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domingo, 25 de janeiro de 2015

LEVY CONTESTA FT E FIM DE PROGRAMAS SOCIAIS - Brasil 247

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ouvir premiê da China para entender a economia do Brasil - Paulo Nogueira - DCM

Diario do Centro do Mundo 
Li Keqiang, premiê chinês

Li Keqiang, premiê chinês

É extraordinário.

Às vezes você tem que ouvir o premiê da China para entender a economia do Brasil, tamanha a carga de má informação e análise tendenciosa da mídia brasileira.

Em Davos, o premiê chinês Li Keqiang definiu falou sobre a desaceleração de seu país. Nos anos do milagre chinês, o crescimento bateu em 14% ao ano.

Para 2015, a  expectativa é 7%. O universo treme, hoje, diante do fantasma de uma China sem vigor suficiente para empurrar a economia mundial.

“O arrefecimento da China é parte do ajuste da economia mundial.”

Troque a China pelo Brasil e você terá o diagnóstico da economia nacional.

É uma verdade simples e incontestável: o arrefecimento do Brasil é parte do ajuste da economia mundial.

Mas quantas vezes você viu isso?

Ao longo da campanha, com seu peculiar cinismo demagógico, Aécio disse copiosas vezes o contrário.

Era como se o Brasil fosse um caso isolado de baixo crescimento numa economia global intrepidamente aquecida.

Nesta mistificação, Aécio recebeu a contribuição milionária de colunistas econômicos como Míriam Leitão e Carlos Sardenberg.

Gosto de dizer que um dos propósitos do jornalismo é jogar luzes onde existem sombras. O que o jornalismo econômico fez foi o inverso: mais sombras onde já havia sombras criadas por Aécio.

Não se trata de negar erros que possam ter sido cometidos na política econômica. Mas de assentar o debate na base a partir da qual a discussão pode ficar séria: a economia mundial vive desde 2008 uma crise séria, e o Brasil é parte do todo.

Num primeiro momento, depois de 2008, os países emergentes pareceram a salvação do mundo. Mas com o correr do tempo ficou claro que não era bem assim.

Também os emergentes passaram a sofrer: China, Brasil, Índia e Rússia.

Na raiz da crise iniciada em 2008 estava a ressaca do thatcherismo, a doutrina conservadora da premiê britânica Margaret Thatcher.

Moda nos anos 1980, e copiado no Brasil na década seguinte por FHC, o thatcherismo defendia coisas como a desregulamentação do mercado financeiro.

Entregues à própria ganância, os grandes bancos do mundo foram fazendo operações cada vez mais arriscadas.

Uma hora a realidade se impôs e a festa acabou.

A quebra espetacular e em dominó de muitos daqueles bancos foi a senha para a crise que pôs de joelhos a economia global.

No Brasil, a ortodoxia thatcherista ressurgiu no debate graças a Armínio Fraga, o ex-futuro ministro da economia de Aécio.

Fraga é Thatcher desde antes de nascer.

O eleitorado disse não ao thatcherismo. Disse 54 milhões de vezes não. Mas Dilma parece não ter achado bem isso, ainda que vitoriosa com uma campanha que negava a ortodoxia, e colocou Joaquim Levy para comandar a economia.

Este é um bom debate: por que essa concessão ao conservadorismo econômico batido nas urnas?

Mas, enquanto for invocada a falácia do “Brasil-estagnado-num-mundo-próspero-e-feliz”, estaremos condenados a debates que apenas emburrecem os que os levam a sério.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Reivindicações históricas das Professoras(es) são atendidas pelo governo Flávio Dino - SINPROESEMMA

SINPROESEMMA
Seis meses após visitar a sede administrativa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA), o governador Flávio Dino voltou a se reunir, na manhã desta terça-feira (20), no Palácio dos Leões, com os dirigentes sindicais. Desta vez, não mais para discutir, mas apresentar medidas, o novo governador confirmou o reajuste de 13,01% para efetivos e anunciou a recomposição de 15% para contratos temporários, além de 11 mil progressões, manutenção dos contratos e reformas em escolas.
Reajuste e progressões – No quesito valorização dos servidores, Flávio Dino reafirmou a informação passada ao SINPROESEMMA no último sábado (dia 17) sobre a recomposição salarial de 13,01% dos servidores efetivos do magistério. O reajuste, que é fruto do piso nacional do magistério, será creditado na folha de pagamento de janeiro. A surpresa ficou por conta do anúncio do reajuste de 15% sobre as remunerações dos contratos temporários.
LANÇAMENTO DE PACOTE PARA EDUCAÇÃO FLÁVIO DINO - SINPROESEMMA - 20 - 01 -20142015012012 07 20141123
Além disso, o governo finalmente anunciou a concessão de 11 mil progressões que integram a segunda parcela do acordo homologado entre o SINPROESEMMA e o governo do estado. Os educadores eram para serem progredidos no começo do mês, mas o governo anterior não preparou o decreto, o que foi feito somente agora.
Escolas dignas e democracia – Além disso, o governador anunciou a reforma de 97 escolas da redeestadual que estão ameaçando as vidas dos alunos, professores e pais. Ao lado disso, Flávio disse que está trabalhando para garantir a realização das eleições para o cargo de gestor em agosto. A intenção do governo é fazer as eleições simultaneamente e transformá-las em oportunidade para a comunidade escolar debater a educação pública.
LANÇAMENTO DE PACOTE PARA EDUCAÇÃO FLÁVIO DINO - SINPROESEMMA - 20 - 01 -20142015012012 07 2014110611
Contratos e concurso – Para a contratação de pessoal, Flávio Dino anunciou a prorrogação de 4.980 contratos temporários e um seletivo para o preenchimento de mil vagas. As duas medidas, segundo o governador, são emergencias para garantir o ano letivo de 2015 e deverão ser as últimas, pois os contratos existentes serão substituídos por concursos públicos.
LANÇAMENTO DE PACOTE PARA EDUCAÇÃO FLÁVIO DINO - SINPROESEMMA - 20 - 01 -20142015012012 07 201411081111
Reconhecimento – Após o anúncio das medidas, o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, usou o microfone para enfatizar que boa parte das ações representa atendimento à pauta histórica levantada pela entidade, principalmente os progressões que foram amarradas no acordo do fim da greve de 2013. “Foram várias greves, campanhas salariais e passeatas. Os atos anunciados são em reconhecimentos à luta histórica de vários companheiros da educação do estado”, destacou.
O dirigente lembrou que a professora da rede estadual, Sinésia Pereira Cutrim de Jesus, que morava em Viana, faleceu, em 2013, vítima de um ataque cardíaco enquanto cobrava a concessão das progressões, que há 20 anos não era feito. “Quero homenagear a companheira Sinezia que morreu enquanto participava de greve organizada pelo sindicato. O sonho dela era ter a sua progressão assinada”, acrescenta.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Ricardo Darín - Ator argentino dá show de reflexão sobre o papel do artista num mundo individualista


Centrais cogitam recorrer à Justiça para derrubar medidas do governo - Portal Vermelho

Centrais cogitam recorrer à Justiça para derrubar medidas do governo - Portal Vermelho

Durante
reunião com os ministros, realizada na segunda-feira (19), o presidente
da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson
Araújo, destacou que as medidas lançadas pelo governo, além de
prejudicar os trabalhadores, violam a Constituição Federal.



