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terça-feira, 4 de maio de 2021
V CONGRESSO DA CTB - JUVENTUDE TRABALHADORA, PARTICIPE DO DEBATE!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
18º Congresso da UJS elege nova direção nacional - União da Juventude Socialista
www.ujs.org.br
Na tarde desse domingo (31), os delegados do 18º Congresso da UJS realizaram a plenária final e elegeram a nova direção nacional da entidade. Após o encerramento do congresso, todos se dirigiram ao Largo da Batata para o ato FORA TEMER, convocado pela Frente Povo Sem Medo.
Antes da plenária aconteceu a entrega das medalhas e troféus dos atletas campeões e vice-campeões dos Jogos Olímpicos Revolucionários. Também ocorreu o sorteio das rifas, o 3º lugar (tablet) foi para a bancada de Minas Gerais, o 2º lugar (notebook) para o Distrito Federal, e o tão esperando 1º lugar (viagem para Cuba) ficou com um militante de Santo André.
A plenária também é um momento de despedidas. Os militantes que se “graduaram” na UJS foram homenageados por todos os presentes.
Eleita para o próximo biênio 2016-2017, a nova direção tem todas as cores e sotaques do Brasil e conta com uma renovação dos seus quadros. Os militantes que agora se afastam da organização, deixam um importante legado para essa que é uma das maiores organizações de juventude da América Latina.
Confira os nomes da nova direção nacional:
ALDEMIR CAETANO (AM)
ALINE LIMA (BA)
AMANDA MELO (PE)
ANA CAROLINI (RS)
ANGELA MEYER (SP)
ARTUR GOMES (TO)
BARBARA MELO (RJ)
BEATRIZ CALHEIRO (AM)
BIA LOPES (RJ)
BRUNA BRELAZ (AM)
BRUNO REIS (SP)
BRUNO SCHORODER (PR)
CAMILA LANES (PR)
CARINA VITRAL (SP)
CLAITON HERCILIO (PR)
CLAUDERSON BLACK (MG)
DANI VEIGA (MT)
DEBORA IRINEU (GO)
EDSON SANTANA (RJ)
EMERSON DOS SANTOS “CATATAU” (SP)
FELIPE BARRETO (PR)
FLAVIA OLIVEIRA (SP)
FLOR RIBEIRO (PE)
GERMANA AMARAL (CE)
GIOVANI CULAU (RS)
IGOR AMORIM (PE)
IGOR MAYWORM (RJ)
IVO BRAGA (CE)
IZADORA CORTEZ (PI)
JANAINA MAIA (RJ)
JELSIMAR PEREIRA (PE)
JESSICA LAWANE (DF)
JONAS LUBE (ES)
JORGE LUCAS (PA)
JOSÉ LUIZ (AC)
KESSIA CRISTINA (MG)
LAIS MOREIRA (MG)
LAURA ELI (DF)
LEONARDO GUIMARÃES (RJ)
LEONARDO LIMA (PR)
LIZ VOLPE (SP)
LUANA RAMALHO (MG)
LUCIANO MARQUES (BA)
LUIZA LAFETÁ (MG)
MAILSON LIMA (PB)
MANUELA BRAGA (PE)
MARCELA RODRIGUES (SP)
MARIA DAS NEVES (AM)
MARIA DE FÁTIMA CAPELA (SC)
MARIA JAINE SANTOS (MA)
MARIANNA DIAS (BA)
MATEUS DINIZ (DF)
MATEUS MARCELUS (PR)
MATHEUS DOS SANTOS (PR)
MEL GOMES (RJ)
MELKA PINTO (PE)
NADSON RODRIGUES (BA)
NAGILA MARIA (BA)
NARA ARRUDA (CE)
NICOLY MENDES (SP)
PATRÍCIA DE MATOS (DF)
PEDRO HENRIQUE (RN)
PEDRO MENDES (AL)
RAFAEL BOGONI (PR)
RAFAEL LEAL (MG)
RARIKAN HEVEN (MT)
RENAN “MACAXEIRA” ALENCAR (AM)
RENATA ROSA (SP)
SARAH CAVALCANTE (CE)
STEPHANNYE VILELA (PE)
TAINÁ PAOLINO (RJ)
TAMARA NAIZ (GO)
TARCÍSIO BOAVENTURA (SP)
THAIS BERG (RS)
THAYS CAMPOS (MA)
THIAGO JOSÉ (RJ)
THIAGO MORBACH (RS)
VICTOR HUGO (MT)
WESLEY MACHADO (BA)
YANN EVANOVICK (AM)
YURI BECKER (SC)
Suplentes
Layse de Souza (PR)
Adrielly Almeida (AP)
Camila Bonfim (SP)
Gearlyson CorrÊa (MS)
Graziele Monteiro (RJ)
Heráclito (SE)
Isabela Queiroz (RJ)
Negra Jaque (RS)
Ritley Rodrigues (GO)
Thaís Oliveira (DF)
Foto do destaque: Bruno Bou – CUCA da UNE
