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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CTB critica volta da proposta de reforma sindical - Portal Vermelho

CTB critica volta da proposta de reforma sindical - Portal Vermelho

A proposta de reforma sindical apresentada no governo Lula, em 2005, voltou à pauta de discussão na Câmara. O deputado Mendes Ribeiro (PPS-RO), relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deu parecer favorável ao texto que, agora, segue para pauta de apreciação da Comissão. O texto, após aprovada a sua admissibilidade pela CCJ da Câmara, seguirá para exame de uma comissão especial na Casa, onde haverá o debate do mérito da reforma sindical.

www.portalctb.org.br



Para o presidente da CTB, proposta quer pulverizar e enfraquecer o movimento sindical.
Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, a proposta vai acabar com o movimento sindical, porque acaba com a unicidade e com a sustentação dos sindicatos. Segundo ele, a proposta é para destruir a organização dos trabalhadores. “Nós somos radicalmente contra porque vem para destruir o instrumento mais importante dos trabalhadores que é o sindicato”.

E anunciou que as cinco centrais sindicais – CTB, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), União Geral dos Trabalhadores (UGT), e Força Sindical, a exceção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) – vão se reunir na próxima sexta-feira (30) , em São Paulo, para discutir a retomada da discussão sobre reforma sindical.

Segundo Gomes, “não pedimos mudanças, queremos que se mantenha a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que permite mínimas garantias para o trabalhador”, criticando a proposta como “uma medida que os setores da direita tomam para acabar com os sindicatos”, explicando que a medida que não ajuda o movimento sindical porque pulveriza e luta sindical. E avalia que “nem tudo que o Governo Lula fez é bom para o trabalhador”.

Dezenas de interpretações

O diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, destaca as mudanças em relação à atual estrutura sindical prevista no Artigo 8º da Constituição. Segundo ele, o texto é genérico o suficiente para permitir dezenas de interpretações, “podendo a lei sindical definir a nova estrutura com amplas possibilidades de desenhos”.

Segundo Antônio de Queiroz, comparando com a atual estrutura sindical prevista no artigo 8º da Constituição, a proposta traz várias inovações. Entre as novidades está o fim da unicidade sindical, com o sistema confederativo e com a contribuição sindical compulsória e permite a pluralidade sindical.

A proposta remete para a lei a regulamentação dos preceitos constitucionais em matéria sindical, inclusive no que diz respeito à abrangência do poder de negociação, dando ampla liberdade ao legislador para desenhar o modelo de negociação e de organização sindical.

E ainda elimina o conceito de categoria profissional e econômica, sem instituir ramo ou qualquer outro conceito, podendo a entidade sindical representar apenas e exclusivamente seus associados.

A MP mantém inalterado o texto sobre o direito de greve, com a possibilidade dos líderes sindicais responderem penal e civilmente por eventuais abusos no exercício do direito de greve. E reconhece o direito de negociação e de greve dos servidores públicos.

E deixa para a reforma do Judiciário a definição do papel da Justiça do Trabalho, inclusive a eliminação do chamado poder normativo.

De Brasília
Márcia Xavier
Com informações do Diap

Antidemocrático é o voto facultativo - Paulo Vinícius (esboço)

A defesa do voto facultativo como algo democrático é um embuste de direita tristemente esposado pela nossa classezinha mérdia tradicional. Primeiro que o voto já é facultativo (pois ninguém é obrigado a votar em quem quer que seja, pode anular). Segundo, porque a liberdade de, em cada dois anos, não se dirigir a uma escola próxima de sua casa é uma liberdadezinha muito fuleira para ser alvo de uma reivindicação verdadeiramente "democrática". Terceiro, porque o que na verdade se oculta, indesculpável, ainda que indisfarçável, é a certeza da classe mérdia de que é a ela e à elite, "cultas" e "informadas", leitoras da Veja até, que deveria estar restrita a decisão sobre os rumos do país.

Dói-lhes imensamente as suas empregadas domésticas tendo o mesmo poder decisório que eles, e muito mais o fato de não poderem, já há tempos, influenciar-lhes o voto. SE o voto fosse aberto, aprovariam, e até marcariam para assegurar a sua "consciência". Mas não é assim, aí vem com essa mixórdia pseudo-democrática, quando na verdade o que propõem é a perca de peso relativa do povo trabalhador nas decisões nacionais e a perda da centralidade do processo político-eleitoral na vida do país, só assegurada por essa "obrigatoriedade" que é quase ateniense de tão importante, a de votar e participar das decisões nacionais.