Da redação do Portal Vermelho, Dayane Santos





Adílson Araújo, presidente da CTB, apontou a inconstitucionalidade das medidas durante reunião com os ministros na segunda (19)
Adílson Araújo, presidente da CTB, apontou a inconstitucionalidade das medidas durante reunião com os ministros na segunda (19)


Na reunião, as centrais reivindicaram a revogação das medidas que
alteraram a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, como
seguro-desemprego, auxílio-doença e pensão por morte, entre outros.



“Acredito que política se faz com gestos. Se o governo, de fato, tem
interesse de negociar e considerando que alguns estudos já apontam que
as medidas que foram tomadas são em parte inconstitucionais, seria o
caso do governo retirar da pauta o que é objeto de questionamento”,
afirmou Araújo na reunião com os ministros Miguel Rossetto
(Secretaria-Geral da Presidência), Nelson Barbosa (Planejamento), Manoel
Dias (Trabalho) e Carlos Gabas (Previdência).



O governo tentou justificar as alterações como medidas para corrigir
distorções. Apesar do impasse, as centrais sindicais manifestaram o
compromisso com o diálogo e uma equipe técnica das centrais vai se
reunir com técnicos do governo para debater as medidas e buscar
soluções.



"Não vamos ficar parados"



Em entrevista ao Portal Vermelho,
Adílson Araújo reafirmou que as centrais poderão recorrer à Justiça.
“Se é inconstitucional, pressupõe uma Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin). Se tem pressupostos para isso e o governo
não revogar as medidas, não vamos ficar parados”, advertiu o dirigente
sindical, lembrando que tal questionamento também poderá ser feito por
qualquer setor da sociedade antes mesmo das centrais.



Segundo análise do diretor de Documentação do Diap (Departamento
Intersindical de Assessoria Parlamentar), Antonio Augusto Queiroz
(Toninho), a ação de inconstitucionalidade tem fundamento legal e a
chance de vitória das centrais é certa.



“A chance de vitória no Judiciário é infinitamente superior à chance no
legislativo. Isso porque no legislativo o máximo que se pode conseguir é
aperfeiçoar um pouco o texto. Enquanto que judicialmente, três medidas
seriam declaradamente inconstitucionais”, pontuou Toninho.



Toninho afirma que no caso das medidas que tratam do auxílio-doença e
pensão o governo utilizou uma Medida Provisória (MP) para tratar das
matérias. “Não pode, pois a Constituição é clara: matéria que foi objeto
de Emenda à Constituição, entre 1998 e 2001, não pode ser regulamentada
por MP”, disse.



Vitória é líquida e certa



Ele recordou que no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva também foi feita a mesma tentativa, tratando do auxílio-doença, e o
Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional exatamente com esse
fundamento jurídico. “Por isso, a vitória das centrais é líquida e
certa, obrigando o governo a encaminhar projeto de lei para efetivar as
medidas”.



O outro ponto que também dá margem a ação jurídica é o que trata do
abono. Toninho explica: “Esse tem relação com o mérito, pois a
Constituição é absolutamente clara no sentido de que qualquer
trabalhador que no ano anterior tenha carteira assinada e receba até
dois salários mínimos, tem o direito ao abono de um salário mínimo. Na
proposta do governo esse benefício seria proporcional ao vínculo
empregatício, ou seja, pagaria uma fração do salário mínimo. É uma
aberração jurídica que qualquer juiz ou estudante de direito reconhece. A
lei é clara. Não tem carência, nem proporcionalidade”.



Toninho afirma que as duas ações invalidariam a vigência imediata da
matéria, obrigando o governo a encaminhar um projeto de lei para o
Congresso.

07-2014 -Foto: Soldado israelí presume en Instagram de haber matado a 13 niños palestinos

Foto: Soldado israelí presume en Instagram de haber matado a 13 niños palestinos








instagram / RT



Un militar israelí presume a través de Instagram de
haber asesinado a 13 niños palestinos. El soldado decidió eliminar la
publicación debido a la reacción de los internautas.



En la Red no ha pasado desapercibida la publicación en la cuenta de Instagram
del militar israelí David Ovadia, que publicó una serie de imágenes
suyas enfundado en uniforme militar y portando armas de fuego,
presumiendo de participar en los ataques contra la Franja de Gaza.

En
uno de sus mensajes Ovadia, escribió: "Hoy he matado a 13 niños", junto
con otros mensajes ofensivos contra de los musulmanes. Debido a las
reacciones de los internautas, el militar borró su publicación. Sin
embargo, muchos usuarios que pudieron ver y leer este "tuit" tomaron
capturas de pantalla y copiaron el mensaje.

La difusión por la
Red de estas declaraciones ha provocado una ola de furia entre los
internautas, que han buscado y sacado a la luz toda clase de información e imágenes de David, que ha empezado a eliminar imágenes y publicaciones delicadas de sus cuentas de usuario en las redes sociales.

IBGE: Em nove anos, aumenta a escolaridade e o acesso ao ensino superior - dados importantes sobre a juventude, educação e emprego


  • Barbara Cobo, coordenadora de População e Indicadores Sociais do IBGE, durante a coletiva da Síntese de Indicadores Sociais (ISIS) 2014 
 Baixe o material de apoio da Síntese dos Indicadores Sociais

SIS 2014: Em nove anos, aumenta a escolaridade e o acesso ao ensino superior


A escolaridade média da população de 25 anos ou mais aumentou entre 2004 e 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo. Esse incremento foi mais intenso entre os 20% com os menores rendimentos, que elevaram de 3,7 para 5,4 os seus anos de estudo. Entre 2004 e 2013, a proporção de pessoas da faixa etária 25 a 34 anos com ensino superior praticamente dobrou, passando de 8,1% para 15,2%. Porém, o percentual é o menor, se comparado aos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).No mesmo período, os estudantes que fazem parte dos 20% com os maiores rendimentos (5°quinto) deixaram de ser maioria tanto nas universidades públicas (38,8%) quanto nas particulares (43,0%), aumentando o acesso a esse nível de ensino dos demais estratos de renda, inclusive dos mais pobres. Em 2004, apenas 1,7% dos estudantes do ensino superior pertencentes aos 20% com os menores rendimentos (1° quinto) frequentavam universidades públicas. Em 2013, essa proporção chegou a 7,2%. Por outro lado, os estudantes do ensino fundamental regular de 13 a 16 anos de idade que faziam parte do quinto mais pobre possuíam taxa de distorção idade-série 3,3 vezes maior do que a taxa dos 20% mais ricos (5°quinto), fazendo com que o atraso escolar afetasse mais da metade desses estudantes (54,0%) em 2013. Em 2004, a distância entre essas taxas para o 1° quinto e o 5° quinto era ainda maior (4,3 vezes).