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Juventude rural da CTB apresenta realidade brasileira em encontro - Portal CTB
Juventude rural da CTB apresenta realidade brasileira em encontro
09/11/2013
Na manhã deste sábado (9) os participantes do 2º Encontro Regional de Jovens da Federação Sindical Mundial foram divididos em três grupos, dois foram conhecer programas sociais uruguaios enquanto o terceiro participou de oficinas onde foram abordados temas como maioridade penal e o papel da juventude trabalhadora rural.
Após a saudação do secretario da FSM para as Américas, Ramón Cardona, os participantes contaram as realidades vividas em seus países e se puderam aportar para os debates que continuarão ao longo do dia.
Sobre o tema reforma agrária, soberania alimentar e agricultura familiar a secretaria geral da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura), Dorenice Flor, informou que de acordo com o IBGE, existem mais de quatro mil jovens trabalhadores rurais.

Ela destacou que a juventude rural tem uma participação ativa nos sindicatos e citou como exemplo a Contag onde quatro jovens estão na direção da confederação.
Por sua vez, a secretaria da juventude da Fetase (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Sergipe), Sirley Ferreira, destacou que “A CTB é a única central que estabelece o dialogo com a juventude do campo e da cidade”.
Em sua intervenção, Sirley expressou que a permanência no campo é um dos maiores desafios que os jovens enfrentam, outra dificuldade apontada por ela foi que “a agricultura ainda é vista como uma atividade sem importância, por isso o jovem não quer se assumir trabalhador rural”, disse.

Os participantes do debate também levantaram questões como luta contra o agronegócio, o fortalecimento da agricultura familiar e a necessidade de que haja uma reforma agrária integral na América Latina, para fortalecer as políticas voltadas para o campo. “Contamos com a mobilização para diminuir a fome e a extrema pobreza no mundo ”, concluiu Dorenice.
No fim do evento os participantes fizeram uma roda e clamaram “Quando o campo e a cidade se unir a burguesia não vai resistir”. Os debates seguem nesta tarde na quadra do ginásio Platense Patín Club, em Montevidéu, que é o palco do encontro que reúne jovens do Peru, Argentina, Uruguai, Brasil, México,Chile e Paraguai.

De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB
09/11/2013
Na manhã deste sábado (9) os participantes do 2º Encontro Regional de Jovens da Federação Sindical Mundial foram divididos em três grupos, dois foram conhecer programas sociais uruguaios enquanto o terceiro participou de oficinas onde foram abordados temas como maioridade penal e o papel da juventude trabalhadora rural.
Após a saudação do secretario da FSM para as Américas, Ramón Cardona, os participantes contaram as realidades vividas em seus países e se puderam aportar para os debates que continuarão ao longo do dia.
Sobre o tema reforma agrária, soberania alimentar e agricultura familiar a secretaria geral da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura), Dorenice Flor, informou que de acordo com o IBGE, existem mais de quatro mil jovens trabalhadores rurais.