É greve. Bancários aprovam paralisação por tempo indeterminado a partir desta terça 27



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Seg, 26 de Setembro de 2011
26092011-Assemblia_Geral_Decreta_Greve_-FG_207

Greve por tempo indeterminado. Foi essa a decisão dos bancários que participaram de assembleia realizada agora há pouco na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul (SBS). A paralisação – que começa nesta terça-feira (27) – é uma resposta dos trabalhadores contra a intransigência da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que se negou a apresentar uma proposta decente à categoria.

Na sexta-feira (23), durante a quinta rodada de negociação, a Fenaban propôs 8% de reajuste sobre todas as verbas salariais, um aumento de apenas 0,2% em relação aos 7,8% oferecidos na terça-feira (20).

“Rejeitamos a proposta porque temos certeza de que os bancos têm condições de oferecer mais do que 0,62% de aumento real aos bancários. Com lucros acima de R$ 60 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, as instituições financeiras se negam a atender reivindicações importantes como valorização do piso, segurança bancária e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR)”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.

Para forçar os bancos – que fazem parte do setor mais rentável da economia brasileira – a atenderem às reivindicações da categoria, os bancários devem participar intensamente da greve. “Quanto mais bancários aderirem ao nosso movimento, maiores serão nossas chances de sairmos vitoriosos da greve”, avisa Britto.

Entre as principais reivindicações, os bancários querem reajuste de 12,8%, valorização do piso, PLR maior, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, regulamentação do sistema financeiro nacional, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização.

Na quinta-feira (22), os bancários de Brasília aprovaram, por unanimidade, indicativo de greve a partir desta terça-feira durante assembleia realizada no SBS. Os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada pelos banqueiros de 7,8% sobre todas as verbas.

Nova assembleia nesta terça 27
O Sindicato convoca nova assembleia da categoria nesta terça 27, às 17h, na Praça do Cebolão, no SBS (em frente ao edifício Sede I do Banco do Brasil), para avaliar os rumos do movimento.

“Não deixe de participar dos comitês de esclarecimentos. Com a sua presença, mostraremos aos banqueiros toda a nossa disposição de buscar, com garra e mobilização, as conquistas que merecemos”, reforça Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e diretor do Sindicato.

Veja as orientações para a greve

  • A Constituição e a Lei de Greve garantem o direito à greve.
  • A greve é de todos, mas é importante que cada bancário faça a sua parte para a categoria alcançar seus objetivos.
  • Denuncie ao Sindicato o assédio moral e a coação dos bancos para furar a greve ou trabalhar em outro site ou por acesso remoto.
  • Se você for convidado para trabalhar durante a paralisação, não aceite. É contra a lei de greve. Grave o registro da mensagem de celular, com hora e data e encaminhe ao Sindicato.
  • Trabalhar em casa durante a greve, além de desrespeitar e enfraquecer a luta dos seus colegas, pode trazer problemas jurídicos, uma vez que isso não está previsto no contrato de trabalho.
  • Os bancos vão tentar confundir a categoria. Acredite apenas nas informações divulgadas pelo Sindicato.
  • Caso a polícia ou oficial de Justiça apareça, permaneça na agência sem fazer o confronto. Exija a identificação do oficial de Justiça, leia o ofício na íntegra, anote dados e comunique o coordenador e o Sindicato imediatamente.
  • Convença os colegas bancários sobre a importância da greve e da unidade da categoria. Convença-os a participar das manifestações em agências de outros bancos.
  • Informe os clientes dos motivos da greve, da exploração e desrespeito dos bancos com clientes e população. Procure ajudar a clientela.
  • Permaneça no comitê de esclarecimento pelo menos até as 16 horas.
  • Vá às atividades, reuniões e assembleias convocadas pelo Sindicato. Elas são importantes para debater e fortalecer a estratégia de mobilização para pressionar os banqueiros.
  • Tenha sempre em mãos os telefones do Sindicato: 3262-9090 (geral) ou 3262-9004, 3262-9018, 3262-9030 e 3262-9008 (Secretaria-geral).

