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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Sérgio Rubens, obrigado, camarada! #luto

 

#luto - PCdoB e o Brasil perdem Sérgio Rubens, Vice-Presidente Nacional do PCdoB


É com o coração atravessado de dor e tristeza que comunicamos o falecimento de Sérgio Rubens de Araújo Torres, vice-presidente e membro do núcleo dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ocorrido na noite deste domingo (5). Perdemos um grande brasileiro e um revolucionário de estatura elevada.

Sérgio Rubens tem uma trajetória de décadas de militância e liderança, que vem do lendário Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8) e de seu sucedâneo, o Partido Pátria Livre (PPL), até chegar, com muita honra, ao PCdoB, em 2019.

Diante das graves ameaças advindas da vitória da extrema-direita em 2018, Sérgio Rubens tomou uma decisão histórica ao promover a união de forças entre o PPL e o PCdoB. Decisão que foi construída harmonicamente entre as direções das duas legendas.

Foi expoente e liderança de primeira grandeza de uma corrente política patriótica, revolucionária e marxista. Sua atuação como dirigente do PCdoB enriqueceu nossa legenda em sagacidade tática, visão estratégica, cultura patriótica e formação teórica marxista.

Seu exemplo de compromisso e dedicação sem limite ao Partido, ao Brasil, ao povo ficará para sempre em nosso coletivo militante. Foi de uma lealdade irretocável, e de uma generosidade que nos alimentava de valores revolucionários elevados.

Homem de cultura densa, amante do cinema, entremeio às suas tarefas gerais complexas, trabalhava com afinco para que os bons filmes pudessem ser assistidos pelo povo. Tinha convicção de que o cinema tem o grande papel de descortinar horizontes de liberdade e de impulsionar projetos políticos de transformação.

São apenas breves referências, sob o impacto da grande dor que sentimos pela morte de Sérgio Rubens. Sua biografia é longa, densa, rica, de amor ao Brasil e ao povo.

A bandeira vermelha de nosso Partido, entrelaçada à bandeira verde amarela de nossa pátria, se curva em honra à memória e ao legado de Sérgio Rubens. Nossos sentimentos afetuosos aos familiares, aos camaradas que com ele lutaram por décadas, ao conjunto de nossa militância e dirigentes que sabem da grande perda que o Brasil e o nosso Partido acabam de sofrer.

Camarada Sérgio Rubens, saberemos honrar seu exemplo de grande revolucionário, saberemos honrar teu rico legado!

Recife, 5 de dezembro de 2021

Luciana Santos

Presidenta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

sábado, 4 de dezembro de 2021

DANDO UMA PERDIDA NA NIGHT - Bemvindo e Dimitri entrevistam mãe Yá Darabi - 4 de dezembro, dia de Iansã

 DANDO UMA PERDIDA NA NIGHT - lindo demais, Bemvindo e Dimitri entrevistam mãe Yá Darabi - Hoje, 4 de dezembro, dia de Santa Bárbara sincretizada com Iansã. O papo nos remete á cultura afro brasileira, ao racismo, à questão racial, ao momento brasileiro. https://www.youtube.com/watch?v=CezTYRmUTPw 

Assembleia da CTB Bancários DF debate Saúde, volta ao trabalho e o Sindicato, 2a., 19h00, 06/12, participe!

 





Frente Ampla e Unidade Popular? Paulo Vinícius da Silva


Si vis pacem, para bellum. 

Se quer paz, prepare-se para a guerra. 

Provérbio latino.








O povo nos mostra o caminho, e devemos valorizar sua unidade face às eleições de 2022, quando sinaliza claramente pela Unidade Popular e pela Frente Ampla, ainda em 2021.  Sinaliza também quando Bolsonaro, finalmente, cai abaixo dos 20% de intenção de voto. Contudo, muitas vezes não fazemos a leitura correta dos sinais do povo, que tanto tem sofrido, e é generoso com nossos erros recentes. 