Ela destacou que a juventude rural tem uma participação ativa nos sindicatos e citou como exemplo a Contag onde quatro jovens estão na direção da confederação.
Por sua vez, a secretaria da juventude da Fetase (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Sergipe), Sirley Ferreira, destacou que “A CTB é a única central que estabelece o dialogo com a juventude do campo e da cidade”.
Em sua intervenção, Sirley expressou que a permanência no campo é um dos maiores desafios que os jovens enfrentam, outra dificuldade apontada por ela foi que “a agricultura ainda é vista como uma atividade sem importância, por isso o jovem não quer se assumir trabalhador rural”, disse.
Os participantes do debate também levantaram questões como luta contra o agronegócio, o fortalecimento da agricultura familiar e a necessidade de que haja uma reforma agrária integral na América Latina, para fortalecer as políticas voltadas para o campo. “Contamos com a mobilização para diminuir a fome e a extrema pobreza no mundo ”, concluiu Dorenice.
No fim do evento os participantes fizeram uma roda e clamaram “Quando o campo e a cidade se unir a burguesia não vai resistir”. Os debates seguem nesta tarde na quadra do ginásio Platense Patín Club, em Montevidéu, que é o palco do encontro que reúne jovens do Peru, Argentina, Uruguai, Brasil, México,Chile e Paraguai.
De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB
Secretário da Juventude da CTB defende unidade dos trabalhadores na AL - Portal da CTB
Secretário da Juventude da CTB defende unidade dos trabalhadores na AL
10/11/2013
“Este encontro da juventude trabalhadora irá construir a solidariedade dos trabalhadores latino-americanos e caribenhos” expressou o secretário da FSM para as Américas, Ramón Cardona, durante sua participação na plenária realizada na tarde deste sábado (9) no 2º Encontro Regional de Jovens o Cone Sul.
Dando continuidade aos trabalhos que começaram desde a manhã, após as oficinas e as visitas às brigadas solidárias e à uma cooperativa, representantes dos três grupos relataram a suas experiências e conclusões para os demais e partir daí deu-se início para as mesas de discussões onde foram debatidos temas relacionados à integração.
Sobre o tema, o secretário nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Vitor Espinoza, que integrou uma das mesas, afirmou que a classe trabalhadora precisa se unir para combater às ofensivas do capitalismo no continente.
Já o brasileiro Carlos André Conceição Alves, que integra o coletivo da CTB São Paulo, destacou a importância de lutar contra a diferença de gênero, racismo e homofobia. “Não podemos tolerar que o movimento sindical aceite tais práticas”.
Após os debates, os participantes do encontro presenciaram uma apresentação de Candombe, ritmo tradicional e base do carnaval daquele país, a confraternização também contou uma banda uruguaia que animou a noite. O encontro teminará neste domingo (10) com a plenária final onde serão apresentadas as conclusões dos três dias de debates.
De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB
Juventude da CTB bombou no o 2º Encontro Regional da FSM - Portal CTB
Jovens chegam ao Uruguai para o 2º Encontro Regional da FSM
08/11/2013
Ao som de “A Internacional”, centenas de jovens oriundos de vários países da América Latina uniram-se em uma só voz na noite desta sexta-feira (8), em Montevidéu. Este foi o clima da abertura 2º Encontro de Jovens da Federação Sindical Mundial (FSM) do Cone Sul, que ocorre até o próximo domingo (10) na capital uruguaia.

Na atividade, o coordenador da central uruguaia PIT-CNT, que está recebendo o evento, Marcelo Abdala, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o protagonismo da juventude “Aqui estão os jovens que vão mudar a sociedade”, indicou. Já o coordenador da FSM para o Cone Sul e secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira afirmou: "A FSM tem a convicção de que saíremos daqui mais experientes para construir o sindicalismo classista, o sindicalismo com perspectiva socialista", exclamou.

No ato político também participaram integrantes da FSM do Peru, Chile, México, Argentina, Brasil e Uruguai além da presença do coordenador do Encontro Sindical Nossa América e dirigente da PIT-CNT, Juan Castillo e do representante da juventude da central uruguaia, que foi ovacionado ao destacar a luta dos jovens trabalhadores.
