sábado, 30 de abril de 2022
terça-feira, 19 de abril de 2022
Eleições PREVI - Contra Fake News e interesses privados, vote Chapa 3 Previ para os Associados
A campanha da Previ esquentou e vários materiais anônimos com "denúncias" foram produzidos competentemente por uma empresa, visando a atacar individualmente as pessoas dos candidatos e candidatas da Chpa 3, Previ para os Associados. Ao lado disso, vemos aparecer o discurso de extrema direita, contra os sindicatos, contra a organização política dos bancários, sempre a partir de mentiras.
Ao não assinarem as "denúncias", os denunciantes escondem-se por que? O problema da mentira é exatamente esse.
Para elevar o debate ao seu nível verdadeiro, deixamos algumas informações para os associados e associadas combaterem as fake news, e alertamos que esse tipo de prática política mostra o crescimento da cobiça sobre a nossa PREVI, e a importância de a defender, como funcionários e brasileiros. Vote Chapa 3 Previ para os Associados até 29/04 e defenda a PREVI
Paulo Vinícius da Silva
Sérgio Riede e os desafios vividos e superados pela nossa PREVI
sexta-feira, 15 de abril de 2022
quinta-feira, 14 de abril de 2022
Vote Chapa 3 Previ para os Associados e Associadas de 18 a 29 de abril - Chapa e propostas- Bancários de SP
ELEIÇÕES PREVI 2022
Chapa 3: PREVI PARA OS ASSOCIADOS
Conselho Deliberativo
Titular: Antonio Sergio Riede
Suplente: Luciana Athaide Brandão Bagno
Conselho Fiscal
Titular: Getulio Mendes Maciel
Suplente: Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes
Diretor de Administração
Márcio de Souza
Diretor de Planejamento
Paula Regina Goto
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Titular: Carlos Guilherme Haeser
Suplente: Eleucipio Vera Barreto
Titular: José Carlos Vasconcelos
Suplente: Francisco dos Santos Filho
Conselho Consultivo do Plano de Benefícios PREVI Futuro
Titular: André Luiz Alves
Suplente: Elisa de Figueiredo Ferreira
Titular: Carlos Eduardo Bezerra Marques
Suplente: Cleiton dos Santos Silva
Na PREVI é CHAPA 3 - PREVI PARA OS ASSOCIADOS!
A Chapa 3 - Previ para os associados representa a defesa do nosso futuro, feita com fidelidade e qualificação diante de poderosos interesses financeiros cuja cobiça ameaça os interesses de longo prazo do funcionalismo BB e do Desenvolvimento do Brasil. Provada nesse mar revolto foi a Chapa 3, e merece todo nosso apoio.
Colega, peço seu voto de 18 a 29 de abril para a Chapa 3 - Previ para os associados!
Paulo Vinícius da Silva - DF
quarta-feira, 13 de abril de 2022
50 anos da guerrilha do Araguaia: Osvaldo Bertolino, Romualdo Pessoa e participação especial Luciana Santos - Portal Vermelho e TV Grabois
12 de abril de 1972, há 50 anos se iniciava a Guerrilha do Araguaia
Assista nesta terça (12), as 19h, a live comemorativa desta luta contra a ditadura militar
Publicado 12/04/2022 18:59 | Editado 12/04/2022 19:04
Militantes, dirigentes e a população camponesa que vivia na região do baixo Araguaia protagonizaram uma história de resistência e luta pela liberdade e pela democracia. A Guerrilha tem sido alvo de estudos acadêmicos, reportagens, filmes que buscam trazer à tona os acontecimentos políticos e a história daqueles personagens que foram brutalmente cassados, torturados e mortos pelas forças da ditadura militar.
Nesta terça-feira (12), às 19h, a TV Grabois e o PCdoB transmitem a live “50 Anos da Guerrilha do Araguaia”, para relembrar a luta dos comunistas que resistiram à ditadura na maior ação revolucionária contra os militares.

Dentre os historiadores que pesquisaram sobre a guerrilha, destacamos Romualdo Pessoa Campos Filhos, autor do livro Guerrilha do Araguaia, a esquerda em armas. Em artigo, publicado no ano de 2017, Romualdo destaca a importância de se ter rompido o silêncio em torno da Guerrilha.