Não está decidido ainda o papel que a História reserva a Lula e nem ao Brasil, mas  teremos a chance de o ver e viver. As personalidades são fundamentais para a História, mas há que reconhecer os percalços do incorreto balanceamento da relação líder/massas, que testemunhamos especialmente os(as) comunistas no século XX.  O PCdoB entende disso por força da História centenária que possui. Erramos e acertamos nessa seara, mas tivemos a sorte imensa de ter um líder como João Amazonas, baixinho, cara de povo, paraense, sétimo filho de uma família pobre, pai padeiro, mãe, dona de casa. Quem diria… Essa é a força do povo, e foi isso que ele viu no Lula, e isso mudou tudo. Sua fé no coletivo era muito maior que em si mesmo. Só isso explica como - apesar dos vaticínios do nosso fim à esquerda e à direita - o PCdoB tenha sobrevivido ao longo de tantas provas, mártires, sofrimentos.


 


Os erros não foram postos sob o tapete, nunca, porque a autocrítica é um tesouro, e não um problema, pois permite corrigir-nos. Registre-se, medo de dificuldades e de inimigo grande, nunca fomos disso. O mesmo Amazonas que liderou rupturas foi o propositor genial da unidade popular, quando era improvável. Perdemo-lo às vésperas da vitória de Lula, mas jamais esquecemos suas lições, seu legado. 


Sem o PCdoB, com certeza, muito da unidade do povo desde a redemocratização não teria havido. Copa, Pan, Olimpíadas, Pré-Sal, Praças Esportivas, Cotas, PROUNI, REUNI, Pontos de Cultura, sobrevivência no Congresso, também não. Nós não fomos coadjuvantes nas mudanças do Brasil, sempre miramos longe, e damos nossa vida nas batalhas. 


Registro o valor de três categorias que Amazonas trabalhou, já idoso, em meio às dificuldades excruciantes do final do século XX: transição, encruzilhada histórica, unidade, bandeira da esperança, pois essenciais para sobrevivermos ao próximo período. Qual a transição em curso? Qual a encruzilhada histórica e o momento decisivo, que não admite erro?  Como unir o povo para salvar a Nação? 


O líder e as massas se fundem e enfrentam as encruzilhadas históricas, se há verdadeira vanguarda, capaz de unir e mobilizar milhões, dar a liga que una o nacional, o democrático e o popular, se há sagacidade, sorte, correlação de forças interna e mundial. 


Ou seja, é preciso muita sinergia, ação, força de vontade e consciência para que nossos desejos de democracia, soberania e desenvolvimento sustentável com valorização do trabalho se tornem realidade. A derrota em 2016 nos trouxe aqui. Aonde uma segunda derrota poderá nos levar? De que nos serve o otimismo que desarma e traz soberba? De que nos servem as ilusões com a fidelidade das classes dominantes à democracia, por exemplo?


O líder cumpre papel superior, histórico, quando entende ser ele mesmo mescla de potência e fragilidade. Só assim, um se torna multidão e muda a história, legando à posteridade os frutos desse encontro decisivo. No nosso caso, afirmar a Nação Brasileira como caminho para o Socialismo.


Um paralelo pode ser feito entre a Era Vargas e os governos Lula/Dilma. O que ficou dos 13 anos que governamos o Brasil? Como chegamos até a situação desesperadora que o Brasil vive? Quem disse que não passará nova derrota ou uma vitória imune à guerra híbrida em curso, das imensas forças inimigas da Nação, da Democracia e do Povo? Pelo que me consta, não vencemos o jogo ainda, suas regras, não as definimos. Levamos vários 7x1 seguidos, não haveria Golpe, e houve. Rasgou-se a CLT, morreram centenas de milhares de pessoas. 


Costumo dizer, em 2022, até o voto pode valer. Mas, certamente valerão as milícias, grande parte das FFAA, o pentecostalismo de negócios e o fundamentalismo, a ingerência do mercado do financeiro, o big data, o poder econômico e a influência dos EUA e seu imperialismo genocida. Alerta-nos o site Poder 360: "Em 2020, novos registros de armas junto à Polícia Federal bateram o recorde da série histórica, que começou em 2009. Os dados de janeiro a novembro deste ano  (168.019) já superaram os de todo 2019 (94.064)".*