A delegação brasileira conta com representantes de seis estados
O encontro segue neste sábado (9), onde pela manhã os participantes poderão conhecer programas sociais uruguaios como o projeto habitacional Plan Juntos e o caso das empresas recuperadas e autogestionadas pelos trabalhadores, além das mesas de debates, à tarde os participantes compartilharão entre si as experiências.

De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB
Ao som de “A Internacional”, centenas de jovens oriundos de vários países da América Latina uniram-se em uma só voz na noite desta sexta-feira (8), em Montevidéu. Este foi o clima da abertura 2º Encontro de Jovens da Federação Sindical Mundial (FSM) do Cone Sul, que ocorre até o próximo domingo (10) na capital uruguaia.
Na atividade, o coordenador da central uruguaia PIT-CNT, que está recebendo o evento, Marcelo Abdala, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o protagonismo da juventude “Aqui estão os jovens que vão mudar a sociedade”, indicou. Já o coordenador da FSM para o Cone Sul e secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira afirmou: "A FSM tem a convicção de que saíremos daqui mais experientes para construir o sindicalismo classista, o sindicalismo com perspectiva socialista", exclamou.
No ato político também participaram integrantes da FSM do Peru, Chile, México, Argentina, Brasil e Uruguai além da presença do coordenador do Encontro Sindical Nossa América e dirigente da PIT-CNT, Juan Castillo e do representante da juventude da central uruguaia, que foi ovacionado ao destacar a luta dos jovens trabalhadores.
O encontro segue neste sábado (9), onde pela manhã os participantes poderão conhecer programas sociais uruguaios como o projeto habitacional Plan Juntos e o caso das empresas recuperadas e autogestionadas pelos trabalhadores, além das mesas de debates, à tarde os participantes compartilharão entre si as experiências.
De Montevidéu, Uruguai
Érika Ceconi - Portal CTB
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
14º CONEB da UNE pauta unidade da juventude para aprofundar as mudanças e Jornada Unificada em Março - Paulo Vinícius Silva
A Juventude da CTB participou no sábado, 19 de janeiro, da Mesa de Conjuntura que reuniu algumas juventudes que promovem a Jornada Nacional Unificada, e que iniciará de 28 de março - aniversário da morte do secundarista Edson Luís de Lima e Souto no Rio, em 1968 - a 1º de abril de 2013- data do início da Ditadura Militar, em 1964.
O debate, que deveria ocorrer numa sala do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFPE foi transferido para o Refeitório do 14º CONEB, pelas mais de 300 pessoas que queriam privilegiar o tema "A juventude na luta por um novo Brasil", teve uma composição bastante representativa. Nela estavam Daniel Iliescu, o Presidente da UNE, Raul Amorim (Coordenador da Juventude do MST), Paulo Vinícius Santos Silva (Secretário da Juventude CTB), Lea Marques Silva (pela Juventude da CUT), Felipe Altenfelder (Fora do Eixo), Pedro Campos (da Juventude Pátria Livre), Wanderson Pinheiro (Centro Cultural Manoel Lisboa), Nathalie Drumond (do PSOL).
Pela composição é possível depreender a importância e a amplitude que se pretende atingir com a Jornada prevista para março. As distintas posições políticas se colocaram, interpretando a realidade atual e a importância da mobilização da juventude, expressando não apenas as diferenças entre as perspectivas tática e estratégica que movem as correntes políticas e as entidades. As mais de 30 organizações juvenis estudantis, dos movimentos sociais, sindicais e políticas, através dessa mesa de discussão abriram-se à crítica, mas sobretudo à possibilidade do PSOL e do PCR comporem o leque da jornada de Lutas, o que permitiu um competente contraponto no debate.