Rodrigo Couto
Do Seeb Brasília

Maravilhoso discurso de Fidel Castro.na Argentina sobre o imperialismo e o Che - extratos






FIDEL CASTRO - Discurso sobre la Desintegración de la Union Sovietica

Fidel em 1989 defende a vitória do povo cubano contra todas as intempéries que viriam com o fim da URSS

Che Guevara ONU 1964

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Banco do Brasil não apresenta proposta específica e afirma que segue Fenaban


negociacaobb

A negociação entre o Banco do Brasil e o Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB), terminou sem a apresentação de propostas para as reivindicações específicas debatidas e deliberadas pelos funcionários no 22º Congresso Nacional dos Funcionários do BB. O banco afirmou ainda que acompanhará os resultados da mesa principal de negociação com a Fenaban, que debate a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários.

Diante disso, o Comando Nacional orienta que os bancários do Banco do Brasil participem ativamente das assembleias da categoria que serão realizadas nesta quinta-feira, dia 22, em todo o país, e preparem uma forte greve nacional a partir do dia 27 caso o banco continue não apresentando propostas para as reivindicações do funcionalismo.

"Lamentamos que o Banco do Brasil não tenha apresentado as propostas específicas esperadas por seus funcionários", afirma Eduardo Araújo, coordenador da CEBB. "Esperamos que o banco marque uma nova negociação e traga respostas o mais rápido possível, assim como a Fenaban fez", sustenta.

O Comando Nacional iniciou o debate reafirmando a necessidade de o banco apresentar propostas que dialoguem com os eixos de reivindicações como, por exemplo, melhorias no PCR - Plano de Carreira e Remuneração, no PCC - Plano de Cargos Comissionados, nas questões de saúde, condições de trabalho, combate ao assédio moral e fim das terceirizações com a contratação de mais bancários.

Em relação à carreira dos bancários, é fundamental que o BB aumente o piso, melhore itens como interstício na carreira A, redução do tempo para adquirir os 1095 pontos das letras da carreira de mérito, bem como pontuar todos os funcionários incluindo os escriturários e caixas. É importante também que a pontuação no mérito respeite o histórico funcional. Os caixas devem ser efetivados após 90 dias na função e pertencer à dotação das agências.

Uma reivindicação muito forte é em relação à garantia de manutenção da função comissionada para bancários que se afastem por licenças saúde e acidente de trabalho. A proposta do Comando Nacional é a volta das substituições de funções, com os afastados retornando às suas funções após o tratamento.

No que diz respeito à jornada de trabalho os bancários cobraram que as funções comissionadas tenham jornada de 6 horas e a que os 15 minutos de pausa estejam incluídos na jornada, como já ocorre em outros grandes bancos como Santander e Caixa Econômica Federal.

Em relação à saúde e condições de trabalho, além de estender a Cassi e a Previ para todos, os bancários reivindicam melhorias no plano odontológico e extensão aos aposentados. "Também é fundamental atender às reivindicações dos bancários das Centrais de Atendimento (CABBs), locais onde a natureza do trabalho é bastante dura e há várias demandas acumuladas", afirma Eduardo.

Ainda sobre carreira, os trabalhadores reivindicaram do banco que o Plano de Cargos Comissionados tenha concursos internos e valorizam de comissões como dos fiscais e da gerencia média, além de melhorias contra o descomissionamento arbitrário. O banco apresentou dados comparando o número de comissionados e a proporção de perdas de função. Entre 2009 e o primeiro semestre de 2011, o coeficiente de descomissionamento reduziu-se de 0,57 para 0,27. "Houve uma redução nos descomissionamentos da ordem de 50%, o que evidencia a importância da regra da trava conquistada pelos bancários comissionados em 2010", afirma Eduardo.

O banco terminou a negociação dizendo que segue avaliando as propostas apresentadas pelos bancários e que consultará o Departamento de Controle das Estatais (Dest) sobre as possibilidades de fazer qualquer proposta específica.

"Os bancários não aceitarão qualquer retrocesso no processo negocial, com retirada de direitos ou cláusulas no aditivo ao acordado com a Fenaban. Estamos dispostos a defender essa posição de forma intransigente e esperamos que o banco não aposte em derrotar a mobilização dos trabalhadores", conclui Eduardo.