É o que revela o estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2014, que mostra, ainda, que, apesar de avanços, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho ainda persiste, principalmente quando a jornada de trabalho é conjugada aos afazeres domésticos. Entre as mulheres ocupadas de 16 anos ou mais, 88% realizavam afazeres domésticos, enquanto, entre os homens, este percentual era 46%. As mulheres tinham uma jornada média em afazeres domésticos mais que o dobro da observada para os homens (20,6 horas/semana). Considerando a jornada no mercado de trabalho e aquela com a realização de afazeres domésticos, a jornada feminina semanal era de 56,4 horas, superior em quase 5 horas à masculina.

A SIS também detectou mudanças nos arranjos familiares entre 2004 e 2013, período em que houve redução na proporção de casais com filhos e aumento dos sem filhos, além do aumento dos arranjos unipessoais.O estudo mostra ainda que, em 2013, no Brasil, em 25,7% dos domicílios urbanos alugados (ou 5,2% do total de domicílios urbanos), o aluguel ultrapassava 30% do rendimento domiciliar.

A SIS 2014 tem como principal base de informações a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, além de fontes de dados como o Censo Demográfico 2010, a Projeção da População do Brasil por sexo e idade 2013, além de bases de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação, e Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Seus resultados completos estão disponíveis no link http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2014/default.shtm.

Aspectos demográficos: 28,4% das adolescentes de 15 a 17 anos de idade com ao menos um filho estavam na escola em 2013

Em 2013, 38,4% das mulheres de 15 a 49 anos não tinham filhos. Nessa mesma faixa etária, enquanto 41,5% das mulheres brancas não eram mães, para as pretas ou pardas o percentual era de 35,8%. Entre as mulheres de 25 a 29 anos, ocorria a maior diferença entre as brancas (48,1%) e pretas ou pardas (33,8%) que não eram mães. A proporção de mulheres entre 45 e 49 anos e sem filhos foi de 8,2% para aquelas com menor escolaridade e 15,1% entre as mais escolarizadas. Entre as mulheres de 15 a 17 anos que não tinham filhos, 88,4% estavam estudando, enquanto entre as mães, apenas 28,4% estudavam.

Em 2013, a proporção dos jovens de 15 a 29 anos que só estudavam foi de 22,7%. O percentual daqueles que trabalhavam e estudavam foi de 13,0% e aqueles que só trabalhavam foi de 44,0%. Em 2013, praticamente um em cada cinco jovens nessa faixa etária não frequentava escola nem trabalhava. No grupo de 15 a 17 anos, esta proporção foi de 10,2%, entre aqueles com 18 a 24 anos, chegou a 24,0%, e para aqueles com 25 a 29 anos, 21,8%. Entre os que não trabalhavam ou estudavam, 45,8% residiam no Nordeste ou no Norte. Além disso, 62,9% eram pretos e pardos, uma participação maior do que a desse grupo no total de jovens (56,1%).

Para as mulheres que só estudavam, 7,1% tinham ao menos um filho. Entre aquelas que trabalhavam e estudavam, essa proporção foi de 14,4%. Já entre as que somente trabalhavam, esse indicador se eleva a 44,0%, enquanto para aquelas que não trabalhavam nem estudavam, 57,1% tinham ao menos um filho nascido vivo.

Grande parte (44,8%) dos jovens que não trabalhavam nem estudavam vivia em domicílio cujo rendimento mensal domiciliar por pessoa não ultrapassava meio salário mínimo.

Entre os jovens que não trabalhavam nem estudavam, 26,3% procuraram por trabalho na semana de referência da PNAD (de 22/09/2012 a 28/09/2013), sendo 36,6% dos homens e 21,6% das mulheres.

Famílias: Uma em cada cinco famílias são formadas por casais sem filhos


De 2004 a 2013, entre os principais tipos de arranjos familiares encontrados pela PNAD, houve redução de 13,7% na proporção dos casais com filhos (de 50,9% para 43,9%), enquanto a proporção de casais sem filhos cresceu 33,0% (de 14,6% para 19,4%). Essas mudanças também podem ser notadas através do crescimento de 35,0% na proporção de arranjos unipessoais (de 10,0% em 2004 para 13,5% em 2013). Em 2013, 61,7% dos arranjos unipessoais eram compostos por pessoas com 50 anos ou mais. Em 2004 eram 57,4%.

Em 2013, a participação de casais DINC (do inglês double income and no children, ou seja, casais sem filhos em que ambos têm rendimentos) no total de casais sem filhos era de 19,9%. O Sudeste apresentou a maior proporção (23,2%) e o Norte, a menor (12,0%).

Geração Canguru: um em cada quatro jovens com 25 a 34 anos vive com os pais


O prolongamento da convivência familiar entre pais e filhos originou o termo “geração canguru”, pessoas de 25 a 34 anos que ainda vivem na casa dos pais. Entre 2004 e 2013, a proporção de indivíduos nessa condição subiu de 21,2% para 24,6%. No Sudeste, o indicador chegou a 26,8%. As taxas de ocupação desses indivíduos são elevadas (90,7%), embora um pouco mais baixas do que a média deste grupo etário (93,1%). Por outro lado, a geração canguru possui maior escolaridade média (média 10,9 anos de estudo), indicando que a opção de viver na casa dos pais pode estar ligada à maior dedicação aos estudos. Quanto maior o rendimento familiar per capita, maior a presença de jovens de 25 a 34 anos vivendo com os pais. Na região metropolitana de Fortaleza, por exemplo, 21,9% dos arranjos familiares com renda familiar per capita de mais de 2 salários mínimos possuíam jovens de 25 a 34 anos de idade na condições de filhos. Por outro lado, na faixa de ½ salário mínimo, essa proporção era de apenas 9,4%.

Educação: Enquanto 84,3% dos jovens de 15 a 17 anos frequentavam escola, pouco mais da metade estava no ensino médio

A elevada frequência escolar bruta dos jovens de 15 a 17 anos (84,3%) não significa que eles estavam no nível adequado à faixa etária. As proporções dos que frequentavam o ensino médio subiu de 44,2% em 2004 para 55,2% em 2013, elevando a taxa de frequência escolar líquida. Com isso, caiu a proporção desses jovens no ensino fundamental, reduzindo de 34,7% em 2004 para 26,7% em 2013. Nessa faixa etária, os brancos possuíam uma taxa de frequência escolar líquida 14,4 pontos percentuais acima dos jovens pretos ou pardos (49,3%). As mulheres tinham frequência escolar líquida 9,9 pontos percentuais maior do que a dos homens (50,3%).

A distorção idade-série atingia quase metade dos estudantes de 13 a 16 anos em 2004 (47,1%) e 41,4% em 2013, totalizando cerca de 3,7 milhões de estudantes. Em 2013, as regiões Norte (55,2%) e Nordeste (52,2%) tiveram as maiores taxas. A proporção dos estudantes com atraso no ensino fundamental era mais elevada entre os da rede de pública, homens, residentes em área rural e de cor preta ou parda. Os 20% mais pobres da distribuição do rendimento mensal familiar per capita nacional (1° quinto) possuíam taxa de distorção idade-série 3,3 vezes maior do que a taxa dos estudantes pertencentes aos 20% mais ricos (5° quinto), fazendo com que o atraso escolar afetasse mais da metade daqueles estudantes (54,0%). Em 2004, a distância entre essas taxas para o 1° quinto e o 5° quinto era ainda maior (4,3 vezes).