E, a despeito de tanta nuvem no horizonte, observamos um ufanismo injustificável, fruto de pesquisas eleitorais que apontam para as possibilidades de Lula em 2022. Ter "furado a bolha" com a participação de Lula num podcast assistido por 295 mil pessoas ao vivo, levou a uma declaração infeliz, às vésperas das definições acerca das federações partidárias: "o PT é o único partido do Brasil". Poucas coisas podem ser mais estranhas que um partido social democrata tardio e brasileiro, expressar essa ânsia de ser partido único… Sem qualquer propósito, feriu-se gratuitamente quem se deveria atrair. Pior, a federação que se busca construir passa a ser interpretada como adesão, e não como Unidade Popular, que é exatamente o nó górdio para assegurar à Frente Ampla o seu caráter progressista, capaz de abrir amplas avenidas para o poder e à reconstrução nacional. O cheiro acre do hegemonismo foi longe, as ilusões com a democracia burguesa mais uma vez se expressam num grau de ingenuidade impressionante para quem estava "eleito" em 2018, e acabou passando 580 dias na prisão. Quem avisa, amigo é, e nunca faltou a solidariedade do PCdoB, nem ao Lula, nem ao PT, desde janeiro de 1989, quando a Classe Operária propôs a Frente Brasil Popular. 



Parece que não enterramos mais de 600 mil compatriotas, e que isso não é um fato político, derivado de nossa derrota, em 2016, pacífica e republicana, pois não ia "haver golpe".  Parece que não sofremos o Golpe de 1964, mesmo com a frase atribuída a Prestes: "Estamos no governo, nos falta o poder".  Parece que no Brasil, a democracia é tão forte que o voto é o senhor, e não os diversos fatores que os inimigos têm em suas mãos. Parece que o Fora Bolsonaro deu certo, que vencemos a Deforma Trabalhista e que o movimento sindical está bombando, "tá tudo dominado". A democracia burguesa no país da escravidão é assim: uma ilha cercada de vetos classistas e imperialistas por todos os lados. Salto alto não constrói unidade, não impede golpe, não protege candidato, nem ganha eleição. E, se ganhar, tem que governar depois da hecatombe que ameaça a continuidade da Nação Brasileira.


Tudo certo, mas nada resolvido. Federação não será jamais adesão, mas pode ser algo mais profundo e duradouro, como Chávez, Mandela, e Arismendy ensinaram, na Venezuela, África do Sul e no Uruguai, com o Polo Patriótico, o Congresso Nacional Africano e a Frente Ampla. Precisamos de mais que um líder, mais que um partido, precisamos de algo ainda muito distante: Frente Ampla e Unidade Popular. Precisamos de uma nova fase, que integre partidos, movimentos sociais, o povo tão sofrido, mas tão potente, criando assim uma solidariedade muito maior que a existente entre nós da esquerda. 


Em parte, essa falta de empatia decorre do papel necessário, mas não cumprido, dos partidos que deveriam ter estado à altura do enfrentamento dos Golpes, em 1964 e em 2016. A não resistência efetiva de quem devia ter liderado é a mãe do desencanto, do desamparo e do nosso legado de divisão. Assim, teremos que decidir se a oportunidade das federações, da Lei Haroldo Lima, servirá ao propósito extremamente nobre de unir patriotas, democratas e a esquerda para salvar o Brasil. Se servir apenas aos interesses de um partido, a derrota nos assombrará como uma maldição que não podemos mais tolerar.


Encruzilhada história e transição diante de nós. Uma quadra ainda mais conturbada, e levando em conta que as pessoas não são eternas. O que deixará, coletivamente, nossa passagem por esta Terra? Cabe pro Lula, cabe para cada um de nós.


Mais que uma federação eleitoral ou resolver nossos deputados(as), precisaremos resgatar o sentido da Frente Brasil Popular em 1989, lançada pelo Partido Comunista; o aprendizado da frustração da Frente Ampla de Goulart/JK/Prestes e Lacerda que, ao final, enterrou a Ditadura, com Tancredo/Sarney. Foi um difícil caminho, que teve de ser palmilhado das diretas até 1988 e que nos legou a Constituição Cidadã, com uma unidade básica que reuniu, à época,  PCB-PCdoB-MR8, a despeito de nossas muitas diferenças, e que soubemos entender e superar. Essa base permitiu os governos Lula e Dilma, mas isso é passado, e o futuro é incerto. Será um acaso estarmos aqui, filhos de Prestes, Amazonas, Arraes, Cláudio Campos, e Lula ter uma nova chance? O que faremos com essa chance e com esses perigos?