Em 2015, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação penal na Justiça contra dois militares da reserva do Exército por crimes ocorridos durante a Guerrilha. Lício Augusto Ribeiro Maciel – conhecido na época da ditadura como major Asdrúbal – foi acusado pelos homicídios dos militantes André Grabois, João Gualberto Calatrone e Antônio Alfredo de Lima e pela ocultação dos cadáveres das vítimas. Sebastião Curió Rodrigues de Moura – conhecido na época como doutor Luchini – foi denunciado pela ocultação dos cadáveres.
Para o presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo, “A resistência armada do Araguaia conduzida pelo PCdoB foi realizada num período dos mais duros da ditadura, sem nenhuma liberdade política para o povo e constante repressão sanguinária”.
Na passagem dos 50 anos da Guerrilha, assista o vídeo que conta um pouco dessa história.
terça-feira, 12 de abril de 2022
CTB Bancári@s DF com a Chapa 1 nos Bancários DF: Unidade, Democracia e Luta - eleições de 2 a 6 de maio
Site da Chapa 1 - Unidade, Democracia e Luta - http://chapa1bancariosdf.com.br/
Instagram da Chapa 1 - Unidade, Democracia e Luta - https://www.instagram.com/soubancariochapa1/
Viemos
para transformar! Queremos fazer o agora diferente para construir um
depois feito por nós, para nós; onde a normalidade signifique ter
emprego e renda, ter condições dignas de trabalho, trabalhar sem a
pressão de atingir metas de produção inalcançáveis. E no final do dia,
poder voltar para casa sem aquela sensação de peito apertado por medo do
futuro.
Queremos que o normal seja um ambiente de trabalho sem
assédio moral e sexual, com respeito, igualdade de oportunidades e
solidariedade. Queremos que a normalidade tenha como princípio a saúde
de cada bancário e de cada bancária, e não doenças como depressão,
LER/DORT, Síndrome de Burnout e tantas outras provocadas pela pressão
hierárquica, pelo estresse, pelo ritmo de trabalho acelerado e
excessivo.
Com essa proposta, apontamos a necessidade de inovar e
escantear de uma vez por todas a mesmice. Percebemos a necessidade de
desacostumar, e entendemos que é fundamental dinamizar.
Nós da
CHAPA 1 queremos cultivar a UNIDADE, a DEMOCRACIA e a LUTA para que
possamos reagir às investidas de quem coloca interesses econômicos acima
dos interesses da vida.
As eleições para a escolha da nova
diretoria do Sindicato dos Bancários de Brasília será realizada de 2 a 6
de maio. Seu voto faz toda a diferença! ✊🏿
📣Atuo no Banco do Brasil há 15 anos, e atualmente sou Assistente de Negócios. Grande parte da minha vida foi dedicada ao movimento sindical, sempre como representante da CTB. Escolhi ser dirigente sindical para defender o Brasil, a democracia e os direitos da classe trabalhadora. Vejo na defesa dos bancos públicos a alavanca do projeto nacional de desenvolvimento e emancipação do nosso país.
🗳️VOTE! Ajude a construir o futuro que você quer! Eleições de 2 a 6 de maio.
🖱️Saiba mais sobre a nossa Chapa no link na bio
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#PraTodoMundoVer: webcard com foto de Paulo Vinícius Santos da Silva, candidato a Secretário de Políticas Sindicais pela Chapa 1
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#eleições #eleiçõesbancarios #namcariosdf #bancarios #transformação #sindicato #chapa1 #sindicatodosbancarios
📣Sou bancário do Banco do Brasil desde 2012. Já fui secretário de Assuntos Sindicais do Sindicato dos Bancários de Brasília e me candidato novamente para fazer a luta em defesa dos bancários e das bancárias.
V🗳️OTE! Ajude a construir o futuro que você quer! Eleições de 2 a 6 de maio.
