/4/11/2011/56677/gallego-farc-reaccionaran-mil...

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