Não desaprendamos as lições da história. Amplitude e unidade do povo, nas ruas e nas redes, serão mais que garantia de vitória, serão a nossa única possibilidade de vencer o imperialismo, unindo o país, retomando a economia e as perspectivas do Brasil em perigo. 


Frente Ampla e Unidade Popular, para reverter a destruição de nossa democracia e de nosso país, para retomarmos a vida e o futuro, desviando-nos dos graves perigos e mirando as possibilidades imensas do nosso amado Brasil, esteio para a unidade latino-americana contra o inimigo central, o imperialismo. E, ensinou-nos o Che o cuidado devido, que afasta as ilusões. A luta pela pátria livre é de vida e morte, e ao imperialismo não devemos conceder nem um tantinho assim, nada!





* Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/brasil/novos-registros-de-armas-triplicam-de-2018-a-2020/)

O PAI do Pinochetista José Antonio Kast, candidato da ultra-direita à presidência do Chile, pertencia al Partido Nazista de Hitler - Deutsche Welle em Espanhol no Twitter

 


quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Lula é recebido no Palácio do Eliseu pelo Presidente Francês Emmanuel Macron

 Bandeira da FrançaBandeira do Brasil O ex-presidente Lula foi recebido, na manhã de hoje, no Palácio do Eliseu, residência oficial do presidente da França.

O próprio presidente francês, Emmanuel Macron, foi quem fez a recepção do ex-chefe de Estado brasileiro.

Lula no Sciences Po em Paris: Qual o lugar do Brasil no mundo de amanhã? Discurso completo

Dix ans après la remise de son titre de Docteur Honoris Causa de Sciences Po, Luiz Inácio Lula da Silva, ancien président de la République fédérative du Brésil, revient pour une conférence exceptionnelle. Il s’exprimera sur le thème « Quelle place pour le Brésil dans le monde de demain ? 

Dez anos após ter recebido seu título de Doutor Honoris Causa da Sciences Po, Luiz Inácio Lula da Silva, ex-Presidente da República Federativa do Brasil, regressa para uma conferência excepcional. Ele falará sobre o tema: Qual o lugar do Brasil no mundo de amanhã?

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Especial sobre o 15° Congresso do PCdoB produzido pela parceria Portal Vermelho e Portal PCdoB


Sexta-feira (15.10)


PCdoB inicia a plenária final do 15º Congresso nesta sexta-feira(15)

https://vermelho.org.br/2021/10/15/pcdob-inicia-a-plenaria-final-do-15o-congresso-nesta-sexta-feira15/


Rumo aos 100 anos, PCdoB inicia plenária final do 15º Congresso

https://pcdob.org.br/noticias/rumo-aos-100-anos-pcdob-inicia-plenaria-final-do-15o-congresso/


PCdoB quer reforçar ligação com as lutas populares

https://vermelho.org.br/2021/10/15/pcdob-quer-reforcar-ligacao-com-as-lutas-populares/



Sábado (16.10)


Renato Rabelo: Luta ideológica numa nova ordem mundial de transição

https://pcdob.org.br/noticias/renato-rabelo-luta-ideologica-numa-nova-ordem-mundial-de-t…

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Começam em Brasília os Jogos Universitários Brasileiros, os JUBS #ForaBolsonaro

Começam em Brasília os Jogos Universitários Brasileiros, os JUBS. Vejam só a energia da estudantado, que ajudará nosso povo a salvar o Brasil:



 

domingo, 3 de outubro de 2021

João Amazonas no Roda Viva -1989 - TV Cultura - TV Grabois

 João Amazonas no Roda Viva - muito bom!