Vejam abaixo as principais questões debatidas nas negociações com o BB:

- Banco do Brasil atuando como banco público, com mais contratações.
- PCR para todos com aumento do piso, com aceleração da carreira (2 anos no primeiro nível), interstício de 6% na carreira A.
- 6 horas de trabalho para todos, com 15 minutos incluídos na.
- Prova de seleção interna para funções comissionadas e melhoria das comissões dos fiscais, assistentes das unidades táticas e demais funções abaixo do mercado bancário.
- Pagamento de substituições em todas as vacâncias.
- Alteração das regras de descomissionamentos, sem perda de função por conduta incompatível e por afastamentos por licenças médicas.
- Fim das travas para transferências e comissionamentos.
- Igualdade de direitos para egressos de bancos incorporados (abonos, ausências, PAS).
- Previ e Cassi para todos, com adesão da Cassi à NR 254 da ANS que incorpora tabelas novas de procedimentos médicos mínimos.
- Adesão a cláusula de assédio moral da Fenaban, com alteração da posição da Ouvidoria Interna e mudanças na composição e nas atribuições dos comitês de ética.
- VCP de 12 meses para restruturações e retorno de licença saúde.
- Treinamento para todos no horário de expediente e retorno da verba de aprimoramento.



- Criação do auxilio-educação e de verbas para CPA 10 e 20.

Fonte: Contraf e Sindicato dos Bancários de Brasília
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Bancários de Brasília aprovam indicativo de greve para a próxima terça 27

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Sem avanços nas negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os bancários de Brasília aprovaram, por unanimidade, indicativo de greve a partir da próxima terça-feira (27) durante assembleia realizada agora há pouco na Praça do Cebolão, no Setor Bancário Sul (SBS). Os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada pelos banqueiros: 7,8% sobre todas as verbas (piso, salários, vales refeição, alimentação, auxílio-creche e a parte fixa da PLR e do adicional).

Mesmo com lucros acima dos R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, os bancos apresentaram na terça-feira (20), durante a quarta rodada de negociação, proposta com reajuste de apenas 0,42% acima da inflação do período (INPC foi de 7,38%).

“Diante de todo o esforço para cumprir metas e aumentar os resultados das instituições financeiras mês a mês, os bancários merecem muito mais que 0,42% de aumento real. A presença em massa dos trabalhadores na assembleia desta quinta-feira mostra que a categoria está pronta e disposta a batalhar por aumento real e emprego decente”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.


O que os bancários querem

Os bancários querem reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%), PLR maior, piso do Dieese, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, regulamentação do sistema financeiro nacional, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização, dentre outras reivindicações.

O Comando Nacional dos Bancários, que representa os trabalhadores nas negociações, e a Fenaban voltam a se reunir nesta sexta-feira (23), às 14h, em São Paulo, a fim de continuarem as discussões sobre a pauta de reivindicações da categoria.

Nova assembleia segunda 26

E na próxima segunda-feira (26), nova assembleia na Praça do Cebolão, às 18h30, definirá os rumos do movimento. “Esperamos que os bancos apresentem uma proposta decente, com aumento real, valorização do emprego e contratação de mais bancários, entre outras reivindicações. Caso contrário, partiremos para a greve com toda a disposição dos 24 mil bancários de Brasília”, observa Rodrigo Britto.

Rodrigo Couto
Do Seeb Brasília

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

CTB vê avanço no aumento do aviso prévio para 90 dias

CTB vê avanço no aumento do aviso prévio para 90 dias





A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) o Projeto de Lei que aumenta para até 90 dias o aviso prévio. Com a mudança, o benefício passa a ser proporcional, considerando que, além dos 30 dias, a cada ano de serviço o período aumenta em três dias. Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, a decisão foi um avanço.

"Temos que lembrar esse projeto tramita em Brasília desde 1989. Nós defendíamos a proposta que ampliava em cinco dias o aviso prévio, a cada ano trabalhado. No entanto, essa medida já é um passo importante, especialmente para coibir a rotatividade”, afirmou o dirigente.