🖱️Saiba mais sobre a nossa Chapa no link na bio
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#PraTodoMundoVer: webcard com foto de Rafael Guimarães Campos Oliveira, candidato a diretor pela Chapa 1
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#eleições #eleiçõesbancarios #namcariosdf #bancarios #transformação #sindicato #chapa1 #sindicatodosbancariosdf
sábado, 2 de abril de 2022
Festival Vermelho no Gama - Hoje, sábado, 02/04
É HOJE, a partir das 18h00 na República Popular e Democrática do Gama!
🇨🇳💓🇧🇷
SHIS LESTE, QUADRA 45, LOTE 7, LOJA 22 (antigo Cotia's Bar)
Venha celebrar os cem anos de amor e coragem pelo Brasil!
Partido do cerrado, de troncos e galhos retorcidos, de céu azul, límpido e amplo, com nossas feições, com nossa cara, coragem, ousadia e criatividade!
O Partido Comunista do Brasil, popular, diverso, vivo, pulsante, artístico, poético-musical!
Partido de todoxs,
Enraizado no povo,
nutrindo-se de sua seiva, seu maior sentido, sua maior paixão, seu maior amor!
(...) e quem quiser chegar é bem chegado/a!
🎼 Jairo Mendonça🌵
Militante da aldeia, da massa, do barro do chão!
quinta-feira, 31 de março de 2022
100 Anos PCdoB ATO POLÍTICO: FRENTE AMPLA PARA FLORESCER A ESPERANÇA COM LULA - NITERÓI, 26/03/2022 - I FESTIVAL VERMELHO
segunda-feira, 28 de março de 2022
A CASSI IMPORTA - Cláudio Nascimento
Sim, importa, sem dúvida.
Importa se você é jovem e tem uma longa vida saudável para cultivar.
Importa você cuidar, prevenir, alimentar-se, nutrir corpo e mente. Importa a atividade física e o lazer.
Importa o dia de trabalho em ambiente, condições e rotinas produtivas mas gratificantes.
Importa o repouso e o sono.
Importa para você que seja acompanhado, orientado em todas as fases e por toda a sua vida.
Importa que você receba os recursos necessários e adequados para cada condição de saúde ou de adoecimento.
Importa se você passou pela a vida e hoje, idoso, sente o peso da idade e suas consequências naturais.
Importa se você ainda carrega preocupação ou dificuldades com as finanças pessoais e familiares.
Sim, A Cassi importa.
Você também é responsável pela escolha de uma governança que represente o interesse de você Associado.
Para a nossa Cassi, o seu voto também importa muito.
Até logo mais, às 18 horas dessa segunda-feira, aguardamos por sua manifestação.
Indicamos o voto e pedimos apoio para as Chapas 06 e 77 - Unidos por Uma Cassi Solidária.
Claudio Nascimento
Candidato ao Conselho Deliberativo - Suplente
#Unidos por Uma Cassi Solidária
domingo, 27 de março de 2022
O Brasil vai votar Lula Lá! Versão de Fischia il Vento
Fiz essa versão ao conhecer Katiusha, canção soviética de 1938 e sua versão italiana Fischia il Vento, ambas cantadas na luta contra o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.
Que tal?
PV
Am E
O vento sopra e a tempestade ruge,
E7 Am
Pés cansados e tens de caminhar
Am G Dm Am
atingir a primavera vermelha,
Dm Am E7 Am
Um novo tempo: a fome vai acabar
Am E
Cada bairro com povo organizado
E7 Am
Homem e mulher, juventude a lutar
Am G Dm Am
Defender o Brasil é o caminho
Dm Am E7 Am
a natureza e o direito de trabalhar
Am E
Não temer a dor nem a morte
E7 Am
Não vou só, todos irão lutar.
Am G Dm Am
Democracia para vencer o fascismo
Dm Am E7 Am
O Brasil nós vamos libertar!
Am E
Da noite à aurora, a tempestade acalma,
E7 Am
Verde-amarelo e vermelho vão brilhar
Am G Dm Am
Pão à mesa e a democracia
Dm Am E7 Am
Frente Ampla e Unidade Popular
Am G Dm Am
O Trabalho, a Terra e a Poesia
Dm Am E7 Am
O Brasil vai votar Lula lá!