1a. parte


2a. Parte




3a. Parte

Maior protesto #ForaBolsonaro na Esplanada em Brasília mostra acerto da #FrenteAmpla #ImpeachmentJA

Queridos e queridas, temos motivos para um ânimo elevado e podemos curtir o domingo já sonhando com os próximos passos da luta, que - à medida que avança, dá-nos um outro ânimo, de retomada da vida, da luta, de ousar lutar e ousar vencer.













Muito do nosso trabalho fica encoberto, não temos uma visão de conjunto do tanto que tamos lutando. Tamos lutando muito e é inúmeros/as camaradas dedicando-se diuturnamente para tornar a nossa linha política realidade. #FrenteAmpla #ForaBolsonaro. É assim armados/as, que seguimos interpretando qual nosso papel na luta em cada batalha cotidiana, e à medida que vamos vendo a justeza da linha política, seus resultados, quem nos combate, o que estamos fazendo vai se tornando mais nítido e vamos, enfim, tendo vitórias. A comemoração é o ápice, mas não resume o imenso trabalho de viver, formular e que vai se desenrolar numa extensa rede de trabalho e luta que faz esses momentos lindos como 2 de outubro de 2021.

Dou-lhes outro exemplo: a vitória das federações. O resultado é a criação de condições político-eleitorais para a saída pela pacificação, com a aceitação de regras comuns no sistema político, favorecendo a diminuição de legendas, a pacificação nacional e inclusive a conformação de uma verdadeira Frente do povo, na qual seremos voz destacada em qualquer cenário. Quantos cafés e águas foram servidos para azeitar a prosa de toda a articulação, o lugar limpo, com carinho, quantos e-mails escritos, e mensagens e telefonemas e visitas a partir da liderança, dos gabinetes, da direção e de seus funcionários incansáveis que trabalham de domingo a domingo. Pode botar aí barato uma centena de gente que tá nessa mesma batalha e que vemos nas leis, projetos, votações, etc

Ao mesmo tempo demos uma verdadeira rabissaca e um freio de arrumação pra ampliar a Frente Fora Bolsonaro, e em grande medida, ampliou

E tem toda a construção do ato, o caixão de papelão feito até tarde, a programação, a panfletagem no CONIC, o trio espetacular, a maneira como as entidades e organizações se irmanaram sob nossa consigna da Frente Ampla e do Fora Bolsonaro. Vamos envolvendo mais pessoas em tarefas concretas, e assim precisamos crescentemente fazer. A tenda, o carro, a agua, o advogado/a, a distância, as máscaras, a música, a arte, as falas, a condução, tudo precisa ser feito por nós, o movimento cresce, amplia, ganha materialidade nas ruas e mostra a força necessária à vitória.

O dia 02 de outubro em Brasília mostrou como a Frente Ampla pode assegurar o Impeachment de Bolsonaro e como construir a maioria para seu julgamento pela incontável fieira de crimes contra o povo brasileiro e a Nação. Dia 15 de novembro tem de ser muito maior e mais amplo pelo Impeachment Já de Bolsonaro! Até lá, haverá muita conversa, trabalho de bastidores, ações comuns no sentido do Fora Bolsonaro, fazendo que o dia 15 seja ainda maior MESMO

Tivemos essas coisas lindas que vimos ontem, desde a presença famílias e crianças, à força destacada das mulheres e da arte, de trabalhadores e estudantes da luta diversa e suprapartidária que ontem construímos.Tivemos João Vicente Goulart e Aldo Arantes no nosso Trio, foi super suave a condução, e construímos muita confiança nas organizações do campo democrático da Frente Ampla Fora Bolsonaro. É hora de união. Temos de ignorar quem defende brigar, vamos atrás de todo mundo.