Estudantes com maiores rendimentos deixam de ser maioria nas universidades


Em relação ao ensino superior, houve redução da participação dos estudantes que fazem parte dos 20% mais ricos (5°quinto) entre 2004 e 2013 nas duas redes de ensino. Em 2004, eles representavam 55,0% dos estudantes da rede pública e 68,9% da rede privada. Em 2013, esses valores caem para 38,8% e 43,0%, respectivamente. Com isso, os estudantes do quinto com maiores rendimentos deixaram de ser maioria nas duas redes do ensino superior, aumentando o acesso à educação de pessoas dos demais estratos de rendimento, inclusive dos mais pobres.

Em 2013, 55,0% dos estudantes de 18 a 24 anos de idade frequentavam o ensino superior, enquanto, em 2004, 32,9% desses estudantes estavam no nível de ensino recomendado para a sua faixa etária. Essa adequação da idade em relação ao curso frequentado ainda é desigual dependendo da cor ou raça do estudante. Enquanto do total de estudantes brancos de 18 a 24 anos, 69,4% frequentavam o ensino superior, apenas 40,7% dos pretos ou pardos cursavam o mesmo nível. Essa proporção continua sendo menor do que o patamar alcançado pelos jovens brancos em 2004 (47,2%).

Em 2013, 31,0% dos jovens de 18 a 24 anos de idade não haviam concluído o ensino médio e não estavam estudando, representando uma queda de 7,6 pontos percentuais nos últimos nove anos. A taxa média de abandono escolar precoce entre os jovens dessa faixa etária nos 28 países membros da União Europeia em 2013 foi de 12,0%. Em 2013, o abandono escolar precoce atingia cerca de metade dos jovens de 18 a 24 anos de idade pertencentes ao quinto mais pobre (50,9%) enquanto no quinto mais rico essa proporção era de apenas 9,8%.

Na comparação com os países membros da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil possui a menor proporção de pessoas com ensino superior na faixa de 25 a 34 anos. Entretanto, nos últimos nove anos, essa proporção praticamente dobrou, se comparada com a de 2004, passando de 8,1% para 15,2%, em 2013.

A escolaridade média da população de 25 anos ou mais aumentou de 2004 a 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo completos. Apenas 41,8% das pessoas dessa faixa etária alcançaram 11 anos de estudo ou mais. O incremento de escolaridade foi mais intenso para o quinto de rendimento inferior, cujo aumento foi de 45,9%, enquanto o quinto superior apresentou uma elevação de 9,2% na média de anos de estudo entre 2004 e 2013.

Trabalho: Taxa de formalização é a maior desde 2004

Em 2013, o mercado de trabalho teve a mais elevada taxa de formalização (58,0%). Há nove anos, a taxa não chegava à metade da população ocupada (45,7%). Norte e Nordeste registraram, em 2013, percentuais de formalização abaixo da média nacional na década passada (40,2% e 39,7%, respectivamente). Por outro lado, as regiões Sul e Sudeste apresentaram os maiores percentuais de pessoas em trabalhos formais (67,4% e 67,8%, respectivamente).

Em 2004, o número de trabalhadores formais era de 37,4 milhões. Em nove anos, esse número aumentou 47,8%. Já a população ocupada em trabalhos informais teve uma redução de 10,1%, passando de 44,5 milhões para 40 milhões (42,0%) Entre as pessoas em trabalhos informais, 62% tinham até oito anos de estudo, mais de 70% eram empregado sem carteira ou por conta-própria e 27% estavam na agricultura.

Mulheres, pretos e pardos, jovens e idosos são grupos significativos no trabalho informal


O perfil das pessoas em trabalhos informais indica uma proporção um pouco maior de mulheres nesta condição (42,7%). Contudo, a distância entre as taxas por sexo se reduziu nos últimos anos. Em 2004, o percentual de homens e mulheres em trabalhos informais era 52,6% e 56,7%, respectivamente. Em 2013 essa diferença era cerca de um ponto percentual (41,5% e 42,7%, respectivamente). Em 2013, cerca de 45% dos jovens de 16 a 24 anos ocupados estavam em trabalhos informais. Entre os idosos no mercado de trabalho este percentual era ainda maior (69%). Quase metade das pessoas de 16 anos ou mais de cor preta ou parda ocupadas estavam em trabalhos informais (48,7%). Na população ocupada branca, este percentual era de 34,7%.

Em 2013, o rendimento médio da população ocupada em trabalhos informais correspondia a 57% do rendimento da população ocupada em trabalhos formais. No Piauí, essa relação foi de 36%, a maior desigualdade entre todos os estados. Nos últimos nove anos, a desigualdade caiu, pois a variação do rendimento médio dos informais foi de 51,8%, percentual superior ao dos formais (26,7%). O maior avanço do rendimento médio da população ocupada em trabalhos formais ocorreu na região Nordeste (34,6%). No Rio Grande do Norte, a variação foi a mais elevada do país (54,4%). No caso da população ocupada em trabalhos informais, a maior variação do rendimento médio foi na região Centro-Oeste (62,8%).

Menos de um quarto dos empregados sem carteira contribui para a previdência social
Os empregados sem carteira de trabalho assinada, os trabalhadores domésticos sem carteira e os trabalhadores por conta-própria contabilizavam quase 40% da força de trabalho e uma parcela reduzida desse grupo buscava a previdência social de forma individual Dentre os empregados sem carteira, 22,3% contribuíram para a previdência social. No caso dos trabalhadores domésticos sem carteira e trabalhadores por conta-própria os percentuais eram 11,9% e 25,6%, respectivamente.

Os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta-própria somavam 33,6 milhões de pessoas e se assemelham por apresentar baixa formalização e um dos menores rendimentos médios, acima apenas dos trabalhadores domésticos. Tem–se que 44% dos empregados sem carteira estavam no setor de serviços, sendo que entre as mulheres este percentual chegava a 67,6% Com relação ao perfil educacional, quase 60% dos homens tinham até o ensino fundamental e cerca de 73% das mulheres tinham mais de 8 anos de estudo. O trabalho por conta-própria é uma categoria cujo sexo do trabalhador influencia no perfil deste segmento, pois o trabalho é inerente à formação de cada pessoa. Dessa maneira, tem-se que 51% dos trabalhadores por conta-própria do sexo masculino estavam nos setores agrícola e construção; por outro lado, havia uma concentração de 69,2% das trabalhadoras por conta-própria nos setores de comércio e serviços

A desigualdade de rendimentos entre mulheres e homens na categoria de conta-própria era mais elevada que entre os empregados sem carteira. As mulheres que trabalhavam nesta categoria recebiam em média 69% do rendimento dos homens. O rendimento médio das mulheres com até quatro anos de estudo equivalia a 53% do dos homens. Entre os mais escolarizados essa relação era de 61%.