Afinal, duas perspectivas se contrapuseram claramente na discussão. De um lado, um processo de debate que, reconhecendo as limitações do processo político de mudança que vive o Brasil, aposta na autonomia e na independência do movimento social, sindical e estudantil para vocalizar as pautas mais amplas da juventude, unindo-se às críticas das juventudes políticas e incorporando uma grande diversidade de pautas de todos os movimentos no sentido da unidade, mas com um eixo estruturante de vincular a atenção à juventude ao movimento mais amplo de desenvolver o Brasil para o seu povo e democratizar o país. Bandeiras de luta como o aumento do percentual do PIB e dos Royalties para a Educação, o Trabalho Decente, a Reforma Agrária e o apoio aos pequenos agricultores, a democratização da mídia, Memória, Verdade e Justiça e a mudança na economia para atender aos interesses do país, e não aos da oligarquia financeira que gerou a crise e faz os trabalhadores e trabalhadoras por ela pagarem.
Há tambéquem celebre a judicialização da política e a agenda do PIG que tenta diminuir as vitórias obtidas no ciclo de mudanças iniciada em 2003, com Lula. Como colocou Raul Amorim na última fala do debate, quem aceita com naturalidade a mudança na esfera judicial que permite condenar sem provas a partir do STF, esquece o efeito cascata das instâncias inferiores e os graves riscos aos movimentos sociais, primeiros a se verem vitimizados pela judicialização da política.
Ponderei que, curiosamente, aqueles que demonizam qualquer aliança, ao assumirem acriticamente discurso do "mensalão" fazem também uma aliança, e com a imprensa golpista e os setores da oposição de direita. Desse modo, cumpre observar que todos os processos políticos avançados e em curso tem deficiências e limites, e que é preciso observar que uma estratégia revolucionária de fato, e não apenas na teoria, precisa de uma tática consequente, do contrário nada realiza. E que persiste a luta mais difícil que é promover a unidade, o que não se faz com autossuficiência, agressões, e que não foi gratuito que Chávez pediu "unidad, unidad e unidad", citando Bolívar. Assim, uma agenda e bandeiras comuns, um diálogo permanente e a atenção com as reais demandas da juventude podem ser fatores decisivos para realizar massivas mobilizações para aprofundar as mudanças e enfrentar a direita.
A ampla maioria das organizações coincidiu quanto a identificar no latifúndio improdutivo, no capital financeiro e nas transnacionais os inimigos centrais a combater. O peso das organizações políticas, sociais, estudantis e sindicais envolvidas é imenso. UNE, UBES, ANPG, MST, CTB, CUT, Juventudes do PT, a UJS, do PPL, Levante Popular da Juventude, o coletivo de artistas e produtores culturais independentes - Fora do Eixo, jovens pela diversidade religiosa, feministas, em luta pela igualdade racial, o Centro Barão de Itararé e muitos outros garantem imensas possibilidades para as plenárias estaduais que se realizarão até o dia 23 de fevereiro, condo haverá a primeira plenária nacional na cidade de São Paulo.
A orientação para as redes e entidades envolvidas -incluindo a Juventude da CTB - é realizarem reuniões estaduais para debater o documento comum que está em fase de conclusão. Essas reuniões tem o desafio de preparar os atos nas capitais, o que exigirá coordenação e a busca de apoio nos Estados, inclusive para garantir representação na Plenária Nacional prevista para 23/02 São Paulo.
A CTB - como pediu o Presidente Wagner Gomes que comunicasse no debate - proporá na reunião das centrais sindicais que se realizará em São Paulo que o ato conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras previsto para Brasília seja unificado com a mobilização juvenil. Essa unidade entre estudantes e trabalhadores é estratégica para o avanço das mudanças.
2013 começa, portanto, com importantes movimentos de unificação de bandeiras e manifestações das maiores organizações do povo brasileiro, e a União Nacional dos Estudantes dá imensa contribuição ao proporcionar um debate estratégico com a sua imensa base de centros acadêmicos espalhados por todo o Brasil. Com espírito crítico e autonomia, levantando bandeiras claras e justas, mas sem aceitar fazer o jogo da direita, a juventude se posiciona na vanguarda das grandes lutas para aprofundar as mudanças no Brasil.
