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quinta-feira, 25 de junho de 2020
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
CTB e Sindicato dos Bancários da Bahia denunciam Pauta Regressiva e ataque às Estatais
O Sindicato do Bancários da Bahia é uma entidade referência da luta sindical do Brasil. Um sindicato antigo em seu compromisso de luta e revolucionário em sua capacidade de renovar e se comunicar com a Base. Exemplo disso é o programa semanal que possuem na TV, o diário que distribuem nas agências, o trabalho sobre a História da categoria na Bahia e o fato de lideranças de diferentes gerações amarem e cuidarem desse patrimônio da proverbial história de lutas do povo baiano.
Vejam no vídeo a seguir um grande alerta que a CTB faz aos trabalhadores(as) com a proposta da Pauta Regressiva que visa a tirar conquistas do povo e passar teses neoliberais já derrotadas pelo Brasil, nas palavras de Emanoel de Jesus (presidente da Federação dos Bancários de Bahia e Sergipe) e de Augusto Vasconcelos, querido amigo e líder, presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia.
Vejam no vídeo a seguir um grande alerta que a CTB faz aos trabalhadores(as) com a proposta da Pauta Regressiva que visa a tirar conquistas do povo e passar teses neoliberais já derrotadas pelo Brasil, nas palavras de Emanoel de Jesus (presidente da Federação dos Bancários de Bahia e Sergipe) e de Augusto Vasconcelos, querido amigo e líder, presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Bancários da Bahia: contratações nos bancos públicos e rotatividade nos privados
O Vice-presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, fala sobre contratações nos bancos públicos e rotatividade do emprego bancário nos privados. Programa Agência Cidadania exibido na BAND dia 03/01/2013.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Um Brasil Maior só com uma política econômica melhor - Augusto Vasconcelos
Em face de uma política econômica ortodoxa, assentada no tripé das altas taxas de juros, valorização do Real frente ao dólar e contenção dos investimentos públicos, o Brasil viu decrescer proporcionalmente a importância da indústria no PIB. Pensando em minimizar os efeitos perversos deste receituário, o governo federal lançou o Programa “Brasil Maior”.
Apesar de louvável a preocupação com a industrialização, afinal de contas nenhum país se desenvolveu sem um setor secundário forte, trata-se de uma medida insuficiente. Predomina a antiga saída através da desoneração tributária, deixando irretocável os fundamentos de nossa macroeconomia.
Acontece que os estímulos a partir da diminuição de encargos têm efeito transitório, não sendo capazes de sozinhos reativarem a locomotiva do crescimento. Ao mesmo tempo, outros setores em curto espaço de tempo estarão reivindicando sua inclusão no pacote de medidas anunciadas.
Ademais, a desoneração previdenciária poderá, em médio prazo, fortalecer o discurso do déficit nas contas públicas, trazendo à tona novamente as propostas de redução de direitos. Melhor seria que a contribuição sobre a folha salarial fosse substituída gradativamente pela contribuição incidente sobre o faturamento, com o fito de não prejudicar as empresas que contratam em larga escala, como o setor metalúrgico e da construção civil, dando-lhes um diferencial competitivo em face daquelas em que predominam ganhos de capital com diminuição da mão-de-obra contratada.
Dessa forma, está em curso uma disputa de grandes proporções. O projeto derrotado nas urnas em 2010 teima em capturar o governo de maneira sorrateira, com apoio da grande imprensa que atua a seu serviço. Todavia, a recente manifestação convocada pelo Fórum das Centrais sindicais e pelos movimentos sociais, com mais de 80 mil pessoas em São Paulo, prova que estamos entrincheirados para fazer o bom combate no campo ideológico e sobretudo nas ruas, a fim de reforçar os setores desenvolvimentistas que atuam no governo, dizendo-lhe que Um Brasil maior só é possível com uma política econômica do seu tamanho!
Augusto Vasconcelos, Vice-Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, advogado, professor universitário
Apesar de louvável a preocupação com a industrialização, afinal de contas nenhum país se desenvolveu sem um setor secundário forte, trata-se de uma medida insuficiente. Predomina a antiga saída através da desoneração tributária, deixando irretocável os fundamentos de nossa macroeconomia.
Acontece que os estímulos a partir da diminuição de encargos têm efeito transitório, não sendo capazes de sozinhos reativarem a locomotiva do crescimento. Ao mesmo tempo, outros setores em curto espaço de tempo estarão reivindicando sua inclusão no pacote de medidas anunciadas.