Entre os empregados sem carteira, o rendimento médio das mulheres era próximo ao dos homens (90%). Mas a desigualdade se acentua segundo a escolaridade. O rendimento médio dos empregados sem carteira com mais de oito anos de estudo era o dobro daqueles com até quatro anos. O rendimento médio das mulheres com mais de oito anos de estudo nesta categoria correspondia a 71% do dos homens com os mesmos atributos. Entre os menos escolarizados essa relação era de 79%.

Nos últimos nove anos, as categorias ocupacionais com os maiores ganhos de remuneração foram os trabalhadores domésticos sem carteira (60,9%) e o empregado sem carteira (57,3%). O rendimento-hora da população ocupada de 16 anos ou mais aumenta com a escolaridade. Em 2013, em média, a hora trabalhada da população ocupada com até 4 anos de estudo era R$7,10, enquanto para aqueles com 12 anos ou mais de estudo, era de R$28,24 (4 vezes maior).

Desigualdade de gênero diminui, mas ainda é relevante no mercado de trabalho

Entre as mulheres ocupadas de 16 anos ou mais de idade, 88% realizavam afazeres domésticos, enquanto entre os homens este percentual era 46%. As mulheres tinham uma jornada média em afazeres domésticos mais que o dobro da observada para os homens (20,6 horas/semana). Considerando a jornada no mercado de trabalho e aquela com a realização de afazeres domésticos, a jornada feminina semanal é de 56,4 horas, superior em quase 5 horas à masculina.

As mulheres recebiam em média menos que os homens em todas as formas de trabalho. No entanto, a relação de desigualdade de rendimentos entre homens e mulheres é maior nos trabalhos informais, onde elas recebiam 65% do rendimento médio dos homens em 2013. Nos trabalhos formais essa relação era de 75%. Essa desigualdade era maior em 2004, e sua redução foi possível em virtude de um maior crescimento do rendimento das mulheres em trabalhos informais (56,8%).

À medida que avança a escolaridade, a desigualdade de rendimentos por sexo aumenta. Entre aqueles com até quatro anos de estudo, o rendimento-hora das mulheres equivalia a 81% do dos homens com a mesma escolaridade. Com 12 anos ou mais de estudo, essa relação era 66%.

Domicílios: Ônus excessivo com o aluguel comprometia a renda de 5,2% dos domicílios

Enquanto a população brasileira cresceu 9,8% entre 2004 e 2013, o número total de domicílios particulares no Brasil cresceu 25,1% no mesmo período.

Em 2013, em 16,4% dos domicílios urbanos o rendimento era de até meio salário mínimo por pessoa. Na classe de rendimento acima de dois salários mínimos, este percentual alcançou 21,7%.

Entre 2004 e 2013, entre os domicílios urbanos, houve estabilidade na proporção de domicílios próprios (de 73,5% para 73,6%), elevação da parcela dos domicílios alugados (de 17,8% para 20,3%) e tendência de redução dos domicílios cedidos (de 8,6% para 6,0%).

No Brasil, em 25,7% dos domicílios urbanos alugados (5,2% do total de domicílios urbanos) o aluguel ultrapassava 30% do rendimento domiciliar, configurando o ônus excessivo. O percentual de domicílios alugados com ônus excessivo, em relação ao total de domicílios urbanos alugados, foi maior nas regiões Sudeste (27,7%) e Norte (25,8%).

Na região Norte, apenas 21,2% dos domicílios urbanos possuem saneamento adequado


Considerou-se como adequados os domicílios urbanos onde havia a simultaneidade no acesso ao abastecimento de água por rede geral, esgotamento sanitário por rede coletora (diretamente ou via fossa séptica ligada à rede ) e coleta de lixo (direta ou indireta). Estes representaram 70,6% dos domicílios particulares permanentes urbanos em 2013. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de domicílios urbanos com acesso simultâneo a serviços de saneamento foi de 21,2% e 51,1%, respectivamente. No Sudeste, este mesmo indicador alcançou 91,1% dos domicílios urbanos, enquanto as regiões Sul e Centro–Oeste registraram 67,0% e 51,8%, respectivamente.

Em 2013, 43,4% dos domicílios urbanos tinham acesso simultâneo a computador, TV em cores e máquina de lavar roupa. Quando se faz a inclusão do DVD, a proporção passa para 38,1%. Já quando se inclui acesso à internet, o percentual de domicílios cai para 34,5%.

Distribuição de renda: concentração de renda e desigualdade diminuem, mas ainda são elevadas


Em 2013, as pessoas com os 10% menores rendimentos concentravam 1,2% da renda total, enquanto a parcela com maiores rendimentos ficou com 41,7%. Na comparação 2004-2008-2013, houve ganhos do 1º ao 8º décimo, com um crescimento de 31,6% no 2º décimo. No décimo com maior rendimento familiar per capita a participação na renda total caiu 9,8%. Mas esses movimentos não foram suficientes para alterar substancialmente o quadro de desigualdades na distribuição de rendimentos, com o décimo mais rico concentrando mais de 40% da totalidade da renda per capita no período analisado.

Transferências governamentais representam 37,5% dos rendimentos das famílias com até ¼ de salário mínimo per capita


Para o total das famílias em 2013, as “outras fontes” de rendimento (transferências de programas sociais, aplicações financeiras, rendimentos de aluguéis, bônus etc.) representavam 4,5% dos rendimentos. Para as famílias com até ¼ de salário mínimo per capita, representavam 37,5% e, para famílias entre ¼e ½ salário mínimo, 12,5%. Houve, portanto, em nove anos, um aumento expressivo na participação de outras fontes nas famílias com menores rendimentos, passando de 20,3% em 2004 para 37,5% em 2013. No Nordeste, essa proporção chegou a 43,8%.

O crescimento das outras fontes modificou a composição por origem, mas não ocorreu em substituição da renda do trabalho, que também cresceu no período. O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas de 15 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, cresceu 42,1% entre 2004 e 2013. Para o primeiro décimo da distribuição, esse crescimento foi de 84,8% e, para o segundo décimo, 94,9%.


Comunicação Social do IBGE
17 de dezembro de 2014

Ali Khamenei:"confrontar o Estado Islâmico, denunciar o Império da Arrogância e armar a Palestina” - 11/2014 - Oriente Mídia

Oriente Mídia 
25/11/2014, Sayed Ali Khamenei, Guia Supremo da República Islâmica do Irã no Congresso Internacional sobre movimentos extremistas e takfiris
Enviado por Sayed Hasan e traduzido do inglês pelo pessoal da Vila Vudu
Excerto: “As três tarefas urgentes”  vídeo original
Versão original legendada em inglês a seguir:

[...] É nossa responsabilidade levar a bom termo algumas tarefas da mais alta importância. Durante esse Congresso de dois dias, os senhores, ilustres participantes, elaboraram e propuseram algumas soluções e especificaram certas responsabilidades. Cuidarei aqui de mencionar também duas ou três tarefas que não devem ser negligenciadas.
Primeira tarefa
Uma é que os teólogos do Islã têm de formar um movimento racional, global, de inteligência, que inclua todas as escolas islâmicas, que terá por objetivo cortar as raízes da corrente takfiri. Esse movimento não se deverá limitar a algumas escolas de pensamento [islâmicas]. Todas as correntes do Islã que creiam nessa religião e a considerem bem-vinda e a vejam com generosidade partilham esse responsabilidade. Todos os sábios do Islã devem lançar um grande movimento intelectual.
[O Estado Islâmico] entrou em cena sob a falsa pretensão de seguir “os piedosos predecessores” [al-Salafu al-Saleh]. Temos de demonstrar e provar que os piedosos predecessores sempre se opuseram radicalmente aos atos que eles perpetram e ao movimento que eles lançaram. Deve-se fazer isso recorrendo à linguagem da religião, do saber e da razão.
É vosso dever salvar os mais jovens. Muitos se deixam influenciar por esses pensamentos desviantes e desorientados. Esses infelizes supõem que estejam realizando boas ações. São a encarnação dos santos versos do Corão: “Quereis que vos inteire de quem são os mais desmerecedores, por suas obras? São aqueles cujos esforços se desvaneceram na vida terrena, não obstante crerem haver praticado o bem”. [Alcorão, 18, 103-104].
São a encarnação desses versos corânicos. Pensam, errados, que combatem na trilha de Deus. São os que dirão a Deus, no Dia do Julgamento Final: “Ó Senhor nosso, em verdade, obedecíamos aos nossos chefes, os quais nos desviaram da (verdadeira) senda. Ó Senhor nosso, redobra-lhes o castigo e amaldiçoa-os reiteradamente!”. [Alcorão, 33, 67-68].
[Os que combatem pelo Estado Islâmico] são esses miseráveis. Os que assassinaram um grande sábio na mesquita de Damasco são também desses. Os que decapitaram muçulmanos acusando-os de apostasia são também desses. Os que fazem correr, em atentados, o sangue de inocentes no Paquistão, no Afeganistão, em Bagdá e em diferentes vilas do Iraque, Síria, Líbano são dos que gemerão no Dia do Juízo Final: “Oh, Senhor, nos seguimos nossos chefes que nos desviaram da (verdadeira)senda. Castiga-os, Senhor, com duplo castigo”.
Em outro ponto do Santo Alcorão, Deus diz [aos que lhe pedem que duplique o castigo infernal] “o dobro será para todos” [Alcorão, 7, 38]. Todos vocês serão castigados, ao mesmo tempo os chefes e guias e os guiados. “Por certo que é real a disputa dos réprobos!”. [Alcorão, 38, 64]
Nesse dia, esses todos estarão em campos opostos e se enfrentarão. Por isso é necessário salvá-los [dessa provação]. Os jovens têm de ser salvos e essa é a responsabilidade dos sábios, porque eles estão em contato, ao mesmo tempo, com os intelectuais e com as massas. É necessário que se esforcem para salvar os mais jovens. Deus, o Altíssimo, interrogará os sábios no Último Dia: “O que fizeste?” É imperioso que os sábios ajam [desde já]. Essa é uma primeira tarefa imediata.
A segunda tarefa
A segunda tarefa extremamente urgente que tem de ser executada é chamar a atenção e destacar sempre o papel dos políticos arrogantes dos EUA e da Inglaterra.
O papel deles tem de ser destacado e explicado. Cada pessoa do mundo muçulmano deve conhecer o papel e a responsabilidade dos políticos dos EUA em tudo que tenha a ver com o Estado Islâmico.
Todos devem conhecer o papel dos serviços secretos norte-americanos, britânicos e do regime sionista, em todos os atos do movimento takfiri. Todo o mundo deve saber que o Estado Islâmico trabalha para eles; que o complô foi fomentado pela Arrogância [o Imperialismo Ocidental] e que essas correntestakfiris são ajudadas e financiadas por aquelas potências.
O Estado Islâmico recebe dinheiro dos regimes fantoches da região. São esses regimes fantoches que lhes fornecem dinheiro, mas o complô é fomentado pelo Imperialismo Ocidental, a Arrogância, e o resultado é, principalmente, que destroem esses infelizes jovens takfiris. Estão criando problemas sem precedentes para o mundo do Islã. E aí está a segunda tarefa a ser cumprida completamente, imediatamente.
A terceira tarefa
A terceira tarefa absolutamente inadiável é ocupar-se, como prioridade, da causa palestina. Não permitam que a causa da Palestina, da Santa Al-Qods (Jerusalém) e da Mesquita Al-Aqsa seja apagada e caia no esquecimento. Isso, precisamente, é o que eles desejam: querem que o mundo islâmico esqueça a causa palestina.
Já viram que, recentemente, o regime sionista declarou que a Palestina seria estado judeu. O regime sionista anunciou que a Palestina seria estado judeu. É o que sempre tentaram, já faz muito tempo.
Agora, apenas o declararam abertamente. Aproveitando-se da ignorância e da apatia do mundo muçulmano, das massas, das populações dos países muçulmanos, depois de ter ocupado a Santa Al-Qods (Jerusalém) e a Mesquita Al-Aqsa, o regime sionista continua a enfraquecer os palestinos, o mais que consiga.
Temos de nos manter vigilantes. Todos os povos devem exigir de seus governos que assumam, como deles, a causa palestina. Os mestres e sábios do Islã devem exigir dos governos que assumam, como deles, a causa palestina, que a abracem, que se envolvam nela. Essa é responsabilidade de importância capital.
Agradecemos a Deus que, na República Islâmica do Irã, o governo e o povo partilham esse princípio. Desde o início, o governo da República Islâmica e nosso generoso Imã [Khomeini] anunciaram e estimularam a política de apoio à Palestina e de hostilidade declarada contra o regime sionista. Essa política continua mantida até hoje. São já 35 anos que vimos mantendo essa linha de conduta, e nosso povo mantém a mesma política com entusiasmo e com adesão plena.
Vez ou outra, alguns dos nossos jovens, cujas demandas não são plenamente satisfeitas nesse campo, escrevem para mim e pedem insistentemente: “Permita que partamos, para lutar contra o regime sionista nas linhas de frente!”. Nosso povo deseja ardentemente combater contra o regime sionista, e a República Islâmica também manifestou seu compromisso com essa luta.
Pela Graça de Deus e Sua Misericórdia, ultrapassamos as barreiras e as lutas sectárias e em torno de questões de doutrina.
Ajudamos o Hezbollah libanês, que é grupo de xiitas, assim como ajudamos o Hamas e a Jihad Islâmica, sunitas. E continuaremos a ajudá-los. Nunca nos deixamos capturar por barreiras sectárias. Jamais demarcamos qualquer diferença entre xiitas, sunitas, hanafitas, hanbalitas, xafitas ou zaidis [escolas do Islã]. Mantivemos nossos olhos focados no nosso objetivo principal e oferecemos nossa ajuda.
Conseguimos reforçar os contingentes de nossos irmãos palestinos em Gaza e, pela Graça de Deus, continuaremos a fazê-lo. Já anunciei, e sem dúvida será feito conforme foi anunciado, que a Cisjordânia tem de ser armada, como Gaza, e preparar-se para se autodefender também militarmente.
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/12/ali-khamenei-muculmanos-devem.html

AMIA. Otra vez: tragedia, confusión, mentira e interrogantes. | Cristina Fernandez de Kirchner

AMIA. Otra vez: tragedia, confusión, mentira e interrogantes. | Cristina Fernandez de Kirchner

AMIA. Otra vez: tragedia, confusión, mentira e interrogantes.
Hoy más que nunca, no se debe permitir que una vez más se intente hacer con el juicio de encubrimiento lo que ya se hizo con la causa principal.