Veja mais fotos da atividade.
O debate, que deveria ocorrer numa sala do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFPE foi transferido para o Refeitório do 14º CONEB, pelas mais de 300 pessoas que queriam privilegiar o tema "A juventude na luta por um novo Brasil", teve uma composição bastante representativa. Nela estavam Daniel Iliescu, o Presidente da UNE, Raul Amorim (Coordenador da Juventude do MST), Paulo Vinícius Santos Silva (Secretário da Juventude CTB), Lea Marques Silva (pela Juventude da CUT), Felipe Altenfelder (Fora do Eixo), Pedro Campos (da Juventude Pátria Livre), Wanderson Pinheiro (Centro Cultural Manoel Lisboa), Nathalie Drumond (do PSOL).
Pela composição é possível depreender a importância e a amplitude que se pretende atingir com a Jornada prevista para março. As distintas posições políticas se colocaram, interpretando a realidade atual e a importância da mobilização da juventude, expressando não apenas as diferenças entre as perspectivas tática e estratégica que movem as correntes políticas e as entidades. As mais de 30 organizações juvenis estudantis, dos movimentos sociais, sindicais e políticas, através dessa mesa de discussão abriram-se à crítica, mas sobretudo à possibilidade do PSOL e do PCR comporem o leque da jornada de Lutas, o que permitiu um competente contraponto no debate.
Afinal, duas perspectivas se contrapuseram claramente na discussão. De um lado, um processo de debate que, reconhecendo as limitações do processo político de mudança que vive o Brasil, aposta na autonomia e na independência do movimento social, sindical e estudantil para vocalizar as pautas mais amplas da juventude, unindo-se às críticas das juventudes políticas e incorporando uma grande diversidade de pautas de todos os movimentos no sentido da unidade, mas com um eixo estruturante de vincular a atenção à juventude ao movimento mais amplo de desenvolver o Brasil para o seu povo e democratizar o país. Bandeiras de luta como o aumento do percentual do PIB e dos Royalties para a Educação, o Trabalho Decente, a Reforma Agrária e o apoio aos pequenos agricultores, a democratização da mídia, Memória, Verdade e Justiça e a mudança na economia para atender aos interesses do país, e não aos da oligarquia financeira que gerou a crise e faz os trabalhadores e trabalhadoras por ela pagarem.
Há tambéquem celebre a judicialização da política e a agenda do PIG que tenta diminuir as vitórias obtidas no ciclo de mudanças iniciada em 2003, com Lula. Como colocou Raul Amorim na última fala do debate, quem aceita com naturalidade a mudança na esfera judicial que permite condenar sem provas a partir do STF, esquece o efeito cascata das instâncias inferiores e os graves riscos aos movimentos sociais, primeiros a se verem vitimizados pela judicialização da política.
Ponderei que, curiosamente, aqueles que demonizam qualquer aliança, ao assumirem acriticamente discurso do "mensalão" fazem também uma aliança, e com a imprensa golpista e os setores da oposição de direita. Desse modo, cumpre observar que todos os processos políticos avançados e em curso tem deficiências e limites, e que é preciso observar que uma estratégia revolucionária de fato, e não apenas na teoria, precisa de uma tática consequente, do contrário nada realiza. E que persiste a luta mais difícil que é promover a unidade, o que não se faz com autossuficiência, agressões, e que não foi gratuito que Chávez pediu "unidad, unidad e unidad", citando Bolívar. Assim, uma agenda e bandeiras comuns, um diálogo permanente e a atenção com as reais demandas da juventude podem ser fatores decisivos para realizar massivas mobilizações para aprofundar as mudanças e enfrentar a direita.