Ademais, a desoneração previdenciária poderá, em médio prazo, fortalecer o discurso do déficit nas contas públicas, trazendo à tona novamente as propostas de redução de direitos. Melhor seria que a contribuição sobre a folha salarial fosse substituída gradativamente pela contribuição incidente sobre o faturamento, com o fito de não prejudicar as empresas que contratam em larga escala, como o setor metalúrgico e da construção civil, dando-lhes um diferencial competitivo em face daquelas em que predominam ganhos de capital com diminuição da mão-de-obra contratada.
Dessa forma, está em curso uma disputa de grandes proporções. O projeto derrotado nas urnas em 2010 teima em capturar o governo de maneira sorrateira, com apoio da grande imprensa que atua a seu serviço. Todavia, a recente manifestação convocada pelo Fórum das Centrais sindicais e pelos movimentos sociais, com mais de 80 mil pessoas em São Paulo, prova que estamos entrincheirados para fazer o bom combate no campo ideológico e sobretudo nas ruas, a fim de reforçar os setores desenvolvimentistas que atuam no governo, dizendo-lhe que Um Brasil maior só é possível com uma política econômica do seu tamanho!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A conta da inflação não pode recair sobre os trabalhadores - Por Augusto Vasconcelos, Vice-presidente do SEEB-BA
”A grande imprensa no Brasil está orquestrada em coro para anunciar o retorno da inflação descontrolada, elegendo como “bode expiatório” os trabalhadores e suas campanhas salariais. ”
A grande imprensa no Brasil está orquestrada em coro para anunciar o retorno da inflação descontrolada, elegendo como “bode expiatório” os trabalhadores e suas campanhas salariais. O mercado tenta a todo custo emparedar o governo a manter a taxa básica de juros (Selic) em patamares aviltantes, favorecendo o rentismo em detrimento da produção.
Assim, utilizam de todas as artimanhas numa tentativa descabida de apontar os aumentos salariais como mola propulsora do risco inflacionário. Todavia, a recente Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE revela exatamente o oposto.
Enquanto a renda média mensal do trabalhador cresceu e a taxa de desemprego estabilizou-se em um patamar recorde de 6,4%, a inflação vem registrando sinais de queda. Na primeira quinzena de junho, o IPCA-15 foi de 0,23%, menos da metade do que foi registrado no início de maio (0,70%).
Como no segundo semestre teremos campanhas salariais de categorias importantes para a nossa economia, incluindo a dos bancários, a cantilena neoliberal mostra suas garras, anunciando um surto inflacionário caso os reajustes salariais sejam superiores às “migalhas” que as empresas pretendem propor.
Não podemos aceitar este engodo. Devemos arregaçar as mangas, nos mobilizar e compreender que somente triunfaremos com amplo envolvimento dos trabalhadores. Derrotar a mídia que defende os interesses dos seus patrocinadores, entre eles os bancos, não é tarefa fácil, mas já demos provas de que isto é possível.
*Augusto Vasconcelos é vice-presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, advogado e professor universitário.
Este artigo pode ser encontrado no sitehttp://www.bahiatododia. com.br/index.php?artigo=3021 , no grupo de rede social: Juventude CTB e no site www.bancariosbahia.org.br
Assim, utilizam de todas as artimanhas numa tentativa descabida de apontar os aumentos salariais como mola propulsora do risco inflacionário. Todavia, a recente Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE revela exatamente o oposto.
Enquanto a renda média mensal do trabalhador cresceu e a taxa de desemprego estabilizou-se em um patamar recorde de 6,4%, a inflação vem registrando sinais de queda. Na primeira quinzena de junho, o IPCA-15 foi de 0,23%, menos da metade do que foi registrado no início de maio (0,70%).
Como no segundo semestre teremos campanhas salariais de categorias importantes para a nossa economia, incluindo a dos bancários, a cantilena neoliberal mostra suas garras, anunciando um surto inflacionário caso os reajustes salariais sejam superiores às “migalhas” que as empresas pretendem propor.
Não podemos aceitar este engodo. Devemos arregaçar as mangas, nos mobilizar e compreender que somente triunfaremos com amplo envolvimento dos trabalhadores. Derrotar a mídia que defende os interesses dos seus patrocinadores, entre eles os bancos, não é tarefa fácil, mas já demos provas de que isto é possível.
*Augusto Vasconcelos é vice-presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, advogado e professor universitário.
Este artigo pode ser encontrado no sitehttp://www.bahiatododia.
Veja também:Intervenção de Augusto Vasconcelos na posse como vice-presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia
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