Lula agradece a parceria do PCdoB: “Nós vamos recuperar este país” - Portal Vermelho
por André Cintra
Publicado 27/03/2022 01:42 | Editado 27/03/2022 06:21
A participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o ponto alto, neste sábado (26), da programação do Festival Vermelho – o principal evento comemorativo dos cem anos do PCdoB. Ao lado de dirigentes e parlamentares comunistas, autoridades políticas, representantes de outros partidos e lideranças dos movimentos sociais, Lula participou do Ato Político Frente Ampla para Florescer a Esperança, no Caminho Niemeyer, em Niterói (RJ).
Boa parte dos discursos ressaltou a urgência da unidade em torno de uma nova candidatura presidencial de Lula, para derrotar o governo Jair Bolsonaro. O PCdoB aproveitou a ocasião para também tornar pública sua adesão a esse projeto político-eleitoral.
“Presidente Lula, nós decidimos anunciar o apoio à sua candidatura exatamente nessa data porque ela se reveste de simbolismos. Há cem anos, foi fundado nesta cidade de Niterói o glorioso Partido Comunista do Brasil”, afirmou a presidenta nacional do PCdoB, Luciana Santos. “A história desse partido se entrelaçou com a história do Brasil. Não há um momento importante de inflexão, de luta pela democracia e de lutas por direitos do povo que não tenha o DNA, a lucidez e a contribuição política e teórica do PCdoB. Somos aqueles que têm a convicção de que este país tem jeito.”
Conforme a dirigente, a federação partidária viabilizada entre PT, PCdoB e PV foi um passo importante para reverter a “terra atrasada” que o Brasil se tornou, “com este governo de destruição”. Luciana defendeu “uma agenda” de soberania nacional, retomada da industrialização e combate às desigualdades. “Você, Lula, é o homem certo, na hora certa, para garantir essa agenda”, afirmou. “Mas precisamos de uma frente ampla para derrotar o neofascismo e o retrocesso do Brasil.”
“Fazer mais e melhor”
Lula declarou sentir “grande satisfação e emoção” em estar na comemoração do centenário do PCdoB. Em seu discurso, ele citou passagens vividas com comunistas como João Amazonas, Renato Rabelo, Haroldo Lima e Gustavo Petta, além de agradecer a parceria. “Não é fácil um partido sobreviver cem anos, dos quais grande parte na clandestinidade. Todo meu carinho pelo PCdoB.”
Com críticas à “elite escravista” do Brasil e ao presidente “fascista”, Lula demostrou ânimo para mais uma eleição ao Planalto. Na visão do ex-presidente, “o mais difícil não é ganhar a eleição” de outubro. “Se eu voltar, vou ter que fazer mais e melhor do que fiz na primeira vez.”
Lula afirmou que os governos encabeçados por ele e Dilma Rousseff, de 2003 a 2016, elevou o salário mínimo em 74% e promoveu “a maior política de inclusão social que este país já teve”. No palanque do Festival Vermelho, ele renovou esse compromisso. “Temos que colocar o povo pobre no orçamento do Estado”, disse Lula. “Eu viajei o mundo para mostrar que o pobre não é problema, mas solução.”
“Vamos recuperar a dignidade e a soberania”, conclamou ele, que se comprometeu a, se eleito, ter como primeiro ato a convocação dos 27 governadores “para discutir um plano de recuperação do Brasil, com um pacto federativo. Nós vamos recuperar este país!”. Ele também provocou o atual presidente: “Bolsonaro, pode se preparar, porque nós estamos chegando”.
Unidade
Outros expositores reforçaram a mensagem de ampla unidade das forças democráticas e progressistas contra Bolsonaro. Entre os representantes dos movimentos sociais, sobraram citações. A presidenta da Unegro (União de Negras e Negros pela Igualdade), Ângela Guimarães, declarou que “ revolução será protagonizada por quem trabalha, por quem tira seu sustento do suor que cai do rosto”. E citou versos do cantor e compositor Caetano Veloso – que, por sua vez, remetia ao poeta soviético Vladimir Maiakovski: “Gente é pra brilhar / Não pra morrer de fome”.