A ampla maioria das organizações coincidiu quanto a identificar no latifúndio improdutivo, no capital financeiro e nas transnacionais os inimigos centrais a combater. O peso das organizações políticas, sociais, estudantis e sindicais envolvidas é imenso. UNE, UBES, ANPG, MST, CTB, CUT, Juventudes do PT, a UJS, do PPL, Levante Popular da Juventude, o coletivo de artistas e produtores culturais independentes - Fora do Eixo, jovens pela diversidade religiosa, feministas, em luta pela igualdade racial, o Centro Barão de Itararé e muitos outros garantem imensas possibilidades para as plenárias estaduais que se realizarão até o dia 23 de fevereiro, condo haverá a primeira plenária nacional na cidade de São Paulo.
A orientação para as redes e entidades envolvidas -incluindo a Juventude da CTB - é realizarem reuniões estaduais para debater o documento comum que está em fase de conclusão. Essas reuniões tem o desafio de preparar os atos nas capitais, o que exigirá coordenação e a busca de apoio nos Estados, inclusive para garantir representação na Plenária Nacional prevista para 23/02 São Paulo.
A CTB - como pediu o Presidente Wagner Gomes que comunicasse no debate - proporá na reunião das centrais sindicais que se realizará em São Paulo que o ato conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras previsto para Brasília seja unificado com a mobilização juvenil. Essa unidade entre estudantes e trabalhadores é estratégica para o avanço das mudanças.
2013 começa, portanto, com importantes movimentos de unificação de bandeiras e manifestações das maiores organizações do povo brasileiro, e a União Nacional dos Estudantes dá imensa contribuição ao proporcionar um debate estratégico com a sua imensa base de centros acadêmicos espalhados por todo o Brasil. Com espírito crítico e autonomia, levantando bandeiras claras e justas, mas sem aceitar fazer o jogo da direita, a juventude se posiciona na vanguarda das grandes lutas para aprofundar as mudanças no Brasil.
Veja mais fotos da atividade.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Juventudes pelo Brasil: fórum juvenil promete um 2013 de lutas e vitórias!
Paulo Vinícius Silva
O encontro chamou atenção pela representatividade e os propósitos ousados que o motivaram. Se a Coordenação dos Movimentos Sociais sempre se viu limitada ao aspecto gremial, pelas organizações que a congregam, o fórum juvenil se fortaleceu por ser fruto de uma mobilização que, liderada pelas entidades estudantis e o MST, tem a presença de juventudes como a União da Juventude Socialista, a Juventude do PT e a Juventude Pátria Livre. Mas não apenas: Consulta Popular, Juventude da CUT, ANPG, Levante da Juventude, UBM e MMM, o Barão de Itararé, a Nação Hip Hop Brasil, jovens ecumênicos, um amplo espectro de organizações que lembra o exitoso Fórum Nacional de Lutas que existiu até começo dos anos 2000 e que tanto contribuiu para a presente situação de avanços sociais e políticos no Brasil.

O que querem as juventudes? Muita coisa, é óbvio! Veja-se a identidade que marcou o encontro quando foi tomando nome o horizonte de mudanças que aspiram. Naturalmente, mesmo sem definição prévia, logo, logo, surgiu na boca dos representantes a palavra secular que ainda fala ao coração: socialismo. É certo que um socialismo com as esperanças e a face da juventude de hoje. Não um socialismo de cátedra, não um socialismo de passado, mas um socialismo feito das bandeiras do passado e do presente, compreendido na luta para avançar os processos de mudança no Brasil e na América Latina, reconhecendo os limites atuais e propondo que, a partir da luta do povo se avancem para as conquistas que governos não podem dar, mas que a mobilização unitária pode atingir.
Deter-se-ão os e as jovens aonde param os governos? Poderão imprimir uma salutar e rebelde pressão para acelerar as mudanças em curso ou serão apenas mais do mesmo? Exercerão seu viés crítico e próprio, ou se manterão nos marcos existentes da mudança que, de tão negociada, é marcada por inaceitáveis continuidades? Não está definido, e a presença de organizações políticas é decisiva para esse tipo de reflexão e para a abrangência final que terá o espaço. Não há dúvidas que foi convocado sob o signo da luta. A juventude tem pressa.