Segundo dados do Ministério do trabalho, apenas nos cinco primeiros meses desse ano, 8,1 milhões de trabalhadores foram demitidos no país. Com a aprovação na Câmara dos Deputados, por unanimidade, o projeto vai agora para sanção presidencial.

O presidente da CTB também destaca que será possível aos trabalhadores demitidos nos últimos dois anos entrarem na Justiça, assim que o Projeto for sancionado pela presidenta Dilma Rousseff. “É preciso fazer valer o retroativo, pois o trabalhador demitido tem direito a fazer reclamações trabalhistas nos dois anos seguintes à sua demissão”, lembrou Wagner Gomes.

Apoio do empresariado

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), afirmou que a aprovação do projeto de regulamentação do prazo de concessão do aviso prévio também teve a concordância de representantes do empresariado. “Todos com quem conversamos concordaram que já era tempo demais para fazer a regulamentação do aviso prévio", disse.

O deputado considera que a maioria se adaptará rapidamente aos novos prazos, incluindo as regras no planejamento da empresa, e tratará a questão "com normalidade". Maia reafirmou seu entendimento de que a proposta não pode ser aplicada retroativamente para os que foram demitidos no passado. A nova regra atingirá os que estão empregados atualmente.

Portal CTB, com agências

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CTB participa da 2ª Conferência Municipal da Juventude em São Paulo

CTB participa da 2ª Conferência Municipal da Juventude em São Paulo
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conf_munA 2ª Conferência Municipal de Juventude realizada neste sábado, 18/09, na Universidade São Judas Tadeu com a participação de muitas entidades de juventude da cidade de São Paulo. No encontro mais de mil jovens estiveram presentes com novas perspectivas de políticas públicas para a juventude, sintonizando o projeto nacional com o projeto municipal, exigindo mais direitos e participação.

Promovida pela Secretaria de Participação e Parceria (SMPP), com entidades da sociedade civil organizada, tem por objetivo colocar o projeto de juventude do município em sintonia com o projeto nacional, que vem sendo construído na defesa do aprofundamento das mudanças do Brasil.

Segundo Alexandre “Cherno” Silva, presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), a juventude paulistana que é contemplada com o Programa Universidade para Todos (ProUni), mesmo com a gratuidade do ensino superior, assegurado pelo governo federal, muitas vezes interrompem seus cursos por não conseguirem arcar com os custos da passagem mais cara do país, além de moradia, alimentação e desenvolvimento intelectual.

“Lutamos para que todos os estudantes prounistas da cidade de São Paulo tenham isenção no transporte público mais caro do Brasil. Debater o Passe Livre é garantir o direito à educação, por isso levantamos essa bandeira”, disse.

Para o presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), Tarcísio Boaventura, é muito importante que os jovens se organizem e conquistem espaços para debater as suas necessidades e debater a realidade da nossa sociedade. “A juventude que é marginalizada e que participa de diversas entidades do segmento de juventude tem muito a contribuir. Não queremos que as políticas públicas sejam apenas construídas para os jovens, queremos que as políticas públicas sejam construídas por jovens”, destacou.

A 2º Conferência ocorreu em meio a Virada Esportiva, e no fim do encontro foi eleito o novo conselho. A CTB participou das indicações e elegeu seis delegados em total de 30 vagas.

Secretaria da Juventude Trabalhadora da CTB

Conferências municipais e estaduais antecedem a 2ª Conferência Nacional de Juventude

Conferências municipais e estaduais antecedem a 2ª Conferência Nacional de Juventude

2_conf_juvA juventude brasileira vivenciou, nos últimos anos, uma série de conquistas, incluindo a criação da Secretaria Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude e a execução de programas como o Projovem e ProUni, e de políticas universais nas mais diversas áreas.

O tema avançou de maneira significativa com a criação dos conselhos e órgãos específicos de juventude nos municípios e estados brasileiros e com a aprovação da Emenda Constitucional 65, que inseriu o termo “jovem” no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal.

Um marco importante desse processo foi a realização da 1ª Conferência Nacional de Juventude, em 2008, com o lema: Levante Sua Bandeira, que mobilizou mais de 400 mil pessoas em todo o país e aprovou um conjunto de 70 resoluções e 22 prioridades que devem nortear as ações para a juventude em nível federal, estadual e municipal. A Conferência estimulou a discussão da temática juvenil por parlamentares, prefeitos, secretários e governadores, entre outros agentes públicos.