21-10-2014_buenos_aires_la_presidenta_cristina


La muerte de una persona, siempre causa dolor y pérdida entre sus
seres queridos, y consternación en el resto. El suicidio provoca,
además, en todos los casos, primero: estupor, y después: interrogantes.
¿Qué fue lo que llevo a una persona a tomar la terrible decisión de
quitarse la vida?.


En el caso del ¿suicidio? Del Fiscal a cargo de la causa
AMIA, Alberto Nisman, no sólo hay estupor e interrogantes, sino que
además una historia demasiado larga, demasiado pesada, demasiado dura, y
por sobre todas las cosas, muy sórdida. La tragedia del atentado
terrorista más grande que se produjo en la Argentina.



En lo personal me retrotrae a épocas pasadas y también duras: el 18
de julio de 1994 era Diputada Provincial en Santa Cruz y Convencional
Nacional Constituyente en Santa Fe por mi provincia. Florencia, mi hija,
recién había cumplido 4 años y Máximo estaba finalizando la secundaria.
Viajaba todas las semanas a Santa Fe, y aquel lunes 18, el horror
modificó todas nuestras rutinas.


Tampoco puedo olvidar que dos días después del atentado, me entero en
Santa Fe que el 20 de julio, y con motivo del atentado, se había creado
la Secretaría de Seguridad y nombrado al frente de la misma al
Brigadier Andrés Antonietti.

Confieso que al enterarme de esa designación, un frío me corrió por la
espalda. Aún recordaba nítidamente a esa persona. En 1980, durante el
mes de noviembre en Río Gallegos, colocaron en nuestro estudio jurídico
un artefacto explosivo de relojería y, además, rompieron todos los caños
de gas de los calefactores dejando fluir el mismo y convirtiendo a
nuestro estudio en una gigantesca bomba, que de haber detonado hubiera
causado un verdadero desastre. Sólo un milagro permitió que eso no
sucediera.


El Sr. Antonietti, en esos momentos, creo que era vice comodoro y
segundo jefe de la Fuerza Aérea que gobernaba la Provincia de Santa
Cruz. Habíamos mantenido un breve intercambio telefónico que terminó
cuando le corté el teléfono. En ese momento nuestro estudio llevaba
juicios contra contratistas de obra pública de dicha fuerza y
concesionarios de servicios de la Agrupación Aérea. Me veo todavía,
después de tanto tiempo, prestando declaración ante el Oficial
Instructor de la Policía y recolectando firmas de repudio para una
solicitada por el atentado.


Y recuerdo también, una memorable entrevista con el entonces Jefe de
Policía, un Tte. Coronel de apellido Claro, ya que era el Ejercito el
que manejaba la seguridad y la inteligencia. Con él mantuve una
conversación tensa, por mis declaraciones, que involucraban a un Oficial
de otra fuerza y nuestra decisión de publicar una solicitada. Si,
aunque parezca mentira, no se aceptaba ni siquiera la publicación de
solicitadas denunciando atentados.


Lejos estaba de pensar en esa oportunidad (año 1980), que la
explosión en la AMIA me devolvería al Brigadier Antonietti, 14 años
después, con el cargo de Secretario de Seguridad de los Argentinos. Y
más aún lejos estaba de imaginar que en 1996 iba a formar parte, como
Senadora Nacional y luego como Diputada, de la Comisión Bicameral de
Seguimiento de los atentados de la Embajada y AMIA.


Mi participación, que se extendió hasta la finalización de la
Comisión en el 2001, estuvo signada siempre por honrar la memoria,
encontrar la verdad y que se haga justicia. Los primeros tiempos nos
fuimos interiorizando de los hechos, de las circunstancias, de la
tragedia. El testimonio de los familiares, de testigos, etc… Luego
comenzaron a desfilar por la Comisión todo tipo de personajes,
hipótesis, teorías, al mismo tiempo que cada vez más crecían las
contradicciones, las falencias, los ¨errores¨. Más tarde, y en plena
campaña política presidencial: el plantar pruebas, la desaparición de
otras. En fin, la confusión, la tergiversación, el ocultamiento o la
¨aparición¨ de ¨pruebas¨, como método permanente.



Cada vez más en lugar de aclarar, todo se oscurecía. Se complicaba y
crecía la sensación, al menos en mí, de estar en un teatro de
operaciones de la política nacional e internacional, en el que a pocos
le importaban las víctimas y mucho menos la verdad. Tal cual lo declaré
más tarde como testigo en el Juicio Oral.


La tensión crecía y las discusiones también, y mi percepción
de estar frente a la ¨fabricación de un Juicio¨ fue creciendo hasta
transformarse en convicción.
Ocurre entonces un hecho
determinante como fue la memorable reunión donde declaró el Dr. Claudio
Lifschitz, quien fuera Secretario del Juez Juan José Galeano y diera
cuenta de las graves irregularidades cometidas por el Juez y varios de
sus funcionarios.


En esa declaración, que duró horas, fue como si de repente todas las
piezas de un rompe cabezas que no podía armar se unieran para llegar a
una sola conclusión: estábamos ante el fraude material y procesal más importante del que se tenga memoria.
Tan importante fue esa declaración, que a raíz de la misma se inicia
una segunda causa por encubrimiento contra los funcionarios que se
desempeñaban en la época del atentado.


Podría contar numerosos hechos y discusiones, pero todo se condensa
en el 3er informe de la comisión, que firmé en soledad y con disidencia
total, afirmando: que ya no tenía dudas. Que nada de lo hecho y actuado
por el Juez Galeano pasaría por la prueba del Juicio Oral y Público. Ya
se sabe, los papeles aguantan cualquier cosa. Las pruebas son otra cosa.

Desgraciadamente no me equivoqué. En el año 2004 el Tribunal
Oral Federal nro. 3 demolió, literalmente, el expediente de Galeano y
todo volvió a fojas cero, en la causa principal.



Sin embargo, en el año 2000, se inicia formalmente la causa de
encubrimiento a raíz de las declaraciones públicas del Dr. Lifschitz. La
causa estuvo paralizada durante años y el Juez a cargo Claudio Bonadío
fue apartado de la misma, recayendo la misma en el juzgado del Dr. Lijo.
Hoy, después de casi ¡15 años! de iniciada la causa de encubrimiento y
12 excusaciones de magistrados, se presume que ¨posiblemente¨ (el
encomillado no es casual) se inicie el juicio oral y público en el mes
de Junio de éste año.


Los imputados son:

1) Juan José Galeano (ex juez): por los delitos de peculado –
malversación de caudales públicos, coacción, falsedad ideológica de
documento público, privación abusiva de la libertad, encubrimiento,
violación de medios de prueba y prevaricato.