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), lembrou o Manifesto Comunista. “Há 174 anos, um manuscrito dirigido por Karl Marx e Friedrich Engels proclamava: ‘trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo, uni-vos’! A unidade é um fator fundamental”.
Também exaltaram a unidade da classe trabalhadora os secretários-gerais da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, e da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, além de Marina dos Santos, dirigente nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). “Que no ano de 2022 nossa unidade leve Lula a presidente da República”, disse Juruna. “Estaremos juntos na luta para derrotar a extrema-direita, a fome, o desemprego e o projeto de destruição nacional”, afirmou Índio. “Viva a esperança que nós vamos reconstruir juntos”, declarou Marina.
As jovens à frente das principais entidades estudantis do País denunciaram os ataques à educação. Denunciaram e cantaram. Rozana Barroso, da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), foi de Vermelho,eternizada na voz de Fafá de Belém: “Meu coração é vermelho / De vermelho vive o coração”. Já Bruna Brelaz, da UNE (União Nacional dos Estudantes), entoou o funk Eu Só Quero É Ser Feliz. Por sua vez, Vanja Andréa Santos, presidenta da UBM (União Brasileira de Mulheres), puxou uma paródia de Ô Abre Alas!, de Chiquinha Gonzaga: “Ô abre alas, que eu quero passar / Sou feminista, não posso negar / Estou com Lula, este é o meu lugar”.
Pela JPL (Juventude Pátria Livre), falou o vereador de Araraquara (SP) Guilherme Bianco. “Só podemos ganhar essa eleição construindo uma ampla frente democrática, que seja capaz de unir o Brasil inteiro, de verde-amarelo, para derrotar Bolsonaro”. Thiago Morbach, presidente da UJS (União da Juventude Socialista), pediu mobilização “por um Brasil muito melhor para nosso povo, com emprego e educação”.
Partidos
Os representantes dos partidos políticos convergiram na necessidade de vencer o bolsonarismo. Segundo Vanessa Grazziotin, secretária nacional da Mulher do PCdoB, é preciso “devolver o Brasil aos brasileiros e às brasileiras”. Para o ex-deputado André Lazaroni (PV), “nós precisamos voltar a sorrir”. Ex-prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT) mencionou o exemplo de sua cidade: “Sempre construímos a unidade popular das forças democráticas”.
“Estamos juntos de novo para continuar a fazer história e colocar o Brasil na mão do povo”, afirmou Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT. O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) disse “não ter dúvida” de que “tempos melhores virão, porque esse governo miliciano vai passar”. Já o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, disse que seu partido e a esquerda estarão “juntos nas eleições deste ano para escorraçar Bolsonaro”.
O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues (PSOL), afirmou que “vai ser difícil a luta, não tem salto alto. Mas nós vamos ganhar a eleição!”. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), acrescentou: “O PSB deve se juntar a todos os partidos progressistas do Brasil para eleger o presidente Lula e ajudar a reconstruir este país”.
“Que floresça a esperança! Que a nossa unidade reconstrua o Brasil”, exortou a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). A ex-deputada Manuela D’Ávila concordou: “Vamos salvar o Brasil! Viva a nossa luta por liberdade, por democracia a por direitos. Viva o povo brasileiro, a razão de nossa existência”. O deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE) ponderou: “Não vamos ganhar a eleição por pesquisa, mas mobilizando o povo para fazer de Lula presidente de novo”.
O Festival Vermelho se encerrou neste sábado, à noite, com shows e atividades culturais. O evento durou dois dias e foi precedido, na sexta-feira (25), por uma reunião extraordinária do Comitê Central do PCdoB.
Autor
André Cintra
Jornalista
PCdoB celebra cem anos e anuncia apoio a Lula - Portal Vermelho
Cidade recebeu reunião extraordinária do Comitê Central na data do centenário do partido mais antigo do Brasil
por André Cintra
Publicado 25/03/2022 18:39 | Editado 26/03/2022 12:41
Comitê Central do PCdoB fez uma reunião extraordinária para comemorar seu centenário l Foto: Rebeca Belchior Cem anos depois, o PCdoB voltou, literalmente, às origens. A cidade de Niterói (RJ) – que abrigou, em 25 de março de 1922, o Congresso de Fundação do Partido Comunista do Brasil – recebeu agora a reunião extraordinária do Comitê Central. O encontro precedeu o Festival Vermelho – Florescer a Esperança e aconteceu na tarde desta sexta-feira (25), exatamente a data do centenário do partido mais antigo do Brasil.