Vamos arrochando o nó a partir da adesão livre e consciente à justa política de #frenteAmpla e #ForaBolsonaro, acumulando forças, com protagonismo e com o envolvimento de muitos quadros e com grande destaque e brio de nossa liderança, notadamente um conjunto de mulheres líderes acima da média

Muita gente envolvida e ampliando, vamos envolver mais e ampliar mais pra ser possível o impeachment e outras saídas legais. #FrenteAmpla #ForaBolsonaro

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

#Frente Ampla - #Fora Bolsonaro - Calendário sexta e sábado, 02/10 em Brasília


EM BRASÍLIA:
PANFLETAGEM DIA 01/10 -SEXTA-FEIRA

- Cortejo saindo da Praça Zumbi dos Palmares para a rodoviária do plano- 14h30 
- Ensaio da bateria (Heredia)
- Apresentações culturais (Juliana) 
Agitação nas escolas e universidades (UJS)



LIVE DOS PARTIDOS DO DF PELO #FORABOLSONARO




 

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Conheça a nova Direção Unificada da CTB - DF e Entorno e CGTB, com Flauzino Antunes Presidente

 Congresso da CTB-DF aprova avançar na luta por mais direitos e vida digna

O 5º Congresso da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Distrito Federal (CTB-DF) aprovou a unificação com a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), tambpém do DF e seguir firme na resitência ao desgoverno de Jair Bolsonaro.

Realizado de forma virtual, no sábado (26/06), o Congresso teve ampla participação de sindicalistas, lideranças políticas locais e nacionais, ativistas, militantes de movimentos sociais, estudantes e todas as pessoas interessadas em reconquistar os direitos trabalhistas e o país.

O Congresso

Após a execução do Hino Nacional, o evento apresentou imagens das recentes mobilizações em defesa da Eletrobras Pública, patrimônio do pçovo brasileiro, que o desgoverno quer entregar para a iniciativa privada. 

Após a apresentação dos músicos Jairo Mendonça e Álvaro Henrique, teve início o ato político com a saudação do presidente da CGTB nacional, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira. Em seguida Wagner Gomes, secretário-geral da CTB nacional, fez a sua saudação.

Também falaram a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), Augusto Madeira, presidente do PCdoB-DF, João Vicente Goulart, Vicente Selistre (vice-presidente da CTB-SSB), Sônia Maria Zerino, dirigente da Nova Central Sindical (NCST) e presidenta do SINDSEP, Oton Pereira Neves, da CUT, Laura Padilha, da União Brasileira de Mulheres e Santa Alves, da União de Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO), dentre outros.

Após o ato político, iniciou a apresentação dos informes das Plenárias de Ramo que impulsionaram o Congresso: Educação, Estatais, Serviço Público, Teto, Terra e Trabalho, Mulheres, LGBTQIA+, Luta Antirracista, Cultura e Trabalho. 

O secretário do Trabalho da CTB, Paulo Vinícius da Silva, apresentou a versão local dos debates do Congresso, com diversas falas da plenária, voltada à retomada das ruas na luta pela Frente Ampla e pelo Fora Bolsonaro, na União CTB-CGTB e na estruturação e organização classista no DF e Entorno, seguindo-se o debate da assembleia.

O diretor da CTB, o urbanitário Victor Frota fez a apresentação da chapa, amplamente discutida. Na hora de apresentar a proposta do presidente, o Agente Comunitário de Saúde, Aldemir Domício apresentou a proposta de que a CTB-DF e Entorno seja presidida pelo atual presidente da CGTB-DF, o economista Flauzino Antunes. 

Ao final, o 5º Congresso foi coroado por três votações unânimes: 1) Pela União da CTB-DF e Entorno e da CGTB-DF; 2) Aprovação da Tese; 3) Aprovação da Chapa.

Nova diretoria

Para presidir a entidade, foi eleito unanimemente Flauzino Antunes, presidente do Sindicato dos Economistas do DF. Como vices-presidentes, Alberto (SINPRO-DF), Rosalvo (UnB) e Rita de Cássia, a Binha da agricultura familiar.

Flauzino avalia que a construção do Congresso foi exitosa, cheia de energia e trazendo um novo paradigma de unidade da classe trabalhadora. Ele espera que neste mandato a CTB-DF possa atingir seus objetivos de ampliar as bases, estar mais perto dos trabalhadores e trabalhadoras, aumentar o número de sindicatos filiados, politicamente fortalecer a Frente Ampla contra o fascismo que ronda o DF e o Brasil.