2) Hugo Alfredo Anzorreguy (ex Secretario de Inteligencia): por los
delitos de peculado, encubrimiento, abuso de autoridad y falsedad
ideológica de documento público.


3) Eamon Gabriel Müllen y José Carlos Barbaccia (ex fiscales): por
los delitos de privación abusiva de la libertad agravada, peculado y
coacción.


4) Carlos Alberto Telleldín (reducidor de autos), Víctor Stinfale
(abogado), Ana María Boragni (pareja de Telleldín), Rubén Ezra Beraja
(ex Presidente de la DAIA), Patricio Finnen (ex agente de la SIDE): Por
el delito de peculado.


5) Carlos Saúl Menem: por los delitos de encubrimiento, falsedad ideológica, violación de medios de prueba y abuso de autoridad.


6) José Alberto ¨el fino¨ Palacios (ex PFA): por los delitos de
encubrimiento, abuso de autoridad y violación de medios de prueba.


7) Juan Carlos Anchézar (ex Subsecretario de Inteligencia): por los
delitos de encubrimiento, abuso de autoridad y falsedad ideológica.


8) Carlos Antonio Castañeda (ex PFA): por los delitos de
encubrimiento, abuso de autoridad, violación de medios de prueba y
falsedad ideológica.


Resta indagar a un grupo de Secretarios de Galeano y al Dr. Carlos
Corach quien fuera sobreseído por el Juez Lijo, pero revocada dicha
sentencia por la Cámara de alzada.


Curiosa y sugestivamente, cuando está a punto de iniciarse el juicio
oral y público por encubrimiento, largamente demandado por la sociedad
en general y los familiares en especial, surge el intento de convertir
al Gobierno que más ha hecho por el esclarecimiento del atentado, no
sólo en apertura de archivos, relevo del impedimento para declarar por
parte de agentes de inteligencia, asignación de recursos humanos y
económicos como nunca antes había contado la investigación. Reclamos,
presentaciones y actuaciones en el orden internacional y ante la ONU sin
precedentes, que ningún otro Presidente había hecho.


Repito, curiosa y sugestivamente se intenta convertir, 21
años más tarde, en encubridores por tratar de que se le pueda tomar
declaración a los imputados iraníes mediante un Tratado Internacional
aprobado por Ley del Congreso.



Me parece que es demasiado. No se puede violar la ley con la
aprobación del Congreso. No se puede violar la ley cuando lo que se
quiere es que declaren los imputados, sobre todo porque es la única
manera de que la causa salga del estancamiento y retroceso de casi 21
años. O acaso no se recuerda cuando en cumplimiento de las alertas rojas
logradas durante nuestro Gobierno contra los iraníes acusados fue
detenido por Interpol en Londres, el ex Embajador iraní ante Argentina
Heidi Soleimanpour, y la justicia inglesa lo liberó por falta de pruebas
debiendo pagar la Argentina USD 25.000 de indemnización.


Podría mencionar las recientes declaraciones del ex Director General
de la Interpol que intervino en toda la etapa de las alertas rojas u
órdenes de detención o del Departamento Legal que opinó sobre el
Memorándum, diciendo que era conveniente para el esclarecimiento del
atentado.


Pero creo que los más importante es advertir que se intenta
hacer con el Juicio de encubrimiento lo que se hizo con el juicio
principal 21 años atrás: desviar, mentir, tapar, confundir.
Si
en aquel juicio ¨desaparecían¨ los cassettes que probarían que la SIDE
estaba al tanto de que se estaba preparando un atentado, ahora
¨aparecen¨ cassettes de personajes públicamente simpatizantes de Irán a
los que ni siquiera es necesario intervenir un teléfono para saber lo
que hacen o lo que piensan. Basta con encender la radio y escucharlos, o
mirar televisión y leer los diarios.


Y aquí es donde comienzan los interrogantes:

¿Quién fue el que ordenó volver al país al Fiscal Nisman el día 12 de
Enero, dejando inclusive a su pequeña hija sola en el aeropuerto de
Barajas, interrumpiendo vacaciones familiares y licencia en el trabajo
que habían comenzado el 1ro de Enero y debían finalizar más allá del 20?


¿Quién puede creer que alguien que tenía tan grave denuncia
institucional contra la Presidenta, su Canciller, que profesa la Fe
Judía y es Judío, o contra el Secretario General de una organización
juvenil que cuando ocurrió el atentado estaba en 5to año del secundario,
se fue de vacaciones y de repente las interrumpe y en plena feria
judicial, sin avisarle al Juez de la causa presenta una denuncia de 350
fojas que evidentemente debía tener preparadas con anterioridad?


¿O será que alguien se las dio cuando volvió? Que por una de esas
raras casualidades es al día siguiente de la marcha en Francia por los
actos terroristas en ParÍs.


¿Es casualidad también que ese mismo día 12, que el fiscal regresa
imprevistamente al País, que el diario Clarín titula: Más de 4 millones
de pie contra el terror en Francia?


12 enero


¿Es casualidad que al día siguiente, martes 13, y casi
secuencialmente el mismo diario titule en su tapa: “Timerman recibió
orden de no asistir a la gran marcha en París”? Desmentida por la
presencia del Canciller y nuestra Embajadora en la marcha.



13 enero



¿Es casualidad que el miércoles 14 el fiscal presenta ¿su? escrito de
350 páginas sin avisarle al Juez Canicoba Corral, Juez de la causa
principal, y directamente las remita al Juez Lijo? Sí, el mismo que
sobreseyó a Corach por encubrimiento.

15 de enero


¿Es casualidad que la 3ra tapa secuencial de Clarín sea precisamente este hecho?


¿Cómo pueden decir que el fiscal volvió porque temía que la
Procuradora Fiscal lo removiera de su cargo si el propio Nisman admitió,
nada más ni nada menos que en TN (el cable del monopolio y feroz
detractor de la Procuración), que la Dra. Gils Carbó lo llamo para
ofrecerle más protección y si necesitaba más custodia.


Como decía al principio: interrogantes que el Poder Judicial DEBE
investigar, como también el hecho que sea un empleado de la fiscalía el
que le suministra el día sábado el arma calibre 22 que le provoca la
muerte. ¿Para defensa? ¿Un arma calibre 22? Cuando el fiscal vivía en la
Torre Le Parc de Puerto Madero, con sistemas de vigilancia
inteligentes, con códigos de ingreso, monitoreo de cámaras y custodia
constante de Prefectura, y contaba además con custodia propia de 10
agentes de la Policía Federal.

Hoy más que nunca, no se debe permitir que una vez más se intente
hacer con el juicio de encubrimiento lo que ya se hizo con la causa
principal. Porque se descubrirá a los autores del atentado cuando se
sepa quiénes los encubrieron. Porque los delitos no tienen razones, sólo tienen móviles, y en Argentina todavía debemos explicar lo más obvio y simple.


Creo que los argentinos nos merecemos no ser tan subestimados en
nuestra inteligencia y mucho menos cuando 85 víctimas y sus familiares
todavía esperan justicia después de 21 años.

Dra. Cristina Fernández de Kirchner

Presidenta de la Nación Argentina

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