“Há exatos cem anos, aqui onde estamos, começou a nossa jornada. Nesta bela cidade de Niterói, a ousadia da classe operária fundou o Partido Comunista do Brasil”, enfatizou a presidenta nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos. Desta vez, além das celebrações, os dirigentes aprovaram, por aclamação, o apoio do PCdoB à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
“O Partido está empenhado, com os movimentos de frente ampla, na tarefa de libertar o país do governo Bolsonaro, de restaurar a democracia e promover uma reconstrução nacional. Uma reconstrução que abra perspectiva a um novo ciclo de prosperidade, desenvolvimento soberano em harmonia com a proteção do meio ambiente e de progresso social”, afirmou Luciana. “Para liderar este projeto, o PCdoB apoiará a construção da candidatura de Lula, credenciada pelo respaldo de uma frente ampla, para conquistar a maioria dos brasileiros e brasileiras, e assim disputar, vencer e governar.”
Ao abrir a reunião, Walter Sorrentino, vice-presidente nacional do PCdoB, saudou a militância partidária. Em 1922, nove delegados representaram cerca de 50 membros de grupos comunistas de diversas regiões do País. Agora, segundo Walter, o Partido chega a seu primeiro século de vida com 450 mil filiados.
História arrebatadora
Contar um século de lutas em pouco mais de 30 minutos foi o desafio de Luciana Santos. “Rendemos nossa homenagem às gerações de bravos e bravas que trouxeram o Partido Comunista do Brasil ao seu centenário. Eles e elas continuam vivos no coração das novas gerações. São, para nosso povo, motivo de imenso orgulho e inspiram os/as comunistas e lutadores/as progressistas contemporâneos.”
A presidenta do PCdoB lembrou que os primeiros 63 anos do PCdoB foram tempos bicudos, de perseguição aos comunistas e atuação clandestina. “Em mais da metade de nossa trajetória, tivemos de atuar nos subterrâneos da liberdade, como disse nosso camarada e notável romancista Jorge Amado”, agregou. “Mesmo com essa adversidade, a resultante de nossa trajetória é realizadora. Por isso, nossa história é arrebatadora.”
Luciana Santos ao se pronunciar na reunião l Foto: Receba Belchior Diversos capítulos nesta trajetória tiveram a participação decisiva dos comunistas. Nomes como Astrojildo Pereira, Luís Carlos Prestes e João Amazonas lideraram as três primeiras gerações de militantes do PCdoB. Todos eles enfrentaram o arbítrio dos regimes de plantão – da República Velha à ditadura militar, passando pelo Estado Novo.
Mesmo na clandestinidade, os comunistas lutaram causas como “O Petróleo É Nosso”, a paz mundial, a soberania nacional, os direitos dos trabalhadores, a organização sindical, a democracia, entre outras. Depois da Conferência Extraordinária de 1962 – que reorganizou o Partido –, veio a resistência ao regime militar, que inclui a Guerrilha do Araguaia, “uma epopeia pela liberdade”.
Dos governos progressistas ao golpe
De acordo com Luciana, “o Partido pagou um elevado tributo em vidas e sacrifícios, sobretudo no enfrentamento à ditadura – mas nunca, nunca abaixou a bandeira da democracia”, sublinhou Luciana. Assim, foi grande seu envolvimento na redemocratização e na “Constituição Cidadã” de 1988. A conquista da legalidade, em 1985, assentou ainda mais o Partido nos movimentos sociais, nas lutas políticas e nas disputas eleitorais – com destaque para a construção da Frente Brasil Popular, em 1989, e a vitória de Lula nas eleições 2002.