Concretamente, é a defesa da juventude abandonada, sobretudo, o que caracteriza essa união. Uma grande preocupação com a situação da juventude oprimida pela miséria, pelo racismo, pela homofobia, pela super exploração no trabalho, pelo acesso desigual e elitista à educação, pelo machismo e a violência sexista contra as mulheres, pela propagação da intolerância, inclusive religiosa e as ameaças ao Estado laico, pela manipulação das grandes empresas de mídia, pela poluição nas cidades e o abandono das populações do campo que se soma à ausência de uma reforma agrária e a um modelo de desenvolvimento que respeite o meio ambiente e garanta nossa soberania. Como reflexão dos trabalhadores e trabalhadoras, a Juventude da CTB propôs que as organizações ali reunidas incorporassem à sua reflexão a Agenda Nacional da Classe Trabalhadora aprovada por milhares de trabalhadores e trabalhadoras em São Paulo no ano de 2010.
As juventudes reunidas passaram a limpo em poucas horas os principais problemas do desenvolvimento no Brasil e problematizaram como atuar num sentido unitário, como aprender juntas, como ampliar a sua capacidade de intervir na realidade atual. Indignante e ilustrativa da necessidade de uma Reforma Política é o descaso com a a situação da juventude expresso na decisão da Câmara que na noite anterior rejeitara a aplicação de 100% dos royalties do Pré-Sal na Educação. E entre todas as organizações ali presentes não havia qualquer dúvida que a educação é uma bandeira de todos, pilar importantíssimo da emancipação e do resgate da juventude brasileira. Também o encontro foi marcado pela indignação ante os preocupantes dados de assassinatos de jovens negros e da periferia, em especial em São Paulo.
O cenário político é marcado também pela tentativa da direita, desesperada com seu declínio eleitoral, de judicializar a cena política e de criar condições para intervir na cena política sem o mandato das urnas, situação perigosa, como demonstraram acontecimentos semelhantes recentes em Honduras e no Paraguai. Chama atenção sobretudo pela virulência, expressa no intento de atingir o Ex-Presidente Lula, como observou André Tokarski, pela UJS. Assim, a união do povo e da juventude para ocupar as ruas pode assumir aspecto decisivo num futuro próximo, na defesa da democracia e dos avanços conquistados.
Foi ainda um primeiro encontro. E, que decidiram os jovens ali reunidos? Primeiro, seguir juntos. Um calendário próprio permitirá ampliar a integração das agendas e das ideias dessa juventude que buscará superar as especificidades nas pautas em busca de um sentido geral emancipador para sua luta na sociedade brasileira. Nesse sentido, orientou-se que os Estados reproduzissem durante novembro e dezembro essa reunião. A 19 de dezembro está previsto um outro encontro nacional em São Paulo. No dia 20 de fevereiro a esperança é uma Plenária Nacional. E o objetivo inicial é a unificação de grande e variada uma jornada de lutas da juventude brasileira para o mês de março de 2013 com atos de rua e conscientização para sacudir o país.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Juventudes políticas e do movimento social se unem para acelerar luta por mudanças no Brasil
Jovens de todo o Brasil vieram unindo um grande espectro juvenil, ultrapassando a esfera dos movimentos sociais e atingindo juventudes políticas e sociais: a Associação Nacional dos Pós Graduandos, a Consulta Popular, a União da Juventude Socialista, a Juventude do MST, a UNE, a UBES, a Juventude Pátria Livre, o Levante Popular da Juventude, a Juventude do Partido dos Trabalhadores, a Juventude Rebelião, a Nação Hip-Hop Brasil, as Juventudes da CTB e da CUT, a Rede Ecumênica da Juventude, a Marcha Mundial das Mulheres e o Barão de Itararé.
O que pretende essa moçada? Aumentar a interação, o diálogo e a unidade entre as organizações juvenis em favor do aprofundamento das mudanças no Brasil e construir uma agenda comum de mobilizações para o mês de março de 2013.
Mais novidades a seguir, no fim do encontro.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
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