Agora, a juventude precisa afirmar ainda mais o seu direito de participar como sujeito estratégico do projeto de desenvolvimento nacional, deliberando, entre outras prioridades, a necessidade de avanços no Marco Legal da Juventude, com a aprovação do Plano Nacional e do Estatuto da Juventude, em tramitação no Congresso Nacional. É fundamental que uma nova conferência defina quais são os direitos da juventude, as políticas e programas prioritários para garanti-los, além de apontar mecanismos de participação, assegurando o envolvimento do maior número possível de jovens brasileiros, respeitando sua pluralidade e incluindo as comunidades tradicionais.

Em visita a sede nacional da CTB, Ângela Guimarães, Secretária Adjunta da Secretaria Nacional de Juventude e coordenadora da 2ª Conferência Nacional da Juventude, declarou que espera que todas as centrais estaduais da CTB, estejam envolvidas na elaboração dos calendários municipais e estaduais dos encontros e conferências da juventude.

Ângela ainda completou: “Estamos nos preparando para a 2ª Conferência Nacional de Juventude, que acontece entre os dias 9 e 12 de dezembro de 2011, em um cenário repleto de novos desafios”.

A próxima Conferência será norteada por três temas principais: Juventude - Democracia, Participação e Desenvolvimento Nacional; Plano Nacional de Juventude: prioridades 2011-2015; e Articulação e Integração das Políticas Públicas de Juventude.

Secretaria da Juventude Trabalhadora da CTB

Trabalhadores dos Correios e CTB-DF prestam solidariedade ao povo grego



Nota de solidariedade sugerida pela CTB-DF e aprovada por unanimidade pela assembleia dos trabalhadores dos correios realizada na Esplanada dos Ministérios em Brasília.


Nesse dia 22 de setembro, os trabalhadores brasileiros nos unimos às manifestações do movimento sindical em todo mundo em solidariedade ao povo grego que, com a participação destacada de seus trabalhadores e sindicalistas, liderados pelo PAME e pela Federação Sindical Mundial, tem tomado as ruas de todo o país, resistindo heroicamente contra a ganância dos banqueiros, da União Europeia e do FMI, que impõem, com a conivência de seu governo entreguista, uma agenda de ataque aos direitos dos trabalhadores e do povo, de absurdo ajuste fiscal, para alimentar a ganância do sistema financeiro.

De Brasília, em plena greve dos trabalhadores dos Correios, enviamos o nosso abraço e a solidariedade ao povo grego, repudiamos as medidas anti-povo que seu governo adota e que destroem o país, e reafirmamos o nosso compromisso de luta em todo o mundo para que os trabalhadores e o povo não paguem pela crise capitalista!

Viva a solidariedade internacional. Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!
Viva a luta do povo grego por sua soberania e direitos!

Brasília, Esplanada dos Ministérios, 22 de setembro de 2011

Assembleia dos Trabalhadores dos Correios do Distrito Federal    
CTB-Distrito Federal


Samba da UJS: Parabéns pelos 27 anos de lutas da União da Juventude Socialista - UJS



Letra do Hino da UJS:

Refrão
Eu sou artista e operário
Sou estudante e esportista
Eu sou de luta, sou Brasil
Sou União da Juventude Socialista (2x)

Nos quatro cantos do Brasil
Em todas as lutas dessa gente
A juventude do Araguaia
Sempre estará presente

Surgi da Viração
Derrotei os generais
Toda noite tem auroras
Eu luto por meus ideais

No Brasil inteiro
Um grito forte ecoou
O presidente collorido
Cara-pintada derrubou (2x)

Sou o jovem Curupira
Que pediu Diretas Já!
Brasil mostra a tua cara
Que sem emprego não dá

A história não acabará
O tempo não para
No socialismo eu acredito, sim
Ele vai ter a nossa cara

Uma luta inesquecível eu ganhei
Pra juventude poder votar aos 16
E hoje quem diria?
Até ministro eu virei

Refrão
Eu sou artista e operário
Sou estudante e esportista
Eu sou de luta, sou Brasil
Sou União da Juventude Socialista (2x)

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