Em meio a isso, ocorre o 10º Congresso do PCdoB, em 2001, em que Amazonas passa a presidência Renato Rabelo. “Renato apontou a forte possibilidade da vitória das forças progressistas em 2002. Porém, com a ressalva de que somente uma ampla frente, apoiada por extenso movimento social, seria capaz de vencer e governar”, lembrou Luciana.
São 14 anos seguidos de governos democráticos e progressistas. “O PCdoB particip de ministérios e agências, de cujo desempenho deixou um rico legado. Ao mesmo tempo, ampliou sua inserção nas lutas populares, reforçando sua atuação no sindicalismo e demais movimentos sociais.”
Luciana Santos assume PCdoB em 2015. No ano seguinte, um golpe de Estado interrompe o ciclo democrático, recolocando forças conservadores e neoliberais no poder – primeiro sob a gestão ilegítima de Michel Temer, depois sob o governo de destruição de Jair Bolsonaro. De volta à resistência, o PCdoB se fortalece com a incorporação do PPL, em 2019.
“O Partido desencadeou um movimento para sua revitalização, que está em curso sobretudo na renovação da linha de massas, no fortalecimento de sua comunicação e da construção de sua estrutura orgânica. Esta revitalização demanda também renovar e abrasileirar crescentemente sua imagem e fortalecer sua identidade, ao mesmo tempo em que aperfeiçoa seu sistema de direção”, analisa Luciana.
Parafraseando o poeta amazonense Thiago de Mello, que faleceu neste ano, Luciana questionou: “O que são cem anos para quem pretende edificar um milênio? O que é século para quem tem como essência conquistar e construir o futuro radioso e socialista que virá?”.
Foto: Bruno Bou Haya Corrente revolucionária
Por videoconferência e, depois, por gravação, Renato Rabelo saudou os dirigentes em Niterói. “Por uma medida preventiva, não pude estar presente a esta reunião histórica”, afirmou Renato, que fez uma intervenção baseada no documento “PCdoB: um século de lutas em defesa do Brasil, da democracia e do socialismo”, aprovado neste pela Comissão Política Nacional do Partido.
“Não se pode compreender a história do Partido Comunista do Brasil sem entender a história do Brasil. Mas também não se pode entender a história brasileira sem levar em conta a ação dos comunistas”, disse Renato. Em sua exposição, ele destacou a Conferência Extraordinária de 1962 – um “grande evento político” em que, segundo o dirigente, o partido se reafirmou.
Hoje presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato lembrou duas conquistas democráticas propostas pelo PCdoB que contaram com “amplos apoios”: o Colégio Eleitoral, de 1985, e a federação partidária, aprovada no Congresso Nacional em 2021. Recordou também como a incorporação de outras forças marxistas ajudaram a fortalecer o Partido Comunista em momentos adversos: foi assim na união com a AP (Ação Popular Marxista-Leninista), em 1972, e com o PPL, há três anos.
A seu ver, o PCdoB foi fundamental para “a inserção dos trabalhadores e do povo na vida política do País. Sempre lutamos pela paz, a solidariedade entre os povos, contra a guerra e a espoliação capitalista. Somos o partido que faz a defesa categórica dos interesses da Nação e dos direitos do povo.”
Outro ponto destacado por Renato foi o “trabalho intelectual de estudos, pesquisas e interpretações sobre temas das lutas transformadoras do País”. Para Renato, “o PCdoB forjou uma corrente revolucionária preservando a identidade comunista”. Diante da debacle da União Soviética e do socialismo, “teve a maturidade de rejuvenescer e renovar a luta pelo socialismo”. Em 2009, aprovou o Programa Socialista, que aponta a aplicação de um novo projeto nacional de desenvolvimento como “caminho estratégico para a transição para o socialismo”.
Agora, o PCdoB abraça “o desafio de se abrasileirar”, enquanto está na linha de frente da oposição a Bolsonaro. Uma das contribuições mais recentes dos comunistas é o documento “Diretrizes para uma plataforma emergencial de reconstrução nacional”, debatido sobretudo no processo do 15º Congresso.
Os vices e o líder
Os quatro vice-presidentes nacionais do PCdoB também se pronunciaram. Walter Sorrentino afirmou que o partido fundado em Niterói, há cem anos, “introduziu o provo trabalhador, organizado, no destino de nossa nação, por uma pátria livre, democrática e próspera. Os comunistas são o sal da terra das ideias avançadas – o sal que influenciou cinco gerações de militantes”.
