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terça-feira, 4 de maio de 2021

V CONGRESSO DA CTB - JUVENTUDE TRABALHADORA, PARTICIPE DO DEBATE!

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Na próxima quinta, dia 6 de maio, o Ciclo de Debates da CTB será sobre “Juventude e Mundo do Trabalho”. Não perca! Desta vez será a noite e começará às 19 horas. Te convidamos a se inscrever e participar.


INSCREVA-SE AQUI

domingo, 30 de abril de 2017

Assembleia Geral da CNBB lança mensagem aos trabalhadores e trabalhadoras

AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL

MENSAGEM DA CNBB

“Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (Jo 5,17)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida – SP, em sua 55ª Assembleia Geral Ordinária, se une aos trabalhadores e às trabalhadoras, da cidade e do campo, por ocasião do dia 1º de maio. Brota do nosso coração de pastores um grito de solidariedade em defesa de seus direitos, particularmente dos 13 milhões de desempregados.

O trabalho é fundamental para a dignidade da pessoa, constitui uma dimensão da existência humana sobre a terra. Pelo trabalho, a pessoa participa da obra da criação, contribui para a construção de uma sociedade justa, tornando-se, assim, semelhante a Deus que trabalha sempre. O trabalhador não é mercadoria, por isso, não pode ser coisificado. Ele é sujeito e tem direito à justa remuneração, que não se mede apenas pelo custo da força de trabalho, mas também pelo direito à qualidade de vida digna.

Ao longo da nossa história, as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras pela conquista de direitos contribuíram para a construção de uma nação com ideais republicanos e democráticos. O dia do trabalhador e da trabalhadora é celebrado, neste ano de 2017, em meio a um ataque sistemático e ostensivo aos direitos conquistados, precarizando as condições de vida, enfraquecendo o Estado e absolutizando o Mercado. Diante disso, dizemos não ao “conceito economicista da sociedade, que procura o lucro egoísta, fora dos parâmetros da justiça social” (Papa Francisco, Audiência Geral, 1º. de maio de 2013).

Nessa lógica perversa do mercado, os Poderes Executivo e Legislativo reduzem o dever do Estado de mediar a relação entre capital e trabalho, e de garantir a proteção social. Exemplos disso são os Projetos de Lei 4302/98 (Lei das Terceirizações) e 6787/16 (Reforma Trabalhista), bem como a Proposta de Emenda à Constituição 287/16 (Reforma da Previdência). É inaceitável que decisões de tamanha incidência na vida das pessoas e que retiram direitos já conquistados, sejam aprovadas no Congresso Nacional, sem um amplo diálogo com a sociedade.

Irmãos e irmãs, trabalhadores e trabalhadoras, diante da precarização, flexibilização das leis do trabalho e demais perdas oriundas das “reformas”, nossa palavra é de esperança e de fé: nenhum trabalhador sem direitos! Juntamente com a Terra e o Teto, o Trabalho é um direito sagrado, pelo qual vale a pena lutar (Cf. Papa Francisco, Discurso aos Movimentos Populares, 9 de julho de 2015).

Encorajamos a organização democrática e mobilizações pacíficas, em defesa da dignidade e dos direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras, com especial atenção aos mais pobres.

Por intercessão de São José Operário, invocamos a benção de Deus para cada trabalhador e trabalhadora e suas famílias.

Aparecida, 27 de abril de 2017.

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ

Arcebispo São Salvador da Bahia

Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Dia 11 de Julho - Trabalhadores se mobilizam no Dia Nacional de Greves e Mobilizações

Setenta e sete organizações e movimentos sociais de todo o país se reuniram na noite desta terça-feira (25), em São Paulo, para definir sua participação no Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações, atividade convocada pelas centrais sindicais e que ocorrerá pelo Brasil afora no próximo 11 de julho.

povo rua
A reunião com os movimentos sociais ocorreu após a decisão das centrais sindicais de irem às ruas para pressionar o governo e o empresariado a aprovar a pauta de reivindicações da classe trabalhadora. Inicialmente, o movimento sindical havia proposto uma pauta com nove reivindicações dos trabalhadores do campo e da cidade. Depois do encontro da noite desta terça-feira, foram incluídas mais três bandeiras e denúncias (confira abaixo).

Os representantes dos movimentos e das centrais sindicais definiram que uma nova reunião será realizada no dia 2 de julho, para que as entidades possam dar andamento aos preparativos necessários para que os atos sejam bem sucedidos em todo o país.

Confira abaixo as bandeiras de luta:

- Fim do fator previdenciário
- 10% do PIB para a Saúde
- 10% do PIB para a Educação
- Redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução de salários
- Valorização das Aposentadorias
- Transporte público e de qualidade
- Reforma Agrária
- Mudanças nos Leilões de Petróleo
- Rechaço ao PL 4330, sobre Terceirização.

Propostas incluídas pelos movimentos sociais:

- Reforma política e realização de plebiscito popular
- Reforma urbana
- Democratização dos meios de comunicação. 

Denúncias

- O genocídio da juventude negra e dos povos indígenas.
- A repressão e a criminalização das lutas e dos movimentos sociais.
- A impunidade dos torturadores da ditadura.
- Somos contra aprovação do estatuto do nascituro
- Somos contra a redução da maioridade penal. 

Com informações do MST

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