Veja a composição completa da nova direção da CTB-DF

Nova diretoria eleita da CTB-DF 2021-2025Categoria
1. Presidente – Flauzino AntunesServidor(a) Federal
2. Vice-Presidente – Alberto RibeiroProfessor(a) GDF
3. Vice-Presidente – Rosalvo BezerraServidor(a) UnB aposentado(a)
4. Vice – Presidente – Rita de CássiaTrabalhador(a) autônoma
5. Secretário Geral – Paulo Vinícius da SilvaBancário (a)
6. Secretário Geral Adjunto – Márcio GimeneServidor(a) Federal
7. Secretaria de Finanças – Trajano JardimProfessor(a) de Educação Privada
8. Sec. de Financas Adjunta – Aldemir DomícioAgente Comunitário de Saúde
9. Secretaria de Imprensa e Comunicação – Victor FrotaUrbanitário(a)
10. Secretaria de Imprensa e Comunicação Adjunta – Rafael GuimarãesBancário(a)
11. Secretaria de Formação – Raul Loureiro Lopes NetoServidor(a) Federal
12. Secretaria de Mulheres – Etel MonteiroProfessor(a) GDF
13. Secretaria de Mulheres Adjunta – Juliana BottechiaProfessor(a) GDF
14. Secretaria de Igualdade Racial – Maria de JesusProfissional Educação Privada
15. Secretaria de Movimentos Sociais – Rosângela RosaUrbanitário(a)
16. Secretaria de Políticas Sociais – Karina BarbosaProfessor(a) Educação Privada
17. Secretaria de Esporte e Lazer – Alvaro HenriqueProfessor(a) GDF
18. Secretaria de Cultura – Jairo MendonçaProfessor(a) GDF
19. Secretaria de Política Rural – Varlen – Trabalhadores Agricultura FamiliarAgricultor(a)
20. Secretaria de Políticas Segurança – Roseli FariaProfessor(a) GDF
21. Secretaria de Saúde do Trabalhador – Elbia PiresProfessor(a) GDF
22. Secretaria de Relações Institucionais e Parlamentar – Fernando MousinhoServidor(a) Federal
23. Secretaria de Educação – Robson CâmaraProfessor(a) GDF
24. Secretaria de Juventude – Silvia PortelaUrbanitário(a)
25. Secretaria de Meio Ambiente – Maria Aparecida LopesRepresentante Comercial
26. Secretaria dos Aposentados – Geralda ResendeProfessor(a) GDF
27. Secretaria de Assuntos Jurídicos – Eduardo PitomboServidor(a) Assistência Social do GDF
28. Secretaria de Serviços Públicos – João Paulo RibeiroServidor(a) Federal
29. Secretário de Habitação e Cooperativas – Waldir FerreiraTrabalhador(a) Cooperativa
30. 1° suplente – Remi CastioniProfessor(a) UnB
31. 2° suplente – WilsonUrbanitário(a)
32. 3° suplente – Sirley Rodrigues de Sousa AtaidesProfessor(a) Educação Privada
33. 4º suplente – Valesca LeãoProfessor(a) GDF
34. 5° suplente – Jefferson MotaUrbanitário(a)
35. 6° suplente – Glauco LoboProfessor(a) GDF
36. 7° suplente – Eduardo RodriguesProfessor(a) Educação Privada
37. 8° suplente – Mariana PrezzotoServidor(a) Federal
38. 9° suplente – Cláudio NascimentoProfessor(a) GDF
39. 10 ° Suplente – Adriano SandriTrabalhador(a) Autônomo(a)
40. 11º Suplente – Roberto dos SantosProfessor(a) IFB
41. 12º Suplente – Marcos AndréEnfermeiro(a)
42. 13º Suplente – IdelsonCorreios
43. Conselheiro Fiscal – Berenice D’arcServidor(a) Públicos
44. Conselheiro Fiscal – Efraim RodriguesTecnólogo(a)
45. Conselheiro Fiscal – Manoel EvertonProfessor(a) GDF
46. Conselheiro Fiscal – 1º Rita de Cássia (Gama)Professor(a) GDF
47. Conselheiro Fiscal, 2º Suplente – Rodrigo AntunesRepresentante Comercial
48. Conselheiro Fiscal, 3º Suplente – João LisboaRepresentante Comercial

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