Para Carlos Lopes, é preciso deixar claro que os nove fundadores do Partido Comunistas tinham tanto “os ideais do socialismo” quanto “a elaboração de um projeto de Brasil”. Se de 1922 até hoje ocorreram a industrialização, o ciclo nacional-desenvolvimentismo e um pujante crescimento (entre 1930 e 1980), “os comunistas estiveram em todas essas lutas no sentido de impulsionar o progresso e o desenvolvimento do País”.
Foto: Bruno Bou Haya Para Manuela d’Ávila, a foto tirada nesta sexta pela direção nacional, em Niterói, tem uma dimensão histórica – será “vista e lembrada” daqui para frente. “O Brasil não precisa ser um sonho não realizado”, declarou. “Esta reunião, em pleno centenário do PCdoB, deve ser de reflexão profunda sobre os anos que virão. Como construir o Partido Comunista de acordo com as exigências históricas de nosso tempo?”, indagou Manu, sugerindo que o PCdoB hasteie a “a bandeira da coragem e do amor – mas também da esperança”.
Jandira Feghali, que também é a coordenadora do Festival Vermelho, declarou-se “emocionada” em receber “tantos camaradas” no estado do Rio de Janeiro. “Não é simples, mas esse festival já deu certo. É uma oportunidade para revermos a nossa própria história”, afirmou, Jandira, a militante do PCdoB e a mulher com o maior número de mandatos no Congresso Nacional. “As mulheres não são algo falso no PCdoB. nós existimos e cumprimos papel no Partido Comunista do Brasil.”
O líder da bancada na Câmara Federal, deputado Renildo Calheiros (PE), também reverenciou os fundadores do Partido. “Estamos celebrando o fato de que, cem anos atrás, um grupo de revolcuonários compreendeu que a luta sindical não era suficiente e fundaram uma organização para a construção do socialismo no Brasil”, disse o parlamentar. “Nosso partido construiu páginas gloriosas na História do Brasil – e continuamos escrevendo a História. Nem sempre vencemos, mas sempre lutamos”.
A reunião homenageou o revolucionário Sérgio Rubens, que faleceu em 2021, quando ocupava o posto de vice-presidente do PCdoB. Um vídeo produzido especialmente para a reunião resumiu a trajetória militante de Sério, que liderou o MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro) e o PPL. “Devemos a ele muito da incorporação do PPL ao PCdoB”, afirmou Márcio Cabreira, dirigente nacional do Partido. “Bolsonaro havia acabado de ganhar a eleição, e era preciso criar um polo, integrar e fortalecer um único partido, se incorporar ao PCdoB vivamente, de corpo e alma. Sérgio defendeu que o PCdoB fosse o instrumento para derrotar o fascismo que está no poder.
Houve, ainda, cultura e arte na reunião dos cem anos. Jorge Mautner, autor de A Bandeira do Meu Partido, adotado na década passada como um dos hinos oficiais do PCdoB, enviou uma gravação especial à reunião. No vídeo, o cantor e compositor carioca executa, ao violino, o outro hino do Partido, A Internacional. Já a poeta Cida Pedrosa, vereadora no Recife pelo PCdoB, recitou trecho de seu poema Arara Vermelha. A reunião se encerrou ao som de uma das mais conhecidas palavras de ordem da militância: “Um, dois, três / Quatro, cinco mil / E viva o Partido Comunista do Brasil”.
Tags 100 anos do PCdoB, PCdoB
Autor
André Cintra
Jornalista
sexta-feira, 25 de março de 2022
VIVA O CENTENÁRIO DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL! VIVA O PCdoB!
VIVA O CENTENÁRIO DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL! VIVA O PCdoB!
Parabéns, camaradas! Parabéns ao povo brasileiro! Firmes na Luta!
#forabolsonaro #LulaPresidente
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Há grande caos sob os céus. As perspectivas são excelentes! Mao Zedong A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas O Brasil está na ...
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A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...
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